Luisão Postado 31 de maio 2025 Postado 31 de maio 2025 há 7 minutos, D23 disse: Vocês assumem com muita faciidade que um homem casado é hetero, quando a bissexualidade existe. Resmas de exemplos que tenho ao longo da minha vida de safadeza A propósito lembrou-me de um caso em que conheci um casado no comboio e deu pano para mangas... Um dia conto 1 3 4 Citar
Post Popular Loverboy Postado 10 de junho 2025 Post Popular Postado 10 de junho 2025 Eu sinto que preciso de rever os meus conceitos de sexualidade, cada vez mais tenho percebido que há muitos bi's ou então pessoas com sexualidade indefinida ou confusa. Então : Estava aborrecido à espera de uma cliente e fui ao Chat Roulette. Ia numa só mesmo de conversar até porque ia ter uma reunião digital, aparece-me um Turco que parecia mesmo aquele ator que fazia de pai do Elias em Pobre Menino Rico Ele estava a viver no Dubai. Bem, o homem era realmente lindo. Se vivesse perto de mim eu nem sei como ia ser porque ia ter muita vontade de o stalkear. Eu digo olá, pergunto o que está a fazer, ele estava na cozinha a preparar um café. Eu disse que estava também a lanchar e disponível para deitar conversa fora durante uns minutos. A conversa foi muito trivial, eu percebi que ele era conservador. Perguntou-me se eu era casado, eu disse que era solteiro e homossexual. Ele, na cozinha, pegou numa faca e simulou um gesto de esfaqueamento fiquei um bocado impressionando porque mesmo sendo a brincar não aprecio esse tipo de cenas. A partir daí a conversa aconteceu com algum desdém. Ele não conseguia perceber porque é que eu "escolhia" gostar de homens. Disse que era errado,estava sempre com uma expressão fechada. Eu disse que no Dubai certamente já se tinha cruzado com vários homossexuais e por isso tinha mais é que abrir a mente. Ele perguntou o que fazia com um homem na cama. Eu respondi e ele pede para ver o meu rabo. eu mostrei mas rapidamente, entretanto ele voltou a pedir e eu voltei a mostrar. ele estava curioso e a ficar excitado. Eu pedi para ele exibir o pénis. Já o tinha posto de fora. Estávamos ambos completamente acesos naquela situação extemporânea e proibida. A partir daí começamos a masturbar-nos. Ele pediu para que eu introduzisse um dedo, depois dois, depois três. Eu a pensar : f*da-sse, espero que não me peça para meter o pulso. Provoquei-o fortemente na videochamada (passamos para o Whatsapp porque eu disse que não queria correr o risco de sermos bloqueados na app kkkk). Disse-lhe que naquele momento era a bitch dele e foi assim que ele me tratou. No meu escritório tenho o meu dildo guardado e fui dar-lhe uso. A cliente começou a telefonar, a telefonar e eu fingi-me de morta, depois haveria de resolver aquele atraso kkkkk Ele ficou LOUCO e acabou por ejacular. Mas assim que ejaculou ficou com uma expressão pesada, pediu desculpa e disse que o que tinha feito era errado. Desligou abruptamente. Pareceu-me ter ficado muito perturbado. Eu enviei mensagem a dizer que precisava mesmo de fazer uma reunião mas que voltaria ao contacto com ele. Ele nunca mais abriu mensagem nenhuma minha e passados dois dias acabou por me bloquear. Acredito que tenha batido mal por eventualmente ser muçulmano. Ele parecia genuinamente "virgem" neste tipo de interação, ou é homossexual reprimido ou então não sei. Esta experiência fez-me pensar no quão complexa é a questão da sexualidade e o quão perigoso podia ter sido se fosse uma situação real. 2 1 5 7 Citar
Luisão Postado 10 de junho 2025 Postado 10 de junho 2025 (editado) há 26 minutos, Loverboy disse: No meu escritório tenho o meu dildo guardado e fui dar-lhe uso No meio disto tudo foi esta frase que eu retive Espero que essa gaveta dê para trancar, se não pobres das empregadas de limpeza do escritório Editado 10 de junho 2025 por Luisão 2 12 Citar
Loverboy Postado 10 de junho 2025 Postado 10 de junho 2025 há 41 minutos, Luisão disse: No meio disto tudo foi esta frase que eu retive Espero que essa gaveta dê para trancar, se não pobres das empregadas de limpeza do escritório É um escritório alugado por mim, além do trabalho que tenho na empresa também trabalho por conta própria. 2 1 Citar
RodrigoMarquês. Postado 24 de junho 2025 Postado 24 de junho 2025 Pergunta para quem usa apps gay de encontros e assim: quais costumam usar? Eu vou usando o Tinder e o Grindr, mas há mais que sejam bastante usado em Portugal? Citar
