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Profissionais TVI


Tiago Madeira
Mensagem adicionada por Ruben,

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A TVI e a Plural estão a ser mesmo mázinhas com a Helena Isabel e com a Rita Salema, duas atrizes que estão no canal há mais de uma década. 

A Ana Bustorff vai integrar "Pará Sempre", tendo terminado recentemente "Quer O Destino". Não podiam ter chamado a Helena Isabel, por exemplo? Enfim. 

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há 16 minutos, Visky de Santa Cruz disse:

A TVI e a Plural estão a ser mesmo mázinhas com a Helena Isabel e com a Rita Salema, duas atrizes que estão no canal há mais de uma década. 

A Ana Bustorff vai integrar "Pará Sempre", tendo terminado recentemente "Quer O Destino". Não podiam ter chamado a Helena Isabel, por exemplo? Enfim. 

Ambas com passagem recentemente pela RTP...

Mas sim, já voltavam às novelas.

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há 5 horas, Vieira disse:

Ambas com passagem recentemente pela RTP...

Mas sim, já voltavam às novelas.

A Helena a ultima coisa que fez foi mesmo na TVI (Amar depois de Amar). Gravou antes na RTP a série Solteira e Boa Rapariga. A Salema é que não me lembro de a ver na RTP. Que fez por lá? A última coisa dela foi mesmo a Prisioneira e o entretenimento (Ver para Crer).

Já regressavam sim...

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há 10 horas, EFMR disse:

A Helena a ultima coisa que fez foi mesmo na TVI (Amar depois de Amar). Gravou antes na RTP a série Solteira e Boa Rapariga. A Salema é que não me lembro de a ver na RTP. Que fez por lá? A última coisa dela foi mesmo a Prisioneira e o entretenimento (Ver para Crer).

Já regressavam sim...

Participou em Solteira e Boa Rapariga. Eu quando disse recente, não queria dizer último trabalho, mas sim nos últimos anos :p

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há 1 hora, dav01 disse:

Pedro Ribeiro faz hoje 50 anos e fizeram-lhe este vídeo maravilhoso. 

 

Gosto imenso do Pedro e tenho pena que tenha saído da direcção da TVI. Acho que era sem dúvida uma mais valia e faria uma boa dupla com a Cristina na direcção. (Obviamente que a Cristina tendo uma equipa com mais 3 pessoas acabava por ser imensa gente, mas não esquecer que foi o Pedro que trouxe a Botelho Moniz).

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há 1 hora, Mar-Vell disse:

A Pipoca está a gravar algo na TVI. Diz ser "algo muito fixe". Provavelmente é um sketch para o Aniversário.

Pensei nisso ou então no All Together Now, tendo em conta que hoje a Cristina está a gravar o programa.

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Eunice Muñoz celebra 80 anos de carreira

Eunice Munõz, considerada uma das maiores atrizes do teatro e da televisão, marca todas as gerações e enriquece, de forma única, a cultura portuguesa. Em 2021, celebra 80 anos de carreira, alguns deles ligados à história da ficção nacional e da TVI. Por essa razão, a estação e todo o Grupo Media Capital vão dinamizar e associar-se a um conjunto de iniciativas de homenagem à atriz.

Desde 1999 que Eunice Muñoz participa nos projetos de ficção da TVI. Entre as várias personagens memoráveis que interpretou, destacam-se Maria Sá Couto, uma célebre pianista que vivia um amor impossível. A atriz integrou o elenco de “Todo o Tempo do Mundo”, uma das primeiras novelas transmitidas pelo canal, ao lado de Ruy de Carvalho e Manuel Cavaco. Em “Mistura Fina” foi Guadalupe Lampreia ou “mãe Lampreia”, como era conhecida por todos. Eunice Muñoz fazia de matriarca da família, uma figura emblemática que tinha um repertório de truques e manhas para contornar a lei. Em 2010, na novela “Mar de Paixão”, foi a inesquecível Alice Simões, uma verdadeira mulher do povo que vivia entre pescadores e inspirava toda a comunidade.

A carreira de Eunice Muñoz começou em 1941. Estreou-se no teatro profissional com 17 anos, quando subiu ao palco do Teatro D. Maria II com a peça “Vendaval”. Poucos anos depois, estreou-se no cinema, no filme “Camões”, de Leitão de Barros. Nos anos 80 e 90 consolidou a sua carreira cinematográfica e televisiva, participando em filmes e telenovelas. Em 1993, interpretou a famosa personagem D. Branca em “A Banqueira do Povo”, de Walter Avancini, uma marca incontornável no seu impressionante percurso em televisão.

Ao longo da vida e da carreira, Eunice Muñoz foi várias vezes homenageada. Recebeu, em 1991, o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, por ocasião dos 50 anos de carreira. Em 2010, foi condecorada Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, e, em 2011, foi elevada a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique. Em 2018, foi agraciada com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito.

Fonte: MC NEWS

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80 anos de carreira é uma vida dedicada à arte de representar. Merece todas as homenagens que lhe sejam feitas.

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É uma das melhores atrizes de sempre. Mas só tenho pena de outras atrizes tão boas ou melhores não terem o mesmo reconhecimento, como por exemplo a Manuela Maria. Ou até mesmo a Carmen Dolores, Adelaide João e Cecilia Guimarães, falecidas recentemente, com uma carreira longa no teatro, televisão e cinema. Para mim foram no mínimo tão boas. A Elisa Lisboa também considero do mesmo nível ou superior. Todas estas atrizes têm reconhecimento, mas mereciam ter bem mais.

