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  1. A 16 de Junho entram em vigor novas restrições à publicidade em Portugal A partir de 16 de Junho, entram em vigor novas restrições à publicidade dirigida às crianças e jovens com menos de 16 anos de géneros alimentícios e bebidas com elevador valor energético, teor de sal, açúcar, ácidos gordos e ácidos gordos transformados, segundo a lei que fixa as novas regras que foi hoje publicada em Diário da república As novas regras aplicam-se à publicidade a produtos e bebidas com elevados níveis de sal, açúcar e ácidos gordos saturados ou transformados. As multas podem ir dos 1750 euros aos 45 mil euros, estando a fiscalização a cargo da Direcção Geral do Consumidor. Em termos práticos, passa a ser proibida a publicidade àquele tipo de produtos nos estabelecimentos do pré-escolar, do básico e do secundário, nos parques infantis, assim como num raio de 100 metros das escolas e parques infantis. Apenas elementos publicitários dessas marcas afixados em estabelecimentos comerciais, como toldos ou cadeiras, ficam isentos desta proibição. As novas regras aplicam-se também a todos os meios. Deixa de ser possível fazer publicidade dirigida a menores de 16 anos de produtos e bebidas com elevados níveis de sal, açúcar e ácidos gordos saturados ou transformados em programas de TV, video on demand e radio nos 30 minutos anteriores ou posteriores a programas infantis e programas com um mínimo de 25 por cento de audiência inferior a 16 anos. O mesmo se aplica às salas de cinema com filmes com classificação etária para menores de 16 anos, tal como revistas e sites, redes sociais ou aplicações cujos destinatários sejam dessa faixa etária. A nova lei vem também pôr fim ao uso de mascotes, desenhos, figuras e personalidades relacionadas com o público infantil e juvenil neste tipo de produtos. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/04/16-junho-entram-vigor-novas-restricoes-publicidade-portugal/
  2. TekClub

    Rádio

    RTP vai investir 800 mil euros este ano na rádio pública, mais 130% O presidente do Conselho de Administração da RTP, Gonçalo Reis, afirmou hoje que a empresa vai investir 800 mil euros este ano na rádio pública, "130% acima" do registado em 2018. Gonçalo Reis está a ser ouvido na comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, no âmbito de um requerimento do PSD tendo em vista "o esclarecimento dos aspetos relacionados com a situação de continuado agravamento da prestação de serviço público de rádio". O investimento para este ano na rádio é de "800 mil euros", ou seja, "130% acima" de 2018, afirmou Gonçalo Reis, em resposta ao PSD. "Com esta administração, a execução é a 100%", garantiu. Fonte:https://mag.sapo.pt/tv/atualidade-tv/artigos/rtp-vai-investir-800-mil-euros-este-ano-na-radio-publica-mais-130
  3. Entrada da Eleven Sports nas operadoras garante 100 mil subscrições Dois meses após ter finalmente chegado a acordo para integrar a oferta das operadoras Meo, NOS e Vodafone, a Eleven Sports anuncia ter alcançado a fasquia dos 100 mil subscritores. Os números, garante ao M&P fonte oficial do canal de conteúdos premium de desporto, correspondem a subscrições activas, sem período experimental, e dizem respeito apenas a subscrições através da box das operadoras. Questionada sobre as subscrições directas a partir da plataforma OTT da Eleven Sports, a mesma fonte não revela números, limitando-se a dizer que a aplicação dos canais foi descarregada mais de 200 mil vezes em Portugal. De acordo com a empresa, as 100 mil subscrições permitem que os conteúdos dos canais cheguem actualmente a 250 mil portugueses através dos operadores. “Quando anunciámos o acordo com os operadores frisámos a confiança na qualidade do nosso produto e que estávamos certos de que o mercado ia reconhecê-lo. Os números que hoje anunciamos validam o que afirmámos”, salienta Jorge Pavão de Sousa, director-geral da Eleven Sports Portugal, considerando que os mesmos “mostram que o sucesso alcançado é revelador da abordagem inovadora e diferenciada que fizemos ao mercado de conteúdos premium de desporto em Portugal e a forma consistente como a executamos e entregamos aos nossos fãs de forma completamente agnóstica nas diversas plataformas em que temos disponíveis os canais da Eleven Sports”. Sobre a estratégia a médio prazo, Jorge Pavão de Sousa traça o objectivo de “continuar a apostar na inovação, na aquisição de direitos premium de desporto, que vão ao encontro do interesse do público nacional, sempre com um preço competitivo e diferenciador na abordagem como comunicamos e nos posicionamos face à restante oferta premium de desporto no mercado português”. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/04/entrada-da-eleven-sports-nas-operadoras-garante-100-mil-subscricoes/
