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1 hour ago, MadameX said:

Ahah. O Expresso a dar tudo. Sustentam o Eixo do Mal na SIC Notícias há anos (embora esteja cada vez pior...), depois roubam o Sem Moderação ao CANAL Q, depois "compram" o podcast do Daniel Oliveira, que era independente (AH-AH-AH) ao Daniel, e agora compram o Inimigo Público que é do Luís Pedro Nunes. Só falta um programa de entrevistas da CFA e arranjar outro projeto para o Pedro Marques Lopes. 

É passarem o programa Bloco Central da TSF que é com ele e o Pedro Adão e Silva (que está na RTP).

Cada vez mais se vê uma tendência das personalidades em estarem presentes nas múltiplas plataformas mas apenas do mesmo grupo, ou seja, tornam-se exclusivos. 

Pacheco Pereira é a excepção mais notável, consegue estar em 4 grupos: CNN, TSF, Sábado e Público.  

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On 20/12/2021 at 14:50, msm0 disse:

EXPRESSO ABRE AS PORTAS AO INIMIGO E GARANTE CONTINUIDADE DO PROJECTO SATÍRICO

As notícias sobre a morte do Inimigo Público acabaram por se revelar exageradas, com o Expresso a anunciar a decisão de abrir as portas ao suplemento satírico nascido há 18 anos no Público, garantindo a continuidade do projecto. “A partir da primeira edição de Janeiro de 2022, o Expresso vai contar com o Inimigo Público nas suas páginas”, faz saber o semanário da Impresa num comunicado emitido esta segunda-feira, onde se refere que a direcção permanecerá nas mãos de Luís Pedro Nunes, que é também cronista da Revista do Expresso, mantendo-se igualmente os redactores principais Mário Botequilha e Vitor Elias, além de outros elementos da equipa que assegurava até aqui a publicação do suplemento de humor e sátira criado em 2003 pelas Produções Fictícias e pela Farol de Ideias.

A publicação dirigida por Luís Pedro Nunes, recorde-se, teve na passada sexta-feira a sua última edição enquanto suplemento do Público, com a direcção do diário da Sonaecom a justificar a decisão de suspender o suplemento satírico devido “à crise generalizada dos jornais impressos, crise que se agravará drasticamente em 2022 com uma subida esperada de 40 por cento do preço do papel”. “Sendo impossível garantir a sua sustentabilidade financeira, por falta de investimento publicitário, o Inimigo teria, na nossa opinião, de se reinventar nos formatos do jornalismo digital”, explicava a direcção do Público. Os responsáveis pelo projecto preferiram suspender o Inimigo.

O regresso da publicação em Janeiro, enquanto suplemento do Expresso, terá o apoio da cerveja Sagres, marca que vai patrocinar as duas páginas com que o Inimigo Público passará a estar presente no Primeiro Caderno do semanário da Impresa, onde não faltarão os habituais cartoons de Nuno Saraiva e grafismo de Marco Neves, além da presença digital no site do jornal dirigido por João Vieira Pereira.

O director do semanário destaca, a propósito da integração do Inimigo Público, que “2022 será um ano marcante para o Expresso em matéria de humor”. A decisão de garantir a continuidade do projecto satírico é conhecida dias após o jornal ter anunciado a contratação do humorista Ricardo Araújo Pereira, até aqui colunista da Visão, que se estreará como colunista nas páginas da Revista E também na primeira edição de Janeiro.

“Estamos a um ano de completar o 50º aniversário, mas decidimos começar a comemorar com esta surpresa para os nossos leitores. A equipa do Inimigo Público vai com certeza mostrar as grandes questões políticas do nosso país numa perspectiva singular”, comenta João Vieira Pereira, director do Expresso.

