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Não ficava nada triste se Portugal para o ano não participasse se isto não mudar. Portugal e muitas outras. 

Faziam o Festival da Canção e não levavam qualquer música à Eurovisão que tem sido comprada por um governo que quer à força toda passar uma imagem como teve a Ucrânia em 2022 quando essa guerra ainda continua e o televoto já voltou quase à normalidade para eles e aí já não fazem uma investigação. 

A Grécia também me parece um bocado suspeita todos os anos ter um bom televoto e votos do júri mas aí também já são outros 500.

Este ano foi talvez uma das edições mais fracas dos últimos anos. O nível de canções para mim foi mais baixo e notou-se alguns problemas na transmissão e alguns momentos cringe. No entanto é de louvar a prestação Suíça como anfitrião sendo que aproveitou muito bem a arena mais pequena que tinha e fez parecer que era maior do que era em televisão. 

A RTVE está a chocar-me de tão bem que foi a sua posição e se fazem aquilo a um Big 5 imaginem a um outro qualquer. Para mim a organização da Eurovisão tem estado muito aquém e devia-se questionar o cargo do Martin Osterdahl que está a fazer um trabalho péssimo e agora já não fala com medo de represálias...

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há 14 minutos, jt9 disse:

Que vergonha, Portugal.

Vergonha é comprar votos dos jurados e pagar balurdios pelo televoto. Se há algo que não temos de ter vergonha é da nossa participação.

Edit: provavelmente estavas a reagir ao televoto portugues, mas o televoto está todo adulterado por israel nunca na vida portugal daria 12 a israel e eles sabem que nos somos fracos a votar no televoto e inundaram a nossa votação.

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Aquele Martin Ostherdal é a maior vergonha que passou na Eurovisão, este ano foi ridículo ele aparecer sem falar só a bater palminhas. :abesbilica:

Eu não queria que a Áustria ganhasse mas pronto, pelo menos não foi a Suécia.

Israel não queria que ganhasse mas nunca achei que fosse ganhar, claro que com uma vitória eles ficariam delirantes mas eles querem mais é mostrar que são gostados que outra coisa, pena é com isso retirarem e prejudicarem os votos de outros países que poderiam ficar mais bem classificados. Israel na guerra é uma coisa, não concordo com o que fazem, mas na Eurovisão mesmo com Morrocanoil e tal, ainda poderiam ter uma postura mais neutra sabendo que estão ali por favor apenas, mas continuam a insistir em trazer músicas temáticas do conflito, sobreviventes, a Eden queria levar um símbolo da resistência para anunciar os pontos, a vitimização constante que fazem, as maroscas nos votos. É que estando lá com tudo o que se passa, e ainda jogarem sujo é o auge dos auges.

Não houve conferência de imprensa com o vencedor?

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há 6 horas, JDaman disse:

Quero tentar nos próximos dias deixar aqui um post mais em detalhe sobre o que achei de cada participação (excepto de uma em específico...), porque primeiro vou tentar reagir (embora a quente) ao possível desastre de relações públicas em que o ESC se está a transformar lentamente.

Já vejo o evento de forma quase ininterrupta desde 2003 (ainda vi a participação portuguesa em directo na edição de 2001, contudo) e já apanhei com as polémicas do voto em bloco, com saídas e entradas de países pelos mais diversos motivos (alguns justificáveis, outros com base em treta), mas nunca vi o ESC tão mau a nível de polémicas como vejo agora e nem vou falar apenas sobre a participação de Israel. Há todo um rol de decisões tomadas a partir de 2016 que me deixa completamente abesbílico.

