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Cable Guy

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About Cable Guy

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    Equivalente à senhora cá de casa

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    Homem
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  1. Parece muito bom! Vou espreitar. Finalmente uma série da RTP1 que parece ter grande potencial Espero que as promos sejam fiéis à qualidade da série e que tenha ritmo e uma narrativa dinâmica. A história e as interpretações parecem-me muito boas, pelas promos.
  2. Cable Guy

    Meu Amor ®

    Uau, a TVI bateu mesmo no fundo. A TV que foi líder durante mais de uma década, o melhor que consegue arranjar para o late-night é uma novela repetida? Really? Para onde vai o orçamento todo da programação?
  3. Cable Guy

    Prisioneira

    De todo. A SIC já o fez imensas vezes e a TVI no passado também. Inclusivé, na altura do primeiro "Big Brother", a TVI passava imensos spots a anunciar que "O Big Brother é visto por 3 milhões todos os dias". Isso era o reach, ou audiência total, dos diários e não a audiência média dos mesmos Mas é assim que funciona a publicidade. Eles não estão a mentir, são apenas outros dados que são utilizados para empolar uma promoção
  4. Cable Guy

    Prisioneira

    Sim mas a maioria usa. E na Indonésia inclusivé existe uma província em que castigam as mulheres fisicamente ou dão-lhes multa se não tiverem o veu bem apertado ou se estiverem a mostrar calcanhares. A mesma coisa sucede no Irão, Iraque, Yemen, Arabia Saudita e outros países muçulmanos. Acho muito triste e um abuso para os direitos das mulheres.
  5. Cable Guy

    Prisioneira

    Sei que é apenas ficção, mas acho uma fotografia muito triste. É sempre muito triste ver mulheres nessas vestimentas, apenas com a cara à mostra, porque segundo a cultura deles a mulher tem de estar toda coberta para ser "pura" Já os homens muçulmanos, não se precisam de cobrir todos para serem "puros" Completamente mentalidade da idade média. E muito triste ver a lavagem cerebral que fazem às mulheres para seguirem essas regras, em vez de serem livres de se vestir e de se expressarem como bem quiserem!
  6. Cable Guy

    Prisioneira

    ... Um pouco como pensam que "A Tua Cara Não Me É Estranha" e "Masterchef" vão resultar para sempre
  7. Pensava que estavas a referir-te ao Diogo Amaral Mas... o Pedro Granger? É tão simpático, despretensioso. E entrega-se sempre de uma forma carismática em tudo o que faz.
  8. Cable Guy

