Jump to content

TekClub

Membros
  • Conteúdo

    1363
  • Registado Em

  • Última Visita

Tudo publicado por TekClub

  1. TekClub

    Canais FOX

    Fox procura novos formatos de entretenimento com ajuda do CCP Encontrar novos formatos de short content de entretenimento para os canais Fox é o objectivo de um desafio lançado a jovens criativos pela Fox Creative em parceria com o Clube de Criativos de Portugal (CCP). O concurso Projecto Piloto, que decorre até aoi próximo dia 20 de Abril para jovens criativos entre 18 e 34 anos, desafia à criação de um episódio piloto para um formato short content de entretenimento, numa vertente digital ou de televisão, sendo que os conteúdos devem enquadrar-se num de três canais do grupo: Fox Comedy, 24Kitchen ou National Georaphic. O objectivo é identificar novos talentos entre guionistas, realizadores, copywriters, directores de arte, entre outros, com vista às áreas de criação/produção de conteúdos. “A procura de novos formatos para os nossos canais, marcas e parceiros, é parte integrante da nossa estratégia. Exemplo disso são não só as nossas produções próprias, mas também as nossas campanhas criativas e de marketing ou projectos desenvolvidos para clientes e parceiros, e que foram reconhecidos pelo mercado como projectos disruptivos”, começa por contextualizar Hellington Vieira, director criativo da Fox Networks. “Com o Projecto Piloto quisemos dar um novo passo nesta procura de ideias irreverentes e, ao mesmo tempo, dar visibilidade a novos talentos numa área que tem ainda muito espaço para crescer em Portugal, a área de criação de conteúdos”, explica. “Esta é uma excelente oportunidade para dar exposição às ideias que ficam guardadas, porque somos um país pequeno, porque não conhecemos ninguém ou porque não sabemos nem por onde começar”, afirma Susana Albuquerque, presidente do CCP, sublinhando que “é também uma oportunidade de nos sentarmos a criarmos uma coisa nova, porque há uma marca de televisão que está interessada em ouvir”. Os projectos serão avaliados por um júri composto por Andreia Ribeiro (vice-presidente CCP), Judite Mota (CCO VMLY&R), Miguel Varela (Garage Films), Camino Martínez (directora de programação da Fox) e Hellington Vieira (director criativo da Fox Creative). Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/03/fox-procura-novos-formatos-entretenimento-ajuda-do-ccp/
  2. TekClub

    MEO Altice

    Novos canais com gravações automáticas : Sky News FOX News NHK World Japan HD Globovisión TPA BNT4 INTER+ KBS World M6 i24 (F) France 24 (F)
  3. TekClub

    BTV

    BTV hoje esta em sinal aberto para a transmissão da gala Cosme Damião...
  4. TekClub

    Eleven Sports

    Reprise e Karma Network assumem comunicação digital da Eleven Sports A Reprise e a Karma Network, agências do grupo IPG Mediabrands, foram escolhidas pelos canais de desporto premium Eleven Sports para assegurar a gestão de redes sociais e estratégia digital. Do lado da Reprise ficará a criação de conteúdos e gestão de social media, bem como a criação de conceitos criativos para campanhas publicitárias e desenvolvimento web. A cargo da Karma Network ficará a estratégia digital analítica e marketing digital, quer ao nível da compra de meios digitais (dados, analítica e inteligência artificial) quer no que diz respeito “à optimização dos canais digitais com o objectivo de dar visibilidade à Eleven Sports e torná-la a marca de transmissão de desporto de eleição dos portugueses”. “Os primeiros meses de actividade dos perfis nacionais da Eleven Sports tanto a nível digital como nas redes sociais têm sido de grande sucesso pelo que a contratação destas duas agências visa permitir ao canal dar um novo passo no crescimento em subscrições, no engagement com os fãs do desporto e continuar a inovar”, justificam os canais de desporto em comunicado. “A Eleven Sports Portugal tem procurado inovar através do seu posicionamento de TV Data cross platform recorrendo às melhores plataformas digitais com objectivo de proporcionar experiências únicas e fazer chegar até aos fãs de desporto os melhores conteúdos. A Reprise e a Karma Network têm o ADN que procurávamos no mercado quando chegámos a Portugal e juntos vamos construir estrategicamente a melhor táctica para estar no top of mind dos verdadeiros amantes de desporto”, afirma Nuno Filipe Miranda, director de marketing e comunicação da Eleven Sports Portugal. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/03/reprise-karma-network-assumem-comunicacao-digital-da-eleven-sports/
  5. TekClub

