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Postado (editado)

Nas Filipinas há registos de duas mulheres que ultimamente completaram 120 anos, ou seja, são mais velhas (por uma margem pequena) do que o país  independente.

PS: a GMA é como a TVI, só que em vez de ainda não emitir em HD continua presa no 4:3. A ABS-CBN, aí sim, emite em HD.

Editado por ATVTQsV
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Sinto sempre que vivo numa caverna, quando vejo as siglas, que eu não entendo, que vós colocais nos comentários. É lmao,  é q, é ftw... a última que eu vi foi Inb4. Esta até tem direito a um número. São outros tempos e, nestes tempos modernos, por uma questão de igualdade, as siglas têm direito a números.

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Porque é que os projetos de ficção no arquivo não podem receber comentários? Parem de querer matar Ana ao Cubo, chega de boicote, tudo isto para quê? Para apodrecer e ganhar mofo? Ao menos libertem Its Christmas Show, Os Lusíadas contemporâneo, demonstrador de dialetos e vocabulário renovado, grande best-seller internacional, traduzido para mais de 13 língua, com títulos como La Navidad de las Coninhas (Espanha), Madre Burladísima (título da adaptação para novela mexicana), Atirei o Pau à Mãe Natal (Brasil, vendido como teatro musical infantil, com música tema adaptada do grande clássico de Frank Sinatra: "Atirei o Pau ao Gato"), Les deux visages de Rafinha (França, promovendo o Rafinha a protagonista), PIDE riecht nach Schimmel (Alemanha, contendo uma mensagem muito especial),... Boicote às novelas, aos reality-shows, mas não à literatura! Estamos a criar um abaixo-assinado com a RTP2, em parceria com Teresa Paixão, para impedir esta afronta e impedir o analfabetismo da nossa população

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há 6 minutos, BBFF disse:

@Gabriel_C, tens algo a dizer a este respeito? Morto, que expus :cool:

Não, não me serviu a carapuça.

Mas se tivesse servido, não diria nada na mesma. Estou demasiado ocupado a desfrutar das minhas férias depois de ter ganhado 3 concursos em que esse @ participou.

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há 12 horas, D007 disse:

Será que essa pessoa levou o ZDK do fórum como forma de retaliação? :shok:

Morto que o ZDK é uma conta da @

 

há 6 horas, Gabriel_C disse:

Não, não me serviu a carapuça.

Mas se tivesse servido, não diria nada na mesma. Estou demasiado ocupado a desfrutar das minhas férias depois de ter ganhado 3 concursos em que esse @ participou.

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Ter ganho*

Mas pisou no outro coitado 

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há 21 minutos, Duarte disse:

Ter ganho*

Mas pisou no outro coitado 

O mais correto é "ter ganhado" mesmo, apaga enquanto ainda está tudo a dormir. :curtainpeek:

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há 1 hora, Duarte disse:

Ter ganho*

TER GANHADO! CHEGA DE ESPERTALHÕES QUE ACHAM QUE PODEM DISCRIMINAR O PARTICÍPIO REGULAR DOS VERBOS!!! O ÚLTIMO POST QUE FIZ ANTES DE DESAPARECER FOI A CORRIGIR ISSO AO HUGOMIGUEL!!! CHEGA DE BOICOTE AO PORTUGUÊS, CHEGA DE BOICOTE ÀS LITERATURA! PENSA QUE O GABRIEL_CAMILOCASTELOBRANCO NÃO SABE ESCREVER??? ELE É UM LADRÃO A SÉRIO, CULTURADO NA ÁREA DO CRIME, NÃO É UM VENDEDOR DE TAPETES NA MEDINA MARROQUINA!

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Spoiler

desculpem. Foi um spam útil para a língua portuguesa, desprezada por todos os foristas deste fórum. 

