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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Postado
há 9 minutos, Colorida disse:

Os canais portugueses continuam com esta ilusão de que a forma de fazer face ao crescimento do streaming é obrigar a Netflix a comprar-lhes programas portugueses, em vez dos próprios canais investirem em tornar rentável o streaming nos seus sites e no Youtube. Mesmo que a Netflix seja obrigada a ter x% de conteúdo nacional, ninguém garante que não vá comprar séries antigas a preço de saldo à RTP para cumprir as quotas ou que compre conteúdos originais diretamente a produtoras portuguesas, sem que um cêntimo chegue à SIC ou à TVI.

Que produção nacional tem a Netflix?

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Vocês a acreditarem na notícia :ph34r: Como é óbvio eles não iam admitir que iam mudar tudo nem despedir pessoas, mas é o que mais provável vai acontecer :haha:

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há 27 minutos, PT 04 disse:

Que produção nacional tem a Netflix?

Nula.

Agora isto fez-me lembrar o tempo em que a TVI assinou parceria com a Microsoft para disponibilizar os seus programas na XBOX One, mas ninguém estava interessado.

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há 55 minutos, PT 04 disse:

Que produção nacional tem a Netflix?

Não sei se ainda tem, mas já teve alguns programas da SIC (Lua Vermelha, Rosa Fogo, Sal...).

Vi agora que também há um espetáculo de stand-up do Salvador Martinha "Na ponta da língua" e esse não foi comprado a nenhum canal. Foi diretamente para a Netflix.

Editado por Colorida
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há 38 minutos, Colorida disse:

Não sei se ainda tem, mas já teve alguns programas da SIC (Lua Vermelha, Rosa Fogo, Sal...).

Isso é mais desprodução nacional que outra coisa :read: :angel: q

Editado por Magazine
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Cofina lança OPA sobre a dona da TVI e garante que financiamento da operação "está assegurado

A operação avalia a Media Capital em 255 milhões de euros

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• Foto: Vítor Mota

 

 

A Cofina afirmou este sábado que o financiamento para a compra das ações da Media Capital, dona da TVI, entre outros meios, "está assegurado através de crédito bancário já aprovado e da realização de um aumento de capital".
 
 
A dona do Correio da Manhã e Record, entre outras publicações, chegou a acordo com a espanhola Prisa para a compra da totalidade das ações da Media Capital, valorizando a empresa em 255 milhões de euros ('enterprise value').
 
 
"Caso a aquisição da referida participação venha a ser positivamente apreciada pelos reguladores, o seu financiamento está assegurado através de crédito bancário já aprovado e da realização de um aumento de capital", refere a administração da Cofina, liderada por Paulo Fernandes, num comunicado enviado à Lusa.

"Excluindo a percentagem de capital em 'free-float' [disperso em bolsa], o aumento de capital está garantido em mais de 50% pelos atuais acionistas de referência, sendo, no entanto, possível que entrem novos investidores com posições qualificadas", acrescenta.

"A criação de um grupo financeiramente forte é o melhor garante da independência editorial e da criação de valor para todos os 'stakeholders', incluindo colaboradores, acionistas, clientes, fornecedores e parceiros", prossegue.

"Como é timbre da Cofina, os nossos objetivos passam por ter um grupo de media tecnologicamente evoluído, capaz de gerar eficiências e com foco contínuo na liderança dos segmentos em que opera, assegurando a sustentabilidade dos conteúdos de língua portuguesa", sublinha.

A compra da dona da TVI "permite que, após alguns anos, um dos principais grupos de meios de comunicação social, volte a ter um acionista de matriz nacional", conclui a Cofina.

O grupo Cofina detém, além do Correio da Manhã e da CM TV, o Jornal de Negócios, a revista Sábado, o Record, entre outros títulos.

Por sua vez, a Media Capital conta com seis canais de televisão e a plataforma digital TVI Player. Além da TVI, canal generalista em sinal aberto que celebra 26 anos, conta com a TVI24, TVI Reality, TVI Ficção, TVI Internacional e TVI África.
 
 

A Media Capital tem também rádios, onde se inclui a Comercial.

Em 14 de agosto, a Cofina confirmou que estava a negociar com a espanhola Prisa a compra da Media Capital, depois da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) ter suspendido a negociação das ações da dona Correio da Manhã e do grupo Media Capital após uma notícia do Expresso que dava conta de um memorando assinado há três semanas para a exclusividade de negociações.

Em junho do ano passado, a Prisa desistiu da venda da Media Capital à Altice, na sequência da Autoridade da Concorrência (AdC) ter rejeitado os compromissos propostos pela operadora de telecomunicações Meo. A Altice tinha oferecido 440 milhões de euros pela dona TVI.

Fonte: https://www.record.pt/fora-de-campo/detalhe/cofina-lanca-opa-sobre-a-dona-da-tvi-e-garante-que-financiamento-da-operacao-esta-assegurado?ref=HP_BlocoColoridoSecçãoDestaque

OPA da Cofina à Media Capital. Estes são os grandes números da operação

Com o apoio do empresário Mário Ferreira e o banco Abanca, a dona do Correio da Manhã está próxima de fechar a compra da dona da TVI. A operação foi lançada este sábado no mercado.

