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Everything posted by TekClub

  1. TVI desesperada ate fez convite ao César Mourão...
  2. TekClub

    Rádio

    Observador apresenta rádio A rádio do Observador vai ser apresentada no próximo dia 22, data em que o nativo digital assinala o 5º ano. “Este ano, celebramos o mesmo rigor na informação de sempre, mas acrescentamos muitas novidades. São 5 anos de vida e novos grandes desafios. Vamos apresentar a Rádio Observador, imprimir novos títulos de revistas únicas e continuar a trazer aos nossos leitores opiniões marcantes, crónicas acutilantes para ler e histórias das nossas marcas e anunciantes”, revela o título no convite para a festa, que contará com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa. O Presidente da República participará numa “conversa sobre temas da actualidade”, na qual as questões serão as dos convidados, que sugerem uma questão quando confirmam a presença. A conversa com Marcelo Rebelo de Sousa será às 17h. O lançamento da rádio foi avançada pelo M&P já em Novembro, não sendo na altura confirmada. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/observador-apresenta-radio/
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    NOS

    Alterações na grelha NOS em maio Alterações na grelha NOS em maio Durante o mês de maio vamos fazer algumas atualizações na grelha de canais. Neste tópico podem saber o que irá mudar e como ultrapassar possíveis dificuldades. Entre 16 e 23 de maio - Alteração de frequência de alguns canais com vista a melhorias no serviço de TV, com mudança de posição do canal BBC Entertainment da #58 para a #201. Iris (Box 2.0 HD) e UMA (Box Ultra HD 4K) - A atualização é automática. Caso note alguma dificuldade, pedimos que desligue e volte a ligar a box. Box HD 1.0, Powerbox e Descodificador Digital (DTA) - Necessário desligar e ligar a box. Sem box (Digital Aberto) - Pedimos que faça uma nova sintonia de canais. Saiba aqui como fazer a sintonia. O tópico será atualizado sempre que forem feitas novas alterações. Conheça todas as mudanças na grelha de canais em nos.pt/grelhatv. Fonte:https://forum.nos.pt/novidades-16/alteracoes-na-grelha-nos-em-maio-12126/index1.html#post58259 Alteração da posição de canais - 16 de maio 2019 A NOS está a proceder a alterações das posições dos canais da sua grelha, para que esta se torne mais intuitiva para si. Alterações a ocorrer a 16 de maio: . O BBC Entertainment passa da posição #58 para a #201* . A RTP Açores em Satélite passa da posição #18 para a #189 . A RTP Madeira no Satélite passa da posição #17 para a #188 . A RTP Açores na rede NOS Açores passa da posição #18 para a #17 *Clientes sem box - recomendamos que sintonize os canais. Saiba mais. Fonte:https://www.nos.pt/particulares/televisao/canais/Pages/alteracoes-canais.aspx
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    Rádio

    Mega Hits reforça equipa das manhãs Mafalda Castro, que até aqui estava nos finais de tarde da estação, transita agora para as manhãs da Mega Hits, juntando-se a Maria Correira e Conguito. A nova temporada do programa Snooze, que ocupa a faixa horária entre as 6h e as 10h, arrancou esta segunda-feira com a nova composição da equipa, descrita pela estação como “um ‘tridente’ ofensivo, disruptivo, visionário, de bom gosto e com um sentido de humor genuinamente único”. Mafalda Castro, que passou recentemente pelo formato The Voice Portugal, emitido pela RTP1, estreou-se na rádio na Mega Hits, onde era até aqui uma das apresentadoras do Girls Night Out. Com a transição para as manhãs, o formato que ocupa a faixa entre as 19h e as 22h passa a ter como dupla de apresentadoras Ana Pinheiro e Inês Andrade. Além destas mudanças, também o Mega Hits Fresh, programa que está em grelha entre as 22h e a meia-noite, passa a ser apresentado por Alexandre Guimarães. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/mega-hits-reforca-equipa-das-manhas/ Bareme Rádio: Comercial reforça liderança Depois de na primeira vaga do ano a Rádio Comercial ter voltado aos 18% de Audiência Acumulada de Véspera (AAV), a vaga a Abril do Bareme Rádio coloca a estação liderada por Pedro Ribeiro nos 18,9%, o melhor resultado já alcançado por uma estação. Também a RFM, com 18,2%, alcançou o seu melhor resultado de sempre. A distância entre as duas rádios está agora nos 0,7 pontos, quando no início do ano se situava nos 0,4 pp. Na terceira posição mantém-se a M80, com 7,2% (+o,2pp), seguida pela Renascença, com 5,7% (+0,3pp), e pela Antena 1, com 5,1% (+0,6%). Cidade FM, com 3,8% (+0,4pp), Mega Hits, com 3,5% (+0,6pp) e TSF, com 3,1%, ocupam as posições seguintes, tendo registado a estação do Global Media Group uma ligeira quebra (-0,1pp). A fechar o ranking a Antena 3, com 1,8% (+0,2pp), a Smooth FM, com 1,1% (+0,2pp) e a Vodafone FM, com 0,4% (+0,1pp). Nota ainda para a Rádio Sim, que deixou de integrar este ranking. Analisando por grupos, a Media Capital Rádios lidera com 28,5%, um crescimento de 1,4pp em relação à vaga anterior e de 4 pontos em comparação com o período homólogo do ano passado. Também o Grupo Renascença Multimédia cresceu dos 23,7% para os 26,4%, mais 1,1pp do que no início do ano. Com 7,3%, a RTP subiu 0,7pp em relação ao início do ano, embora tenha quebrado 0,3pp na comparação homóloga. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/bareme-radio-comercial-reforca-lideranca-3/
  5. Batalha contra a Netflix: Disney vai ficar com o controlo total da Hulu A Disney fechou acordo com a Comcast para ficar com todo o controlo do serviço de streaming. A Disney anunciou esta terça-feira que ficará com o controlo total da plataforma de vídeos online Hulu após concluir um acordo com o grupo de televisão por cabo Comcast, dono de 33% das ações do serviço de streaming. O acordo dá à Comcast a opção de vender a sua participação à Disney por um valor justo de mercado em cinco anos, com uma capitalização da Hulu na bolsa estimada em pelo menos 27,5 mil milhões de dólares. Com essa decisão, a Disney dá mais um passo na sua batalha contra a Netflix, líder de mercado, enquanto mantém o conteúdo da NBCUniversal, uma filial da Comcast, até 2024. Hulu, que afirma ter 28 milhões de assinantes, será uma das três plataformas de streaming oferecidas pela Disney. A empresa planeia lançar este ano um serviço com programas para toda a família, Disney+, bem como a plataforma de conteúdo desportivo ESPN+. A Disney já havia duplicado a sua participação na Hulu, para 60%, com um acordo para adquirir os principais ativos da 21st Century Fox. E outro dos acionistas, a WarnerMedia, concordou em desistir dos seus 10% na plataforma de streaming no ano passado. Como o Netflix, Hulu oferece programas originais para atrair assinantes. Fonte:https://mag.sapo.pt/tv/atualidade-tv/artigos/batalha-contra-a-netflix-disney-vai-ficar-com-o-controlo-total-da-hulu
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    Nowo