cristovaoga Postado 24 de junho 2025 Postado 24 de junho 2025 há 1 minuto, RodrigoMarquês. disse: Pergunta para quem usa apps gay de encontros e assim: quais costumam usar? Eu vou usando o Tinder e o Grindr, mas há mais que sejam bastante usado em Portugal? Só essas mesmo. Há outras como o Romeo, mas isso só serve para encontrares um avô 2 2 Citar
AndreRob Postado 24 de junho 2025 Postado 24 de junho 2025 há 5 horas, RodrigoMarquês. disse: Pergunta para quem usa apps gay de encontros e assim: quais costumam usar? Eu vou usando o Tinder e o Grindr, mas há mais que sejam bastante usado em Portugal? há apps melhores como o Boo ou o Bumble e até outras similares mas implicam sempre pagamentos, limitam demasiado o uso em free e por isso não são tão populares... O Grindr é aquilo que sabemos mas é também o que a maioria usa, o Tinder é só perfis fake... mas é popular por isso ainda é relevante. Para mim a melhor app de de encontros continua a ser o X (twiiter) mesmo não sendo app de encontros... se bem que apaguei novamente a conta porque foi basicamente hackeada pelos ridiculos algoritmos do Musk. Do nada passei a seguir contas de umas 50 pessoas famosas que nunca jamais iria seguir como por exemplo o proprio musk e lideres politicos ... aquela rede está toda queimada. 2 2 Citar
EFMR Postado 24 de junho 2025 Postado 24 de junho 2025 há 9 horas, RodrigoMarquês. disse: Pergunta para quem usa apps gay de encontros e assim: quais costumam usar? Eu vou usando o Tinder e o Grindr, mas há mais que sejam bastante usado em Portugal? Tens o Scruff. Mas é mais para um público específico 🐻. 1 4 1 Citar
João_O Postado 25 de junho 2025 Postado 25 de junho 2025 On 24/06/2025 at 03:51, RodrigoMarquês. disse: Pergunta para quem usa apps gay de encontros e assim: quais costumam usar? Eu vou usando o Tinder e o Grindr, mas há mais que sejam bastante usado em Portugal? O Bumble também é bastante usado, por exemplo. Eu costumo usar essa, o Grindr e o Tinder. Também tens o Badoo, o Happn e o Hinge. O Badoo não recomendo, é um bocado parolo aquilo. O Happn nunca percebi muito bem como funcionava, mas basicamente tem a ver com te cruzares com uma pessoa na rua que também tenha a app e aí estabelecem contacto, baseia-se em quem te cruzas. O Hinge não é muito conhecida, mas a ideia da app é "a app de encontros criada para ser eliminada", para estabelecer conexões reais dizem eles. Citar
AndreRob Postado 25 de junho 2025 Postado 25 de junho 2025 há 2 minutos, João_O disse: O Bumble também é bastante usado, por exemplo. Eu costumo usar essa, o Grindr e o Tinder. Também tens o Badoo, o Happn e o Hinge. O Badoo não recomendo, é um bocado parolo aquilo. O Happn nunca percebi muito bem como funcionava, mas basicamente tem a ver com te cruzares com uma pessoa na rua que também tenha a app e aí estabelecem contacto, baseia-se em quem te cruzas. O Hinge não é muito conhecida, mas a ideia da app é "a app de encontros criada para ser eliminada", para estabelecer conexões reais dizem eles. Eu acho que acabei por ir tentanto algumas diferentes ao longo do tempo mas a maioria o que me irrita é mesmo as limitações para te obrigar a pagar por uma app cheia de perfis falsos... geralmente ao fim de 2 ou 3 dias apago porque n da em nada. O Grindr agora esta cheio de pub. Eu em inglaterra usava o Hornet, era bem popular na altura deve ter sido a par do grindr onde fiz mais dates... mas ca em portugal n tem expressao e penso que a app tb meio que morreu na pandemia. Citar
Post Popular Luisão Postado 6 de julho 2025 Post Popular Postado 6 de julho 2025 (editado) On 31/05/2025 at 14:05, Luisão disse: Resmas de exemplos que tenho ao longo da minha vida de safadeza A propósito lembrou-me de um caso em que conheci um casado no comboio e deu pano para mangas... Um dia conto Conforme prometido, aqui vai: Há já alguns anos, comecei a encontrar frequentemente no comboio que apanhava de manhã para o trabalho um homem uns 10 anos mais velho que eu. Ele entrava depois de mim, sempre na mesma carruagem, e saíamos na mesma estação e cada um ia à sua vida. Ele era bem jeitoso, mesmo dentro do meu tipo, bom peito, perna e rabo, via-se que fazia desporto, um pouco mais alto e não tinha aliança. Nessa altura eu namorava (não usava aliança também) pelo que só trocávamos olhares ocasionais mas percebi logo que ali havia coisa Entretanto por mudanças no trabalho passei a apanhar outro comboio e deixei de me cruzar com ele. Uns 2 anos depois mudei de trabalho, já não estava a namorar e passei a apanhar novamente o mesmo comboio em que ele costumava ir. Descoberta: ele continuava a ir nele Reconheceu-me logo e as trocas de