Forbidden Postado 16 de abril 2018 Postado 16 de abril 2018 há 2 minutos, AGUI disse: "Me dá uma agonia esse sotaque ,tem.ckmo dublar kkkkk,essas novelas portuguesa sao arrastadas lentas.da sono só de ver o trailer." Desgraçados estes brasileiro. Nunca viram nenhuma. Este nem sabe escrever uma conjunção adversativa e vem julgar o nosso sotaque. Nem o nick soube escrever direito. Agora vou ter que estar a falar bem da Gabi Cortiçeira para defender as nossas novelas Eu se fosse brasileiro também não queria ver as nossas novelas, pelo menos as dos últimos anos. 1 Citar
Televisão 10 Postado 16 de abril 2018 Postado 16 de abril 2018 há 26 minutos, D007 disse: Sim, é ele. Eu e ele somos os únicos espectadores diários do 3 às 14, o jornal mais classudo e com mais pérolas da televisão portuguesa. Ela também está 3 às 15 e no Jornal das 12, que ela nem sabe o nome, pois chama-lhe Jornal do Meio-Dia, que é o nome do da SIC Notícias. Citar
D007 Postado 16 de abril 2018 Postado 16 de abril 2018 há 1 hora, Duarte disse: @D007 @HugoMiguel @Gatafunhos @Ambrósio ahh agora estou-me a lembrar, aquela era a roupa que ela trazia na semana passada. Arrr o Unas a perguntar onde é que ela estava na RTP, que ele não consegue lembrar-se/acompanhar e ela responde: "Nem eu. Eu simplesmente trabalho na televisão". Ambrósio, ela a dizer que a private joke dela é quando chega à RTP dizerem que ela veio do Mato Grosso. Aaaaa ela a atender o telemóvel em direto. Já a imagino a fazer o mesmo nas notícias. @Ambrósio 1 2 Citar
Duarte Postado 16 de abril 2018 Postado 16 de abril 2018 há 15 minutos, D007 disse: @Ambrósio ahh agora estou-me a lembrar, aquela era a roupa que ela trazia na semana passada. Arrr o Unas a perguntar onde é que ela estava na RTP, que ele não consegue lembrar-se/acompanhar e ela responde: "Nem eu. Eu simplesmente trabalho na televisão". Ambrósio, ela a dizer que a private joke dela é quando chega à RTP dizerem que ela veio do Mato Grosso. Aaaaa ela a atender o telemóvel em direto. Já a imagino a fazer o mesmo nas notícias. @Ambrósio de nada 1 Citar
D007 Postado 16 de abril 2018 Postado 16 de abril 2018 há 20 minutos, Televisão 10 disse: Ela também está 3 às 15 e no Jornal das 12, que ela nem sabe o nome, pois chama-lhe Jornal do Meio-Dia, que é o nome do da SIC Notícias. @Ambrósio, afinal não somos só nós a ver kkkk E ela chama Jornal do Meio-Dia, não por ser o da SIC Notícias, mas por ser o antigo nome daquele jornal na RTP que ela, pelos vistos, também apresentava. 1 1 Citar
ATVTQsV Postado 16 de abril 2018 Postado 16 de abril 2018 Antes havia o Jornal do Meio-Dia (RTP Informação) e antes era o Notícias às 12 (muitos dos noticiários da RTP N no grafismo de 2008 usavam o termo Notícias às XX. Tipo Notícias às 10, Notícias às 11, Notícias às 12 e assim sucessivamente. Havia um par de excepções). Porém na altura a SIC Notícias tinha a Edição do Meio-Dia que ia das 10 às 13. Salvo erro, nos primeiros anos era a da Manhã das 7 às 10 (mais tarde a partir das 06:30), do Meio-Dia das 10 às 13, da Tarde das 15 às 19 e da Noite das 22 à meia-noite ou à uma da manhã. Haviam também os jornais das 2, 7 e 9. O Jornal das 9 já não existe. Citar
André Postado 17 de abril 2018 Postado 17 de abril 2018 Agora mesmo, HugoMiguel disse: @alexis9000 Bem vindo ao fórum! Muito que bem, a atirar-se ao membro novo para no caso de haver alguma desistência no The Prison ter um suplente. 8 Citar
ATVTQsV Postado 17 de abril 2018 Postado 17 de abril 2018 há 18 horas, HugoMiguel disse: Morto que a Berta é super tia. Super Tia, Super Tia, o melhor que a vida tem, caturreira! Citar
BBFF Postado 17 de abril 2018 Postado 17 de abril 2018 @Manú Tenry, porque é que reagiste com "Zangado" à minha publicação sobre o Luís Garcia? Gostas dele? Citar