 

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há 3 horas, HugoMiguel disse:

O mais correto é "ter ganhado" mesmo, apaga enquanto ainda está tudo a dormir. :curtainpeek:

 

há 1 hora, AGUI disse:

TER GANHADO! CHEGA DE ESPERTALHÕES QUE ACHAM QUE PODEM DISCRIMINAR O PARTICÍPIO REGULAR DOS VERBOS!!! O ÚLTIMO POST QUE FIZ ANTES DE DESAPARECER FOI A CORRIGIR ISSO AO HUGOMIGUEL!!! CHEGA DE BOICOTE AO PORTUGUÊS, CHEGA DE BOICOTE ÀS LITERATURA! PENSA QUE O GABRIEL_CAMILOCASTELOBRANCO NÃO SABE ESCREVER??? ELE É UM LADRÃO A SÉRIO, CULTURADO NA ÁREA DO CRIME, NÃO É UM VENDEDOR DE TAPETES NA MEDINA MARROQUINA!

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desculpem. Foi um spam útil para a língua portuguesa, desprezada por todos os foristas deste fórum. 

 

Não tenho culpa que os vossos dicionários de língua portuguesa sejam de 1745 e cheirem a mofo 

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Postado (editado)

Vou partilhar aqui uma situação que me ocorreu ontem, no meu local de trabalho. Sinto que é importante transmitir a outras pessoas quando coisas destas acontecem, pois mostra os perigos que pode haver no atendimento ao público.

Ora no Hotel onde trabalho tinha pouco trabalho/movimento ontem, o que justificava estar apenas um rececionista na Receção. Quando é assim, vem sempre uma colega de outro departamento para tomar conta da Receção enquanto o rececionista vai jantar (estava a fazer o turno da tarde). Quando vem um cliente, a colega chama o outro colega para ir atender. Como já estou habituado a isto, quando ontem tocou o telefone, fui para a receção. No entanto a minha colega disse que já não era nada, era apenas um passante para o Restaurante que queria ver a Carta. E que se tinha cortado (como, não sei). 

Voltei para a minha refeição e terminei. Ao voltar à receção, a colega que me tinha substituído diz-me que afinal o senhor quer fiar no hotel uma noite, e deu-me as identificações para proceder à reserva. Fiz a reserva, tudo direitinho. Entretanto a colega vem-me com um prato de queijos e um "frapé" com uma garrafa de vinho e gelo, e pede-me para ir colocar ao quarto, o que fiz. Entretanto volto à receção, faço o check-in ao senhor, e ele sobe para o quarto. Até aqui tudo bem. 

Entretanto passado uma hora, o senhor desce pois quer uma bebida do bar, e eu amavelmente vou lá servir. É quando dispara com a pergunta: "Desculpe perguntar, e se não puder responder não faz mal, mas tem números de acompanhantes?". A minha reação foi momentânea - fiquei incrédulo. E disse que não. O senhor continuou no entanto a dizer que "não queria passar a noite sozinho" e "já há muito tempo que estou sozinho", ao que eu disse "pois". :mosking: A minha atitude com o senhor já não seria a mesma a partir daqui. Entretanto o senhor bebe 5 doses de whiskey na receção. Eu pensei que ele ia ficar "mais para lá do que para cá", no entanto o senhor manteve sempre uma postura bastante sóbria. 

São 23h10, 50 minutos para terminar o meu turno, e o senhor sai do bar e vai até à receção, ao que apenas diz "Estou à espera de uma mensagem... sua". Eu olhei para o senhor e não lhe disse nada, fiquei apenas com expressão estática. O senhor decidiu ir até ao elevador. Não andava zonzo, as palavras saíram perfeitamente, estava completamente sóbrio, ainda. No entanto, quando o elevador chegou ao piso, voltou à receção, vir-ase para mim e diz "Se fores tu o meu acompanhante, dou-te 50 ou 100€. Pensa nisso". A expressão que fiz ao senhor deve ter feito entender que não estava para isso, nem estava para avançar mais com aquela m*rda de conversa. Não posso responder ao cliente, ma na altura esava para mandá-lo para um certo sítio. Entretanto o senhor foi definitivamente para cima, sem resposta minha obviamente. 