    Espanhola MásMóvil recebe oferta para entrar na Nowo e Oni O fundo norte-americano KKR está em negociações para vender parte do capital da antiga Cabovisão, avança o jornal espanhol El Economista. Menos de um ano depois de ter assumido o controlo da Nowo, o fundo norte-americano KKR está em negociações para vender parte do capital da antiga Cabovisão, sendo que os espanhóis da MásMóvil foram uma das empresas sondadas para concretizar o negócio. A notícia é avançada esta terça-feira pelo jornal espanhol El Economista, que dá conta que o KKR ofereceu ao quarto maior operador de telecomunicações espanhol a possibilidade de entrar no mercado português através da compra de uma posição minoritária na Nowo, numa operação que também prevê a venda de parte do capital da Oni (segmento empresarial). Segundo o El Economista, o KKR pretende um parceiro do setor para gerir a operadora portuguesa, sendo que está também a convidar outras empresas de telecomunicações europeias a entrar no capital da Nowo. A MásMóvil é atualmente o quarto maior operador de telecomunicações de Espanha, tendo crescido através de aquisições e de forma orgânica. A Cabovisão e a Oni foram vendidas pela Altice em Setembro de 2015 ao fundo Apax. A operação foi imposta por Bruxelas no seguimento da compra da PT Portugal pelo grupo de Patrick Drahi. No ano passado a Apax alienou as operadoras ao fundo de private equity KKR. Fonte:https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/telecomunicacoes/detalhe/espanhola-masmovil-recebe-oferta-para-entrar-na-nowo-e-oni
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    Notícias TVI

    Media Capital com prejuízos de 1,4 milhões no primeiro trimestre O grupo Media Capital encerrou as contas do primeiro trimestre em terreno negativo, reportando prejuízos na ordem dos 1,4 milhões de euros, números que comparam com os lucros de 1,9 milhões de euros alcançados no período homólogo em 2018. Apesar da quebra acentuada na comparação da performance financeira do grupo entre os dos dois trimestres homólogos, a dona da TVI garante que “estes resultados estão em linha com o orçamentado para o primeiro trimestre (com menor impacto no ano, por força da sazonalidade), sendo de perspectivar que no final do ano corrente a performance do grupo esteja em linha com a verificada em anos anteriores”. O resultado negativo agora registado ficou a dever-se sobretudo a uma subida de 14% do lado dos gastos operacionais, que passaram dos 33,5 milhões de euros nos primeiros três meses de 2018 para os 38,3 milhões neste arranque de 2019, com este valor a incluir as amortizações, depreciações e gastos com reestruturação. Excluindo estes gastos, a subida foi de 13%, fixando os custos operacionais nos 37,7 milhões de euros. Este foi o principal factor a empurrar o grupo para o vermelho já que do lado das receitas se registou um crescimento de 1%, dos 38,7 milhões de euros para os 39,3 milhões, com as receitas publicitárias a crescerem 4%, para os 25,3 milhões de euros. Números que deixam a dona da TVI confiante no regresso aos lucros no decurso do ano, referindo que “para os próximos trimestres, a Media Capital antecipa um crescimento da publicidade em linha com o mercado, e superando-o no digital, num período em que a competitividade vai continuar a níveis elevados”. Com estes números, de acordo com o relatório enviado esta segunda-feira à noite à CMVM, o desempenho financeiro alcançado pela Media Capital neste primeiro trimestre de 2019 traduz-se num EBITDA de um milhão de euros, valor que representa uma quebra de 81% face ao EBITDA de 5,2 milhões de euros que o grupo apresentava em igual período do ano anterior. Mesmo excluindo os gastos com reestruturação, o EBITDA ajustado da Media Capital rondaria os 1,7 milhões de euros, ainda assim uma quebra na ordem dos 69%. Para a subida alcançada nos rendimentos operacionais do grupo contribuiu sobretudo o segmento de rádio, onde as receitas dispararam 42%, enquanto as áreas de negócio de televisão e produção audiovisual encerraram os primeiros três meses de 2019 com quebras. Analisando os resultados do primeiro trimestre por segmento, a televisão, onde está concentrada a grande maioria das receitas da Media Capital, encerra o exercício com um EBITDA negativo em 978 mil euros (607 mil euros se foram excluídos os gastos com reestruturações), resultado que compara com lucros de quase 3,4 milhões de euros no período homólogo em 2018. Além da subida de 15% nos gastos operacionais, que passaram dos 28,4 milhões de euros para os 32,6 milhões, a área de televisão, que conta ainda com canais cabo como TVI24, TVI Ficção e TVI Reality, teve uma diminuição de 1% nos rendimentos operacionais, fixados nos 31,6 milhões de euros entre Janeiro e Março deste ano, uma vez que a subida de 1% nas receitas publicitárias, de 19,8 para 19,9 milhões de euros, se revelou insuficiente para compensar uma redução de 3%, de 12 milhões de euros para os 11,6 milhões, no item Outros Rendimentos. Tal como na área de televisão, o segmento de produção audiovisual, onde o grupo detém a Plural, os resultados são pouco animadores. Os rendimentos operacionais desta área de negócio rondaram os 5,8 milhões de euros nestes primeiros três meses de 2019, o que representa uma quebra na ordem dos 23% face às receitas de 7,5 milhões de euros que o grupo alcançou em igual período de 2018. Uma evolução que explica o resultado no vermelho, com o EBITDA a fixar-se em 1,6 milhões de euros negativos (1,4 milhões excluindo os gastos com reestruturação), que comparam com resultados positivos de 127 mil euros no arranque do último ano. Cenário bem diferente apresenta o segmento de rádio, que continua a ser o terceiro na linha de receitas da Media Capital mas muito aproximado do peso do segmento de produção audiovisual neste primeiro trimestre de 2019 ao ver os seus rendimentos operacionais dispararem 42%, passando dos 4 milhões de euros alcançados no último ano para os 5,7 milhões de euros. Nesta área de negócio, as receitas publicitárias cresceram acima do mercado, subindo 16% dos 3,9 milhões de euros para perto de 4,5 milhões de euros. Também o item Outros Rendimentos subiu exponencialmente, passando de apenas 173 mil euros para 1,2 milhões de euros, o que representa um crescimento de 610%. A performance desta área de negócio, constituída pela Media Capital Rádios, dona das estações Comercial, M80, Cidade FM, Smooth FM e Vodafone FM, resulta num EBITDA de 2,8 milhões de euros, mais do que duplicando o EBITDA de 1,1 milhões de euros registado no período homólogo (+155%). No segmento que inclui as restantes actividades, como a operação digital, a holding e os serviços partilhados, o grupo encerra este primeiro trimestre com um EBITDA de 235 mil euros (316 mil euros se excluídos os gastos com reestruturação), uma melhoria face ao período homólogo em 2018, quando este segmento ocupava terreno negativo com um prejuízo de 27 mil euros. O segmento viu os rendimentos operacionais subirem 5%, de aproximadamente 3,9 milhões de euros para 4,1 milhões de euros. A contribuir para este resultado esteve sobretudo um crescimento das receitas publicitárias na ordem dos 34%, dos 694 mil euros para os 930 mil euros, a par de uma diminuição dos gastos operacionais, de 3,9 para 3,8 milhões de euros (-2%). O item Outros Rendimentos situou-se perto dos 3,2 milhões de euros, apresentado uma ligeira descida de 1%. A dívida líquida da Media Capital situa-se agora nos 89,9 milhões de euros, valor que, apesar de representar uma subida de 4,3 milhões de euros relativamente à dívida de 85,7 milhões de euros reportada pelo grupo no encerramento das contas de 2018, é destacada como uma diminuição. “Se se aplicasse o impacto do IFRS16 ao valor de 2018, a dívida líquida nessa altura seria acrescida de 7,2 milhões, colocando-a em 92,9 milhões”, refere a Media Capital no relatório enviado à CMVM, explicando que “ajustando para este efeito, a dívida líquida teria então recuado 3 milhões”. No mesmo documento, antecipa-se, “o grupo Media Capital mantém assim uma confortável estrutura de capital, perspectivando a manutenção da performance de geração de cash flow operacional e a redução da dívida financeira em 2019”. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/media-capital-prejuizos-14-milhoes-no-primeiro-trimestre/
  8. TekClub

