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há 1 minuto, Da ni el disse:

O Twitter com 100 pessoas não deixa de ser uma sondagem. Também me faz alguma confusão que 90% dos lares tenham Cabo e depois não haja um programa, seja da CMTV, seja da SIC Notícias, seja no canal Hollywood, que não se destaque nas audiências. Especialmente ao domingo à tarde. Chega-se quase aos 2 milhões de telespectadores entre SIC e TVI. É triste para mim e se calhar estou a tentar encontrar uma razão lógica para tanto mau-gosto :lol: 

Sim, também já tinha pensado nisso. Especialmente ao fim de semana, que nem sequer um canal de cinema se destaque nas audiências ou aquele canal de qualidade que se chama CMTV. É estranho e ainda não encontrei uma explicação para isso.

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Na minha opinião poderiam revelar as duas audiências as das operadoras e da GFK. Pelo menos a das operadoras tem o número exato de espetadores. 

Editado por John123
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há 1 minuto, Da ni el disse:

O Twitter com 100 pessoas não deixa de ser uma sondagem. Também me faz alguma confusão que 90% dos lares tenham Cabo e depois não haja um programa, seja da CMTV, seja da SIC Notícias, seja no canal Hollywood, que não se destaque nas audiências. Especialmente ao domingo à tarde. Chega-se quase aos 2 milhões de telespectadores entre SIC e TVI. É triste para mim e se calhar estou a tentar encontrar uma razão lógica para tanto mau-gosto :lol: 

É uma sondagem da população mais jovem, não da população no geral. O Twitter é a rede social mais utilizada pelos jovens e menos utilizada do que o Instagram e o Facebook, onde realmente poderias ter uma amostra mais abrangente dos espectadores de televisão. Não é por um programa chegar aos trending topics que é um sucesso, até porque não é uma amostra credível. 

E isso do cabo é simples de explicar. 90% da população portuguesa tem acesso a canais por cabo, no entanto isso acontece por questões de planos das operadoras, que acabam por compensar a oferta de um plano com mais canais para além das generalistas em termos monetários, o que não quer dizer que quem os tem vá preferir ver o Hollywood aos programas da SIC. O cabo em Portugal é uma opção muito em conta, mas não é por isso que a sua programação se torna mais cativante do que as generalistas, especialmente para as gerações mais velhas. 

Quanto ao painel da GFK, pelo que sei é uma amostra muito cuidada e credível. É assim em todo o lado e fazer notícias sobre isto só serve para levantar teorias da conspiração que não levam a lado nenhum. As operadoras não têm a credibilidade nem os conhecimentos necessários sobre os seus clientes para garantir a análise aos targets comerciais.

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há 4 minutos, D91 disse:

Sim, também já tinha pensado nisso. Especialmente ao fim de semana, que nem sequer um canal de cinema se destaque nas audiências ou aquele canal de qualidade que se chama CMTV. É estranho e ainda não encontrei uma explicação para isso.

No último domingo tiveste Fox, Hollywood, Fox Life, AXN, Fox Crime, NOS Studios, AXN Movies, Fox Movies, Cinemundo e AMC no top30 dos canais mais vistos do Cabo. Vocês querem que um canal de cinema se destaque como, quando o que não falta são canais de cinema no Cabo e que facilmente dispersam quem vê? Somados, esses canais todos ultrapassam e bem o share da CMTV. :cryhappy: 

---

Quanto ao artigo em si, é ridículo e não tem grande fundamento: as redes sociais são um nicho, nicho esse que é altamente influenciável e que não é representativo da população em Portugal. É fácil um programa estar nos trending topics do Twitter, principalmente em Portugal. Valorizar isso é o mesmo que valorizar as opiniões do género "ah, eu acho que programa X lidera porque todos os meus amigos falam disso e não falam do programa Y".

Também não entendo a panca neste fórum do aumento significativo da amostra, como se o que interessasse na amostra fosse a quantidade de pessoas e não se a amostra em si é ou não representativa da população em Portugal, quer a nível de região onde vive, quer a nível socioeconómico, quer com outros fatores que pesam a quem realmente usa as audiências para algo mais que analisá-las num fórum de televisão. Ainda relativamente à amostra, e transpondo para outro campo: sondagens políticas também têm amostras relativamente pequenas (normalmente a rondar os 1000 entrevistados) e não é por isso que deixam de ser relativamente fidedignas, apenas apresentando alguns outliers que vão sendo ajustados conforme os resultados das eleições.