A receção tem uma central telefónica que liga todos os telefones dos quartos. Quando alguém faz uma chamada, aparece no ícone do quarto a indicação que está a fazer uma chamada. Ora, obviamente que isto aconteceu no quarto do senhor, e não foi uma vez mas cinco vezes. Entretanto o Hotel recebe uma chamada exterior, e o meu colega da noite atende. Um homem quer falar com o hóspede do quarto 510. A chamada é transmitida, e ficam 4 minutos à conversa. A falar do quê, não sei. 

A situação ficou por aqui, pois entretanto fui-me embora. Eu passei esta situação à Direção logo quando aconteceu, mas não deixo de sentir raiva por não ter posto o cliente logo de lado. O pior é que o senhor era estranho como tudo: chegou ao hotel com uma mão cortada, tinha um telemóvel novo e um número novo, e um Nokia daqueles velhinhos completamente partido. Sim, conseguiu partir um daqueles tijolos! E ainda tinha mais que 50 anos. Entretanto a Direção disse-me que se situação similares acontecerem, que não há problema em responder com a mesma letra ao cliente, pois está-se a dispor-se de um serviço sério e que não deve ser afetado por coisas destas. Eu fiquei verdadeiramente afetado, pois o homem disse tudo isto com bastante convicção e sempre a encarar-me de forma muito incomodativa. 

Portanto estou a partilhar esta situação para todos terem noção. Quem trabalha nestas condições de atendimento, e quem está a pensar o fazer.

Editado por Bloody
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há 2 horas, AGUI disse:

TER GANHADO! CHEGA DE ESPERTALHÕES QUE ACHAM QUE PODEM DISCRIMINAR O PARTICÍPIO REGULAR DOS VERBOS!!! O ÚLTIMO POST QUE FIZ ANTES DE DESAPARECER FOI A CORRIGIR ISSO AO HUGOMIGUEL!!! CHEGA DE BOICOTE AO PORTUGUÊS, CHEGA DE BOICOTE ÀS LITERATURA! PENSA QUE O GABRIEL_CAMILOCASTELOBRANCO NÃO SABE ESCREVER??? ELE É UM LADRÃO A SÉRIO, CULTURADO NA ÁREA DO CRIME, NÃO É UM VENDEDOR DE TAPETES NA MEDINA MARROQUINA!

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desculpem. Foi um spam útil para a língua portuguesa, desprezada por todos os foristas deste fórum. 

 

Como é que é? Por todos?! :shok::angry: 

há 32 minutos, Bloody disse:

Vou partilhar aqui uma situação que me ocorreu ontem, no meu local de trabalho. Sinto que é importante transmitir a outras pessoas quando coisas destas acontecem, pois mostra os perigos que pode haver no atendimento ao público.

Ora no Hotel onde trabalho tinha pouco trabalho/movimento ontem, o que justificava estar apenas um rececionista na Receção. Quando é assim, vem sempre uma colega de outro departamento para tomar conta da Receção enquanto o rececionista vai jantar (estava a fazer o turno da tarde). Quando vem um cliente, a colega chama o outro colega para ir atender. Como já estou habituado a isto, quando ontem tocou o telefone, fui para a receção. No entanto a minha colega disse que já não era nada, era apenas um passante para o Restaurante que queria ver a Carta. E que se tinha cortado (como, não sei). 

Voltei para a minha refeição e terminei. Ao voltar à receção, a colega que me tinha substituído diz-me que afinal o senhor quer fiar no hotel uma noite, e deu-me as identificações para proceder à reserva. Fiz a reserva, tudo direitinho. Entretanto a colega vem-me com um prato de queijos e um "frapé" com uma garrafa de vinho e gelo, e pede-me para ir colocar ao quarto, o que fiz. Entretanto volto à receção, faço o check-in ao senhor, e ele sobe para o quarto. Até aqui tudo bem. 