  4. Maratona ‘Harry Potter’ dá melhor semana do ano à Fox Harry Potter esteve em maratona na Fox na semana da Páscoa e isso coincidiu com a melhor semana do ano nas audiências do canal por cabo. A emissora norte-americana conquistou 1,8% de share na 16.ª semana do ano, com a sexta (19) e o sábado (20) a serem os melhores dias, com 2,4% de quota de mercado em cada um deles. Esta foi também a melhor semana nos targets comerciais ABCD 15-54 (3% de share). No feriado de sexta-feira, com mais público disponível, dois dos filmes ultrapassaram mesmo a marca dos 100 mil espectadores. De acordo com os dados da GfK, a que o Espalha-Factos teve acesso, os intervalos de audiência terão sido os seguintes: Sábado, 20 de abril 16h15 – Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban 0,8% de audiência média e 3,1% de share 13h20 – Harry Potter e a Câmara dos Segredos 0,5% de audiência média e 1,8% de share 10h41 – Harry Potte r e a Pedra Filosofal 0,5% de audiência média e 2,4% de share Sexta-feira, 19 de abril 20h17 – Harry Potter e o Príncipe Misterioso 1,4% de audiência média e 3,1% de share 17h47 – Harry Potter e a Ordem da Fénix 1,3% de audiência média e 3,8% de share 15h10 – Harry Potter e o Cálice de Fogo 0,7% de audiência média e 2,4% de share Números mais altos do ano nos jovens A quota de mercado entre o público jovem foi recordista para os valores de 2019. Entre os espectadores com 15 a 24 anos, a Fox marcou 6,9% de share na sexta-feira, atingindo o melhor registo deste ano neste segmento etário. A transmissão do quinto filme obteve uma média de 12,6% de share no target. Domínio nas audiências e na internet A saga Harry Potter voltou, também, a liderar no número de pesquisas online. De acordo com o Google, o nome do jovem protagonista foi o quarto tema mais pesquisado no sábado (20), sendo ainda o tema mais pesquisado dentro da categoria Entretenimento. Só os jogos de futebol Juventus x Fiorentina, Manchester City x Tottenham e Nacional x Sporting foram mais pesquisados do que a saga do feiticeiro mais famoso do mundo. De acordo com o motor de busca, o tema foi pesquisado mais de cinco mil vezes, tendo ultrapassado outros assuntos do dia, como a separação da cantora Adele ou a entrevista emocional de Raquel Tavares à apresentadora Fátima Lopes, transmitida pela TVI. A tendência de contágio fez-se também sentir no Twitter. Harry Potter foi o 13.º tema mais discutido em Portugal na rede social, tendo estado durante 22h45 na lista dos assuntos mais debatidos. Fonte:https://espalhafactos.com/2019/04/21/maratona-harry-potter-melhor-semana-do-ano-fox/
  5. Audiências TV: SIC perde quota mas mantém liderança com TVI no valor mais baixo de 2019 O consumo televisivo na semana 16 regista uma subida para as 4h57m, o que face à semana anterior corresponde a um aumento no tempo de visionamento por indivíduo de cerca de 6 minutos/diários. No que respeita ao share por canal, verifica-se um crescimento nos canais cabo para os 36,8%. A SIC, embora apresente uma descida de quota para os 19,1%, mantém-se na liderança dos FTA; pois a TVI não conseguiu ir além dos 16,8% de share, valor que é o mais baixo do ano. A RTP1 recuperou para os 11,2%, contudo não foi o suficiente para ultrapassar a quota de 12,6% do canal Outros (visionamento em time shift e streaming). No ranking dos canais pagos, as novidades vão para a subida da SIC Notícias ao terceiro lugar da tabela, com um desempenho de 44,1 mil telespectadores/dia, índice de audiência que é o máximo do canal em 2019. A Fox, que também subiu duas posições, ocupa o quarto lugar. O Hollywood desce para a quinta posição e o Disney para o sexto lugar. Fox Movies e Cartoon Portugal regressam ao top dos mais vistos, ocupando respectivamente o oitavo e o 10º lugar. Na liderança nada de novo, a posição cimeira pertence à CMTV, seguindo-se o canal Globo. E tal como na semana 15, com as equipas portuguesas em competição, o futebol continua a dominar o interesse dos telespectadores. Derrotas em campo, mas na programação repetem-se os líderes, com 20,8% de audiência média o jogo da Liga Europa/E.Frankfurt x Benfica foi o programa mais visto entre 15 e 21 de Abril. Segue-se com 19,4% o jogo da Liga dos Campeões/FC Porto x Liverpool. O terceiro lugar pertenceu à novela Valor da Vida. Segue-se o líder de domingo: Quem Quer Namorar com o Agricultor?, com 11,2%, valor que é o mais fraco do programa desde a sua estreia. A fechar o top encontra-se a novela Alma e Coração. Na liderança dos programas dos canais Pay TV encontram-se as novelas do canal Globo: Terra Nostra e O Sétimo Guardião. A terceira posição pertenceu à edição de quarta-feira do CM Jornal 20h. No quarto lugar encontra-se o programa da TVI 24 Liga dos Campeões: Resumo; Pé em Riste ocupou a quinta posição. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/04/audiencias-tv-sic-perde-quota-mantem-lideranca-tvi-no-valor-baixo-2019/
  6. TekClub

    Canal Q