    CM TV

    Vai dar em diferido a seguir a Liga D`Ouro...
  9. Que programas de TV dominaram as redes sociais e as gravações em Abril Os dois programas que lideraram o número de menções nas redes sociais durante o mês de Abril foram o Fama Show e o Mais Futebol, que se destacam principalmente pelas próprias publicações na sua página de Facebook. Na terceira posição encontra-se O Programa da Cristina, e na posição seguinte o La Banda, que estreou este mês nas noites de domingo da RTP1. Neste Top 10, encontra-se também os Morangos com Açúcar, o programa Júlia e a telenovela Alma e Coração. O programa Passadeira Vermelha (cujos comentadores e apresentadora foram este mês ao Programa da Cristina) encerra este top. Nas audiências, em Abril o futebol voltou a dominar o top de programas com cinco presenças. O Benfica x E. Frankfurt, a contar para a Liga Europa e transmitido na SIC, foi o melhor programa com uma audiência de 2.133.800 espectadores. Na sexta posição surge o primeiro programa não futebol, a novela Valor da Vida, que a TVI transmitiu no dia 17 de Abril com uma audiência média de 1.309.900 espectadores. A fechar a tabela ficou o Jornal da Noite da SIC, que registou mais de 1 milhão de espectadores de audiência média. Nos programas gravados e visionados no próprio dia, liderou o reality show da SIC Quem Quer Namorar com o Agricultor – Diário. Seguindo-se o filme Inferno, transmitido na SIC a 21 de Abril. Na nona posição surge o único programa fora dos quatro canais free-to-Air, a novela Salve Jorge da Globo. Já nas gravações de 7 dias o melhor programa foi também uma novela, o Segundo Sol da SIC. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/programas-tv-dominaram-as-redes-sociais-as-gravacoes-abril/
  10. Atletas ao serviço da Sport TV em nova campanha do canal (com vídeo) Bernardo Silva, Miguel Oliveira ou João Sousa são alguns dos atletas portugueses a assumir funções no canal desportivo numa campanha que pretende homenagear os atletas nacionais e a equipa Sport TV. “Este é um duplo tributo que a Sport TV presta, tanto aos profissionais desta casa que levam todos os dias, de forma exemplar, o melhor do desporto nacional e internacional aos portugueses mas também aos nossos campeões nacionais que nos enchem de orgulho”, justifica Nuno Ferreira Pires, CEO da estação, acrescentando que “os nossos colaboradores são no fundo também eles atletas olímpicos nas suas funções diárias que constroem um dos melhores canais de desporto do mundo”. No filme da campanha, o jogador do Manchester City assume o papel de pivô enquanto o piloto do Moto GP surge como repórter do canal e João Sousa troca as raquetes pelas câmaras. A campanha conta ainda com Madjer, campeão do mundo, europeu e nacional com 3 bolas de ouro em futebol de praia, que assume as funções de realizador, e Telma Monteiro, campeã europeia e medalha de bronze olímpica em judo, como assistente de realização. Presente em televisão e digital, a campanha é assinada pelo departamento criativo interno da Sport TV. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/atletas-ao-servico-da-sport-tv-nova-campanha-do-canal-video/
  11. TekClub

