Jump to content
Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

Posts Recomendados

Postado
há 4 minutos, Televisão 10 disse:

Não sei se já se sabia, mas o Pedro Ribeiro, radialista da Rádio Comercial, revelou que foi sondado para apresentar um talk show nas tardes da SIC há alguns anos.

https://www.tv7dias.pt/nega-valente-pedro-ribeiro-recusou-apresentar-programa-da-tarde-da-sic

Sem definir quando e para que programa seria, referiu apenas que ia fazer dupla com a Rita Ferro Rodrigues. Seria para o Contacto?

 

Certamente! 

  • Gosto 3
Postado
há 28 minutos, Televisão 10 disse:

Não sei se já se sabia, mas o Pedro Ribeiro, radialista da Rádio Comercial, revelou que foi sondado para apresentar um talk show nas tardes da SIC há alguns anos.

https://www.tv7dias.pt/nega-valente-pedro-ribeiro-recusou-apresentar-programa-da-tarde-da-sic

Sem definir quando e para que programa seria, referiu apenas que ia fazer dupla com a Rita Ferro Rodrigues. Seria para o Contacto?

 

Aifnal o Nuno Graciano não foi a primeira opção para o Contacto!:haha:

Deve ter sido mesmo para o Contacto, porque para o Juntos à Tarde sempre se soube que iria ser apresentado pela Rita e o Baião e duvido que a Gaby se quer se lembra-se do Pedro Ribeiro para o programa.

  • Gosto 2
Postado (editado)
On 3/13/2021 at 8:49 PM, Televisão 10 said:

Não sei se já se sabia, mas o Pedro Ribeiro, radialista da Rádio Comercial, revelou que foi sondado para apresentar um talk show nas tardes da SIC há alguns anos.

https://www.tv7dias.pt/nega-valente-pedro-ribeiro-recusou-apresentar-programa-da-tarde-da-sic

Sem definir quando e para que programa seria, referiu apenas que ia fazer dupla com a Rita Ferro Rodrigues. Seria para o Contacto?

 

Devia ser, até porque o Pedro Ribeiro colaborava com a SIC nessa altura. Tinha saído ou estava quase a deixar o Curto Circuito e estava a fazer o Conversas Ribeirinhas, na SICR.

Editado por Rangel
  • Gosto 3
Postado (editado)

MUDANÇAS NA DIRECÇÃO DE INFORMAÇÃO DA SIC

Bernardo Ferrão, até aqui sub-director de informação da SIC, passa a director-adjunto, juntando-se a José Gomes Ferreira. A jornalista Patrícia Moreira sobe à direcção, assumindo funções como sub-directora da estação. As mudanças, explica o grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão em comunicado, acontecem “no quadro do processo de transformação digital e projectos editoriais que a Impresa pretende acelerar, e que será levado a cabo na redacção da SIC”.

A direcção de informação da SIC, encabeçada por Ricardo Costa, passa assim a ser constituída por José Gomes Ferreira e Bernardo Ferrão como directores-adjuntos, contando com Marta Reis e Patrícia Moreira como sub-directoras. O jornalista Pedro Cruz, que integrava até ao final do passado mês de Janeiro a direcção de informação da estação de Paço de Arcos como sub-director, recorde-se, deixou o grupo após 22 anos.

As alterações agora anunciadas pela Impresa ao nível da estrutura de direcção da SIC, justifica o grupo no mesmo comunicado, “decorrem das óbvias necessidades de adaptação e transição digital – no quadro do plano estratégico da Impresa, da alteração de hábitos dos espectadores e utilizadores -, que obrigam à existência de uma direcção que consiga responder, em simultâneo, aos desafios editoriais imediatos e à antecipação das alterações de oferta”.

A par das mudanças na estação de Paço de Arcos, Joana Beleza, actualmente editora de multimédia do Expresso, passará a desempenhar funções transversais a todo o grupo, acumulando agora o cargo de coordenadora executiva da área de podcast. A profissional passa a assumir, nas novas funções, responsabilidades sobre “todos os aspectos da produção e distribuição de conteúdos de áudio da Impresa”.