Outra coisa que aparentam esquecer-se é que quem faz parte do painel da GfK tem de responder a várias perguntas para assegurar a fiabilidade do mesmo. Quanto tempo vê, quantas pessoas estão a ver naquele momento, não basta só estar com a TV ligada e pronto, estou a contribuir para a audiência daquele canal. As coisas não são feitas às 3 pancadas e há questões legais e contratuais envolvidas. Para que incluíssem as operadoras é preciso ter em atenção o seguinte: quererão as operadoras aumentar os custos para assegurar que as audiências que eles avaliam são tão fiáveis e rigorosas quanto as da GfK (e quem diz GfK, diz qualquer outra empresa de medição de audiências televisivas)? Quererão as pessoas entrar num mundo de inquéritos cada vez que ligam a TV para ver determinado programa? E, depois disso, como é que se juntava quem via o quê na MEO, na NOS, na Nowo e na Vodafone?

Não basta só dizer "eu acho que não são fiáveis" e depois querer as operadoras à baila sem quaisquer controlos (porque eu posso estar a ver pela mesma box sozinho, como podem estar 5 pessoas, as operadoras não controlam isso), que só iria resultar no descrédito de quem realmente utiliza as audiências em Portugal para alguma coisa.

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há 13 minutos, John123 disse:

Na minha opinião poderiam revelar as duas audiências as das operadoras e da GFK. Pelo menos a das operadoras tem o número exato de espetadores. 

Essa afirmação não tem qualquer base verídica. Uma determinada televisão ligada num programa pode estar a ser vista por 1 ou por 10 pessoas ao mesmo tempo, ou até não estar a ser vista de todo. Uma operadora não tem mecanismos para saber o número exato de espectadores de nada. Além de que apenas um rating é uma informação extremamente vaga para os anunciantes. Tal como o @Ruben Fonseca disse, as audiências não são medidas para se adequarem a meia dúzia de gatos pingados que gostam de comentá-las.

Do mesmo modo, a existência de pessoas com audímetros tem um custo, não só técnico mas também para assegurar o compromisso e fiabilidade do utilizador. Mudar a amostra para 5000 audímetros não é simplesmente uma questão de vontades. O número existente atualmente deve estar adequado ao preço que os canais pagam.

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há 11 minutos, Ruben Fonseca disse:

No último domingo tiveste Fox, Hollywood, Fox Life, AXN, Fox Crime, NOS Studios, AXN Movies, Fox Movies, Cinemundo e AMC no top30 dos canais mais vistos do Cabo. Vocês querem que um canal de cinema se destaque como, quando o que não falta são canais de cinema no Cabo e que facilmente dispersam quem vê? Somados, esses canais todos ultrapassam e bem o share da CMTV. :cryhappy: 

Eu só queria que uma entrevista que começa num Jornal em horário nobre a ser vista por mais de 1 milhão de pessoas conseguisse levar as pessoas a continuar a acompanhar no canal noticioso respetivo e que entrasse na tabela dos programas mais vistos do dia. Este povo é estranho, porque dá grandes audiências aos jornais e depois vêem a novela seguinte e ignoram completamente os programas dos canais informativos. Como é que um programa qualquer no canal noticioso não aparece nunca no top de programas mais vistos? Isto nem é tanto a questão dos números, para mim é mais a questão sociológica da coisa :lol: As pessoas parecem não sentir vontade de se concentrarem em qualquer coisa para além do canal 4. 

Mas obrigado pela explicação, fiquei esclarecido :gosto_mask:

Editado por Da ni el
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Também muitos idosos estão a ver TV e não estão a comentar nas redes sociais. E isso do twiter não quer dizer nada.
Quais? os maiores sucessos no entretenimento de horário nobre da SIC foram o Agricultor e o Casados à Primeira Vista e isso é inegável.
A SIC é mesmo líder de audiências é aceitar e lidar.
Os responsáveis da TVI só se queixam porque não é a TVI a liderar.