    NOS

    Sim o canal ate já teve no hispasat em HD mas foi por pouco tempo...
  12. “É uma oportunidade de os anunciantes de poderem comunicar em Angola – Moçambique – Portugal” Produzido pela Zap, que no final da última semana inaugurou a produtora Zap Estúdios, um complexo com 2.500m2 e que emprega cerca de 250 colaboradores, no sábado vai chegar à grelha da Nos o Zap Viva, um dos canais líderes em Angola. Oportunidade para colocar algumas questões a José Carlos Lourenço, director geral da Zap desde Maio do ano passado, após quatro anos como COO do Global Media Group Meios&Publicidade (M&P): No sábado, dia 11, vai chegar a Portugal o Zap Viva, lançado pela operadora em 2012. Quais são os objectivos e qual o significado de ter o canal no mercado português? José Carlos Lourenço (JCL): É um desenvolvimento natural. Pela qualidade do canal, que foi sendo acrescentada ao longo do tempo, e que em Junho será reforçada com novos programas e renovação da oferta actual. Também porque nos chegava esse pedido das famílias angolanas que residem ou visitavam Portugal, que queriam acompanhar os seus programas favoritos. Finalmente, porque é uma oportunidade nova que oferecemos aos anunciantes de poderem comunicar, de forma integrada e muito profissional, neste triângulo que se desenha entre Angola – Moçambique – Portugal. Desde logo em antena, mas também podendo potenciar a comunicação com activações no terreno, em cada uma destas geografias, para as quais dispomos de equipas e de parceiros locais qualificados. Esta capacidade no terreno ajuda a dar confiança e a reforçar a segurança de um investimento com elevado retorno. A um nível mais estratégico, confiamos haver oportunidades de desenvolvimento de negócio na geografia da língua – o português é uma das línguas mais faladas no hemisfério Sul e com elevado potencial de crescimento, é uma das línguas mais relevantes no mundo dos negócios e na relação entre estados (veja-se o dia recentemente dedicado à língua portuguesa pela ONU), e que une o Mundo desenhando uma espécie de losango entre a Ásia, a África, a América Latina e a Europa. A Zap está atenta a esta realidade e a seu tempo irá definindo as etapas que ajudem a aprofundar a criação de valor e a tirar o melhor partido de todo este potencial. M&P: Há planos em concreto, pensando nas “oportunidades de desenvolvimento de negócio na geografia da língua”? A partir de Portugal já existiram algumas tentativas e não foram propriamente bem sucedidas. JCL: Estamos muito focados neste próximo passo e queremos, antes de mais, que seja muito bem sucedido. Dito isto, gostamos mais de anunciar concretizações do que planos de intenções, pelo que sempre que se justificar partilharemos novidades. M&P: Falando então de concretizações. Inauguraram no final da última semana o Zap Estúdios, um complexo de 2.500m2 que conta com três estúdios uma equipa de cerca de 250 colaboradores. Quanto é que investiram neste projecto e que perspectivas é que abre para a Zap? JCL: O Zap Estúdios é um verdadeiro centro de excelência, dotado da mais recente tecnologia e com uma equipa que, sendo em média muito jovem, tem uma excelente formação e um nível de desempenho muito elevado. O primeiro passo passará pelo aumento do número de horas diárias de emissão, que são cerca de 10 actualmente. Queremos aumentar o número de horas de produção própria na grelha do Zap Viva e diversificar os conteúdos produzidos. O canal fez uma evolução assente em programas de entretenimento, pelo que o reforço será naquilo que podíamos chamar infotainement – informação sobre a actualidade, que mistura o carácter útil dessa informação para as nossas audiências, com alguns espaços de análise, debate e reflexão sobre os temas que marcam a agenda. M&P: Está baseado em Angola há um ano, repartindo o tempo também por Moçambique e Portugal. Como é que perpectiva o crescimento da operadora nos três mercado? JCL: A Zap tem o seu negócio de distribuição por satélite em Angola e em Moçambique, tendo igualmente uma operação de fibra na província de Luanda. As condições locais de ambos os mercados são muito desafiantes. Em Angola luta-se para se ultrapassar a crise económica, que tem largo impacto no rendimento disponível das famílias. Em Moçambique a ocorrência recente de dois ciclones, um no Centro do país que teve um efeito devastador em toda a região, e um segundo no Norte com consequências mais ligeiras mas ainda assim importantes, acrescentaram dificuldades. Mas o trend que a Zap tem feito nestes dois mercados, dos quais é líder absoluto no serviço de satélite, tem sido de crescimento sustentado e continuamos a acreditar no futuro de ambos os países. Estamos a falar de um crescimento demográfico na ordem de um milhão de pessoas todos os anos, também da constituição de dezenas de milhares de novos lares. Nessa perspetiva, acreditamos profundamente que às dificuldades actuais se seguirão melhores dias. No caso do negócio de televisão, chegamos agora a Portugal com o canal Zap Viva como exclusivo da Nos. No imediato iremos dar consistência a esta aposta, e como somos ambiciosos outras etapas certamente se seguirão no futuro. M&P: Como refere o canal é exclusivo da Nos. A ideia é ficar apenas nesta operadora, que é accionista das Zap? JCL: O arranque do canal em Portugal será como exclusivo da Nos, acreditando que será um reforço importante da oferta deste distribuidor junto das famílias angolanas e dos portugueses que têm ligações e ou interesse em acompanhar a cultura, o desporto e a actualidade em Angola. No futuro será feita a necessária avaliação conjunta deste percurso inicial e logo se decidirá a melhor forma de evoluir. M&P: Assumiu a direcção-geral da Zap há um ano, após ter deixado o Global Media Group (GMG), onde esteve como COO durante 4 anos. A esta distância, como é que olha para o panorama dos media em Portugal? JCL: Apesar de repartir o meu tempo por três países, tenho continuado a acompanhar com interesse o que se passa no mercado em Portugal, claro. Julgo que os desafios essenciais permanecem, sejam eles a disputa pela atenção das audiências, a disputa cada vez mais concorrida pelas receitas do mercado ou a inovação permanente que dê sustentabilidade e robustez à criação de valor. Aqueles que continuaram o seu caminho focados nestes princípios terão ficado numa melhor posição. Aqueles que não fizeram essa evolução terão ficado em maiores dificuldades. No contexto de um caminho muito estreito – e para alguns sectores o caminho tem vindo a ficar cada vez mais estreito – qualquer distração, qualquer falhanço (sobretudo se grave) ou perda de foco pode revelar-se fatal, no imediato ou no futuro próximo dos projectos. Sou conhecido pelo que costumo chamar de optimismo esclarecido, pelo que continuo a acreditar que há e haverá caminho para fazer, desde que preservadas as condições essenciais de sucesso. M&P: Por “qualquer distracção, qualquer falhanço (sobretudo se for grave) ou perda de foco” refere-se ao que possa ter acontecido no GMG? Já no final do ano passado foi admitido que a passagem do DN a semanal não correu como o previsto e que o investimento em novos projectos – nas áreas de gaming e gambling ou o lançamento do V Digital – não estaria a trazer retorno. Entretanto a composição do CE já foi totalmente alterada e é publico que o grupo prepara uma reestruturação/despedimentos. JCL: Referia-me, em tese, ao que globalmente se tem passado no mercado. Vivi cerca de 4 anos muito intensos na Global Media e ficarei sempre a torcer pelo melhor que possa acontecer com aquelas equipas e com os projetos que desenvolvem. Em concreto, são do conhecimento público algumas dificuldades assumidas pela própria empresa. Não tenho informação de detalhe desde o primeiro trimestre de 2018. Já por isso não seria correcto da minha parte pronunciar-me, mas sobretudo por uma questão de solidariedade por quem lá continua, entendo não dever pronunciar-me sobre nenhuma questão específica. Mas faço votos para que algumas decisões menos felizes que possam ter ocorrido ainda possam ir a tempo de ser corrigidas, que o Grupo possa reencontrar o seu caminho, com ânimo, com ambição, com energia e que possam ir a tempo de agarrar o futuro. A Democracia e o Mercado de Media em Portugal precisam que tenham sucesso. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/oportunidade-os-anunciantes-poderem-comunicar-angola-mocambique-portugal/
  13. Canal angolano ZAP Viva chega a Portugal O ZAP Viva, canal de entretenimento angolano, vai passar a estar disponível em Portugal a partir do próximo dia 11 de Maio, integrando em exclusivo a oferta da NOS. A chegada do canal ao mercado português é assinalada com o arranque da emissão marcado pela transmissão em directo do espectáculo Team de Sonho III, que promete reunir no Campo Pequeno “alguns dos mais mediáticos artistas da nova vaga da música angolana”. “Telenovelas, séries, talk shows, programas dedicados à música, talentos, humor, moda, celebridades e reality shows” estão entre os conteúdos que compõem a grelha de programação do canal produzido pela operadora ZAP, através do qual a NOS pretende “reforçar a sua oferta de conteúdos de entretenimento internacional e promover uma maior proximidade, não só com a comunidade angolana residente em Portugal mas também com todos os portugueses que se interessam por Angola e pela sua cultura, música e desporto”. O ZAP Viva ocupará a posição 125 da grelha da operadora, com emissão em alta definição, estando disponível no pacote base para todos os clientes NOS. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/canal-angolano-zap-viva-chega-portugal/ Canal Zap Viva, de Isabel dos Santos, a caminho da grelha da Nos O canal angolano de entretenimento Zap Viva vai estrear a 11 de maio na grelha de TV da Nos. Isabel dos Santos inaugurou recentemente os estúdios da Zap em Luanda. canal angolano Zap Viva, da empresária Isabel dos Santos, está a caminho de Portugal. A partir de 11 de maio, este canal de entretenimento da rede Zap vai estar disponível em exclusivo na grelha da Nos, em alta definição, na posição 125, anunciou a operadora liderada por Miguel Almeida. A estreia será “marcada pela transmissão do espetáculo Team de Sonho III“, em direto do Campo Pequeno, Lisboa. “Com o objetivo de reforçar a sua oferta de conteúdos de entretenimento internacional e promover uma maior proximidade, não só com a comunidade angolana residente em Portugal mas também com todos os portugueses que se interessam por Angola e pela sua cultura, música e desporto, a Nos lança o Zap Viva, o canal angolano líder de audiências”, informou a Nos, em comunicado. Nos últimos dias, a empresária angolana tem virado os holofotes para este projeto, inaugurando os estúdios da Zap em Talatona, município da província de Luanda. “Hoje voltamos a fazer história em Angola. Trabalhar o que é nosso, com os nossos recursos, as nossas pessoas. Do sonho vem a conquista e com a nossa Zap Estúdios assim foi”, escreveu Isabel dos Santos no Instagram. “Quando sonhei em produzir os nossos próprios programas e partilhá-los com todos os angolanos, juntou-se uma grande equipa, que é mais uma família para falar verdade. Investimos em infraestrutura, em recursos, material, formação e conhecimento. E hoje inauguramos os estúdios da Zap em Talatona e assim levamos Angola ao mundo”, frisou a empresária. A estreia do canal Zap Viva na grelha da Nos não é inocente. Apesar de ser maioritariamente controlada por Isabel dos Santos através da holding SOCIP, a operadora Nos conta com uma participação de 30% na operadora angolana. Fonte:https://eco.sapo.pt/2019/05/06/canal-zap-viva-de-isabel-dos-santos-a-caminho-da-grelha-da-nos/
  14. TekClub

