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Rodolfo

Sexualidade

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On 04/10/2019 at 02:38, Faded disse:

Ao fim de quase seis meses de uma relação que começou no Grindr, sinto-me mais ligado a ele do que há 3,4,5 meses atrás.

Não foi fácil fazer o coming out a um pai homofóbico, mas foi algo fantástico e libertador. 

Todos temos o direito de amar e encontrar aquela pessoa especial, e principalmente de nos amarmos como somos!

Sejam felizes! :D<3 

 

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Fico mesmo muito feliz por ti. Por teres conseguido encontrar a pessoa certa. Felicidades 

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há 2 horas, Televisão 10 disse:

Até me esqueci de comentar uma situação caricata na legendagem de uma das séries estrangeiras da RTP 2.

Neste caso, foi na série Tribunal de Família. Uma das personagens diz a outra "You don't like mussels." e nas legendas apareceu "Tu não gostas de marisco.", em vez de aparecer a tradução literal "Tu não gostas de mexilhão(ões).".

Confesso que achei estranha esta opção. Será que quem traduziu optou por marisco, uma vez que mexilhão pode ter um sentido sexual? :mosking: :ph34r: A verdade é que a personagem confrontava a outra com uma acusação de traição, por isso se calhar quem traduziu não quis que os telespectadores interpretassem no sentido pejorativo... 

Ontem, aprendi que a área anterior da articulação do cotovelo é erógena (em algumas pessoas, pelo menos). Hoje, aprendo que mexilhão tem outro sentido.

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há 1 minuto, srcbica disse:

Ontem, aprendi que a área anterior da articulação do cotovelo é erógena (em algumas pessoas, pelo menos). Hoje, aprendo que mexilhão tem outro sentido.

O que se aprende com a RTP 2... Ficas mais culto e adulto... :mosking:

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Hoje tive provavelmente das piores conversas da minha vida. Estava na rua com um amigo e já não me lembro como, iniciou-se ali uma discussão com 2 idosos super homofóbicos que diziam que os gays deviam ser todos mortos ect. Eu estava muito chocada com aquela conversa, apesar de gostar de homens, sou a favor que cada um deve gostar de quem quiser, e disse-lhes isso e um deles ainda se riu na minha cara como se eu lhe estivesse a contar uma anedota. Depois de não sei quantos minutos ali a discutir no meio da rua, virei-lhes as costas e eles ainda tiveram a lata de virem atrás de mim e do meu amigo quase até minha casa a dizer que eu era maluca, que os gays eram isto e aquilo... Tenho 0 paciência  para gente homofóbica. Ainda estou em choque com o que ouvi.

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há 3 horas, srcbica disse:

Nossa. :tv_scary:

 

Será que a Clara e o Vítor vão?

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3 hours ago, joanna said:

até pode ter sido só em 2010, até pode ter sido impulsionado pela ana guedes, mas eu não atirava isso à cara do goucha, principalmente quando há muitos famosos que em 2020 continuam sem se assumir publicamente (nem tem óbvio), então há 10 anos ainda menos.

...E o mais ridículo é que 99.9% do público já percebeu que eles são ou gays ou bissexuais, mas eles insistem em dar entrevistas dizendo "Esta música é sobre uma relação que eu tive, e essa pessoa bla bla bla" ou "Estive numa relação em que a pessoa me tratou de tal forma, e quando eu me apaixonei por essa pessoa, essa pessoa fez isto e aquilo..." :lol:  Tipo... a evitar de forma completamnte forçada mencionar o género da tal pessoa, se é masculino ou feminino... :lol:  Toda a gente já entendeu, há anos, para quê isto?  Exemplos:  Pedro Granger, Pedro Carvalho, Zé Manel (cantor), entre outros. Mas pronto, se eles insistem nisso, eles lá sabem porquê.

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On 18/01/2020 at 18:14, AGUI disse:

 Héteros também não se assumem. 

A sério que estás a utilizar esse argumento? Como o Rui Maria Pêgo disse: assumir é reconhecer. Se nenhum gay se tivesse publicamente assumido, não seria possível hoje em dia haverem gays a beijarem-se em público, a abraçarem-se, etc. A heterossexualidade não precisa de ser assumida, porque toda a gente assume que "x" pessoa é hetero até ela se assumir como gay, bissexual, etc. Vivemos numa sociedade heteronormativa. As referências em filmes, séries, desde criança, são com casais heterossexuais. Os nossos avós, tios, perguntam-nos desde que somos muito novos: então já tens namorada?  Porque raio é que alguém se iria assumir como heterossexual?  Ninguém tem obrigação de se assumir publicamente, obviamente. Mas isso que escreveste não é um argumento válido. 