1 - A mudança no sistema de votação. Vamos ser sinceros: o sistema actual é um sistema baseado numa falácia de custo perdido. Serve acima de tudo para justificar aumentar o tempo da transmissão televisiva e tentar justificar aos SPs (principalmente aqueles que estão mais apertados a nível financeiro) como é que o ESC pode ser um bom investimento dado o número de horas de programação que gera. O problema é que todo este enche-chouriços pode estar a ajudar a aumentar os custos de produção de forma completamente escusada, além de cansar o espectador ao maçá-lo com interval acts que por vezes têm zero conteúdo. Há custa disto e pegando em fusos horários, temos países em que isto acaba às 2 da manhã locais. Completamente insustentável para aquilo que supostamente é um "programa de família" a emitir em horário nobre.

2 - Falando em custos de produção, estamos a atingir o nível do ridículo com o tipo de palcos e apresentações carregados de LEDs que se têm feito desde há um anos para cá. Nada, mas absolutamente nada justifica que um SP deva gastar um absurdo nisto e ter que passar a conta aos restantes. Mas a restante produção televisiva está a ficar cada vez pior. A produção do ESC foi capturada pela malta do departamento de marketing, o que é algo irónico para algo feito por uma organização de engenheiros que estabelecem padrões de televisão e rádio por essa Europa fora. Acho que nunca vi um cuspir na cara tão grande a nível de trabalho técnico como vi nas duas últimas edições do ESC. Este ano a mistura de som estava miserável e aquelas transições de 24fps para 50fps do nada davam gigantescas vibes de "actuação musical no 'Você na TV!' em 2006" que até mete dó.

3 - Voltando às votações: o fim dos júris nas semi-finais. Provavelmente a decisão mais idiota que vi a ser tomada. Portanto, temos uma final com um conjunto de regras para votação e na outra é algo totalmente diferente? Faz todo o sentido... Zero impacto que isso teve logo na primeira edição em que puseram isso em prática com a criação de uma polémica desnecessária.

4 - Patrocinadores. Esse tópico vai sempre ser problemático dado o facto de alguns SPs europeus terem fortes restrições em relação à emissão de publicidade comercial, daí a presença reduzida de patrocinadores no ESC ter sido até algo celebrado. Contudo, dado o crescimento dos custos do evento, já se sabia que não seria uma situação sustentável e que mais cedo ou mais tarde isso viria à baila. Contudo, os génios que tiveram a belíssima ideia de abrir um slot de patrocinador principal e deixar o concurso demasiado dependente das vontades de uma só empresa, merecem um belo chuto no rabo.

5 - As constantes restrições. Para um evento que sobreviveu a alturas em que caminhava para a irrelevância à custa de fãs fervorosos que seguraram o formato ao encontrarem neste um espaço seguro, é incrível como a UER restringe cada vez mais tudo e mais qualquer e por vezes, sem qualquer benefício para os artistas. São imagens de ensaios, entrevistas, conferências canceladas. Há uma falta de abertura cada vez pior.