    Notícias Grupo RTP

    Acordo entre RTP e FPF termina A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) decidiu esta semana desobrigar a RTP do memorando de entendimento assinado a 9 de Janeiro. O M&P sabe que a FPF, que está a preparar o lançamento do canal 11, considera que o espírito e os objectivos do memorando não têm sido compreendidos pelo que decidiu cessar o seus efeitos. “A FPF tem enorme respeito pela RTP e por todos os seus trabalhadores. A FPF continuará a estar disponível para analisar as oportunidades de cooperação com a RTP caso a caso, como sempre sucedeu, nomeadamente as que permitam desenvolver o futebol e permitir o acesso dos portugueses, aos que vivem lá fora e na diáspora, aos jogos das selecções nacionais”, justificou ao M&P fonte oficial da FPF. O memorando vinha a ser contestado pela Comissão de Trabalhadores da RTP junto do conselho de administração da estação pública e do Ministério da Cultura. O documento previa a criação e promoção de conteúdos, a partilha de direitos, de meios e de recursos, assim como o acesso recíproco a arquivos e a cedência de colaboradores, por mútuo acordo, para projectos específicos. O acordo permitia ainda que a FPF pudesse aceder ao centro da RTP no Monte da Virgem. A estação pública teria prioridade na escolha de competições da FPF, e podia transmitir jogos ou programas do canal 11 na RTP África e Internacional. A Comissão de Trabalhadores da RTP chegou a pedir esclarecimentos sobre licença sem vencimento de Carlos Daniel, que está a colaborar com o canal 11, mas a decisão de fazer uma pausa na estação pública é anterior à assinatura do memorando. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/03/acordo-rtp-fpf-suspenso/
  6. TVI está a analisar concurso para o canal de informação da TDT O diretor de informação da TVI diz que a estação está a estudar o concurso para o canal de informação da TDT, e afasta a hipótese de um canal desportivo. O diretor de informação da TVI, Sérgio Figueiredo, disse em entrevista à Lusa que está a analisar o concurso para a atribuição de uma licença para um canal de informação na plataforma de televisão digital terrestre (TDT). “Estamos a analisar o processo”, afirmou Sérgio Figueiredo, quando questionado sobre o tema, adiantando que aguarda o regulamento e o caderno de encargos. “Evidentemente, tendo a TVI um canal especializado em informação [TVI 24] e estando esse tipo de canais em aberto para um concurso, seremos candidatos naturais a olhar para isso”, acrescentou. Relativamente a um canal desportivo, Sérgio Figueiredo afastou o cenário, considerando que o mercado tem bastante concorrência e apontado que o lançamento de um canal por parte da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) distorce o mercado. “Temos uma componente de informação de desporto muito importante dentro da TVI 24 que não abdicamos, mas temos que nos adaptar às circunstâncias, porque tem sido precisamente aí que tem aumentado a concorrência e a oferta no cabo”, a qual “vai continuar pelos vistos” porque a FPF “também decidiu tornar-se um operador de televisão em Portugal”, apontou o diretor de informação. Questionado sobre há mercado na área da informação desportiva para todos, Sérgio Figueiredo foi perentório: “Há mercado para os que sobreviverem”. No caso da FPF, “estamos a falar de um canal que não depende deste mercado e que, de certa forma, vicia as regras do jogo, porque nós vivemos daquilo que produzimos, não temos jogadores de futebol, equipas de futebol que geram receitas para nos financiar”, apontou. Sobre se a Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) deveria ter alguma intervenção nesta área, afirmou: “Não tenho a pretensão de ser regulador, já dá muito trabalho ser regulado”. Questionado sobre se a TVI foi afetada pela não concretização da compra da Media Capital pela Altice, Sérgio Figueiredo garantiu que não, nem mesmo durante o período de impasse, de praticamente um ano. “Ninguém pode sofrer de ressaca de uma bebida que não tomou, estamos concentrados na operação [da televisão], essa é uma questão de acionistas que não interferiu minimamente no dia a dia“, sublinhou, salientando que, quanto às recentes notícias que dão conta de novos interessados na dona da estação, Sérgio Figueiredo afirmou: “Não vamos morrer de véspera”. Isto porque “a história de uma possível compra da TVI não nasceu com a Altice, não foi isso que desviou a TVI da liderança e do seu trabalho”, defendeu. Sobre a guerra das audiências, Sérgio Figueiredo partilha a posição do diretor-geral de antena e de programas do canal, Bruno Santos, de que a TVI vai continuar a liderar. “Acho que não há no mundo lideranças eternas, tal como não deve haver no mundo lideranças consecutivas de 150 meses sempre a ganhar”, no entanto, “uma coisa eu garanto, esta empresa perde um mês, mas não tem ADN para perder muitos meses consecutivos“, garantiu. A resignação, disse, não é característica da TVI. Arrojada, agitadora de águas, inovadora e inconformista, é assim que os dois diretores descrevem o canal de Queluz. “Esta empresa não é de baixar os braços”, os novos momentos “são muito desafiantes” e a TVI não está, nem quer estar, preparada “para a ideia do segundo lugar”, salientou. Acerca das queixas que têm sido enviadas à ERC sobre programas de informação da TVI, nomeadamente o “Ana Leal”, Sérgio Figueiredo considerou que tal acontece pelo “agitar de águas” e pelas questões que o mesmo coloca, tal como o “Alexandra Borges”, ambos de investigação jornalística. “O jornalismo sossegadinho e o jornalismo que não questiona, nem faz o seu trabalho, esse é garantido que não sofre pressões nem queixas em lado nenhum, é evidente que, quando cumprimos com o nosso papel, que passa por questionar, denunciar as coisas que estão mal na sociedade”, surgem queixas, considerou. “É normal que as pessoas se questionem e incomodem, o fundamental para a sociedade portuguesa é perceber, já agora, que não fazemos isto com uma agenda por trás”, salientou o responsável. “A direção de informação não tem uma agenda e, se a tem, é o país”, apontou. “É dar a voz das pessoas de Pedrógão”, que não só o presidente da Câmara, acrescentou, salientando que neste caso, em que as três televisões generalistas se juntaram para mobilizar os portugueses para ajudar as vítimas dos incêndios, é preciso “seguir o rasto do dinheiro”. “Há circunstâncias que, no mínimo, têm de ser esclarecidas, e temos obrigação de as questionar e de as colocar na discussão política. Não temos a pretensão de nos substituir, nem aos tribunais, nem ao poder legislativo, nem a quem tem a capacidade de tornar o processo consequente”. No entanto, “o jornalismo tem de fazer o seu trabalho”, disse, apontando, por exemplo, o caso da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), em que “têm sido levantadas uma série de questões mal explicadas” e também “muito deficientemente investigadas”. E esse “inconformismo” perante questões mal explicadas faz com que a TVI aposte na investigação, até encontrar as respostas. Sobre a decisão do Tribunal Central Administrativo Sul que considerou “improcedente” o recurso da ERC contra a decisão de que o regulador dos media tinha de obrigar a TVI a transmitir direitos de resposta da IURD, o diretor de informação disse que a estação é “uma plateia muito interessada” no tema, mas não está no seu domínio. “Isso é um diálogo entre a entidade reguladora e os tribunais”, afirmou. Em ano de três eleições – uma delas regional -, Sérgio Figueiredo aponta que a TVI tem “um leque de opiniões rico”, o que é um ativo importante, já que vai ser um período “rico em política”. “Partimos para isso com uma opinião sólida e um painel forte, mas também temos tido essa capacidade de criar formas e abordagens diferentes de colocar os políticos e candidatos em confronto com as suas promessas”, disse. As televisões, acrescentou Sérgio Figueiredo, “têm um grande papel na função de intermediação entre eleitores e sistema partidário”. Sem divulgar detalhes, Sérgio Figueiredo adiantou que a TVI vai ter “novos formatos” que serão revelados em breve e um deles é no desporto, vai ser uma pedrada no charco”. Ainda no espaço informativo, a TVI está concentrada agora no “Jornal da Uma”, onde “vão surgir bastantes novidades”, acrescentou. Questionado sobre se televisão linear continua viva, comentou que “as notícias sobre a morte das televisões generalistas foram um pouco precipitadas“, e o reflexo está “neste novo despertar do nosso concorrente principal”, o que revela que as pessoas estão a ver as televisões generalistas. Fonte:https://eco.sapo.pt/2019/03/17/tvi-esta-a-analisar-concurso-para-o-canal-de-informacao-da-tdt/
  7. TekClub