    Notícias TVI

    Share semanal da TVI continua a cair Na semana de transição entre Abril e Maio, e mesmo com o feriado do dia 1 de Maio, o consumo televisivo regista um dos índices mais fracos do ano: 4h36m, valor que face à semana anterior representa uma quebra no visionamento da televisão de cerca de 27 minutos. No share de audiência, o desempenho dos canais Cabo atingiu o máximo de 2019: 37,9%. Quanto ao retorno da SIC subiu para os 18,5% de share, tendo a TVI registado uma tendência oposta, com a descida do share para os 16,3%, o mais baixo do ano. A RTP1 repetiu os 11,8% de quota, continuando a apresentar um share abaixo do canal Outros (que inclui o visionamento em time shift e streaming). No ranking dos canais Pagos, a SIC Notícias protagoniza a maior subida da semana, ao passar do sexto para o terceiro lugar, com uma audiência de 39,9 mil telespectadores. O canal infantil Disney regista o índice de audiência semanal mais fraco do ano, apresentando a maior descida, com a passagem do quarto para o sétimo lugar. A meio da tabela encontra-se a TVI 24, que sobe dois lugares. Também a subir duas posições destaque para o Cartoon Portugal que ocupa o oitavo lugar. Em sentido oposto encontramos ainda o Hollywood e o canal Fox. O AXN mantém-se na nona posição, seguindo-se a Sport TV+, que marca de novo presença na tabela dos canais mais vistos. Sem novidades, nos lugares cimeiros permanecem a CMTV e o canal Globo. O episódio especial de 1 de Maio de Valor da Vida revelou-se o programa que na semana 18 do ano, conquistou mais audiência: 12,0%. Segue-se o líder de domingo, com 11,1% de audiência: Quem Quer Namorar com o Agricultor?. A curta distância de audiência (11,0%) o terceiro lugar pertenceu ao Jornal das 8. A finalizar e com um empate técnico de 9,8% encontram-se o jogo da Liga Europa/Arsenal x Valência e a novela Alma e Coração. Desporto, novelas e filmes revelaram-se as preferências da programação dos Pay TV. Na liderança, com 310,3 mil telespectadores encontra-se a edição de sábado de CM Jornal 20H/Pós-match: Benfica x Portimonense. O Sétimo Guardião é a novela mais vista e ocupou o terceiro lugar e o filme do canal Hollywood San Andreas o quinto lugar. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/share-semanal-da-tvi-continua-cair/
  15. Share semanal da TVI continua a cair Na semana de transição entre Abril e Maio, e mesmo com o feriado do dia 1 de Maio, o consumo televisivo regista um dos índices mais fracos do ano: 4h36m, valor que face à semana anterior representa uma quebra no visionamento da televisão de cerca de 27 minutos. No share de audiência, o desempenho dos canais Cabo atingiu o máximo de 2019: 37,9%. Quanto ao retorno da SIC subiu para os 18,5% de share, tendo a TVI registado uma tendência oposta, com a descida do share para os 16,3%, o mais baixo do ano. A RTP1 repetiu os 11,8% de quota, continuando a apresentar um share abaixo do canal Outros (que inclui o visionamento em time shift e streaming). No ranking dos canais Pagos, a SIC Notícias protagoniza a maior subida da semana, ao passar do sexto para o terceiro lugar, com uma audiência de 39,9 mil telespectadores. O canal infantil Disney regista o índice de audiência semanal mais fraco do ano, apresentando a maior descida, com a passagem do quarto para o sétimo lugar. A meio da tabela encontra-se a TVI 24, que sobe dois lugares. Também a subir duas posições destaque para o Cartoon Portugal que ocupa o oitavo lugar. Em sentido oposto encontramos ainda o Hollywood e o canal Fox. O AXN mantém-se na nona posição, seguindo-se a Sport TV+, que marca de novo presença na tabela dos canais mais vistos. Sem novidades, nos lugares cimeiros permanecem a CMTV e o canal Globo. O episódio especial de 1 de Maio de Valor da Vida revelou-se o programa que na semana 18 do ano, conquistou mais audiência: 12,0%. Segue-se o líder de domingo, com 11,1% de audiência: Quem Quer Namorar com o Agricultor?. A curta distância de audiência (11,0%) o terceiro lugar pertenceu ao Jornal das 8. A finalizar e com um empate técnico de 9,8% encontram-se o jogo da Liga Europa/Arsenal x Valência e a novela Alma e Coração. Desporto, novelas e filmes revelaram-se as preferências da programação dos Pay TV. Na liderança, com 310,3 mil telespectadores encontra-se a edição de sábado de CM Jornal 20H/Pós-match: Benfica x Portimonense. O Sétimo Guardião é a novela mais vista e ocupou o terceiro lugar e o filme do canal Hollywood San Andreas o quinto lugar. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/share-semanal-da-tvi-continua-cair/
  16. TekClub