6 - Israel. Engane-se quem ache que isto é um problema actual. O que está a acontecer é apenas uma escalada, porque o evento já foi bastante vezes criticado pela participação de Israel, não só por causa de Gaza, como também pelo papel de vários governos israelitas no seu apoio aos colonatos na Cisjordânia. Contudo, a situação actual permite-nos fazer uma fita do tempo e ver o absurdo em que por várias vezes as participações e organizações israelitas puderam fazer o que lhes deu na real gana com zero consequências para o seu futuro no evento. E é aqui que entramos em:
6.1 - A KAN. De forma a tentar controlar o SP local, um dos vários governos de Netanyahu (que já devia estar a apodrecer numa cadeia há muitos anos, só à custa dos escândalos de corrupção em que está envolvido...), acabou com a IBA e decidiu criar dois novos SPs: um seria para entretenimento, outro para a informação. Aliás, o último programa emitido pela IBA foi o ESC de 2017, ganho por Portugal. O engraçado nesta história é que a UER disse que não aceitaria este arranjo para ter Israel a participar no ESC. Ou criavam um operador unificado com serviço de informação ou não havia Israel no ESC. Depois deste volte-face Israel e a UER aceitaram uma situação de compromisso: o operador de entretenimento (a actual KAN) iria temporariamente ter um serviço de informação para que Israel pudesse estar no ESC. Foi no decorrer dessa solução de recurso que Israel competiu e ganhou o ESC de 2018. No final do dia, acabou por não surgir qualquer separação e a KAN manteve-se a funcionar como se fosse a IBA, tornando todo o processo à volta da sua reforma numa completa anedota.
6.2 - Postcards de 2019 filmados em territórios ocupados por Israel. Não há palavras para descrever isto. Como é óbvio, a KAN sofreu zero represálias por isto.
6.3 - A situação actual. Chega a ser ridículo em como, mais uma vez, vemos um país e um operador claramente beneficiados. Vale de tudo: silenciar o público na arena, inserir aplausos falsos, ignorar que há literalmente uma campanha paga por órgãos estatais israelitas para fomentar o televoto nas participações de Israel, músicas e actuações com claras alusões políticas, etc. O pior é que isto está claramente à vista de todos e a UER simplesmente ignora, sem nunca apresentar um motivo válido. Ter países com tendências pró-Palestina fortes na sua sociedade como é o caso da Irlanda a darem um televoto forte a Israel chega a ser ridículo. A UER caiu em cima do Azerbaijão por andarem a aldrabar o televoto (e curiosamente desde que foram catados, que os resultados do Azerbaijão nunca mais foram a mesma coisa...) e agora simplesmente ignora uma situação que está ainda mais à vista de todos? Como se costuma dizer "cego é aquele que não quer mesmo ver". Estão a deixar isto andar até o televoto maciço levar a uma vitória israelita e ficarem com um problema em mãos que irá destruir para sempre a reputação do concurso (a começar a nível comercial...)?

Estas duas últimas edições do ESC deixaram-me com um sabor bastante agridoce. Por um lado adorei um número vasto de coisas a concurso, mesmo alguns NQs. Por outro, a forma como o concurso tem sido gerido, em vez de me deixar triste ao ouvir o Te Deum pela última vez no ano, deixa-me antes cansado e exasperado. Chego ao ponto de pensar se o melhor que faço é simplesmente acompanhar as finais nacionais e em Maio desligar-me e arranjar outra coisa para ver ou para fazer, porque não estou a ver alterações significativas a nível de organização do concurso que me dêem a confiança suficiente de que algo irá mudar para melhor e que me traga uma melhor experiência enquanto fã e espectador assíduo do mesmo. Deixa-me triste se tiver que deixar de acompanhar algo que gosto, mas neste momento revela-se como a opção mais fácil e zero esforço em comparação com o cansaço que tenho sentido nos últimos anos.

Depois das emoções de ontem terem amainado e de me ter apercebido do que aconteceu verdadeiramente, em que dei por mim a chorar de alívio por um país não ganhar em vez de celebrar ou simplesmente ficar desagradada com uma vitória, vinha escrever um post semelhante ao teu. Também sou fã há cerca de 20 anos e nunca tal tinha acontecido. Eu nunca tinha ficado em pânico como ontem à noite e a dizer coisas como "Que ganhe qualquer um, menos o país x!". O ESC é suposto ser aquele lugar seguro que nos dá esperança de que, se o mundo quiser, consegue ser um espaço bom. Que todos conseguimos conviver, mesmo que uma pessoa seja um idoso sueco e outra um adolescente no Azerbaijão. Pegar na fórmula do ESC e revertê-la ao ponto de tornar o evento uma experiência humanamente cruel ao permitir a presença de participantes que usam esta plataforma de forma vil, é deitar a sua essência por terra. E a forma como a EBU compactua com isto não é aceitável. Até em termos de votação: mesmo em países considerados corruptos (países dos Balcãs) se abrem investigações policiais para averiguar as vericidades do televoto (como aconteceu no Skopje Fest de 2014). Isto significa que a EBU, que organiza um evento deste nível, está abaixo dos níveis de transparência que uma Macedónia do Norte tinha há uma década! É completamente vergonhoso. 

