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  1. TekClub

    Rádio

    RFM organiza concertos em formato drive in Sem os festivais de Verão em que habitualmente marca presença, a RFM vai organizar, ao longo de todo o mês de Agosto, uma série de concertos em formato drive in. O conceito RFM Sem Palheta Drive In estreia-se esta quinta-feira com um concerto dos D.A.M.A. e irá manter-se até ao final do mês, todas as quintas-feiras pelas 19h, na esplanada da RFM localizada na Quinta do Bom Pastor. “Consciente da vontade que os portugueses têm de ver música ao vivo e como isso faz falta num Verão sem festivais, a RFM criou o melhor conceito de sempre para encher Agosto de música ao vivo”, sublinha, em comunicado, a estação do grupo Renascença Multimédia. “ “Os fãs da RFM chegam de carro, estacionam e assistem com a melhor vista para o palco directamente dentro do próprio carro. Para estarem presentes, basta estar muito atento à RFM durante todo o mês e reservar o lugar”, descreve-se no mesmo comunicado. Os mini-concertos contarão sempre com bandas nacionais e terão transmissão na antena da estação. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/08/rfm-organiza-concertos-formato-drive-in/ RFM vai percorrer Nacional 2 com Meo e Minipreço A partir do próximo dia 14 de Agosto, e ao longo de 10 dias, a emissão da RFM vai ser feita ao vivo e em directo a partir de 10 dos 35 municípios que perfazem a Estrada Nacional 2. O icónico traçado, que liga Portugal de Norte a Sul, de Chaves a Faro, será o palco de uma road tour da estação do grupo Renascença Multimédia. O projecto RFM Sente Portugal, que contará com o patrocínio das marcas Meo e Minipreço, percorre os 739 km ao longo da maior estrada de Portugal com partida em Chaves, no dia 14 de Agosto, e chegada a Faro, no dia 23, naquela que será, descreve a estação em nota de imprensa, uma “importante aproximação de populações que normalmente não estão no mapa dos grandes eventos”. “Com esta acção, a RFM pretende também dar a conhecer a todos os portugueses as imensas riquezas e os inúmeros pontos de interesse que estas regiões têm para oferecer, num ano em que o turismo interno assume um papel de peso para o país e para todos”, aponta ainda a estação. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/08/rfm-vai-percorrer-nacional-2-meo-minipreco/ Mais de 90 minutos de música sem parar são o novo posicionamento da Mega Hits O Verão deste ano fica marcado na Mega Hits por um novo posicionamento. A rádio do Grupo Renascença Multimédia compromete-se a oferecer aos seus ouvintes uma hora e meia de música seguida, tendo por isso escolhido como mote “Mais de 90 minutos de música sem parar!”. A Mega Hits, que encontra nas gerações mais jovens o seu público-alvo, afirma ser a rádio que mais músicas toca por hora em Portugal. Com o novo posicionamento pretende reforçar esse título e ainda fortalecer a percepção de dinamismo que conquistou junto dos ouvintes mais novos. «Iremos continuar a oferecer aos nossos ouvintes uma rádio com talentosos animadores, conteúdos e programas de qualidade, forte presenças no digital e tornando a Mega a rádio que mais hits e música nova toca em Portugal. Mais de 90 minutos de música sem parar! Será o novo posicionamento da Mega Hits», comenta o director de Programação Nelson Cunha. O novo posicionamento surge na mesma altura em que a Mega Hits adiciona mais duas frequências ao seu portefólio. A partir de agora, é possível sintonizar a rádio em 92.6 (Rio Maior) e em 106.4 (Viseu). Fonte:https://marketeer.sapo.pt/mais-de-90-minutos-de-musica-sem-parar-sao-o-novo-posicionamento-da-mega-hits
  2. TekClub

    Sport TV

    Sport TV+ assinala quatro anos com histórias dos colaboradores Uma emissão especial dedicada ao percurso do canal, aos colaboradores e aos principais marcos informativos assinala, esta quarta-feira, o quarto aniversário do Sport TV+. Até ao próximo dia 9 de Agosto, o canal de informação desportiva contará com uma marca gráfica para assinalar a data e vai emitir um total de 25 histórias contadas na primeira pessoa pelos seus colaboradores, desde as figuras mais conhecidas da estação às que estão por detrás da emissão. “O nervosismo do primeiro dia de trabalho no canal ou os relatos de quem anda em reportagem no terreno, passando pelo ponto alto do Europeu 2016 ou as próprias dificuldades que a pandemia impôs ao mundo do desporto e das transmissões desportivas” são alguns dos temas abordados pelos colaboradores no âmbito desta programação especial. Ao nível da programação, o canal assinala ainda o aniversário com o regresso do formato Mercado de Verão, transmitido diariamente às 18h55 e às 22h55, a par do lançamento do programa UEFA Europa League no dia de regresso da competição. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/08/sport-tv-assinala-quatro-anos-historias-dos-colaboradores/
  3. TekClub

    Rádio

    Já nem me lembrava que essa Radio tinha acabado, por isso hoje saiu do satelite da Meo.
  4. Audiências TV em Julho: SIC permanece líder no melhor mês da TVI em 2020 A análise de audiências de TV da agência de meios Initiative, que integra o grupo IPG Mediabrands, revela que o consumo televisivo em Portugal diminuiu 4% em Julho (versus Junho), num mês marcado pela saída de Cristina Ferreira da SIC e pelos levantamentos graduais de restrições no combate à pandemia. No detalhe por canal, a SIC manteve a liderança, preservando as audiências registadas em Junho (share de 20.5%). Por sua vez, a TVI manteve a tendência crescente neste indicador, já que verificou um incremento de +0.9 p.p. de share, terminando o mês com 15.5%. Este foi o melhor resultado do ano para a estação de Queluz, que viu os seus resultados alavancados pelas boas performances dos programas relacionados com o Big Brother. No sentido inverso está a RTP1, que registou o menor valor de share do ano (11%, menos 0.2 p.p. face a Junho.). Já o universo dos canais Pay TV registou um share de 36.7%, o que equivale a menos 0.7 p.p. face ao mês anterior. O consumo de Outros (visionamento residual de canais não auditados, consumo diferido de dias anteriores e outras utilizações do televisor como streaming e consolas) manteve-se superior ao da RTP1 em mais 2.3 p.p. de share. Em Julho, após a saída repentina de Cristina Ferreira, a SIC apresentou Diana Chaves e João Baião como as novas caras do canal para as manhãs. Casa Feliz substituiu O Programa da Cristina, que, no seu dia, de estreia, chegou a ter audiências superiores à média do programa apresentado pela apresentadora. No entanto, no acumulado do mês, O Programa da Cristina conseguiu terminar na liderança dos programas da manhã mais vistos, tendo registado uma audiência média de 470 mil telespectadores e um share de 23.2%. Seguiu-se Casa Feliz, que, em média, conseguiu manter cerca de 426 mil portugueses agarrados ao ecrã, a que correspondeu um share de 21%. Para Você na TV!, Julho foi o segundo melhor mês do ano. O programa apresentado por Manuel Luís Goucha verificou uma audiência média de 324 mil telespectadores e um share de 16.2%. Já Praça da Alegria registou uma audiência média de 199 mil telespectadores e um share de 10.3%. Analisando a média de todas as inserções de cada programa, Nazaré destacou-se como o programa mais visto do mês. A telenovela, que estreou a segunda temporada em Julho, terminou o mês com uma audiência média 1.4 milhões de telespectadores e um share de 28.3%. Seguiu-se Big Brother – O Regresso, que manteve, em média, cerca de 1.3 milhões de portugueses sintonizados no canal e Terra Brava, que completou o top 3 dos mais vistos com uma audiência média de mais de 1.2 milhões de telespectadores. Destaque também para Êta Mundo Bom, a nova telenovela de fim de tarde da SIC. No dia de estreia, foi o quinto programa mais visto do dia, tendo sido vista em média por 952 mil portugueses a que correspondeu um share de 25.5%. No acumulado do mês, registou uma audiência média de 902 mil telespectadores. Já a RTP1 lançou um novo programa dedicado à música portuguesa. Apresentado por Vasco Palmeirim, Alta Fidelidade foi para o ar no dia 11 de Julho e verificou uma audiência média de 258 mil telespectadores e um share de 7%. Da RTP1, destaque também para a transmissão de Play: Prémios da Música Portuguesa e do concerto de homenagem a Amália Rodrigues, Bem-vinda sejas Amália. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/08/audiencias-tv-julho-sic-permanece-lider-no-melhor-mes-da-tvi-2020/ Audiências TV: SIC e TVI mais próximas na última semana Na semana 31, o consumo televisivo foi de 5h26m, valor em linha com o registado na semana anterior. Na repartição da audiência verificou-se uma descida do share do Cabo para os 36,6%; esta queda da quota foi também acompanhada pela SIC, que desceu para os 19,5% de share. Sentido inverso registou a TVI, com o share a subir para os 16,2%, o melhor índice do ano, e que lhe permitiu encurtar a distância com a SIC para o valor mais baixo de 2020, de apenas 3,3p.p. A RTP1 recupera também terreno, ao obter 12,1% de share, mas não o suficiente para ultrapassar os 12,9% do Outros, que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos. Quanto aos canais pagos mais vistos, alterações de relevo apenas a partir do meio da tabela. Destaque para a subida do Disney Channel ao sexto lugar; e da TVI 24 ao lugar seguinte. Na nona posição encontra-se a Fox, que protagoniza a maior descida da semana, três lugares, registando ainda o retorno de audiência mais fraco de 2020, de apenas 26,8 mil telespectadores. O fecho do top é ocupado pelo regresso do canal infantil Nickelodeon. Sem mudanças, o pódio é ocupado pelos canais habituais: CMTV, Globo e TVI Reality. Como seria expectável com o regresso do futebol aos écrans free-to-air, a liderança da programação pertenceu ao jogo Taça de Portugal Placard: Final/Benfica x FC Porto, com 20,3% de audiência média, valor que lhe confere o título de programa mais visto do ano até à data. No segundo lugar encontra-se Nazaré/2ª temporada. Seguem-se dois dos três blocos da final do Big Brother, formato que liderou as audiências de domingo. Terra Brava encerra o ranking da semana. Novelas marcam as preferências dos programas Pay TV, cabendo a liderança, com 248,3 mil telespectadores, ao episódio de segunda-feira de Bom Sucesso. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/08/audiencias-tv-sic-tvi-proximas-na-ultima-semana/
  5. TekClub