Entretanto passado uma hora, o senhor desce pois quer uma bebida do bar, e eu amavelmente vou lá servir. É quando dispara com a pergunta: "Desculpe perguntar, e se não puder responder não faz mal, mas tem números de acompanhantes?". A minha reação foi momentânea - fiquei incrédulo. E disse que não. O senhor continuou no entanto a dizer que "não queria passar a noite sozinho" e "já há muito tempo que estou sozinho", ao que eu disse "pois". :mosking: A minha atitude com o senhor já não seria a mesma a partir daqui. Entretanto o senhor bebe 5 doses de whiskey na receção. Eu pensei que ele ia ficar "mais para lá do que para cá", no entanto o senhor manteve sempre uma postura bastante sóbria. 

São 23h10, 50 minutos para terminar o meu turno, e o senhor sai do bar e vai até à receção, ao que apenas diz "Estou à espera de uma mensagem... sua". Eu olhei para o senhor e não lhe disse nada, fiquei apenas com expressão estática. O senhor decidiu ir até ao elevador. Não andava zonzo, as palavras saíram perfeitamente, estava completamente sóbrio, ainda. No entanto, quando o elevador chegou ao piso, voltou à receção, vir-ase para mim e diz "Se fores tu o meu acompanhante, dou-te 50 ou 100€. Pensa nisso". A expressão que fiz ao senhor deve ter feito entender que não estava para isso, nem estava para avançar mais com aquela m*rda de conversa. Não posso responder ao cliente, ma na altura esava para mandá-lo para um certo sítio. Entretanto o senhor foi definitivamente para cima, sem resposta minha obviamente. 

A receção tem uma central telefónica que liga todos os telefones dos quartos. Quando alguém faz uma chamada, aparece no ícone do quarto a indicação que está a fazer uma chamada. Ora, obviamente que isto aconteceu no quarto do senhor, e não foi uma vez mas cinco vezes. Entretanto o Hotel recebe uma chamada exterior, e o meu colega da noite atende. Um homem quer falar com o hóspede do quarto 510. A chamada é transmitida, e ficam 4 minutos à conversa. A falar do quê, não sei. 

A situação ficou por aqui, pois entretanto fui-me embora. Eu passei esta situação à Direção logo quando aconteceu, mas não deixo de sentir raiva por não ter posto o cliente logo de lado. O pior é que o senhor era estranho como tudo: chegou ao hotel com uma mão cortada, tinha um telemóvel novo e um número novo, e um Nokia daqueles velhinhos completamente partido. Sim, conseguiu partir um daqueles tijolos! E ainda tinha mais que 50 anos. Entretanto a Direção disse-me que se situação similares acontecerem, que não há problema em responder com a mesma letra ao cliente, pois está-se a dispor-se de um serviço sério e que não deve ser afetado por coisas destas. Eu fiquei verdadeiramente afetado, pois o homem disse tudo isto com bastante convicção e sempre a encarar-me de forma muito incomodativa. 

Portanto estou a partilhar esta situação para todos terem noção. Quem trabalha nestas condições de atendimento, e quem está a pensar o fazer.

Morto no "pois" :haha: Que abusado o homem!

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há 39 minutos, BBFF disse:

Como é que é? Por todos?! :shok::angry: 

Tu não és considerado um forista, tu és um anjo.

Spoiler

Escreves "same" não sei quantas vezes no tópico do Secret Story e depois vens à MP criticar quem escreve em inglês, palavras derivadas do inglês, e não em português, como "surf"/"surfe". Anjo abusado

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há 1 hora, Duarte disse:

Não tenho culpa que os vossos dicionários de língua portuguesa sejam de 1745 e cheirem a mofo 

Mas o teu dicionário é de português ou de português macarrónico para espertalhões que querem corrigir os outros mas escrevem "haviam"? 

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há 23 minutos, AGUI disse:

Tu não és considerado um forista, tu és um anjo.

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Escreves "same" não sei quantas vezes no tópico do Secret Story e depois vens à MP criticar quem escreve em inglês, palavras derivadas do inglês, e não em português, como "surf"/"surfe". Anjo abusado

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Mas o teu dicionário é de português ou de português macarrónico para espertalhões que querem corrigir os outros mas escrevem "haviam"? 

