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Bloody

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About Bloody

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    Percebo algo de VOSDAL
  • Birthday 02/23/1996

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  • Género
    Homem

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  1. Bloody

    Sexualidade

    Como homem homossexual que sou, a última parte de achar alguém abichanado demais acaba por ir de encontro com a minha maneira de ser. Não quero dizer que tenho algo contra gays que decidem vestir-se de mulher ou têm comportamentos mais "de mulher" (se são felizes assim, que o sejam e ainda bem), mas eu não me sentiria confortável em namorar ou estar num grupo de pessoas que gostam ser assim. É muito espalhafato junto, e não gosto. Não considero homofobia porque eu não me oponho a isso nem quero fazer com que essas pessoas sejam prejudicadas. Com isto eu também não gosto de ver, ou participar, em todo o chamado "orgulho gay", seja manisfestações leves, paradas e bares que existem aqui e ali. Sinto que atualmente são movimentos com uma mensagem contrária, de que os gays são, de qualquer forma, superiores a héteros (o que obviamente não são, ninguém é), ao invés de mostrarem que o orgulhoé o mais importante, e que a marginalização é algo do passado. Mas tal como outros movimentos (MeToo, por exemplo), este conceito passou dos limites e é algo banal. Para mim. Quanto ao "não ser o gay suficiente", sim, já ouvi e acho um absurdo. E isto relaciona-se com o que disse acima: porque raio uma pessoa que é reservada e homossexual, deve ser outra pessoa para notar-se mais? É mesmo necessário? Não pode simplesmente estar "na dele" e não querer viver a vida do "orgulho"? Todo um tema para debatermos aqui.
  2. Será que vou atrasado em dizer que só comecei agora a ver a primeira temporada? Parece um Euphoria mas de comédia.
  3. Eu também gosto, só não gostei do marketing da Disney em fazer do Rei Leão um filme à volta da Beyoncé e de outra gente. Perdeu a sua essência. Mas enfim
  4. O Praça da Alegria é um programa cada vez mais feito para o público mais idoso (sempre o foi, na verdade), e todos nós sabemos que a população portuguesa está a envelhecer. Os espectadores dos canais principais portugueses não são exceção. Eu não vejo muito do Praça nem do VnTV, mas o que vou vendo é que o Praça é um programa muito mais sólido que o VnTV, que tem-se focado nas palhaçadas e em polémicas. Mas isto sou eu. E o Praça mudou muito do que era antes.
  5. Isto só me dá vibes do flop da Edurne.
  6. Melhor do que isso foi ver a Beyoncé a não ser nomeada. A Disney tanto quis apostar nela e na música, que flopou. (Continuo a adorar a moça na mesma.)
  7. Faltou dar a reação "vou pensar".
  8. Bloody

    5 Para a Meia-Noite

    A Teresa foi a substituta da Júlia da peça dos Monólogos, e é por essa peça que ela vai lá. Como a Teresa já comentou, e de forma menos bonita, a relação dela com a Júlia quando lá foi, eu duvido que a Mena vá pegar outra vez no assunto para picar mais. Até pode referir alguma coisa, mas mesmo assim.
  9. Bloody

    5 Para a Meia-Noite

    Lol? Todos sabemos que a relação da Teresa com a Júlia não é a melhor (aliás, das rivalidades televisivas até deve ser a menos saudável de todas). A Teresa deixou mesmo a entender que não há algum fair-play entre elas, e a Mena pode não querer mais comentários desses no programa. A Teresa não é a Cristina, que mostra que está tudo bem entre a concorrência.
  10. Bloody