    Eleven Sports

    Eleven Sports apresenta nova identidade e estratégia de conteúdos Eleven 2.0 é o conceito que dá o mote para a nova identidade do canal desportivo premium Eleven Sports, que assinala dois anos no mercado português e cinco de existência com um rebranding e uma nova estratégia de conteúdos. O objectivo passa por “expandir o ecossistema digital da marca para democratizar o conteúdo desportivo para os fãs de todo o mundo”, aponta o canal em comunicado, onde se assegura que, a par da diversificação de conteúdos subjacente à nova estratégia, “o grupo continua focado e com planos ambiciosos em garantir mais direitos premium para os fãs durante os próximos meses”. Entre eles estará, por exemplo, a primeira liga belga, cujos direitos de transmissão passa a estar nas mãos da Eleven Sports a partir deste mês. A nova identidade dos canais Eleven Sports será acompanhada pelo alargamento do portfólio de conteúdos, com o lançamento de três novos segmentos: Eleven Women, Eleven Next e uma nova plataforma de eSports. A primeira pretende ser um “novo pilar da marca” e incluirá, ao nível dos conteúdos, a cobertura regular da primeira divisão feminina de futebol da Bélgica, a par da “promessa da existência de um programa mais amplo de direitos globais já em desenvolvimento, entre os quais os jogos finais da UEFA Women Champions League desta época”. Já a Eleven Next surge como a intenção de “mostrar um pouco mais do desporto local, oferecendo esta possibilidade a comunidades de fãs de todo o mundo”. Neste capítulo, terão transmissão pela primeira vez a série C e série D de Itália. Ao nível dos eSports, a criação da nova plataforma promete “duplicar a oferta virtual da marca”, sendo que “durante a suspensão das competições desportivas devido à covid-19, a Eleven transmitiu mais de 200 eventos de eSports”. “Acreditamos que esta estratégia 2.0 foi construída em cima do trabalho fantástico que temos vindo a desempenhar nesta indústria”, afirma Luís Vicente, CEO da Eleven Sports, sublinhando que “este rebranding vai trazer milhares de horas de conteúdo ao vivo adicional todos os anos e um investimento contínuo em conteúdos premium”. “Mais do que nunca, estamos a construir a mais variada e dinâmica oferta de conteúdo possível para chegar a todos os fãs com o conteúdo que eles desejam, na hora que eles querem e onde quer que estejam”, argumenta o responsável. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/08/eleven-sports-apresenta-nova-identidade-estrategia-conteudos/
  6. TekClub

    Rádio

    Mega Hits alarga cobertura com duas novas frequências Beira Alta e Ribatejo são as duas regiões que passam a contar com a emissão da Mega Hits através das novas frequências 92.6 Rio Maior e 106.4 Viseu. A emissão da estação do grupo Renascença Multimédia dirigida ao target mais jovem chega assim a locais como Rio Maior, Nazaré, Óbidos, Bombarral, Caldas da Rainha, Santarém, Azambuja, Alcanena, Porto de Mós, no caso da primeira frequência, e Viseu, Mangualde, Nelas, Penalva do Castelo, Oliveira do Hospital, Tondela, Castro Daire e São Pedro do Sul, através da segunda. A estação conta agora com um total de oito frequências, com Rio Maior e Viseu a juntarem-se às frequências disponíveis em Lisboa, Porto, Coimbra, Braga, Sintra e Aveiro. “A estratégia de expansão da Mega Hits a outras regiões do país procura responder à necessidade expressa dos jovens de consumo de rádio no carro, que até ao momento só era possível em seis capitais de distrito”, justifica Nelson Cunha, director de programação da estação, defendendo ainda que “este alargamento da área de cobertura de FM da Mega Hits procura também tornar a estação mais competitiva e relevante no mercado publicitário”. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/08/mega-hits-alarga-cobertura-duas-novas-frequencias/
  7. TekClub