Além da área de informação, recorde-se, também a área de entretenimento foi alvo de alterações recentemente, com Pedro Boucherie Mendes a acumular, no início deste mês, a direcção de conteúdos digitais de entretenimento da SIC. Como avançou o M&P, o profissional, que liderava a área de planeamento estratégico desde que foi conhecida a nova estrutura da direcção-geral de entretenimento de Daniel Oliveira, em Julho de 2018, assumiu a partir desde mês o novo cargo de director de planeamento estratégico e conteúdos digitais de entretenimento da estação de Paço de Arcos.

Fonte: M&P

Editado por dav01
  • Gosto 7
Postado
há 1 hora, gualter007 disse:

Tacho para tanta gente e n tiveram um para a Tina.. ela só queria ser directora pá

A maioria das alterações que têm existido na SIC até são na Informação. No entretenimento acumulam funções atrás de funções. Redução de custos?

Postado
há 1 hora, Ricardo disse:

A maioria das alterações que têm existido na SIC até são na Informação. No entretenimento acumulam funções atrás de funções. Redução de custos?

Eles andam a colmatar o assalto que a tvi tem feito. Ainda assim, acho de louvar que uma empresa vá promovendo os seus colaboradores ao invés de ir buscar nomes fora para cargos de direção. Aprende tininha, televisão feliz passa por este tipo de gestão. De nada. 

  • Gosto 2
Postado
há 12 minutos, clferreira disse:

Ainda assim, acho de louvar que uma empresa vá promovendo os seus colaboradores ao invés de ir buscar nomes fora para cargos de direção. Aprende tininha, televisão feliz passa por este tipo de gestão. De nada. 

É bom a empresa promover os próprios quadros quando tem neles pessoas capazes para assumir funções de direção como é o caso da SIC. A TVI não tinha essas pessoas, pelo menos para a informação que queriam fazer... Deixa estar porque se eles os tivessem não tinham ido à SIC nem à TSF buscá-los.

  • Gosto 3
Postado

O Pedro Boucherie Mendes dedicou a sua crónica no Expresso à entrevista de Meghan e Harry, e falou da transmissão na SIC:

 

Citação

Emitida ontem pela SIC, perto da meia noite, os seus 82 minutos legendados foram vistos integralmente por quase 400 mil espetadores, um resultado francamente bom de audiências, em especial quando se sabe que mais de outros 500 mil viram partes. 
(...)

A entrevista, encomendada por sete milhões de dólares pelo canal generalista americano CBS, só foi vendida à SIC depois da empresa de Oprah ter dado a autorização final, o que ainda levou uns dias e atrasou a sua promoção. Ao contrário de muitos outros conteúdos, pequenos vídeos desta conversa pingaram pouco ou nada para a Internet, com exceção dos sites de pirataria. O asking price começou por equivaler a um ótimo carro topo de gama, mas as competências de negociação da casa reduziram o montante para um utilitário simpático.

Além do valor subjetivo de ter sido um exclusivo para Portugal, as audiências revelam que valeu a pena. Os portugueses quiseram ouvir as versões de Meghan e Harry.

https://expresso.pt/opiniao/2021-03-15-A-novela-da-vida-real

 

  • Gosto 8
  • Adoro 1
Postado
há 8 minutos, Tomás_RL disse:

É bom a empresa promover os próprios quadros quando tem neles pessoas capazes para assumir funções de direção como é o caso da SIC. A TVI não tinha essas pessoas, pelo menos para a informação que queriam fazer... Deixa estar porque se eles os tivessem não tinham ido à SIC nem à TSF buscá-los.

Pedro Mourinho era assim tão espectacular ao ponto de se perder Pedro Pinto, cara da estação? Que tipo de informação? Andar de carro com a directora do entretenimento ou promovendo livros pessoais? Fazer especiais de sítios emblemáticos como a singela terra “Covide”? Acredito numa tv com identidade e não é sem nomes sonantes que nos liguem à estação que essa identidade será criada. Mas é apenas a minha opinião. 

  • Gosto 4
  • Obrigado 1
  • Haha 2
Postado
há 2 horas, miguelalex23 disse:

O Pedro Boucherie Mendes dedicou a sua crónica no Expresso à entrevista de Meghan e Harry, e falou da transmissão na SIC:

 

 

Imagina Pedro se tivessem exibido num horário decente...