Manu Tenry Postado 17 de abril 2018 Postado 17 de abril 2018 há 2 minutos, BBFF disse: @Manú Tenry, porque é que reagiste com "Zangado" à minha publicação sobre o Luís Garcia? Gostas dele? Pelo contrário, estava a concordar contigo(até porque os meus últimos comentários, eu critiquei-o e tu até puseste like se não estou em erro)! O "zangado" é justamente por ele estar na novela e no núcleo em questão. É uma questão de interpretação 2 Citar
BBFF Postado 17 de abril 2018 Postado 17 de abril 2018 há 11 minutos, Manú Tenry disse: Pelo contrário, estava a concordar contigo(até porque os meus últimos comentários, eu critiquei-o e tu até puseste like se não estou em erro)! O "zangado" é justamente por ele estar na novela e no núcleo em questão. É uma questão de interpretação Já não me lembrava Pois! Quando eu faço comentários «mais negativos» sobre algo e alguém reage com "zangado" nunca sei se é por concordar e também não gostar da situação ou por discordar... Citar
Ana Maria Peres Postado 17 de abril 2018 Postado 17 de abril 2018 (editado) Olá, pessoas interessantes, giras e engraçadas! Como vão indo? Bem? Espero que sim. Eu também, tem andado numa boa fase, ainda que que trabalhosa, mas nada se faz sem trabalho, não é? É o que dizem. Hoje, vou cá contar-vos o meu dia, que foi assim dos mais estranhos que me lembro. Uma combinação de factores tão estranha uniu-se e proporcionou-me constrangimento, vergonha e mais uns quantos sentimentos agradáveis. Decidi compartilhar, porque é-me agradável libertar pensamentos e pronto, gosto sempre de escrever. Tudo começou quando fui almoçar com os meus superiores hierárquicos (a nível de trabalho). É uma iniciativa que fazem de dois em dois meses e, ainda para mais, pagam-me a comida e eu não sou um ser mentalmente apto para dizer não a coisas grátis. Assim lá ia eu, toda contente. Ora, os meus chefes são gente com dinheiro, autênticos capitalistas exploradores, ao contrário de mim, que sou uma mulher simples, recatada e do povo. Compreendem, em função disto, que eu não estou habituada a ir a sítios chiques, onde uma garrafa de água custa tanto como uma refeição. Mas, enfim, paguem-me que eu vou, meto o meu melhor trapinho e ala que se faz tarde. A localização elegida foi, nada mais nada menos, que a zona mais chique do Porto, ou seja, a Foz. Conhecida pelas praias, pelas tias e pelos ingleses, é onde o glamour habita, pelo menos é o que diz a imprensa cor de rosa. Selecionaram um restaurante/esplanada quase em cima do mar, este que estava bastante bravo, não tivesse eu amor à vida e ia dar um mergulho, pena é que não mais de lá saía - porque congelava e porque uma onda me levaria para parte incerta. Prosseguindo, estava a sair do meu trabalho (porque não me deram a manhã livre) e eis que surge uma superior minha (ainda que não trabalhemos no mesmo departamento), uma senhora muito simpática, cujo amor maior não são as novelas da SIC, mas sim os seus 4 filhos, que ela se farta de falar. Gentilmente me pediu se poderia vir comigo, no meu carro, uma vez que não tinha trazido o seu. Embora me sentisse um pouco desconfortável para o fazer, como é óbvio disse que sim e lá fomos. Assim que entramos no carro e eu começo a conduzir, o que acontece? Vem à tona a vida das suas crias. Já sei tudo sobre as mesmas, se pudesse até já dava para fazer uma biografia. Inclusive, e aqui é que as coisas ficam mais estranhas, me pergunta sobre como é que deve abordar assuntos relacionados com a Educação Sexual. Já que eu tivera sido professora, pensou ela, deveria de perceber melhor os adolescentes e lhes poderia dizer, depois de anos a já sabe-lo, que, para além do Pai Natal, também não existe nenhuma cegonha que traz os bebés e os mete dentro da barriga da mãe. Educadamente