    11

    Três perguntas a Pedro Sousa Meios&Publicidade (M&P): O canal 11 foi lançado no dia 1 do ano passado. Que balanço faz deste primeiro ano? Pedro Sousa (PS): Um balanço positivo, pois considero que atingimos plenamente os nossos objectivos para este período. Apesar da adaptação a que a pandemia nos obrigou depois de oito meses de vida, mostrámos que há mercado para competições que tinham menos visibilidade. O trabalho de muita qualidade que se fez no Campeonato de Portugal, na Liga BPI, na Liga Placard ou na Liga Revelação, por exemplo, ficou à vista de todos, assim como o que é levado a cabo nas diversas selecções masculinas e femininas de futebol, futsal e futebol de praia. Conjugar isto com transmissão de provas onde brilham jogadores e treinadores portugueses e ainda com momentos protagonizados por personalidades de dimensão mundial – como a entrada em directo de Cristiano Ronaldo no dia do seu 35º aniversário – vinca bem a identidade do 11: um canal que dá voz a todos os que fazem do futebol uma indústria de sucesso e de indiscutível importância social. O primeiro passo está dado: a comunidade dos agentes do futebol e futsal (praticantes, treinadores, dirigentes, encarregados de educação) sente que o canal é seu. Não poderíamos desejar mais. O futuro passa por mostrar a mais adeptos equipas, jogadores e treinadores que são menos conhecidos, mas onde há boas histórias, muito talento e paixão pelo jogo. M&P: Assumiu a direcção do canal no início de Janeiro. Em Março, por força da pandemia, o futebol e restantes modalidades pararam. Quais foram os principais impactos no 11? PS: Como em todas as actividades, procurámos encontrar soluções rapidamente. Ganhámos tempo porque desde o início apostámos em entrevistas via Whatsapp para termos as pessoas mais disponíveis. Aí a adaptação estava feita. Depois apostámos em dois grandes valores: recordar finais da Taça de Portugal e caminhadas de sucesso das equipas portuguesas que estiveram em finais de competições europeias neste século. Investimos ainda em passar 20 jogos de Cristiano Ronaldo, 10 pelo Manchester United e 10 pelo Real Madrid. Tudo isto é importante para as gerações mais jovens, que não têm memória e ficam com um conhecimento mais profundo de muitas referências do futebol actual – não apenas em Portugal, mas em todo o mundo. Sendo sempre fiéis à identidade do canal, não hesitámos quando nos últimos meses tivemos oportunidade de transmitir competições de países como Grécia, Chipre, Israel, Suíça ou Polónia – todos com forte presença de jogadores e treinadores portugueses. Este período exigiu um esforço adicional de todos os profissionais que trabalham connosco mas os resultados foram recompensadores. M&P: “Este projecto nasce para trazer mais rapazes e raparigas para o futebol. Isso significa mostrar mais o jogo, agregar, criar comunidade e fazê-lo, por certo, com as transmissões, mas também com vídeo, com média e grande reportagem”, dizia ao M&P Nuno Santos, primeiro director do 11, antes do arranque do canal. E agora, qual é o propósito do canal? PS: O que queremos é angariar mais praticantes, esse foco não mudará. Nesse sentido, a nossa matriz de crítica construtiva, de uma abordagem distinta da habitual no desporto em geral e, particularmente no futebol, exige também uma organização e metodologias muito específicas. Para além das transmissões de jogos – muitas vezes mais de 100 por mês antes da pandemia – vamos continuar a encontrar espaço e tempo para trabalhos sobre todas as questões estruturantes ou fracturantes, gerando reflexão e permitindo que as pessoas se sentem à mesma mesa a trocar ideias. Acreditamos nisto e não nos temos dado mal com essa forma de pensar. Agora a intenção é continuar a consolidar este projecto ao longo dos próximos anos, vincando o nosso posicionamento não apenas através do próprio canal, como também das diversas plataformas digitais que lhe estão associadas e que ajudam muito ao sentimento de dever cumprido com que terminámos este primeiro ano. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/08/tres-perguntas-pedro-sousa/
  8. MEO lança app para Box e Android TV! Instalem já… É cliente MEO? Há novidades! As operadoras têm vindo a apostar forte no digital. Mesmo tendo como área de negócio a TV, as empresas têm disponibilizado soluções para que os clientes possam assistir aos conteúdos em qualquer equipamento. Recentemente a MEO lançou uma app para a Android TV. Saibam o que podem fazer com esta app. A MEO lançou uma nova app e os clientes têm mais uma forma de ver TV. Com uma experiência totalmente personalizada, uma navegação inovadora e um zapping melhorado, esta nova app está simplesmente fantástica. Se tem uma Android TV e é cliente MEO instale já a nova app. A nova app tem tudo: as séries, os filmes, as notícias, o desporto, os documentários, os desenhos animados…todos os canais, até os premium, para ver em direto ou nas gravações automáticas dos últimos 7 dias. Principais funcionalidades da app MEO para Android TV Mais de 150 canais disponíveis para ver em direto; Acesso aos canais premium subscritos no seu pacote; Acesso direto aos canais mais vistos em sua casa através de “Os meus canais”; Sugestão de conteúdos especialmente escolhidos para si, com base no que mais gosta de ver; Gravações automáticas dos últimos 7 dias; “Continuar a ver” os programas que deixou a meio; Disponibilização da informação sobre o programa no painel de informação; Avançar e recuar mais rápido e com o complemento visual do programa que permite ver em que momento se encontra; Acesso aos conteúdos mais procurados no universo de TV do MEO Depois de instalar a aplicação não precisa de se autenticar, pois a app obtém os dados da ligação. De relembrar que também pode ter a app instalada na sua Apple TV – podem ver aqui. Tanto num sistema como no outro, a app da MEO é super fluída e oferece todas as funcionalidades que precisamos. Fonte:https://pplware.sapo.pt/smartphones-tablets/meo-lanca-app-para-box-e-android-tv-instalem-ja/
  9. TekClub