    “A graça está na provocação” Os 9 anos do Canal Q e o lançamento do Q Play foram o ponto de partida para a conversa com Nuno Artur Silva, dono do canal e das Produções Fictícias. O consumo de televisão, a indústria audiovisual, a publicidade, o papel das agências de meios e os anunciantes foram alguns dos temas abordados, num contexto em que se vive a “tempestade perfeita”. Quase um ano após ter saído da RTP, é também explicado como é que passou de “figura proscrita” a administrador, bem como a sua não recondução pelo Conselho Geral Independente Meios&Publicidade (M&P): Pegando no hino do canal – Inquietação, de José Mário Branco-, nove anos depois ainda é possível manter a inquietação? Nuno Artur Silva (NAS): A inquietação já estava, antes do canal, nas Produções Fictícias (PF). Tem a ver com a vontade de querer sempre fazer qualquer coisa de novo. Em vez de repetir a receita, procurar o que ainda não foi feito, com todo o risco que implica. O próprio nome… “Isto é o Q? É televisão ou é o Q? É um canal ou é o Q?”. Quando escolhemos o Q sabíamos que estava implícita a pergunta, que acho que cada acto de criatividade transporta: “O que é que é isto que estamos a fazer?”. A inquietação está na base. M&P: Lançaram agora o Q Play, uma plataforma de streaming, e o Q, canal linear, é definido como uma Talk TV. Começando pelo Q Play. Porquê? Quais as expectativas? NAS: Já estava a ser pensado e quando regressei foi concretizado. A própria definição do que é a televisão já é discutível mas, optando por uma definição ampla, televisão é a produção total de vídeo. Então, acho que há dois movimentos. Um, que cresceu imenso, é o movimento do ver quando se quer à hora que se quer. E há os canais, os lineares, e dentro deles os canais do directo, é essa a força do linear. Canais informativos, de desporto, coisas que estão a acontecer agora e que estamos a seguir. Os canais generalistas entram nessa definição, porque cada vez mais são televisão de companhia. Ou seja, é qualquer coisa que está ligada e há ali umas pessoas que nos estão a fazer companhia. M&P: Falamos dos programas da manhã e tarde ou também de novelas, por exemplo? NAS: Os canais generalistas portugueses, todos eles, são uma espécie de day time que se prolonga pela noite fora. São programas em que as pessoas estão ali a falar, os próprios telejornais ganham uma dimensão magazinesca. M&P: As peças sobre destinos, gastronomia,…? NAS: Destinos, restaurantes, a presença de figuras do entretenimento, entrevistas light, reportagens sobre a própria estação, autopromoções dentro de espaços informativos… Há uma confusão geral, esta ideia de que os canais generalistas se estão a tornar um gigantesco day time e o próprio formato de telenovela é ficção de companhia. Isto é, aqueles personagens estão ali todos os dias e é como se fosse a vizinhança. Uma vizinhança com umas vidas atribuladas, com irmãos que não sabiam que tinham e casos, que se vai vendo como que acompanhando. M&P Como “cusquice”? NAS: Como cusquice, é um pouco isso. Portanto, os canais generalistas têm este ritmo e estão a tornar-se nisto. Gigantescos day time. Isto explica a força de uma contratação como a da Cristina Ferreira, o impacto que teve e o que mudou. M&P: Mudou as lideranças. NAS: Mudou. E mudou o jogo publicitário, o que restava. E isso é interessante. Por outro lado, os conteúdos premium televisivos, os formatos mais prestigiados, como as séries, os filmes, os documentários, passam para uma lógica cada vez mais on demand, de subscrição ou de “vou lá buscar e vejo quando quero”. E são vistos em 1001 ecrãs. Estes dois movimentos de televisão fizeram com que tivéssemos necessidade também, à nossa pequeníssima escala… M&P: Mesmo em timeshift, os programas mais vistos são novelas… NAS: Sim, são as novelas. Não é surpresa que aconteça, porque o consumo televisivo é feito por pessoas que vêem muita televisão. As outras estão fragmentadas por 1001 coisas e acabam por não ter uma expressão tão grande. Tem a ver também com os hábitos portugueses. Ou, dito de outra maneira, a revolução que houve nos meios não foi acompanhada pela revolução dos conteúdos, dos formatos. Mas, voltando um pouco atrás, tivemos necessidade no de pensar “ok, o Q linear, dentro desta lógica do que está a acontecer, então deveria ser sobretudo conversa”. Há sempre umas conversas, idealmente com novos protagonistas. Isso tem a ver mais com a lógica do linear e, em certo sentido, com esta lógica de “deixa lá ver do que é que estão a falar”. Outra coisa é percebermos que, face aos conteúdos todos novos que queremos desenvolver… A nossa enorme limitação é obviamente, como em todo o lado, mas nós mais do que todos, o capital, o investimento. Temos falta de dinheiro para investir, aquilo que conseguimos é um pequeno milagre de produção low cost. Mas essa produção low cost é um bocadinho a marca tanto do Q como das PF, e é os novos talentos, os novos valores. Revelar não só formatos como pessoas. M&P: Apesar de tudo têm muitas pessoas de primeira linha, algumas que eventualmente nasceram no Q. NAS: São pessoas que às vezes vêm aqui fazer coisas que sabem que não podem fazer em outro lado. Sabem que há uma margem de liberdade, de experimentação e de risco que mais nenhum canal neste momento oferece. O Q mantém, por um lado, essa abertura para os novos e, por outro lado, para os que já são conhecidos fazerem aqui loucuras. E isso vai ser potenciado pela app, que acho que é um meio muito mais lógico para tal acontecer. O que é que a app traz de muito forte, creio eu, e que aponta um caminho de futuro? Acho que é esta relação directa, em que as pessoas podem subscrever. Continuamos em linear no Meo, na NOS e na Vodafone. M&P: No Meo também com o Q Play, gratuito. NAS: E queremos estar também com o Q Play, gratuito, em todos. Aconteceu simplesmente que a Meo respondeu primeiro. Os outros, espero que se sigam. Agora, há também a possibilidade de ter a app