lhe dei algumas dicas gerais, sendo-lhe sincera e refutando a ideia de que eu era uma Quintina Aires (se bem que ache que tenha mais bom-senso que o senhor) desta vida. Enfim, eis que chegamos a Foz, eis que avistamos cães de variadas raças - todas pedigree -, eis que avistamos o mar e o bravo que estava ele. Nesse sentido, a mãe galinha ao meu lado comentou logo que uma cria dela queria fazer surf, mas que não a deixava, que ele tirasse o cavalinho da chuva, que nem uma prancha teria! Ah, pois é! Bom, entramos no restaurante e tenho uma surpresa, pois estava lá alguém que eu conhecia (para além de quem partilha o espaço de trabalho comigo). Quem era, perguntais vós, cheios de inquietação e dúvida? O Rato Mickey? A Marisa Cruz? O Papa? Nenhum destes. Era o meu ex-namorado. Uh, rolou um clima entre nós os dois? Uh, olharam um para o outro e desataram a beijar-se, revivendo o amor de outrora? Mas acham que a minha vida é uma novela? Claro que não. A nossa relação teve um tempo, que terminou, e agora cada um seguiu com a sua vida, ainda para mais ele estava com a que eu penso ser a sua nova namorada. Dissemos um "olá", "tudo bem?" e foi isto, nem houve complexos de maior. Pronto, obstáculo número dois ultrapassado. Após isto, sentei-me na mesa, pedi a comida (a mais cara, que se é para falir os capitalistas, vamos fazê-lo à grande) e pronto, tudo decorria normalmente: a senhora à qual eu dei boleia continuava a falar nas crianças dela, um senhor pedia comida especial dado que é alérgico a 394 alimentos, em suma, um almoço laboral relativamente normal. Até que a normalidade tinha de ser quebrada. Não por mim, mas por uns estrangeiros, que penso que eram holandeses - nunca os tinha visto na vida. Estavam como se fizessem uns 30º, de calções e manga cava, que frio é só quando a nossa ponta do nariz fica congelada. Infelizmente, um neerlandês do grupo deve ter gostado de mim e passou a vida a olhar para a minha pessoa. Não é que eu não compreenda o fascínio que tem pela minha pessoa, já que até sou uma rapariga bela, sedutora e com um bom ar (não me venham cá com histórias que eu sou convencida, que isto é a brincar, mas já agora, mesmo que não fosse, se eu não gostar de mim, quem gostará? Respeitem o meu amor próprio. ). O homem estava fixado em mim e eu a ficar com medo que ele me raptasse e me levasse para uma cave na Holanda e me deixasse lá durante anos, ou então que me fizesse alguma coisa pior. Nada de mal se passou, felizmente que só se passou pelos olhares e ficou-se por aí. Lá comi a sobremesa (um cheesecake direitinho para as ancas, que até estava bem bom) e viemos embora, já sozinha, uma vez que a senhora que ama as crianças decidiu ir com outra pessoa. Cheguei ao trabalho, sem antes me ter sido oferecido uma cerveja. É verdade, num golpe de marketing fantástico, uma marca que eu não vou publicitar - porque não me pagou nem um centavo (informações para parcerias: anaperesquerdinheiro@money.com) -, decidiu dar aquela bebida alcoólica a quem passasse na rua. Eu achei estranhíssimo. Dar jornais? Normal. Dar uma caixa de comprimidos? Também. Agora, cervejas é coisa que nunca havia visto. Enfim, já referi que adoro coisas grátis e aquilo não era excepção, por isso lá a trouxe para casa, provavelmente para o meu companheiro a beber. O meu destino final estava ali, pronta para uma tarde profissional e perceber que raio de almoço havia sido aquele. Felizmente, terminou tudo bem: até que foi divertido e ganhei uma garrafa da @, por isso não houve problemas de maior. E tudo está bem, quando acaba bem! Editado 17 de abril 2018 por Ana Maria Peres 4 4 1 Citar