    Notícias SIC

    Lucros da Impresa sofrem quebra de 95% no primeiro semestre A Impresa encerra as contas do primeiro semestre, marcado pela pandemia covid-19, com lucros a rondar os 178 mil euros, valor que representa uma quebra na ordem dos 94,9% face ao resultado líquido de 3,5 milhões de euros alcançado pelo grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão no semestre homólogo em 2019. A performance financeira do grupo dono da SIC e Expresso sofre igualmente uma quebra, com o EBITA a recuar 28,1%, para para 8,3 milhões de euros, que comparam com os 11,6 milhões de euros reportados no fecho das contas do primeiro semestre do último ano. Estes resultados ficam a dever-se em larga medida ao impacto da pandemia já que, justifica Francisco Pedro Balsemão, “os primeiros seis meses foram marcados por dois momentos: antes e depois da covid-19”. “Se no primeiro trimestre conseguimos continuar a nossa trajectória de crescimento, melhorando os resultados relativamente ao período homólogo do ano passado, o segundo trimestre veio anular os ganhos, principalmente devido à quebra brutal do mercado publicitário”, aponta o CEO da Impresa. As receitas publicitárias registam, de acordo com o relatório enviado pelo grupo à CMVM esta quinta-feira, uma quebra na ordem dos 14,5%, recuando dos 55,5 milhões de euros encaixados no primeiro semestre de 2019 para 47,4 milhões de euros nos primeiros seis meses deste ano, o que significa que o grupo perdeu cerca de 8 milhões de euros na sequência da retracção do mercado publicitário como consequência da crise pandémica. No total, encerradas as contas do primeiro semestre, as receitas do grupo fixaram-se nos 78,4 milhões de euros, o que traduz uma quebra de 11,8% relativamente às receitas próximas dos 88,8 milhões de euros alcançadas pela Impresa no período homólogo em 2019. A contribuir para esta queda, além das receitas publicitárias, estiveram também as receitas de subscrição de canais, que desceram para os 16,5 milhões de euros (-6%) e as outras receitas, que recuaram dos 4,5 milhões de euros para os 2,7 milhões (-41,3%). Ainda assim, há duas linhas de receita com evolução positiva: as receitas de IVR cresceram 6,2% para os 6,8 milhões de euros, enquanto as receitas de circulação registam uma subida de 2,8%, aproximando-se dos 5 milhões de euros. Do lado dos custos operacionais, o grupo operou uma redução de 9,3%, passando dos 77,2 milhões de euros no primeiro semestre de 2019 para os 70 milhões de euros nestes primeiros seis meses de 2020. Analisando os resultados por segmento, o EBITDA do negócio da televisão neste primeiro semestre fica muito próximo dos 9 milhões de euros, valor que representa um recuo de 27,8% relativamente ao EBITDA de 12,5 milhões de euros que o grupo alcançou no semestre homólogo em 2019. As receitas desta área de negócio totalizaram 67,3 milhões de euros, uma quebra de 10,7% comparativamente aos 75,3 milhões de euros obtidos no último ano. Os principais motivos para este recuo são a retracção de 13,4% registada nas receitas publicitárias do segmento, que passaram de 49,3 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2019 para os 42,6 milhões de euros neste primeiro semestre, e as reduções ao nível das receitas de subscrição de canais (-6%), que terá ficado a dever-se “sobretudo à negociação de contratos com operadores internacionais”, e no item Outras Receitas (-37,5%). O único contributo positivo vem das receitas de IVR (+6,2%). Os custos operacionais do segmento tiveram um corte de 7,3%, passando dos 62,9 milhões de euros para os 58,3 milhões. Já no segmento de publishing, a evolução financeira é positiva, com esta área de negócio a reportar um EBITDA de 587 mil euros, o que representa uma melhoria de 1430,6% face ao EBITDA a rondar os 38 mil euros que o grupo apresentava para este segmento no primeiro semestre de 2019, ajustados os custos de reestruturação. Para esta evolução contribuiu sobretudo o corte na ordem dos 20% nos custos operacionais, que passaram dos 12,1 milhões de euros para os 9,7 milhões. Do lado das receitas, a quebra foi de 15,4%, com o grupo a encaixar nestes primeiros seis meses de 2020 cerca de 10,2 milhões de euros, que comparam com 12,1 milhões de euros no semestre homólogo em 2019. Para este recuo contribuíram as quebras nas receitas publicitárias (-23,1%), as receitas de produtos alternativos (-50,9%) e as outras receites (-53,4%). A única linha de receitas a registar crescimento diz respeito à circulação (+2,8%). Ao nível da dívida, a Impresa fecha as contas do primeiro semestre reportando uma dívida remunerada líquida na ordem dos 169,1 milhões de euros, o que representa um aumento de 1,6 milhões de euros em termos homólogos, quando a dívida estava nos 167,5 milhões de euros, e de 2,7 milhões de euros face à dívida de 166,4 milhões de euros com que o grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão encerrou as contas de 2019. A subida da dívida é “explicada pelo decréscimo do valor de caixa, tendo em conta o impacto da pandemia”, aponta o grupo em comunicado. Comentando os resultados registados neste primeiro semestre pelo grupo que lidera, Francisco Pedro Balsemão defende que, apesar do impacto financeiro provocado, “a pandemia pôs a tónica na importância da informação credível e do entretenimento de qualidade”, chamando à atenção que “o Expresso, a SIC e a SIC Notícias bateram recordes de audiência e desempenharam, como continuam a desempenhar, um papel particularmente relevante junto dos portugueses, pelo seu rigor e independência, o que permitiu que continuassem líderes nos seus segmentos”. O CEO da Impresa mostra-se assim confiante de que “os valores do grupo, o talento das pessoas que nele trabalham, a sua competitividade, a sua estabilidade accionista e a sua visão a longo prazo contribuirão para o reforço dessa liderança”. A Impresa, assegura, “continuará o seu plano estratégico, focado na produção de mais e melhores conteúdos, também para novas plataformas, indo ao encontro de novas audiências”, antecipando que “o lançamento da plataforma streaming da SIC acontecerá até ao fim do ano”. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/07/lucros-da-impresa-sofrem-quebra-95-no-primeiro-semestre/
  10. Audiências TV: SIC mantém liderança na melhor semana do ano para a TVI O consumo da semana 30 foi de 5h26m, valor praticamente em linha com a semana anterior. A variação registada situou-se apenas na diminuição de um minuto diário. No share de audiência, o Cabo cresceu para os 37,8%. A SIC desceu para os 19,7%. A TVI, que atingiu o máximo do ano, com 15,8%, encurtou assim a distância para o canal de Paço de Arcos. A RTP1 recuperou para os 11,1% de quota, continuando, no entanto, abaixo do Outros, que inclui o visionamento em time shift, streaming e videojogos e que obteve um share de 13%. Na tabela dos canais pagos mais vistos, os destaques vão para a subida de posições e de audiências dos canais: Hollywood e Fox. Em sentido oposto, quer a cair em lugares quer a perder telespectadores, encontram-se a SIC Notícias e a TVI 24. Nos canais infantis, o Disney Channel desce para o sétimo lugar enquanto que o Cartoon Network sobe até à oitava posição. Quanto ao pódio, permanece sem alterações com a CMTV na liderança; Globo no segundo lugar e TVI Reality no terceiro lugar. Mais uma vez, o domínio do top da programação pertence a conteúdos TVI. Contudo, os lugares cimeiros pertencem à SIC; na liderança imbatível encontra-se Nazaré/2ª temporada, com 14,7% de audiência média; segue-se Terra Brava. Big Brother – A Escolha líder das audiências de domingo, ocupa a terceira posição do ranking semanal. Quer o Destino e Big Brother – o Confronto com um empate de 11,9% fecham a tabela de 20 a 26 de Julho. Golos/Benfica x Sporting – SP. Braga x FC Porto com 245,1 mil telespectadores foi o programa dos canais Pay TV que captou mais audiência. Seguem-se as novelas da Globo: Bom Sucesso e Alma Gémea. O quarto e quinto lugares voltam a pertencer a conteúdos CMTV, respectivamente: Liga D’Ouro e Notícias CM. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/07/audiencias-tv-sic-mantem-lideranca-na-melhor-semana-do-ano-tvi-2/
  11. SIC Notícias termina programas de desporto com comentadores que representam clubes Ricardo Costa justifica decisão com "ambiente que se criou à volta" deste tipo de conteúdos A SIC Notícias decidiu descontinuar os programas de desporto que assentam em comentadores que representam clubes, vulgarmente conhecidos como 'os três grandes' Benfica/Porto/Sporting, disse hoje à Lusa o diretor de informação da Impresa, Ricardo Costa. Os dois programas da grelha da SIC Notícias - "Play Off" e "Dia Seguinte" - terminam "na próxima semana", adiantou. "Vamos ter um modelo diferente à segunda-feira e outro ao domingo, ainda estamos a reorganizar as grelhas", disse Ricardo Costa, quando questionado sobre que tipo de programas vão substituir o "Play Off" e o "Dia Seguinte". "A pandemia podia ter ajudado a que os agentes do futebol percebessem bem a situação em que o futebol, como toda a sociedade se encontra, mas infelizmente não foi isso que aconteceu. Ou seja, o regresso do futebol voltou ainda pior do que estava antes em termos de guerra entre os clubes", salientou Ricardo Costa. "Esse ambiente de toxicidade que se foi criando à volta deste tipo de programas, e para o qual contribui muito os próprios clubes e as suas máquinas de comunicação, coloca-nos perante uma situação de que chegou a altura de terminar este tipo de programas na SIC Notícias", explicou o diretor de informação da Impresa. O "Dia Seguinte", que é um programa de 2003, e o "Play Off", de 2014, são "dois programas importantíssimos na história da SIC Notícias e nos seus resultados, mas achamos que temos de dar o salto em frente e continuar a acompanhar o desporto e o futebol de outra forma, mais com jornalistas e comentadores", acrescentou. Ricardo Costa sublinhou que o fim do "Dia Seguinte" e do "Play Off" "não tem nada a ver com os comentadores em si", mas com o "ambiente que se criou à volta deste tipo de programas". A SIC Notícias é o primeiro canal a decidir descontinuar este tipo de programas. Fonte:https://www.record.pt/fora-de-campo/detalhe/sic-noticias-termina-programas-de-desporto-com-comentadores-que-representam-clubes?ref=HP_DestaquesPrincipais
  12. Só podem adicionar mais 2 canais ao actual mux se querem adicionar 4 vão ter que abrir outro mux...
  13. Proposta de recomendação do BE para alargar oferta na TDT aprovada no parlamento Uma proposta do BE que recomenda ao Governo a tomada de medidas para alargar a oferta dos serviços de programa do serviço público na televisão digital terrestre (TDT) foi aprovada hoje pelo parlamento. No projeto de resolução do BE, pode ler-se que o BE propõe à Assembleia da República que recomende ao Governo que “tome as medidas necessárias para alargar a oferta de serviços de programa do serviço público de televisão na televisão digital terrestre [TDT]”. O projeto foi aprovado com votos favoráveis do BE, PCP, PEV, PAN, IL, PS e as deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira, e a abstenção do PSD, CDS-PP e Chega. Em concreto, os bloquistas pedem que depois da adição da RTP 3 e RTP Memória à rede da TDT, em 2016, sejam adicionados os serviços públicos de televisão das regiões autónomas – Açores e Madeira – e da RTP Internacional e RTP África. “Independentemente de considerações sobre duplicação de programas, tendo estes canais linhas editoriais próprias e sendo pagos por todos os portugueses, configura-se obrigatória a sua disponibilização através de sinal aberto”, argumenta o BE. O partido de Catarina Martins menciona ainda que a iniciativa legislativa que abriu portas à inclusão da RTP 3 e RTP Memória na TDT “abriu também a possibilidade de aumentar os serviços de programas de operadores privados em sinal aberto”. Esta abertura permitiu ao Governo enviar à Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), “em setembro de 2018, a documentação necessária para o lançamento de dois concursos distintos para um canal temático de informação e, outro canal temático de desporto”. “Esta iniciativa permanece, no entanto, sem qualquer desenvolvimento. Por isso, o Bloco de Esquerda considera ser o momento de aumentar a oferta do serviço público em sinal aberto no espectro ainda livre”, pode também ler-se no projeto de resolução bloquista. O BE considera ainda que “alargar a oferta da RTP em sinal aberto irá assim promover também o mercado disponível para serviços de programas privados na TDT no novo espectro dos 700 MHz já aberto pela ANACOM [Autoridade Nacional para as Comunicações]”.O projeto foi aprovado com votos favoráveis do BE, PCP, PEV, PAN, IL, PS e as deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira, e a abstenção do PSD, CDS-PP e Chega. Em concreto, os bloquistas pedem que depois da adição da RTP 3 e RTP Memória à rede da TDT, em 2016, sejam adicionados os serviços públicos de televisão das regiões autónomas – Açores e Madeira – e da RTP Internacional e RTP África. “Independentemente de considerações sobre duplicação de programas, tendo estes canais linhas editoriais próprias e sendo pagos por todos os portugueses, configura-se obrigatória a sua disponibilização através de sinal aberto”, argumenta o BE. O partido de Catarina Martins menciona ainda que a iniciativa legislativa que abriu portas à inclusão da RTP 3 e RTP Memória na TDT “abriu também a possibilidade de aumentar os serviços de programas de operadores privados em sinal aberto”. Esta abertura permitiu ao Governo enviar à Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), “em setembro de 2018, a documentação necessária para o lançamento de dois concursos distintos para um canal temático de informação e, outro canal temático de desporto”. “Esta iniciativa permanece, no entanto, sem qualquer desenvolvimento. Por isso, o Bloco de Esquerda considera ser o momento de aumentar a oferta do serviço público em sinal aberto no espectro ainda livre”, pode também ler-se no projeto de resolução bloquista. O BE considera ainda que “alargar a oferta da RTP em sinal aberto irá assim promover também o mercado disponível para serviços de programas privados na TDT no novo espectro dos 700 MHz já aberto pela ANACOM [Autoridade Nacional para as Comunicações]”. Fonte:https://www.dinheirovivo.pt/economia/proposta-de-recomendacao-do-be-para-alargar-oferta-na-tdt-aprovada-no-parlamento/
  14. Porque é que as legendas de filmes e séries estão cada vez piores? Falámos com a portuguesa que legendou "Black Mirror" e "Por Treze Razões", que diz que há falta de pessoal qualificado. Já todos demos com aquele erro em legendas de filmes e séries que têm tanto de hilariante como de irritante, capaz de deixar qualquer nazi da gramática de sobrolho levantado. E se ainda os podemos desculpar quando estamos a ver algo que nos chega de forma gratuita, erros podem ser ainda mais insultuosos se acontecerem num qualquer conteúdo das três plataformas de streaming (Netflix, HBO e Amazon Prime Video) em funcionamento em Portugal. É que cada uma delas exige uma subscrição que pode ir dos 4,99€ aos 13,99€ por mês. A pagar pelo serviço, não devia ser de qualidade? A três meses do final do ano, Portugal vai receber pelo menos mais dois serviços, da Apple e da Disney. O desafio é grande: além da concorrência já instalada no País, há cada vez mais utilizadores a argumentar que a qualidade das legendas tem vindo a diminuir. E há cada vez menos paciência para tolerar erros gramaticais ou traduções incorretas. Um desses utilizadores é Marco Almeida que, no Twitter, se queixou da qualidade das legendas na série "Easy" da Netflix. "Isto está a começar a ser escandaloso. Não vou continuar a pagar um serviço com este nível de traduções. É mais do que tempo de corrigir e acabar com isto", lamenta. Mas não foi o único. Catarina Cabral utilizou a rede social para escrever que o problema não é exclusivo à Netflix e que, como utilizadora da HBO, também via a mesma quantidade de erros em séries com legendas portuguesas. "Na HBO é a mesma coisa. Não só em erros ortográficos mas também nas traduções literais que não têm em consideração o contexto e retiram o sentido aos diálogos. Em 'Years and Years', por exemplo, a frase 'We've been Labour [o Partido Trabalhista do Reino Unido] por X anos foi traduzida para 'trabalhamos há X anos'", lê-se. Contactados pela MAGG, Marco Almeida admite que "ultimamente a legendagem tem estado melhor", enquanto Catarina diz que continua a ler coisas que a fazem "barafustar com a televisão e perguntar como é que não há ninguém que verifique a qualidade das traduções." Apesar das queixas, ambos garantem que, até agora, os erros não têm sido suficientes para os fazer repensar o valor da subscrição que pagam mensalmente. Mas a verdade é que são cada vez mais frequentes. E este reparo não é feito apenas por Catarina ou de Marco. Susana Loureiro, 27 anos, é responsável há dois anos pela legendagem de algumas da séries mais conhecidas da Netflix como "Black Mirror", "Rick and Morty", "Big Mouth" e "Por Treze Razões". Além disso, é também presidente da Associação Portuguesa de Tradutores de Audiovisuais, criada para denunciar e abordar todos os problemas que existem no meio da tradução e da legendagem para os novos media. E é a experiência que lhe dá segurança para concordar com as queixas que lhe chegam acerca do estado da legendagem em Portugal. "As legendas estão cada vez piores e isso tem que ver com a quantidade de pessoas a trabalhar na área sem capacidade para o fazer", revela por telefone à MAGG. Mas embora dê razão às críticas, lamenta que a generalização seja prejudicial para todos os bons tradutores "que existem e que dão o seu melhor a cada trabalho que aceitam". Sobre os motivos que levam a que existam amadores a trabalhar profissionalmente, Susana tem a resposta pronta: é tudo uma questão de prazos que têm de corresponder à oferta que existe atualmente no mercado. E dá o exemplo de "Seinfeld", que vai fazer parte do catálogo da Netflix em 2021. "A dois anos da série chegar à plataforma, pessoas com menos conhecimentos do meio podem achar que os tradutores vão ter cerca de dois anos para a legendar com todo o cuidado, mas não é isso que acontece. É possível que a Netflix forneça as imagens da série aos tradutores no final de 2020 e isso implica que, quem ficar encarregue de a legendar, vai ter cerca de um mês para o fazer. Estamos a falar de uma série com nove temporadas." Para acompanhar o aumento da oferta, a Netflix anunciou em 2017 um programa de recrutamento (que entretanto fechou) para encontrar "os melhores tradutores espalhados pelo mundo" — uma ideia que Susana considera "utópica" porque "nem todos os que gostam de séries e de tradução são capazes de fazer um bom trabalho". Além disso, diz, o programa abriu portas a todo o tipo de candidatos. "Geralmente, esses tradutores não têm competência linguística, dão erros de português e ninguém lhes dá feedback. Os prazos apertados e a exigência dos utilizadores em querer um conteúdo o mais depressa possível em catálogo, leva a que as coisas não sejam feitas com tempo. Isto, por sua vez, traduz-se em alguns dos erros que lemos nas legendas", revela. Susana, que só pode falar pela experiência que tem tido com a Netflix, diz que a abordagem da empresa passa por enviar um ficheiro com a legenda original (o chamado template), que depois é utilizado para legendagens noutras línguas. É apresentado o projeto, são estabelecidos prazos e cada tradutor aceita ou não consoante a sua disponibilidade. Enquanto a segunda temporada de "Por Treze Razões" foi legendada com algum tempo, em parte porque os vídeos e o material foram sendo disponibilizados espaçadamente, Susana diz que com a segunda de "Rick and Morty" o caso foi totalmente diferente. "Fomos obrigados a legendar os dez episódios numa semana. Foi um prazo ridículo que nos obrigou a correr e a trabalhar fins de semana para garantir que a série estava legendada a tempo da estreia em Portugal." E embora admita que não é adequado contactar o cliente e dizer que não consegue entregar o material legendado a tempo, diz que "há a possibilidade de renegociar prazos se o atraso puder melhorar a qualidade do trabalho." Ao que a MAGG conseguiu apurar junto da Netflix, é verdade que os prazos estão continuamente a ser observados para que, se necessário, possam sofrer alterações como já aconteceu— algumas até sugeridas pelos próprios tradutores se isso significar um aumento de qualidade no produto final. Mas Susana reforça que, mais do que a problemática dos prazos, a maior dificuldade está na falta de aposta em "pessoal qualificado". "As plataformas estão a usar tradutores que não o são. Lembro-me de que, recentemente, estava a ver uma série e a palavra 'preservativo' foi traduzida para 'borracha'. Este é um erro claro que mostra que a legenda não foi feita por um tradutor sério. Porque um tradutor com brio, e com cuidado, não comete um erro destes." Apesar das críticas, Susana garante que a Netflix se preocupa com a qualidade dos seus produtos. Depois do programa de recrutamento para tradutores ter fechado, a ideia passa agora por ter empresas específicas que trabalham diretamente com a plataforma e onde se dá formação em legendagem. Mas até nesta estratégia Susana identifica um problema: o facto de essas empresas serem internacionais e, por isso, não terem capacidade de formar tradutores portugueses e identificar erros, questões idiomáticas e linguísticas. "Geralmente, nessas empresas há pessoas inglesas, francesas ou alemãs que não sabem corrigir português. Sabem lidar com as questões mais técnicas da legendagem, mas é só isso", explica. Mas há controlo de qualidade. Prova disso é o facto de Susana já ter visto legendas suas rejeitadas ou corrigidas pela própria plataforma. O problema, no entanto, não é exclusivo às plataformas de streaming e em televisão também há prazos apertados que condicionam a qualidade de uma tradução. "No contexto de televisão chega a ser pior, especialmente em noticiários, quando há cerca de duas ou três horas para traduzir um discurso de Donald Trump antes de ir para o ar." Apesar de tudo, Susana não esconde a revolta ao falar do tema, principalmente no que diz respeito à generalização do mau trabalho. "As legendas na língua do país em que as plataformas estão a funcionar são obrigatórias, mas revolta-me muito quando dizem que não há pessoas qualificadas a trabalhar nestas traduções. Porque há e muitas delas têm de fazer mais alguma coisa para garantir que chegam ao final do mês com dinheiro suficiente para sobreviver", lamenta. Quando contactada, a Netflix não respondeu às perguntas da MAGG sobre como são selecionados os tradutores e se é ou não verdade que, tal como Susana Loureiro alega, há falta de pessoal qualificado que seja capaz de corrigir e formar tradutores portugueses, bem com oferecer feedback sobre as legendas que entregam. Da mesma forma, também a HBO Portugal se recusou a responder às questões sobre como é feita a seleção de pessoal para as equipas de legendagem dos conteúdos da plataforma, mas garante "valorizar os comentários e sugestões" dos subscritores que "são analisadas e reportadas para, de forma contínua, melhorar a qualidade do serviço". Fonte:https://magg.sapo.pt/atualidade/atualidade-nacional/artigos/porque-e-que-as-legendas-de-filmes-e-series-estao-cada-vez-piores?fbclid=IwAR0MwLgwl2hnUeEJ9IyERvV-xvUZCwkmRqkuG2uDT6asnntqFjAi1NOlY7A
  15. Audiências TV: Os canais e programas mais vistos pelos portugueses na última semana O tempo diário de visionamento televisivo cresceu ligeiramente na semana 29. Este situou-se nas 5h28m, o que representa um aumento no consumo de mais 3 minutos/dia. Na repartição da audiência, o share do Cabo subiu para os 36,7%; a SIC caiu para os 20,7%; enquanto a TVI manteve os 15,4% da semana anterior, o máximo do ano. Já a RTP1 regrediu para o pior resultado de 2020: 10,7% de share, valor que já tinha registado na semana 27. Outros, que inclui o visionamento em time shift, streaming e vídeo/jogos, chegou aos 14% de quota, novamente superior ao share da RTP1. Na ranking dos canais pagos, novidades só a partir do meio da tabela. O Disney Channel sobe ao sexto lugar destronando para a sétima posição a Fox, canal que regista o índice de audiência mais fraco do ano: 30,1 mil telespectadores. Segue-se a TVI 24, que troca de lugar com o Cartoon Network, que por sua vez caiu para a nona posição, embora tenha atingido o melhor desempenho de 2020: 28,7 mil telespectadores. A finalizar encontra-se o regresso do Fox Movies. Sem alterações, o pódio pertence, respectivamente, à CMTV, Globo e TVI Reality. Na programação, e pela primeira vez em muitas semanas, a maioria dos programas mais vistos (3 em 5) pertence a conteúdos TVI. Dois dos três blocos da edição de domingo do Big Brother encontram-se no pódio: no segundo lugar A Expulsão, com 13,6% de audiência média, e no terceiro lugar O Regresso, com 13,5%. Quanto ao líder, continua a ser Nazaré/2ª temporada, que atingiu os 15,5% de audiência com o episódio de quarta-feira. Na quarta posição encontra-se Terra Brava e a seguir Quer o Destino/Especial, líder de sábado. Golos/FC Porto x Sporting, com 279,8 mil telespectadores, revelou-se o programa que reuniu mais audiência na programação dos Pay TV. A CMTV coloca mais três programas no top, e a Globo coloca um programa, Bom Sucesso, que ocupa o terceiro lugar. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/07/audiencias-tv-os-canais-programas-vistos-pelos-portugueses-na-ultima-semana-2/
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    Rádio

