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Rodolfo

Cantinho do Off-Topic

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há 58 minutos, Buwayh disse:

Mas os homens que a praticam continuam a estar numa zona de conforto que não os estimula a repensar o seu comportamento e a sua identidade.

Não digo que não!

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Há uma piada do Lauro Dérmio num episódio da Herman Enciclopédia (Enciclopédia Interactiva) onde ele diz "Bolas! Ou, em americano, testicles!", portanto acho que tem alguma conotação sexual ali escondida.

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há 49 minutos, Buwayh disse:

"Bolas" era o que diziam nas novelas antes de se renderem ao "merda". :laugh: Palavrão que é palavrão tem que estar associado ao sexo ou à genitália. :laugh:

Todos dizemos palavrões de vez em quando, mas esse padrão de linguagem e comportamento é típico da ralé. Que faculdade é essa? :ph34r: Entre centenas de alunos, não há lá pessoas mais compatíveis contigo?

Wtf??!! :lol: :lol: :lol: Eu acho que isso é mais comuns em pessoas com pouca formação cívica e académica, que vivem em bairros sociais pobres. 

Sem dúvida, e é importante partilharmos interesses, conhecimentos e sentimentos com outras pessoas para crescermos e desenvolvermo-nos como seres humanos. Mas prefiro estar sozinho do que juntar-me a pessoas de quem não gosto, se bem que num ambiente escolar e académico é mais complicado e às vezes acabamos por ceder. Em todo o caso, como passei muito tempo da minha vida sozinho, desenvolvi uma necessidade de me isolar com alguma frequência, mesmo conhecendo pessoas com as quais gosto de estar.

Verdade.

Deve haver. É assim, só estou lá há um ano (deveria estar no segundo, mas mudei de curso). Conheci um grupo de pessoas com o qual simpatizei e ficámos «amigos». O problema é que, à medida que ia havendo mais intimidade, eu perdia cada vez mais a paciência para estar com eles. Às tantas, estava só fisicamente, nem falava. Isto foi mais para o final do ano. Espero que, para o ano, encontre novas amizades.

Mesmo a sério. Eu não sabia se chorar, se rir :rofl:

há 13 minutos, joanna disse:

e em excesso diga-se de passagem. 

btw @BBFF, desculpa, mas é de rir pores sequer a hipótese de bolas e fogo serem palavrões. és mesmo betinho :laugh:

Vou explicar-me: fogo, O. K. Bolas, para certas pessoas, poderá ser sinónimo de… pronto, tu percebeste :lol:  Para mim, não é, mas pronto.

há 12 minutos, Buwayh disse:

Se bem que eu acho que "bolas" tem uma origem muito menos inocente do que a maioria das pessoas pensa. :ph34r:

É isso. Eu opto, quase sempre, pelo fogo. Dependendo dos casos, vem um «ai, que chatice!» ou «que maçada!».

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Posted (edited)
há 7 minutos, ATVTQsV disse:

Há uma piada do Lauro Dérmio num episódio da Herman Enciclopédia (Enciclopédia Interactiva) onde ele diz "Bolas! Ou, em americano, testicles!", portanto acho que tem alguma conotação sexual ali escondida.

Voilá. Mas é daquelas coisas que não gosto de dizer. Sinto-me reprimido. :laugh:

há 7 minutos, BBFF disse:

É isso. Eu opto, quase sempre, pelo fogo. Dependendo dos casos, vem um «ai, que chatice!» ou «que maçada!».

Eu sou mais fã do "porra" e, de vez em quando, do "esta/aquela merda". :laugh: Esses termos soft remetem-me para o tempo em que os meus pais me repreendiam quando eu dizia uma asneira e obrigavam-me a substituí-la. Se bem que de "que maçada!" nem eles se lembravam. :mosking: 

Edited by Buwayh

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há 6 minutos, Buwayh disse:

Voilá. Mas é daquelas coisas que não gosto de dizer. Sinto-me reprimido. :laugh:

Eu sou mais fã do "porra" e, de vez em quando, do "esta/aquela merda". :laugh: Esses termos soft remetem-me para o tempo em que os meus pais me repreendiam quando eu dizia uma asneira e obrigavam-me a substituí-la. Se bem que de "que maçada!" nem eles se lembravam. :mosking: 

Porra, para mim, já é só mesmo quando atinjo o pico da irritação. A minha questão com os palavrões é que eu entendo que, em certos casos, a pessoa se sinta «aliviada» ou mais calma por os dizer. Imagina, cais e magoaste. Ou tens uma negativa. Ou insultam a tua família. Outra coisa bem diferente é dizer só porque sim, sem motivo nenhum. Há alguma necessidade de «estava no comboio e estava cheio como o c*****o. F***-se! Nunca tinha visto tanta p**a de gente!»? É que, para mim, não há.