    NOS

    Uma boa noticia o canal ZAP Viva vai estar disponível no satélite: Fonte:https://forum.nos.pt/ver-televisao-em-casa-5/canal-angolano-zap-viva-chega-a-portugal-11975/index1.html#post57521
  17. SIC mantém quota e reforça liderança em Abril com descida da TVI A análise de audiências de televisão da agência de meios Initiative, que integra o grupo IPG Mediabrands, mostra que em Abril a SIC manteve a liderança entre os canais free-to-air mais vistos. A estação de Paço de Arcos manteve o seu share em linha com o mês anterior, 21.6%, reforçando a sua liderança, uma vez que a TVI viu o seu share diminuir -0.9 pontos percentuais face a Março (19.4% vs. 20.3%). Neste mês, destaque para o conjunto dos canais Pay TV, que aumentaram o seu share para os 44% (+1.3 p.p. vs. Março). Nota também para o dia do jogo Sporting x Benfica, que permitiu à RTP1 registar um share acima da média mensal do canal (22% vs. 13.4%) e liderar no total do dia. As partidas de futebol a contar para as competições europeias destacam-se no top dos programas mais vistos em Abril, ocupando as cinco primeiras posições da tabela. A emissão do Benfica x E. Frankfurt, através da SIC, foi o programa mais visto do mês. O jogo contou com uma audiência média de 2.1 milhões de telespectadores, o que significa que, em média, 48.6% dos portugueses que estavam a ver televisão, sintonizaram-se na SIC. A partida que apurou o Sporting para a final da Taça de Portugal contra o Benfica foi o segundo programa mais visto em Abril, registando uma audiência média de dois milhões de telespectadores, a que correspondeu um share de 44.8%. Para além do futebol, de destacar também a presença das telenovelas de prime-time da TVI e SIC no top dos programas mais vistos de Abril. Valor da Vida II foi o programa da tipologia mais visto do mês, contando com uma audiência média de um milhão de telespectadores e um share de 26.9%. Seguiu-se Alma e Coração, da SIC, vista em média por mais de 907 mil telespectadores, com 22.1% de share. Entre os programas da manhã, O Programa da Cristina manteve a liderança com destaque. Em média, 420 mil portugueses assistiram ao programa de Cristina Ferreira, ao passo que 261 mil viram Você na TV! e 173 mil a Praça da Alegria. Júlia, da SIC, liderou as tardes, seguindo-se A Tarde é Sua, da TVI. Na análise dos programas em Pay TV, destaque para as novelas da Globo Salve Jorge e Terra Nostra. A primeira foi vista, em média, por 248 mil telespectadores, ao passo que Terra Nostra contou com uma audiência média de 172 mil telespectadores. De referir também o programa Golos, da CMTV, que registou uma audiência média de 168 mil telespectadores e um share de 4.9%. Menção para o canal SyFy, que aumentou as suas audiências fruto da transmissão da oitava e última temporada da série A Guerra dos Tronos. Nos dias da transmissão da série, o canal ocupou a 11ª dos mais vistos em Pay TV, contrastando com a 22ª posição no acumulado do mês. Na análise dos canais Pay TV, CMTV reforçou a primeira posição com um share mensal de 4.3%. Globo, com 3.3% de share, e Hollywood, com 2%, encerram o top três dos mais vistos em Pay TV. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/sic-mantem-quota-reforca-lideranca-abril-descida-da-tvi/
  18. Netflix introduz áudio de alta qualidade para TVs com 5.1 ou Dolby Atmos “A partir de hoje, quando ligar a sua TV para assistir ao streaming de filmes ou séries na Netflix, o som deverá ser ainda melhor“. A Netflix anunciou na última quarta-feira (1) o áudio de alta qualidade, em Dolby Atmos e em 5.1 para tirar proveito do sistema de entretenimento que já possa ter em casa. Além disso, deu a saber que a qualidade do som será ajustada automaticamente consoante a sua ligação. A empresa líder no streaming de filmes e séries deu a saber que a qualidade do som será alterada automaticamente, de acordo com a estabilidade da liga à Internet. Desse modo, a Netflix quer assegurar uma experiência coerente, do início ao fim das séries ou filmes de que estiver a desfrutar. Dolby Atmos e 5.1 canais de áudio na Netflix Ainda de acordo com a empresa, se a aplicação para a TV detetar que existe suporte para todos os 5.1 canais de áudio, o streaming será ajustado. Com efeito, passará a ser de até 640 kbps, face aos 192 kbps na eventualidade de a ligação à internet não ser ótima, ou estável. Estes foram os valores avançados oficiais declarados. De igual modo, caso a aplicação detete a presença de Dolby Atmos, a reprodução de áudio começará nos 448 kbps e pode ir até aos 768 kbps. Mais uma vez, o que determinará a taxa de reprodução de áudio neste serviço de streaming será a qualidade e estabilidade da sua ligação à internet. Para o serviço de streaming de filmes e séries, ainda existe demasiada compressão no áudio. Algo que desilude os produtores e que habitua mal os consumidores. Aliás, a empresa cita a série Stranger Things ou a The Crown como exemplos máximos de bom áudio incluído e boa banda sonora, mas mal aproveitados, até agora. O streaming de filmes e séries, agora com áudio de alta qualidade A magia da combinação entre o estímulo visual e o auditivo pode trazer o espetador mais perto da realidade retratada. É por isso que, a partir de agora, suportamos 4K, Dolby Atmos, bem como o modo Netflix Calibrated. Ainda de acordo com a empresa, tudo terá começado com a estreia da segunda temporada da Stranger Things em 2017. Aí, na abertura do episódio foi criada toda uma malha sonora envolvente, sobretudo na cena da perseguição automóvel. Infelizmente, o som que chegava aos consumidores era indefinido ou “empastado”. Pela Liberdade, Sempre. ❤️ pic.twitter.com/bRqV2yj0bt — Netflix Portugal (@NetflixPT) April 25, 2019 Fruto da compressão de áudio que grassa em tantos serviços de streaming, a Netflix quer mudar este paradigma e começa pelo seu próprio serviço. É o primeiro passo, na direção certo, rumo a uma experiência legítima, e sem perdas. Já, por outro lado, este é um ponto que pode passar despercebido às massas. Descomprimir o áudio Ainda que os valores anunciados pela Netflix sejam um bom avanço, estamos ainda longe do ideal. A saber, algumas gravações de estúdio guiam-se pelo padrão 24-bit e 48 Khz, a 1 Mbps. Desse modo, com o máximo nos 768 kbps para o streaming de filmes e séries com Dolby Atmos. No entanto, há ainda margem para melhoria. Por fim, a nota à imprensa não refere quais dispositivos serão reconhecidos automaticamente pela aplicação. A escolha de palavras frisa apenas “dispositivos de TV”. A tónica recai ainda no automatismo de todo o processo, seja para séries ou filmes, consoante a qualidade da ligação. Para o utilizador, restará “apenas”, desfrutar deste incremento de qualidade. Tudo isto de forma automática e dinâmica, ao longo da transmissão. Fonte:https://pplware.sapo.pt/multimedia-2/netflix-introduz-audio-de-alta-qualidade-para-tvs-com-5-1-ou-dolby-atmos/
  19. TekClub