directa e é isso que acho interessante e cria uma relação mais directa com as pessoas que vêem. M&P: Um serviço de susbcrição, uma OTT. NAS: Sim. Quem não tiver nenhum dos serviços de que falamos, poderá aceder directamente, o que me parece mais um passo no caminho… Nós somos, e aí sim o canal Q, no meio de todos os transatlânticos, é o nosso barco à vela, que vai furando… Somos de facto a primeira empresa portuguesa a fazê-lo. M&P: A primeira com uma OTT com subscrição. NAS: Sim. Também fomos a primeira empresa portuguesa que não é das grandes a ter um canal próprio. Porquê? Porque da mesma maneira como achamos que faz sentido inovar nos conteúdos, também achamos que é preciso inovar na forma como se faz chegar esses conteúdos. Vamos também lançar uma coisa nova, que posso dizer em primeira mão, e que é ligada ao Q Play: queremos lançar o que vamos chamar Q de Novo, que é a possibilidade de o Q agregar uma startup de conteúdos. Para quem tiver produzido conteúdos e quiser colocá-lo numa aplicação poder fazê-lo, directamente. Se os colocar no YouTube terá eventualmente a possibilidade de chegar a mais pessoas, mas se os colocar na nossa app poderá ter uma remuneração melhor e uma relação mais próxima, não só com o seu conteúdo mas também com as pessoas que o vêem. M&P: Mal comparando, uma espécie de Netflix, em que a produção não vem dos grandes estúdios mas de criadores independentes. NAS: É a formiga face ao elefante, mas é um pouco isso. É dizer que queremos com esse Q de Novo abrir uma área para que qualquer criador audiovisual possa negociar connosco um modelo de negócio directo, em que ele põe um conteúdo novo, o pode monetizar, perceber o perfil de quem vê e como o vê, de uma maneira que lhe será certamente mais rentável. M&P: Do que publicidade no YouTube? NAS: O YouTube pode trazer muitas visualizações, mas ninguém vive dos vídeos que publica no YouTube. M&P: Vive. Se tiver muitos muitos seguidores. NAS: Mesmo assim, a remuneração é ridícula. M&P: Como é que vão monetizar os conteúdos e remunerar os criadores? NAS: Estamos a fazer o que sempre fizemos com o canal Q. Pensamos, formatamos e lançamos. M&P: Quanto é que investiram no lançamento do QPlay? NAS: Muito pouco. Não vou revelar números, mas não é difícil imaginar. Estivemos quase a fazer a parceria da nossa vida, quando estivemos em negociações com a HBO há uns anos… M&P: Depois veio a Troika e não aconteceu. NAS: Exactamente. Quando não aconteceu, ficamos à procura de uma nova possibilidade. Depois fui para a RTP e agora, no regresso, percebemos que tínhamos que fazer qualquer coisa. Um canal destes, no linear, faz menos sentido, numa época em que as pessoas consomem cada vez mais numa lógica de conteúdo a conteúdo. Tirando aqueles exemplos que fazem sentido no linear, o directo, o que faz sentido hoje é ter uma plataforma. Julgo que todos estarão a ter esta leitura, simplesmente antecipámos, precisamente porque somos mais ágeis e, se calhar, mexemos. M&P: O consumo do Q Play virá sobretudo do cabo ou as pessoas vão mesmo pagar por conteúdos, que é a guerra de todos os media? NAS: Estamos no meio da tempestade perfeita. Todos. A imagem que tenho é que nós todos, os pequeninos como Q e os maiores como a SIC e a TVI, e por cima disso a Nos e a Meo, e por cima disto os outros… Estamos numa enorme tempestade, que é basicamente como é que vai sobreviver a indústria de conteúdos, numa altura em que o jogo a nível mundial está a ser tomado pelos gigantes. Desde logo a publicidade. A maior parte da publicidade vai para os googles e facebooks. Numa segunda fase os conteúdos. Se não fosse a RTP e uma linha de subsídios do ICA, não havia produção nacional, a não ser de novelas. Isto mostra a fragilidade da nossa indústria audiovisual. Não existe, tirando no campo da novela. Agora, se não se fizer qualquer coisa, como é que isto tudo vai sobreviver? No meio disto tudo, o canal Q é uma casca de noz, a graça está na provocação. O canal Q não vive das audiências, nunca viveu. M&P: O canal é sustentável? NAS: É. Tem sido sempre para mim condição de sobrevivência, nem as PF nem o canal Q têm a mais pequena divida, não há nenhum passivo. Sempre vivemos, como se diz, do pêlo do cão, e continuamos a viver do pêlo do cão. No momento em que não for possível, fechamos sem drama. Agora, há uma coisa que nunca fecha, que é a possibilidade de nos sentarmos a uma mesa ou num escritório a ter ideias. A história das PF, 26 anos, e do canal Q, nove anos, é uma história de projectos que sobrevivem da capacidade que têm de angariar negócio e de se pagarem. Nós não somos subsidiados por nada. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/04/graca-esta-na-provocacao/
  7. TekClub

    Syfy

