LAboy 456 Postado 6 de abril 2018 Postado 6 de abril 2018 A entrevista da RTP aos argumentistas do ESC 2018: A primeira da esquerda é Lucy Pepper, escritora britânica nascida em Barnstaple que vive em Portugal desde 1999. O último à direta é o actor e comediante Pedro Miguel Ribeiro
Francisca Postado 6 de abril 2018 Postado 6 de abril 2018 há 6 horas, ATVTQsV disse: Eu não entendo como é que esta canção passou a ser de culto. Em Portugal: aquela frustração e vergonha alheia coletiva por termos mandado uma música pimba faz com que toda a gente se lembre da canção. No Estrangeiro: bom, como lhes falta o nosso conceito de música pimba, simplesmente vêm-na como uma canção engraçada e energética. Não estou a ver a malta internacional a ligar alguma coisa à letra (tirando o ô-ô-ô-ô), e como não é uma balada é uma música fixe para eles se divertirem a dançar. E a Suzy sempre foi considerada bastante simpática e bonita, com uma boa dinâmica, quer nas entrevistas, quer entre os fãs e as delegações.
Magazine Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 Instrumentais oficiais (alguns com backvocal): Fuego, Toy e a nossa são um arraso
BBFF Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 há 13 minutos, Magazine disse: Fuego, Toy e a nossa são um arraso Berro! Estava a ver que o Toy ia participar LOL! Que alívio!
Vítor Jardim Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 Bem... hoje parece que o jardim já foi regado antes das filmagens.xD Vamos lá ver quantos figurantes vão ser e onde vão gravar hoje. ----A Estrela de Hollywood chega para a semana à capital da música 2018 E por falar em gravações, as da temporada atual do NCIS acabam este fim de semana e já para o início da próxima semana, regressa a Portugal a nossa Danieal Ruah para iniciar os ensaios das apresentadoras. Entretanto, o pré-guião está completo e pronto para avaliação.
Vítor Jardim Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 há 21 horas, HHHugo disse: Incrível como 4 anos depois ela ainda faz parte do "circuito eurovisivo" A Vania Fernandes também teve muito sucesso pelo menos até 2015/2016 em que ela ainda foi algumas festas eurovisivas. Eu cada vez mais chego à conclusão que na Eurovisão há, por um lado, músicas que são para serem mainstream como "Quero ser tua (2014)", "Occidentalis Karma" (2016) e "Toy (2018)" e , por outro lado, existem músicas com vibe para serem apenas momentos únicos (Dark Horses) como: "Senhora do Mar (2008)", "1944 (2016)", "Amar pelos Dois (2017)" e "Bones (2018)" / "La Forza (2018)" / ."O Jardim (2018) [o jardim.. porque conheco o conceito da música não ter climax mas muitos que não têm conhecimento, acham uma música que não satisfaz, que falta algo para dançar, no entanto com o juri isto pode mesmo dar mais enfase e termos um TOP10 graças a eles]. Para mim quem não vai ganhar mesmo é Toy e La Forza. A minha aposta é Bones (Bulgária), vejo algo ali intenso que pode mesmo despoletar um bom staging. "I'm feeling winner's vibes! muahahah" xD
Ais426 Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 8 hours ago, Magazine said: Instrumentais oficiais (alguns com backvocal): Fuego, Toy e a nossa são um arraso A nossa já está com as alterações que iam fazer?
Ais426 Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 Vi agora num daqueles "anúncios" do "Faltam XX dias para a Eurovisão" mais logótipos de patrocinadores. Não deu para ver bem porque passou rápido, mas pareceu-me ter visto os logótipos da Altice e do Hospital da Luz, entre outros que não tive tempo para ver.
ATVTQsV Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 Eu até gostei da canção búlgara até parar a meio.
Francisca Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 há 48 minutos, Jet1000 disse: A nossa já está com as alterações que iam fazer? Acho que mexeram um bocadinho na mistura de som, mas não é muito perceptível.
ATVTQsV Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 há 7 minutos, HHHugo disse: Ontem ouvi a música de Israel na rádio A sério? Estão a passar esta aberração nas rádios? Já ouvi mas desisti.
Max30 Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 há 43 minutos, HHHugo disse: Ontem ouvi a música de Israel na rádio Por acaso eu também ouvi, na RFM.