    Aric alerta que várias rádios locais “estarão a ponderar fechar nas próximas semanas” “Muitas estações de rádio local, de Norte a Sul do continente e regiões autónomas, estarão a ponderar fechar nas próximas semanas”. O aviso é deixado pela Aric – Associação de Rádio, num comunicado onde alerta que “cinco meses depois de apresentadas as primeiras medidas de apoio às empresas devido à covid-19, o dia-a-dia das empresas de comunicação social em geral e para as rádios em particular, já passou pelos estágios de emergência, aflição, pânico e está prestes a passar para o estágio de fecho iminente”. “Em contacto com a secretaria de Estado do Cinema, Audiovisual e Media, esta Associação não conseguiu obter uma resposta sobre o timing efectivo de concretização do apoio do Estado aos media, através da compra de publicidade institucional antecipada”, esclarece ainda o mesmo comunicado, onde a Aric assegura ter elaborado “um conjunto de medidas muito concretas que apresentou ao governo, que, se aceites, suavizariam as dificuldades vividas”. “Porém, até agora nada aconteceu e, assim, as rádios não conseguem continuar”, aponta a associação, argumentando que “o diminuto volume de receitas e o avolumar de custos durante estes meses de pandemia” irá obrigar a encerramentos já que “os empresários não conseguem suportar mais o volume crescente de despesas e as associações ou cooperativas proprietárias das licenças de emissão radiofónica só esperam a realização das respectivas Assembleias Gerais para uma tomada de decisão”. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/07/aric-alerta-varias-radios-locais-estarao-ponderar-fechar-nas-proximas-semanas/
  17. NetAudience: Correio da Manhã segura liderança recuperada em Maio O Correio da Manhã voltou a ser em Junho o meio de comunicação social com maior alcance digital em Portugal, com um reach multiplataforma de 3,47 milhões de indivíduos. O diário da Cofina segurou assim o estatuto recuperado em Maio, quando ultrapassou o Jornal de Notícias, apesar de ter visto o seu reach recuar dos 3,7 milhões de pessoas alcançadas no mês anterior. Já o título do Global Media Group, que liderava o netAudience em Abril com 3,55 milhões de indivíduos alcançados, desceu dos 3,43 milhões registados em Maio para os 3,39 milhões em Junho, mantendo-se na segunda posição do ranking da Marktest. A TVI volta igualmente a encerrar o top 3 entre os meios de comunicação social, excluindo o Mundo Sapo, que volta a ter os dados relativos aos domínios que agrega auditados pelo ranking. A estação de Queluz registou em Junho um reach multiplataforma de 3,12 milhões de indivíduos, o que representa uma descida face aos 3,38 milhões alcançados em Maio. Seguem-se, no top 5, o site Notícias ao Minuto, com 2,96 milhões de indivíduos alcançados, e o Expresso, com um reach multiplataforma de 2,49 milhões (registava 2,88 milhões em Maio). Entre os títulos generalistas, segue-se o Diário de Notícias, com 2,22 milhões de indivíduos alcançados (2,31 milhões no mês anterior). Recorde-se que Público, que em Abril ocupava a terceira posição do ranking, decidiu em Maio abandonar o ranking da Marktest por não concordar com os critérios de análise. No top 10, destaque ainda para o site de lifestyle NiT, com um reach multiplataforma de 2,47 milhões de indivíduos, e para a Flash, cujo site alcançou em Junho 2,3 milhões de indivíduos, ambos à frente do Diário de Notícias. Nos títulos do segmento desportivo, o Record reforça a liderança ao ver o seu reach multiplataforma subir dos 1,37 milhões para os 1,48 milhões, enquanto, em sentido contrário, O Jogo desce de 1,28 milhões para 1,13 milhões. No segmento económico, o Jornal de Negócios segura a liderança recuperada em Maio, apesar de ver o seu alcance digital cair dos 2,03 milhões de indivíduos para os 1,59 milhões de pessoas alcançadas. O Dinheiro Vivo, por sua vez, sofre uma quebra de um reach de 1,74 milhões para 1,32 milhões. Entre as estações de televisão, a SIC mantém-se na segunda posição, descendo ligeiramente de um reach multiplataforma de 2,16 milhões para os 2,14 milhões em Maio, enquanto a RTP desce de 2,04 milhões para 1,89 milhões de indivíduos alcançados. Nas rádios, a liderança mantém-se com a Renascença, que desce dos 1,79 milhões de indivíduos alcançados em Maio para os 1,2 milhões em Junho. Seguem-se a TSF, que desce de 1,28 milhões para 1,12 milhões de indivíduos alcançados, e a Comercial, que sobe dos 430 mil indivíduos alcançados em Maio para os 529 mil e ultrapassa a RFM, que vê o seu reach multiplataforma cair dos 737 mil para os 432 mil. Analisando os resultados acumulados de cada grupo de media, a liderança manteve-se em Junho nas mãos do Global Media Group, que se mantém praticamente em linha com o mês anterior ao registar um reach multiplataforma de 4,34 milhões (registava 4,35 milhões em Maio). Na segunda posição surge agora a Media Capital, que sobe ligeiramente dos 4,2 milhões para os 4,22 milhões de indivíduos alcançados, o suficiente para ultrapassar a Cofina, que vê o seu reach multiplataforma descer dos 4,26 milhões para 4,14 milhões. Seguem-se a Impresa (3,39 milhões), a RTP (1,89 milhões) e a Renascença Multimédia (1,57 milhões). O ranking netAudience apresenta desde Maio de 2019 os números relativos ao reach agregado dos títulos que integram a rede Nónio: 5,21 milhões de indivíduos alcançados em multiplataforma no último mês. Este mês passou também a incluir a rede Sapo, que totaliza 4,64 milhões de indivíduos alcançados. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/07/netaudience-correio-da-manha-segura-lideranca-recuperada-maio/
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    Panda e Biggs