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há 1 minuto, BBFF disse:

Porra, para mim, já é só mesmo quando atinjo o pico da irritação. A minha questão com os palavrões é que eu entendo que, em certos casos, a pessoa se sinta «aliviada» ou mais calma por os dizer. Imagina, cais e magoaste. Ou tens uma negativa. Ou insultam a tua família. Outra coisa bem diferente é dizer só porque sim, sem motivo nenhum. Há alguma necessidade de «estava no comboio e estava cheio como o c*****o. F***-se! Nunca tinha visto tanta p**a de gente!»? É que, para mim, não há.

Tu és de onde? Eu tenho a ideia de que os palavrões são mais banalizados no norte do país. 

Os meus picos de irritação são um "bocadinho" mais hardcore. :laugh: "Porra" faz parte do meu vocabulário comum, mas mais para manifestar surpresa do que irritação.

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agora mesmo, Buwayh disse:

Tu és de onde? Eu tenho a ideia de que os palavrões são mais banalizados no norte do país. 

Os meus picos de irritação são um "bocadinho" mais hardcore. :laugh: "Porra" faz parte do meu vocabulário comum, mas mais para manifestar surpresa do que irritação.

Sou de Lisboa. Pois, eu também tinha essa ideia, até entrar na faculdade. No meu colégio, não ouvia com frequência. Era de vez em quando. Na faculdade, ui! Mas pode ser do grupo que eu conheci, não sei… 

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há 17 minutos, D007 disse:

Porra, BBFF, tu não.

:triste:

Tens razão.

:triste:

Deveria ter revisto.

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há 21 horas, JMML disse:

Contribuindo para a conversa, talvez não diretamente mas...

E quando saimos com um grupo de amigos para tomar café por exemplo, e passado um bocado estão todos a olhar para o seu telemóvel e ninguém fala com ninguém presente?!

Eu nesse momento sinto-me mal e deslocado...

Já vos aconteceu?

Acho uma falta de respeito fazê-lo com pessoas de fora, porque lhes transmitimos que não nos apetece estar com elas (mesmo que às vezes seja verdade :cool:). Na verdade é mau em qualquer circunstância, mas eu faço-o  com familiares, principalmente com a minha avó, quando ela fala sobre assuntos que não me interessam. :blush:

Mas o telemóvel tem uma vantagem: antigamente ficava um silêncio constrangedor quando não havia assunto. Hoje em dia o telemóvel serve como uma fuga. 

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@JMML, se já me aconteceu? :rofl: Pergunta antes se já não me aconteceu.

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há 16 minutos, Hugo disse:

Já, é horrível, mas não vou ser hipócrita, às vezes partilho do momento e faço o mesmo, mas fico sempre com o pensamento "Tudo nos telemóveis, podiamos ficar todos sem bateria", provavelmente se isso acontecesse metade do grupo ia embora para colocar os telemóveis a carregar. :ph34r:

É assim, eu uso um Nokia 1208 :cryhappy:

Spoiler

Resultado de imagem para nokia 1208

Mas, quando toda a gente que está comigo começa a mexer no telemóvel, jogo Snake. Se os outros não o fizerem, também não faço.

@Buwayh, nunca te aconteceu sentir que uma pessoa, sozinha, é agradável e, em grupo, é insuportável?

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agora mesmo, BBFF disse:

Juro-te que é. O telemóvel até tem compositor. Tenho as Lola's Theme, In The End, In the Shadows, Curtain Falls e Sandstorm. Os jogos são o Snake, um que é tipo Tetris e um em que uma bola vai caindo e tens de fazer que ela vá parar aos «degraus».

Eu não duvido, porque acho que até chegaste a falar disso numa MP qualquer há uns meses :ph34r:

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agora mesmo, Hugo disse:

Eu não duvido, porque acho que até chegaste a falar disso numa MP qualquer há uns meses :ph34r:

Verdade! Apesar de gostar, tenho de admitir que, de vez em quando, daria jeito ter um smartphone. Não é tanto pelas fotografias (prefiro máquinas) nem pela música (uso mp3, discman e rádios leitores de CD), é mais pela Internet e pelo correio eletrónico. Mas só sinto isso durante o ano letivo.