    Notícias SIC

    Novos estúdios da SIC puxam resultados da Impresa para o vermelho A Impresa fechou as contas do primeiro trimestre com prejuízos na ordem dos 1,2 milhões de euros, resultado negativo que o grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão atribui ao projecto de expansão do edifício de Paço de Arcos para receber os novos estúdios da SIC. “O aumento nas depreciações para 1,8 milhões de euros, devido ao projecto de expansão do Edifício Impresa e ao investimento em tecnologia nos novos estúdios fez com que a Impresa registasse um resultado líquido negativo de 1,2 milhões de euros”, justifica o grupo, cujo relatório enviado esta quinta-feira à CMVM dá conta de uma queda de 91,5% em comparação com os prejuízos de 632 mil euros registados no exercício do período homólogo em 2018. “A mudança das instalações da SIC e o investimento em tecnologia nos novos estúdios levaram a um resultado líquido negativo da Impresa no trimestre. Essas alterações eram absolutamente decisivas para o cumprimento dos nossos objectivos estratégicos”, explica Francisco Pedro Balsemão, CEO do grupo dono da SIC e do Expresso. O responsável salienta, por outro lado, que “foram essas mudanças e o consequente aumento da competitividade da nossa grelha que permitiram que a SIC voltasse a ser líder de audiências 12 anos e meio depois”. “Essa liderança contribuiu já para um crescimento de quase 5% nas receitas totais, incluindo as publicitárias, bem como para um aumento de 18,3% no EBITDA”, destaca o CEO da Impresa, afirmando estar convicto de que “vamos melhorar os nossos resultados em 2019, aumentando não só o EBITDA como ainda os resultados líquidos, e mantendo igualmente a tónica na redução da dívida, que reduzimos em 8,7 milhões de euros neste primeiro trimestre”. Analisando as contas enviadas pelo grupo à CMVM, o EBITDA situa-se agora nos 2,3 milhões de euros, com esta performance dos primeiros três meses de 2019 a comparar com os 1,9 milhões de euros registados em igual período do último ano, o que traduz uma melhoria de 18,3%. Um desempenho financeiro assente no crescimento de 4,8% nas receitas, que subiram dos 38,9 milhões de euros para os 40,8 milhões neste primeiro trimestre, alavancado pelas subidas das receitas publicitárias, de circulação e do item Outras Receitas, onde se incluem as receitas de IVR (chamadas de valor acrescentado). Com um encaixe de 23,7 milhões de euros, o grupo viu as receitas publicitárias crescerem 3,7% face aos 38,9 milhões de euros investidos nos meios do grupo entre Janeiro e Março de 2018. Já as receitas de circulação situaram-se neste arranque do ano em 2,4 milhões de euros (+7,4%), enquanto as outras receitas subiram 41,5%, de 4,1 milhões de euros para 5,7 milhões. Em sentido contrário estiveram as receitas de subscrição de canais, fixadas em 8,9 milhões de euros, o que corresponde a uma quebra de 8,7%. Do lado dos custos operacionais, o grupo regista um aumento para os 38,5 milhões de euros (+4,1%) neste primeiro trimestre, que é apontado como “uma consequência do aumento de actividade da área dos IVR”. Separando a análise por segmento, o negócio da televisão encerra as contas do primeiro trimestre com um EBITDA de 3 milhões de euros, valor que traduz uma subida de 21,5% face aos 2,5 milhões registados no período homólogo. As receitas do segmento totalizaram 34,2 milhões de euros, um crescimento de 5,5% comparativamente aos 32,4 milhões de euros alcançados no último ano. Neste área, o principal crescimento acontece as receitas de IVR, que dispararam 98,1% dos 1,7 milhões para os 3,4 milhões de euros. As receitas publicitárias cresceram 4,3%, passando de 19,9 milhões de euros para 20,8 milhões enquanto o item Outras Receitas do segmento ficou próximo dos 1,1 milhões de euros (+7,4%). Pelo contrário, as receitas de subscrição de canais desceram 8,7%, para os 8,9 milhões de euros, quebra que o grupo diz ter ficado “a dever-se essencialmente à negociação de contratos nacionais e essencialmente ao fim de contratos internacionais”. Os custos operacionais subiram 4,2%, para os 31,1 milhões de euros, como já referido em consequência do próprio aumento das receitas de IVR. Menos positivos são os resultados do lado do segmento de publishing, que reporta um EBITDA negativo a rondar os 267,6 mil euros, uma queda na ordem dos 938,1% em comparação com o EBITDA próximo dos 32 mil euros que apresentava nos primeiros três meses de 2018. A evolução negativa fica a dever-se essencialmente à subida de 6% nos custos operacionais, que passaram dos 5,8 milhões de euros para os 6,1 milhões, já que do lado das receitas o segmento de publishing regista uma ligeira melhoria ao fixar-se nos 5,9 milhões de euros (+0,9%). Esta subida dos custos, explica o grupo, “deve-se a custos com indemnizações”. Do lado das receitas, a subida de preço de capa do Expresso foi um dos factores decisivos para um crescimento de 7,4% nas receitas de circulação, que passaram dos 2,3 milhões de euros para os 2,4 milhões. Já as receitas publicitárias estiveram praticamente em linha com o primeiro trimestre de 2018, situando-se nos 2,9 milhões de euros (-0,1%), embora o grupo destaque o crescimento de 12% nas receitas de publicidade digital, que “representam 31,6% das receitas de publicidade da área do publishing”. Em sentido descendente estiveram as receitas de produtos alternativos (-21,6%) e as outras receitas (-17,1%). “As vendas de produtos extensão de marca estão inferiores aos valores do primeiro trimestre de 2018 devido à edição 2019 do Guia Boa Cama Boa Mesa, que foi editado em Abril, quando em 2018 foi em Março”, justifica a Impresa. No que diz respeito à dívida, a Impresa encerra o primeiro trimestre com uma dívida remunerada líquida na ordem dos 176,9 milhões de euros, valor que traduz uma redução de 4,7%, ou seja, menos 8,7 milhões de euros, face à dívida que o grupo apresentava em termos homólogos. Este valor representa ainda uma diminuição de 2,3 milhões de euros relativamente à dívida de 179,2 milhões de euros com que o grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão encerrou as contas de 2018. No entanto, recorde-se, a dívida continua ligeiramente acima dos 178,4 milhões de euros com que havia sido encerrado o exercício de 2017, situação que o grupo atribuía, no último exercício, ao “ao financiamento do projecto de expansão do edifício Impresa, tendo no entanto beneficiado em parte do encaixe da alienação das revistas”. Para este ano, o plano estratégico da Impresa aponta a “melhorar os resultados, tanto no que respeita a fazer crescer receitas como numa maior e melhor eficiência operacional, com vista a aumentar o EBITDA e os resultados líquidos, mantendo-se igualmente a tónica na redução da dívida, com vista a melhorar o rácio dívida líquida/EBITDA”. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/novos-estudios-da-sic-puxam-resultados-da-impresa-vermelho/
  20. TekClub