Edited by Faded
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há 22 minutos, AGUI disse:

Tu leste sequer? O forista acima fez um comentário que deixou implícito que pessoas não héteros têm de se assumir publicamente. Se alguém o prefere fazer ou não, não vem ao caso. Existir uma pressão social para que pessoas assumam a sua sexualidade é que não faz sentido. Héteros não se assumem e ninguém pressiona para que o façam. Por isso, o mesmo devia ocasionar-se com homossexuais.

Se são a norma, porque é que haviam de se assumir? Eu também disse que não concordo com a pressão para as pessoas se assumirem publicamente. Não concordo com os gays que querem forçar o outing. Isso não é correto. Como dizerem repetidamente que "x pessoa" de certeza que é gay ou bissexual, etc. Mas os heterossexuais são a maioria, e como eu escrevi, até alguém se assumir, a maioria vai naturalmente assumir que a pessoa é heterossexual. Nomeadamente, pessoas da família. É por isto que eu admiro tanto pessoas como o Rui Pêgo, que se assumiu como gay e ainda teve trabalhos recusados por causa disso. 

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há 1 minuto, Faded disse:

Se são a norma, porque é que haviam de se assumir? Eu também disse que não concordo com a pressão para as pessoas se assumirem publicamente. Não concordo com os gays que querem forçar o outing. Isso não é correto. Como dizerem repetidamente que "x pessoa" de certeza que é gay ou bissexual, etc. Mas os heterossexuais são a maioria, e como eu escrevi, até alguém se assumir, a maioria vai naturalmente assumir que a pessoa é heterossexual. Nomeadamente, pessoas da família. É por isto que eu admiro tanto pessoas como o Rui Pêgo, que se assumiu como gay e ainda teve trabalhos recusados por causa disso. 

a sério? que trabalhos?

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On 17/01/2020 at 03:29, Cable Guy disse:

...E o mais ridículo é que 99.9% do público já percebeu que eles são ou gays ou bissexuais, mas eles insistem em dar entrevistas dizendo "Esta música é sobre uma relação que eu tive, e essa pessoa bla bla bla" ou "Estive numa relação em que a pessoa me tratou de tal forma, e quando eu me apaixonei por essa pessoa, essa pessoa fez isto e aquilo..." :lol:  Tipo... a evitar de forma completamnte forçada mencionar o género da tal pessoa, se é masculino ou feminino... :lol:  Toda a gente já entendeu, há anos, para quê isto?  Exemplos:  Pedro Granger, Pedro Carvalho, Zé Manel (cantor), entre outros. Mas pronto, se eles insistem nisso, eles lá sabem porquê.

Não entendi, como é que tens a certeza que uma pessoa famosa é homossexual? É por 99.9% do público perceber isso? Desde quando isso é uma certeza para dizer o que é que seja de atores, cantores, etc? :| 

Este aspecto é algo que eu odeio ver na comunidade LGBT. Vêem alguém giro e com abdominais, e não se cansam em provar que a pessoa é homossexual. Que tem namorado, que há sex-tapes na Internet, entre outros. Qual é a necessidade de tornar alguém homossexual? Muda alguma coisa? Como se algum dia essa pessoa "saísse do armário" para ir "comer" os fãs exaltados que tem. Para dar um exemplo atual, tens o caso do Shawn Mendes que já deu n entrevistas (demasiadas) a dizer que não gosta de homens (está tudo na internet), mas mesmo assim a comunidade está sempre a bater na mesma tecla e sempre a meter uma pressão ridícula. Para quê? :| Coitada da Camilla. :mosking:

Não quero dizer com isto que tu faças o mesmo (eu nem sei se és homossexual, não quero saber), mas p*rra, acalmem a passareca. Pessoas famosas são pessoas normais. Não querem "sair do armário", então que não saiam. Cada um tem a sua vida privada, e aposto que muita gente que faz o que disse acima também não gostaria de ver a ser feito a eles o que fazem com pessoas famosas.

(Texto em jeito de desabafo, mas é mesmo como eu me sinto em relação a estes assuntos.)

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7 hours ago, Bloody said:

Não quero dizer com isto que tu faças o mesmo (eu nem sei se és homossexual, não quero saber), mas p*rra, acalmem a passareca.

Acho que quem precisa de mais calma, depois de todo esse testamento, n sou eu :6:

Nao sou homossexual, sou hetero.  E mantenho a minha opiniao. 