Amigo eu dei a minha opinião e o que achava. De facto esses programas para mim mal ouvia falar mas eram um sucesso. Achei estranho apenas e só. Eu não tenho que aceitar e lidar com nada por que não estou a ser pago nem pela SIC nem pela TVI por isso é-me absolutamente igual se ganha uma ou outra. Apenas gosto de comentar as audiências só e apenas. Quero la saber se vêm com “SIC girou, TVI hitou” não sou eu que recebo o dinheiro dos patrocínios por que raio acham que eu e muitos outros tantos aqui querem saber sequer para além de mero comentário.
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há 1 minuto, david1990 disse:


Amigo eu dei a minha opinião e o que achava. De facto esses programas para mim mal ouvia falar mas eram um sucesso. Achei estranho apenas e só. Eu não tenho que aceitar e lidar com nada por que não estou a ser pago nem pela SIC nem pela TVI por isso é-me absolutamente igual se ganha uma ou outra. Apenas gosto de comentar as audiências só e apenas. Quero la saber se vêm com “SIC girou, TVI hitou” não sou eu que recebo o dinheiro dos patrocínios por que raio acham que eu e muitos outros tantos aqui querem saber sequer para além de mero comentário.

Estava a brincar. Calma.:haha:

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Estava a brincar. Calma.:haha:

Eu estou calmo ahah, apenas estava a explicar também o meu ponto de vista. Obviamente que nunca na vida eu nem ninguém espera que CcV va apresentar 15 de rating so porque teve 2000 tweets em 30m. Isso é ridículo. Só acho parvo este tipo de artigos e esta “guerra” a que muitos membros se juntam como se fosse representativos de algum destes dois canais. É triste de ver.
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RTP1 foi o canal que mais cresceu em Março

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A análise de audiências de TV da agência de meios Initiative, que integra o grupo Mediabrands, revela que em Março, a SIC voltou a liderar o ranking de canais, num mês em que o consumo televisivo caiu 9% em virtude do
início do desconfinamento, ainda que restrito, que o país começa a atravessar.

A liderar pelo 26.º mês consecutivo, a estação de Paço de Arcos registou um share de 19.5%, mais 0.3 pontos percentuais (p.p.) face a Fevereiro. A TVI acompanhou o crescimento da SIC (+0.3 p.p.) e aumentou a sua quota de share para os 17.8%, alcançando o melhor resultado desde Março de 2019. Ainda assim, a RTP1 foi o canal generalista que mais cresceu em Março. A transmissão dos jogos da Selecção Nacional A a contar para a Qualificação do Mundial 2022 e a emissão dos jogos da Fase de Grupos do Euro Sub-21 contribuíram para um crescimento de 0.9 p.p. do canal, que terminou o mês com um share de 11.7%. No sentido inverso esteve o universo dos canais Pay TV que caiu -1.3 p.p. face a Fevereiro, tendo sido a líder CMTV e a TVI Reality os canais que mais quota de share perderam em Março (-0.3 p.p. cada um). Globo, com 2.1% de share, e SIC Notícias, com 1.8%, fecham o top 3 dos mais vistos em Pay TV.

Análise às estreias

Março foi um mês de estreias nos principais canais portugueses. Após o final de A Máscara que consagrou Pedro Granger (O Lobo) como vencedor do concurso, a SIC apostou em Ljubomir Stanisic para liderar o programa Hell’s Kitchen, o novo programa das noites de domingo. Estreado no dia 14 de Março, foi o quarto programa mais visto desse dia. Dividido em dois blocos, o primeiro registou uma audiência média de cerca de 1.4 milhões de telespectadores e um share de 26.8%. O segundo manteve, em média, 1.3 milhões de telespectadores agarrados ao ecrã e verificou um share de 31.5%.

A TVI também apostou forte e estreou All Together Now. Apresentado por Cristina Ferreira, o programa de talentos foi para o ar no dia 7 de Março e foi visto, em média, por mais de 1.4 milhões de portugueses, a que correspondeu um share de 28.4%. Cristina Ferreira teve um mês em cheio e estreou também o seu novo programa para os finais de tarde dos dias de semana. Cristina ComVida estreou a 29 de Março e em média, captou a atenção de 794 mil telespectadores.

Também a RTP1 presenteou os seus telespectadores com um novo programa que anima as noites de sábado. Não te Esqueças da Letra é apresentado por João Paulo Rodrigues e foi para o ar no dia 13 de Março, tendo registado uma audiência média de 610 mil telespectadores e um share de 11.2%. Durante este mês, destaque ainda para o final da telenovela Terra Brava, do reality show Big Brother – Duplo Impacto e da final de A Máscara.