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Amore, nem tente. Eu pisei em você. Tá ganho (e não ganhado)

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há 1 hora, Bloody disse:

Vou partilhar aqui uma situação que me ocorreu ontem, no meu local de trabalho. Sinto que é importante transmitir a outras pessoas quando coisas destas acontecem, pois mostra os perigos que pode haver no atendimento ao público.

Ora no Hotel onde trabalho tinha pouco trabalho/movimento ontem, o que justificava estar apenas um rececionista na Receção. Quando é assim, vem sempre uma colega de outro departamento para tomar conta da Receção enquanto o rececionista vai jantar (estava a fazer o turno da tarde). Quando vem um cliente, a colega chama o outro colega para ir atender. Como já estou habituado a isto, quando ontem tocou o telefone, fui para a receção. No entanto a minha colega disse que já não era nada, era apenas um passante para o Restaurante que queria ver a Carta. E que se tinha cortado (como, não sei). 

Voltei para a minha refeição e terminei. Ao voltar à receção, a colega que me tinha substituído diz-me que afinal o senhor quer fiar no hotel uma noite, e deu-me as identificações para proceder à reserva. Fiz a reserva, tudo direitinho. Entretanto a colega vem-me com um prato de queijos e um "frapé" com uma garrafa de vinho e gelo, e pede-me para ir colocar ao quarto, o que fiz. Entretanto volto à receção, faço o check-in ao senhor, e ele sobe para o quarto. Até aqui tudo bem. 

Entretanto passado uma hora, o senhor desce pois quer uma bebida do bar, e eu amavelmente vou lá servir. É quando dispara com a pergunta: "Desculpe perguntar, e se não puder responder não faz mal, mas tem números de acompanhantes?". A minha reação foi momentânea - fiquei incrédulo. E disse que não. O senhor continuou no entanto a dizer que "não queria passar a noite sozinho" e "já há muito tempo que estou sozinho", ao que eu disse "pois". :mosking: A minha atitude com o senhor já não seria a mesma a partir daqui. Entretanto o senhor bebe 5 doses de whiskey na receção. Eu pensei que ele ia ficar "mais para lá do que para cá", no entanto o senhor manteve sempre uma postura bastante sóbria. 

São 23h10, 50 minutos para terminar o meu turno, e o senhor sai do bar e vai até à receção, ao que apenas diz "Estou à espera de uma mensagem... sua". Eu olhei para o senhor e não lhe disse nada, fiquei apenas com expressão estática. O senhor decidiu ir até ao elevador. Não andava zonzo, as palavras saíram perfeitamente, estava completamente sóbrio, ainda. No entanto, quando o elevador chegou ao piso, voltou à receção, vir-ase para mim e diz "Se fores tu o meu acompanhante, dou-te 50 ou 100€. Pensa nisso". A expressão que fiz ao senhor deve ter feito entender que não estava para isso, nem estava para avançar mais com aquela m*rda de conversa. Não posso responder ao cliente, ma na altura esava para mandá-lo para um certo sítio. Entretanto o senhor foi definitivamente para cima, sem resposta minha obviamente. 

A receção tem uma central telefónica que liga todos os telefones dos quartos. Quando alguém faz uma chamada, aparece no ícone do quarto a indicação que está a fazer uma chamada. Ora, obviamente que isto aconteceu no quarto do senhor, e não foi uma vez mas cinco vezes. Entretanto o Hotel recebe uma chamada exterior, e o meu colega da noite atende. Um homem quer falar com o hóspede do quarto 510. A chamada é transmitida, e ficam 4 minutos à conversa. A falar do quê, não sei. 

A situação ficou por aqui, pois entretanto fui-me embora. Eu passei esta situação à Direção logo quando aconteceu, mas não deixo de sentir raiva por não ter posto o cliente logo de lado. O pior é que o senhor era estranho como tudo: chegou ao hotel com uma mão cortada, tinha um telemóvel novo e um número novo, e um Nokia daqueles velhinhos completamente partido. Sim, conseguiu partir um daqueles tijolos! E ainda tinha mais que 50 anos. Entretanto a Direção disse-me que se situação similares acontecerem, que não há problema em responder com a mesma letra ao cliente, pois está-se a dispor-se de um serviço sério e que não deve ser afetado por coisas destas. Eu fiquei verdadeiramente afetado, pois o homem disse tudo isto com bastante convicção e sempre a encarar-me de forma muito incomodativa. 