agui Postado 17 de abril 2018 Postado 17 de abril 2018 Agora mesmo, Ana Maria Peres disse: Olá, pessoas interessantes, giras e engraçadas! Como vão indo? Bem? Espero que sim. Eu também, tem andado numa boa fase, ainda que que trabalhosa, mas nada se faz sem trabalho, não é? É o que dizem. Hoje, vou cá contar-vos o meu dia, que foi assim dos mais estranhos que me lembro. Uma combinação de factores tão estranha uniu-se e proporcionou-me constrangimento, vergonha e mais uns quantos sentimentos agradáveis. Decidi compartilhar, porque é-me agradável libertar pensamentos e pronto, gosto sempre de escrever. Tudo começou quando fui almoçar com os meus superiores hierárquicos (a nível de trabalho). É uma iniciativa que fazem de dois em dois meses e, ainda para mais, pagam-me a comida e eu não sou um ser mentalmente apto para dizer não a coisas grátis. Assim, lá ia eu, toda contente. Ora, os meus chefes são gente com dinheiro, autênticos capitalistas exploradores, ao contrário de mim, que sou uma mulher simples, recatada e do povo. Compreendem, em função disto, que eu não estou habituada a ir a sítios chiques, onde uma garrafa de água custa tanto como uma refeição. Mas, enfim, paguem-me que eu vou, meto o meu melhor trapinho e ala que se faz tarde. A localização elegida foi, nada mais nada menos, que a zona mais chique do Porto, ou seja, a Foz. Conhecida pelas praias, pelas tias e pelos ingleses, é onde o glamour habita, pelo menos é o que diz a imprensa cor de rosa. Selecionaram um restaurante/esplanada quase em cima do mar, este que estava bastante bravo, não tivesse eu amor à vida e ia dar um mergulho, pena é que não mais de lá saía. Prosseguindo, estava a sair do meu trabalho (porque não me deram a manhã livre) e eis que surge uma superior minha (ainda que não trabalhemos no mesmo departamento), uma senhora muito simpática, cujo amor maior não são as novelas da SIC, mas sim os seus 4 filhos, que ela se farta de falar. Gentilmente me pediu se poderia vir comigo, no meu carro, uma vez que não tinha trazido o seu. Embora me sentisse um pouco desconfortável para o fazer, como é óbvio disse que sim e lá fomos. Assim que entramos no carro e eu começo a conduzir, o que acontece? Vem à tona a vida das suas crias. Já sei tudo sobre as mesmas, se pudesse até já dava para fazer uma biografia sobre os mesmos. Inclusive, e aqui é que as coisas ficam mais estranhas, me pergunta sobre como é que deve abordar assuntos relacionados com a Educação Sexual. Já que eu tivera sido professora, pensou ela, deveria de perceber melhor os adolescentes e lhes poderia dizer, depois de anos a já sabe-lo, que, para além do Pai Natal, também não existe nenhuma cegonha que traz os bebés e os mete dentro da barriga da mãe. Educadamente lhe dei algumas dicas gerais, sendo-lhe sincera e refutando a ideia de que eu era uma Quintina Aires (se bem que ache que tenha mais bom-senso que o senhor) desta vida. Enfim, eis que chegamos a Foz, eis que avistamos cães de variadas raças - todas pedigree -, eis que avistamos o mar e o bravo que estava ele. Nesse sentido, a mãe galinha ao meu lado comentou logo que uma cria dela queria fazer surf, mas que a minha superior não a deixava, que ele tirasse o cavalinho da chuva, que nem uma prancha teria! Bom, entramos no restaurante e tenho uma surpresa, pois estava lá alguém que eu conhecia (para além de quem partilha o espaço de trabalho comigo). Quem era, perguntais vós, cheios de inquietação e dúvida? O Rato Mickey? A Marisa Cruz? O Papa? Nenhum destes. Era o meu ex-namorado. Uh, rolou um clima entre nós os dois? Uh, olharam um para o outro e desataram a beijar-se, revivendo o amor de outrora? Mas acham que a minha vida é uma novela? Claro que não. A nossa relação teve um tempo, que terminou, e agora cada um seguiu com a sua vida, ainda para mais ele estava com a que eu penso ser a sua nova namorada. Dissemos um "olá", "tudo bem?" e