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há 7 minutos, D23 disse:

Vocês assumem com muita faciidade que um homem casado é hetero, quando a bissexualidade existe. :rindo_bb:

Resmas de exemplos que tenho ao longo da minha vida de safadeza :angel:

A propósito lembrou-me de um caso em que conheci um casado no comboio e deu pano para mangas... :curtainpeek: Um dia conto :dog:

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há 26 minutos, Loverboy disse:

No meu escritório tenho o meu dildo guardado e fui dar-lhe uso

 

No meio disto tudo foi esta frase que eu retive :abismado2:

Espero que essa gaveta dê para trancar, se não pobres das empregadas de limpeza do escritório :surpresa_alberta:

Editado por Luisão
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há 41 minutos, Luisão disse:

No meio disto tudo foi esta frase que eu retive :abismado2:

Espero que essa gaveta dê para trancar, se não pobres das empregadas de limpeza do escritório :surpresa_alberta:

É um escritório alugado por mim, além do trabalho que tenho na empresa também trabalho por conta própria. :laugh:

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há 1 minuto, RodrigoMarquês. disse:

Pergunta para quem usa apps gay de encontros e assim: quais costumam usar?

Eu vou usando o Tinder e o Grindr, mas há mais que sejam bastante usado em Portugal? 

Só essas mesmo. Há outras como o Romeo, mas isso só serve para encontrares um avô

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há 5 horas, RodrigoMarquês. disse:

Pergunta para quem usa apps gay de encontros e assim: quais costumam usar?

Eu vou usando o Tinder e o Grindr, mas há mais que sejam bastante usado em Portugal? 

há apps melhores como o Boo ou o Bumble e até outras similares mas implicam sempre pagamentos, limitam demasiado o uso em free e por isso não são tão populares... O Grindr é aquilo que sabemos mas é também o que a maioria usa, o Tinder é só perfis fake... mas é popular por isso ainda é relevante.

Para mim a melhor app de de encontros continua a ser o X (twiiter) mesmo não sendo app de encontros... se bem que apaguei novamente a conta porque foi basicamente hackeada pelos ridiculos  algoritmos do Musk. Do nada passei a seguir contas de umas 50 pessoas famosas que nunca jamais iria seguir como por exemplo o proprio musk e lideres politicos ... aquela rede está toda queimada.

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há 9 horas, RodrigoMarquês. disse:

Pergunta para quem usa apps gay de encontros e assim: quais costumam usar?

Eu vou usando o Tinder e o Grindr, mas há mais que sejam bastante usado em Portugal? 

Tens o Scruff. Mas é mais para um público específico 🐻.

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On 24/06/2025 at 03:51, RodrigoMarquês. disse:

Pergunta para quem usa apps gay de encontros e assim: quais costumam usar?

Eu vou usando o Tinder e o Grindr, mas há mais que sejam bastante usado em Portugal? 

O Bumble também é bastante usado, por exemplo. Eu costumo usar essa, o Grindr e o Tinder.

Também tens o Badoo, o Happn e o Hinge. O Badoo não recomendo, é um bocado parolo aquilo. O Happn nunca percebi muito bem como funcionava, mas basicamente tem a ver com te cruzares com uma pessoa na rua que também tenha a app e aí estabelecem contacto, baseia-se em quem te cruzas. O Hinge não é muito conhecida, mas a ideia da app é "a app de encontros criada para ser eliminada", para estabelecer conexões reais dizem eles.

Postado
há 2 minutos, João_O disse:

O Bumble também é bastante usado, por exemplo. Eu costumo usar essa, o Grindr e o Tinder.

Também tens o Badoo, o Happn e o Hinge. O Badoo não recomendo, é um bocado parolo aquilo. O Happn nunca percebi muito bem como funcionava, mas basicamente tem a ver com te cruzares com uma pessoa na rua que também tenha a app e aí estabelecem contacto, baseia-se em quem te cruzas. O Hinge não é muito conhecida, mas a ideia da app é "a app de encontros criada para ser eliminada", para estabelecer conexões reais dizem eles.