    "As Histórias Épicas do Capitão Cuecas" chegam à televisão portuguesa A série "As Histórias Épicas do Capitão Cuecas" estreia no dia 20 no Biggs. "As Histórias Épicas do Capitão Cuecas", série inspirada no filme "Capitão Cuecas", de 2017, chega ao canal Biggs no próximo dia 20 de julho, às 21h00. Os episódios vão dar a conhecer George Beard e Harold Hutchins, "dois amigos apaixonados por histórias de banda desenhada que decidem transformar o terrível diretor da sua escola no famoso super-herói Capitão Cuecas". "Estes dois rapazinhos brincalhões gostam de pregar partidas e de produzir os seus próprios livros de banda desenhada, por isso, juntos decidem colocar a mão na massa e criar o maior super herói de da história da sua escola primária: o Capitão Cuecas. As coisas complicam-se quando o diretor da escola, o Sr. Krupp, tenta acabar com a brincadeira, mas o Capitão Cuecas salta das páginas para resolver as coisas", explica o canal em comunicado. "As Histórias Épicas do Capitão Cuecas" é uma série de televisão em flash animada da DreamWorks Animation, baseada no filme "Capitão Cuecas", inspirado na série de livros "As Aventuras do Capitão Cueca", de Dav Pilkey. Fonte:https://mag.sapo.pt/tv/atualidade-tv/artigos/as-historias-epicas-do-capitao-cuecas-chegam-a-televisao-portuguesa
  19. NOS alarga portfólio do NOS Play com conteúdos do AXN Now O catálogo de séries do AXN Now, plataforma de vídeo on demand dos canais da Sony Pictures Entertainment, vai passar a integrar, a partir de segunda-feira, o portfólio de conteúdos do NOS Play. Os subscritores do serviço de streaming da NOS passarão a ter à disposição “alguns dos maiores sucessos do canal AXN”, somando “dezenas de séries adicionais” sem custos acrescidos além da subscrição, que tem um custo de 7,50 euros mensais. “Com o objectivo de disponibilizar uma completa e diversificada oferta de filmes e séries do mercado, o NOS Play tem vindo continuamente a reforçar o seu portfólio de conteúdos ao qual adiciona, agora, um conjunto de séries do AXN Now”, refere a operadora em comunicado. O serviço passará a apresentar, a partir do dia 20 de Julho, uma nova secção dedicada aos títulos da plataforma de vídeo on demand do AXN, incluindo não só temporadas completas das séries mas também “estreias exclusivas e antestreias antes da emissão no canal”. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/07/nos-alarga-portfolio-do-nos-play-conteudos-do-axn-now/
  20. Nova marca de telecomunicações com branding da Stream and Tough Guy e This is Pacifica Há uma nova marca de telecomunicações no mercado português. A WOO, que se apresenta ao mercado como a primeira operadora totalmente digital, propõe uma oferta centrada exclusivamente nos serviços de internet, móvel e fixa, permitindo ao cliente gerir de forma autónoma o serviço de acordo com as suas necessidades através de uma aplicação móvel. A marca aponta assim aos consumidores que procuram um serviço de internet de forma autónoma, sem os habituais pacotes com triple e quadruple play das operadoras de telecomunicações. O oferta inclui serviços de voz móvel e de internet, podendo o cliente optar por três subscrições – móvel, fixa ou móvel+fixa – com custos que oscilam entre os 23 e os 55 euros por mês. “Com um posicionamento disruptivo no mercado nacional, ousadia, qualidade, simplicidade e confiança são os valores e princípios de experiência desta nova marca”, declara a empresa em comunicado. O projecto de criação da WOO, da estratégia de marca ao branding, esteve a cargo das agências Stream and Tough Guy e This is Pacifica. Já a campanha de lançamento tem assinatura de O Escritório, com comunicação digital assegurada pela ComOn. Com um tom humorístico, a comunicação da marca, sob a assinatura “Era WOO que faltava”, destaca que “a facilidade de gestão de um serviço de internet que nunca desliga, ao ritmo de cada utilizador e de forma autónoma, era mesmo o que faltava ao mercado nacional”. Sobre o processo de criação da marca, descrevem a Stream and Tough Guy e This is Pacifica, “a identidade da WOO sintetiza a experiência humana num contexto de interacção digital, numa relação compositiva dinâmica, feita a partir de uma paleta de cores vibrantes”. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/07/nova-marca-telecomunicacoes-branding-da-stream-and-tough-guy-this-is-pacifica/
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    Canais Nickelodeon