olhares voltaram a acontecer diariamente e, como agora eu era livre, comecei a ser mais insistente nesses olhares ao ponto de ser demasiado óbvio que tínhamos interesse um no outro. Eu fazia questão de me sentar/ficar de pé perto da porta para ter a certeza que nos víamos sempre Até ao dia em que decidi que tinha de falar com ele ou, pelo menos, dar-lhe o meu contacto para falarmos depois com mais calma. Mas algumas vezes ele entrava acompanhado por um colega de trabalho com quem ia a conversar na viagem o que dificultava a tarefa. Passei a andar com um papel com o meu número de telefone na carteira para lho tentar passar sorrateiramente num dia que o apanhasse sozinho e não desse muito nas vistas. Viajávamos sempre na hora de ponta. E esse dia finalmente chegou Ele entrou sozinho no comboio, trocas de olhares como sempre, e antes de sair do comboio (nessa altura eu saía umas estações antes dele) passei por ele e entreguei-lhe o papel o mais discretamente que consegui No mesmo dia ele começou a mandar-me mensagens Elogiámo-nos mutuamente e conhecemos o básico um do outro. Desculpou-se por estar a mostrar interesse em mim nas trocas de olhares e a dar esperanças. Isto porque ele contou que era casado com uma mulher e tinha uma filha com cerca de 10 anos. No entanto, disse que já tinha tido alguns casos muito esporádicos com homens antes e depois de se juntar com a mulher. Assumia-se como bi mas a mulher não sabia disso. Eu disse que para mim era uma situação tranquila, que eu era solteiro e que da minha parte não o ia julgar por nada que ele decidisse fazer Podíamos ser só amigos ou, se algum dia ele quisesse, podíamos ir mais além disso Pois que fomos além da amizade logo no fim de semana seguinte Ele disse-me que a mulher e a filha iam visitar uns familiares no sábado e tinha a casa livre durante cerca de 2/3 horas. Eu morava (e ainda moro) com família pelo que teria de ser lá, se não quiséssemos gastar dinheiro em motéis ou ficar desconfortáveis num carro Combinámos encontrar-nos em determinado local e, mal a família dele saiu, ele foi ter comigo e guiou-me até casa dele. Mal entrámos no elevador do prédio começaram logo ali os beijos e amassos que há tanto tempo desejávamos enquanto nos mirávamos nas viagens de comboio. Entrei na casa dele, passei por molduras com fotos dele e da família, passei pelo quarto da filha e fomos acabar na cama onde ele dormia com a mulher... Escusado será dizer que nos entregámos um ao outro como eu imaginava. Despimo-nos um ao outro rapidamente e passámos à ação. Língua, beijos, corpos colados e a roçar-se, orais e faturação ... O tesão e a química que construímos durante tanto tempo teve o seu clímax ali. Eu inicialmente senti-me uma espécie de invasor de espaço alheio, um pouco culpado sim, mas não o suficiente para vencer a adrenalina daquilo ser (aparentemente) errado por vários motivos, mas estar ao mesmo tempo a gostar disso tudo... E ainda com a ligeira sensação de perigo de, por algum motivo, a mulher e a filha(!) poderem ter de voltar atrás e nos apanharem naqueles preparos Tal não aconteceu, felizmente. Depois desse episódio continuámos a ver-nos diariamente no comboio e começámos aí a conversar as viagens todas como se fossemos amigos. A falar dos trabalhos, dos treinos, das viagens, do Benfica, etc. Tivemos chance de voltar a estar juntos fisicamente noutra ocasião, mas aí foi na rua numa espécie de "toca e foge" em lugar mais isolado. Depois disso ainda houve uns "roça-roça" dentro do comboio em dia de Verão que ia tão vazio que conseguimos fazer isso num recanto entre carruagens Ou seja, íamos dando larga à química consoante se proporcionava. Passado um bom tempo eu mudei novamente de trabalho e passei a ter de apanhar outro comboio noutro horário e deixámos de nos ver até ao dia de hoje. Resumindo: eu gosto do sabor do perigo Editado 6 de julho 2025 por Luisão 2 7 1 8 Citar