Portanto estou a partilhar esta situação para todos terem noção. Quem trabalha nestas condições de atendimento, e quem está a pensar o fazer.

Tantos @ aqui que pudias ter passado o contacto 

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Mas realmente é uma situação mesmo deplorável, mas em hotéis acredito que esses episódios sejam até bastante frequentes. 

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há 1 hora, Bloody disse:

Vou partilhar aqui uma situação que me ocorreu ontem, no meu local de trabalho. Sinto que é importante transmitir a outras pessoas quando coisas destas acontecem, pois mostra os perigos que pode haver no atendimento ao público.

Ora no Hotel onde trabalho tinha pouco trabalho/movimento ontem, o que justificava estar apenas um rececionista na Receção. Quando é assim, vem sempre uma colega de outro departamento para tomar conta da Receção enquanto o rececionista vai jantar (estava a fazer o turno da tarde). Quando vem um cliente, a colega chama o outro colega para ir atender. Como já estou habituado a isto, quando ontem tocou o telefone, fui para a receção. No entanto a minha colega disse que já não era nada, era apenas um passante para o Restaurante que queria ver a Carta. E que se tinha cortado (como, não sei). 

Voltei para a minha refeição e terminei. Ao voltar à receção, a colega que me tinha substituído diz-me que afinal o senhor quer fiar no hotel uma noite, e deu-me as identificações para proceder à reserva. Fiz a reserva, tudo direitinho. Entretanto a colega vem-me com um prato de queijos e um "frapé" com uma garrafa de vinho e gelo, e pede-me para ir colocar ao quarto, o que fiz. Entretanto volto à receção, faço o check-in ao senhor, e ele sobe para o quarto. Até aqui tudo bem. 

Entretanto passado uma hora, o senhor desce pois quer uma bebida do bar, e eu amavelmente vou lá servir. É quando dispara com a pergunta: "Desculpe perguntar, e se não puder responder não faz mal, mas tem números de acompanhantes?". A minha reação foi momentânea - fiquei incrédulo. E disse que não. O senhor continuou no entanto a dizer que "não queria passar a noite sozinho" e "já há muito tempo que estou sozinho", ao que eu disse "pois". :mosking: A minha atitude com o senhor já não seria a mesma a partir daqui. Entretanto o senhor bebe 5 doses de whiskey na receção. Eu pensei que ele ia ficar "mais para lá do que para cá", no entanto o senhor manteve sempre uma postura bastante sóbria. 

São 23h10, 50 minutos para terminar o meu turno, e o senhor sai do bar e vai até à receção, ao que apenas diz "Estou à espera de uma mensagem... sua". Eu olhei para o senhor e não lhe disse nada, fiquei apenas com expressão estática. O senhor decidiu ir até ao elevador. Não andava zonzo, as palavras saíram perfeitamente, estava completamente sóbrio, ainda. No entanto, quando o elevador chegou ao piso, voltou à receção, vir-ase para mim e diz "Se fores tu o meu acompanhante, dou-te 50 ou 100€. Pensa nisso". A expressão que fiz ao senhor deve ter feito entender que não estava para isso, nem estava para avançar mais com aquela m*rda de conversa. Não posso responder ao cliente, ma na altura esava para mandá-lo para um certo sítio. Entretanto o senhor foi definitivamente para cima, sem resposta minha obviamente. 

A receção tem uma central telefónica que liga todos os telefones dos quartos. Quando alguém faz uma chamada, aparece no ícone do quarto a indicação que está a fazer uma chamada. Ora, obviamente que isto aconteceu no quarto do senhor, e não foi uma vez mas cinco vezes. Entretanto o Hotel recebe uma chamada exterior, e o meu colega da noite atende. Um homem quer falar com o hóspede do quarto 510. A chamada é transmitida, e ficam 4 minutos à conversa. A falar do quê, não sei. 