    NOS

    Alterações na grelha a partir de amanha: Porto Canal HD posição 36, Eleven Sports 1 posição 37, Eleven Sports 2 posição 38 e Eleven Sports 3 posição 39. E vai ser adicionado a Eleven Sports 3 na NosTV...
  8. TekClub

    CM TV

    Lucros da Cofina sobem 31,3% e chegam aos 6,7 milhões de euros O resultado líquido da Cofina atingiu os 6,7 milhões de euros em 2018, valor que traduz um crescimento de 31,3% dos lucros do grupo dono do Correio da Manhã face aos 5,1 milhões alcançados em 2017. Fechadas as contas do último ano, o resultado positivo é conseguido apesar de uma quebra de 0,5% nas receitas operacionais, sendo explicado sobretudo pela redução dos custos operacionais e pelo facto de os números de 2018 serem comparados com um ano de 2017 em que o grupo havia registado custos de reestruturação na ordem dos 2,4 milhões de euros. Ainda que com menos expressão comparativamente aos custos de reestruturação, o registo de perdas de imparidade no valor de 800 mil euros acabou, contudo, por puxar para baixo os resultados do último ano. “Em Setembro de 2017, a revista mensal de moda Vogue deixou de incorporar o portfólio da Cofina, o que afecta a comparabilidade com o exercício de 2018”, recorda o grupo no comunicado enviado à CMVM, onde explica que “em 2018, a Cofina registou uma perda de imparidade de 0,8 milhões de euros referente ao goodwill associado ao portfólio de revistas detidas pelo grupo”. Com base nestes valores, a performance financeira do grupo em 2018 apresenta-se positiva, com o EBITDA consolidado, excluindo as perdas de imparidade, a fixar-se nos 14,9 milhões de euros, o que representa uma melhoria de 12,2% comparativamente aos 13,3 milhões de euros registados em 2017, valor onde estão excluídos os custos de reestruturação. Caso fossem considerados quer as perdas de imparidade em 2018 quer os custos de reestruturação em 2017, o crescimento do EBITDA seria de 30,2%, passando dos 10,9 milhões de euros para os 14,1 milhões de euros. Além destes ajustes, o resultado líquido apresentado pela Cofina é consolidado após considerado o impacto de 454 mil euros das operações descontinuadas em 2018. “Os resultados das operações descontinuadas em 2018 referem-se ao impacto da alienação da operação que o grupo Cofina detinha no Brasil, através da subsidiária AdCommedia e da associada Destak Brasil”, esclarece o grupo no comunicado enviado à CMVM, informando que esses “investimentos foram alienados no final de 2018” pelo que “a demonstração dos resultados do exercício de 2017 foi re-expressa de modo a segregar numa linha autónoma os resultados atribuíveis àquelas unidades em descontinuação”. Analisando as receitas operacionais, fixadas em 89,3 milhões de euros (ligeiramente abaixo dos 89,7 milhões de euros obtidos em 2017), a Cofina regista perdas tanto nas receitas de circulação como nas publicitárias. Nas primeiras, a quebra foi mais expressiva, com os 43,1 milhões de euros alcançados a representarem uma descida de 6,1% face aos 45,8 milhões de euros registados no ano anterior. Ao nível das receitas publicitárias, entre os meses de Janeiro e Dezembro de 2018 o grupo encaixou 28,1 milhões de euros, valor que traduz um recuo de 5,3% já que compara com 29,7 milhões de euros no período homólogo em 2017. A quebra nas receitas totais foi, ainda assim, amenizada por um crescimento na ordem dos 27,6% nas receitas de produtos de marketing alternativo e outros, onde estão incluídas as receitas correspondentes à presença do canal CMTV nas plataformas de cabo, que passaram dos 14,2 milhões de euros para os 18,1 milhões. Do lado dos custos operacionais, o grupo regista um corte de 2,7%, reduzindo dos 76,4 milhões de euros em 2017 para os 74,4 milhões de euros no último ano. Separando a análise por segmento, a área de televisão regista uma evolução positiva das receitas, ao contrário do segmento de imprensa. No negócio de televisão, onde a Cofina detém a CMTV, as receitas operacionais fixaram-se nos 12,4 milhões de euros, disparando 42,9% em comparação com os 8,7 milhões de euros reportados pelo grupo em 2017. Para isso contribuíram crescimentos de 45,4% nas receitas publicitárias (de 2,8 milhões para 4,1 milhões de euros) e de 41,7% nas receitas de produtos de marketing alternativo e outros (de 5,9 milhões para 8,3 milhões de euros). Do lado dos custos, regista-se igulamente um aumento significativo: passaram dos 7,8 milhões de euros em 2017 para os 9,3 milhões de euros, um incremento de 19,4%. O EBITDA do segmento de televisão fica assim nos 3,1 milhões de euros, uma melhoria de 258,2% face aos 852 mil euros apresentados no relatório e contas da Cofina em 2017. Já no segmento de imprensa, o EBITDA regista um recuo de 4,6%, descendo dos 12,5 milhões de euros para os 11,9 milhões. Resultado que fica a dever-se a uma quebra de 5,1% nas receitas operacionais, que passaram dos 81,1 milhões de euros para os 76,9 milhões de euros em 2018. Neste segmento, o maior impacto em termos percentuais vem das receitas publicitárias, que recuam 10,5% (de 26,9 milhões de euros para 24 milhões de euros), com quebra semelhante em termos absolutos do lado das receitas de circulação, que descem dos 45,8 milhões de euros para os 43,1 milhões (-6,1%). No total, são cerca de 5,8 milhões de euros a menos, que não foram compensados pela subida de 17,8% nas receitas de produtos de marketing alternativo e outros, de 8,3 milhões para 9,8 milhões de euros, e pela redução de 5,2% nos custos operacionais do segmento, que passaram dos 68,6 milhões de euros para os 65,1 milhões. Encerradas as contas de 2018, a dívida nominal líquida da Cofina situa-se agora nos 39,7 milhões de euros, valor que representa uma diminuição da dívida em 9,9 milhões de euros relativamente ao endividamento na ordem dos 49,6 milhões de euros reportado pelo grupo no fecho de contas de 2017. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/03/lucros-da-cofina-sobem-313-chegam-aos-67-milhoes-euros/
  9. Disney-Fox: fusão dos gigantes de Hollywood já tem data marcada A Disney anunciou quando será finalizado o acordo de fusão com a Fox. 20 de março é a data anunciada para se tornar efetiva a fusão histórica entre a Disney e a Fox. A união entre os dois estúdios gigantes de Hollywood deverá tornar-se oficial à 00h02 (fuso horário de Nova Iorque). Num comunicado oficial, a Disney revelou estes prazos já que o acordo foi aprovado pela entidade reguladora do México, a última que faltava após a do Brasil ter chegado no final de fevereiro. Agora, os acionistas da 21st Century Fox têm até à próxima quinta-feira para escolher a quantidade de dinheiro e ações da Disney que querem receber no âmbito da fusão de 71,3 mil milhões de dólares [60,6 mil milhões de euros]. Segundo o acordo, os acionistas da 21st Century Fox vão receber 38 dólares por ação, em dinheiro ou ações da "Nova Disney", ficando no final da operação financeira com 17% a 20% dessa "holding" que vai juntar a Disney e a Fox. Entre outros ativos, a "Nova Disney" ficará com o estúdio de cinema 20th Century Fox, atualmente o terceiro maior de Hollywood, bem como o estúdio que produz as séries de TV e o vasto catálogo de títulos de ambos, canais por cabo como a FX e a National Geographic, bem como 30% da plataforma "Hulu". A Marvel, detida pela Disney, voltará por exemplo a tomar posse dos direitos da saga "X-Men". Segundo as projeções, além da redução da produção de filmes da Fox, mais de quatro mil empregos serão perdidos na eliminação das estruturas e recursos que agora existem em duplicado. A 19 de março nascerá a Fox Corporation, a nova entidade que juntará os ativos que a Disney não irá comprar ao magnata Rupert Murdoch, como o canal nacional Fox e as suas 28 estações, além dos canais por cabo Fox Sports e o controverso Fox News, bem como jornais de influência como o Wall Street Journal, New York Post, Times of London, além de vários títulos na Austrália. A fusão vai abanar o mundo do entretenimento e dos media no importantíssimo controlo de conteúdos e distribuição, num momento em que vários estúdios se preparam para uma competição intensa no "streaming". Fonte:https://mag.sapo.pt/cinema/atualidade-cinema/artigos/disney-fox-fusao-dos-gigantes-de-hollywood-ja-tem-data-marcada
  10. TekClub