Ex: Quando o Malato foi fotografado num bar gay, cheio de homens despidos, em decadas nunca foi visto com namoradas, mas na altura negou e disse que "Estava so com amigos" e que nao queria que especulassem e la por estar num bar gay sem camisa rodeado de homens sem camisa, "n quer dizer nada". Anos depois, assumiu-se e hoje anda com o namorado em publico sem problemas.  -- Alguem acreditou quando ele negou naquela altura? Muito pouca gente. Mas ele achou que tinha que comentar e negar.

Pessoalmente, acho mais saudavel uma pessoa assumir, ou entao nao comentar a vida privada.

Mas isso e' a minha opiniao, apenas... Se querem ficar escandalizados, fiquem.

Para mim, um optimo exemplo em como tornear esse assunto e' a Ana Zanatti, ou o Diogo Infante. Durante anos, mta gente comentava sobre a possibilidade de serem gays, mas eles passavam a frente, nao vinham falar de relacionamentos. Quando se sentiram mais a vontade, assumiram tudo e de forma muito natural e feliz. Acho isso muito mais saudavel do que falar da vida privada em entrevistas, mas sempre com imensos rodeios, ignorando o obvio, a tentar imensas vezes esconder o genero do/a parceiro/a nas conversas, de uma forma que salta a vista e se torna pouco natural em conversa. 

E' apenas uma opiniao. :6:E de certeza que ha gays ou bissexuais que partilham da minha opiniao. N tem nada a ver com "obrigar" alguem a assumir-se, simplesmente e' uma opiniao sobre diferentes formas de estar na vida.  Cada um com a sua! 

 

 

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há 6 minutos, Bloody disse:

Como homem homossexual que sou, a última parte de achar alguém abichanado demais acaba por ir de encontro com a minha maneira de ser. Não quero dizer que tenho algo contra gays que decidem vestir-se de mulher ou têm comportamentos mais "de mulher" (se são felizes assim, que o sejam e ainda bem), mas eu não me sentiria confortável em namorar ou estar num grupo de pessoas que gostam ser assim. É muito espalhafato junto, e não gosto. Não considero homofobia porque eu não me oponho a isso nem quero fazer com que essas pessoas sejam prejudicadas.

Com isto eu também não gosto de ver, ou participar, em todo o chamado "orgulho gay", seja manisfestações leves, paradas e bares que existem aqui e ali. Sinto que atualmente são movimentos com uma mensagem contrária, de que os gays são, de qualquer forma, superiores a héteros (o que obviamente não são, ninguém é), ao invés de mostrarem que o orgulhoé o mais importante, e que a marginalização é algo do passado. Mas tal como outros movimentos (MeToo, por exemplo), este conceito passou dos limites e é algo banal. Para mim.

Quanto ao "não ser o gay suficiente", sim, já ouvi e acho um absurdo. E isto relaciona-se com o que disse acima: porque raio uma pessoa que é reservada e homossexual, deve ser outra pessoa para notar-se mais? :dontknow: É mesmo necessário? Não pode simplesmente estar "na dele" e não querer viver a vida do "orgulho"? :dontknow:

Todo um tema para debatermos aqui. 

Putz, falou e calou. Disse tudo o que acho e penso. Leva a taça. :cryhappy:

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On 23/01/2020 at 20:21, Bloody disse:

Como homem homossexual que sou, a última parte de achar alguém abichanado demais acaba por ir de encontro com a minha maneira de ser. Não quero dizer que tenho algo contra gays que decidem vestir-se de mulher ou têm comportamentos mais "de mulher" (se são felizes assim, que o sejam e ainda bem), mas eu não me sentiria confortável em namorar ou estar num grupo de pessoas que gostam ser assim. É muito espalhafato junto, e não gosto. Não considero homofobia porque eu não me oponho a isso nem quero fazer com que essas pessoas sejam prejudicadas.

Com isto eu também não gosto de ver, ou participar, em todo o chamado "orgulho gay", seja manisfestações leves, paradas e bares que existem aqui e ali. Sinto que atualmente são movimentos com uma mensagem contrária, de que os gays são, de qualquer forma, superiores a héteros (o que obviamente não são, ninguém é), ao invés de mostrarem que o orgulhoé o mais importante, e que a marginalização é algo do passado. Mas tal como outros movimentos (MeToo, por exemplo), este conceito passou dos limites e é algo banal. Para mim.