Destaques e vencedores por faixa horária

Analisando a média de todas as inserções de cada programa, o destaque vai para a emissão da segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões. Transmitido pela TVI, a passagem histórica do FC Porto aos quartos de final da competição foi o programa mais visto do mês, já que verificou uma audiência média de mais de 2.3 milhões de telespectadores e um share de 43.3%. Seguiram-se os jogos da Selecção Nacional (RTP1) a contar para a qualificação do Mundial 2022 que, em média, mantiveram mais de 2 milhões de portugueses colados ao ecrã. Menção ainda para o jogo da meia final da Taça de Portugal entre FC Porto e Sporting de Braga, no qual o clube minhoto conseguiu o acesso à final da competição. A partida registou uma audiência média de 1.9 milhões de telespectadores e um share de 35.4%.

No acumulado do mês e em termos de período horário, a TVI lidera as noites (0h00 – 2h30) com 20.7% de share, as madrugadas (2h30 – 7h30) com 10.4% e as manhãs (7h30-12h30) com 15.1%, mais 0.1 p.p. que a SIC. Esta última sobe à liderança nos restantes períodos: horas de almoço (12h30 – 14h30) com 26.1% de share, tardes (14h30 – 18h30) com 16.6%, pré-prime (18h30-20h) com 19.3% e Prime-Time (20h-0h00) com 23%.

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Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/04/rtp1-canal-cresceu-marco/

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há 57 minutos, TekClub disse:

RTP1 foi o canal que mais cresceu em Março

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A análise de audiências de TV da agência de meios Initiative, que integra o grupo Mediabrands, revela que em Março, a SIC voltou a liderar o ranking de canais, num mês em que o consumo televisivo caiu 9% em virtude do
início do desconfinamento, ainda que restrito, que o país começa a atravessar.

A liderar pelo 26.º mês consecutivo, a estação de Paço de Arcos registou um share de 19.5%, mais 0.3 pontos percentuais (p.p.) face a Fevereiro. A TVI acompanhou o crescimento da SIC (+0.3 p.p.) e aumentou a sua quota de share para os 17.8%, alcançando o melhor resultado desde Março de 2019. Ainda assim, a RTP1 foi o canal generalista que mais cresceu em Março. A transmissão dos jogos da Selecção Nacional A a contar para a Qualificação do Mundial 2022 e a emissão dos jogos da Fase de Grupos do Euro Sub-21 contribuíram para um crescimento de 0.9 p.p. do canal, que terminou o mês com um share de 11.7%. No sentido inverso esteve o universo dos canais Pay TV que caiu -1.3 p.p. face a Fevereiro, tendo sido a líder CMTV e a TVI Reality os canais que mais quota de share perderam em Março (-0.3 p.p. cada um). Globo, com 2.1% de share, e SIC Notícias, com 1.8%, fecham o top 3 dos mais vistos em Pay TV.

Análise às estreias

Março foi um mês de estreias nos principais canais portugueses. Após o final de A Máscara que consagrou Pedro Granger (O Lobo) como vencedor do concurso, a SIC apostou em Ljubomir Stanisic para liderar o programa Hell’s Kitchen, o novo programa das noites de domingo. Estreado no dia 14 de Março, foi o quarto programa mais visto desse dia. Dividido em dois blocos, o primeiro registou uma audiência média de cerca de 1.4 milhões de telespectadores e um share de 26.8%. O segundo manteve, em média, 1.3 milhões de telespectadores agarrados ao ecrã e verificou um share de 31.5%.

A TVI também apostou forte e estreou All Together Now. Apresentado por Cristina Ferreira, o programa de talentos foi para o ar no dia 7 de Março e foi visto, em média, por mais de 1.4 milhões de portugueses, a que correspondeu um share de 28.4%. Cristina Ferreira teve um mês em cheio e estreou também o seu novo programa para os finais de tarde dos dias de semana. Cristina ComVida estreou a 29 de Março e em média, captou a atenção de 794 mil telespectadores.

Também a RTP1 presenteou os seus telespectadores com um novo programa que anima as noites de sábado. Não te Esqueças da Letra é apresentado por João Paulo Rodrigues e foi para o ar no dia 13 de Março, tendo registado uma audiência média de 610 mil telespectadores e um share de 11.2%. Durante este mês, destaque ainda para o final da telenovela Terra Brava, do reality show Big Brother – Duplo Impacto e da final de A Máscara.

