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Televisão [Tópico Geral]


_zapping_

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Agora mesmo, HugoMiguel disse:

O meu modelo de eleição seria mesmo o de intervalo de 15 minutos sem qualquer tipo de mini-break, no entanto, como atualmente já existem os mini-breaks, não me importaria se adotassem o modelo de muitos intervalos de curta duração.

Lanço este tema pelas quebras de público que devem acorrer em intervalos tão grandes, que acho que no HN são evidentes. Os programas das 23h e 00h caem abruptamente em relação aos antecessores. 
 

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Maciel

Como o ano está a acabar acho que podiamos fazer um balanço deste ano em que tanto mudou na TV portuguesa.  Vou lançar algumas categorias: PROGRAMAS (inclui novelas, talks, ...) - O sucesso do ano - O flop do ano - A surpresa do ano (algum programa que nem davamos muito mas surpreendeu) - A desilusão do ano (não sendo mau/flop, esperava-se mais) - O injustiçado do ano (programa bom que foi um nao teve os resultados pretendidos) - Já deu o que tinha a dar (

miguelalex23

PROGRAMAS  - O sucesso do ano: Casados à Primeira Vista Também podia ser a surpresa do ano, mas quis fazer referência a outro programa nessa categoria. Mesmo não sendo o programa de entretenimento mais visto, acho que é o programa do ano, tal como Pesadelo na Cozinha foi em 2017.  - O flop do ano: Alma e Coração É um "prémio" que podia ser partilhado com Valor da Vida. Sim, eu sei que VdV é líder de audiências e que AeC até nem tem estado muito longe, mas para mim o flop do ano é a

afonsogageiro

Como alguns sabem, chamo-me Afonso Gageiro, e possuo uma grande coleção de material gravado da TV. Algum já circula pela internet, mas a vasta maioria não (e o que circula é maioritariamente devido a trocas feitas com outros). For the record, nunca enviei nada para o LUSITANIATV (vi alguém a mencionar isso algures no fórum). Antes de mais, queria só clarificar uma coisa: eu nunca fui um dos privilegiados que possuía um gravador nos anos 70/80, até porque não era nascido na altura (bem longe

há 1 minuto, Maciel disse:

Lanço este tema pelas quebras de público que devem acorrer em intervalos tão grandes, que acho que no HN são evidentes. Os programas das 23h e 00h caem abruptamente em relação aos antecessores. 
 

Sim, isso é verdade, no entanto acredito que a quebra entre as 22h/23h e as 23h/00h só iria decrescer se dessem os programas "colados" porque mesmo com mini-break o público é capaz de fugir. É uma situação complicada.

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há 11 minutos, Maciel disse:

Lanço um debate:
Acham que as nossas generalistas deviam acabar com o modelo de um único intervalo de 15min por fora (sim eu sei que existem os mini-breaks) e passar a dar mais intervalos curtos por hora colando sempre um programa ao seguinte, como se faz na maioria dos países lá fora, ou manter o esquema?

 

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Passar para os mini-break-only e já!

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há 29 minutos, Maciel disse:

Lanço um debate:
Acham que as nossas generalistas deviam acabar com o modelo de um único intervalo de 15min por fora (sim eu sei que existem os mini-breaks) e passar a dar mais intervalos curtos por hora colando sempre um programa ao seguinte, como se faz na maioria dos países lá fora, ou manter o esquema?

 

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Sempre achei que os mini-breaks fossem uma maneira de ir habituar o público a isso, mas os anos vão passando e os intervalos longos continuam. 

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Sinceramente acho que em programas curtos (de 45 minutos, como as novelas, séries, etc) é preferível dar tudo de seguida, com o intervalo de 15 minutos. Mas depois naqueles programas mais longos, com mais de uma hora, os intervalos longos acabam por ser maçadores e nesses casos se calhar seria menos chato 2 ou 3 intervalos espalhados.

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Li algo que saiu na TV 7 Dias desta semana a dizer que a razão pela qual os nossos noticiários são os mais compridos da Europa é puramente por uma questão de orçamento: dizem que é mais barato produzir noticiários de 60 ou 90 minutos (mais intervalo) porque se voltássemos a ter noticiários de meia hora, iriam colocar outro programa e seria caríssimo.

Encontro-me dividido, pois eu sou uma das pessoas que gostava de voltar a ter noticiários de meia-hora como era durante décadas. Já Manuel Falcão perguntou-se sobre como serão as grelhas daqui a dez anos, e que vão ser anos de mudanças.