MrGrant Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 Toy não vai ganhar. Não tem tanto impacto como Occidentalis Karma mas acho que daqui a 1 mês já vai cansar e tenho medo que em palco seja uma nódoa (tal como aconteceu com a da Itália). Em termos de palco vejo que Chipre, Estónia e Bulgária possam ser as melhores.
Vítor Jardim Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 há 1 hora, Jet1000 disse: Vi agora num daqueles "anúncios" do "Faltam XX dias para a Eurovisão" mais logótipos de patrocinadores. Não deu para ver bem porque passou rápido, mas pareceu-me ter visto os logótipos da Altice e do Hospital da Luz, entre outros que não tive tempo para ver. Sim a Altice é official national sponsor pela arena e a internet no recinto da Eurovisão. Quanto ao instrumental da canção O Jardim no Spotify é a versão alterada. Apenas se nota um aumento no som do eletrónico em relação à guitarra e o piano inicial tem um toque mais eletrónico do que clássico. O vídeoclipe da nossa canção está a ser filmado num estúdio pintado de azul turquesa (revelado pelo instastory da Isaura), não se sabe se os figurantes vão participar nas filmagens exteriores. Hoje infelizmente está a chover em Lisboa. :/ Pode ser que amanhã tenham mais sorte.
Vítor Jardim Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 Desafio: Qual destes snipets te fica na cabeça? ----------------- Será esta a nova tecnologia que vão usar no Altice Arena? Nunca vi nenhum deste tipo de sistema de luz LED.
LAboy 456 Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 A Cláudia e a Isaura estão a fazer as primeiras gravações do videoclip da canção:
Ana Maria Peres Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 Israel é, sem dúvida alguma, a música mais díspar desta edição da Eurovisão. Acaba por beneficiá-la bastante, a meu ver. Tem pessoas que nem conseguem ouvir 10 segundos, tem outros que se pudessem repetiam-a até a exaustão. Incluo-me, sem dúvida, na segunda categoria. Mesmo aqueles que não gostam, têm de confessar que a canção israelita é altamente original. Não usa frases feitas, cria algo verdadeiramente orelhudo/inovador com o som das galinhas e que é usado de uma forma tão inteligente... Aliás, há um próposito para isto, elas não estão lá por obra divina: mostra uma mensagem de não a abusos nem ao assédio (quem o faz é um covarde, daí a galinha), que, musicalmente, combina bastante bom com o instrumental e o ar mais louco da atuação. Não só é irreverente, como também é uma brilhante canção pop. Está bem composta, tem um som absolutamente delicioso e tem um clímax brutal - o melhor da edição, a meu ver: é eletrizante, é catártico, é libertador... É o que dá solidez à música. E, apesar de ser pop, não é descaracterizada - não é a típica fast-food: vemos claramente influências do Médio Oriente, com o instrumental a não ser nada previsível e que também ele abarca características que nenhum canção eurovisiva jamais ofereceu. Ainda a valorizo mais, pois passa duas mensagens importantes: nós é que escolhemos fazer o que queremos com o nosso corpo, bem como transmite uma ideia de que a beleza é subjetiva, independentemente da nossa forma corporal. Assim que, por isto tudo, não posso deixar de não adorar esta canção. É que não é só a parte mais musical que me cativa; é, também, porque verdadeiramente adoro ouvi-la, transmite uma energia fantástica e de empoderamento, embora o elemento mais excêntrico e louco. Aqui, a brincar, a brincar, se dizem muitas verdades. Se acho que tem o pacote completo? Não sei. Ainda não vi a atuação ao vivo e penso que o destino da canção dependerá, essencialmente, da maneira como organizam a performance. Tem de ser bem construída e tem de conseguir passar a ideia da canção. Se assim o fizer, considero que seria uma vencedora memorável e altamente justificada, que romperá com variados cânones eurovisivos e que obrigará, no futuro, a que se procure diversidade e originalidade para as canções da Eurovisão (se bem que há clichés que são bem-feitos e que deve de haver espaço para tudo). Mas se vai ganhar? Como já disse, o palco será essencial. No entanto, mesmo que este esteja conforme, não sei. Referi que há gente que a odeia, que não a compreende - é normal -, daí que veja principalmente os jurados a castigarem isto, mas é sempre uma incógnita. Nunca se pensou que a Conchita ganhasse os júris e não é que o fez? Por isso, resta-nos esperar por mais desenvolvimentos. E também perceber se a EBU estará interessada em organizar uma espetáculo em Telavive, tendo em consideração o conflito que ali decorre. Não haverá interesse que outros ganhem? Esta questão é algo a pôr em equação, mas acho que é demasiado cedo para avançar com qualquer detalhe. Por mim e por agora, teríamos aqui a vencedora da Eurovisão 2018.