RGarrido Postado 6 de julho 2025 Postado 6 de julho 2025 há 1 hora, Luisão disse: Conforme prometido, aqui vai: Há já alguns anos, comecei a encontrar frequentemente no comboio que apanhava de manhã para o trabalho um homem uns 10 anos mais velho que eu. Ele entrava depois de mim, sempre na mesma carruagem, e saíamos na mesma estação e cada um ia à sua vida. Ele era bem jeitoso, mesmo dentro do meu tipo, bom peito, perna e rabo, via-se que fazia desporto, um pouco mais alto e não tinha aliança. Nessa altura eu namorava (não usava aliança também) pelo que só trocávamos olhares ocasionais mas percebi logo que ali havia coisa Entretanto por mudanças no trabalho passei a apanhar outro comboio e deixei de me cruzar com ele. Uns 2 anos depois mudei de trabalho, já não estava a namorar e passei a apanhar novamente o mesmo comboio em que ele costumava ir. Descoberta: ele continuava a ir nele Reconheceu-me logo e as trocas de olhares voltaram a acontecer diariamente e, como agora eu era livre, comecei a ser mais insistente nesses olhares ao ponto de ser demasiado óbvio que tínhamos interesse um no outro. Eu fazia questão de me sentar/ficar de pé perto da porta para ter a certeza que nos víamos sempre Até ao dia em que decidi que tinha de falar com ele ou, pelo menos, dar-lhe o meu contacto para falarmos depois com mais calma. Mas algumas vezes ele entrava acompanhado por um colega de trabalho com quem ia a conversar na viagem o que dificultava a tarefa. Passei a andar com um papel com o meu número de telefone na carteira para lho tentar passar sorrateiramente num dia que o apanhasse sozinho e não desse muito nas vistas. Viajávamos sempre na hora de ponta. E esse dia finalmente chegou Ele entrou sozinho no comboio, trocas de olhares como sempre, e antes de sair do comboio (nessa altura eu saía umas estações antes dele) passei por ele e entreguei-lhe o papel o mais discretamente que consegui No mesmo dia ele começou a mandar-me mensagens Elogiámo-nos mutuamente e conhecemos o básico um do outro. Desculpou-se por estar a mostrar interesse em mim nas trocas de olhares e a dar esperanças. Isto porque ele contou que era casado com uma mulher e tinha uma filha com cerca de 10 anos. No entanto, disse que já tinha tido alguns casos muito esporádicos com homens antes e depois de se juntar com a mulher. Assumia-se como bi mas a mulher não sabia disso. Eu disse que para mim era uma situação tranquila, que eu era solteiro e que da minha parte não o ia julgar por nada que ele decidisse fazer Podíamos ser só amigos ou, se algum dia ele quisesse, podíamos ir mais além disso Pois que fomos além da amizade logo no fim de semana seguinte Ele disse-me que a mulher e a filha iam visitar uns familiares no sábado e tinha a casa livre durante cerca de 2/3 horas. Eu morava (e ainda moro) com família pelo que teria de ser lá, se não quiséssemos gastar dinheiro em motéis ou ficar desconfortáveis num carro Combinámos encontrar-nos em determinado local e, mal a família dele saiu, ele foi ter comigo e guiou-me até casa dele. Mal entrámos no elevador do prédio começaram logo ali os beijos e amassos que há tanto tempo desejávamos enquanto nos mirávamos nas viagens de comboio. Entrei na casa dele, passei por molduras com fotos dele e da família, passei pelo quarto da filha e fomos acabar na cama onde ele dormia com a mulher... Escusado será dizer que nos entregámos um ao outro como eu imaginava. Despimo-nos um ao outro rapidamente e passámos à ação. Língua, beijos, corpos colados e a roçar-se, orais e faturação ... O tesão e a química que construímos durante tanto tempo teve o seu clímax ali. Eu inicialmente senti-me uma espécie de invasor de espaço alheio, um pouco culpado sim, mas não o suficiente para vencer a adrenalina daquilo ser (aparentemente) errado por vários motivos, mas estar ao mesmo tempo a gostar disso tudo... E ainda com a ligeira sensação de perigo de, por algum motivo, a mulher e a filha(!) poderem ter de voltar atrás e nos apanharem naqueles preparos Tal não aconteceu, felizmente. Depois desse episódio continuámos a ver-nos diariamente no comboio e começámos aí a conversar as viagens todas como se fossemos amigos. A falar dos trabalhos, dos treinos, das viagens, do Benfica, etc. Tivemos chance de voltar a estar juntos fisicamente noutra ocasião, mas aí foi na rua numa espécie de "toca e foge" em lugar mais isolado. Depois disso ainda houve uns "roça-roça" dentro do comboio em dia de Verão que ia tão vazio que conseguimos fazer isso num recanto entre carruagens Ou seja, íamos dando larga à química consoante se proporcionava. Passado um bom tempo eu mudei novamente de trabalho e passei a ter de apanhar outro comboio noutro horário e deixámos de nos ver até ao dia de hoje. Resumindo: eu gosto do sabor do perigo Qual era o comboio, horário e carruagem? É para um amigo 9 Citar