Já no ano passado, no fim do evento, tinha dito que a minha relação com o mesmo tinha ficado um pouco "danificada" (como o troféu do Nemo :cryhappy:), mas o que aconteceu este ano também me faz repensar que, se calhar, o melhor é mesmo afastar-me disto. Dá para perceber que a EBU quer continuar por este caminho, mas eu não estou para, todos os anos, me sujeitar voluntariamente a ficar emocionalmente perturbada. Talvez continue a seguir as selecções nacionais, mas vai ser preciso uma grande mudança para continuar a seguir o ESC.

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A maior parte dos europeus não se preocupa tanto com a Palestina e sente uma proximidade maior com o pensamento e o posicionamento israelita. É triste? Muito. Mas seguramente não será preciso Israel mexer tantos cordelinhos assim para ganhar no televoto. E se a Moroccanoil sair, aparece outro patrocinador e Israel continuará na competição.

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Em Espanha, a Grande Final do Festival Eurovisão 2025 foi acompanhada por 5 milhões e 884 mil espectadores, representando uma quota de mercado de 50,1%. No geral, mais de 13,6 milhões de espanhóis acompanharam pelo menos um minuto da Final na La1. Comparativamente a 2024, a Grande Final aumentou 998 mil espectadores e 8,3 pontos de audiência, sendo a Final mais vista desde 2022.

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há 6 horas, canal5 disse:

Alexandre Guimarães da Antena 3, Lia Pereira jornalista da Blitz, os outros dois não faço ideia de quem serão.

O Luís Oliveira é o da Antena 3, o Luar foi co-compositor e produtor da canção da Iolanda no ano passado. Nádia Lima Pereira, do que encontrei, é relações públicas da agência musical Arruada.

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há 1 hora, jt9 disse:

Em Espanha, a Grande Final do Festival Eurovisão 2025 foi acompanhada por 5 milhões e 884 mil espectadores, representando uma quota de mercado de 50,1%. No geral, mais de 13,6 milhões de espanhóis acompanharam pelo menos um minuto da Final na La1. Comparativamente a 2024, a Grande Final aumentou 998 mil espectadores e 8,3 pontos de audiência, sendo a Final mais vista desde 2022.

os espanhois muito confiantes na sua Diva... mas só mesmo eles acreditavam. :rofl:

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há 1 hora, jt9 disse:

Em Espanha, a Grande Final do Festival Eurovisão 2025 foi acompanhada por 5 milhões e 884 mil espectadores, representando uma quota de mercado de 50,1%. No geral, mais de 13,6 milhões de espanhóis acompanharam pelo menos um minuto da Final na La1. Comparativamente a 2024, a Grande Final aumentou 998 mil espectadores e 8,3 pontos de audiência, sendo a Final mais vista desde 2022.

Espanhóis super eurovisivos, amo.

Infelizmente foram 13,6 milhões com melão. :(

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há 8 minutos, RPSG disse:

Estes tweets meus mostram bem como o não país fabrica fácil fácil televotos massivos:

 

Não é bem assim... tu podes realmente ir lá e pagar para votar por exemplo em portugal, mas tens de votar como 'resto do mundo' mas não podes votar pelos outros paises aí teras de usar a o telefone... portanto não é bem o que eles estão a dar a entender, sim israel pagou pelos votos mas nao é pelo esc online o esquema.

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há 4 minutos, AndreRob disse:

Não é bem assim... tu podes realmente ir lá e pagar para votar por exemplo em portugal, mas tens de votar como 'resto do mundo' mas não podes votar pelos outros paises aí teras de usar a o telefone... portanto não é bem o que eles estão a dar a entender, sim israel pagou pelos votos mas nao é pelo esc online o esquema.