    Como foram as audiência de A Guerra dos Tronos em Portugal? A Universal McCann, agência de meios do grupo IPG Mediabrands, analisou as audiências da estreia da temporada 8 de A Guerra dos Tronos, transmitida no canal Pay TV Syfy. Esta emissão foi transmitida em dois momentos: em simultâneo com os Estados Unidos, na madrugada do dia 15 de Abril (2h-2h55) e no período prime time (22h15-23h10). No período da madrugada, a série registou uma audiência total de 120 mil telespectadores, o que correspondeu a uma audiência média de 93 mil telespectadores e um share de 15%. De notar que na última meia hora da série, cerca de 20% dos indivíduos 15+ anos que estavam a ver televisão estavam sintonizados no Syfy a ver a série Guerra dos Tronos. No período prime-time (22h15-23h10), a série foi vista por um total de 239 mil telespectadores, reflectindo uma audiência média de 140 mil telespectadores e um share de 3.9%. Analisando as duas emissões, a série foi vista por um total de 180 mil telespectadores e com um share médio de 5.5%. Quando comparado a estreia da temporada 8 com a temporada 7, no mesmo período horário (prime time), a temporada 8 registou um maior interesse pelos portugueses. Em termos de audiências, as duas emissões de estreia, apesar de registar uma audiência inferior face à temporada anterior, apresentou um share de audiência muito superior à estreia da temporada 7 (5.5% vs 1%). No dia da estreia de A Guerra dos Tronos, o canal Syfy posicionou-se na oitava posição de canais Pay TV mais vistos. Destaque para o domingo, dia 14, em que o canal ocupou a segunda posição de canais Pay TV mais vistos, fruto da transmissão dos episódios da temporada 6, 7 e da meia hora da estreia da temporada 8. A estreia de A Guerra dos Tronos foi vista por um público mais masculino e com idades entre os 25/54 anos. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/04/as-audiencia-guerra-dos-tronos-portugal/
  8. Audiências TV: TVI volta a registar pior resultado do ano e SIC reforça liderança O consumo televisivo mantém-se praticamente em linha com a semana anterior, registando apenas uma subida inferior a um minuto, situando-se nas 4h51m. Relativamente à repartição da audiência, o share do Cabo repete os 36,3% do início de Abril. Já a SIC subiu para os 19,3%, comportamento oposto ao que regista a TVI, ao descer para os 17,2% (valor mais baixo de 2019). A RTP1, que vê também a sua quota diminuir para os 11,1%, é ultrapassada pelo canal Outros, que inclui o visionamento em diferido e o streaming. Na tabela dos canais pagos mais vistos, o destaque da semana de 8 a 14 de Abril vai para o resultado histórico do canal SyFy, ocupando a 10ª posição do top, com 20,6 mil telespectadores/dia, facto associado à exibição em efeito maratona das últimas sete temporadas de A Guerra dos Tronos, refira-se que a audiência média do canal até à semana 14 era de 4,4 mil indivíduos. Quanto à liderança continua a pertencer à CMTV, seguindo-se o canal Globo. No terceiro lugar encontra-se o Disney, que ultrapassa o Hollywood que cai para a quarta posição. A SIC Notícias sobe ao meio da tabela, trocando de lugar com a Fox. A TVI 24 e o Disney Júnior repetem os lugares da semana anterior. Com as férias escolares da Páscoa, o Cartoon Portugal regressa ao ranking, ocupando a oitava posição. Na programação, e em semana de competições desportivas com equipas portuguesas, o futebol ocupa o topo. A liderança, com 21,6% de audiência, pertenceu ao jogo da Liga Europa Benfica x E.Frankfurt (programa da SIC que até à data reuniu mais audiência). Já o jogo transmitido pela TVI da Liga dos Campeões Liverpool x FC Porto ocupou o segundo lugar, com 20,5% de audiência. No terceiro lugar encontra-se o líder de domingo: Quem Quer Namorar com o Agricultor?/Especial, que obteve 12% de audiência. As novelas Valor da Vida e Alma e Coração encerram o top. Mais uma vez, o ranking de programas dos canais Pay TV encontra-se repartido por conteúdos CMTV e Globo, cabendo a liderança à edição de domingo de Golos/Benfica x V.Setubal com 267,1 mil telespectadores. Segue-se Investigação CM/O Motorista, com 194,7 mil telespectadores. CM Jornal 20h de sábado ocupa o terceiro lugar. A mais recente novela do canal Globo, que estreou na segunda-feira, ocupa com o episódio de quinta, o quarto lugar. Já o episódio de segunda-feira de Espelho da Vida encontra-se na quinta posição. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/04/audiencias-tv-tvi-volta-registar-pior-resultado-do-ano-sic-reforca-lideranca/ Como foram as audiência de A Guerra dos Tronos em Portugal? A Universal McCann, agência de meios do grupo IPG Mediabrands, analisou as audiências da estreia da temporada 8 de A Guerra dos Tronos, transmitida no canal Pay TV Syfy. Esta emissão foi transmitida em dois momentos: em simultâneo com os Estados Unidos, na madrugada do dia 15 de Abril (2h-2h55) e no período prime time (22h15-23h10). No período da madrugada, a série registou uma audiência total de 120 mil telespectadores, o que correspondeu a uma audiência média de 93 mil telespectadores e um share de 15%. De notar que na última meia hora da série, cerca de 20% dos indivíduos 15+ anos que estavam a ver televisão estavam sintonizados no Syfy a ver a série Guerra dos Tronos. No período prime-time (22h15-23h10), a série foi vista por um total de 239 mil telespectadores, reflectindo uma audiência média de 140 mil telespectadores e um share de 3.9%. Analisando as duas emissões, a série foi vista por um total de 180 mil telespectadores e com um share médio de 5.5%. Quando comparado a estreia da temporada 8 com a temporada 7, no mesmo período horário (prime time), a temporada 8 registou um maior interesse pelos portugueses. Em termos de audiências, as duas emissões de estreia, apesar de registar uma audiência inferior face à temporada anterior, apresentou um share de audiência muito superior à estreia da temporada 7 (5.5% vs 1%). No dia da estreia de A Guerra dos Tronos, o canal Syfy posicionou-se na oitava posição de canais Pay TV mais vistos. Destaque para o domingo, dia 14, em que o canal ocupou a segunda posição de canais Pay TV mais vistos, fruto da transmissão dos episódios da temporada 6, 7 e da meia hora da estreia da temporada 8. A estreia de A Guerra dos Tronos foi vista por um público mais masculino e com idades entre os 25/54 anos. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/04/as-audiencia-guerra-dos-tronos-portugal/