Cable Guy Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 31 minutes ago, LAboy 456 said: A Cláudia e a Isaura estão a fazer as primeiras gravações do videoclip da canção: Pelos vistos é a confirmação de que a canção vai passar a ser anunciada como Claudia Pascoal feat. Isaura? A Isaura está sempre em todo o lado, incluindo em destaque também no videoclip. Nenhum compositor normalmente faz isso, a não ser que também sejam creditados como performers...
Televisão 10 Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 há 12 minutos, Cable Guy disse: Pelos vistos é a confirmação de que a canção vai passar a ser anunciada como Claudia Pascoal feat. Isaura? A Isaura está sempre em todo o lado, incluindo em destaque também no videoclip. Nenhum compositor normalmente faz isso, a não ser que também sejam creditados como performers... Prefiro que a canção seja anunciada como Cláudia Pascoal feat. Isaura. Assim, justifica-se a sua presença em palco... O lançamento do videoclipe agora também é bom. A canção está esquecida e assim volta a chamar a atenção.
Vítor Jardim Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 há 2 minutos, Ana Maria Peres disse: Israel é, sem dúvida alguma, a música mais díspar desta edição da Eurovisão. Acaba por beneficiá-la bastante, a meu ver. Tem pessoas que nem conseguem ouvir 10 segundos, tem outros que se pudessem repetiam-a até a exaustão. Incluo-me, sem dúvida, na segunda categoria. Mesmo aqueles que não gostam, têm de confessar a canção israelita é altamente original. Não usa frases feitas, cria algo verdadeiramente orelhudo/inovador com o som das galinhas e que é usado de uma forma tão inteligente... Aliás, há um próposito para isto, elas não estão lá por obra divina: mostra uma mensagem de não a abusos nem ao assédio (quem o faz é um covarde, daí a galinha), que, musicalmente, combina bastante bom com o instrumental e o ar mais louco da atuação. Não só é irreverente, como também é uma brilhante canção pop. Está bem composta, tem um som absolutamente delicioso e tem um clímax brutal - o melhor da edição, a meu ver: é eletrizante, é catártico, é libertador... É o que dá solidez à música. E, apesar de ser pop, não é descaracterizada - não é a típica fast-food: vemos claramente influências do Médio Oriente, com o instrumental a não ser nada previsível e que também ele abarca características que nenhum canção eurovisiva jamais ofereceu. Além disso, passa duas mensagens importantes. Nós é que escolhemos fazer o que queremos com o nosso corpo, bem como transmite uma ideia de que a beleza é subjetiva, independentemente da nossa forma corporal. Assim que, por isto tudo, não posso deixar de não adorar esta canção. É que não é só a parte mais musical que me cativa; é, também, porque verdadeiramente adoro ouvi-la, transmite uma energia fantástica e de empoderamento, embora o elemento mais excêntrico e louco. Aqui, a brincar, a brincar, se dizem muitas verdades. Se acho que tem o pacote completo? Não sei. Ainda não vi a atuação ao vivo e penso que o destino da canção dependerá, essencialmente, da maneira como organizam a performance. Tem de ser bem construída e tem de conseguir passar a ideia da canção. Se assim o fizer, considero que seria uma vencedora memorável e altamente justificada, que romperá com variados cânones eurovisivos e que obrigará, no futuro, a procurarmos diversidade e originalidade para as canções da Eurovisão (se bem que há clichés que são bem-feitos e que deve de haver espaço para tudo). Mas se vai ganhar? Como já disse, o palco será essencial. No entanto, mesmo que este esteja conforme, não sei. Referi que há gente que a odeia, que não a compreende - é normal -, daí que veja principalmente os jurados a castigarem isto, mas é sempre uma incógnita. Nunca se pensou que a Conchita ganhasse os júris e não é que o fez? Por isso, resta-nos esperar por mais desenvolvimentos. E também perceber se a EBU estará interessada em organizar uma espetáculo em Telavive, tendo em consideração o conflito que ali decorre. Não haverá interesse que outros ganhem? Esta é algo a pôr em equação, mas acho que é demasiado cedo para avançar com qualquer detalhe. Por mim e por agora, teríamos aqui a vencedora da Eurovisão 2018. Muito bem dito. Em resposta ao que disseste sobre a temática da canção de Israel, coincidencia ou não a música Lo Malo também é referente à mesma mensagem de abuso sexual às mulheres. Iria