A situação ficou por aqui, pois entretanto fui-me embora. Eu passei esta situação à Direção logo quando aconteceu, mas não deixo de sentir raiva por não ter posto o cliente logo de lado. O pior é que o senhor era estranho como tudo: chegou ao hotel com uma mão cortada, tinha um telemóvel novo e um número novo, e um Nokia daqueles velhinhos completamente partido. Sim, conseguiu partir um daqueles tijolos! E ainda tinha mais que 50 anos. Entretanto a Direção disse-me que se situação similares acontecerem, que não há problema em responder com a mesma letra ao cliente, pois está-se a dispor-se de um serviço sério e que não deve ser afetado por coisas destas. Eu fiquei verdadeiramente afetado, pois o homem disse tudo isto com bastante convicção e sempre a encarar-me de forma muito incomodativa. 

Portanto estou a partilhar esta situação para todos terem noção. Quem trabalha nestas condições de atendimento, e quem está a pensar o fazer.

Que porco esse gajo! Eu não sei se me conseguia calar sinceramente... embora depois provavelmente perdia o emprego, portanto reagiste bem.

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há 3 minutos, AGUI disse:

Com "ter" e "haver" o correto é usar "ganhado". "Ser" e "estar" é mais correto "ganho". Pisado pelo próprio dicionário, procede a informação, Ciberdúvidas? 

https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/ganhado/2261

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mas você é daqueles que acredita em tudo que tá nas internets

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por isso que Christmas Show tá no plano nacional de leitura e Ana ao Cubo não 

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procede a informação, @

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Postado
Agora mesmo, Duarte disse:

mas você é daqueles que acredita em tudo que tá nas internets

por isso que Christmas Show tá no plano nacional de leitura e Ana ao Cubo não 

procede a informação, @

Melhor acreditar no Ciberdúvidas do que num forista que comenta num fórum de TV low-cost com censura ativa, participa em concursos onde o objetivo é comprar droga fictícia que não contribuem para a conta bancária e usa gifs da Inês Brasil (nada contra a Inês, mas Adão e Eva é viadão). O que não percebi foi essa afronta à @Ana Maria Peres, dona deste fórum, tentando menosprezar a sua grande obra literária. Ainda hoje és banido, praga de Ana Maria Peres é pior do que sarna (vejamos o exemplo do Comentador da Sargeta que falou mal dela e, hoje em dia, a coisa mais relevante na sua vida é ser amigo do Malato)

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há 1 hora, AGUI disse:

Tu não és considerado um forista, tu és um anjo.

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Escreves "same" não sei quantas vezes no tópico do Secret Story e depois vens à MP criticar quem escreve em inglês, palavras derivadas do inglês, e não em português, como "surf"/"surfe". Anjo abusado

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Mas o teu dicionário é de português ou de português macarrónico para espertalhões que querem corrigir os outros mas escrevem "haviam"? 

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Eu fico morto com a tua memória. Já nem me lembrava dessa história do surfe :haha: 

@AGUI, mas a questão do «ter ganh(ad)o», para mim, é óbvia. A regra enuncia que, com os verbos ter e haver, se usa o particípio passado regular - ganhado, aceitado, matado, imprimido - e, com os verbos ser, estar, ficar, usa-se o irregular - ganho, aceite, morto, impresso. A força do uso fez que haja quem não condene «ter ganho», mas tudo depende da tua opinião. É como o «gosto que...», em vez do «gosto de que...». Se preferires as regras, como eu, vais pelo ganhado. Se deres mais importância ao uso dos falantes, vais pelo ganho. O que eu não acho lógico é que o verbo ganhar tenha estas duas hipóteses, enquanto os outros não têm.