Eu acho que acabei por ir tentanto algumas diferentes ao longo do tempo mas a maioria o que me irrita é mesmo as limitações para te obrigar a pagar por uma app cheia de perfis falsos... geralmente ao fim de 2 ou 3 dias apago porque n da em nada. O Grindr agora esta cheio de pub.

Eu em inglaterra usava o Hornet, era bem popular na altura deve ter sido a par do grindr onde fiz mais dates... mas ca em portugal n tem expressao e penso que a app tb meio que morreu na pandemia. 

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há 1 hora, Luisão disse:

Conforme prometido, aqui vai:

Há já alguns anos, comecei a encontrar frequentemente no comboio que apanhava de manhã para o trabalho um homem uns 10 anos mais velho que eu. Ele entrava depois de mim, sempre na mesma carruagem, e saíamos na mesma estação e cada um ia à sua vida. Ele era bem jeitoso, mesmo dentro do meu tipo, bom peito, perna e rabo, via-se que fazia desporto, um pouco mais alto e não tinha aliança. :heat: Nessa altura eu namorava (não usava aliança também) pelo que só trocávamos olhares ocasionais mas percebi logo que ali havia coisa :angel:
Entretanto por mudanças no trabalho passei a apanhar outro comboio e deixei de me cruzar com ele.

Uns 2 anos depois mudei de trabalho, já não estava a namorar e passei a apanhar novamente o mesmo comboio em que ele costumava ir. Descoberta: ele continuava a ir nele :winkglasses: Reconheceu-me logo e as trocas de olhares voltaram a acontecer diariamente e, como agora eu era livre, comecei a ser mais insistente nesses olhares ao ponto de ser demasiado óbvio que tínhamos interesse um no outro. Eu fazia questão de me sentar/ficar de pé perto da porta para ter a certeza que nos víamos sempre :curtainpeek:

Até ao dia em que decidi que tinha de falar com ele ou, pelo menos, dar-lhe o meu contacto para falarmos depois com mais calma. Mas algumas vezes ele entrava acompanhado por um colega de trabalho com quem ia a conversar na viagem o que dificultava a tarefa.

Passei a andar com um papel com o meu número de telefone na carteira para lho tentar passar sorrateiramente num dia que o apanhasse sozinho e não desse muito nas vistas. Viajávamos sempre na hora de ponta.

E esse dia finalmente chegou :cryhappy: Ele entrou sozinho no comboio, trocas de olhares como sempre, e antes de sair do comboio (nessa altura eu saía umas estações antes dele) passei por ele e entreguei-lhe o papel o mais discretamente que consegui :dog:

No mesmo dia ele começou a mandar-me mensagens :mail: Elogiámo-nos mutuamente e conhecemos o básico um do outro. Desculpou-se por estar a mostrar interesse em mim nas trocas de olhares e a dar esperanças. Isto porque ele contou que era casado com uma mulher e tinha uma filha com cerca de 10 anos.  :mico:  No entanto, disse que já tinha tido alguns casos muito esporádicos com homens antes e depois de se juntar com a mulher. Assumia-se como bi mas a mulher não sabia disso. Eu disse que para mim era uma situação tranquila, que eu era solteiro e que da minha parte não o ia julgar por nada que ele decidisse fazer :shifty: Podíamos ser só amigos ou, se algum dia ele quisesse, podíamos ir mais além disso :pinderica:

Pois que fomos além da amizade logo no fim de semana seguinte :angel: Ele disse-me que a mulher e a filha iam visitar uns familiares no sábado e tinha a casa livre durante cerca de 2/3 horas.  Eu morava (e ainda moro) com família pelo que teria de ser lá, se não quiséssemos gastar dinheiro em motéis ou ficar desconfortáveis num carro :angel: Combinámos encontrar-nos em determinado local e, mal a família dele saiu, ele foi ter comigo e guiou-me até casa dele. Mal entrámos no elevador do prédio começaram logo ali os beijos e amassos que há tanto tempo desejávamos enquanto nos mirávamos nas viagens de comboio. Entrei na casa dele, passei por molduras com fotos dele e da família, passei pelo quarto da filha e fomos acabar na cama onde ele dormia com a mulher... :angel: 