    S+

    Canal S+ chega ao MEO MEO diversifica oferta temática de canais com lançamento do S+, um canal exclusivamente dedicado a temas da saúde. Com uma infraestrutura de vanguarda e um ecossistema de parcerias diferenciador, o MEO amplia a qualidade, a relevância e a irreverência da sua oferta temática de canais com o lançamento do S+, numa parceria com a Mediapro, grupo de televisão de referência na Europa. Centrado numa das áreas mais transversais e estruturantes em qualquer sociedade, o S+ agrega conteúdos de interesse não só para os profissionais do setor, como para o público em geral, mapeando através dos vários formatos programáticos diferentes vertentes e perspetivas de análise da saúde e do bem-estar. Recorrendo a especialistas, o S+ propõe-se partilhar conhecimento e experiências de referência no universo da saúde em Portugal, divulgar novidades da investigação científica, avanços tecnológicos sobre novos serviços e produtos úteis à medicina e aos seus beneficiários. Com sede em Lisboa e uma delegação operacional no Porto, o S+ está suportado numa equipa editorial idónea e interdisciplinar, garantindo uma representação redatorial global da área da saúde. Disponível na posição 129 da grelha MEO, com emissão em HD e 24 horas por dia, 7 dias por semana, o S+ está acessível para clientes MEO Fibra e MEO ADSL, com o MEO Total subscrito. Enquadrado na estratégia de inovação e diferenciação do MEO, o novo canal vem diversificar a oferta de TV do maior operador do país, da qual têm vindo a constar títulos de referência no setor: canais PopUp Especiais Disney; Canal Globo; os canais públicos de grande audiência e relevância em França, France 2, 3 e 5; os canais internacionais RAI; o MEO Séries; Apps interativas TV com séries completas, documentários e Reality TV, como Little Drummer Girl ou Halt and Catch Fire (AMC), Sirens (SYFY), Genious Picasso (FOX), Crimes Reais (ID); e, ainda, o Netflix em 4K. No âmbito da sua estratégia de desenvolvimento contínuo do serviço de TV, o MEO tem vindo, assim, a consolidar a sua grelha de canais, validando os atributos inequívocos do serviço com impacto direto na experiência de utilização. Fonte:https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/canal-s-chega-ao-meo
  21. TekClub

    NOS

    Canal angolano ZAP Viva chega a Portugal O ZAP Viva, canal de entretenimento angolano, vai passar a estar disponível em Portugal a partir do próximo dia 11 de Maio, integrando em exclusivo a oferta da NOS. A chegada do canal ao mercado português é assinalada com o arranque da emissão marcado pela transmissão em directo do espectáculo Team de Sonho III, que promete reunir no Campo Pequeno “alguns dos mais mediáticos artistas da nova vaga da música angolana”. “Telenovelas, séries, talk shows, programas dedicados à música, talentos, humor, moda, celebridades e reality shows” estão entre os conteúdos que compõem a grelha de programação do canal produzido pela operadora ZAP, através do qual a NOS pretende “reforçar a sua oferta de conteúdos de entretenimento internacional e promover uma maior proximidade, não só com a comunidade angolana residente em Portugal mas também com todos os portugueses que se interessam por Angola e pela sua cultura, música e desporto”. O ZAP Viva ocupará a posição 125 da grelha da operadora, com emissão em alta definição, estando disponível no pacote base para todos os clientes NOS. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/05/canal-angolano-zap-viva-chega-portugal/
  22. TekClub

    Nowo

    Esclarecimento a clientes: A partir do dia 30 de Abril de 2019 os canais Fashion TV, M6 e TVGalicia deixarão de fazer parte da grelha de TV da NOWO. Fonte:https://www.nowo.pt/tv/lista-canais/
  23. Novidades Netflix - Maio 2019 Séries Alta Mar - 24/5/2019 What/If - 24/5/2019 Tuca & Bertie - 3/5/2019 Lucifer (temporada 4) - 8/5/2019 Easy (temporada 3) - 10/5/2019 Dead to Me - 3/5/2019 The Society - 10/5/2019 The Rain (temporada 2) - 17/5/2019 Perfeito! (temporada 3) - 17/5/2019 Os Bons Amantes (temporada 2) - 24/5/2019 How to Sell Drugs Online (fast) - 31/5/2019 Aos Olhos da Justiça - 31/5/2019 The 100 (temporada 6 - Ep. semanais) - 5/5/2019 A Lista Negra (temporada 6 - Ep. semanais) - 6/5/2019 Filmes The Last Summer - 3/5/2019 Apesar de Tudo - 3/5/2019 Entre Vinho e Vinagre - 10/5/2019 See You Yesterday - 17/5/2019 Rim of the World - 24/5/2019 A Perfeição - 24/5/2019 Talvez para Sempre - 31/5/2019 O Agente da U.N.C.L.E. - 1/5/2019 A Ascensão de Júpiter - 1/5/2019 IT - 13/5/2019 Espírito do Mal - 16/5/2019 28 Dias - 1/5/2019 Clássicos: E.T. - O Extraterrestre - 9/5/2019 África Minha - 16/5/2019 Spartacus - 16/5/2019 Documentários Mulheres que Desafiaram o Congresso - 1/5/2019 Remastered: The Lion's Share - 10/5/201 Para os Mais Pequenos Equipa de Resgate: Malibu - 13/5/2019 Cupcake & Dino: Serviços Gerais (temporada 2) - 3/5/2019 Os Miúdos da Harvey Street (temporada 2) - 10/5/2019 Chip e Potato - 17/5/2019 Fonte:https://pt.ign.com/netflix/75500/news/novidades-netflix-maio-2019
  24. Novo canal S+ HD posição 129.
  25. TekClub

    Notícias Grupo RTP

    RTP estabelece protocolo de cooperação com a brasileira TV Cultura A partilha de meios e a troca de programas e conteúdos informativos são alguns dos pontos previstos pelo protocolo de cooperação assinado entre a RTP e a TV Cultura. As duas estações públicas estão têm já em marcha projectos de cooperação no âmbito deste protocolo, nomeadamente no que diz respeito à troca de programas culturais e infantis entre a RTP2 e a TV Cultura, casos dos formatos Visita Guiada e Madeira Prima, produzidos pela RTP, que terão exibição na estação brasileira. Em sentido inverso, Café Filosófico e Brasil Toca Choro, uma série musical sobre chorinho, produzidos pela TV Cultura, terão exibição na RTP2. Além desta troca de programas, o protocolo prevê que “as partes facilitarão meios (designadamente, câmaras de reportagem, estúdios e meios de edição) aquando da deslocação de jornalistas em serviço a cada um dos países ou no apoio a correspondentes de ambas as estações, sempre com o acordo das direcções editoriais respectivas e a disponibilidade de cada um”, explica a RTP em comunicado, onde se refere ainda estar prevista “a possibilidade de formação profissional; a possibilidade de troca de conhecimento e experiência; a cooperação em organizações internacionais de televisão de que sejam países membros, nomeadamente no âmbito da CPLP; e ainda a possibilidade de coprodução sobre temas de interesse mútuo”. “A TV Cultura é uma instituição de referência pública e de grande qualidade. O Brasil é obviamente um mercado muito relevante para nós; e esta parceria abre vários caminhos nas áreas de partilha de programas, disponibilizando um conjunto de meios técnicos para a informação e eventuais co-produções”, sublinha Gonçalo Reis, presidente do Conselho de Administração da RTP, antecipando a intenção de “colaborar fortemente nas áreas de documentários, música e programas infantis”. “Estou muito feliz por ter assinado este acordo com a RTP porque para nós é importantíssima esta aproximação com Portugal. Hoje a TV Cultura no Brasil tem um alcance de mais de 150 milhões de pessoas, o que permite aos brasileiros conhecer melhor a cultura de Portugal e aproximar a nossa cultura junto dos portugueses”, afirmou, por sua vez, Marcos Mendonça, presidente da estação pública brasileira. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/04/rtp-estabelece-protocolo-cooperacao-brasileira-tv-cultura/
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