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EFernando

Na Corda Bamba

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agora mesmo, BBFF disse:

Eu aguento :cryhappy: Felizmente, fã de Pipo-Joana desde 2003 :yes: 

Também aguentava, quando tinha 15 anos :lol: 

agora mesmo, Magazine disse:

A Nazaré nem deu hoje, louquita

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A Nazarenta é do Barreira? Nunca pensei :lol: 

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há 1 minuto, skizzo disse:

Também aguentava, quando tinha 15 anos :lol: 

A Nazarenta é do Barreira? Nunca pensei :lol: 

Eu tenho 19, mas tudo bem :cryhappy: Ainda bem que temos gostos diferentes :mosking:

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Gostei muito disto! Adorei este núcleo principal da Dalila (eu NÃO conheço melhor atriz portuguesa :god:) e do Pêpê. Arrefeceu ali um bocadinho com as cenas em São Paulo e em Lisboa, mas tudo o que foi Madeira foi excelente. Só eu que achei aquele overacting da Paula Neves demasiado forçado e exagerado? Foi quase 1 minuto e meio no mesmo tom de constipada, achei constrangedor :ph34r:

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Até estou admirado não falarem nada da Margarida Vila Nova fazer de mãe da Júlia Palha.  Faz sentido porque a Júlia é só 16 anos mais nova que a Margarida e na novela supostamente foi nessa idade que ela teve a filha. 

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agora mesmo, BBFF disse:

Eu tenho 19, mas tudo bem :cryhappy: Ainda bem que temos gostos diferentes :mosking:

Não acho credível, mas é possível fazer esse trope bem feito. O problema é que raramente o fazem. Desde AUM que abusam desse clichê de termos logo um casal de pirralhos que se apaixona logo à primeira vista e raramente é convincente. 

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Outra coisa que já me chateia é o sotaque brasileiro nas novelas da TVI, caramba mas não estamos em Portugal? Porque é que todas as novelas da TVI têm que ter atores brasileiros ou atores portugueses com sotaque brasileiro (que ainda é pior)? Não temos bons atores suficientes? E a SIC é que tem uma parceria com a Globo.

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há 1 minuto, skizzo disse:

Não acho credível, mas é possível fazer esse trope bem feito. O problema é que raramente o fazem. Desde AUM que abusam desse clichê de termos logo um casal de pirralhos que se apaixona logo à primeira vista e raramente é convincente. 

Assim, de repente, lembrei-me de Guta e Lázaro. Nada mais romântico do que seres atropelado :cryhappy: q

Outra coisa: será que o homem assassinado ter o mesmo nome que o marido da Lúcia terá alguma relevância? São ambos Filipes… 

 

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há 3 minutos, BBFF disse:

E também devo admitir que o Vilhena conseguiu surpreender-me. Primeiro, pensei que a Lúcia não encontraria o saco… e encontrou! Depois, pensei que a Olívia combinaria com a Lúcia ela levar o bebé… e não o fez! Não é previsível! <3 

Por acaso também pensei que houvesse pacto. Mas esperemos, eu tenho fé que isso ainda vai acontecer. Ainda se vão encontrar as duas

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há 10 minutos, skizzo disse:

Também aguentava, quando tinha 15 anos :lol: 

A Nazarenta é do Barreira? Nunca pensei :lol: 

É Nazarona para si, meu caro :punish:Felizmente a melhor novela estúpida de sempre, ícone desde o segundo episódio

(Atenção: NCB é também muito boa, de forma diferente :cryhappy:

Edited by Johnman
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GENTE! Já me esquecia! Eu sempre achei que aquela frase da promo «isso é um privilégio dos pais» ou algo parecido era dita em madeirense. Afinal, foi a Escrava Isaura. Era PT-BR :cryhappy:

 

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há 1 minuto, BBFF disse:

Assim, de repente, lembrei-me de Guta e Lázaro. Nada mais romântico do que seres atropelado :cryhappy: q

Outra coisa: será que o homem assassinado ter o mesmo nome que o marido da Lúcia terá alguma relevância? São ambos Filipes… 

 

Sara então se apaixona pelo nome 

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Mixed feelings. Mas também, isto foi de tal forma vendido como a segunda vinda de Cristo que as expectativas estavam na estratosfera... e isso nunca é bom. 