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On 17/11/2018 at 19:45, Maciel disse:

Lanço um debate:
Acham que as nossas generalistas deviam acabar com o modelo de um único intervalo de 15min por fora (sim eu sei que existem os mini-breaks) e passar a dar mais intervalos curtos por hora colando sempre um programa ao seguinte, como se faz na maioria dos países lá fora, ou manter o esquema?

 

 

Já venho tarde, mas vou dar a minha opinião na mesma. Eu acho que devia haver um meio termo. Porque se os intervalos de 15 minutos são muito longos, muitos intervalos curtos acaba por quebrar um bocadinho o ritmo, principalmente em produtos de ficção. Por exemplo, eu lembro-me de ver um live no YouTube da Globo em direto, para ver Eta Mundo Bom, e achei aquilo um exagero. Os episódios da novela rondam os 35 minutos (alguns nem chegam lá) e são constantemente interrompidos. Era tipo: parte 1 com 8 minutos - intervalo - parte 2 com 6 minutos - intervalo - parte 3 com 10 minutos - intervalo - parte 4 com 9 minutos. Um abuso.

Mas tu falaste na queda de audiência ao longo do Horário Nobre, e para mim o pior são as cenas do próximo episódio. Porque com isso tu não tens um intervalo de 15 minutos, é como se tivesses um intervalo de 20/22 minutos. Um horror.

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Um horário nobre destes não seria viável? Façam já as suas próprias conclusões.

A (à americana):
18:30 - noticiário
19:00 - concurso ou entretenimento
20:00 - horário nobre
23:00 - noticiário
23:30 - late night

B:
20:00 - noticiário
20:30 - horário nobre
23:30 - late night

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Ontem foi o Dia Mundial da Televisão, 21 de Novembro.

E DURA, dura...

Para assinalar a efeméride, a TV 7 Dias quis saber o motivo de os espaços noticiosos nacionais serem os mais longos da Europa. Saiba o que os entendidos na matéria têm a dizer sobre isto.

O objectivo é a informação chegar a todos, da forma mais clara e concisa possível. Contudo, por vezes, a guerra das audiências desvirtua a verdadeira essência daquilo que deve ser um telejornal. Se recuarmos algumas décadas, o serviço informativo em Portugal tem aumentado a sua duração e, comparativamente ao panorama europeu, Portugal é o país com os noticiários mais longos. A TV 7 Dias falou com alguns dos especialistas nacionais em televisão, que esclarecem o porquê deste fenómeno.

Felisbela Lopes, professora universitária, explica quando e como tudo começou. "Os canais privados apareceram, a SIC, em 1992, e a TVI, em 1993, e principalmente a SIC encontrou na informação a sua arma de arremesso contra as audiências da RTP, que na altura era líder incontestado de audiências porque tinha, no início, contrato com a Globo, e as novelas brasileiras na altura davam muita audiência", começa por explicar. "A SIC encontrou ali uma franja que conseguia competir com a RTP. Como não tinha novelas, teve de fazer guerra com o jornal da noite. E a guerra era ir esticando o noticiário, porque em termos de custo não ficava muito caro", acrescenta.

A principal razão para que os noticiários portugueses durem, em alguns casos, o triplo do tempo dos europeus é, inequivocamente, de carácter económico. "Produz-se uma hora de noticiário por um preço bastante próximo do mesmo noticiário em 30 minutos. E aquilo que pode ser dito em dois minutos, é dito em cinco", começa por afirmar Eduardo Cintra Torres. "Isso faz com que a mesma equipa, com os mesmos salários, com os mesmos equipamentos, produza o dobro do tempo que seria necessário para fazer uma notícia bem feita, destaca o crítico de televisão.

Sobre o mesmo tema, Manuel Falcão acrescenta ainda: "Na forma como são estruturados, conseguem manter níveis de audiência simpáticos durante mais tempo, proporcionando maior número de breaks comerciais num horário em que os custos da publicidade são mais caros."

Ainda que haja quem se queixe da duração dos telejornais portugueses, as audiências não deixam margem para dúvidas. "Existe a possibilidade de cerca de dois milhões e meio de pessoas de estarem a ver e que garantem uma audiência que ainda é das mais altas entre os programas fixos. Os espectadores em Portugal estão habituados e aderem", esclarece Cintra Torres. "Imagine que um dos canais fazia um noticiário de meia hora. Essa meia hora ficaria mais ou menos pelo dobro do preço de meia hora televisiva e depois, se o noticiário acaba às oito horas e meia, eu tenho de pôr alguma coisa a seguir", salienta, revelando: "E vou pôr o quê? Um programa de entretenimento, que é muito mais caro que estender o noticiário e encher chouriços? E por isso é que, muitas vezes, os jornalistas recebem instruções para continuarem a falar."