Destaques e vencedores por faixa horária

Analisando a média de todas as inserções de cada programa, o destaque vai para a emissão da segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões. Transmitido pela TVI, a passagem histórica do FC Porto aos quartos de final da competição foi o programa mais visto do mês, já que verificou uma audiência média de mais de 2.3 milhões de telespectadores e um share de 43.3%. Seguiram-se os jogos da Selecção Nacional (RTP1) a contar para a qualificação do Mundial 2022 que, em média, mantiveram mais de 2 milhões de portugueses colados ao ecrã. Menção ainda para o jogo da meia final da Taça de Portugal entre FC Porto e Sporting de Braga, no qual o clube minhoto conseguiu o acesso à final da competição. A partida registou uma audiência média de 1.9 milhões de telespectadores e um share de 35.4%.

No acumulado do mês e em termos de período horário, a TVI lidera as noites (0h00 – 2h30) com 20.7% de share, as madrugadas (2h30 – 7h30) com 10.4% e as manhãs (7h30-12h30) com 15.1%, mais 0.1 p.p. que a SIC. Esta última sobe à liderança nos restantes períodos: horas de almoço (12h30 – 14h30) com 26.1% de share, tardes (14h30 – 18h30) com 16.6%, pré-prime (18h30-20h) com 19.3% e Prime-Time (20h-0h00) com 23%.

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Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/04/rtp1-canal-cresceu-marco/

Esta última tabela está mal! Se é uma tabela como as semanais que em caso de vários programas com o mesmo nome escolhem o que fez mais rating, apenas com a análise do dia 7 de março:

  • O valor mais elevado do JdN é 16,5/26,9;
  • Falta a final de TB 16,9/29,1;
  • A estreia do ATN marcou 15,2/28,4;

E o máximo de AA este mês foi ontem e marcou 15,5 de rating.

Editado por thass_hot
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TVI questiona fiabilidade da medição de audiências

Citação

Em segundo lugar há 26 meses consecutivos, a TVI questiona a fiabilidade das audiências medidas pela GfK/CAEM. Em declarações ao jornal Nascer do Sol, o canal privado aponta discrepâncias entre os números registados pelas operadoras do Cabo, não-auditados, bem como o impacto nas redes sociais, e os resultados auferidos pela medição oficial.

Programas de Cristina causam dúvida

Os dois programas apresentados por Cristina Ferreira, All Together Now e Cristina ComVida, são os principais alvos da desconfiança apontada pela estação. “Temos efetivamente detetado essa discrepância. Em que programas nossos, como por exemplo o All Together Now, ou a estreia ainda esta segunda-feira do programa Cristina ComVida, que teve enorme destaque nas diferentes plataformas digitais, sem comparação possível com os programas concorrentes diretos, e depois verificamos que tais dados não têm qualquer correspondência com os níveis de audiência referidos“, sublinha o canal em declarações à publicação.

Em declarações à mesma publicação, a TVI questiona a dimensão da amostra, que cobre 1100 casas em Portugal, comparando-a com os dados recolhidos pelas boxes das operadoras, presentes em quase 90% dos lares nacionais: “É uma questão que deve merecer uma profunda análise e reflexão. O ideal para o mercado é a existência de um painel o mais fidedigno e o mais abrangente possível“. Quando contactada pelo EF, a estação de Queluz confirmou que “a reportagem do Sol está correta” e sublinhou manter estas declarações relativas ao sistema de medição.

O presidente da Comissão de Análise e Estudos de Meios (CAEM), Fernando Cruz, sublinha que a amostra atualmente existente é “representativa da população” e que “a necessidade de aumento da amostra” pode surgir quando se pretende “uma maior segmentação dos dados, para permitir manter, nesse caso, um número de casos que garanta a representatividade“.

A TVI aponta que não pode existir “uma diferença significativa entre os resultados desse painel representativo com os dados quantitativos concretos de um universo de utilizadores bastante mais amplo“, sublinhando que nesse caso estaríamos perante “uma distorção” e que isto não garantiria “ao mercado a necessária informação, rigorosa e credível“.

A CAEM, responsável por assegurar a medição contratada à GfK Portugal, é uma associação que representa todo o setor, sendo constituída por agências, anunciantes e canais de televisão. A TVI é também associada desta entidade, em conjunto com os principais canais portugueses, como a RTP1, a SIC, ou mesmo o grupo Fox, e ainda as operadoras de televisão por cabo, como a MEO e a NOS. O contrato com a GfK foi renovado no início deste ano, após um concurso internacional.