Foi uma estreia “fria”, daquelas que provocam 0 ligações emocionais com o público. Péssimo para as audiências, ótimo para quem deseja algo diferente.

Sei que vou ser a minoria, mas achei a personagem da Dalila irritante até dizer chega. Em vez de assustadora, achei-a uma chata-histérica. E até meio unidimensional (em retrospetiva parece que passou o episódio a repetir a mesma frase).

Ainda no que toca a interpretações, que overacting constrangedor foi aquele da Paula Neves? Again, deverei ser a minoria.

No polo oposto temos a Vila-Nova. Em meia dúzia de cenas, num único episódio, conseguiu dar camadas e mais camadas à sua personagem. É muito talento.

E principalmente: Maria João Bastos. Dalila who? Esta mulher vai rou-bar a novela! Sim, o sotaque é tonto, mas a presença e segurança em cena avassalam e eliminam os detalhes menos bons. É muito carisma.

Devo espreitar o segundo, mas a verdade é que não fiquei em pulgas.

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há 2 horas, skizzo disse:

Gente, eles não podem explicar tudo nem desenvolver tudo num primeiro episódio. Vamos com calma. 

Também, mas deve ser porque não vejo nada regularmente desde A Herdeira season 1... tou na ressaca. Mas passou super rápido, quanto tempo de episódio é que foi mesmo?

51 minutos 

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há 13 minutos, Maciel disse:

O que nos não queremos é Herdeiras, Impostoras, Prisioneiras, Paixões, Amores Maiores, Vidas Opostas, etc. Todas do mesmo estilo a darem em loop há 6 anos! 

Maciel ofendendo metade do fórum numa frase :haha: Já tou pra ver o backlash, se prepara amiga :lol: 

Concordo contigo. Apesar de não ter gostado de Nazaré, sei distinguir que não faz nada o meu género - mas isso já desde a época de Feitiços de Amor e Fujonas que sabia disso. Mas tudo tem o seu lugar, e apesar de ter adorado a primeira temporada da Herdeira, desde AUM que abusaram nesse estilo de novela mais violenta, tanto na TVI como na SIC. Portugal mais parecia um país da america central. E atenção, há lugar para esse tipo de novela, e funciona ainda melhor como serie, mas tudo o que é demais enjoa. Tal como vai enjoar se abusarem nas novelas soft. Agora não aceito é críticas tendenciosas a colocar NCB no mesmo saco dessas novelas. Claramente é um género diferente. É um género tipicamente Vilhena, uma novela de mistérios.

há 7 minutos, darkerglow disse:

Vidas Opostas não merece estar mencionada ao lado da Prisioneira, Herdeira e Paixão :bye2: das melhores novelas portuguesas de sempre. Mas de resto concordo com tudo

Ninguém está a falar da qualidade das novelas, que é subjectivo, mas sim do género. VO é uma novela urbana e violenta, portanto encaixa. Para quem não acompanhar essas histórias, vão parecer todas iguais. Talvez A Herdeira seja a que mais se diferencie por causa da temática cigana na 1ª temporada, e daí os resultados terem sido animadores, ao contrário de VO que veio numa altura onde o público estava saturado e parecia mais uma igual a tantas outras.

Edited by skizzo
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há 47 minutos, Maciel disse:

O que nos não queremos é Herdeiras, Impostoras, Prisioneiras, Paixões, Amores Maiores, Vidas Opostas, etc. Todas do mesmo estilo a darem em loop há 6 anos! 

Até me deu uma dor só de ler esses títulos.  @Black & White vem me salvar <3.

Edited by Andreia_S
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Bem, aqui vai. Eu gostei da estreia. 

Estas estreias sem pirotecnia e simplesmente com a história a andar são as melhores. E não foi nada confusa, desculpem lá. Tenham paciência. Não nos foi entregue tudo à partida, mas dentro do denso existe simplicidade. Tinha receio que o Vilhena viesse demasiado pretensioso mas nada disso. 