Quanto ao "não ser o gay suficiente", sim, já ouvi e acho um absurdo. E isto relaciona-se com o que disse acima: porque raio uma pessoa que é reservada e homossexual, deve ser outra pessoa para notar-se mais? :dontknow: É mesmo necessário? Não pode simplesmente estar "na dele" e não querer viver a vida do "orgulho"? :dontknow:

Todo um tema para debatermos aqui. 

Tu tens todo o direito de não querer fazer parte da comunidade, nem precisas de te sentir incluindo na comunidade LGBTQIAP+. Estou em grupos queer e há pessoal que diz abertamente que considera "o abecedário' ridículo. Eu não concordo com essa visão, mas respeito. Eu desde 2014 que participo na marcha LGBTQIAP+ de Lisboa e adoro o ambiente que se vive lá, mas só o ano passado é que tive vontade de expressar mais a minha sexualidade na internet. Os meus colegas e pessoal amigo de Lisboa sempre soube que eu era gay porque eu quis que assim fosse, porque encontrei uma família nesse grupo e na comunidade, senti-me acolhido por finalmente me poder expressar como queria, depois de ser praticamente obrigado a esconder a minha sexualidade até 2015-2016, por ter um pai homofóbico. E é com tofo o orgulho que eu participo na marcha e hastei-o a bandeira arco-íris. Mas é minha opção. Também já me disseram que não parecia gay (pelo menos até dizer que ouvia imensa música pop - o tal estereótipo), talvez por me vestir de forma relativamente despreocupada, apesar de adorar comprar roupa e passar as tardes a fazer isso no shopping. Como todas as comunidades, a comunidade LGBTQIAP+ também tem os seus defeitos, não o nego, mas sinto imenso orgulho na sua existência e reconheço que ainda há muito trabalho a fazer. Em 2018 cheguei inclusivé a reunir-me com um representante da ILGA Portugal no sentido de saber se estavam a pensar intervir numa área que ainda é muito lgbtifóbica, o Alentejo, sendo o foco a universidade de Évora e disseram-me que estavam a pensar organizar uma marcha de orgulho LGBTQIAP+ em Évora no ano de 2021.

Mas claro, ninguém é obrigado a subscrever este movimento ou a reconhecer a bandeira arco-íris. Assim como ninguém tem o direito de querer boicotar ou silenciar este movimento. :)

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On 23/01/2020 at 20:21, Bloody disse:

Como homem homossexual que sou, a última parte de achar alguém abichanado demais acaba por ir de encontro com a minha maneira de ser. Não quero dizer que tenho algo contra gays que decidem vestir-se de mulher ou têm comportamentos mais "de mulher" (se são felizes assim, que o sejam e ainda bem), mas eu não me sentiria confortável em namorar ou estar num grupo de pessoas que gostam ser assim. É muito espalhafato junto, e não gosto. Não considero homofobia porque eu não me oponho a isso nem quero fazer com que essas pessoas sejam prejudicadas.

Com isto eu também não gosto de ver, ou participar, em todo o chamado "orgulho gay", seja manisfestações leves, paradas e bares que existem aqui e ali. Sinto que atualmente são movimentos com uma mensagem contrária, de que os gays são, de qualquer forma, superiores a héteros (o que obviamente não são, ninguém é), ao invés de mostrarem que o orgulhoé o mais importante, e que a marginalização é algo do passado. Mas tal como outros movimentos (MeToo, por exemplo), este conceito passou dos limites e é algo banal. Para mim.

Quanto ao "não ser o gay suficiente", sim, já ouvi e acho um absurdo. E isto relaciona-se com o que disse acima: porque raio uma pessoa que é reservada e homossexual, deve ser outra pessoa para notar-se mais? :dontknow: É mesmo necessário? Não pode simplesmente estar "na dele" e não querer viver a vida do "orgulho"? :dontknow:

Todo um tema para debatermos aqui. 

Sou um homem bi e concordo totalmente contigo! Aliás, toda a minha vida privada só a mim me diz respeito, seja relacionamentos seja o que for e em relação ao assumir nunca o fiz. Com amigos, por exemplo, vou comentando naturalmente homens e mulheres, surgiram perguntas obvio e eu disse que “sim, também gosto de homens”, à minha mãe, na altura, cheguei a apresentar um namorado, etc, etc. Nunca tive necessidade de fazer o dito “apelo”. Sou um homem seguro daquilo que sou, não participo nas marchas, marchinhas e bandeirinhas, respeito, claro, mas, e no futuro com a minha profissão, um dos meus grandes objetivos é lutar pelos direitos dos que não conseguem ter voz, sem terem que se “revelar”, e que sofrem todos os dias com preconceitos desnecessários ou com a pressão homofóbica dos pais.  

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