Escusado será dizer que nos entregámos um ao outro como eu imaginava. Despimo-nos um ao outro rapidamente e passámos à ação. Língua, beijos, corpos colados e a roçar-se, orais e faturação :loveontop:... O tesão e a química que construímos durante tanto tempo teve o seu clímax ali. Eu inicialmente senti-me uma espécie de invasor de espaço alheio, um pouco culpado sim, mas não o suficiente para vencer a adrenalina daquilo ser (aparentemente) errado por vários motivos, mas estar ao mesmo tempo a gostar disso tudo... :book:

E ainda com a ligeira sensação de perigo de, por algum motivo, a mulher e a filha(!) poderem ter de voltar atrás e nos apanharem naqueles preparos :shock2: Tal não aconteceu, felizmente.

Depois desse episódio continuámos a ver-nos diariamente no comboio e começámos aí a conversar as viagens todas como se fossemos amigos. A falar dos trabalhos, dos treinos, das viagens, do Benfica, etc. Tivemos chance de voltar a estar juntos fisicamente noutra ocasião, mas aí foi na rua numa espécie de "toca e foge" em lugar mais isolado. Depois disso ainda houve uns "roça-roça" dentro do comboio em dia de Verão que ia tão vazio que conseguimos fazer isso num recanto entre carruagens :curtainpeek: Ou seja, íamos dando larga à química consoante se proporcionava.

Passado um bom tempo eu mudei novamente de trabalho e passei a ter de apanhar outro comboio noutro horário e deixámos de nos ver até ao dia de hoje.

Resumindo: eu gosto do sabor do perigo :nyam:

Qual era o comboio, horário e carruagem? É para um amigo :galderia:

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há 1 hora, Luisão disse:

Conforme prometido, aqui vai:

Há já alguns anos, comecei a encontrar frequentemente no comboio que apanhava de manhã para o trabalho um homem uns 10 anos mais velho que eu. Ele entrava depois de mim, sempre na mesma carruagem, e saíamos na mesma estação e cada um ia à sua vida. Ele era bem jeitoso, mesmo dentro do meu tipo, bom peito, perna e rabo, via-se que fazia desporto, um pouco mais alto e não tinha aliança. :heat: Nessa altura eu namorava (não usava aliança também) pelo que só trocávamos olhares ocasionais mas percebi logo que ali havia coisa :angel:
Entretanto por mudanças no trabalho passei a apanhar outro comboio e deixei de me cruzar com ele.

Uns 2 anos depois mudei de trabalho, já não estava a namorar e passei a apanhar novamente o mesmo comboio em que ele costumava ir. Descoberta: ele continuava a ir nele :winkglasses: Reconheceu-me logo e as trocas de olhares voltaram a acontecer diariamente e, como agora eu era livre, comecei a ser mais insistente nesses olhares ao ponto de ser demasiado óbvio que tínhamos interesse um no outro. Eu fazia questão de me sentar/ficar de pé perto da porta para ter a certeza que nos víamos sempre :curtainpeek:

Até ao dia em que decidi que tinha de falar com ele ou, pelo menos, dar-lhe o meu contacto para falarmos depois com mais calma. Mas algumas vezes ele entrava acompanhado por um colega de trabalho com quem ia a conversar na viagem o que dificultava a tarefa.

Passei a andar com um papel com o meu número de telefone na carteira para lho tentar passar sorrateiramente num dia que o apanhasse sozinho e não desse muito nas vistas. Viajávamos sempre na hora de ponta.

E esse dia finalmente chegou :cryhappy: Ele entrou sozinho no comboio, trocas de olhares como sempre, e antes de sair do comboio (nessa altura eu saía umas estações antes dele) passei por ele e entreguei-lhe o papel o mais discretamente que consegui :dog:

No mesmo dia ele começou a mandar-me mensagens :mail: Elogiámo-nos mutuamente e conhecemos o básico um do outro. Desculpou-se por estar a mostrar interesse em mim nas trocas de olhares e a dar esperanças. Isto porque ele contou que era casado com uma mulher e tinha uma filha com cerca de 10 anos.  :mico:  No entanto, disse que já tinha tido alguns casos muito esporádicos com homens antes e depois de se juntar com a mulher. Assumia-se como bi mas a mulher não sabia disso. Eu disse que para mim era uma situação tranquila, que eu era solteiro e que da minha parte não o ia julgar por nada que ele decidisse fazer :shifty: Podíamos ser só amigos ou, se algum dia ele quisesse, podíamos ir mais além disso :pinderica:

Pois que fomos além da amizade logo no fim de semana seguinte :angel: Ele disse-me que a mulher e a filha iam visitar uns familiares no sábado e tinha a casa livre durante cerca de 2/3 horas.  Eu morava (e ainda moro) com família pelo que teria de ser lá, se não quiséssemos gastar dinheiro em motéis ou ficar desconfortáveis num carro :angel: Combinámos encontrar-nos em determinado local e, mal a família dele saiu, ele foi ter comigo e guiou-me até casa dele. Mal entrámos no elevador do prédio começaram logo ali os beijos e amassos que há tanto tempo desejávamos enquanto nos mirávamos nas viagens de comboio. Entrei na casa dele, passei por molduras com fotos dele e da família, passei pelo quarto da filha e fomos acabar na cama onde ele dormia com a mulher... :angel: 

Escusado será dizer que nos entregámos um ao outro como eu imaginava. Despimo-nos um ao outro rapidamente e passámos à ação. Língua, beijos, corpos colados e a roçar-se, orais e faturação :loveontop:... O tesão e a química que construímos durante tanto tempo teve o seu clímax ali. Eu inicialmente senti-me uma espécie de invasor de espaço alheio, um pouco culpado sim, mas não o suficiente para vencer a adrenalina daquilo ser (aparentemente) errado por vários motivos, mas estar ao mesmo tempo a gostar disso tudo... :book:

E ainda com a ligeira sensação de perigo de, por algum motivo, a mulher e a filha(!) poderem ter de voltar atrás e nos apanharem naqueles preparos :shock2: Tal não aconteceu, felizmente.

Depois desse episódio continuámos a ver-nos diariamente no comboio e começámos aí a conversar as viagens todas como se fossemos amigos. A falar dos trabalhos, dos treinos, das viagens, do Benfica, etc. Tivemos chance de voltar a estar juntos fisicamente noutra ocasião, mas aí foi na rua numa espécie de "toca e foge" em lugar mais isolado. Depois disso ainda houve uns "roça-roça" dentro do comboio em dia de Verão que ia tão vazio que conseguimos fazer isso num recanto entre carruagens :curtainpeek: Ou seja, íamos dando larga à química consoante se proporcionava.

Passado um bom tempo eu mudei novamente de trabalho e passei a ter de apanhar outro comboio noutro horário e deixámos de nos ver até ao dia de hoje.

Resumindo: eu gosto do sabor do perigo :nyam:

Adoro saber dessas histórias:brinde:Esses "romances" ou apenas inícios de conversas que podem dar a algo mais:mosking:

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há 14 horas, Luisão disse:

Conforme prometido, aqui vai:

Há já alguns anos, comecei a encontrar frequentemente no comboio que apanhava de manhã para o trabalho um homem uns 10 anos mais velho que eu. Ele entrava depois de mim, sempre na mesma carruagem, e saíamos na mesma estação e cada um ia à sua vida. Ele era bem jeitoso, mesmo dentro do meu tipo, bom peito, perna e rabo, via-se que fazia desporto, um pouco mais alto e não tinha aliança. :heat: Nessa altura eu namorava (não usava aliança também) pelo que só trocávamos olhares ocasionais mas percebi logo que ali havia coisa :angel:
Entretanto por mudanças no trabalho passei a apanhar outro comboio e deixei de me cruzar com ele.