    Sexualidade

    Não entendi, como é que tens a certeza que uma pessoa famosa é homossexual? É por 99.9% do público perceber isso? Desde quando isso é uma certeza para dizer o que é que seja de atores, cantores, etc? Este aspecto é algo que eu odeio ver na comunidade LGBT. Vêem alguém giro e com abdominais, e não se cansam em provar que a pessoa é homossexual. Que tem namorado, que há sex-tapes na Internet, entre outros. Qual é a necessidade de tornar alguém homossexual? Muda alguma coisa? Como se algum dia essa pessoa "saísse do armário" para ir "comer" os fãs exaltados que tem. Para dar um exemplo atual, tens o caso do Shawn Mendes que já deu n entrevistas (demasiadas) a dizer que não gosta de homens (está tudo na internet), mas mesmo assim a comunidade está sempre a bater na mesma tecla e sempre a meter uma pressão ridícula. Para quê? Coitada da Camilla. Não quero dizer com isto que tu faças o mesmo (eu nem sei se és homossexual, não quero saber), mas p*rra, acalmem a passareca. Pessoas famosas são pessoas normais. Não querem "sair do armário", então que não saiam. Cada um tem a sua vida privada, e aposto que muita gente que faz o que disse acima também não gostaria de ver a ser feito a eles o que fazem com pessoas famosas. (Texto em jeito de desabafo, mas é mesmo como eu me sinto em relação a estes assuntos.)
  11. Bloody

    5 Para a Meia-Noite

    Bom lote de convidados! Não me lembro de a Vera ter ido lá, mas após uma pesquisa já sei que não é a primeira vez que visita o programa. Teresa já lá foi, e foi muito engraçado. Claro que desta vez vai com outra finalidade, e provavelmente a Mena não vai deixar de perguntar algo acerca da troca da Júlia por ela no teatro. Vitorino dispenso. Tim, embora não ouça nada de Xutos e Pontapés, até pode ser giro e é capaz de chamar atenção.
  12. Por incrível que pareça, vou começar a postar neste concurso como em todos os outros que ajudo/faço: olá, caros apostadores. Ontem não consegui vir cá, mas eis que já me encontro por aqui. Vou também participar e flopar à séria, porque todos sabemos que quem merece vencer todos os Oscars é a Bella Thorne, que começou a sua era cinematográfica na pornografia. Vem segundo Óscar para uma diretora - já foste Bigelow. De resto, boa sorte a todos. Mesmo que não tivessem visto os filmes, participem! Temos 100.000 pontos de reputação para entregar ao melhor apostador, até inveja qualquer @.
  13. ‘BOUNTY LAW’: TARANTINO FAZ SPIN-OFF DE ERA UMA VEZ EM… HOLLYWOOD Recentemente ficámos a saber que a carreira de Quentin Tarantino como realizador de cinema estava prestes a findar. Ao todo serão dez filmes, e o cineasta lançou em 2019 o seu 9.º filme: Era Uma Vez em… Hollywood. A juntar a isso, e no fim do ano passado, Tarantino revelou que Kill Bill 3 “é definitivamente uma possibilidade”, ou seja, o seu último filme. Mas cineasta norte-americano vai ainda mais longe agora ao revelar que vai realizar uma série spin-off de Era Uma Vez em… Hollywood. Em conversa ao Deadline, o cineasta disse que quer criar uma série chamada Bounty Law, com cinco episódios de meia hora cada. “Quero fazê-lo” disse Tarantino que acrescentou ainda “mas vais demorar cerca de um ano e meio mas não a considero realmente como parte do filme, apesar de estar lá. A série não será sobre Rick Dalton a interpretar Jake Cahill. Será sobre Jake Cahill [personagem de Leonardo DiCaprio no filme].” Na mesma entrevista, o realizador de Kill Bill e Pulp Fiction disse ainda algumas séries de época que o influenciaram para este seu novo projecto, são elas: Wanted: Dead or Alive, The Rifleman e Tales of Wells Fargo. “O conceito de contar uma história dramática em meia hora… Tu vês e pensas, wow, houve imenso storytelling em 22 minutos. Eu pensei, será que consigo fazer isto? Acabei por escrever cinco episódios de meia hora. Por isso vou fazê-los, e vou realizá-los todos”, afirmou ainda Tarantino ao Deadline. --- I'm dead. @Gabriel @Diogo_M
  14. Por acaso estou curioso para ver o Woody Harrelson de Carnage. (O Venom 2 estreia este ano)
  15. Mas não vai flopar. Só não vai ter é mais que 100 posts.
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