    Serviço on demand do Nickelodeon chega ao Meo e Vodafone O Nick+, serviço de vídeo on demand que reúne numa única plataforma conteúdos dos canais infanto-juvenis Nickelodeon e Nick Jr., está agora disponível no mercado português. A plataforma de conteúdos da Viacom CBS Networks estreia-se no Meo, onde terá um custo de subscrição de 2,99 euros por mês, com os dois primeiros gratuitos para os clientes que subscreverem até ao próximo mês de Setembro. A partir do próximo dia 23 de Julho integrará também a oferta da Vodafone. Além de reunir os melhores conteúdos dos dois canais, actualmente disponíveis em todas as operadoras de televisão no mercado nacional, a plataforma Nick+, que se apresenta como “o serviço mais completo de entretenimento on demand para crianças em Portugal”, incluirá temporadas completas das principais e antecipará o lançamento de novas temporadas com estreias exclusivas através do serviço. “Estamos altamente focados em construir uma oferta de entretenimento abrangente e actual, atendendo às necessidades e hábitos de visualização dos mais novos hoje em dia. Por essa razão, lançamos o Nick+, que se assume como uma opção super divertida para os mais jovens, que assim podem acompanhar as suas séries onde e quando quiserem com grande conveniência, com a garantia de qualidade Nickelodeon, uma marca líder de entretenimento infantil a nível mundial”, explica Manuel Gil, country manager iberia e EVP strategy & affiliates EMEAA da Viacom CBS Networks EMEAA. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/07/servico-on-demand-do-nickelodeon-chega-ao-meo-vodafone/
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    Rádio