foi isto, nem houve complexos de maior. Pronto, obstáculo número dois ultrapassado. Após isto, sentei-me na mesa, pedi a comida (a mais cara, que se é para falir os capitalistas, vamos fazê-lo à grande) e pronto, tudo decorria normalmente: a senhora à qual eu dei boleia continuava a falar nas crianças dela, um senhor pedia comida especial dado que é alérgico a 394 alimentos, em suma, um almoço laboral relativamente normal. Até que a normalidade tinha de ser quebrada. Não por mim, mas por uns estrangeiros, que penso que eram holandeses e nunca os tinha visto na vida. Estavam como se fizessem uns 30º, de calções e manga cava, que frio é só quando a nossa ponta do nariz fica congelada. Infelizmente, um neerlandês do grupo deve ter gostado de mim e passou a vida a olhar para a minha pessoa. Não é que eu não compreenda o fascínio que ele tem pela minha pessoa, já que até sou uma rapariga bela, sedutora e com um bom ar (não me venham cá com histórias que eu sou convencida, que isto é a brincar, mas já agora, mesmo que não fosse, se eu não gostar de mim, quem gostará? Respeitem o meu amor próprio. ). O homem estava fixado em mim e eu a ficar com medo que ele me raptasse e me levasse para uma cave na Holanda e me deixasse lá durante anos, ou então que me fizesse alguma coisa pior. Nada de mal se passou, felizmente que só se passou pelos olhares e ficou-se por aí. Lá comi a sobremesa (um cheesecake direitinho para as ancas, que até estava bem bom) e viemos embora, já sozinha, uma vez que a senhora que ama as crianças decidiu ir com outra pessoa. Cheguei ao trabalho, sem antes me ter sido oferecido uma cerveja. É verdade, num golpe de marketing fantástico, uma marca que eu não vou publicita - porque não me pagou nem um centavo (informações para parcerias: anaperesquerdinheiro@money.com) -, decidiu dar aquela bebida alcoólica a quem passasse na rua. Eu achei estranhíssimo. Dar jornais? Normal. Dar uma caixa de comprimidos? Também. Agora, cervejas é coisa que nunca havia visto. Enfim, já referi que adoro coisas grátis e aquilo não era excepção, por isso lá a trouxe para casa, provavelmente para o meu companheiro a beber. O meu destino final estava ali, pronta para uma tarde profissional e perceber que raio de almoço havia sido aquele. Felizmente, terminou tudo bem: até que foi divertido e ganhei uma garrafa da @, por isso não houve problemas de maior. E tudo está bem, quando acaba bem! Consegui ler tudo. Acho que já venci na vida. 2 Citar
André Postado 17 de abril 2018 Postado 17 de abril 2018 há 28 minutos, AGUI disse: Consegui ler tudo. Acho que já venci na vida. Vê-se mesmo que não participou no concurso do Assassino. 2 Citar
Hugo Postado 18 de abril 2018 Postado 18 de abril 2018 há 2 horas, Ana Maria Peres disse: Olá, pessoas interessantes, giras e engraçadas! Como vão indo? Bem? Espero que sim. Eu também, tem andado numa boa fase, ainda que que trabalhosa, mas nada se faz sem trabalho, não é? É o que dizem. Hoje, vou cá contar-vos o meu dia, que foi assim dos mais estranhos que me lembro. Uma combinação de factores tão estranha uniu-se e proporcionou-me constrangimento, vergonha e mais uns quantos sentimentos agradáveis. Decidi compartilhar, porque é-me agradável libertar pensamentos e pronto, gosto sempre de escrever. Tudo começou quando fui almoçar com os meus superiores hierárquicos (a nível de trabalho). É uma iniciativa que fazem de dois em dois meses e, ainda para mais, pagam-me a comida e eu não sou um ser mentalmente apto para dizer não a coisas grátis. Assim lá ia eu, toda contente. Ora, os meus chefes são gente com dinheiro, autênticos capitalistas exploradores, ao contrário de mim, que sou uma mulher simples, recatada e do povo. Compreendem, em função disto, que eu não estou habituada