    Eleven Sports

    Kiss activa Fórmula 1 na Eleven Sports (com vídeo) Uma equipa de mecânicos Eleven Sports a surpreender os condutores nos semáforos das ruas de Lisboa foi a forma encontrada pela Kiss para assinalar o início das transmissões de Fórmula 1 no canal de desporto premium. A agência foi responsável pelo conceito criativo da activação, que agora será transformada numa campanha presente em televisão e no canal de YouTube da Eleven Sports com um filme produzido pela Alibi Filmes. Com o claim “Se ainda não tem F1, o melhor é ir às boxes”, o objectivo é chamar a atenção dos clientes das operadoras NOS, Meo, Vodafone e Nowo para a possibilidade de subscrever os canais através da box numa altura em que já aquecem os motores para a temporada de 2019 da Fórmula 1, cujo primeiro Grande Prémio arranca no próximo dia 17 de Março. A Eleven Sports detém os direitos de transmissão em Portugal não só da F1 mas também das competições de F2, F3 e Porsche Cup. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/03/kiss-activa-formula-1-na-eleven-sports-video/
  11. TekClub

    HBO

    Saiu hoje a app para as smart tvs da samsung...
  12. Presidente da NOS diz que concorrer à licença da TDT é "algo muito remoto" O presidente da NOS afirmou hoje que será "algo muito remoto" a operadora de telecomunicações concorrer à licença de televisão digital terrestre (TDT), cujo contrato de concessão da Meo termina em 2023. Questionado sobre o interesse da TDT, na conferência de imprensa de apresentação de resultados da NOS, Miguel Almeida afirmou que esse é um processo que a operadora de telecomunicações ainda não avaliou. A Meo tem a licença da TDT e, na sequência do corte de 15% do preço cobrado aos canais que transmitem naquela plataforma gratuita, imposta pelo regulador Anacom, a Altice Portugal disse que não pretende concorrer à renovação da licença, cuja concessão termina em 2023. "Não posso dar uma resposta definitiva", disse Miguel Almeida, adiantando que a NOS admite olhar para o processo, mas há uma "probabilidade baixa" de concorrer. É "algo muito remoto", acrescentou Miguel Almeida, cujo mandato enquanto presidente executivo da NOS terminou no final de dezembro último. Sobre se está disponível para continuar a liderar a operadora que resultou da fusão da Optimus com a Zon, Miguel Almeida disse que é "um privilégio" servir a empresa. Relativamente ao serviço universal, o presidente executivo da NOS recordou que há muito que a operadora defende não fazer sentido o serviço universal. Aliás, Miguel Almeida mantém essa posição quer em relação à rede fixa, quer "eventualmente [ao serviço] de banda larga fixa". Ora, "se o de rede fixa não faz sentido, o de banda larga também não", disse. O serviço universal de rede fixa, cuja concessão está com a NOS, termina em maio próximo. "Vamos cumprir escrupulosamente o contrato", quanto ao futuro, tal compete ao Estado português, acrescentou. Se houver concurso, a NOS irá analisar como no passado, acrescentou. No ano passado, a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) propôs ao Estado o fim do serviço universal fixo. Miguel Almeida disse ainda que o investimento da NOS está concentrado em Portugal. Questionado sobre a eventualidade de antecipar verbas ao Sporting, tendo em conta que a NOS é o patrocinador principal do clube, o gestor afastou essa possibilidade. "Não temos qualquer plano, não estamos a equacionar tão pouco antecipar verbas, os pagamentos serão nos momentos que estão previstos contratualmente", rematou. Fonte:https://www.sapo.pt/noticias/econom...-concorrer-a-licenca_5c8274e517d82805c24547e5
  13. SIC volta a liderar audiências do mês após 12 anos a ver TVI na frente Mediabrands, mostra que em Fevereiro a SIC alcançou a liderança entre os canais generalistas mais vistos. A estação de Paço de Arcos registou um share de 20.9% (+0.2 p.p. versus Janeiro), atingindo o melhor resultado dos últimos anos e ultrapassando a concorrente TVI, que perdeu -0.5 p.p. de share comparativamente a Janeiro. A SIC liderou em termos de audiências durante 17 dias do mês, enquanto a TVI liderou em 10 e a RTP1 num dia. Os canais Pay TV também revelaram um crescimento de share versus Janeiro (+0.4 p.p.). Na análise das audiências em função do tempo médio despendido a ver televisão, verificou-se uma diminuição comparativamente a Janeiro (Total TV com 3h14 contrastando com os 3h19 de Janeiro), com os canais FTA a superar os Pay TV (3h29 vs. 2h59). Em Fevereiro os jogos de futebol estiveram em destaque no top de programas mais vistos, ocupando as quatro primeiras posições da tabela. O jogo da primeira mão das meias finais da Taça de Portugal, entre os rivais Benfica e Sporting, transmitido pela RTP1, foi o programa mais visto em Fevereiro, atingindo uma audiência média de 2.2 milhões de telespectadores, a que correspondeu um share de 44%. Seguiu-se a partida da Liga dos Campeões entre Roma e Porto, emitida pela TVI, com uma audiência média de 2.1 milhões de telespectadores e 45% de share. A completar o Top 3 de programas mais vistos ficou a partida a contar para a Liga Europa transmitida pela SIC, disputada entre Benfica e Galatasaray – em média 1.8 milhões de portugueses assistiram ao empate sem golos. Já a Final do programa de domingo à noite da TVI Dança com as Estrelas foi o quinto mais visto do mês, atingindo uma audiência média de 1.2 milhões de telespectadores, a que correspondeu um share de 33.3%. SIC e TVI contaram com 8 programas cada no Top 20, enquanto a RTP1 registou quatro, com destaque para o programa Preço Certo que manteve uma audiência estável ao longo dos últimos meses. De realçar a estreia de Olhó Baião!, o novo programa das manhãs de fim de semana da SIC que, no seu dia de estreia, foi o 20.