    Bareme Rádio: Comercial mantém liderança em tempo de confinamento A estação mais ouvida no país continua a ser a Rádio Comercial, mantendo 1,1 pontos percentuais de vantagem sobre a RFM pela segunda vaga consecutiva. A terceira vaga do Bareme Rádio em 2020, tal como a última, volta a ficar marcada por uma quebra generalizada na audiência das principais estações de rádio em consequência do período de confinamento. A Comercial lidera agora com uma Audiência Acumulada de Véspera (AAV) de 14,9% quando, na primeira vaga deste ano, a estação do grupo Media Capital Rádios (MCR) chegou a atingir a fasquia dos 19%, descendo para os 17,1% na segunda. A quebra entre a segunda e terceira vagas é de 2,2 pontos percentuais, a mesma registada pela RFM, que desce dos 16% para os 13,8% de AAV. Mantém-se assim uma distância de 1,1 pontos percentuais entre Comercial e RFM quando, na primeira vaga, a estação do grupo Renascença Multimédia estava a apenas três décimas da rádio mais ouvida, registando então uma AAV de 18,7%. A audiência agora registada pelas duas estações representa igualmente uma quebra de 3,6 pontos percentuais, em ambos os casos, comparativamente à vaga homóloga em 2019, altura em que a Comercial registava uma AAV de 18,5%, enquanto a RFM estava nos 18,4%. A M80, que permanece como a terceira rádio mais ouvida no país, resistiu bem a este tempo de confinamento, registado uma AAV de 6,6%, valor que representa uma descida de apenas uma décima face aos 6,7% da segunda vaga e uma subida na mesma proporção se comparado com o resultado obtido pela estação do grupo MCR na vaga homóloga em 2019. Na quarta posição mantém-se também a Renascença, que segura a AAV de 5,6% que já registava na última vaga, valor que traduz uma descida de três décimas comparativamente à vaga homóloga no últim ano, quando registava uma AAV de 5,9%. O top 5 das rádios mais ouvidas no país fica completo com a Antena 1, que desce dos 4,2% para os 4% entre as duas últimas vagas, representando uma quebra de um ponto percentual face aos 5% que registava na vaga homóloga em 2019. A TSF segura a sexta posição apesar de registar uma descida dos 3,3% para os 3,1%, valor que representa, ainda assim, uma subida face à AAV de 2,9% que a estação detida pelo Global Media Group registava na vaga homóloga. Seguem-se, empatadas nos 2,5%, a Cidade FM e a Mega Hits, sendo que a estação do grupo MCR desce duas décimas entre a segunda e terceira vagas enquanto a estação do grupo Renascença Multimédia já registava os mesmos 2,5% na vaga anterior. Face à vaga homóloga, quando ambas as estações alcançavam uma AAV de 3,9%, a quebra é de 1,4 pontos percentuais. A Antena 3 mantém-se no nono lugar, descendo dos 1,8% para 1,5%, valor traduz uma quebra de sete décimas relativamente aos 2,2% registados na vaga homóloga. Fecha o top 10 a Smooth FM, que desce uma décima, quer face à última vaga quer em comparação com a vaga homóloga, ao registar agora 0,9% de AAV. Seguem-se a Rádio SIM, que entretanto foi descontinuada, com 0,7%. Na análise por grupos, a Media Capital Rádios mantém a liderança com uma AAV de 22,8, valor que representa uma quebra de 2,3 pontos percentuais relativamente à vaga anterior, quando o grupo apresentava uma AAV total de 25,1. Face à vaga homóloga em 2019, quando o grupo se situava nos 26,9%, a quebra é de 4,1 pontos percentuais. Já o grupo Renascença Multimédia, que na última vaga se situava nos 23,3%, cai para os 21,3%, uma descida de dois pontos percentuais entre as duas vagas e de 5,8 pontos percentuais relativamente aos 27,1% que registava na vaga homóloga e que lhe garantiam a liderança. Com 5,7%, a RTP desce cinco décimas face à vaga anterior e 1,6 pontos percentuais em comparação com a vaga homóloga em 2019. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/07/bareme-radio-comercial-mantem-lideranca-tempo-confinamento/
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    Notícias Grupo RTP

    RTP gasta 200 mil euros por ano para manter terrenos não utilizados “Nos últimos cinco anos gastámos um milhão de euros numa actividade que não é produtiva”, apontou Gonçalo Reis, presidente do Conselho de Administração da RTP, referindo-se a uma verba de 200 mil euros gasta anualmente com a manutenção de terrenos não utilizados. Em causa estão os custos de manutenção, a cargo da estação pública, de terrenos agrícolas como os de Miramar ou Pegões, o que representa “200 mil euros em manutenção, segurança, desmatagem e isso é um montante significativo”, referiu Gonçalo Reis. O presidente do Conselho de Administração da estação pública, que respondia a questões dos deputados no âmbito de uma audição na comissão parlamentar de Cultura e Comunicação”, explicou que “a política da RTP nos últimos 20 anos é tratar bem das instalações que são necessárias e racionalizar aquelas que comprovadamente não têm actividade produtiva”. No entanto, justificou, a administração “não toma hoje uma decisão” sobre os activos “sozinha, sem ter a aprovação do accionista”. Gonçalo Reis chamou, por isso, a atenção para o facto de que “nos últimos cinco anos gastámos um milhão de euros numa actividade que não é produtiva”, sugerindo uma reflexão sobre o assunto já que “quem paga a CAV [contribuição para o audiovisual] é para a empresa produzir conteúdos audiovisuais”. Sobre o programa de indústrias criativas no actual contexto de pandemia, o administrador da RTP Hugo Figueiredo assegurou que, neste momento, há cerca de “dois milhões de euros de adiantamentos que foram feitos a diversas produções que estavam aprovadas e muitas delas já retomaram a produção”. Ao nível da aquisição de novos programas, acrescentou, desde meados de Março que estão em curso “cerca de dois milhões de euros” em programas de apoio às indústrias. Já na rádio, os investimentos rondam os três milhões de euros. Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/07/rtp-gasta-200-mil-euros-ano-manter-terrenos-nao-utilizados/ Brasil é "mercado difícil" mas RTP está "na luta" para reforçar distribuição no país O presidente do Conselho de Administração da RTP, Gonçalo Reis, afirmou hoje que o Brasil é "um mercado difícil", mas que a empresa está "na luta" para reforçar a sua distribuição, além de atuar "em outras frentes" naquele país. "O Brasil é um mercado difícil por várias razões, nós queremos estar no Brasil e divulgar ao máximo", afirmou Gonçalo Reis, que falava na comissão parlamentar de Cultura e Comunicação. O mercado é difícil "porque tem uma indústria de conteúdos muito forte", disse. Além disso, "os brasileiros têm mais alguma dificuldade em compreender a língua portuguesa do que na prática pensamos”, acrescentou, apontando que é o que os estudos referem. A RTP Internacional "é distribuída no Brasil via satélite e isso mantemos", referiu, recordando que há um histórico da presença de um operador privado português, a SIC, naquele mercado, que tinha um acordo com a Sky/Rede Globo. "Estamos na luta para distribuir junto desse operador ou junto de outros operadores que o consigam distribuir", acrescentou Gonçalo Reis. No Brasil, "estamos a atuar em outras frentes", disse, apontando o fecho de um acordo "muito relevante com a TV Cultura" e com a "Fundação Roberto Marinho e a secretaria de Estado da Cultura do Brasil, que prevê e executa intercâmbio de programas". "Estamos a trabalhar" com o Museu de Língua Portuguesa, que vai ter conteúdos dos arquivos da RTP, acrescentou. Na audição anterior, o presidente do Conselho de Opinião da RTP, Manuel Coelho da Silva, tinha partilhado a sua preocupação com a cobertura da estação pública no mercado brasileiro. Fonte:https://mag.sapo.pt/tv/atualidade-tv/artigos/brasil-e-mercado-dificil-mas-rtp-esta-na-luta-para-reforcar-distribuicao-no-pais
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    Notícias SIC

    Golpe de Sorte vendida para o mercado polaco Após ter sido comprada pelo canal russo Fenix TV, a série Golpe de Sorte, produzida pela Coral Europa e exibida pela SIC, chegará esta semana também ao mercado polaco. A produção foi vendida pela estação de Paço de Arcos à televisão pública da Polónia, sendo exibida a partir desta semana na TVP1 na faixa horária das 17h. “Este é mais um importante passo na estratégia de afirmação da SIC como distribuidor de conteúdos a nível internacional”, sublinha a estação do grupo Impresa em comunicado, onde destaca que actualmente “a SIC vende conteúdos para 80 países”. A par da série protagonizada por Maria João Abreu, a estação recorda casos como o da novela Laços de Sangue, comprada pela RAI1 em Itália e pela TV Zimbo de Angola, da novela Lua Vermelha, que passou no México, Perfeito Coração, que chegou à Rússia e Bielorrússia, ou Rainha das Flores, emitida na Alemanha através da ProSieben Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/07/golpe-sorte-vendida-mercado-polaco/
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