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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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A verdade é que a diferença mensal entre SIC e TVI continua assim a reduzir-se: 5 pontos percentuais de diferença em julho, 3.9 p.p. em agosto, 3.1 p.p. em setembro e agora 2.3 p.p. em outubro. É mesmo a margem mais curta entre os dois canais desde abril de 2019, altura em que estavam separados por 1.9 p.p.

Veremos mas o Novembro vem sem grandes novidades acho que é capaz de se manter perto dos 3 pontos de diferença...

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Empresa liderada por Paulo Gaspar compra 23% da Media Capital

A operação terá sido fechada esta segunda-feira, segundo o semanário “Expresso”. A Triun SGPS torna-se, assim, no segundo maior acionista da dona da TVI.

A empresa Triun SGPS, liderada pelo administrador da Lusiaves Paulo Gaspar, reforçou esta segunda-feira a sua posição na Media Capital e comprou 23% da dona da TVI, segundo o semanário “Expresso”.

A operação terá sido fechada esta manhã e corresponde a um aumento de três pontos percentuais relativamente ao que tinha sido inicialmente acordado com a espanhola Prisa – que está a concluir a venda de outros blocos a vários investidores, de acordo com a mesma publicação.

Assim, o empresário Mário Ferreira, dono do grupo Douro Azul, continua a ser o maior acionista do grupo de comunicação social, com 30,22%, e a Triun SGPS torna-se no segundo.

Na quarta-feira, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) prolongou por mais oito dias úteis o prazo para que a Pluris e a Vertix se pronunciem sobre o projeto de decisão do regulador sobre concertação na Media Capital. O regulador dos mercados refere-se à “prorrogação do prazo de exercício do direito de audiência prévia relativo ao projeto de decisão de indeferimento da CMVM a respeito do pedido de ilisão de presunção de atuação concertada e da inerente imputação de direitos de voto inerentes a ações representativas do capital da Grupo Media Capital, SGPS”.

Em causa está o facto de, no início do mês passado, a CMVM ter considerado que havia concertação entre a Pluris Investments e a Prisa na Media Capital, tendo na altura o empresário Mário Ferreira 10 dias úteis para responder ao projeto de decisão.

Fonte: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/empresa-liderada-por-paulo-gaspar-compra-23-da-media-capital-658390

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Uma pequena curiosidade. 
Hoje na App Store fazem destaque ao jogo do FC Porto e do Marseille. 
Destacam as apps das equipas, como também a app da liga. Além disso, destacam a app da TVI, onde se pode ver o jogo. Penso que seja a primeira vez que a Apple faz isso, enganaram-se foi na app da TVI, meteram a app da TVI (aquela super datada), e não o TVI Player :haha:

Editado por dav01
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2 minutes ago, dav01 said:

Uma pequena curiosidade. 
Hoje na App Store fazem destaque ao jogo do FC Porto e do Marseille. 
Destacam as apps das equipas, como também a app da liga. Além disso, destacam a app da TVI, onde se pode ver o jogo. Penso que seja a primeira vez que a Apple faz isso, enganaram-se foi na app da TVI, meteram a app da TVI (aquela super datada), e não o TVI Player :haha:

Boatos que a Cristina comprou a Apple :read:

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Prisa conclui venda da totalidade da participação na Media Capital

O grupo espanhol Prisa concluiu esta terça-feira a venda da totalidade da sua participação na Media Capital, ao vender os restantes 21,2% que detinha na dona da TVI através da Vertix, por 12,1 milhões de euros.

Com a concretização da venda, a Media Capital tem vindo a anunciar as participações de vários investidores, onde constam o grupo Triun, de Paulo Gaspar, filho do presidente da Lusiaves, que comprar na segunda-feira 23% da empresa, mais 3% do que tinha sido anteriormente divulgado. Também na segunda-feira foi comunicado que a Biz Partners concretizou a compra de 11,9% da Media Capital, mas sem o grupo industrial Tensai na sua estrutura acionista, ao contrário do que tinha sido divulgado em setembro.