º programa mais visto, registando uma audiência média de 339 mil telespectadores. Na análise dos canais Pay TV, CMTV reforçou a primeira posição com um share mensal de 4.5%, mais do dobro comparando canais como SIC Notícias ou TVI24. Destaque ainda para o canal Globo que consolidou a segunda posição no ranking de canais mais vistos, e para a Fox, que atingiu os melhores resultados do ano no dia em que transmitiu a entrega dos Óscares da Academia. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/03/sic-volta-liderar-audiencias-do-mes-apos-12-anos-ver-tvi-na-frente/
  14. TekClub

    Notícias TVI

    Prisa acelera venda da TVI Grupo espanhol anunciou esta semana compra de mais 25% da Santillana, por 315,5 milhões. A venda da Media Capital - por valor muito próximo - pode ser o próximo passo. A Prisa anunciou esta semana a compra de 25% da editora Santillana, numa operação que levou o grupo espanhol a acelerar o negócio de venda da Media Capital, detentora da TVI. Há cerca de um mês, a TV Record (da IURD) e a Cofina (detentora do Correio da Manhã e da CMTV) negaram interesse na aquisição da estação de televisão de Queluz, mas o SOL sabe que o grupo espanhol está em fase de conclusão de um acordo de princípios com um grupo de investidores com ligações aos media em Portugal e no Brasil. O negócio, curiosamente, ascenderá a valores muito próximos do novo investimento que a Prisa fará na Santillana (sendo este de 315 milhões de euros). Recorde-se que, depois de ter adquirido a Media Capital em 2005, o grupo espanhol chegou a ter um acordo fechado com a Altice para a venda da dona da TVI por cerca de 440 milhões de euros, mas o negócio acabou por esbarrar na demora das autorizações necessárias da Concorrência e de outras entidades reguladoras. A compra da Santillana A verdade é que a situação do grupo espanhol tem estado a mudar. O grupo anunciou esta semana que fez um acordo para adquirir mais 25% do grupo editorial Santillana por 315,5 milhões. Tendo em conta que a Santillana é líder em Espanha e na América Latina, o objectivo da Prisa é reforçar nesse segmento, que faturou em 2018 um total de 600 milhões de euros. No entanto, e mesmo tendo em conta a atual situação financeira da Prisa, esta operação não obriga à venda de ativos. Ao SOL, Eduardo Silva, da XTB, explica que, «neste caso, optaram por novo aumento de capital com direito de aquisição preferente, ou seja, todos os acionistas poderão participar e 40% já estão assegurados. O grupo vai ainda usar dinheiro em caixa, que ainda tinha do último aumento de capital feito há um ano, de 565 milhões de euros, evitando assim ter de vender para pagar esta operação». Porém, a venda de ativos é um cenário em cima da mesa, nomeadamente para abater o gigantesco passivo - e a dona da TVI é obviamente um dos principais atrativos, porque continua a apresentar resultados positivos. No ano passado, lucrou 21,6 milhões de euros, o que representou um aumento de 9% face a 2017. Aquisição ambiciosa Para Eduardo Silva, a aquisição que foi anunciada pelo grupo há três dias é «ambiciosa e é vista com bons olhos pela Amber Capital, dona de 27% da Prisa, e pelo Santander, que mantém 4,1%, assim como pela Telefónica, que detém 9,4%. O grupo está em fase de expansão e os acionistas, ao apoiar a operação, mostram que procuram exatamente este nível de ambição». No entanto, não esconde que existem diversas formas de olhar para a questão da possível venda de ativos, nomeadamente, a Media Capital. «A dona da TVI é um dos ativos mais apetecíveis do grupo espanhol». Na opinião do analista, a operação anunciada esta semana pode mostrar «exatamente essa preocupação». 2017: credores fazem pressão Recorde-se que, no verão de 2017, o El Confidencial avançava que a estratégia de salvação do grupo espanhol teria de passar pela venda da Media Capital. A alienação da dona da TVI era então avaliada em cerca de 450 milhões de euros. De acordo com a publicação, os bancos HSBC e BNP Paribas, credores da Prisa, tinha contratado a instituição Houlihan Lokey: especialista em processos de resgate de empresas em situações de insolvência. A publicação espanhola insistia que a solução para livrar a Prisa de uma situação grave de incumprimento estava no país ao lado: Portugal. «A solução para garantir a viabilidade da Prisa passa pela venda da Media Capital, a sua filial portuguesa de televisão, e pela realização de um aumento de capital», escrevia o El Confidencial. Com a venda, o grupo Prisa «poderia obter entre 400 e 450 milhões de euros, o que lhe permitiria a reduzir a dívida para entre mil e 1100 milhões de euros». No entanto, é de notar que, nesta altura, a posição da Prisa era especialmente complicada: A suspensão da venda do grupo Santillana deixava a administração, que tinha de resolver o problema da dívida, numa situação frágil perante os credores. De acordo com as notícias avançadas em Espanha esta semana, o grupo perdeu, em 2018, 269,3 milhões de euros, mais do dobro do ano anterior: 102,6 milhões. O SOL tentou, sem sucesso, contactar a Media Capital e a Prisa. Fonte:https://sol.sapo.pt/artigo/648661
  15. TekClub