Devo dizer que senti que tanto o texto como a realização não tiraram o melhor partido das cenas da Dalila. Não sei explicar, mas foi tudo muito rápido... Pensei que a Dalila ia brilhar, ia ser a estrela do episódio e ofuscar tudo, e na minha ótica esteve longe disso. Claro que esteve bem, ela é das melhores, é incrível, mas não sei, houve ali qualquer coisa nas cenas que não teve a melhor execução. Mas que a personagem tem muito para dar, claro que tem. Amei o roubo da bebé. :mosking:

Interpretações: Margarida Vila-Nova e Maria João Bastos. <3 Simplesmente brilhantes. A Margarida tem uma luz própria que é uma coisa louca, sempre incrível. A personagem parece super interessante e ela deu-lhe logo os tons certos. As cenas dela, ainda que simples, foram muito boas. E a Maria João está com grande presença. A personagem parece mesmo boa e ela está super à vontade, mesmo dentro da personagem. Tenho mesmo medo que o sotaque a prejudique, porque o potencial é enorme. 

A história das idades pronto... Não quero estar sempre a bater na mesma tecla, mas é mesmo muito difícil de engolir. A situação da Margarida Vila-Nova e da Sofia Grillo então... É mesmo a pior. 

De modo geral, não foi uma estreia arrasadora, mas foi boa de se ver e mais que tudo: nota-se bem que o potencial está todo lá. As personagens parecem super bem encadeadas e tenho a certeza que o Vilhena deve ter estas ligações de núcleos e plots muito bem pensadas. 

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8 minutes ago, skizzo said:

Maciel ofendendo metade do fórum numa frase :haha: Já tou pra ver o backlash, se prepara amiga :lol: 

Concordo contigo. Apesar de não ter gostado de Nazaré, sei distinguir que não faz nada o meu género - mas isso já desde a época de Feitiços de Amor e Fujonas que sabia disso. Mas tudo tem o seu lugar, e apesar de ter adorado a primeira temporada da Herdeira, desde AUM que abusaram nesse estilo de novela mais violenta, tanto na TVI como na SIC. Portugal mais parecia um país da america central. E atenção, há lugar para esse tipo de novela, e funciona ainda melhor como serie, mas tudo o que é demais enjoa. Tal como vai enjoar se abusarem nas novelas soft. Agora não aceito é críticas tendenciosas a colocar NCB no mesmo saco dessas novelas. Claramente é um género diferente. É um género tipicamente Vilhena, uma novela de mistérios.

Ninguém está a falar da qualidade das novelas, que é subjectivo, mas sim do género. VO é uma novela urbana e violenta, portanto encaixa. Para quem não acompanhar essas histórias, vão parecer todas iguais. Talvez A Herdeira seja a que mais se diferencie por causa da temática cigana na 1ª temporada, e daí os resultados terem sido animadores, ao contrário de VO que veio numa altura onde o público estava saturado e parecia mais uma igual a tantas outras.

Vidas Opostas é, de facto, uma novela urbana e violenta. Mas baseando-nos apenas por essa descrição, o que distingue Na Corda Bamba dela? É igualmente urbana (a história vai passar-se inteiramente em Lisboa salvo este primeiro episódio) e violenta (claramente)

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há 26 minutos, Maciel disse:

Gente, eu não percebo como acharam confusa! Oh pah depois de uma semana da Nazaré, talvez,mas no final do episódio ficou tudo claro. 

Também não queiram a papa toda feita,tira o fator imprevisibilidade que é o que dá vida a qualquer produção de ficção! 

E finalmente começamos a ter uma ficção mais variada! Faz falta novelas como Na Corda Bamba, uma novela bem escrita, com enigmas e que necessita de maior atenção para seguir como faz falta novelas como Nazaré para quem simplesmente queira algo leve e divertido para ver ao fim do dia sem ter que pensar! 

Já sei que nos próximos meses se vai andar a discutir isto, mas entendam que fazem falta produtos para todos os gostos. Eu próprio andei estes meses a ver Verão 90 que é uma coisa de consumo facil, simplesmente porque me sabia bem ao fim do dia ver algo leve e relaxado. Agora já estou com vontade de ver outro género e Na Corda Bamba está me a parecer uma excelente opção! É isto que a TV portuguesa precisa, de Na Corda Bamba, Golpe de Sorte, Nazaré e arrisco-me já a meter no grupo Terra Brava que também parece vir com estilo rural e diferenciador! O que nos não queremos é Herdeiras, Impostoras, Prisioneiras, Paixões, Amores Maiores, Vidas Opostas, etc. Todas do mesmo estilo a darem em loop há 6 anos! 

Maciel sempre sensato. 

Obrigado por existires. :cryhappy:

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