  9. TekClub

    NOS

    Nos é a primeira operadora a usar o eSIM em Portugal A Nos vai permitir aos clientes terem dois números com um só cartão: um deles associado a um cartão SIM e outro a um cartão SIM eletrónico, embutido no aparelho. A Nos é a primeira operadora em Portugal a antecipar o fim dos cartões SIM nos smartphones. A empresa anunciou esta terça-feira o lançamento do primeiro eSIM do mercado português, confirmando uma notícia avançada pelo ECO em setembro. A tecnologia vai estar disponível a partir desta quinta-feira e vai permitir aos clientes terem dois números com um só cartão: um deles associado a um cartão SIM e outro a um SIM eletrónico, embutido no aparelho, uma funcionalidade associada aos novos iPhones lançados pela Apple no ano passado. “A lança hoje [terça-feira] o primeiro serviço eSIM (embedded SIM, ou SIM embutido) do mercado português. Os clientes da Nos são os primeiros a experimentar o eSIM, nos smartphones comercializados em Portugal com esta tecnologia, que permite que possam utilizá-los como Dual Sim: dois números num mesmo telemóvel, um com o cartão físico e o outro com o eSIM”, anunciou a empresa num comunicado. Segundo a Nos, a “vantagem imediata” para os clientes, “para além da desmaterialização do cartão SIM, é a possibilidade de utilização de diferentes eSIM, porque lhes permite, por exemplo, ter um número pessoal e um profissional num só telemóvel”. Outras vantagens, segundo a Nos, vão prender-se com “a possibilidade de utilizar planos de dados adicionais” e a “expansão da conectividade entre diferentes equipamentos”. Liderada por Miguel Almeida, a Nos começou logo a preparar este lançamento quando a Apple apresentou os iPhones Xs, Xs Max e Xr em meados de setembro, capazes de suportar a tecnologia eSIM. Como revelou o ECO na altura, a empresa admitiu estar em conversações com a Apple no sentido de lançar esta tecnologia em Portugal. Sete meses depois da notícia, a operadora portuguesa anuncia a chegada da tecnologia e admite, apesar de tudo, que “ainda são poucos os equipamentos com eSIM” no mercado nacional. “Nesta fase de lançamento, o processo de adesão é realizado, a partir de quinta-feira, em algumas das lojas Nos do continente, da Nos Madeira e da Nos Açores”. A intenção é lançar o serviço em todas as lojas “nos próximos meses”. Fonte:https://eco.sapo.pt/2019/04/16/nos-e-a-primeira-operadora-a-usar-o-esim-em-portugal/
  10. Quais foram os programas mais vistos e comentados em Março? Em Março, o futebol dominou o top de programas visto que sete dos dez programas pertencem a esta tipologia. A qualificação para o Euro 2020, e a presença do FC Porto e do Benfica nas competições europeias foram as transmissões em destaque. O outro destaque vai para a estreia na sexta posição, do reality show, Quem Quer Namorar com o Agricultor?, na SIC, a 10 de Março, que alcançou 1.481.700 espectadores. Na oitava posição ficou O Jornal das 8, na TVI, emitido a 10 de Março, o outro programa não futebol, com uma audiência de 1.299.500 espectadores. Nos programas gravados e visionados no próprio dia, destaca-se o Quem Quer Namorar com o Agricultor quer na sua vertente diária quer no formato de domingo à noite. Seguindo-se na terceira posição a novela, Salve Jorge, da Globo. Já nas gravações de 7 dias o melhor programa foi a Anatomia de Grey. Nas redes sociais o programa Quem Quer Casar Com o meu Filho? , que estreou no dia 10 do mês em análise na TVI, liderou o número de menções. O segundo programa mais mencionado foi O Programa da Cristina, que este mês teve o primeiro-ministro, António Costa, como convidado, o que fez com que nesse dia houvesse um elevado número de menções. Na terceira posição encontra-se o Quem Quer Namorar com o Agricultor?, da SIC, que assim como o líder da tabela, estreou a 10 de Março. Na quarta e quinta posição encontram-se os programas Fama Show e Mais Futebol que se destacam principalmente pelas próprias publicações na sua página de Facebook. Neste Top 10, encontram-se também os programas Morangos com Açúcar, Júlia, Você na TV, 5 Para a Meia Noite e para finalizar o programa Casa dos Segredos, que mesmo não estando em exibição continua a ser dos mais mencionados. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/04/quais-os-programas-vistos-comentados-marco/
  11. TekClub

    Syfy