    Notícias SIC

    Impresa regressa aos lucros e fecha 2018 com resultado positivo de 3,1 milhões Com lucros na ordem dos 3,1 milhões de euros, a Impresa fecha as contas de 2018 de regresso aos resultados positivos depois de em 2017, devido às perdas de imparidade registadas na sequência da alienação do portfólio de revistas, ter apresentado prejuízos de 21,7 milhões de euros. Os lucros agora alcançados pelo grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão são destacados como “o melhor resultado líquido da Impresa desde 2015”, ano em que o grupo dono da SIC e do Expresso havia alcançado lucros na ordem dos 4 milhões de euros. Nas palavras de Francisco Pedro Balsemão, “2018 foi um ano decisivo para a Impresa: com a venda do nosso portfólio de revistas, recentrámos o nosso negócio, focando-o no audiovisual e no digital e em duas marcas fortíssimas, o Expresso e a SIC”. “Estamos a cumprir o nosso plano estratégico e apresentámos o melhor resultado dos últimos três anos”, sublinha o CEO da Impresa. Apesar de o registo de imparidades enviesar a comparação do resultado líquido do grupo entre 2017 e 2018, a evolução do EBITDA confirma a melhoria de resultados do grupo já que, entre Janeiro e Dezembro de 2018, este indicador atingiu os 18,1 milhões de euros, valor que representa um crescimento de 21% quando comparado com os números das contas pró-forma no período homólogo em 2017, cujo EBITDA ajustado seria próximo dos 15 milhões de euros. Os resultados de 2018, o primeiro ano completo desde que foram alienadas as publicações do Impresa Publishing, voltam a ser comparados até ao EBITDA com as contas pro-forma do período homólogo, que “foram preparadas expurgando os rendimentos e gastos que se estima serem imputáveis ao portfólio de revistas alienado em 2018 e considerando impacto da IFRS 15 e da IFRS 9, como se tivessem sido aplicadas em 2017”, indica a Impresa no relatório enviado esta quinta-feira à tarde à CMVM. Segundo o relatório, a Impresa registou em 2018 receitas consolidadas na ordem dos 172,2 milhões de euros, números que, com base nesta comparação com as contas pro-forma, traduzem um recuo de 2,2% nas receitas do grupo, que no ano anterior teriam sido de 176,1 milhões de euros. Isto apesar de um ligeiro sinal positivo nas receitas de publicidade, que cresceram 0,3% para os 111,9 milhões de euros, aumento insuficiente para compensar as quebras nas receitas de subscrição de canais (-6,2%), nas receitas de circulação (-2,9%) e no item outras receitas (-9,9%). Os quase 4 milhões de euros encaixados a menos ao nível das receitas acabariam por ser equilibrados no resultado líquido graças a uma diminuição de 4,4% do lado dos custos operacionais, que desceram dos 161,1 milhões de euros em 2017 para os 154,1 milhões de euros no último ano. Analisando os resultados por segmento, a área de televisão encerra as contas de 2018 com um EBITDA de 20 milhões de euros, o que constitui uma evolução positiva na casa dos 11,7% comparativamente ao EBITDA de 17,9 milhões de euros indicados para o período de Janeiro a Dezembro de 2017 pelo grupo que detém a agora estação de Paço de Arcos, calculado de acordo com as contas pró-forma. Este crescimento do EBITDA é alcançado apesar de uma quebra de 3,3% nas receitas totais do segmento e justifica-se pelo corte a rondar os 7 milhões de euros nos custos operacionais da área da televisão, que terão passado dos 132,3 milhões de euros estimados para cerca de 125,3 milhões de euros, uma redução na ordem dos 5,3%. No segmento de televisão, com a excepção do item Outras Receitas (+4,5% para 4,5 milhões de euros), o grupo regista descidas em todos os indicadores. A maior quebra encontra-se nas receitas multimédia, com um recuo de 23% para os 6,5 milhões de euros, que comparam com 8,4 milhões de euros registados em 2017. Seguem-se as receitas de subscrição de canais, que descem 6,2% para os 36,9 milhões de euros. Já as receitas publicitárias do segmento de televisão, fixadas nos 97,4 milhões de euros, traduzem uma descida de 0,7% face aos 98,2 milhões de euros captados durante o ano de 2017. Já do lado do segmento de publishing, o grupo viu as receitas crescerem 2,6%, passando dos 23,7 milhões de euros estimados nas contas pro-forma para 2017 para os 24,3 milhões de euros no em 2018. O maior contributo para esta subida vem das receitas publicitárias, que registam um crescimento de 10,1% ao subir dos 13,1 milhões de euros para os 14,5 milhões. Uma subida capaz de compensar a descida de 2,9% nas receitas de circulação (9,3 milhões de euros) e a queda de 47,1% no item Outras Receitas. Recorde-se que o segmento de publishing, na sequência da alienação das suas 12 publicações, além do Expresso e da Blitz (que passou a ser um título exclusivamente digital) passou a contabilizar também a gestão comercial de propriedades digitais não detidas pela Impresa, como os sites Notícias ao Minuto e Zero Zero, bem como a gestão comercial do LinkedIn em Portugal e do MSN. Também a área Novas Soluções de Media, onde se inclui o customer publishing, bem como o guia Boa Cama Boa Mesa, cujos resultados eram até imputados na área da InfoPortugal, passaram a estar sob a esfera do segmento de publishing. Do lado dos custos, o grupo regista neste segmento uma redução de 2,9%, tendo passado dos 23,8 milhões de euros em 2017 para os 23,1 milhões de euros no último ano. Com estes resultados, o segmento de publishing encerrou as contas de 2018 em terreno positivo, com um EBITDA de 1,2 milhões de euros, uma melhoria significativa se comparado com o EBITDA estimado de 105 mil euros negativos, de acordo com as contas pro-forma apresentadas pela Impresa à CMVM. No que diz respeito à dívida, a Impresa chegou ao final de 2018 com uma dívida remunerada líquida na ordem dos 179,2 milhões de euros, valor que corresponde a uma ligeira subida de 0,4% em termos homólogos depois de em 2017 ter encerrado as contas com uma dívida de 178,4 milhões de euros, situação que, justifica o grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão, fica “a dever-se ao financiamento do projecto de expansão do edifício Impresa, tendo no entanto beneficiado em parte do encaixe da alienação das revistas”. Recorde-se que, no passado mês de Junho, o grupo que detém a SIC e o Expresso levou a cabo uma operação de financiamento suportada no Edifício Impresa, em Paço de Arcos, alienado ao Novo Banco numa operação de lease-back. O edifício, que passou já este ano a albergar todos os meios detidos pelo grupo com a transferência dos estúdios da estação de televisão de Carnaxide para Paço de Arcos, “foi tomado em locação financeira pela Impresa, por um período de 10 anos”, sendo que “o montante envolvido na operação foi de 24,2 milhões de euros”. “2019 tem sido para nós um ano de renovação”, salienta o CEO do grupo, para quem “a mudança da SIC para o edifício Impresa, onde o Expresso já funcionava, a inauguração dos novos estúdios, o crescimento notável da SIC nas audiências televisivas e a afirmação da liderança do Expresso confirmam a importância do caminho traçado”. “As poupanças originadas com a mudança e o aumento de competitividade da grelha da SIC permitirão ao grupo Impresa aumentar em 2019 a sua rentabilidade e prosseguir com a redução da dívida”, assegura Francisco Pedro Balsemão. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/02/impresa-regressa-aos-lucros-fecha-2018-resultado-positivo-31-milhoes/
  16. TekClub