Uns 2 anos depois mudei de trabalho, já não estava a namorar e passei a apanhar novamente o mesmo comboio em que ele costumava ir. Descoberta: ele continuava a ir nele :winkglasses: Reconheceu-me logo e as trocas de olhares voltaram a acontecer diariamente e, como agora eu era livre, comecei a ser mais insistente nesses olhares ao ponto de ser demasiado óbvio que tínhamos interesse um no outro. Eu fazia questão de me sentar/ficar de pé perto da porta para ter a certeza que nos víamos sempre :curtainpeek:

Até ao dia em que decidi que tinha de falar com ele ou, pelo menos, dar-lhe o meu contacto para falarmos depois com mais calma. Mas algumas vezes ele entrava acompanhado por um colega de trabalho com quem ia a conversar na viagem o que dificultava a tarefa.

Passei a andar com um papel com o meu número de telefone na carteira para lho tentar passar sorrateiramente num dia que o apanhasse sozinho e não desse muito nas vistas. Viajávamos sempre na hora de ponta.

E esse dia finalmente chegou :cryhappy: Ele entrou sozinho no comboio, trocas de olhares como sempre, e antes de sair do comboio (nessa altura eu saía umas estações antes dele) passei por ele e entreguei-lhe o papel o mais discretamente que consegui :dog:

No mesmo dia ele começou a mandar-me mensagens :mail: Elogiámo-nos mutuamente e conhecemos o básico um do outro. Desculpou-se por estar a mostrar interesse em mim nas trocas de olhares e a dar esperanças. Isto porque ele contou que era casado com uma mulher e tinha uma filha com cerca de 10 anos.  :mico:  No entanto, disse que já tinha tido alguns casos muito esporádicos com homens antes e depois de se juntar com a mulher. Assumia-se como bi mas a mulher não sabia disso. Eu disse que para mim era uma situação tranquila, que eu era solteiro e que da minha parte não o ia julgar por nada que ele decidisse fazer :shifty: Podíamos ser só amigos ou, se algum dia ele quisesse, podíamos ir mais além disso :pinderica:

Pois que fomos além da amizade logo no fim de semana seguinte :angel: Ele disse-me que a mulher e a filha iam visitar uns familiares no sábado e tinha a casa livre durante cerca de 2/3 horas.  Eu morava (e ainda moro) com família pelo que teria de ser lá, se não quiséssemos gastar dinheiro em motéis ou ficar desconfortáveis num carro :angel: Combinámos encontrar-nos em determinado local e, mal a família dele saiu, ele foi ter comigo e guiou-me até casa dele. Mal entrámos no elevador do prédio começaram logo ali os beijos e amassos que há tanto tempo desejávamos enquanto nos mirávamos nas viagens de comboio. Entrei na casa dele, passei por molduras com fotos dele e da família, passei pelo quarto da filha e fomos acabar na cama onde ele dormia com a mulher... :angel: 

Escusado será dizer que nos entregámos um ao outro como eu imaginava. Despimo-nos um ao outro rapidamente e passámos à ação. Língua, beijos, corpos colados e a roçar-se, orais e faturação :loveontop:... O tesão e a química que construímos durante tanto tempo teve o seu clímax ali. Eu inicialmente senti-me uma espécie de invasor de espaço alheio, um pouco culpado sim, mas não o suficiente para vencer a adrenalina daquilo ser (aparentemente) errado por vários motivos, mas estar ao mesmo tempo a gostar disso tudo... :book:

E ainda com a ligeira sensação de perigo de, por algum motivo, a mulher e a filha(!) poderem ter de voltar atrás e nos apanharem naqueles preparos :shock2: Tal não aconteceu, felizmente.

Depois desse episódio continuámos a ver-nos diariamente no comboio e começámos aí a conversar as viagens todas como se fossemos amigos. A falar dos trabalhos, dos treinos, das viagens, do Benfica, etc. Tivemos chance de voltar a estar juntos fisicamente noutra ocasião, mas aí foi na rua numa espécie de "toca e foge" em lugar mais isolado. Depois disso ainda houve uns "roça-roça" dentro do comboio em dia de Verão que ia tão vazio que conseguimos fazer isso num recanto entre carruagens :curtainpeek: Ou seja, íamos dando larga à química consoante se proporcionava.

Passado um bom tempo eu mudei novamente de trabalho e passei a ter de apanhar outro comboio noutro horário e deixámos de nos ver até ao dia de hoje.