  • Gosto 3
Postado
há 13 horas, clferreira disse:

(1) Pedro Mourinho era assim tão espectacular ao ponto de se perder Pedro Pinto, cara da estação? Que tipo de informação? (2) Andar de carro com a directora do entretenimento ou promovendo livros pessoais? (3) Fazer especiais de sítios emblemáticos como a singela terra “Covide”? (4) Acredito numa tv com identidade e não é sem nomes sonantes que nos liguem à estação que essa identidade será criada. Mas é apenas a minha opinião. 

A discussão levar-nos-ia a entrar em offtopic, mas, em resumo:

1) Gostos são gostos, mas colocar o Pedro Pinto ao nível do Pedro Mourinho como pivot é qualquer coisa de extraordinário. O Mourinho é só um dos melhores pivots do país, enquanto o Pedro Pinto (como pivot, sublinho) não passa de mediano. Mas eu também acho que ele devia ter ficado como subdiretor em vez do Sousa Martins. Em todo o caso, ninguém o mandou embora (o Anselmo até lhe deu o J8 aos domingos, um horário importante, precisamente para não haver uma sensação de despromoção).

2) Essas coisas, infelizmente, já fazem parte da informação nas nossas TVs privadas. É preciso lembrar a reportagem de mais de 2 min que a SIC dedicou em pleno HN aquando do lançamento do livro de inglês da Cristina, quando ela estava na SIC, ou da visita guiada que a Clara de Sousa lhe fez aos novos estúdios em Paço d'Arcos?

3) não percebi

4) Mas quando a identidade que temos não está grande coisa, talvez seja por vezes melhor ir buscar novas pessoas, com novas formas de pensar e de fazer diferente. Por essa ordem de ideias, também a SIC perdeu identidade quando foi buscar a Cristina, o Ljubomir, a Alexandra Lencastre... será que não tinha profissionais da casa que os pudessem substituir? A SIC ficou com a identidade ferida? Please... Acho que em 2021 é uma conversa que não faz sentido, simplesmente.

  • Gosto 1
  • Obrigado 2
Postado
há 10 horas, Free Live disse:

Meghan é a verdadeira rainha do comentário mordaz. :smoke:

Meghan Markle vai protagonizar a próxima telenovela da SIC e uma série para OPTO. A entrevista foi só o primeiro passo.:smoke:

  • Haha 2
Postado

também acho que em 2021, já não deveríamos justificar os nossos erros com os erros dos outros, pleaseeee. 
 

e sim, a sic foi buscar alguns nomes fora mas não andou a mandar embora / despromover / fazer propostas de trabalho irrelevantes os rostos (poucos) do canal.

 

Estamos de acordo numa coisa: gostos são gostos e para mim ainda tem importância associar uma cara a um canal como por exemplo Goucha é tvi. De repente, se sintonizarmos tvi parece que podia ser a sic há seis meses.

 

Mas é só a minha opinião e em 2021 não é descabido opinar sobre nada, espero. 

  • Gosto 2
Postado

Lucros da Impresa disparam 43,2% em ano de pandemia com receitas a caírem apenas 2,1%

spacer.png

Num ano marcado pela pandemia, com impacto significativo ao nível das receitas publicitárias, a Impresa encerrou as contas de 2020 com lucros na ordem dos 11,2 milhões de euros. Apesar de não ter sido imune ao contexto pandémico, registando um recuo de 2,1% nas receitas totais, sobretudo justificado por uma quebra de 6,1% no investimento publicitário captado, o grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão viu os lucros crescerem 43,2% face ao resultado líquido de 7,8 milhões de euros reportado em 2019. Resultados que, recorde-se, haviam sido apresentados nessa altura como os melhores obtidos pelo grupo dono da SIC e do Expresso nos últimos cinco anos.“Num ano atípico e tão desafiante das nossas vidas, a pandemia sublinhou a importância da informação credível e do entretenimento de qualidade”, considera o CEO da Impresa, atribuindo os resultados alcançados ao desempenho das duas marcas do grupo que lidera. Salientando que ambos “bateram recordes de audiência e de circulação”, Francisco Pedro Balsemão explica que “foi graças aos valores atingidos pela SIC e pelo Expresso que a Impresa conseguiu melhorar os seus resultados operacionais e líquidos, tendo a empresa mantido também o foco na redução de custos, que compensou a queda nas receitas publicitárias”.