    TVI Ficção

    penso que sim foi por essa hora as mexidas...
  17. TekClub

    TVI Ficção

    Pelo que li noutro fórum hoje o canal anda em testes como novo DOG para adicionarem o nome dos programas por baixo dele, alguém confirma isso?
  18. É agora as 18:30 a apresentação da Novela na CMTV...
  19. Audiências da semana: SIC vence TVI e Fox sobe ao terceiro lugar O consumo televisivo da semana 8 do ano foi o mais baixo de 2019, situando-se nas 4h48m por indivíduo/dia. No share de audiência, a quota do Cabo diminuiu para os 36,4%. Também a TVI sofreu um decréscimo de share, na semana do seu 26º aniversário, tendo a sua quota de audiência ficado pelos 18,4%. Já a SIC subiu para os 18,9% de share, voltando assim a conquistar a liderança dos FTA. A RTP1 repetiu os 11,9% de share da semana anterior. No ranking dos canais Pay TV, a novidade da semana vai para a subida ao terceiro lugar do canal Fox, que atinge o máximo de audiência do ano: 37,6 mil telespectadores/diários. A aposta na exibição dos filmes Velocidade Furiosa 5 e 6, quer no sábado, quer no domingo, e ainda de Mercenários 2 no serão de domingo revelaram-se factores decisivos na construção desta performance. No topo da tabela mantém-se os canais CMTV e Globo. A SIC Notícias posiciona-se a meio da tabela, encontrando-se à frente do Hollywood, que apresenta o pior retorno de audiências de 2019 e da TVI 24 que desce para a sétima posição. A Sport TV + ascende ao nono lugar; e o Panda, que marca de novo presença entre os canais mais vistos, ocupou o 10º lugar. Com 18,2% de audiência média, o jogo da Liga Europa/Benfica x Galatasaray, transmitido pela SIC, revelou-se o programa que reuniu mais telespectadores na semana de 18 a 24 de Fevereiro. A segunda posição pertenceu à edição de domingo do Jornal das 8, que foi mais uma vez o líder deste dia da semana, e que incluiu a rUbrica Gente Que Não Sabe Estar, que obteve um desempenho de 14,2% de audiência. A final do Dança Com As Estrelas alcançou 12,2% de audiência, sendo o programa mais visto do serão de domingo. As novelas Valor da Vida e Alma e Coração fecham o ranking da semana. O programa da CMTV Golos/Desp.Aves x Benfica, com 252,8 telespectadores liderou a programação da oferta Paga. Seguem-se as novelas do canal Globo: Salve Jorge, Terra Nostra e Flor do Caribe, com recordes de audiência. A finalizar encontra-se CMJornal 20h. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/02/audiencias-da-semana-sic-vence-tvi-fox-sobe-ao-terceiro-lugar/ Óscares: Como foram as audiências em Portugal? A Universal McCann, agência de meios do grupo IPG Mediabrands, analisou as audiências da cerimónia dos Óscares 2019, transmitida pela primeira vez em directo pela Fox na noite de 24 para 25 de Fevereiro. Esta emissão contou com uma audiência total de 170 mil telespectadores e um share de 5.3%, permitindo ao canal atingir os melhores resultados do ano. Em Portugal, a Noite de Óscares 2019 ficou marcada pela passagem da transmissão em canal aberto para a Fox (canal cabo). Entre 2001 e 2014, a emissão da entrega dos prémios da Academia ficou a cargo da TVI, passando para a SIC em 2015. Esta aposta da Fox contribuiu para que o canal apresentasse as maiores audiências do ano, atingindo uma audiência média total dia de 76 mil telespectadores e um share de 3.8% (+2.3 p.p. vs. Janeiro 2019). Outra novidade em 2019 foi o apoio da RFM na emissão dos Óscares na Fox, comentada por quatro vozes da estação de rádio. Em 2018, a transmissão foi assegurada pela SIC, que atingiu uma audiência total de 428 mil telespectadores e um share de 12.8%. Este ano, a passagem da transmissão free to air para o canal cabo Fox, contou com mais de 170 mil portugueses interessados na transmissão do programa. Comparação Fox com outros domingos No comparativo com os domingos de 2019, a Fox registou neste dia um aumento considerável de audiências, em virtude da transmissão da entrega dos Óscares 2019, que consagrou o filme Green Book – Um Guia para a Vida como o melhor do ano. Neste dia, o canal registou uma audiência média de 76 mil telespectadores, sendo também o canal mais visto da sua tipologia, superiorizando-se aos canais de concorrência directa, como o AXN, que contou com uma audiência média de 25 