Em Portugal, a RTP 2 é a única estação televisiva a ter um noticiário de apenas 30 minutos. Felisbela Lopes garante ser "uma opção editorial corajosa" e que só pode ser feita porque é colocada num "canal alternativo, que tem um público mais bem informado". E explica: "O jornal da noite dos outros canais passou a ser um espaço onde cabe tudo. Não há outros espaços nos canais generalistas para terem reportagens, rubricas, documentários, entrevistas", afiança Felisbela.

Manuel Falcão não poupa nas palavras e critica o formato nacional. "Meia hora seria mais que suficiente. Temos uma informação que dá muito espaço de antena (porque o tem disponível) a temas secundários, que muitas vezes abusa das conversas em estúdio e que fornece uma visão muitas vezes distorcida da realidade", atira o director da Nova Expressão. "Falta síntese, falta noticiário internacional, falta informação não comentada nem editorializada", aponta Manuel Falcão, que fala sobre o futuro da televisão no nosso país. "O modo de ver televisão está a mudar. O modo de ver o que acontece está a mudar. O desafio está em conseguir veicular informação de referência e sintética. Como serão as grelhas de programas das estações de televisão de canal aberto, como RTP 1, SIC ou TVI, daqui a dez anos? Vão ser anos de grandes mudanças!", remata.

A duração dos principais telejornais europeus:

Portugal:
RTP 1 (Telejornal com intervalo): 60 minutos
SIC (Jornal da Noite com intervalo): 90 minutos
TVI (Jornal das 8 com intervalo): 90 minutos

Espanha: TVE (Telediario): 50 minutos (60 na edição da noite)
França: TF1: 35 minutos
Reino Unido: BBC (edições das 13, 18 e 22): 30 minutos
Alemanha: ZDF (Heute): 30 minutos
Dinamarca: DR 1 (TV-Avisen): 30 minutos
Bélgica: RTBF: 35 minutos
Itália: Rai 1 (TG1): 30 minutos
Hungria: RTL Klub (Híradó): 60 minutos
Grécia: Skai: 90 minutos

O texto é uma reprodução de Maria Inês Gomes (TV 7 Dias da semana 46 de 2018) e foi adaptado por ATVTQsV para o velho acordo.

