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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
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Impresa regressa aos lucros e fecha 2018 com resultado positivo de 3,1 milhões

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Com lucros na ordem dos 3,1 milhões de euros, a Impresa fecha as contas de 2018 de regresso aos resultados positivos depois de em 2017, devido às perdas de imparidade registadas na sequência da alienação do portfólio de revistas, ter apresentado prejuízos de 21,7 milhões de euros. Os lucros agora alcançados pelo grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão são destacados como “o melhor resultado líquido da Impresa desde 2015”, ano em que o grupo dono da SIC e do Expresso havia alcançado lucros na ordem dos 4 milhões de euros. Nas palavras de Francisco Pedro Balsemão, “2018 foi um ano decisivo para a Impresa: com a venda do nosso portfólio de revistas, recentrámos o nosso negócio, focando-o no audiovisual e no digital e em duas marcas fortíssimas, o Expresso e a SIC”. “Estamos a cumprir o nosso plano estratégico e apresentámos o melhor resultado dos últimos três anos”, sublinha o CEO da Impresa.

Apesar de o registo de imparidades enviesar a comparação do resultado líquido do grupo entre 2017 e 2018, a evolução do EBITDA confirma a melhoria de resultados do grupo já que, entre Janeiro e Dezembro de 2018, este indicador atingiu os 18,1 milhões de euros, valor que representa um crescimento de 21% quando comparado com os números das contas pró-forma no período homólogo em 2017, cujo EBITDA ajustado seria próximo dos 15 milhões de euros. Os resultados de 2018, o primeiro ano completo desde que foram alienadas as publicações do Impresa Publishing, voltam a ser comparados até ao EBITDA com as contas pro-forma do período homólogo, que “foram preparadas expurgando os rendimentos e gastos que se estima serem imputáveis ao portfólio de revistas alienado em 2018 e considerando impacto da IFRS 15 e da IFRS 9, como se tivessem sido aplicadas em 2017”, indica a Impresa no relatório enviado esta quinta-feira à tarde à CMVM.

Segundo o relatório, a Impresa registou em 2018 receitas consolidadas na ordem dos 172,2 milhões de euros, números que, com base nesta comparação com as contas pro-forma, traduzem um recuo de 2,2% nas receitas do grupo, que no ano anterior teriam sido de 176,1 milhões de euros. Isto apesar de um ligeiro sinal positivo nas receitas de publicidade, que cresceram 0,3% para os 111,9 milhões de euros, aumento insuficiente para compensar as quebras nas receitas de subscrição de canais (-6,2%), nas receitas de circulação (-2,9%) e no item outras receitas (-9,9%). Os quase 4 milhões de euros encaixados a menos ao nível das receitas acabariam por ser equilibrados no resultado líquido graças a uma diminuição de 4,4% do lado dos custos operacionais, que desceram dos 161,1 milhões de euros em 2017 para os 154,1 milhões de euros no último ano.

Analisando os resultados por segmento, a área de televisão encerra as contas de 2018 com um EBITDA de 20 milhões de euros, o que constitui uma evolução positiva na casa dos 11,7% comparativamente ao EBITDA de 17,9 milhões de euros indicados para o período de Janeiro a Dezembro de 2017 pelo grupo que detém a agora estação de Paço de Arcos, calculado de acordo com as contas pró-forma. Este crescimento do EBITDA é alcançado apesar de uma quebra de 3,3% nas receitas totais do segmento e justifica-se pelo corte a rondar os 7 milhões de euros nos custos operacionais da área da televisão, que terão passado dos 132,3 milhões de euros estimados para cerca de 125,3 milhões de euros, uma redução na ordem dos 5,3%.

No segmento de televisão, com a excepção do item Outras Receitas (+4,5% para 4,5 milhões de euros), o grupo regista descidas em todos os indicadores. A maior quebra encontra-se nas receitas multimédia, com um recuo de 23% para os 6,5 milhões de euros, que comparam com 8,4 milhões de euros registados em 2017. Seguem-se as receitas de subscrição de canais, que descem 6,2% para os 36,9 milhões de euros. Já as receitas publicitárias do segmento de televisão, fixadas nos 97,4 milhões de euros, traduzem uma descida de 0,7% face aos 98,2 milhões de euros captados durante o ano de 2017.

Já do lado do segmento de publishing, o grupo viu as receitas crescerem 2,6%, passando dos 23,7 milhões de euros estimados nas contas pro-forma para 2017 para os 24,3 milhões de euros no em 2018. O maior contributo para esta subida vem das receitas publicitárias, que registam um crescimento de 10,1% ao subir dos 13,1 milhões de euros para os 14,5 milhões. Uma subida capaz de compensar a descida de 2,9% nas receitas de circulação (9,3 milhões de euros) e a queda de 47,1% no item Outras Receitas. Recorde-se que o segmento de publishing, na sequência da alienação das suas 12 publicações, além do Expresso e da Blitz (que passou a ser um título exclusivamente digital) passou a contabilizar também a gestão comercial de propriedades digitais não detidas pela Impresa, como os sites Notícias ao Minuto e Zero Zero, bem como a gestão comercial do LinkedIn em Portugal e do MSN. Também a área Novas Soluções de Media, onde se inclui o customer publishing, bem como o guia Boa Cama Boa Mesa, cujos resultados eram até imputados na área da InfoPortugal, passaram a estar sob a esfera do segmento de publishing.