Postado
há 5 horas, Visky de Santa Cruz disse:

Eunice Muñoz celebra 80 anos de carreira

Eunice Munõz, considerada uma das maiores atrizes do teatro e da televisão, marca todas as gerações e enriquece, de forma única, a cultura portuguesa. Em 2021, celebra 80 anos de carreira, alguns deles ligados à história da ficção nacional e da TVI. Por essa razão, a estação e todo o Grupo Media Capital vão dinamizar e associar-se a um conjunto de iniciativas de homenagem à atriz.

Desde 1999 que Eunice Muñoz participa nos projetos de ficção da TVI. Entre as várias personagens memoráveis que interpretou, destacam-se Maria Sá Couto, uma célebre pianista que vivia um amor impossível. A atriz integrou o elenco de “Todo o Tempo do Mundo”, uma das primeiras novelas transmitidas pelo canal, ao lado de Ruy de Carvalho e Manuel Cavaco. Em “Mistura Fina” foi Guadalupe Lampreia ou “mãe Lampreia”, como era conhecida por todos. Eunice Muñoz fazia de matriarca da família, uma figura emblemática que tinha um repertório de truques e manhas para contornar a lei. Em 2010, na novela “Mar de Paixão”, foi a inesquecível Alice Simões, uma verdadeira mulher do povo que vivia entre pescadores e inspirava toda a comunidade.

A carreira de Eunice Muñoz começou em 1941. Estreou-se no teatro profissional com 17 anos, quando subiu ao palco do Teatro D. Maria II com a peça “Vendaval”. Poucos anos depois, estreou-se no cinema, no filme “Camões”, de Leitão de Barros. Nos anos 80 e 90 consolidou a sua carreira cinematográfica e televisiva, participando em filmes e telenovelas. Em 1993, interpretou a famosa personagem D. Branca em “A Banqueira do Povo”, de Walter Avancini, uma marca incontornável no seu impressionante percurso em televisão.

Ao longo da vida e da carreira, Eunice Muñoz foi várias vezes homenageada. Recebeu, em 1991, o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, por ocasião dos 50 anos de carreira. Em 2010, foi condecorada Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, e, em 2011, foi elevada a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique. Em 2018, foi agraciada com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito.

Fonte: MC NEWS

Hoje foi dia comunicados na MC News...

Mas muito merecida a homenagem à Eunice.

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Leonor Poeiras despedida da TVI sem receber apoio dos colegas da TVI. Só Goucha mostrou solidariedade

 

Leonor Poeiras em entrevista ao programa “Wi-Fi”, da RFM. criticou ex-colegas da TVI que nunca lhe enviaram uma mensagem de apoio depois de ser despedida do canal ao fim de dezassete anos.

“Há muitas pessoas da TVI – não estou a falar dos meus amigos, estou a falar de pessoas com quem trabalhava – que não me dizem nada desde então”, disse.

E continuou: “Elas sabem quem são […] E há mulheres. Onde é que está essa sororidade, amigas?”.

Mas Manuel Luís Goucha foi a excepção: “Eu estava à espera que ele me dissesse alguma coisa, mas o conteúdo da mensagem extrapolou as minhas expectativas”. “A mensagem dele foi muito bem recebida. Fiquei muito comovida com o que ele me escreveu”.

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Mas o Goucha não foi exceção. Houve mais. A Leonor destacou esse, no seguimento de uma pergunta, que não me lembro ao certo qual foi. Ela confessou que estaria à espera de uma mensagem vinda dele, não esperaria algo com aquele teor.

Nota-se que está magoada com muitos da TVI, que esperava uma mensagem ou chamada, mas que não recebeu nada. É normal. Tantos anos, a lidar com algumas pessoas mais que outras, com uma boa/grande relação e depois nem um "boa sorte/força", normal sentir isso.

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Já não há a minima paciência para esta Flopeiras.

Sim, ela de facto é uma vitima e todo o mundo, menos o Goucha, está contra ela: é a administração, é a direçao, são os colegas. 

Ela que meta os olhos na Fátima e aprenda como se gere publicamente uma saída. Mas a Fátima tem classe, a Flopeiras deve lá saber o que isso é.

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40 minutes ago, lip22 said:

Leonor Poeiras despedida da TVI sem receber apoio dos colegas da TVI. Só Goucha mostrou solidariedade

 

Leonor Poeiras em entrevista ao programa “Wi-Fi”, da RFM. criticou ex-colegas da TVI que nunca lhe enviaram uma mensagem de apoio depois de ser despedida do canal ao fim de dezassete anos.

“Há muitas pessoas da TVI – não estou a falar dos meus amigos, estou a falar de pessoas com quem trabalhava – que não me dizem nada desde então”, disse.

E continuou: “Elas sabem quem são […] E há mulheres. Onde é que está essa sororidade, amigas?”.

Mas Manuel Luís Goucha foi a excepção: “Eu estava à espera que ele me dissesse alguma coisa, mas o conteúdo da mensagem extrapolou as minhas expectativas”. “A mensagem dele foi muito bem recebida. Fiquei muito comovida com o que ele me escreveu”.

Fica aqui o vídeo que tem esse excerto.

 

Spoiler

A conversa/entrevista completa.

 

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Eu compreendo perfeitamente o drama da Leonor. Ser despedida de uma estação onde trabalhou durante tantos anos só porque sim e não ter solidariedade de muitos colegas, sentir-se desprezada e sozinha, ainda por cima com todas as dificuldades da pandemia não deve ser nada fácil.

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Mas não foi ela que disse que se sentia inútil? Está na hora de virar a página. 
Acho que a Leonor contava logo com uma marcação serrada da SIC e que não ficaria tanto tempo sem trabalho.

Não aconteceu e isso está a deixá-la triste e a tomar decisões precipitadas. 

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