a ir a sítios chiques, onde uma garrafa de água custa tanto como uma refeição. Mas, enfim, paguem-me que eu vou, meto o meu melhor trapinho e ala que se faz tarde. A localização elegida foi, nada mais nada menos, que a zona mais chique do Porto, ou seja, a Foz. Conhecida pelas praias, pelas tias e pelos ingleses, é onde o glamour habita, pelo menos é o que diz a imprensa cor de rosa. Selecionaram um restaurante/esplanada quase em cima do mar, este que estava bastante bravo, não tivesse eu amor à vida e ia dar um mergulho, pena é que não mais de lá saía - porque congelava e porque uma onda me levaria para parte incerta. Prosseguindo, estava a sair do meu trabalho (porque não me deram a manhã livre) e eis que surge uma superior minha (ainda que não trabalhemos no mesmo departamento), uma senhora muito simpática, cujo amor maior não são as novelas da SIC, mas sim os seus 4 filhos, que ela se farta de falar. Gentilmente me pediu se poderia vir comigo, no meu carro, uma vez que não tinha trazido o seu. Embora me sentisse um pouco desconfortável para o fazer, como é óbvio disse que sim e lá fomos. Assim que entramos no carro e eu começo a conduzir, o que acontece? Vem à tona a vida das suas crias. Já sei tudo sobre as mesmas, se pudesse até já dava para fazer uma biografia. Inclusive, e aqui é que as coisas ficam mais estranhas, me pergunta sobre como é que deve abordar assuntos relacionados com a Educação Sexual. Já que eu tivera sido professora, pensou ela, deveria de perceber melhor os adolescentes e lhes poderia dizer, depois de anos a já sabe-lo, que, para além do Pai Natal, também não existe nenhuma cegonha que traz os bebés e os mete dentro da barriga da mãe. Educadamente lhe dei algumas dicas gerais, sendo-lhe sincera e refutando a ideia de que eu era uma Quintina Aires (se bem que ache que tenha mais bom-senso que o senhor) desta vida. Enfim, eis que chegamos a Foz, eis que avistamos cães de variadas raças - todas pedigree -, eis que avistamos o mar e o bravo que estava ele. Nesse sentido, a mãe galinha ao meu lado comentou logo que uma cria dela queria fazer surf, mas que não a deixava, que ele tirasse o cavalinho da chuva, que nem uma prancha teria! Ah, pois é! Bom, entramos no restaurante e tenho uma surpresa, pois estava lá alguém que eu conhecia (para além de quem partilha o espaço de trabalho comigo). Quem era, perguntais vós, cheios de inquietação e dúvida? O Rato Mickey? A Marisa Cruz? O Papa? Nenhum destes. Era o meu ex-namorado. Uh, rolou um clima entre nós os dois? Uh, olharam um para o outro e desataram a beijar-se, revivendo o amor de outrora? Mas acham que a minha vida é uma novela? Claro que não. A nossa relação teve um tempo, que terminou, e agora cada um seguiu com a sua vida, ainda para mais ele estava com a que eu penso ser a sua nova namorada. Dissemos um "olá", "tudo bem?" e foi isto, nem houve complexos de maior. Pronto, obstáculo número dois ultrapassado. Após isto, sentei-me na mesa, pedi a comida (a mais cara, que se é para falir os capitalistas, vamos fazê-lo à grande) e pronto, tudo decorria normalmente: a senhora à qual eu dei boleia continuava a falar nas crianças dela, um senhor pedia comida especial dado que é alérgico a 394 alimentos, em suma, um almoço laboral relativamente normal. Até que a normalidade tinha de ser quebrada. Não por mim, mas por uns estrangeiros, que penso que eram holandeses - nunca os tinha visto na vida. Estavam como se fizessem uns 30º, de calções e manga cava, que frio é só quando a nossa ponta do nariz fica congelada. Infelizmente, um neerlandês do grupo deve ter gostado de mim e passou a vida a olhar para a minha pessoa. Não é que eu não compreenda o fascínio que tem pela minha pessoa, já que até sou uma rapariga bela, sedutora e