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há 7 minutos, srcbica disse:

@Cristina e @Daniel, anotem o plot.

Agora, um bocadinho mais a sério. Eu lembro-me de isto já ter sido falado nas notícias há anos, mas ninguém deu muita atenção. Para o PS agora vir com isto, será que há mesmo uma base que sustente a conspiração? Tipo, houve alguém que desconfiou que @ filh@ era super diferente dos pais e resolveu pedir DNA e descobriu que foi enganado? E ao invés de aceitar os cornos, pensou que tivesse havido troca?

Completamente mais a serio. :lol: 

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A sério que PNS é o melhor que o PS tem para oferecer? :ok:

A entrada dele há momentos mostra bem como o país vai entrar num período negro com estes políticos. Um homem que não tem um discurso coerente, que diz tudo e o seu contrário e que só trouxe problemas por onde andou. Se isto ganha,então entreguem de vez o país à troika :zzz:

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Quero muito uma grande vitória da Aliança Democrática.:adoro_xmas:

Já estou farto de governos do PS. E odeio aquele Pedro Nuno Santos.

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há 1 hora, D91 disse:

Quero muito uma grande vitória da Aliança Democrática.:adoro_xmas:

Já estou farto de governos do PS. E odeio aquele Pedro Nuno Santos.

E o menino das alianças é o monárquico do Adriano Martnis? 

Se a direita governar este país, a primeira coisa que vai fazer é pôr a CMTV na TDT e privatizar a RTP. :confusa_julia:

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Montenegro é muito mais fraco do que o PNS e sabe disso. Tanto sabe que assumiu ter de demonstrar mais. Depois o que resta? Um decrépito CDS e um inenarrável PPMonarquico cujo Presidente afirmou "as mulheres bonitas normalmente são burras". :confusa_julia:

A sério? 

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há 23 minutos, Loverboy disse:

Montenegro é muito mais fraco do que o PNS e sabe disso. Tanto sabe que assumiu ter de demonstrar mais. Depois o que resta? Um decrépito CDS e um inenarrável PPMonarquico cujo Presidente afirmou "as mulheres bonitas normalmente são burras". :confusa_julia:

A sério? 

Como diz a dupla Maiara e Maraísa "Pensasse antes de ter feito, o que chama de erro, eu chamo de escolha"

Ou seja, o que é o PSD queria com um Montenegro à frente do partido? Até o Rui Rio venceria as eleições facilmente, Rui Rio que ele tentou desafiar pedindo eleições internas a meio do mandato. Agora ainda vai perder as eleições, quando elas são "quase dadas" com uma pré-coligação que mais parece de há 50 anos atrás. É uma vergonha.

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há 7 horas, srcbica disse:

@Cristina e @Daniel, anotem o plot.

Agora, um bocadinho mais a sério. Eu lembro-me de isto já ter sido falado nas notícias há anos, mas ninguém deu muita atenção. Para o PS agora vir com isto, será que há mesmo uma base que sustente a conspiração? Tipo, houve alguém que desconfiou que @ filh@ era super diferente dos pais e resolveu pedir DNA e descobriu que foi enganado? E ao invés de aceitar os cornos, pensou que tivesse havido troca?

Há um tipo no PS meio-chanfrado da cabeça que acredita nesta teoria. Provavelmente veio dele a proposta. Já era ele que geria uma conta de Twitter onde se espalhava desinformação acerca disto.

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Há sempre gente dessas nos partidos :lol: Os congressos dos partidos é um fartote, eu lembro-me que houve uma lista da IL que também propôs umas coisas vindas dos fundos da darkweb :dog: A chalupice há em todo lado, da esquerda à direita.

Quanto ao PNS e Montenegro, eu metia a mira técnica no ARTV e fechava o país para obras. Entre um lunático e um corrimão, eu prefiro a mira técnica.

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há 3 horas, jt9 disse:

A mim já não me surpreendem sondagens destas. Tanto no centro como no sul (entenda-se, as terriolas por onde eu ando), vê-se malta que votava PSD, PS (estes no centro), PCP e CDS (estes do sul) a irem para o Chega. É uma cena impressionante.