Do lado dos custos, o grupo regista neste segmento uma redução de 2,9%, tendo passado dos 23,8 milhões de euros em 2017 para os 23,1 milhões de euros no último ano. Com estes resultados, o segmento de publishing encerrou as contas de 2018 em terreno positivo, com um EBITDA de 1,2 milhões de euros, uma melhoria significativa se comparado com o EBITDA estimado de 105 mil euros negativos, de acordo com as contas pro-forma apresentadas pela Impresa à CMVM.

No que diz respeito à dívida, a Impresa chegou ao final de 2018 com uma dívida remunerada líquida na ordem dos 179,2 milhões de euros, valor que corresponde a uma ligeira subida de 0,4% em termos homólogos depois de em 2017 ter encerrado as contas com uma dívida de 178,4 milhões de euros, situação que, justifica o grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão, fica “a dever-se ao financiamento do projecto de expansão do edifício Impresa, tendo no entanto beneficiado em parte do encaixe da alienação das revistas”.

Recorde-se que, no passado mês de Junho, o grupo que detém a SIC e o Expresso levou a cabo uma operação de financiamento suportada no Edifício Impresa, em Paço de Arcos, alienado ao Novo Banco numa operação de lease-back. O edifício, que passou já este ano a albergar todos os meios detidos pelo grupo com a transferência dos estúdios da estação de televisão de Carnaxide para Paço de Arcos, “foi tomado em locação financeira pela Impresa, por um período de 10 anos”, sendo que “o montante envolvido na operação foi de 24,2 milhões de euros”.

“2019 tem sido para nós um ano de renovação”, salienta o CEO do grupo, para quem “a mudança da SIC para o edifício Impresa, onde o Expresso já funcionava, a inauguração dos novos estúdios, o crescimento notável da SIC nas audiências televisivas e a afirmação da liderança do Expresso confirmam a importância do caminho traçado”. “As poupanças originadas com a mudança e o aumento de competitividade da grelha da SIC permitirão ao grupo Impresa aumentar em 2019 a sua rentabilidade e prosseguir com a redução da dívida”, assegura Francisco Pedro Balsemão.

Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/02/impresa-regressa-aos-lucros-fecha-2018-resultado-positivo-31-milhoes/

  • Gosto 5
Postado

Parabéns á SIC pela vitória em fevereiro!

É mais que merecida, nem parece a mesma sic que ficava parada sem reacção. Agora vai á luta, mete rodapés, prolonga novelas, esta sempre alerta! Assim é que é!

  • Gosto 3
Postado
há 5 horas, D007 disse:

Já estou a imaginar a TVI a dizer que é a atual líder anual para compensar. :lol:

...se a Sic vencer este último dia de Fevereiro com uma vantagem superior a 2,5% nem isso a Tvi poderá dizer!

Postado (editado)
há 16 minutos, Johnman disse:

 

(vamos fingir que nunca voltou a estar no ar outra vez :ph34r:)

E? Se eu nunca vi, I don't know her meu caro.

Saudades quanto o ATV ainda publicava audiências... :crying:

Editado por skizzo
  • Gosto 2
  • Haha 1
Postado (editado)
há 45 minutos, skizzo disse:

E? Se eu nunca vi, I don't know her meu caro.

Saudades quanto o ATV ainda publicava audiências... :crying:

Pensava que estavas a ser irónico :haha:  Nunca viste MS? Era uma novela bastante boa, até. Das melhores da SIC (a juntar a Vingança, Laços de Sangue e as duas do momento).

E sim, saudades de quando o ATV metia audiências, em vez de termos de ir ao estado lamentável do Z.....

Editado por Johnman
  • Triste 2
Postado (editado)
há 43 minutos, Johnman disse:

Pensava que estavas a ser irónico :haha:  Nunca viste MS? Era uma novela bastante boa, até. Das melhores da SIC (a juntar a Vingança, Laços de Sangue e as duas do momento).

E sim, saudades de quando o ATV metia audiências, em vez de termos de ir ao estado lamentável do Z.....

Nop. Eu via A Unica Kenga mesmo :lol: 

De MS só mesmo os primeiros episódios como faço algumas vezes nas novelas da SIC. A ultima que vi integralmente do canal foi Laços de Sangue

Editado por skizzo
Postado
há 14 minutos, skizzo disse:

Nop. Eu via A Unica Kenga mesmo :lol: 

De MS só mesmo os primeiros episódios como faço algumas vezes nas novelas da SIC. A ultima que vi integralmente do canal foi Laços de Sangue

Dude, topa-me esta cena e vê se não achas que valia a pena espreitar:

 

Passou no ep. de ontem da repetição.

Mas A Única Mauralher era excelente na 1ª temporada e 1ª metade da 2ª, portanto também não fizeste mal :p

  • Surpresa 1
Postado

Já deviam saber que a novela fave do Skizzo é essa mesmo, a novela fave de muita gente e eu incluído TDV :)

Ou porque é que acham que ele Skizzo, se doeu pelo Gif, porque o gif era de TDV e da nossa saudosa Laura MM

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