“Continuamos a esforçar-nos por dar aos leitores do Inimigo Público os melhores suplementos”, brinca, por seu lado, Luís Pedro Nunes, director do suplemento de humor e sátira, que é também colunista do Expresso desde 2008 e manterá o seu espaço de opinião na Revista E. “Em 2022, os leitores IP poderão contar com um jornal formato berliner, uma revista com artigos grandes e grandes cronistas – um deles uma jóia de pessoa – um suplemento de Economia com gráficos e cores e um saco reciclável que podem usar nas compras do hiper”, completa Luís Pedro Nunes, assegurando que “os leitores do Inimigo têm tudo para estar confiantes com o que lhe vamos oferecer em termos de conteúdos extra nos próximos anos”.

https://www.meiosepublicidade.pt/2021/12/expresso-abre-as-portas-ao-inimigo-e-garante-continuidade-do-projecto-satirico/

Agora que saiu do Público o nome já não faz mais sentido (?)

Ou será que vai passar a Inimigo Expresso?

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  • 2 semanas depois...
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Revista 'Boa Onda', televisão e estrelas: 2022 traz novidades no Correio da Manhã

Uma nova revista mais luminosa, com mais fotos e imagens, com ritmo, uma moderna linguagem visual e gráfica.

GUIA COMPLETO DE PROGRAMAS. ESTREIA A 7 DE JANEIRO
Novo grafismo, rubricas totalmente reformuladas, nova filosofia, um ritmo apropriado para o final da semana. A ‘Boa Onda’ tem notícias, reportagens, entrevistas e bastidores de todo o universo televisivo. Das grandes estrelas às melhores novelas, dos formatos de entretenimento mais espetaculares às polémicas que envolvem a luta pelas audiências, das estreias nas plataformas de streaming às grandes produções globais – a ‘Boa Onda’ vai ter a informação de referência sobre TV em Portugal. A revista de sexta-feira vai ter novos cronistas, como Luísa Jeremias, diretora da ‘TV Guia’, Duarte Faria, editor de Media do universo CM, que se juntam aos que já fazem opinião de referência no Correio da Manhã sobre televisão, como Eduardo Cintra Torres e Manuel Falcão. Carlos Rodrigues, diretor do Correio da Manhã, passa a analisar semanalmente os telejornais dos três canais generalistas. Um novo mundo que abre portas já no próximo dia 7 de janeiro. Imperdível!

 

Mais informação aqui: https://www.cmjornal.pt/tv-media/detalhe/revista-boa-onda-domingo-televisao-e-estrelas-2022-traz-novidades-no-correio-da-manha?ref=HP_OutrasNoticias3

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Falaram desta capa de hoje do "Jornal de Negócios" no 2 às 10 da TVI.

Só entrevistaram homens para comentar o que deve mudar no país. 

 

Editado por D91
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O Expresso apagou o tweet dos hackers a dizer que "LAPSUS$" era o novo presidente de Portugal.

O tweet tinha um link ao canal deles do Telegram, que à hora que escrevo tinha 4.199 assinantes, e por sua vez dava link a um chat ligado ao seu "problema" com o Ministério da Saúde.

O canal do Lapsus foi criado a 10 de Dezembro quando lançaram o caos com o ataque ao Ministério da Saúde do Brasil.

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Tal & Qual entra em 2022 com mais páginas, novo formato e Inês Serra Lopes como colaboradora

tal-qual.jpg

Seis meses após regressar ás bancas o Tal & Qual prepara um reforço no número de páginas, de colaboradores e de temas. A partir da edição da próxima quarta-feira, 5 de Janeiro, o semanário chega às bancas com 32 páginas, quando até aqui tinha 24 páginas por edição. O preço de capa passa de um euro para 1,50 euros.

Inês Serra Lopes, antiga directora d’ O Independente, passa a colaborar com o jornal. Ana Maria Simões e André Barreiros também se juntam à redacção.

A equipa de colunistas, onde se encontram nomes como o do fundador do jornal Joaquim Letria, Carlos Cruz ou José Júdice, será reforçada com Elísio Summavielle, Hélder de Sousa, Nuno Paixão, Gonçalo Uva e João Gonçalves. José Paulo Fafe assinará uma crónica semanal.