com um bom ar (não me venham cá com histórias que eu sou convencida, que isto é a brincar, mas já agora, mesmo que não fosse, se eu não gostar de mim, quem gostará? Respeitem o meu amor próprio. ). O homem estava fixado em mim e eu a ficar com medo que ele me raptasse e me levasse para uma cave na Holanda e me deixasse lá durante anos, ou então que me fizesse alguma coisa pior. Nada de mal se passou, felizmente que só se passou pelos olhares e ficou-se por aí. Lá comi a sobremesa (um cheesecake direitinho para as ancas, que até estava bem bom) e viemos embora, já sozinha, uma vez que a senhora que ama as crianças decidiu ir com outra pessoa. Cheguei ao trabalho, sem antes me ter sido oferecido uma cerveja. É verdade, num golpe de marketing fantástico, uma marca que eu não vou publicitar - porque não me pagou nem um centavo (informações para parcerias: anaperesquerdinheiro@money.com) -, decidiu dar aquela bebida alcoólica a quem passasse na rua. Eu achei estranhíssimo. Dar jornais? Normal. Dar uma caixa de comprimidos? Também. Agora, cervejas é coisa que nunca havia visto. Enfim, já referi que adoro coisas grátis e aquilo não era excepção, por isso lá a trouxe para casa, provavelmente para o meu companheiro a beber. O meu destino final estava ali, pronta para uma tarde profissional e perceber que raio de almoço havia sido aquele. Felizmente, terminou tudo bem: até que foi divertido e ganhei uma garrafa da @, por isso não houve problemas de maior. E tudo está bem, quando acaba bem! Pensei que o almoço tivesse sido no BH, restaurante mais chique da Foz. Nunca deixes este fórum Ana, se isso acontecer entrámos todos em depressão. 1 3 1 Citar
BBFF Postado 18 de abril 2018 Postado 18 de abril 2018 há 3 horas, Ana Maria Peres disse: O homem estava fixado em mim e eu a ficar com medo que ele me raptasse e me levasse para uma cave na Holanda e me deixasse lá durante anos, ou então que me fizesse alguma coisa pior. Socorro no shade à Herdeira 1 Citar
Hugo Postado 18 de abril 2018 Postado 18 de abril 2018 há 2 minutos, BBFF disse: Socorro no shade à Herdeira Não, foi ao @ mesmo. 2 Citar
André Postado 18 de abril 2018 Postado 18 de abril 2018 há 3 minutos, ATVTQsV disse: O avatar do @Duarte é-me familiar... Rumores que a conta dele foi hackeada Citar
Duarte Postado 18 de abril 2018 Postado 18 de abril 2018 há 3 minutos, ATVTQsV disse: O avatar do @Duarte é-me familiar... Não sei quem é esse Duarte. Já me estão a acusar de ser uma pessoa que eu nem conheço. Eu só cheguei hoje ao fórum Spoiler @HugoMiguel dedicação 1 3 Citar
agui Postado 18 de abril 2018 Postado 18 de abril 2018 há 9 minutos, Duarte disse: Não sei quem é esse Duarte. Já me estão a acusar de ser uma pessoa que eu nem conheço. Eu só cheguei hoje ao fórum Spoiler - mostrar conteúdo oculto @HugoMiguel dedicação A RTP2 é melhor do que a SIC. Pode vir surto. Citar
Duarte Postado 18 de abril 2018 Postado 18 de abril 2018 há 12 minutos, アンドレ disse: Rumores que a conta dele foi hackeada SE EU LEVO BAN À CUSTA DISTO!!!!!!!!!!!! Agora mesmo, AGUI disse: A RTP2 é melhor do que a SIC. Pode vir surto. Não é o que dizem as audiências. As queridas manhãs são as melhores manhãs que à memória. Espera. Aqui não preciso de fingir. Kkk 1 3 Citar
agui Postado 18 de abril 2018 Postado 18 de abril 2018 há 4 minutos, Duarte disse: SE EU LEVO BAN À CUSTA DISTO!!!!!!!!!!!! Não é o que dizem as audiências. As queridas manhãs são as melhores manhãs que à memória. Espera. Aqui não preciso de fingir. Kkk Quem nasceu Paixão nunca será Visita Guiada 5 Citar
Duarte Postado 18 de abril 2018 Postado 18 de abril 2018 há 6 minutos, AGUI disse: Quem nasceu Paixão nunca será Visita Guiada Paixão tem melhor enredo Falei 1 Citar
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