Edited by ATVTQsV
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Ontem foi o Dia Mundial da Televisão, 21 de Novembro.
E DURA, dura...
Para assinalar a efeméride, a TV 7 Dias quis saber o motivo de os espaços noticiosos nacionais serem os mais longos da Europa. Saiba o que os entendidos na matéria têm a dizer sobre isto.
O objectivo é a informação chegar a todos, da forma mais clara e concisa possível. Contudo, por vezes, a guerra das audiências desvirtua a verdadeira essência daquilo que deve ser um telejornal. Se recuarmos algumas décadas, o serviço informativo em Portugal tem aumentado a sua duração e, comparativamente ao panorama europeu, Portugal é o país com os noticiários mais longos. A TV 7 Dias falou com alguns dos especialistas nacionais em televisão, que esclarecem o porquê deste fenómeno.
Felisbela Lopes, professora universitária, explica quando e como tudo começou. "Os canais privados apareceram, a SIC, em 1992, e a TVI, em 1993, e principalmente a SIC encontrou na informação a sua arma de arremesso contra as audiências da RTP, que na altura era líder incontestado de audiências porque tinha, no início, contrato com a Globo, e as novelas brasileiras na altura davam muita audiência", começa por explicar. "A SIC encontrou ali uma franja que conseguia competir com a RTP. Como não tinha novelas, teve de fazer guerra com o jornal da noite. E a guerra era ir esticando o noticiário, porque em termos de custo não ficava muito caro", acrescenta.
A principal razão para que os noticiários portugueses durem, em alguns casos, o triplo do tempo dos europeus é, inequivocamente, de carácter económico. "Produz-se uma hora de noticiário por um preço bastante próximo do mesmo noticiário em 30 minutos. E aquilo que pode ser dito em dois minutos, é dito em cinco", começa por afirmar Eduardo Cintra Torres. "Isso faz com que a mesma equipa, com os mesmos salários, com os mesmos equipamentos, produza o dobro do tempo que seria necessário para fazer uma notícia bem feita, destaca o crítico de televisão.
Sobre o mesmo tema, Manuel Falcão acrescenta ainda: "Na forma como são estruturados, conseguem manter níveis de audiência simpáticos durante mais tempo, proporcionando maior número de breaks comerciais num horário em que os custos da publicidade são mais caros."
Ainda que haja quem se queixe da duração dos telejornais portugueses, as audiências não deixam margem para dúvidas. "Existe a possibilidade de cerca de dois milhões e meio de pessoas de estarem a ver e que garantem uma audiência que ainda é das mais altas entre os programas fixos. Os espectadores em Portugal estão habituados e aderem", esclarece Cintra Torres. "Imagine que um dos canais fazia um noticiário de meia hora. Essa meia hora ficaria mais ou menos pelo dobro do preço de meia hora televisiva e depois, se o noticiário acaba às oito horas e meia, eu tenho de pôr alguma coisa a seguir", salienta, revelando: "E vou pôr o quê? Um programa de entretenimento, que é muito mais caro que estender o noticiário e encher chouriços? E por isso é que, muitas vezes, os jornalistas recebem instruções para continuarem a falar."
Em Portugal, a RTP 2 é a única estação televisiva a ter um noticiário de apenas 30 minutos. Felisbela Lopes garante ser "uma opção editorial corajosa" e que só pode ser feita porque é colocada num "canal alternativo, que tem um público mais bem informado". E explica: "O jornal da noite dos outros canais passou a ser um espaço onde cabe tudo. Não há outros espaços nos canais generalistas para terem reportagens, rubricas, documentários, entrevistas", afiança Felisbela.
Manuel Falcão não poupa nas palavras e critica o formato nacional. "Meia hora seria mais que suficiente. Temos uma informação que dá muito espaço de antena (porque o tem disponível) a temas secundários, que muitas vezes abusa das conversas em estúdio e que fornece uma visão muitas vezes distorcida da realidade", atira o director da Nova Expressão. "Falta síntese, falta noticiário internacional, falta informação não comentada nem editorializada", aponta Manuel Falcão, que fala sobre o futuro da televisão no nosso país. "O modo de ver televisão está a mudar. O modo de ver o que acontece está a mudar. O desafio está em conseguir veicular informação de referência e sintética. Como serão as grelhas de programas das estações de televisão de canal aberto, como RTP 1, SIC ou TVI, daqui a dez anos? Vão ser anos de grandes mudanças!", remata.
A duração dos principais telejornais europeus:
Portugal:
RTP 1 (Telejornal com intervalo): 60 minutos
SIC (Jornal da Noite com intervalo): 90 minutos
TVI (Jornal das 8 com intervalo): 90 minutos
Espanha: TVE (Telediario): 50 minutos (60 na edição da noite)
França: TF1: 35 minutos
Reino Unido: BBC (edições das 13, 18 e 22): 30 minutos
Alemanha: ZDF (Heute): 30 minutos
Dinamarca: DR 1 (TV-Avisen): 30 minutos
Bélgica: RTBF: 35 minutos
Itália: Rai 1 (TG1): 30 minutos
Hungria: RTL Klub (Híradó): 60 minutos
Grécia: Skai: 90 minutos
O texto é uma reprodução de Maria Inês Gomes (TV 7 Dias da semana 46 de 2018) e foi adaptado por ATVTQsV para o velho acordo.
Uma coisa que não é mencionada no artigo é que em muitos desses países/canais há um noticiário local antes ou depois com uma duração semelhante ao nacional, algo que não há em Portugal.

A juntar a isso, em vários países não é possível ter intervalos durante o noticiário como em Portugal e vários canais públicos não têm publicidade como a RTP.
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On 22/11/2018 at 23:32, jc_71189 disse:

Uma coisa que não é mencionada no artigo é que em muitos desses países/canais há um noticiário local antes ou depois com uma duração semelhante ao nacional, algo que não há em Portugal.

A juntar a isso, em vários países não é possível ter intervalos durante o noticiário como em Portugal e vários canais públicos não têm publicidade como a RTP.

Porventura esses paises tem uma taxa audiovisual mais alta que compense a falta de publicidade. A nossa taxa é das mais baixas da Europa, e visto que "fica mal" aumenta-la o canal só se sustenta tendo publicidade.

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  • 4 weeks later...

PROGRAMAS (inclui novelas, talks, ...)

- O sucesso do ano: Pesadelo na Cozinha/Casados à Primeira Vista/Eurovisão

- O flop do ano: DivertidaMente

- A surpresa do ano: Casados à Primeira Vista/Levanta-te e Ri/Terra Nossa

- A desilusão do ano: Valor da Vida

- O injustiçado do ano: -----

Já deu o que tinha a dar: Apanha se Puderes/A Tarde é Sua/Coração D'Ouro/The Você/Secret Story/Selfie

PERSONALIDADES DO ANO

Cristina Ferreira.

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