Na análise ao relatório enviado esta quinta-feira à CMVM, o contributo dessa diminuição dos custos operacionais para os resultados alcançados pelo grupo em 2020 é evidente. Com um corte de 6,2%, os custos desceram para cerca de 147 milhões de euros, o que representa um peso de quase 10 milhões de euros retirado das contas da Impresa, que em 2019 reportava custos operacionais na ordem dos 156,8 milhões de euros. Uma diminuição que permitiu compensar o recuo de 2,1% nas receitas, que correspondeu a um encaixe a rondar 3,8 milhões de euros abaixo do volume de receitas gerado pelo grupo em 2019. No total, o grupo dono da SIC e do Expresso, fechou as contas de 2020 com receitas na ordem dos 178,1 milhões de euros, que comparam com aproximadamente 181,9 milhões de euros encaixados no ano anterior.

Números que permitiram à Impresa melhorar igualmente a performance financeira do grupo, com o EBITDA a subir para os 31,1 milhões de euros, um incremento de 24% relativamente aos resultados financeiros do último ano, que colocavam o EBITDA nos 25,1 milhões de euros. Considerando na análise os custos de reestruturação, a melhoria é menos expressiva, com o EBITDA fixado em 31,4 milhões de euros a comparar com 27,7 milhões de euros em 2019, traduzindo uma melhoria de 13,2%.

Analisando as fontes de receita do grupo, o destaque pela positiva vai para o desempenho ao nível das receitas de circulação e de IVR (chamadas de valor acrescentado). As primeiras registaram um crescimento de 9,5%, passando dos 9,7 milhões para os 10,6 milhões de euros, enquanto a segunda linha de receitas referida apresenta um incremento de 43,7%, com um encaixe nas receitas de IVR quase 5 milhões acima do ano anterior ao subirem de 11,3 milhões para valores na ordem dos 16,2 milhões de euros. Subidas que se revelaram insuficientes para compensar as quebras sentidas nas restantes fontes de receita, com recuos, não só nas receitas publicitárias, mas também nas receitas de subscrição de canais e no item Outras Receitas.

Receitas publicitárias caíram 6,1%

É na publicidade que se torna mais evidente o impacto do contexto que vivemos, com o grupo a indicar que “devido à pandemia de covid-19 as receitas publicitárias caíram 6,1%”. São menos 7,2 milhões de euros, com as receitas de publicidade a fixarem-se nos 111,3 milhões de euros, o que compara com os 118,5 milhões de euros investidos nas marcas do grupo em 2019. Registam-se ainda descidas de 4% nas receitas de subscrição de canais, que passam dos 34,3 para os 32,9 milhões de euros, e nas Outras Receitas, situadas nos 7 milhões de euros, um recuo de 13,1% face aos resultados deste item em 2019.

Separando a análise por segmento, a área de negócio da televisão atinge um EBITDA na ordem dos 30,5 milhões de euros no encerramento das contas de 2020, representando uma melhoria de 12,9% comparativamente aos 27 milhões de euros reportados no ano anterior. As receitas da SIC totalizaram perto de 152,2 milhões de euros, traduzindo uma diminuição de 2% face aos 155,2 milhões de euros registados em 2019. Recuo motivado por quebras em toda a linha de receitas na estação de Paço de Arcos com excepção dos IVR. O crescimento de 43,7% neste item não foi, contudo, suficiente para equilibrar a balança face às quebras de 5,6% nas receitas publicitárias, que passaram de 105,7 milhões para 99,8 milhões de euros, de 4% nas receitas de subscrição de canais e de 18,4% nas outras receitas. A nelhoria do EBITDA desta área de negócio fica assim a dever-se sobretudo ao corte do lado dos custos operacionais, que desceram dos 128,2 milhões de euros para os 121,7 milhões.