A Biz Partners passou então a deter 10.118.339 ações do capital social da dona da TVI, o que corresponde a uma participação qualificada de 11,9725% no capital social e direitos de voto desta referida sociedade. 

A sociedade é agora dominada pela Hiper Go, com 33,4% que “tem como beneficiário efetivo Miguel Maria Bragança Cunha Osório Araújo”, refere o comunicado enviado na segunda-feira. Segue-se a IBG – International Business Group Portugal – SGPS, S.A. (Zona Franca da Madeira), a Castro Group, com 16,7%, a Capitais Privados (16,4%), a Regimidia, de Tony Carreira, com 8,3% e, com igual participação, a Benecar.

https://observador.pt/2020/11/03/prisa-conclui-venda-da-totalidade-da-participacao-na-media-capital/

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há 17 minutos, Vieira disse:

Ela deve ter ficado bem chateada, quando acabaram o espaço de reportagens dela, agora com a nova informação.

Mas o projeto para onde ela foi, também parece bem desafiante.

Editado por dav01
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agora mesmo, EFernando disse:

Acho curioso que vá para um grupo que está a atravessar uma crise fortíssima e corre o risco de fechar porta.

Acabou de ser comprado (40%) pelo Marco Galinha... que, por acaso, era um tubarão no Shark Tank... com o Mário Ferreira! :winkglasses:

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há 4 minutos, EFernando disse:

Acho curioso que vá para um grupo que está a atravessar uma crise fortíssima e corre o risco de fechar porta.

O mais curioso é que um jornalista que não apareça na televisão rapidamente perde o rótulo de "figura pública".

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35 minutes ago, maria22 said:

Acabou de ser comprado (40%) pelo Marco Galinha... que, por acaso, era um tubarão no Shark Tank... com o Mário Ferreira! :winkglasses:

Ahh, pois foi. Tinha ouvido qualquer coisa do género. 

Mas mesmo assim, acabaram de despedir 80 pessoas e metem uma figura com este peso mediático. :ph34r: Mas, pronto, a Alexandra que tenha muito sucesso. 

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On 11/3/2020 at 6:32 PM, Vieira said:

Curioso o percurso dela pela TVE e CNN, pensava que tinha começado pela RTP.

Não sou fã deste estilo de jornalismo de investigação à moda do Sexta às 9 ou da Ana Leal, mas destas três é a mais polida e a mais fundamentada, parece-me.

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On 03/11/2020 at 17:45, msm0 disse:

Prisa conclui venda da totalidade da participação na Media Capital

O grupo espanhol Prisa concluiu esta terça-feira a venda da totalidade da sua participação na Media Capital, ao vender os restantes 21,2% que detinha na dona da TVI através da Vertix, por 12,1 milhões de euros.

Com a concretização da venda, a Media Capital tem vindo a anunciar as participações de vários investidores, onde constam o grupo Triun, de Paulo Gaspar, filho do presidente da Lusiaves, que comprar na segunda-feira 23% da empresa, mais 3% do que tinha sido anteriormente divulgado. Também na segunda-feira foi comunicado que a Biz Partners concretizou a compra de 11,9% da Media Capital, mas sem o grupo industrial Tensai na sua estrutura acionista, ao contrário do que tinha sido divulgado em setembro.

A Biz Partners passou então a deter 10.118.339 ações do capital social da dona da TVI, o que corresponde a uma participação qualificada de 11,9725% no capital social e direitos de voto desta referida sociedade. 

A sociedade é agora dominada pela Hiper Go, com 33,4% que “tem como beneficiário efetivo Miguel Maria Bragança Cunha Osório Araújo”, refere o comunicado enviado na segunda-feira. Segue-se a IBG – International Business Group Portugal – SGPS, S.A. (Zona Franca da Madeira), a Castro Group, com 16,7%, a Capitais Privados (16,4%), a Regimidia, de Tony Carreira, com 8,3% e, com igual participação, a Benecar.

https://observador.pt/2020/11/03/prisa-conclui-venda-da-totalidade-da-participacao-na-media-capital/

Que confusao em que a media capital ficou .