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Este Pedro Nuno Santos... nem tenho palavras para a falta de preparação no discurso deste homem. Que impressão esta entrevista com a Nelma Serpa Pinto. Parecia que estava a falar com os amigos no café. :ph34r:

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Para quem acha que Portugal está cheio de brasileiros [até 8% da população portuguesa], imaginem vocês que 30% da população da Guiana Francesa nasceu no Brasil [sem contar os filhos e netos de brasileiros]. O governo francês já criou uma série de restrições: é a única região francesa que exige visto de brasileiros e o Consulado do Amapá já não emite mais vistos. A coisa mais comum é ver parabólicas apontadas para o Brasil, restaurantes por quilo, igrejas evangélicas com cultos em PT-BR ou venda de açaí.
 

 

P.s.: a Guiana Francesa foi território lusitano de 1809 a 1817 com o nome de "Colônia de Caiena e Guiana". Em 1961, o presidente brasileiro Jânio Quadros planejou a invasão do território. 

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há 1 hora, PierreDumont disse:

Para quem acha que Portugal está cheio de brasileiros [até 8% da população portuguesa], imaginem vocês que 30% da população da Guiana Francesa nasceu no Brasil [sem contar os filhos e netos de brasileiros]. O governo francês já criou uma série de restrições: é a única região francesa que exige visto de brasileiros e o Consulado do Amapá já não emite mais vistos. A coisa mais comum é ver parabólicas apontadas para o Brasil, restaurantes por quilo, igrejas evangélicas com cultos em PT-BR ou venda de açaí.
 

 

P.s.: a Guiana Francesa foi território lusitano de 1809 a 1817 com o nome de "Colônia de Caiena e Guiana". Em 1961, o presidente brasileiro Jânio Quadros planejou a invasão do território. 

Vi ontem partes do vídeo e um dos comentários disse que, de tanto turista francoguianês, Macapá parecia cidade da Guiana Francesa.

"É fácil por ser em euros" já vejo isso a facilitar a emigração para Portugal mas digamos que é mais conveniente do que outros departamentos onde o euro é oficial e votam nas eleições metropolitanas. Tipo é mais fácil emigrar para lá do que para Reunião ou Guadeloupe.

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On 04/01/2024 at 19:44, Fernando disse:

O patrão português não tem formação nenhuma para gerir negócios e não pensa no bem-estar dos trabalhadores, quanto mais puderem sugar o trabalhador, melhor. Para não falar nos tiques autoritários tipicamente portugueses. Pronto, é isto. Depois tens um estado que também não motiva ninguém a fazer o quer que seja, somos um país completamente atrasado, nós ainda estamos a entrar em 1995. Este país é um tragédia económica, sempre foi.

Concordo a 100%, aliás acho que muitas vezes o grande problema dos negócios é justamente os patrões que comandam o dinheiro, primeiro está as tainadas com os amigos, as férias no Brasil e o descapotável último modelo, se sobrar algum €€€ é que se desenvolve a empresa. Depois querem competir com mercados estrangeiros com técnicas, métodos e maquinaria dos anos 60 :rolleyes: , mas qualquer coisa dá-se um berro aos funcionários para eles mexerem os bracinhos e produzirem mais e mais.

Partilho este texto aqui que diz exatamente aquilo que penso: https://pt.linkedin.com/pulse/massa-de-que-são-feitos-os-patrões-portugal-francisco-gonçalves

"Os patrões em Portugal, e é assim que eles se intitulam nas associações, e não como empresários ou menos ainda como empreendedores, que infelizmente quase não temos, salvo umas honrosas e poucas excepções, são temperados de uma massa especial e em geral herdaram algumas das características do típico burgesso português!

Os patrões de Portugal genéricamente apresentam uma cultura geral bastante baixa, não sabem lidar com recursos humanos, não imaginam sequer, ou não querem saber o que é uma liderança séria, e olham sempre para os colaboradores como empregados (ou seja "gente inferior" em que eles mandam como querem, e até onde podem livremente despejar as suas frustrações e complexos no seu dia-a-dia!). Não impera o respeito nem a consideração pessoal e menos ainda a profissional.