Apesar de registar igualmente uma redução nas receitas totais, o segmento de publishing, também por via de um corte na ordem dos 15,4% nos custos operacionais, vê a sua performance financeira melhorar significativamente. No encerramento das contas de 2020, esta área de negócio reporta um EBITDA de 3 milhões de euros, valor que traduz uma subida de 1005,1% em comparação com o EBITDA próximo dos 275 mil euros comunicado no último ano. Neste segmento, as receitas totais desceram 3,8%, passando de 24,2 milhões de euros para 23,3 milhões, apesar de uma subida de 9,5% nas receitas de circulação, que se fixaram nos 10,6 milhões de euros. As restantes linhas de receita registam quebras: as receitas publicitárias desceram para os 11,5 milhões de euros, uma quebra de 10,1%, as receitas de produtos alternativos caiem para quase metade, situando-se em cerca de 160 mil euros (-48,8%) e as Outras Receitas descem para um milhão de euros (-28,4%).

Para concluir, o segmento Impresa Outras, onde estão incluídos as contas da Infoportugal, o grupo encerra 2020 com um resultado negativo próximo dos -2,4 milhões de euros, uma descida de 8,1% face ao EBITDA negativo em -2,2 milhões de euros registado no ano anterior. Resultado que fica a dever-se sobretudo ao aumento de 8,5% nos custos operacionais, que passaram dos 4,6 milhões de euros para os 5 milhões, com impacto mais significativo do que o crescimento de 8,9% na receitas, que subiram de 2,4 milhões para 2,6 milhões de euros.

No que diz respeito ao endividamento, a Impresa encerrou as contas de 2020 reportando uma dívida remunerada líquida de 152,8 milhões de euros, apontado como “o valor mais baixo desde 2005, ano em que a Impresa passou a deter 100% do capital da SIC”. A dívida agora reportada pelo grupo representa uma redução de 13,6 milhões de euros face à dívida de 166,4 milhões de euros com que fechou o exercício de 2019, sendo ainda mais significativa se comparada com a dívida de 169,1 milhões de euros reportada no relatório anterior, correspondente ao primeiro semestre de 2020.

Comentando os resultados agora apresentados, e antecipando o ano de 2021, Francisco Pedro Balsemão, CEO da Impresa, assegura que o grupo “procurará consolidar as lideranças da SIC e do Expresso e prosseguirá os objectivos definidos no âmbito do seu plano estratégico para o triénio 2020-2022, focada na produção de mais e melhores conteúdos, em várias plataformas, e procurando atingir novas e maiores audiências”.

Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2021/03/lucros-da-impresa-disparam-432-ano-pandemia-receitas-cairem-apenas-21/

  • Gosto 7
  • Adoro 4
Postado
há 12 minutos, TekClub disse:

Analisando as fontes de receita do grupo, o destaque pela positiva vai para o desempenho ao nível das receitas de circulação e de IVR (chamadas de valor acrescentado). As primeiras registaram um crescimento de 9,5%, passando dos 9,7 milhões para os 10,6 milhões de euros, enquanto a segunda linha de receitas referida apresenta um incremento de 43,7%, com um encaixe nas receitas de IVR quase 5 milhões acima do ano anterior ao subirem de 11,3 milhões para valores na ordem dos 16,2 milhões de euros. Subidas que se revelaram insuficientes para compensar as quebras sentidas nas restantes fontes de receita, com recuos, não só nas receitas publicitárias, mas também nas receitas de subscrição de canais e no item Outras Receitas.

Efeito Domingão.

  • 2 semanas depois...
Postado
há 6 horas, mastiksoil disse:

Como assim a SIC foi o canal que mais cresceu no primeiro trimestre do ano? :confusa_cristina:

Alguem tem os valores mensais?

Acho que devem estar a comparar com o último trimestre de 2020. A SIC subiu 0.8% e a TVI 0.7% 

  • Gosto 1

Junta-te a nós!

Podes agora comentar e registar-te depois. Se tens uma conta, Entra para responderes com a tua conta.
Note: Your post will require moderator approval before it will be visible.

Visitante
Responder a este tópico

×   Colaste conteúdo com formatação.   Restore formatting

  Only 75 emoji are allowed.

×   O teu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar apenas como link

×   Uau! O teu conteúdo anterior foi recuperado.   Limpar Tudo?

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

×
×
  • Criar Novo...