Esses percentagens sao referentes ao grupo biz ?

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Media Capital espera fechar o ano com resultados a “tender para o zero”

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“Apesar de o ano 2020 ser marcadamente um ano muito difícil, o Grupo soube ser resiliente e alcançou resultados operacionais e financeiros bastante positivos nestes primeiros 10 meses do ano”. Quem o diz é  Manuel Alves Monteiro, CEO da Media Capital. Em comunicado enviado à imprensa, o responsável do grupo  explica que  “o endividamento financeiro liquido, com uma redução significativa de € 7,3 milhões face a Junho de 2020, o saldo de caixa, que no fecho de Outubro se situou nos € 16,5 milhões, são demonstrativos da forma resiliente como o Grupo atravessou este período de necessidade extrema de controlo de liquidez”.

Também em comunicado, com  informação financeira resumida, parcial e pode ser sujeito a alterações, correções ou aditamentos, enviado na noite de sexta-feira à CMVM, o grupo dizia ter  atingido rendimentos consolidados de 104,6 milhões de euros até Outubro, menos 22% do que no período homólogo de 2019.  Os gastos operacionais, antes de depreciações e amortizações, recuaram 8% (mesma percentagem, se ajustados de gastos com restruturação), alcançando  111,4 milhões até outubro ( 109 milhões sem gastos com restruturação).  O EBITDA, de  13,4 milhões de euros nos primeiros dez meses de 2019, é agora de  6,8 milhões negativos.

“Durante os primeiros dez meses do corrente ano, em resultado do efeito conjugado da pandemia e da redução (em termos acumulados) de quota de audiência do principal canal televisivo (TVI – canal generalista) face ao período homólogo, os rendimentos operacionais do Grupo foram negativamente afectados, nomeadamente ao nível da publicidade. Estes impactos tiveram maior incidência nos meses de março a junho, período em que o mercado publicitário relevante do Grupo Media Capital (TV FTA, TV Cabo, Rádio e Digital) recuou de forma agregada 17%, 45%, 44% e 19% face ao período homólogo, respetivamente. Para além do efeito adverso da pandemia no mercado de publicidade, é de relembrar que em 2019 a TVI foi líder de audiências em all day até Fevereiro, mantendo a liderança em prime time até Junho desse ano e que em 2020, no mesmo período, a TVI não foi líder no período sob análise em qualquer desses slots horários”, enquadra o grupo na informação enviada à CMVM.

“Em relação ao EBITDA ajustado de Gastos com Reestruturação, nos últimos 4 meses, alcançou-se um valor acima dos registados em 2019. (…) O controlo de gastos que o Grupo tem em marcha faz-nos acreditar que tenderemos a fechar 2020 com EBITDA ajustado de Gastos com Reestruturação a tender para o zero”, diz hoje em comunicado o CEO do grupo.

Manuel Alves Monteiro salienta que “tendência crescente das audiências dos canais de TV do Grupo, reforçada pela nova grelha de programação da rentrée e pela contratação de pessoas chave on e off-screen faz com que o diferencial entre a quota de audiência dos dois principais canais de televisão portuguesa esteja a níveis mínimos de cerca de ano e meio”. O responsável acrescenta que no meio rádio “o Grupo têm vindo a reforçar a sua liderança” e, no digital, “o número de vídeos e páginas vistas aumentaram substancialmente durante os primeiros dez meses do ano, colocando o grupo na liderança nacional no negócio digital”.

“Através da continuação da melhoria dos contextos externo e interno, o Grupo Media Capital antecipa um reforço do seu posicionamento competitivo no sector e um desagravamento substancial dos comparativos financeiros nos restantes meses de 2020”, prossegue. “O evento da pandemia, não obstante o recente agravamento e as fortes repercussões económicas, afigura-se como temporário”, lembra no comunicado enviado à CMVM.