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Postado
há 15 minutos, BBFF disse:

Eu fico morto com a tua memória. Já nem me lembrava dessa história do surfe :haha: 

@AGUI, mas a questão do «ter ganh(ad)o», para mim, é óbvia. A regra enuncia que, com os verbos ter e haver, se usa o particípio passado regular - ganhado, aceitado, matado, imprimido - e, com os verbos ser, estar, ficar, usa-se o irregular - ganho, aceite, morto, impresso. A força do uso fez que haja quem não condene «ter ganho», mas tudo depende da tua opinião. É como o «gosto que...», em vez do «gosto de que...». Se preferires as regras, como eu, vais pelo ganhado. Se deres mais importância ao uso dos falantes, vais pelo ganho. O que eu não acho lógico é que o verbo ganhar tenha estas duas hipóteses, enquanto os outros não têm.

Mas o que não está certo é acusarem o@Gabriel_CompanheiroDeTodos pelo erro, quando não é um erro. Ele não merece ser humilhado por algo que está certo, queremos justiça. Mahx muyntuh hobrygahduh.  

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Agora mesmo, AGUI disse:

Mas o que não está certo é acusarem o@Gabriel_CompanheiroDeTodos pelo erro, quando não é um erro. Ele não merece ser humilhado por algo que está certo, queremos justiça. Mahx muyntuh hobrygahduh.  

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Não sei do que é que se queixa. Assim, pôde pisar no @Duarte :smoke:

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há 4 minutos, AGUI disse:

Mas o que não está certo é acusarem o@Gabriel_CompanheiroDeTodos pelo erro, quando não é um erro. Ele não merece ser humilhado por algo que está certo, queremos justiça. Mahx muyntuh hobrygahduh.  

Felizmente tenho-te a ti e ao Hugo para me defenderem.

Dois ícones que não serão mais roubados nos meus casinos.

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há 13 horas, Gabriel_C disse:

Não, não me serviu a carapuça.

Mas se tivesse servido, não diria nada na mesma. Estou demasiado ocupado a desfrutar das minhas férias depois de ter ganhado 3 concursos em que esse @ participou.

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Ganhaste quais? :curtainpeek: 

E claro que não era para ti :kiss: Nem as minhas rapadinhas cheias de prémios que eu guardei com todo o carinho me deixariam chamar-lhe de flop! :wub: 

Postado
há 12 minutos, Gabriel_C disse:

Felizmente tenho-te a ti e ao Hugo para me defenderem.

Dois ícones que não serão mais roubados nos meus casinos.

Ser roubado no teu casino é um prazer. Não quero ver o Gabriel_CarismaDoAtv ir à falência. Boatos de que estás a criar um esquema que leve as palmistas d'A Tarde é Sua a gastar todo o dinheiro recebido no centro de desemprego nas tuas slots machines e ganharem apenas tempo perdido e, assim, falirem, irem a mais programas bater palmas e gastar o dinheiro recebido no Bingo Comunitário. Sempre a pensar em como destruir a Tradicional Família Portuguesa com dívidas, pecados e vício no jogo. Que orgulho

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há 1 hora, BBFF disse:

Eu fico morto com a tua memória. Já nem me lembrava dessa história do surfe :haha: 

@AGUI, mas a questão do «ter ganh(ad)o», para mim, é óbvia. A regra enuncia que, com os verbos ter e haver, se usa o particípio passado regular - ganhado, aceitado, matado, imprimido - e, com os verbos ser, estar, ficar, usa-se o irregular - ganho, aceite, morto, impresso. A força do uso fez que haja quem não condene «ter ganho», mas tudo depende da tua opinião. É como o «gosto que...», em vez do «gosto de que...». Se preferires as regras, como eu, vais pelo ganhado. Se deres mais importância ao uso dos falantes, vais pelo ganho. O que eu não acho lógico é que o verbo ganhar tenha estas duas hipóteses, enquanto os outros não têm.

ai que me dá um AVC, a sério que isso existe e há quem use?

há 55 minutos, Ivo disse:

Nada contra ti @Duarte, mas morto no pisão do @AGUI :rofl:

Mas qual pisão qual quê. 

Bem vindo à minha lista de ignorados 

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