Manu Tenry Postado 6 de julho 2025 Postado 6 de julho 2025 há 1 hora, Luisão disse: Conforme prometido, aqui vai: Há já alguns anos, comecei a encontrar frequentemente no comboio que apanhava de manhã para o trabalho um homem uns 10 anos mais velho que eu. Ele entrava depois de mim, sempre na mesma carruagem, e saíamos na mesma estação e cada um ia à sua vida. Ele era bem jeitoso, mesmo dentro do meu tipo, bom peito, perna e rabo, via-se que fazia desporto, um pouco mais alto e não tinha aliança. Nessa altura eu namorava (não usava aliança também) pelo que só trocávamos olhares ocasionais mas percebi logo que ali havia coisa Entretanto por mudanças no trabalho passei a apanhar outro comboio e deixei de me cruzar com ele. Uns 2 anos depois mudei de trabalho, já não estava a namorar e passei a apanhar novamente o mesmo comboio em que ele costumava ir. Descoberta: ele continuava a ir nele Reconheceu-me logo e as trocas de olhares voltaram a acontecer diariamente e, como agora eu era livre, comecei a ser mais insistente nesses olhares ao ponto de ser demasiado óbvio que tínhamos interesse um no outro. Eu fazia questão de me sentar/ficar de pé perto da porta para ter a certeza que nos víamos sempre Até ao dia em que decidi que tinha de falar com ele ou, pelo menos, dar-lhe o meu contacto para falarmos depois com mais calma. Mas algumas vezes ele entrava acompanhado por um colega de trabalho com quem ia a conversar na viagem o que dificultava a tarefa. Passei a andar com um papel com o meu número de telefone na carteira para lho tentar passar sorrateiramente num dia que o apanhasse sozinho e não desse muito nas vistas. Viajávamos sempre na hora de ponta. E esse dia finalmente chegou Ele entrou sozinho no comboio, trocas de olhares como sempre, e antes de sair do comboio (nessa altura eu saía umas estações antes dele) passei por ele e entreguei-lhe o papel o mais discretamente que consegui No mesmo dia ele começou a mandar-me mensagens Elogiámo-nos mutuamente e conhecemos o básico um do outro. Desculpou-se por estar a mostrar interesse em mim nas trocas de olhares e a dar esperanças. Isto porque ele contou que era casado com uma mulher e tinha uma filha com cerca de 10 anos. No entanto, disse que já tinha tido alguns casos muito esporádicos com homens antes e depois de se juntar com a mulher. Assumia-se como bi mas a mulher não sabia disso. Eu disse que para mim era uma situação tranquila, que eu era solteiro e que da minha parte não o ia julgar por nada que ele decidisse fazer Podíamos ser só amigos ou, se algum dia ele quisesse, podíamos ir mais além disso Pois que fomos além da amizade logo no fim de semana seguinte Ele disse-me que a mulher e a filha iam visitar uns familiares no sábado e tinha a casa livre durante cerca de 2/3 horas. Eu morava (e ainda moro) com família pelo que teria de ser lá, se não quiséssemos gastar dinheiro em motéis ou ficar desconfortáveis num carro Combinámos encontrar-nos em determinado local e, mal a família dele saiu, ele foi ter comigo e guiou-me até casa dele. Mal entrámos no elevador do prédio começaram logo ali os beijos e amassos que há tanto tempo desejávamos enquanto nos mirávamos nas viagens de comboio. Entrei na casa dele, passei por molduras com fotos dele e da família, passei pelo quarto da filha e fomos acabar na cama onde ele dormia com a mulher... Escusado será dizer que nos entregámos um ao outro como eu imaginava. Despimo-nos um ao outro rapidamente e passámos à ação. Língua, beijos, corpos colados e a roçar-se, orais e faturação ... O tesão e a química que construímos durante tanto tempo teve o seu clímax ali. Eu inicialmente senti-me uma espécie de invasor de espaço alheio, um pouco culpado sim, mas não o suficiente para vencer a adrenalina daquilo ser (aparentemente) errado por vários motivos, mas estar ao mesmo tempo a gostar disso tudo... E ainda com a ligeira sensação de perigo de, por algum motivo, a mulher e a filha(!) poderem ter de voltar atrás e nos apanharem naqueles preparos Tal não aconteceu, felizmente. Depois desse episódio continuámos a ver-nos diariamente no comboio e começámos aí a conversar as viagens todas como se fossemos amigos. A falar dos trabalhos, dos treinos, das viagens, do Benfica, etc. Tivemos chance de voltar a estar juntos fisicamente noutra ocasião, mas aí foi na rua numa espécie de "toca e foge" em lugar mais isolado. Depois disso ainda houve uns "roça-roça" dentro do comboio em dia de Verão que ia tão vazio que conseguimos fazer isso num recanto entre carruagens Ou seja, íamos dando larga à química consoante se proporcionava. Passado um bom tempo eu mudei novamente de trabalho e passei a ter de apanhar outro comboio noutro horário e deixámos de nos ver até ao dia de hoje. Resumindo: eu gosto do sabor do perigo Adoro saber dessas históriasEsses "romances" ou apenas inícios de conversas que podem dar a algo mais 5 4 Citar