“Com a estabilização da nova estrutura accionista” e a “implementação da nova estratégia”,  “existe uma forte expetativa do grupo recuperar níveis históricos de rentabilidade já exibidos em exercícios passados” conclui Manuel Alves Monteiro.

Recorde-se que a Prisa, que teve um resultado liquido negativo de 209 milhões de euros  nos primeiros nove meses do ano,  concluiu na última semana a venda da sua participação na Media Capital.

Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/11/media-capital-espera-fechar-ano-resultados-tender-zero/

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Mexidas continuam na Media Capital. Manuel Alves Monteiro de saída, Mário Ferreira pode ser o novo homem forte

Entrou na administração da Media Capital pouco antes de Mário Ferreira tornar-se acionista da dona da TVI. Sai, agora, em que a nova estrutura acionista está estabilizada após a saída da Prisa. Mas a substituição é transitória. Para já, Mário Ferreira é proposto "chairman" da administração, que conta com a sua mulher, Paula, e também com Cristina Ferreira. 

Há mais mexidas na Media Capital e não vão ficar por aqui. Ao fim de sete meses, Manuel Alves Monteiro, parceiro de Mário Ferreira numa das suas “holdings”, vai deixar de ser o responsável executivo da Media Capital.

Com a estrutura acionista estabilizada após a saída da Prisa, a proprietária da TVI vai passar a ser presidida por Luís Cunha Velho, que já foi diretor-geral e está agora como consultor da administração. A informação foi transmitida pelo ainda administrador delegado em mensagem enviada aos trabalhadores da Media Capital, e entretanto já confirmada pela empresa às redações. Só que Cunha Velho ficará apenas num período de transição.

https://expresso.pt/economia/2020-11-10-Mexidas-continuam-na-Media-Capital.-Manuel-Alves-Monteiro-de-saida-Luis-Cunha-Velho-sobe-presidente-executivo

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CRISTINA FERREIRA TIRA GOUCHA DAS MANHÃS EM 2021

A saída de Manuel Luís Goucha das manhãs era um dos desejos da antiga direção da TVI liderada por Felipa Garnel.

Agora, Cristina Ferreira tem a mesma opinião e prepara-se para tirar o apresentador deste horário do canal que já assume há quase 20 anos.

Segundo a TV Mais, Manuel Luís Goucha vai assumir o novo programa das tardes da TVI já em 2021.

«A Cristina Ferreira quer o apresentador num novo programa à tarde. Ela acredita  que ele é a pessoa certa para roubar audiências à Júlia Pinheiro da SIC» :read:, refere uma fonte próxima de Cristina Ferreira. Recorde-se que em setembro foi anunciado o fim do “A Tarde É Sua”.

Desde modo, Júlia Pinheiro e Manuel Luís Goucha vão voltar a enfrentar-se num duelo que promete ser mais acesso do que quando se confrontaram durante anos nas manhãs.

Z

"A TARDE É SUA" VAI MESMO ACABAR...

Dez anos depois, a TVI vai mesmo terminar com o “A Tarde É Sua”. O programa não tem conseguido dar luta nas audiências da tarde frente ao “Júlia”

«O programa continua a cumprir a sua missão, mas desde que estreou o “Júlia”, na SIC, perdeu audiências. Esse é também um dos motivos que levam ao seu término», revela fonte próxima da direção de programas da TVI à TV Mais.

Tal como avançado, Manuel Luís Goucha vai assumir o horário de Fátima Lopes nas tardes da estação de Queluz.

Já Fátima Lopes tem um outro desafio em mãos. A apresentadora é aposta de Cristina Ferreira para os fins de semana de manhã. :read:

«A ideia é semelhante ao que aconteceu com o João Baião na SIC, que estreou o “Olhó Baião!” ao sábado e domingo de manhã e captou audiência.», justifica a mesma fonte.

Z

  • Surpresa 6

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