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Amar Depois de Amar


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69 era o mais apropriado. 

Parece que tou a ver a reação do próximo autor quando vir o nome da Serrano sugerido para o elenco 

há 5 minutos, Wtv disse:

Aurora e Matilde juntas

Um final melancólico mas com nexo

É triste ver como a medicação que dão às pessoas nos sanatórios as deixa apáticas, mesmo que, nesta caso, seja a personagem que é. 

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há 6 horas, EFernando disse:

O Pedro Lima até nem achei, mas a Maria João Pinho parece que está ali a fazer um frete :ph34r: Mas eu acho que é mesmo do carácter dela, em todas a entrevistas que dá está sempre assim.

Gostei de ouvir a Helena Amaral, gosto da maneira como ela cria e estuda as histórias.

Eu acho que ela estava nervosa, foi essa a sensação com que fiquei. Os atores estão mais habituados a estarem fechados em estúdio. Ali, ela pode ter ficado nervosa por ser em direto, ou então as muxaxas da Fátima deixaram-na desconfortável xD.

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Há muito tempo que não me emocionava tanto com o final de uma novela. Apesar de deixar saudade e alguma tristeza, gosto de que isso aconteça, porque é sinal de que me afeiçoei e de que a história me transmitiu alguma coisa. A última cena, com aquela «reflexão», tocou-me mesmo muito.

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há 1 hora, willy disse:

No ATES senti que os atores se apegaram muito ás personagens.

A Maria João Pinho estava prestes a ter uma trombose.

Mas é verdade... Comovi-me com o Pedro Lima e com a Maria João e notava se na forma de falar e de olhar que estavam muito emocionados... Não deve ser fácil criar estas emoções todas na série. O Pedro Lima é um grande ser humano.. 

 

Parabéns a todo o elenco mas sobretudo aos dois casais protagonistas.. Tanta coisa boa que transmitiram na série, obrigado! 

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há 2 horas, Rodrigo Soares disse:

Acho que por esta troca de comentários dá para confirmar as teorias de que se terá passado algo, no entanto as coisas parecem estar resolvidas 

 

Screenshot_20190914_053439.jpg

 

Ela explicou no ATES que quando começou a gravar as cenas da atualidade começou a misturar a personagem com a vida real e sentia-se desconfortável em relação ao Pedro xD

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Não vi a novela como atenção, mas vi os dois últimos episódios. E que episódio final, principalmente a meia hora. Confesso que fiquei preso nos últimos minutos com as personagens a falarem. Há muito que um final de novela não era tão romântico e simples. Gostei mesmo. 

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Uma novela muito simples, muito com os pés assentes na Terra e muito bem feita. Provavelmente uma das melhores dos últimos anos, juntamente com A Teia e Vidas Opostas (ambas tendo sofrido um pouco com esticanços que ADdA esquivou). Elenco exímio, realização boa e texto bem cuidado. Apesar de ter sido uma adaptação, espero ver mais da Helena Amaral (que já conhecia através de Fúria de Viver e acho que também escreveu O Jogo).

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On 12/09/2019 at 04:19, John123 disse:

Ouro Verde não devia estar nessa lista porque sempre tivemos expetativas altas para a novela. 

Eu lembro-me de dizerem que a novela parecia mais do mesmo e que não davam nada por ela. A vossa grande prioridade era a Elisa (que acabou por estrear muito tempo depois e ao fim de quase 4 anos ainda não terminou :haha:).

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Eu gostei de tudo. Salvo duas ou três exceções, as interpretações estavam no ponto, e ao contrário de vocês, eu gostei de ver o Pedro Lima no papel. A Dina Félix da Costa já merecia uma protagonista há muitos anos, e eu sabia que o Filipe Vargas não me ia desiludir, apesar de no princípio ainda me ter feito lembrar o Tiago de A Teia. Confesso que sempre me senti dividido em relação ao talento da Maria João Pinho, porque se, por um lado, achava que ela tinha uma boa expressividade, por outro achava que tinha uma dicção um bocado "arrastada" e pouco natural. Não mudei totalmente de opinião aqui, mas ela entregou-se à personagem de uma forma que me conquistou e fez esquecer esse pormenor. Quero voltar a vê-la no ecrã, mas, desta vez, com uma personagem mais leve, se não qualquer dia a coitada tem um esgotamento. :haha:  

A história foi uma lufada de ar fresco. Era simples e despretensiosa, mas tinha uma complexidade de detalhes e emoções que foi muito bem explorada e dirigida. Depois todos os episódios eram importantes, à sua maneira, para o desenrolar da trama, e isso foi uma das coisas que mais me surpreendeu e agarrou.

As personagens eram tão realistas que às vezes era difícil para mim ter uma opinião formada sobre algumas delas. A Aline foi uma das que me despertou sentimentos mais diversos e contraditórios. Detestava-a e tinha pena dela ao mesmo tempo. O Gonçalo ainda me confunde. Percebo que seja possível amar uma, duas, ou tentas vezes quanto possível numa vida, e percebo que ele tenha desenvolvido sentimentos fortes pela Marina que não pôde ignorar, mas ele fazia um jogo duplo com ela e a Raquel (e o resto da família) de uma forma tão natural e aparentemente despreocupada que era difícil para mim ver nele mais do que um conquistador barato e um canalha. A Marina também se sentia atraída por ele, mas tentou ficar no seu canto e resistir aos avanços dele durante bastante tempo, e quando se deixou levar culpou-se a si mesma o tempo todo. Apesar de já não amar o Augusto, via-se que tinha consideração por ele, e o simples facto de rejeitá-lo sexualmente demonstrava, também,  que queria evitar fazê-lo de parvo tanto quanto possível, tanto que, em vários momentos, ela tentou contar-lhe tudo. O Gonçalo só ficava apreensivo quando estava em risco de ser descoberto. De resto, agia como se nada fosse, e ainda comia a mulher todos os dias. Não consigo amoralizá-lo. Mas foi esta subjetividade que enriqueceu as personagens e as aproximou tanto do público, o que acho brilhante!

De realização percebo zero, mas gostei do que vi, por isso, tudo bem. 

Edited by Buwayh
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Tenho só de lamentar o rumo que deram ao interesse sexual da Alice por mulheres. Não entendi se ela era bissexual ou se viveu apenas uma fase de curiosidade em relação às raparigas :dontknow: Acho que isso poderia ter sido mais bem explorado.

Também poderiam ter dado um final, nem que fosse através de uma simples referência, à cunhada da Marina, a Luísa. Mas ela sempre foi pouco relevante, por isso… 

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