Aliás, basta olhar para o panorama das empresas em Portugal, a sua (falta) de organização, a sua forma típica de trabalhar, sempre com os modelos e princípios retrogrados e baseados na "mesmice", para se concluir facilmente que de patrão a burgesso vai um pequeno passo, a diferença é mesmo muito ténue, e esta é a minha opinião confirmada pela experiência de campo ao longo de muitos anos, e lidando com muitas empresas, desde as mais pequenas até às grandes empresa privadas e públicas (esta é a regra e as excepções só confirmam a veracidade da primeira).

A falsidade e a imoralidade são o seu forte, nas jogadas de submissão a que se atêm, na perspectiva de imporem o seu poder pela força e ignoram sobretudo aquela máxima, se não estou em erro, de Napoleão Bonaparte "de que o poder que lhes é conferido, não é para ser usado, pois de cada vez que se usa vai-se gastando". E ninguém ainda soube explicar a estes senhores, ao fim de tantos anos (e em pleno Séc XXI), ou eles não querem de todo aprender, que o poder é efémero, sobretudo quando é conferido apenas e se usa impondo-o pela força, e não conquistado e exercido de forma natural através do respeito, da consideração pessoal, do desenvolvimento de ralações humanas sãs, e da competência profissional.

E depois, a agravar tudo isto, também desconhecem regras básicas, que se ensinam em psicologia humana (e isto apesar de muitas e muitas empresas até terem departamentos de RH e técnicos com os conhecimentos adequados), o poder sempre e sempre a ser usado, cansa as pessoas e leva-as sempre ao desânimo, à frustração, e mesmo à mais completa exaustão, e essa é a mais triste realidade das relações de trabalho em Portugal !

Os patrões lusos preferem ainda a adulação, a submissão e a subserviência ao profissionalismo e à competência, não são capazes de delegar; usam a punição e a chamada de atenção, mas nunca o elogio; não compensam o esforço nem a competência, antes preferindo compensar quem se lhes submete e é o informador "pidesco" de serviço; não têm estratégias claras sobre os objectivos a atingir (individuais e/ou de grupo); ao invés do que seria desejável, praticam 80% de improvisação para 20% de planeamento / estratégia; tentam sempre tirar partido da fraqueza do trabalhador em vez da motivação adequada de forma a que pudessem tirar partido máximo do seu potencial; usam as mais elementares e até às vezes, fraudulentas técnicas de dividir para reinar, etc.

Com todas estas práticas destrutivas, colocam assim a sua empresa na rota do maior falhanço da produtividade, eliminando de todo qualquer capacidade de colaboração dos seus trabalhadores, o que é talvez o mais valioso contributo e forma de trabalhar nos dias de hoje, já que a inovação, factor primordial para as empresas serem bem sucedidas nos tempos que correm, é impossível ocorrer sem o factor colaborativo e o empenhamento pessoal estarem mínimamente assegurados.

Em suma são autênticos assassinos (mas convictos) da produtividade individual e de grupo, e cuja actuação de verdadeiro "burgesso" tem como único fim explorar tudo e todos, desde que para ele resulte lucro e dinheiro "vivo", não respeitando sequer os compromissos com o estado (o Estado também parece não se importar muito!!) , e sempre na mira da mais absoluta fuga ao pagamento de impostos, a que está sujeito legal, moralmente e civicamente.

Mas aqui também a moral e o civismo não são própriamente o seu forte, como atrás ficou bem patente. São assim os patrões de Portugal, e a (falta) de produtividade e (falta) de competitividade são o resultado das metodologias que em regra geral adoptam as empresas geridas por estes "gurus" da gestão lusa, através do emprego muito bem conseguido e melhor aplicado, de algumas das "melhores práticas" que acima mencionei.

Aliás, há ainda outro fenómeno bem perverso que faz parte da "prática empresarial deste país", embora também exista noutros países, e de que acima não falei propositadamente, porque este merece um parágrafo especial, tal é a gravidade do mesmo. Estou aqui a falar do fenómeno de "mobbing", mais conhecido por assédio moral, que é um crime perverso e hoje prática comum nos atentados contra os trabalhadores nos seus locais de trabalho, perpetrados pelas chefias lusas, sem que a legislação nativa ofereça qualquer protecção para este fenómeno, que afecta não só gravemente a saúde dos próprios trabalhadores, como é mais um factor importante de quebra na produtividade individual e ainda um prejuízo para o país, nomeandamente pela enorme quantidade de baixas médicas que este fenómeno produz anualmente."