    Syfy lidera com simultâneo de Game of Thrones e bate máximo anual O Syfy está a transmitir Game of Thrones em maratona desde o dia 8 de abril e, no dia da estreia da nova temporada, bateu o seu novo máximo anual nas audiências. Os primeiros minutos de transmissão da nova temporada ficaram em primeiro lugar no horário, mostram os dados da GfK obtidos em primeira mão pelo Espalha-Factos. O canal de fantasia e ficção científica registou 2,5% de share este domingo, coroando com um novo recorde aquela que já tinha sido uma semana de resultados acima da média. O Syfy tem uma média de 0,3% de share diário nos primeiros quatro meses do ano. No entanto, desde o dia 8 nunca obteve menos de 0,5%. Os números estiveram em crescendo desde segunda-feira (8), em que o canal marcou 0,5%. Seguiram-se 0,6% na terça, 0,8% na quarta, 0,7% na quinta, 0,8% na sexta e 1,2% no sábado, com a transmissão da sexta temporada. Sétima temporada e estreia duplicam valores A exibição da sétima temporada e o resultado de parte do episódio de estreia, que só foi emitido às duas da manhã, contribuíram para a quota de mercado de 2,5%, que duplica os valores do dia anterior e representa um share sete vezes superior à média do canal. Os melhores números do dia foram registados entre as 20h50 e as 00h15, no período correspondente à emissão dos episódios 3, 4, 5 e 6 da season 7. Nesse período, o canal marcou 1% de audiência média e 2,5% de share. Estreia da nova temporada lidera a nível nacional A audiência da nova temporada só poderá ser avaliada de forma global na terça-feira (16), pois o ciclo de medição de audiências é contado entre as 02h30 e as 26h30 e, desta forma, não é possível obter os valores completos para o primeiro episódio, que terá uma nova transmissão no canal quando forem 22h15, contudo os primeiros valores apurados afiguram-se bastante positivos. Nos primeiros 30 minutos de exibição do episódio 1 da oitava temporada, em simultâneo com os Estados Unidos, o Syfy conquistou uma audiência média de 0,8% e um share de 9,4%, liderando entre todos os canais portugueses neste período horário. A SIC, de sinal aberto, não teve mais espectadores. Fonte:https://espalhafactos.com/2019/04/15/syfy-lidera-com-simultaneo-de-game-of-thrones-e-bate-maximo-anual/
  12. TekClub

    HBO

    Serviço da HBO Portugal não resistiu à chegada do Inverno O serviço da HBO, plataforma de streaming que chegou ao mercado português no passado mês de Fevereiro com a icónica frase Winter is Coming como o seu maior trunfo, não resistiu à estreia da última temporada de A Guerra dos Tronos. Um problema técnico ainda não explicado fez com que os assinantes da plataforma em Portugal, que ficaram acordados até às duas horas da manhã para ver o primeiro episódio da oitava temporada em simultâneo com a estreia nos EUA, declarassem guerra à HBO nas suas redes sociais. As críticas sucedem-se e a falha de serviço, que apresentava uma mensagem de erro a quem tentava aceder ao episódio na hora anunciada para a estreia, é o tópico dominante no Twitter em Portugal esta segunda-feira de manhã, onde não faltam mensagens de subscritores a garantir ter cancelado ou prometendo cancelar a subscrição do serviço. “Confirmamos que infelizmente tivemos problemas técnicos inesperados com a estreia do episódio um da temporada 8 de A Guerra dos Tronos, no nosso serviço, durante cerca de 70 minutos, esta madrugada. Lamentamos os inconvenientes causados e recomendamos que os clientes com questões entrem em contacto com o nosso serviço de apoio ao cliente”, refere fonte oficial da HBO Portugal, contactada pelo M&P, numa declaração onde assegura estar “a trabalhar para dar aos nossos clientes todos os episódios de A Guerra dos Tronos em simultâneo com os EUA”. Após as primeiras críticas terem inundado as redes sociais da HBO, minutos depois das 2h desta madrugada, surgiu nas páginas de Facebook e Twitter da HBO Portugal um post onde se garantia que “o episódio está a chegar”. “O exército dos mortos apareceu sem avisar e temos as várias Casas a trabalhar para os derrotar. Estamos a fazer de tudo para derrotar o inimigo e disponibilizar o episódio o mais rápido possível. Pedimos desculpa pela situação e agradecemos a vossa paciência”, referia o mesmo post, sem esclarecer os motivos para a falha do serviço. O episódio, que estava a ser transmitido à hora prevista pelo canal SyFy, acabaria mesmo por terminar sem que estivesse ainda disponível no serviço da HBO Portugal, onde seria apenas disponibilizado por volta das 3h30 da madrugada. Mas apenas para quem acedia à plataforma directamente através do site ou da aplicação da HBO. Já quem tentava aceder através da box da Vodafone, operadora que detém o exclusivo do serviço da HBO no mercado português, recebia a indicação por parte da plataforma de que só poderia aceder ao episódio a partir das 9h da manhã. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/04/servico-da-hbo-portugal-nao-resistiu-chegada-do-inverno/
  13. TekClub

    HBO