A GfK garante a medição de audiências em Portugal desde 2012. Entre 2012 e 2018, a TVI foi sempre líder anual, tendo cedido o lugar à SIC em fevereiro de 2019.

SIC não comenta polémica

A SIC, contactada pelo EF, remete todos os esclarecimentos para a CAEM e não faz qualquer comentário às afirmações da concorrente. No canal de televisão, líder do mercado há mais de dois anos, reina uma sensação de “perplexidade” depois das dúvidas lançadas pela Quatro, que não votou contra a renovação do contrato de medição de audiências com a empresa atualmente responsável. A RTP, por seu lado, manteve-se em silêncio acerca do tema.

António Salvador, da GfK Portugal, explica ao semanário que não tem dúvidas que esta é “uma amostra boa“, embora não negue que “quanto mais robusta melhor“, explicando que quando é necessário fazer “análises segmentadas por género, região, escalão etário… quanto mais precisas quiserem ser essas análises maior risco se corre porque a amostra é menos robusta“.

O número de lares incluido no painel é definido pela CAEM, detalha. “Não fomos nós que assumimos que assim devia ser. De qualquer forma, devo dizer, os números não são muito diferentes de países com dimensão similar à nossa“, refere o responsável da medidora, citando como exemplo a Bélgica. No país, com mais um milhão de habitantes que Portugal, o painel existente é de 1500 casas. 750 na parte que fala francês e 750 na parte que fala neerlandês.

EF - https://espalhafactos.com/2021/04/01/tvi-questiona-fiabilidade-da-medicao-de-audiencias/?fbclid=IwAR0fZtEvqby71rVtFIQKo20Xbb5cxl05UMYqeDeq6soJ-IEaKMrB0eac1HQ

 

A tristeza do mau perder. Durante 6 anos quando lideraram com a GfK estiveram de acordo mas, de repente, lembraram-se de pôr em causa a amostra (semelhante a outros países) e querem avaliar audiências por redes sociais... E votaram a favor no concurso que renovou os direitos da GfK! :sarcastic:

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Mentira de 1 de abril?

É porque se não for, só dá vergonha alheia.

Têm o direito de aziar com as audiências mas vir dar esse ar de frustrado a público é triste.

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há 4 horas, willy disse:

Mentira de 1 de abril?

É porque se não for, só dá vergonha alheia.

Têm o direito de aziar com as audiências mas vir dar esse ar de frustrado a público é triste.

O que eu acho mais ridículo é o argumento das redes sociais.. Por aí se calhar o 5 para a meia noite e o the voice também eram líderes indiscutíveis uma vez que têm bastante força no digital nomeadamente no YouTube. Mesmo achando que a amostragem é pequena e dá azo a uma margem de erro enorme, a partir do momento em que sempre concordaram com o método utilizado e nunca puseram em causa a veracidade das medições é só ridículo o que estão a fazer. 

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O melhor caso de que as redes não são sinónimo de audiência é o BB. O BB2020 foi líder nas redes sociais desde o dia 1 (ainda na fase zoom), mas demorou algumas semanas a impor-se nas audiências. Era o mesmo método e amostra.

Uma figura como a Cristina gera imensa atividade online (nisso ninguém lhe tira o título de vencedora, independentemente dos comentários serem bons ou maus, eles aparecem em massa), mas parece-me evidente que o público não adere tanto aos programas dela como antes.

Agora imaginem que a TVI começa a vencer e ganha o mês de Abril segundo os dados oficiais. Com que lata vão reclamar a vitória? :ok:

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O melhor caso de que as redes não são sinónimo de audiência é o BB. O BB2020 foi líder nas redes sociais desde o dia 1 (ainda na fase zoom), mas demorou algumas semanas a impor-se nas audiências. Era o mesmo método e amostra.
Uma figura como a Cristina gera imensa atividade online (nisso ninguém lhe tira o título de vencedora, independentemente dos comentários serem bons ou maus, eles aparecem em massa), mas parece-me evidente que o público não adere tanto aos programas dela como antes.
Agora imaginem que a TVI começa a vencer e ganha o mês de Abril segundo os dados oficiais. Com que lata vão reclamar a vitória? :ok:

