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JDaman

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6,458 Mera paisagem da Guia Turística

About JDaman

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    Equivalente à senhora cá de casa
  • Birthday 06/05/1994

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    Homem
  • Interesses
    Media, videojogos, desporto...

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  1. Durante a era do analógico usavam-se as típicas Yagi, tanto para VHF (onde era transmitida a RTP1, via Teledifusão de Portugal/TDP) e UHF (rede TDP para RTP2 e SIC e rede da RETI para a TVI). Para VHF tinhas de ter um tipo de antena e para UHF outra, se não estou em erro (era assim o setup analógico em minha casa, nas raras vezes que o usámos). Portugal usava PAL-B/G, com suporte para PALplus (que permitia emissões em 16:9 sem perda de resolução, pelo menos). Áudio stereo era em NICAM e sem qualquer opção de dual audio. Tivemos também teletexto e sistema de legendagem via teletexto (supostamente o suporte ainda está lá, mas à excepção da RTP, o teletexto foi quase deixado ao abandono). Quanto a modelos de TVs, nós tínhamos o que o resto da Europa tinha. Tinhas desde os modelos baratuchos da Vestel, Watson ou Orima (alguns fabricados cá em Portugal) até aos topos de ganas de marcas como a Sony, Philips e Panasonic. Aqui em casa cheguei a ter na sala uma Sharp, uma Panasonic e uma JVC de qualidade excelente (de fazer muitos LCD actuais chorar de tão maus que são). No quarto já eram modelos mais baratos de marcas como Watson e Telefunken (geralmente fabricados ou cá ou em países da Europa de Leste ou na Turquia). Para o gasto, eram TVs bem decentes. No Brasil eram TVs diferentes da europeias devido às políticas de proteccionsimo económico, não (para além do factor PAL-M)? Quanto ao tipo de TVs, até início dos anos 90 perduravam aqueles caixotes antigos. A partir do início dos anos 90 as TVs estilo Tinitron começam a popularizar-se e mais para finais dos 90/inícios dos anos 2000 os CRT de ecrã plano começam a ser introduzidos no mercado, mas começam a perder lentamente para os LCD e Plasma e perdem a guerra da TV de quarto para os mesmos CRT de linha de branca já mencionados acima. Em cassete o Betamax chegou a ser um formato popular, mas como no resto do mundo, foi rapidamente substituído pelo VHS, que ganhou a guerra.
  2. Preferia que fosse por outro motivo ou outra pessoa, mas hey, menos mal. xD AAV City no mapa!
  3. Aquele clássico da aula 100.
  4. JDaman

    RTP Memória

    A gravar em 3, 2, 1...
  5. Aí podemos talvez falar em abrangência temática e não em quantidade. Também vende-se menos formato físico agora. Até me admiro lojas como a Fnac e a Media Markt não terem diminuído a secção de Blu-Ray e DVD para encher aquilo com mais videojogos. Mas poderá ser essa a estratégia no futuro quando decidirem expandir o Hulu ou tornar o Fox+ em OTT.
  6. Aqui Portugal ao Domingo? Mas esta gente está doida?
  7. Deverá ser esse o futuro, de facto. Até porque o FOX+ já alberga algum do conteúdo que deve ir parar para um futuro Hulu português (Futurama ). Acesso a todo o Disney Vault parece-te pouco? Esta malta deve andar com saudades do tempo em que se tentava comprar um DVD de um filme antigo da Disney e nem vê-los à venda porque a mesma restringia a quantidade de cópias à venda. Quem diz filmes antigos, diz aqueles que foram autênticos box office bombs, como o "Atlântida". Só o catálogo gigantesco das animações já compensa os €7. Para quem quiser rever filmes antigos, produções recentes (que não deverão estrear no TVCine a partir de Setembro) ou flops de bilheteira que foram filmes bons, esta é talvez a derradeira solução. E depois há tudo o resto que poderá chegar à plataforma vindo da antiga 20th Century Fox (que até tem um conjunto de animações com algum relevo). Podes é colocar a coisa desta forma: isto que falei é mais abrangente e consensual em comparação com a Netflix? E eu respondo: Não. A diferença é que também a Netflix para o estatuto que ganhou teve quase 8 anos a dar luz verde a toda e qualquer coisa que tivesse um guião, um conjunto de pessoas e um par de câmaras para as filmar, por mais caca que fosse.
  8. Vai ao encontro àquilo que referi há uns posts: o fecho ou continuidade do linear da Disney vai depender da performance dos mesmos em cada mercado. Por cá ainda devem estar safos. Basta ver o que acontece há uns anos com o Disney Cinemagic: não funcionou e então chutaram aquilo para um canto. São pagos como são pagos AXN, FOX e assim: as operadoras negoceiam preços com as distribuidoras para incluir os canais nas suas ofertas. Um pouco diferente de como acontece nos premium.
  9. O DoD sair das operadoras não implica que uma app da Disney+ chegue à box das operadoras. Correlação não implica causação. O DoD acaba porque o foco do on demand da Disney é o Disney+ (e provavelmente uma futura expansão do Hulu ou rebranding e expansão do Fox+). Simples.
  10. JDaman

    RTP1 em Direto

    Duvido que tenha o mesmo poder que o Fragoso em certos aspectos. Duvido que muitas das escolhas feitas na programação da RTP1 actual tenham dedo do Madaíl.
  11. É uma opção, mas por outro lado, a penetração de Smart TV e dispositivos que permitem a acesso a OTTs (Xbox, Playstation, Boxes Android, etc.) deve ser bem maior agora do que era na altura em que a Netflix entrou cá. Mas sim, a entrada na box das operadoras pode ajudar a uma maior penetração no nosso mercado, mas não considero propriamente essencial tendo em conta a empresa que é. A Disney é basicamente a Nintendo da TV e Cinema: tem um audiência dedicada que sabe procurar os seus conteúdos e interagir com estes.
  12. JDaman

    RTP1 em Direto

    Gonçalo Madaíl a Director de Programas da RTP1. Especialmente depois desta era Fragoso em que a RTP1 não é nem carne, nem peixe.
  13. Podem negociar para colocar a app nas boxes, como fazem Netflix, HBO e Amazon. Não sei até que ponto que é fará parte da oferta de qualquer operador. Mas seria um caminho interessante, caso se pudesse subscrever a uma OTT com a facturação a vir junto com a da operadora. Até acho que o futuro das operadoras de Pay-TV vai passar por aí.
  14. Por aqui está tudo bem. O meu único stress com eles é com a forma como estão a mutilar a RTP Memória.
  15. No meu caso vou estar envolvido a renegociar com outra operadora, mas já há dois anos passei o cabo dos trabalhos para ter uma proposta mais ou menos decente.
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