    Estará a HBO Europa à venda? Financial Times avança que sim A publicação indica que a venda estará já a ser discutida desde novembro e apresenta a cadeia Sky, da Comcast, como possível comprador. A AT&T poderá estar a pensar vender o braço europeu da HBO, para colmatar uma dívida de 170 mil milhões de dólares (150,74 mil milhões de euros, à taxa de conversão atual), avança esta manhã o Financial Times, citando várias fontes próximas à empresa. O jornal indica que a alegada venda estará já a ser discutida desde novembro do ano passado e que a decisão só ainda não veio a público para não afetar o negócio. A cadeia Sky, da Comcast, é apresentada como um possível comprador, uma vez que a rede já é a distribuidora dos conteúdos HBO no Reino Unido, Alemanha e Itália. A AT&T adquiriu a HBO após a compra da Time Warner, por 80 mil milhões de dólares, numa operação que ficou concluída no final do ano passado e que foi contestada em tribunal pela administração norte-americana devido a potenciais infrações à lei da concorrência. O tribunal acabou por dar razão à gigante das telecomunicações. Depois desta aquisição, a AT&T afirmou estar a avaliar o seu portfolio, para identificar bens não estratégicos que pudessem ser vendidos ao longo de 2019, de forma a diminuir em cerca de 20 milhões de dólares a sua dívida, que chegou a atingir os 183 mil milhões de dólares após a compra da Time Warner. Na altura, estaria a ser ponderada a venda do serviço de streaming Hulu. A HBO Europa tem cerca de 200 empregados e mais de 10 milhões de utilizadores europeus. Em fevereiro entrou no mercado português, em parceria com a Vodafone, para concorrer com a Netflix, a Amazon Prime, e ainda com serviços como o NPlay da NOS ou o Fox Play da Fox. Fonte:https://www.dinheirovivo.pt/empresas/estara-a-hbo-europa-a-venda/
  14. Os conteúdos mais adulto vão para a Hulu que também pertence a Disney...
  15. Plataforma OTT da Disney promete 25 séries originais no ano de arranque O Disney+, serviço de streaming OTT da Disney, será lançado no mercado norte-americano no próximo mês de Novembro e iniciará a sua expansão para os mercados europeus em 2020. Esperada desde que em 2017 foi anunciada a retirada dos conteúdos Disney do Netflix, que este ano viu também chegar ao fim a parceria para a produção de séries originais da Marvel, a plataforma de streaming própria da Walt Disney Company promete apontar de imediato aos fãs das sagas mais icónicas das suas propriedades intelectuais já que o arranque será feito desde logo com uma série original da Marvel e outra integrada no universo Star Wars. A primeira diz respeito a uma série focada em Loki, protagonizada por Tom Hiddleston, o mesmo actor que dá vida ao vilão no cinema em todos os filmes da saga Vingadores. The Mandalorian será a primeira série dedicada à saga criada nos anos 70 por George Lucas, sendo passada entre os acontecimentos de O Regresso de Jedi e a tomada de poder da Primeira Ordem. O catálogo da Disney será um dos principais trunfos da plataforma, em rota directa de concorrência com outros serviços OTT também já disponíveis no mercado português como o Netflix, Amazon Prime Video ou HBO. O Disney+ disponibilizará desde o primeiro momento todas as 30 temporadas de Os Simpsons, além de mais de meio milhar de filmes de animação do portfólio Disney e Pixar, a par de todos os filmes produzidos até agora sob a chancela da Marvel e a saga completa de Star Wars. Um catálogo que será reforçado ao nível do cinema com “blockbusters de 2019 em diante” e com a promessa de lançamento de mais de 25 séries originais e 10 filmes, documentários e especiais produzidos em exclusivo para a plataforma durante o primeiro ano. Ainda sem datas mas já anunciadas estão, além das já referidas séries originas da Marvel e Star Wars para o arranque, séries de acção real da Marvel protagonizadas pelos mesmos actores que os fãs se habituaram a ver na pele dos heróis no cinema. É o caso de The Falcon and The Winter Soldier, com Sebastian Stan e Anthony Mackie, ou WandaVision, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany. Na calha estão também um documentário sobre a produção de Frozen 2, um dos blockbusters que chegará aos cinemas em 2019, bem como novas séries da Pixar, caso de uma produzida com base no universo de Toy Story. Da saga Star Wars está também prevista uma série sobre Cassian Andor, baseada na era de Rogue One e protagonizada por Diego Luna, actor que integrou o elenco de Star Wars: Rogue One nas salas de cinema vestindo a pele do mesmo personagem, além de uma nova temporada exclusiva da série de animação Star Wars: The Clone Wars (actualmente exibida pelo Disney Channel). A concorrência será feita também ao nível dos preços já que o Disney+ chegará ao mercado com um custo de subscrição inferior ao do Netflix. A subscrição do Disney+ custará 6,99 dólares por mês ou 70 dólares por ano nos EUA, valor que corresponde a cerca de 6,20 euros e 62 euros, respectivamente, sendo que o serviço estará disponível directamente quer através do site e aplicação mobile quer nas Smart TV e consolas (para já a Disney ainda só estabeleceu acordo oficialmente com a PS4). A expansão do serviço para a Europa Ocidental está prevista para o início do próximo ano. O objectivo está traçado: alcançar entre 60 e 90 milhões de assinantes até 2024. Em Portugal, apesar de já ter sido colocado no ar um site de apresentação do Disney+, ainda não é conhecida a data de lançamento da plataforma. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/04/plataforma-ott-da-disney-promete-25-series-originais-no-ano-arranque/
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