    Conta-me Como És

    Acho que foi este que uma vez esteve para entrar num Big Brother VIP (houve rumores, mas depois n entrou) Saudades do BB Vip ... e do enredo Todos vs Kelly Baron... e os inimigos dela a serem expulsos 1 a 1 .
  9. Basicamente. Uns músicos sabem melhor compor canções que sejam memoráveis, que fiquem no ouvido, tenham letras que põem as pessoas a quererem cantarolar. Outros, nem tanto. Até mesmo o Salvador Sobral revelou, em entrevista, admiração pelos compositores que conseguem compôr sucesso após sucesso, admitindo que "há toda uma ciência para conseguir isso" e muito trabalho por detrás, não é para qualquer um. Não é fácil. Na minha opinião, um evento que visa escolher uma canção para representar Portugal numa competição internacional deve ter várias canções compostas por compositores com provas dadas, com experiência e sucesso comercial e noção daquilo que pode funcionar bem musicalmente e junto do público. Não apenas estes, é claro -- há espaço para apresentar novos talentos promissores, ou algo mais experimental ou alternativo. Mas considero uma mais-valia convidar compositores e produtores que tenham sido responsáveis por vários sucessos comerciais, pois creio que isso aumenta as hipóteses de existir uma canção que seja forte o suficiente para agradar ao grande público quando competir na Eurovisão e levar Portugal a um bom resultado. Interpretaste muito bem o que disse Mas pelos vistos não é a opinião popular neste tópico.
  10. Não, ele disse isto: "Aceito qualquer tipo de opinião desde que seja bem fundamentada, e não, argumentos como iTunes valem 0. Se é ou não comercial em Portugal vale 0. Se tem know-how a nível internacional vale 0. A maior parte dos vencedores da Eurovisão nunca tiveram isso antes de vencerem. " Se tem know-how a nível internacional, vale zero. Foi o que ele disse. Completamente ignorando o facto indiscutível que a maioria das canções vencedoras da Eurovisão foram músicas compostas por compositores e produtores com muita experiência no campo, experiência em criar melodias que ficam no ouvido, experiência em escrever letras com as quais o grande público se identifica e que também ficam no ouvido. Quando eu questionei qual o sucesso comercial ou provas dadas da maioria dos compositores ou artistas convidados pela RTP este ano, ele responde que "isso vale zero" e que a minha opinião não é bem fundamentada. Pois bem, a lista acima de compositores e produtores de sucesso responsáveis por músicas vitoriosas prova o contrário. A experiência musical conta, e muito, para compor uma música que possa ganhar uma competição destas - e depois o cantor faz o resto. Mas sem a melodia forte e a letra forte, nenhum cantor faz milagres Simples. Mas pronto, tu e o Ruben Fonseca e afins ficam com as vossas opiniões, e eu fico com a minha, pobre e "mal fundamentada". E se a RTP manter o modelo de selecção de canções, veremos então como serão os resultados de Portugal nos próximos anos e se de facto serão precisas alterações, ou maior exigência, ou não
  11. @Ruben Fonseca Uma simples pesquisa revela que a maior parte das músicas vencedoras da Eurovisão nas últimas décadas foram compostas e produzidas por compositores/produtores experientes e com sucesso comercial prévio. Netta "Toy" (2018) - música composta por Doron Medalie. Segundo a sua página de Wikipedia, "one of Israel's most successful hit makers, Doron has written over 250 songs, ballads, Middle Eastern pop songs, children songs, soundtracks and theme songs for TV." "Amar Pelos Dois" (2017) - música composta por Luisa Sobral. O seu álbum chegou ao #3 do Top 10 dos álbuns mais vendidos em Portugal e colaborou com músicos de renome a nível internacional como Jools Holland ou Joe Henry. "1944" (2016) - música composta por Jamala. Um dos poucos casos em que a compositora não tinha tido grande sucesso anteriormente no seu país. "Heroes" (2015) - música composta pela equipa de produtores e compositores "The Family" (Anton Hård af Segerstad, Joy Deb, Linnea Deb). Segundo a página de Wikipedia, esta equipa de compositores já tinham ganho prémios e composto para artistas como a girlsband norte-americana Fifth Harmony, o cantor russo Sergey Lazarev, ou a cantora norte-americana JoJo. "Rise Like a Phoenix" (2014) - letra escrita por Charlie Mason (letrista que já tinha escrito músicas para Miley Cyrus, Ashley Tisdale, entre outros), música composta por Alexander Zuckowski, que já tinha tido vários êxitos nos tops da Alemanha como compositor, como a sua página de Wikipedia indica. "Only Teardrops" (2013) - música composta por Lisa Cabble, Thomas Stengaard. Anteriormente a "Teardrops", Lisa Cabble já tinha composto 10 outras músicas para a Eurovisão e para a final nacional do Grand Prix da Dinamarca, incluindo "New Tomorrow", que ficou em 5º lugar na Eurovisão em 2011. Thomas Stengaard veio também a compor "You Let Me Walk Alone", interpretada por Michael Schulte, que representou a Alemanha e acabou em 4º lugar na final da Eurovisão em 2018. "Euphoria" (2012) - música composta por Thomas G:Son e Peter Boström. Antes da vitória com "Euphoria", interpretada por Loreen, Thomas G:Son tinha tido outros êxitos na Eurovisão e também fora dela, nos tops dos países escandinavos. "In a Moment Like This", que compôs para o representante da