Francisco Gonçalves

Link:

https://pt.linkedin.com/pulse/massa-de-que-são-feitos-os-patrões-portugal-francisco-gonçalves

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é pena o ventura ter alguns defeitos

caso contrario, votaria nele com toda a certeza

mas os defeitos sao maiores do que as suas qualidades

Editado por jt9
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ja sabia que ia gerar discordia

parece que é crime falar do andre ventura / chega

crime é cair no mesmo erro de sempre - votar no ps

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há 14 minutos, jt9 disse:

ja sabia que ia gerar discordia

parece que é crime falar do andre ventura / chega

crime é cair no mesmo erro de sempre - votar no ps

Votar CHEGA é ainda pior que votar PS.

Votar num partido sensacionalista, xenófobo, transfóbico e propagador de fake news e de mentiras é pior que votar no PS? :lol:

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há 1 minuto, Diogo O. disse:

Votar CHEGA é ainda pior que votar PS.

Votar num partido sensacionalista, xenófobo, transfóbico e propagador de fake news e de mentiras é pior que votar no PS? :lol:

vou voltar a repetir:

é pena o ventura ter "alguns" defeitos

caso contrario, votaria nele com toda a certeza

mas os defeitos sao maiores do que as suas qualidades

Editado por jt9
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há 3 horas, Duarte com D disse:

Concordo a 100%, aliás acho que muitas vezes o grande problema dos negócios é justamente os patrões que comandam o dinheiro, primeiro está as tainadas com os amigos, as férias no Brasil e o descapotável último modelo, se sobrar algum €€€ é que se desenvolve a empresa. Depois querem competir com mercados estrangeiros com técnicas, métodos e maquinaria dos anos 60 :rolleyes: , mas qualquer coisa dá-se um berro aos funcionários para eles mexerem os bracinhos e produzirem mais e mais.

Partilho este texto aqui que diz exatamente aquilo que penso: https://pt.linkedin.com/pulse/massa-de-que-são-feitos-os-patrões-portugal-francisco-gonçalves

"Os patrões em Portugal, e é assim que eles se intitulam nas associações, e não como empresários ou menos ainda como empreendedores, que infelizmente quase não temos, salvo umas honrosas e poucas excepções, são temperados de uma massa especial e em geral herdaram algumas das características do típico burgesso português!

Os patrões de Portugal genéricamente apresentam uma cultura geral bastante baixa, não sabem lidar com recursos humanos, não imaginam sequer, ou não querem saber o que é uma liderança séria, e olham sempre para os colaboradores como empregados (ou seja "gente inferior" em que eles mandam como querem, e até onde podem livremente despejar as suas frustrações e complexos no seu dia-a-dia!). Não impera o respeito nem a consideração pessoal e menos ainda a profissional.

Aliás, basta olhar para o panorama das empresas em Portugal, a sua (falta) de organização, a sua forma típica de trabalhar, sempre com os modelos e princípios retrogrados e baseados na "mesmice", para se concluir facilmente que de patrão a burgesso vai um pequeno passo, a diferença é mesmo muito ténue, e esta é a minha opinião confirmada pela experiência de campo ao longo de muitos anos, e lidando com muitas empresas, desde as mais pequenas até às grandes empresa privadas e públicas (esta é a regra e as excepções só confirmam a veracidade da primeira).

A falsidade e a imoralidade são o seu forte, nas jogadas de submissão a que se atêm, na perspectiva de imporem o seu poder pela força e ignoram sobretudo aquela máxima, se não estou em erro, de Napoleão Bonaparte "de que o poder que lhes é conferido, não é para ser usado, pois de cada vez que se usa vai-se gastando". E ninguém ainda soube explicar a estes senhores, ao fim de tantos anos (e em pleno Séc XXI), ou eles não querem de todo aprender, que o poder é efémero, sobretudo quando é conferido apenas e se usa impondo-o pela força, e não conquistado e exercido de forma natural através do respeito, da consideração pessoal, do desenvolvimento de ralações humanas sãs, e da competência profissional.