Resumindo: eu gosto do sabor do perigo :nyam:

Em primeiro lugar, não fazia ideia que conseguias ser fiel. :cryhappy:


Em segundo lugar, como tens estômago para ver as molduras da família do homem, saber que é a cama da mulher dele e ter medo de elas voltarem atrás e continuar? Eu acho que não conseguiria. :unsure:

Em terceiro lugar, que profissão é que tens que mudas tão rapidamente de local de trabalho? :cryhappy: Ou mudas de emprego mesmo?

Postado (editado)
há 26 minutos, RodrigoMarquês. disse:

Em primeiro lugar, não fazia ideia que conseguias ser fiel. :cryhappy:


Em segundo lugar, como tens estômago para ver as molduras da família do homem, saber que é a cama da mulher dele e ter medo de elas voltarem atrás e continuar? Eu acho que não conseguiria. :unsure:

Em terceiro lugar, que profissão é que tens que mudas tão rapidamente de local de trabalho? :cryhappy: Ou mudas de emprego mesmo?

1- Conseguia ser fiel fisicamente quando namorava. Coisa que já não acontece há séculos. Mas muitas vezes traía só mentalmente :angel:

2- Consegui porque a tesão era mais forte que a culpa/medo :curtainpeek:

3- Mudei 2 vezes de trabalho nos últimos 15 anos. Nem foi muito. O que aconteceu foi: num dos trabalhos  mudei de edifício 2 vezes, o que coincidiu com esta situação com aquele tesudo :dog:

 

Editado por Luisão
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há 1 hora, Luisão disse:

1- Conseguia ser fiel fisicamente quando namorava. Coisa que já não acontece há séculos. Mas muitas vezes traía só mentalmente :angel:

2- Consegui porque a tesão era mais forte que a culpa/medo :curtainpeek:

3- Mudei 2 vezes de trabalho nos últimos 15 anos. Nem foi muito. O que aconteceu foi: num dos trabalhos  mudei de edifício 2 vezes, o que coincidiu com esta situação com aquele tesudo :dog:

 

Confesso que o facto de terem filhos, a mim deixa-me mais desconfortável.

Eu tenho tendência/sina de me envolver com homens mais velhos e (quase sempre) comprometidos mas quando têm filhos, dou um passo atrás. Aliás quanto menos conhecer o lado familiar da pessoa melhor.

Não me torna nem pior ou melhor pessoa, porque na verdade a responsabilidade é do outro mas esse é um limite que não quero ultrapassar.

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On 11/06/2025 at 00:44, Loverboy disse:

Eu sinto que preciso de rever os meus conceitos de sexualidade, cada vez mais tenho percebido que há muitos bi's ou então pessoas com sexualidade indefinida ou confusa. Então :suspeito:

Estava aborrecido à espera de uma cliente e fui ao Chat Roulette. Ia numa só mesmo de conversar até porque ia ter uma reunião digital, aparece-me um Turco que parecia mesmo aquele ator que fazia de pai do Elias em Pobre Menino Rico :pinderica: Ele estava a viver no Dubai. Bem, o homem era realmente lindo. Se vivesse perto de mim eu nem sei como ia ser porque ia ter muita vontade de o stalkear. 

Eu digo olá, pergunto o que está a fazer, ele estava na cozinha a preparar um café. Eu disse que estava também a lanchar e disponível para deitar conversa fora durante uns minutos. 

A conversa foi muito trivial, eu percebi que ele era conservador. Perguntou-me se eu era casado, eu disse que era solteiro e homossexual. Ele, na cozinha, pegou numa faca e simulou um gesto de esfaqueamento :confusa_julia: fiquei um bocado impressionando porque mesmo sendo a brincar não aprecio esse tipo de cenas. 

A partir daí a conversa aconteceu com algum desdém. Ele não conseguia perceber porque é que eu "escolhia" gostar de homens. Disse que era errado,estava sempre com uma expressão fechada. Eu disse que no Dubai certamente já se tinha cruzado com vários homossexuais e por isso tinha mais é que abrir a mente. 