ser um conflito de mensagem se AitanaWar fosse à eurovisão. xD Em relação ao que dizes da possibilidade de ESC Telavive 2019, pelos confrontos, não acredito que irá se realizar. Mas para quem acredita que nada é por acaso e que tudo faz sentido (ou a EBU faz por fazer sentido) Portugal tinha de ganhar no ano passado (dia 13 de Maio, 100 anos de Fátima) para organizar este ano o ESC com a 50ª participação portuguesa no certame. Israel prepara-se para celebrar em 2019 os 70 anos de independencia. Como disse, coincidencias ou não, por interesses ou não, as coisas fazem sentido. Por outro lado, a Bulgária nunca ganhou mas tem lutado para isso ultimamente, estranho ja terem ficado várias vezes em 2º lugar. Até agora não encontrei coincidencias do país com o ano de 2018 ou 2019, apenas que recentemente a maior arena (mais de 23000 lugares) que eles têm foi renovada e está mais que apta para realizar a Eurovisão. Vontade não lhes falta. Em última análise, vamos a ver que ao fim de um ano de ausencia Portugal regressa com a renovação do Festival da Canção e deu grande hype ao Salvador. E Espanha apesar de ter participado no ano passado, foi como se não tivesse lá (o galo foi o pior momento do ano) xD. Este ano, os nosso irmãos aproveitam a renovação da OT para escolher o(s) representante(s) e dão muito hype à Tu Cancion. Conclusão: Na falta de mais países com mais coincidencias ou investimentos destintos neste ano, prevejo a vitória (combinada com a EBU) de Israel, Espanha ou talvez a Bulgária. Não ficaria triste pela vitória de Israel ou Bulgária, mas a Espanha ganhando isto... só me dá mais certeza da força do "destino". E pronto chegamos ao fim a mais um episódio de "Teorias Eurovisivas da Conspiração". Não se esqueçam de dar a "joinha" e subscrever no canal. xDDD Fui!
Ana Maria Peres Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 há 4 minutos, Vítor Jardim disse: Em relação ao que dizes da possibilidade de ESC Telavive 2019, pelos confrontos, não acredito que irá se realizar. Mas para quem acredita que nada é por acaso e que tudo faz sentido (ou a EBU faz por fazer sentido) Portugal tinha de ganhar no ano passado (dia 13 de Maio, 100 anos de Fátima) para organizar este ano o ESC com a 50ª participação portuguesa no certame. Israel prepara-se para celebrar em 2019 os 70 anos de independencia. Como disse, coincidencias ou não, por interesses ou não, as coisas fazem sentido. Por outro lado, a Bulgária nunca ganhou mas tem lutado para isso ultimamente, estranho ja terem ficado várias vezes em 2º lugar. Até agora não encontrei coincidencias do país com o ano de 2018 ou 2019, apenas que recentemente a maior arena (mais de 23000 lugares) que eles têm foi renovada e está mais que apta para realizar a Eurovisão. Vontade não lhes falta. Em última análise, vamos a ver que ao fim de um ano de ausencia Portugal regressa com a renovação do Festival da Canção e deu grande hype ao Salvador. E Espanha apesar de ter participado no ano passado, foi como se não tivesse lá (o galo foi o pior momento do ano) xD. Este ano, os nosso irmãos aproveitam a renovação da OT para escolher o(s) representante(s) e dão muito hype à Tu Cancion. Conclusão: Na falta de mais países com mais coincidencias ou investimentos destintos neste ano, prevejo a vitória (combinada com a EBU) de Israel, Espanha ou talvez a Bulgária. Não ficaria triste pela vitória de Israel ou Bulgária, mas a Espanha ganhando isto... só me dá mais certeza da força do "destino". E pronto chegamos ao fim a mais um episódio de "Teorias Eurovisivas da Conspiração". Não se esqueçam de dar a "joinha" e subscrever no canal. xDDD Fui! Honestamente, também nunca pensei que fosse realizar um Kiev 2017 e lá acontecer, em plena crise diplomática com a Rússia, por isso, já não me estranha uma escolha mais conflituosa para organizar o evento. Assim, também é facto que a EBU, às vezes, gosta de arriscar. E há mais coincidência relativamente a Israel - faz 20 anos desde que venceram a Eurovisão, em 1998, com a Dana Internacional. Outro elemento para a lista. A Bulgária, a Bélgica e a Estónia também são cavalos a não desprezar - terão todos performances que serão memoráveis (não sei quanto à belga, mas parece-me que sim), mas não sei se terão força suficiente para vencer. Já Espanha, não compartilho o positivismo. É caapz de lhes dar um top10, mas mais do que o 5º lugar acho extremamente improvável, a meu ver.