RodrigoMarquês. Postado 7 de julho 2025 Postado 7 de julho 2025 há 14 horas, Luisão disse: Conforme prometido, aqui vai: Há já alguns anos, comecei a encontrar frequentemente no comboio que apanhava de manhã para o trabalho um homem uns 10 anos mais velho que eu. Ele entrava depois de mim, sempre na mesma carruagem, e saíamos na mesma estação e cada um ia à sua vida. Ele era bem jeitoso, mesmo dentro do meu tipo, bom peito, perna e rabo, via-se que fazia desporto, um pouco mais alto e não tinha aliança. Nessa altura eu namorava (não usava aliança também) pelo que só trocávamos olhares ocasionais mas percebi logo que ali havia coisa Entretanto por mudanças no trabalho passei a apanhar outro comboio e deixei de me cruzar com ele. Uns 2 anos depois mudei de trabalho, já não estava a namorar e passei a apanhar novamente o mesmo comboio em que ele costumava ir. Descoberta: ele continuava a ir nele Reconheceu-me logo e as trocas de olhares voltaram a acontecer diariamente e, como agora eu era livre, comecei a ser mais insistente nesses olhares ao ponto de ser demasiado óbvio que tínhamos interesse um no outro. Eu fazia questão de me sentar/ficar de pé perto da porta para ter a certeza que nos víamos sempre Até ao dia em que decidi que tinha de falar com ele ou, pelo menos, dar-lhe o meu contacto para falarmos depois com mais calma. Mas algumas vezes ele entrava acompanhado por um colega de trabalho com quem ia a conversar na viagem o que dificultava a tarefa. Passei a andar com um papel com o meu número de telefone na carteira para lho tentar passar sorrateiramente num dia que o apanhasse sozinho e não desse muito nas vistas. Viajávamos sempre na hora de ponta. E esse dia finalmente chegou Ele entrou sozinho no comboio, trocas de olhares como sempre, e antes de sair do comboio (nessa altura eu saía umas estações antes dele) passei por ele e entreguei-lhe o papel o mais discretamente que consegui No mesmo dia ele começou a mandar-me mensagens Elogiámo-nos mutuamente e conhecemos o básico um do outro. Desculpou-se por estar a mostrar interesse em mim nas trocas de olhares e a dar esperanças. Isto porque ele contou que era casado com uma mulher e tinha uma filha com cerca de 10 anos. No entanto, disse que já tinha tido alguns casos muito esporádicos com homens antes e depois de se juntar com a mulher. Assumia-se como bi mas a mulher não sabia disso. Eu disse que para mim era uma situação tranquila, que eu era solteiro e que da minha parte não o ia julgar por nada que ele decidisse fazer Podíamos ser só amigos ou, se algum dia ele quisesse, podíamos ir mais além disso Pois que fomos além da amizade logo no fim de semana seguinte Ele disse-me que a mulher e a filha iam visitar uns familiares no sábado e tinha a casa livre durante cerca de 2/3 horas. Eu morava (e ainda moro) com família pelo que teria de ser lá, se não quiséssemos gastar dinheiro em motéis ou ficar desconfortáveis num carro Combinámos encontrar-nos em determinado local e, mal a família dele saiu, ele foi ter comigo e guiou-me até casa dele. Mal entrámos no elevador do prédio começaram logo ali os beijos e amassos que há tanto tempo desejávamos enquanto nos mirávamos nas viagens de comboio. Entrei na casa dele, passei por molduras com fotos dele e da família, passei pelo quarto da filha e fomos acabar na cama onde ele dormia com a mulher... Escusado será dizer que nos entregámos um ao outro como eu imaginava. Despimo-nos um ao outro rapidamente e passámos à ação. Língua, beijos, corpos colados e a roçar-se, orais e faturação ... O tesão e a química que construímos durante tanto tempo teve o seu clímax ali. Eu inicialmente senti-me uma espécie de invasor de espaço alheio, um pouco culpado sim, mas não o suficiente para vencer a adrenalina daquilo ser (aparentemente) errado por vários motivos, mas estar ao mesmo tempo a gostar disso tudo... E ainda com a ligeira sensação de perigo de, por algum motivo, a mulher e a filha(!) poderem ter de voltar atrás e nos apanharem naqueles preparos Tal não aconteceu, felizmente. Depois desse episódio continuámos a ver-nos diariamente no comboio e começámos aí a conversar as viagens todas como se fossemos amigos. A falar dos trabalhos, dos treinos, das viagens, do Benfica, etc. Tivemos chance de voltar a estar juntos fisicamente noutra ocasião, mas aí foi na rua numa espécie de "toca e foge" em lugar mais isolado. Depois disso ainda houve uns "roça-roça" dentro do comboio em dia de Verão que ia tão vazio que conseguimos fazer isso num recanto entre carruagens Ou seja, íamos dando larga à química consoante se proporcionava. Passado um bom tempo eu mudei novamente de trabalho e passei a ter de apanhar outro comboio noutro horário e deixámos de nos ver até ao dia de hoje. Resumindo: eu gosto do sabor do perigo Em primeiro lugar, não fazia ideia que conseguias ser fiel. Em segundo lugar, como tens estômago para ver as molduras da família do homem, saber que é a cama da mulher dele e ter medo de elas voltarem atrás e continuar? Eu acho que não conseguiria. Em terceiro lugar, que profissão é que tens que mudas tão rapidamente de local de trabalho? Ou mudas de emprego mesmo? Citar
Luisão Postado 7 de julho 2025 Postado 7 de julho 2025 (editado) há 26 minutos, RodrigoMarquês. disse: Em primeiro lugar, não fazia ideia que conseguias ser fiel. Em segundo lugar, como tens estômago para ver as molduras da família do homem, saber que é a cama da mulher dele e ter medo de elas voltarem atrás e continuar? Eu acho que não conseguiria. Em terceiro lugar, que profissão é que tens que mudas tão rapidamente de local de trabalho? Ou mudas de emprego mesmo? 1- Conseguia ser fiel fisicamente quando namorava. Coisa que já não acontece há séculos. Mas muitas vezes traía só mentalmente 2- Consegui porque a tesão era mais forte que a culpa/medo 3- Mudei 2 vezes de trabalho nos últimos 15 anos. Nem foi muito. O que aconteceu foi: num dos trabalhos mudei de edifício 2 vezes, o que coincidiu com esta situação com aquele tesudo Editado 7 de julho 2025 por Luisão 3 Citar
Manu Tenry Postado 7 de julho 2025 Postado 7 de julho 2025 há 1 hora, Luisão disse: 1- Conseguia ser fiel fisicamente quando namorava. Coisa que já não acontece há séculos. Mas muitas vezes traía só mentalmente 2- Consegui porque a tesão era mais forte que a culpa/medo 3- Mudei 2 vezes de trabalho nos últimos 15 anos. Nem foi muito. O que aconteceu foi: num dos trabalhos mudei de edifício 2 vezes, o que coincidiu com esta situação com aquele tesudo Confesso que o facto de terem filhos, a mim deixa-me mais desconfortável. Eu tenho tendência/sina de me envolver com homens mais velhos e (quase sempre) comprometidos mas quando têm filhos, dou um passo atrás. Aliás quanto menos conhecer o lado familiar da pessoa melhor. Não me torna nem pior ou melhor pessoa, porque na verdade a responsabilidade é do outro mas esse é um limite que não quero ultrapassar. 5 Citar
Post Popular EFMR Postado 8 de julho 2025 Post Popular Postado 8 de julho 2025 há 20 horas, Manu Tenry disse: Confesso que o facto de terem filhos, a mim deixa-me mais desconfortável. Eu tenho tendência/sina de me envolver com homens mais velhos e (quase sempre) comprometidos mas quando têm filhos, dou um passo atrás. Aliás quanto menos conhecer o lado familiar da pessoa melhor. Não me torna nem pior ou melhor pessoa, porque na verdade a responsabilidade é do outro mas esse é um limite que não quero ultrapassar. A mim quando sei que têm filhos ainda mais aquece a coisa não basta ser chamado de daddy, tem de ser daddy também 3 11 1 Citar
Diogo Marreiros Postado 8 de julho 2025 Postado 8 de julho 2025 On 11/06/2025 at 00:44, Loverboy disse: Eu sinto que preciso de rever os meus conceitos de sexualidade, cada vez mais tenho percebido que há muitos bi's ou então pessoas com sexualidade indefinida ou confusa. Então : Estava aborrecido à espera de uma cliente e fui ao Chat Roulette. Ia numa só mesmo de conversar até porque ia ter uma reunião digital, aparece-me um Turco que parecia mesmo aquele ator que fazia de pai do Elias em Pobre Menino Rico Ele estava a viver no Dubai. Bem, o homem era realmente lindo. Se vivesse perto de mim eu nem sei como ia ser porque ia ter muita vontade de o stalkear. Eu digo olá, pergunto o que está a fazer, ele estava na cozinha a preparar um café. Eu disse que estava também a lanchar e disponível para deitar conversa fora durante uns minutos. A conversa foi muito trivial, eu percebi que ele era conservador. Perguntou-me se eu era casado, eu disse que era solteiro e homossexual. Ele, na cozinha, pegou numa faca e simulou um gesto de esfaqueamento fiquei um bocado impressionando porque mesmo sendo a brincar não aprecio esse tipo de cenas. A partir daí a conversa aconteceu com algum desdém. Ele não conseguia perceber porque é que eu "escolhia" gostar de homens. Disse que era errado,estava sempre com uma expressão fechada. Eu disse que no Dubai certamente já