Dinamarca, ficou em 4º lugar no ESC em 2010, a sua música "Quedata Conmigo!" deu o 10º lugar à Espanha no ESC também em 2012 (!) e a sua música "Invicible" interpretada pela sueca Carola ficou em 5º lugar no ESC de 2001. Peter Boström já tinha trabalhado com artistas suecos de grande sucesso, como E-Type, Carola, Danny Saucedo, etc. "Running Scared" (2011) - música composta por Stefan Örn, Sandra Bjurman, Iain James. Antes desta música, Stefan Örn já tinha co-escrito com Iain James a música "Drip Drop", representada pelo Azerbeijão em 2010 no ESC e que ficou em 5º lugar na final desse ano. Iain James, por seu torno, é um músico britânico de sucesso e já tinha composto músicas para Craig David, One Direction, Taio Cruz, entre outros. "Satellite" (2010) - interpretada pela alemã Lena, a música foi composta e produzida por Julie Frost e John Gordon. Acerca dos compositores: No mesmo ano que compôs "Satellite" para a Eurovisão, Julie também escreveu "Just Can't Enough" para os Black Eyed Peas. Nos anos seguintes, veio a escrever para Beyoncé, Pitbull, Ed Sheeran e Madonna. E John Gordon, já colaborou com vencedores da Eurovisão como Katrina and The Waves, entre outros, de acordo com a página da sua editora Estes são apenas alguns exemplos entre muitos. Mas o @Ruben Fonseca acha que ter mais compositores e produtores com provas de sucesso comercial no Festival da Canção é irrelevante e "vale zero", "dá para os dois lados". O melhor é mesmo apostar em 80% de talentos sem provas dadas e sem qualquer sucesso comercial, porque isso é que vai garantir a Portugal bons resultados na Eurovisão E, claro, quem defender o contrário, "não faz ideia nenhuma". #Bye
  12. Foi seleccionada pelo Stefan Raab para a final nacional, peço desculpa. Stefan Raab esse que já tinha composto várias músicas que chegaram ao top 10 na Eurovisão, como a página dele da Wikipedia revela E foi lançada na editora discográfica do Raab, em colaboração com a Universal. Mas obrigado pela informação, que confirma mais uma vez o meu ponto. A música dela foi composta e produzida por compositores e produtores com provas dadas. Inclusivé a Julie Frost, letrista, escreveu também uma música para a Madonna. Pormenores que, segundo o Ruben Fonseca, "valem zero". Não interessa se os compositores e produtoras têm mais provas dadas ou sucesso comercial, o que interessa isso?!
  13. Adorei esta! Sim, um músico ter mais provas dadas e sucesso comercial é completamente irrelevante. "Vale zero". Basicamente é isso que tu achas. Fica registado A maior parte dos vencedores da Eurovisão nunca tiveram isso? Pois não, mas os compositores e os produtores que compuseram e produziram as suas músicas vencedoras, já tinham tido sucessos comerciais e provas dadas, indiscutivelmente. Caso disso é o facto de os resultados mais altos da Rússia, Bulgária, entre outros exemplos, vieram de compositores suecos ou até norte-americanos, que já tinham um imenso catálogo de sucessos. Até a música vencedora da Lena, da Alemanha, ("Satellite"), foi seleccionada pelo Stefan Raab, que já tinha tido vários êxitos nos tops como compositor. Mas vamos ignorar isso, como dizes, porque "vale zero" Porque tu, afinal, é que tens opiniões bem argumentadas e fundamentadas e cheias de lógica. Okay then Fica com a tua, então.
  14. O "Dr. Saúde" da TVI ? Gabi Sobral a ter a sua vingança. Não há talentos suficientes em Portugal, não sabias? Isto de acordo com a TVI, claro. Há várias escolas onde ensinam apresentação para TV e de onde saiem talentos formados todos os anos, inclusivé a Teresa Guilherme é professora numa delas. Mas não há interesse em dar oportunidade a novos talentos. Vão buscar actores das novelas, ou modelos, para se tornarem apresentadores (Pedro Teixeira, Ruben Rua) ou agora até vão buscar apresentadoras ao Brasil. Quando na realidade a Cristina Ferreira saiu de um casting e vinda de uma dessas escolas. Ilações? Pelos vistos não tiraram nenhumas.
  15. Não, não era. Mas a Luísa Sobral já tinha tido sucesso comercial, com um álbum a chegar ao top 3 dos álbuns mais vendidos em Portugal. E já tinha trabalhado com músicos de sucesso internacional como Jools Holland ou Joe Henry (compositor de "Don't Tell Me" da Madonna). E foi ela que compôs o "Amar Pelos Dois". Portanto talvez não sejá tão má ideia assim trazer para o FDC mais compositores com provas dadas a nível comercial. Mas nem me vou alongar mais neste assunto, pois a hostilidade neste tópico é tanta quando existem opiniões diferentes. Esquecem-se que quem vota na Eurovisão não é "a comunidade eurovisiva" apenas, mas sim o grande público. O mesmo grande público que em Portugal tem opiniões semelhantes à minha e de outros utilizadores aqui e que tem direito a ter essa opinião sem lhe virem atirar pedras ou descartar essas opiniões com comentários estilo "bem, se não acompanhas a Eurovisão de uma ponta à outra, todos os anos, como nós, não podes ter opinião". É o grande público que vota. Não apenas os 'eurofãs'. Imensa gente que só acompanha a Eurovisão uma vez por ano, liga a televisão, não conhece as músicas ou só conhece algumas. Se fossemos todos a seguir apenas o que os superfãs eurovisivos gostam ou querem, não havia evolução nenhuma Pluralidade de opiniões, é o que se precisa.
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