Com mais páginas, o Tal & Qual promete dedicar espaço, de forma regular, a assuntos como tauromaquia, râguebi ou mundo animal. “São temas que não vemos nos outros jornais”, afirma ao M&P José  Paulo Fafe, CEO da Parem as Máquinas – Edições e Jornalismo, empresa responsável pelo regresso do título às bancas.

O jornal, a partir de 2022, adopta um formato mais próximo de uma revista e com papel “mais agradável ao toque”. A FIG – Indústrias Gráficas assume agora a impressão do jornal. “Será um formato híbrido entre o jornal e a revista”, prossegue José Paulo Fafe. “O Tal & Qual em seis meses conseguiu afirmar-se no panorama da imprensa em Portugal, nomeadamente entre os semanários. Neste momento, somos, indiscutivelmente, dos semanários que mais vende. Não consigo dizer se somos o segundo ou o terceiro semanário”, indica o mesmo responsável, apontando que “estamos a vender à volta dos oito mil exemplares por semana”. Aquando do relançamento em Junho de 2021, o título começou a vender “à volta de cinco mil exemplares por semana, foi subindo até estabilizar, há cerca de três meses, nos oito mil. Achamos que pode chegar aos 10 mil com esta nova roupagem”, acredita José Paulo Fafe. O título não é auditado pela APCT.

O Tal & Qual também irá avançar com uma campanha de assinaturas, de forma a que os leitores possam receber o jornal em casa.

Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2022/01/tal-qual-entra-em-2022-com-mais-paginas-novo-formato-e-ines-serra-lopes-como-colaboradora/

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EDITORA DO TAL & QUAL PREPARA NOVO DIÁRIO DIGITAL

A Parem as Máquinas pretende lançar no primeiro trimestre de 2022 um diário digital, com foco nas áreas do entretenimento, política e sociedade.

A intenção foi confirmada ao M&P por José Paulo Fafe, CEO da editora responsável pelo relançamento do semanário Tal & Qual. O investimento é de 100 mil euros. “Será um jornal leve, muito virado para o entretenimento e show bizz, mas também para política e sociedade. São áreas onde o Tal & Qual tem um peso. há uma oportunidade de mercado”, sustenta. O CEO da Parem as Máquinas prefere não adiantar o nome do novo diário digital.

Entre a direcção da publicação, editores, jornalistas e fotógrafos, a redacção do novo título deverá contar com cerca de 15 pessoas. As receitas virão da publicidade digital. “Eu sei que é arriscado, mas vamos fazer um produto que vai ter sucesso em termos de retorno publicitário”. Admitindo que o projecto irá concorrer com a Flash, publicação de sociedade da Cofina que lidera actualmente o estudo NetAudience, José Paulo Fafe considera que “é possível fazer melhor que a Flash. Não estou a dizer que a Flash é mal feita até porque a Luísa Jeremias é uma excelente profissional, mas pode ser feito de outra maneira”. O novo título “será mais entretenimento, showbizz e people, mas terá também sociedade e política. Não posso deixar de dar as notícias do Manuel Pinho, do Rendeiro ou da queda do governo, mas tentaremos dar à nossa maneira. Tem de estar lá com o destaque que merece no momento. Não tem de estar subalternizado face ao aniversário da Betty Grafstein ou de um programa da TVI ou da SIC”, ilustra José Paulo Fafe.

A própria organização da redacção irá reflectir este modelo. Além da direcção, que “já está contratada”, haverá duas editorias, um mais para a televisão e showbizz e outra para o nacional, internacional e política.

Recorde-se que desde esta semana que o semanário Tal & Qual chega às bancas com 32 páginas, após um reforço de conteúdos e colaboradores. Até aqui tinha 24 páginas por edição. José Paulo Fafe admite que o novo jornal será “um braço armado digital do Tal & Qual, até porque o Tal & Qual não tem site. De alguma maneira, posso promover ali os temas do Tal & Qual”.