mil telespectadores e um share de 1.3% (-2.5p.p. vs. Fox). De destacar também que com esta transmissão, a Fox alcançou no Total Dia a segunda posição entre os canais Pay TV mais vistos, ficando atrás da CMTV. Minuto a minuto: Óscares 2019 A transmissão em directo da noite de Óscares foi acompanhada, em média, por 51 mil telespectadores. O pico máximo de audiência aconteceu logo após o início da transmissão, com o habitual acompanhamento da chegada dos convidados com desfile na Passadeira Vermelha. O interesse dos telespectadores manteve-se até perto das 1h30 da manhã, baixando progressivamente à medida do avançar da noite (até às 2h30). Pelas 3h deu-se novo pico de audiências, uma vez que mais de 85 mil telespectadores estavam sintonizados na Fox àquela hora, correspondendo um share de 17.8%. O interesse dos portugueses na entrega dos prémios mais aguardados da Academia foi caindo ligeiramente até ao final da transmissão. Este ano, a emissão terminou mais cedo (4h21) comparativamente ao ano passado (4h54). Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/02/oscares-as-audiencias-portugal/
  20. Óscares: Melhor documentário estreia no National Geographic a 17 de Março O documentário Free Solo que este domingo à noite ganhou o Óscar de Melhor Documentário, vai estrear no canal National Geographic no dia 17 de Março às 22h30. Trata-se do relato da escalada sem corda de Alex Honnold, que desafiou a morte numa subida de 900 metros ao rochedo El Capitan, nos EUA. Os realizadores Elizabeth Chai Vasarhelyi e Jimmy Chin acompanharam Alex Honnold na tentativa de ser a primeira pessoa a escalar “solo”, ou seja, sem cordas ou protecções. “Mais do que um documentário que mostra a escalada deste rochedo por Alex Honnold, este é um retrato inspirador de um atleta que desafia o corpo e, acima de tudo, a mente na tentativa de triunfar. Quando um simples espirro pode significar a morte, a superação do medo torna-se primordial”, descreve o canal. Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/02/oscares-melhor-documentario-estreia-no-national-geographic-17-marco/
  21. Conheçam as novidades Netflix Portugal para março, 2019 Séries Originais Netflix: Cricket Fever: Mumbai Indians - 1 de março Formula 1: A Emoção de um Grande Prémio - 8 de março A Ordem - 7 de março Shadow - 8 de março After Life - 8 de março Immortals - 8 de março Turn Up Charlie - 15 de março Love, Death & Robots - 15 de março If I Hadn’t Met You - 15 de março Queer Eye - Temporada 3 - 15 de março Arrested Development - Temporada 5B - 15 de março Temos um Grande Problema - 20 de março História de um Crime: Colosio - 22 de março Coisa Mais Linda - 22 de março Santa Clarita Diet - Temporada 3 - 29 de março Osmosis - 29 de março Séries Originais Netflix com episódios semanais: Star Trek: Discovery - 1 de março Romance is a Bonus Book - 2 de março Hasan Minhaj: Agir Como um Patriota - Volume 2 - 3 de março Filmes Netflix: O Rapaz que Prendeu o Vento - 1 de março Andar. Montar. Rodeio - 8 de março Operação Fronteira - 13 de março The Dirt - 22 de março Emboscada Final - 29 de março Documentários Netflix: Losers: Ganhar e Perder - 1 de março Remastered: The Miami Showband Massacre - 22 de março A Lenda da Ilha da Cocaína - 29 de março Séries Originais Netflix Juvenis: A Ilha das Larvas - Temporada 2 - 1 de março Robozuna - Temporada 2 - 15 de março O Mundo Colorido de Charlie - 22 de março Séries com episódios semanais: Luther - Temporada 5 - 15 de março Filmes: Tubarão - 1 de março Momento da Verdade - 1 de março Parque Jurássico - 1 de março Batman: O Início - 1 de março Batman: O Cavaleiro das Trevas - 1 de março Batman: O Cavaleiros das Trevas Renasce - 1 de março Django Libertado - 1 de março Identidade Desconhecida - 1 de março Supremacia - 1 de março Ultimato - 1 de março O Legado de Bourne - 1 de março Regresso ao Futuro - 26 de março Regresso ao Futuro II - 26 de março Anime: Ataque dos Titãs - Temporada 2 - 1 de março Fonte:https://pt.videogamer.com/noticias/conhecam-as-novidades-netflix-portugal-para-marco-2019
  22. TekClub

    Love On Top

    E no TVI Reality ainda estão a dar repetições do lot
  23. TekClub

    Cinema SIC

    Se este filme resultar no sábado fico admirado...
×
×
  • Criar Novo...