E depois, a agravar tudo isto, também desconhecem regras básicas, que se ensinam em psicologia humana (e isto apesar de muitas e muitas empresas até terem departamentos de RH e técnicos com os conhecimentos adequados), o poder sempre e sempre a ser usado, cansa as pessoas e leva-as sempre ao desânimo, à frustração, e mesmo à mais completa exaustão, e essa é a mais triste realidade das relações de trabalho em Portugal !

Os patrões lusos preferem ainda a adulação, a submissão e a subserviência ao profissionalismo e à competência, não são capazes de delegar; usam a punição e a chamada de atenção, mas nunca o elogio; não compensam o esforço nem a competência, antes preferindo compensar quem se lhes submete e é o informador "pidesco" de serviço; não têm estratégias claras sobre os objectivos a atingir (individuais e/ou de grupo); ao invés do que seria desejável, praticam 80% de improvisação para 20% de planeamento / estratégia; tentam sempre tirar partido da fraqueza do trabalhador em vez da motivação adequada de forma a que pudessem tirar partido máximo do seu potencial; usam as mais elementares e até às vezes, fraudulentas técnicas de dividir para reinar, etc.

Com todas estas práticas destrutivas, colocam assim a sua empresa na rota do maior falhanço da produtividade, eliminando de todo qualquer capacidade de colaboração dos seus trabalhadores, o que é talvez o mais valioso contributo e forma de trabalhar nos dias de hoje, já que a inovação, factor primordial para as empresas serem bem sucedidas nos tempos que correm, é impossível ocorrer sem o factor colaborativo e o empenhamento pessoal estarem mínimamente assegurados.

Em suma são autênticos assassinos (mas convictos) da produtividade individual e de grupo, e cuja actuação de verdadeiro "burgesso" tem como único fim explorar tudo e todos, desde que para ele resulte lucro e dinheiro "vivo", não respeitando sequer os compromissos com o estado (o Estado também parece não se importar muito!!) , e sempre na mira da mais absoluta fuga ao pagamento de impostos, a que está sujeito legal, moralmente e civicamente.

Mas aqui também a moral e o civismo não são própriamente o seu forte, como atrás ficou bem patente. São assim os patrões de Portugal, e a (falta) de produtividade e (falta) de competitividade são o resultado das metodologias que em regra geral adoptam as empresas geridas por estes "gurus" da gestão lusa, através do emprego muito bem conseguido e melhor aplicado, de algumas das "melhores práticas" que acima mencionei.

Aliás, há ainda outro fenómeno bem perverso que faz parte da "prática empresarial deste país", embora também exista noutros países, e de que acima não falei propositadamente, porque este merece um parágrafo especial, tal é a gravidade do mesmo. Estou aqui a falar do fenómeno de "mobbing", mais conhecido por assédio moral, que é um crime perverso e hoje prática comum nos atentados contra os trabalhadores nos seus locais de trabalho, perpetrados pelas chefias lusas, sem que a legislação nativa ofereça qualquer protecção para este fenómeno, que afecta não só gravemente a saúde dos próprios trabalhadores, como é mais um factor importante de quebra na produtividade individual e ainda um prejuízo para o país, nomeandamente pela enorme quantidade de baixas médicas que este fenómeno produz anualmente."

Francisco Gonçalves

Link:

https://pt.linkedin.com/pulse/massa-de-que-são-feitos-os-patrões-portugal-francisco-gonçalves

Nossa, este artigo tem verdades até dizer chega! Ainda ontem estava a comentar uma cena destas com uma amiga minha, enfermeira, que emigrou. No fim de ela falar-me que tem melhores condições do que eu (e no mesmo dia eu li um artigo informando que o NHS está a perder profissionais de saúde para a Austrália), eu disse-lhe que aqui eu tenho sei lá quantas pessoas em burnout por causa dos patrões. Às vezes, nem é o patrão. Basta ser uma pessoa que esteja acima na hierarquia laboral ou até no mesmo nível! E a grande maioria delas rejeita a baixa, porque tem medo de que só piore a situação no trabalho depois! A última que eu tive assim aceitou a baixa, porque depois da virada de ano ia para outro emprego.

Editado por srcbica
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há 3 horas, Diogo O. disse:

Coragem para provar os resultados escolares com base nas ptovas de aferição. :clown:

Este arrumadinho desde que começou a comentar política de há uns meses para cá e a fazer posts diários sobre política que só se enterra. Credo. 

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