HHHugo Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 há 2 horas, RQ7T disse: Por acaso eu também ouvi, na RFM. Eu ouvi na Orbital
agui Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 O chefe de delegação da Estónia, Mart Normet, revelou que os custos para as projeções no vestido de Elina Nechayeva em Lisboa não são suportáveis pela ERR: "Iria custar cerca de 3300 euros por dia". Depois de ter sido uma das atuações das finais nacionais na pré-temporada deste ano mais abordadas nas redes sociais, a atuação de Elina Nechayeva em Lisboa deverá sofrer alterações comparativamente com a atuação no Eesti Laul 2018, avançou o chefe de delegação da Estónia, Mart Normet. "O projetor mais caro disponível na Estónia é de 1100 euros por dia. Mas para o Festival Eurovisão precisamos de um projetor mais potente, que não está disponível na Estónia. Mas mesmo que o preço seja de 1100 euros por dia, seriam necessários três projetores, o que resultava em 3300 euros diários" avançou o chefe de delegação, revelando que o custo total chegaria a 65 mil euros e a ERR não tem fundos adicionais para pagar. A quantidade de tempo que a delegação da Estónia precisa de alugar os projetores, devido aos ensaios preliminares, é um dos factores que poderão por em causa o desempenho. Contudo, com o país num lugar cimeiro nas casas de apostas para a vitória em Lisboa, Normet acredita que o investimento poderá ser rentável, mas falta saber como a ERR irá financiar a atuação: "É claro que a Elina é uma óptima cantora que poderia ir ao Festival com um lindo vestido e cantar... mas as projeções teriam um grande factor surpresa". http://www.escportugal.pt/2018/04/esc2018-emissora-da-estonia-sem.html?m=1
Vítor Jardim Postado 7 de abril 2018 Postado 7 de abril 2018 há 27 minutos, Ana Maria Peres disse: Honestamente, também nunca pensei que fosse realizar um Kiev 2017 e lá acontecer, em plena crise diplomática com a Rússia, por isso, já não me estranha uma escolha mais conflituosa para organizar o evento. Assim, também é facto que a EBU, às vezes, gosta de arriscar. E há mais coincidência relativamente a Israel - faz 20 anos desde que venceram a Eurovisão, em 1998, com a Dana Internacional. Outro elemento para a lista. A Bulgária, a Bélgica e a Estónia também são cavalos a não desprezar - terão todos performances que serão memoráveis (não sei quanto à belga, mas parece-me que sim), mas não sei se terão força suficiente para vencer. Já Espanha, não compartilho o positivismo. É caapz de lhes dar um top10, mas mais do que o 5º lugar acho extremamente improvável, a meu ver. Daí Espanha ser conflituosa ganhar. xDD Eu até perferia ir ver o ESC2019 a espanha do que israel xD. Mas sim Israel ganhando isto a teoria da conspiração passa a facto. xD Se bem se lembram a canção vencedora merece destaque para ser intro instrumental de 10 a 15 segundos nos vídeos do YouTube do ano seguinte. Amar pelos Dois era perfeita para ser intro seja lá do quê, até está a ser bom como novela zuca "Estamos aprensentado" xD Este ano a nossa intro requer a voz da Cláudia por isso não vou incluir ao assunto. Então fiz um TOP10 dos primeiros 10-15 segundos da lista de instrumentais apresentados no Spotify: Não consigo dar favoritismos em top por isso destaco para Israel ( 25 ) , Noruega ( 34 ) Republica Checa ( 11 ), Moldávia ( 29 ) e Macedonia ( 30 ). Seguem-se as canções numero: 10, 17, 20, 26 e 41 no TOP. Podem verificar e dizer o que acham para prevermos qual sonoridade haverá nos vídeos do ESC YouTube em 2018/2019. A meu ver e com tantas coincidencias, a intro de Israel é perfeita para termos Telavive 2019 ou diria Jerusalem 2019... hihihihi
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