Para que vejas o ponto a que chego, sim, comprei um discman em 2019 :yes: 

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há 5 minutos, BBFF disse:

É assim, eu uso um Nokia 1208 :cryhappy:

Pensava que este tipo de telefones era uma lenda para ti e os da tua geração. :ohmy: Snake... #momentonostálgico

há 7 minutos, BBFF disse:

@Buwayh, nunca te aconteceu sentir que uma pessoa, sozinha, é agradável e, em grupo, é insuportável?

Já, quando a pessoa queria afirmar-se perante o grupo e mostrar-lhe que era "forte", seja lá o que isso for. Na verdade essa pessoa tinha uma necessidade de afirmação terrível que se aguçava quando falávamos pela internet, onde me abordava para implicar comigo, fazer pressões e tratar-me mal. Nunca percebi porque é que isso acontecia, porque as outras pessoas ficavam a adorá-lo ainda mais depois de conversarem com ele online. 

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há 3 minutos, BBFF disse:

Verdade! Apesar de gostar, tenho de admitir que, de vez em quando, daria jeito ter um smartphone. Não é tanto pelas fotografias (prefiro máquinas) nem pela música (uso mp3, discman e rádios leitores de CD), é mais pela Internet e pelo correio eletrónico. Mas só sinto isso durante o ano letivo.

 Para que vejas o ponto a que chego, sim, comprei um discman em 2019 :yes: 

Saudades do meu discman que avariou. Por acaso no que respeita à música ainda vou comprando um ou outro CD, muito de vez em quando, os últimos que comprei foram dos The Smiths e dos Red Hot, mas pouco uso lhes dou, é muito mais prático abrir o Apple Music e escolher as musiquinhas. Não me imagino, nada mesmo, a viver sem o smartphone, ter um mundo nas mãos, é super prático. Mas admiro-te por não te teres rendido a isso, mas também, acho que é daquelas coisas que se um dia te habituas, nunca mais deixas.

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há 6 minutos, BBFF disse:

Para que vejas o ponto a que chego, sim, comprei um discman em 2019 :yes: 

Eu sou da época do discman e nunca tive nenhum. :mosking:

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há 2 minutos, Hugo disse:

Saudades do meu discman que avariou. Por acaso no que respeita à música ainda vou comprando um ou outro CD, muito de vez em quando, os últimos que comprei foram dos The Smiths e dos Red Hot, mas pouco uso lhes dou, é muito mais prático abrir o Apple Music e escolher as musiquinhas. Não me imagino, nada mesmo, a viver sem o smartphone, ter um mundo nas mãos, é super prático. Mas admiro-te por não te teres rendido a isso, mas também, acho que é daquelas coisas que se um dia te habituas, nunca mais deixas.

Eu compro vários, por acaso. Agora, quero comprar o da Dido, a coletânea de melhores das Sugababes, o próximo da Natasha Bedingfield e o dos Keane. Além disso, se se confirmar, quero os novos do André Sardet, dos Simple Plan e da Susana Félix. Eu já usei um iPhone, mas decidi deixá-lo em Lisboa, quando fui de férias de verão, e nunca mais usei :cryhappy: 

há 6 minutos, Buwayh disse:

Já, quando a pessoa queria afirmar-se perante o grupo e mostrar-lhe que era "forte", seja lá o que isso for. Na verdade essa pessoa tinha uma necessidade de afirmação terrível que se aguçava quando falávamos pela internet, onde me abordava para implicar comigo, fazer pressões e tratar-me mal. Nunca percebi porque é que isso acontecia, porque as outras pessoas ficavam a adorá-lo ainda mais depois de conversarem com ele online. 

No meu caso, acontece com quase todos os membros do tal «grupo». Imagina, se estou a sós com a rapariga X, temos conversas mesmo construtivas e interessantes. Se ela está com os outros, já não me liga nenhuma e só tem conversas, quanto a mim, parvas. Uma das coisas que me fizeram afastar desse grupo foi também sentir que era impossível ter um momento sério. Eles estão sempre a brincar e a rir-se. Claro que faz bem levarmos as coisas com um sorriso, mas não conseguir ter conversas sérias sem mandar piadas (que, ainda por cima, são repetidas mil vezes) cansa-me.

há 6 minutos, Buwayh disse:

Eu sou da época do discman e nunca tive nenhum. :mosking:

Nessas coisas, além das de que já falámos, eu sou muito diferente das pessoas da minha idade. Na música, por exemplo. «Só» ouço canções de 1995 a 2007, praticamente. (Pus as aspas, porque há exceções, mas, podes acreditar ou não, nunca ouvi Billie Eilish, por exemplo. Só conheço de nome. Se vir a cara, não reconheço :cryhappy:)

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