Fonte: https://www.meiosepublicidade.pt/2022/01/editora-do-tal-qual-prepara-novo-diario-digital/

 

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Vim só divulgar esta notícia só para dizer que, do ponto de vista de mercado da comunicação social digital em Portugal, penso que exista espaço para uma espécie de BuzzFeed português. Há muitas questões éticas ao misturar assuntos sérios (política e sociedade), com celebrity news e quizzes ridículos, como faz a BuzzFeed (o site tanto apresenta investigações jornalísticas relativamente sérias, como artigos de cancelamento da Ellen e de outras celebridades). No entanto, em termos de negócio, acaba por ser uma forma de tornar o consumo de informação mais apelativo e eu viria uma coisa do género a ter sucesso em Portugal. Mesmo as notícias de televisão, de celebridades e de gossip poderiam ser melhoradas, no sentido em que Portugal a notícia fica muito pela rama e não se tenta ser minimamente sério, enveredando-se pelas guerras das audiências e por feuds entre celebridades, o que é algo muito da década de 90. Não me parece que este Tal & Qual diário possa ambicioar ser algo mais do que uma Flash, mas se houvesse ambição, haveria espaço no mercado para se lançar um jornal online com críticas de televisão, audiências, gossip, notícias de sociedade e até política, com uma forte presença nas redes sociais e uma aposta consistente em web design e conteúdos mais frescos para os mais jovens. 

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On 18/12/2021 at 16:08, D91 disse:

Curiosa a aproximação da TV7 Dias e da TV Guia.

A TV Mais está muito mal, vende menos de metade das outras.

E devia ser proibida de ter o nome TV no título... Uma revista que tem 80+ páginas dedica 2 (repito, DUAS) à programação:mico:

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  • 1 mês depois...
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há 2 minutos, D91 disse:

SEMANÁRIO NOVO AVANÇA COM DESPEDIMENTO COLETIVO DE QUATRO JORNALISTAS

Foi tudo despedido? q :chocada:

É o fim do Semanário Novo? :chocada:

  • 4 semanas depois...
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há 8 horas, thass_hot disse:

A tv7 dias tem hoje a edição do 35.º aniversário. Alguém sabe se no interior tem algo de especial? Talvez o @Filipe tenha acesso!

Sim mostram algumas capas.

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há 14 horas, D91 disse:

@thass_hotestão aqui as páginas onde colocaram capas antigas da TV 7 Dias das  edições de aniversário. 

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Muito obrigado :adoro:. É exatamente a mesma seleção de capas que fizeram no 32º aniversário.

há 12 horas, miguelalex23 disse:

Curiosa a censura da capa de 2012 com a Sílvia Alberto. Algum processo judicial, provavelmente.

Sim, sempre que publicam essa capa só aparece a foto da Sílvia Alberto. Foi um processo judicial. Em Portugal ñ acontece, mas em França as revistas de gossip quando são condenadas judicialmente são obrigadas a colocar na capa a condenação que sofreram. Já muitas vezes vi revistas francesas que a capa é apenas o logo da revista e a condenação.

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há 1 hora, thass_hot disse:

Muito obrigado :adoro:. É exatamente a mesma seleção de capas que fizeram no 32º aniversário.

Sim é a mesma seleção de capas, são as capas das edições de aniversário. 

há 13 horas, miguelalex23 disse:

Curiosa a censura da capa de 2012 com a Sílvia Alberto. Algum processo judicial, provavelmente

 

há 1 hora, thass_hot disse:

Sim, sempre que publicam essa capa só aparece a foto da Sílvia Alberto. Foi um processo judicial. Em Portugal ñ acontece, mas em França as revistas de gossip quando são condenadas judicialmente são obrigadas a colocar na capa a condenação que sofreram. Já muitas vezes vi revistas francesas que a capa é apenas o logo da revista e a condenação.

Está aqui a capa

22278344_qnwp8.gifDeve ter sido algum processo judicial. 

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há 12 minutos, ATVTQsV disse:

E no 34º, no 33º não sei porque não comprámos a revista no primeiro confinamento.

Eu comprei em 2020 em formato digital. A Seleção de capas foi bem mais interessante: foi uma seleção com as capas mais "curiosas" dos 33 (então) anos da Tv7 dias. Publico aqui as 2 páginas (cortadas):

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Curiosamente só puseram capas até 2005. 

 

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