Ele perguntou o que fazia com um homem na cama. Eu respondi e ele pede para ver o meu rabo. :abismado4: eu mostrei mas rapidamente, entretanto ele voltou a pedir e eu voltei a mostrar. :pinderica: ele estava curioso e a ficar excitado. Eu pedi para ele exibir o pénis. Já o tinha posto de fora. Estávamos ambos completamente acesos naquela situação extemporânea e proibida. 

A partir daí começamos a masturbar-nos. Ele pediu para que eu introduzisse um dedo, depois dois, depois três. Eu a pensar : f*da-sse, espero que não me peça para meter o pulso. :really_bb:

Provoquei-o fortemente na videochamada (passamos para o Whatsapp porque eu disse que não queria correr o risco de sermos bloqueados na app kkkk:olhos:). Disse-lhe que naquele momento era a bitch dele e foi assim que ele me tratou. No meu escritório tenho o meu dildo guardado e fui dar-lhe uso. A cliente começou a telefonar, a telefonar e eu fingi-me de morta, depois haveria de resolver aquele atraso kkkkk:brinde:

Ele ficou LOUCO e acabou por ejacular. Mas assim que ejaculou ficou com uma expressão pesada, pediu desculpa e disse que o que tinha feito era errado. Desligou abruptamente. Pareceu-me ter ficado muito perturbado. Eu enviei mensagem a dizer que precisava mesmo de fazer uma reunião mas que voltaria ao contacto com ele. 

Ele nunca mais abriu mensagem nenhuma minha e passados dois dias acabou por me bloquear. Acredito que tenha batido mal por eventualmente ser muçulmano. Ele parecia genuinamente "virgem" neste tipo de interação, ou é homossexual reprimido ou então não sei. 

Esta experiência fez-me pensar no quão complexa é a questão da sexualidade e o quão perigoso podia ter sido se fosse uma situação real. 

 

Adoro esses “heteros”:brinde:

  • 2 semanas depois...
  • 1 mês depois...
Postado
há 2 minutos, D91 disse:

 

Este tipo de notícias só servem para atrair mais hate para a comunidade LGBTQIA+....

Qual é a amostra do estudo? Quais foram as variáveis medidas? Qual a diversidade do objeto em análise? 

Escreverem só um número: 90%, não é mais do que clickbait. 

  • Obrigado 1
  • 3 semanas depois...
Postado (editado)
On 03/09/2025 at 19:09, D91 disse:

 

Uau, quem diria que já sentiram "interesse afetivo" ou "admiração física" :read: que estudo útil :haha: :rolleyes:

 

Editado por tjspy
  • Haha 1
Postado
há 1 hora, tjspy disse:

Uau, quem diria que já sentiram "interesse afetivo" ou "admiração física" :read: que estudo útil :haha: :rolleyes:

 

A questão do afeto e da sexualidade andam muitas vezes ali numa luta desenfreada... e os homens hetero cis gostam mais de estar com homens na generalidade de que com mulheres, nao a nivel sexual mas a nivel afetivo sim, mas no fundo a partilha afetiva muitas vezes é muito maior com os amigos homens do que com namorada\esposa... e por vezes essa barreira curiosidade existe mas é muito combatida pelas 'regras sociais'... o que leva a reações por vezes agressivas e homofobicas mesmo entre homens hetero. É a mente a combater o estigma social associado... fruto de séculos de doutrinação religiosa sobretudo.

 

  • Gosto 4
  • Obrigado 1
Postado
há 5 horas, AndreRob disse:

A questão do afeto e da sexualidade andam muitas vezes ali numa luta desenfreada... e os homens hetero cis gostam mais de estar com homens na generalidade de que com mulheres, nao a nivel sexual mas a nivel afetivo sim, mas no fundo a partilha afetiva muitas vezes é muito maior com os amigos homens do que com namorada\esposa... e por vezes essa barreira curiosidade existe mas é muito combatida pelas 'regras sociais'... o que leva a reações por vezes agressivas e homofobicas mesmo entre homens hetero. É a mente a combater o estigma social associado... fruto de séculos de doutrinação religiosa sobretudo.

 

E ninguém disse que não, precisamente por isso acho que o estudo só constatou o óbvio :haha:

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