Acho que há países em que o voto é só pela app. Acho que o Luxemburgo funciona dessa forma.

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há 5 minutos, AndreRob disse:

Não é bem assim... tu podes realmente ir lá e pagar para votar por exemplo em portugal, mas tens de votar como 'resto do mundo' mas não podes votar pelos outros paises aí teras de usar a o telefone... portanto não é bem o que eles estão a dar a entender, sim israel pagou pelos votos mas nao é pelo esc online o esquema.

Mas em alguns países, como Israel, o único método de voto era o site esc.vote. Portanto poderia ajudar na votação de alguns países.

Editado por User3468
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há 9 minutos, User3468 disse:

Mas em alguns países, como Israel, o único método de voto era o site esc.vote. Portanto poderia ajudar na votação de alguns países.

E arranjar SIM cards ou até mesmo eSIMS é uma coisa muito complicada, se quiserem usar o método tradicional...

Postado (editado)
há 3 horas, Lurdes disse:

A maior parte dos europeus não se preocupa tanto com a Palestina e sente uma proximidade maior com o pensamento e o posicionamento israelita. É triste? Muito. Mas seguramente não será preciso Israel mexer tantos cordelinhos assim para ganhar no televoto. E se a Moroccanoil sair, aparece outro patrocinador e Israel continuará na competição.

Eu penso que a maior parte do Europeus nem se quer tem uma ideia formado sobre o assunto.

Editado por dankilaa
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há 1 hora, Televisão 10 disse:

Podiam ter metido a RTP 1, que entrou atrasada na emissão por causa de um direto no Telejornal... 

 

A RTVE fez o mesmo que a VRT no ano passado. Não digo é nada

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há 34 minutos, dankilaa disse:

Eu penso que a maior parte do Europeus nem se quer tem uma ideia formado sobre o assunto.

claro que tem... todos os dias centenas de pessoas são mortas por israel numa terra que já está toda destruida há mais de um ano... o que poderia justificar no inicio a ação de israel pelos raptos há muito que deixou de fazer sentido. São escolas, hospitais, centros de refugiados e até jornalistas mortos, bloqueios de apoio a ajuda humanitária... tudo isto está nos jornais diariamente. Não dá para justificar que ninguém tem ideia formada... todos os dias está na nossa frente.

O ano passado tivemos os problemas que tivemos com a segurança do evento, a EBU não fez rigorosamente nada... e este ano Israel goza com a cara de todos comprando os votos... Não tem ideia formada apenas quem não quer ter.

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há 22 minutos, FraisesSucrées disse:

A Eurovisão deixou de ser um refúgio escapista das dificuldades do mundo e passou a ser mais um reflexo de como a ganância e o autoritarismo estão a contaminar tudo no mundo atualmente. 

Se isto continuar teremos menos países.

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há 3 minutos, ATVTQsV disse:

Se isto continuar teremos menos países.

já deviamos ter tido este ano mas a maioria das delegações ou canais estatais parece ter medo de agir contra israel...

Postado
há 23 minutos, AndreRob disse:

claro que tem... todos os dias centenas de pessoas são mortas por israel numa terra que já está toda destruida há mais de um ano... o que poderia justificar no inicio a ação de israel pelos raptos há muito que deixou de fazer sentido. São escolas, hospitais, centros de refugiados e até jornalistas mortos, bloqueios de apoio a ajuda humanitária... tudo isto está nos jornais diariamente. Não dá para justificar que ninguém tem ideia formada... todos os dias está na nossa frente.

O ano passado tivemos os problemas que tivemos com a segurança do evento, a EBU não fez rigorosamente nada... e este ano Israel goza com a cara de todos comprando os votos... Não tem ideia formada apenas quem não quer ter.

Calma, foi o Hamas que iniciou o conflito. Israel tem o direito de se defender, embora a forma como o faz seja questionável

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