Com que base dizes que não aderem tanto aos programas dela como antigamente? Mas há alguém minimamente sano que veja algum programa que não goste só por que é ela a apresentar? A imagem dela gera sim curiosidade a qualidade do programa por fim atrai mais público e fideliza. Eu adoro a Cristina e não vejo o ATN desde a estreia pois não me puxa e vejo HK. O PDC foi um março inegável na televisão. Ela veio de uma estação líder para uma que estava na lama e quase em 3.º. Eu não sei por que é que alguns membros pensavam que ela vinha e no fim do mês a TVI magicamente ia dos 13 aos 20 e a SIC afundava. Não é assim que as coisas funcionam. Ela definidamente foi o ponto do viragem para a SIC liderar mas já há muito tempo que a TVI caia.
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há 5 horas, david1990 disse:


Com que base dizes que não aderem tanto aos programas dela como antigamente? Mas há alguém minimamente sano que veja algum programa que não goste só por que é ela a apresentar? A imagem dela gera sim curiosidade a qualidade do programa por fim atrai mais público e fideliza. Eu adoro a Cristina e não vejo o ATN desde a estreia pois não me puxa e vejo HK. O PDC foi um março inegável na televisão. Ela veio de uma estação líder para uma que estava na lama e quase em 3.º. Eu não sei por que é que alguns membros pensavam que ela vinha e no fim do mês a TVI magicamente ia dos 13 aos 20 e a SIC afundava. Não é assim que as coisas funcionam. Ela definidamente foi o ponto do viragem para a SIC liderar mas já há muito tempo que a TVI caia.

Na verdade, ela foi a grande impulsionadora desse pensamento. Ela achava que chegava e liderava. Depois achou que chegava, aparecia e liderava. Agora não se sabe o que acha mas o setembro é amanhã, já era. 

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Muita vergonha alheia com estes comunicados e notícias (caso sejam verdadeiras).

A magia das coisas, é que os valores mudam e acabam por silenciar estas alminhas.

O mais dramático é eles nao perceberem que se estão a enganar a eles próprios...bastava conhecerem a história da televisão...estão a cometer os mesmo erros que a concorrencia cometeu ha anos, fanfarronice é a palavra.

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A Cristina não tem a força de antigamente, em termos de audiências. Se nos recordamos aqueles especiais de OPDC às 19h,se não me enganam até chegaram para liderar. O Prémio de Sonho também estreou líder, mas era fraco, e não chegou para aguentar. 

Contudo continua a ter o seu peso e este formato com outro apresentador provavelmente estaria pior. 

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Que mau perder incrível :haha: A verdade é que a Cristina está com a imagem beliscada, ultimamente é notório para o público que cada vez mais é pouco humilde e arrogante (sempre a vi assim, mas agora o público está a abrir os olhos). A sua saída da SIC também foi envolta em polémica, o que ajudou para a sua imagem mais negativa. Fico feliz com os resultados.

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“As operadoras não sabem quem está a ver o quê (…) Sabem apenas que está a emitir. Se eu não desligo a box, ela continua a dizer que estou a ver aquele canal onde estava quando desliguei. Claro que, numa situação qualquer, em que ao fim de x tempo sem fazer busca por qualquer outro canal é porque já não está a ver“, explicou à mesma publicação.

Lamentável a TVI vir com este argumento para dizer que as audiências são mal medidas, quando a Cristina, no DDC fez exatamente isto, apelando aos espectadores que deixassem os tvs ligados durante o dia todo, mesmo sem estarem a ver... 

“Por exemplo, o ‘All Together Now’, ou a estreia ainda esta segunda-feira do programa ‘Cristina ComVida’, que teve enorme destaque nas diferentes plataformas digitais, sem comparação possível com os programas concorrentes diretos, e depois verificamos que tais dados não têm qualquer correspondência com os níveis de audiência referidos“,

Esta, ainda é mais divertida. Só mostra que na TVI estão MESMO convencidos que as pessoas que estão insta @dailycristina são as mesmas que veem TV. Não são. Muito menos as que veem a TVI. Seguem a Cristina porque querem ser como ela, populares e milionários, mas não querem saber dos programas que ela faz na TVI. e por isso, não veem os programas nem a TVI. Essa percepção, para quem estão a fazer a TVI é a chave. E nota-se que no entertenimento e na ficção a CF não tem a mínima noção de quem, de facto, é o seu público. 

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