se tinha cruzado com vários homossexuais e por isso tinha mais é que abrir a mente. Ele perguntou o que fazia com um homem na cama. Eu respondi e ele pede para ver o meu rabo. eu mostrei mas rapidamente, entretanto ele voltou a pedir e eu voltei a mostrar. ele estava curioso e a ficar excitado. Eu pedi para ele exibir o pénis. Já o tinha posto de fora. Estávamos ambos completamente acesos naquela situação extemporânea e proibida. A partir daí começamos a masturbar-nos. Ele pediu para que eu introduzisse um dedo, depois dois, depois três. Eu a pensar : f*da-sse, espero que não me peça para meter o pulso. Provoquei-o fortemente na videochamada (passamos para o Whatsapp porque eu disse que não queria correr o risco de sermos bloqueados na app kkkk). Disse-lhe que naquele momento era a bitch dele e foi assim que ele me tratou. No meu escritório tenho o meu dildo guardado e fui dar-lhe uso. A cliente começou a telefonar, a telefonar e eu fingi-me de morta, depois haveria de resolver aquele atraso kkkkk Ele ficou LOUCO e acabou por ejacular. Mas assim que ejaculou ficou com uma expressão pesada, pediu desculpa e disse que o que tinha feito era errado. Desligou abruptamente. Pareceu-me ter ficado muito perturbado. Eu enviei mensagem a dizer que precisava mesmo de fazer uma reunião mas que voltaria ao contacto com ele. Ele nunca mais abriu mensagem nenhuma minha e passados dois dias acabou por me bloquear. Acredito que tenha batido mal por eventualmente ser muçulmano. Ele parecia genuinamente "virgem" neste tipo de interação, ou é homossexual reprimido ou então não sei. Esta experiência fez-me pensar no quão complexa é a questão da sexualidade e o quão perigoso podia ter sido se fosse uma situação real. Adoro esses “heteros” Citar
AndreRob Postado 20 de julho 2025 Postado 20 de julho 2025 On 08/07/2025 at 09:54, EFMR disse: A mim quando sei que têm filhos ainda mais aquece a coisa não basta ser chamado de daddy, tem de ser daddy também 3 Citar
D23 Postado 3 de setembro 2025 Postado 3 de setembro 2025 há 2 minutos, D91 disse: Este tipo de notícias só servem para atrair mais hate para a comunidade LGBTQIA+.... Qual é a amostra do estudo? Quais foram as variáveis medidas? Qual a diversidade do objeto em análise? Escreverem só um número: 90%, não é mais do que clickbait. 1 Citar
tjspy Postado 20 de setembro 2025 Postado 20 de setembro 2025 (editado) On 03/09/2025 at 19:09, D91 disse: Uau, quem diria que já sentiram "interesse afetivo" ou "admiração física" que estudo útil Editado 20 de setembro 2025 por tjspy 1 Citar
AndreRob Postado 20 de setembro 2025 Postado 20 de setembro 2025 há 1 hora, tjspy disse: Uau, quem diria que já sentiram "interesse afetivo" ou "admiração física" que estudo útil A questão do afeto e da sexualidade andam muitas vezes ali numa luta desenfreada... e os homens hetero cis gostam mais de estar com homens na generalidade de que com mulheres, nao a nivel sexual mas a nivel afetivo sim, mas no fundo a partilha afetiva muitas vezes é muito maior com os amigos homens do que com namorada\esposa... e por vezes essa barreira curiosidade existe mas é muito combatida pelas 'regras sociais'... o que leva a reações por vezes agressivas e homofobicas mesmo entre homens hetero. É a mente a combater o estigma social associado... fruto de séculos de doutrinação religiosa sobretudo. 4 1 Citar
carioquins Postado 20 de setembro 2025 Postado 20 de setembro 2025 On 03/09/2025 at 18:09, D91 disse: mds, e eu a jurar a pés juntos que era 100% 6 Citar
tjspy Postado 20 de setembro 2025 Postado 20 de setembro 2025 há 5 horas, AndreRob disse: A questão do afeto e da sexualidade andam muitas vezes ali numa luta desenfreada... e os homens hetero cis gostam mais de estar com homens na generalidade de que com mulheres, nao a nivel sexual mas a nivel afetivo sim, mas no fundo a partilha afetiva muitas vezes é muito maior com os amigos homens do que com namorada\esposa... e por vezes essa barreira curiosidade existe mas é muito combatida pelas 'regras sociais'... o que leva a reações por vezes agressivas e homofobicas mesmo entre homens hetero. É a mente a combater o estigma social associado... fruto de séculos de doutrinação religiosa sobretudo. E ninguém disse que não, precisamente por isso acho que o estudo só constatou o óbvio 2 Citar
Posts Recomendados
Junta-te a nós!
Podes agora comentar e registar-te depois. Se tens uma conta, Entra para responderes com a tua conta.
Note: Your post will require moderator approval before it will be visible.