O negócio de compra da Media Capital pela Cofina está mais próximo de ficar fechado. O grupo que detém o Correio da Manhã lançou este sábado o anúncio preliminar da oferta pública de aquisição (OPA) sobre a totalidade das ações da dona da TVI, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Para a operação — que conta com o empresário Mário Ferreira e o banco Abanca como novos parceiros — se concretize, há cinco condições principais que têm de estar cumpridas. Estes são os grandes números do negócio:

2,1322

A dona do Correio da Manhã propõem-se pagar 2,3336 euros por cada ação da dona da TVI que não é controlada pela Prisa e 2,1322 euros pelas mais de 80 milhões de ações que estão nas mãos do grupo espanhol.

255 milhões

Assim, a oferta global ascende a 180 milhões de euros. A Cofina vai ainda assumir a dívida da dona da TVI de 75 milhões de euros. Incluindo este montante de dívida (enterprise value), a operação de compra da Media Capital envolve cerca de 255 milhões de euros, como o ECO tinha avançado em primeira mão.

2,48

A 17 de setembro, a CMVM suspendeu a negociação das ações da Cofina e da Media Capital, à espera de novidades sobre as “conversações intensas” que anteciparam o anúncio da OPA. Antes desta suspensão, cada ação do grupo que detém a TVI valia 2,48 euros na bolsa de Lisboa.

170,6 milhões

Agora, a Prisa aceitou vender “a totalidade da participação que tem na sua filial Vertix” que, por sua vez, detém 94,69% da Media Capital. Nesta OPA, a avaliação da empresa em 255 milhões de euros “pressupõe um preço de 170.635.808,30 euros pela participação indireta da Prisa na Media Capital”.

76,4 milhões

Segundo as contas da Prisa, este montante traduz-se numa “perda contabilística estimada nas contas consolidadas da Prisa de 76,4 milhões de euros e nas contas individuais da Prisa de aproximadamente 77,4 milhões de euros”, refere o mesmo comunicado ao mercado.

50%

O sucesso do negócio aguarda por luz verdade da autoridade da Concorrência e da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) mas também dos acionistas da Prisa. Mas depende também de um aumento de capital bem-sucedido na Cofina: o financiamento está assegurado através de crédito bancário já aprovado e da realização de um aumento de capital.

Excluindo a percentagem do capital em free-float, o aumento de capital está garantido em mais de 50% pelos atuais acionistas de referência, sendo, no entanto, possível que entrem novos investidores com posições qualificadas, como admitiu a Cofina.

270 milhões

A Cofina faturou 89,9 milhões de euros em 2018, dos quais mais de 12 milhões na CMTV e 76 milhões no segmento de imprensa, enquanto a Media Capital registou uma faturação de 181 milhões de euros, dos quais 151 milhões de euros da TVI. Face aos resultados de 2018, o novo grupo conjunto terá uma faturação acumulada superior a 270 milhões de euros.

 

Fonte: https://eco.sapo.pt/2019/09/21/opa-da-cofina-a-media-capital-estes-sao-os-grandes-numeros-da-operacao/

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É real sim xD

Foi construído/reabilitado (não sei isso em concreto) há pouco tempo.

Antes de aparecer a CMTV, a CM tinha o edifício em S. Sebastião, perto do El Corte Inglês. Penso que agora é perto do CCColombo.

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há 36 minutos, Magazine disse:

Esse edifício da CM na foto é real? Olha que parece bem moderno, já podem deitar o da TVI abaixo :angel:

É. É ao pé do estádio da luz e com um pingo doce no resto chão.

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Eu acho que nos primeiros tempos não vai mudar quase nada. A única diferença deve ser o investimento que vai ser feito no canal, que será bem maior.

Tenho é medo de ver o que acontece se a TVI não subir os resultados ... Ainda vamos ter o Fiel ou Infiel às 21h30. :ph34r:

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há 1 hora, PedroTexas disse:

Eu acho que nos primeiros tempos não vai mudar quase nada. A única diferença deve ser o investimento que vai ser feito no canal, que será bem maior.

Tenho é medo de ver o que acontece se a TVI não subir os resultados ... Ainda vamos ter o Fiel ou Infiel às 21h30. :ph34r:

Adorava isso à meia noite.

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Citação

 

TVI adia a estreia da nova temporada de “Morangos Com Açúcar”

A informação foi adiantada pelo site “Fantastic TV”, um portal especializado em notícias e novidades sobre a televisão portuguesa, que terá chegado à fala com uma fonte da TVI que preferiu o anonimato.  À publicação, terá revelado que o novo capítulo da série juvenil foi adiado “por tempo indeterminado” e que, muito provavelmente, será devido à mudança de direção no canal que agora conta como Felipa Garnel como Diretora de Programas da estação.

“Os ‘Morangos Com Açúcar’ fazem parte de um conjunto de sinopses que a Filipa Garnel tem de avaliar. Estão a ser estudadas várias hipóteses para recuperar o horário das 19 horas. Entre elas está também uma série com a Rita Pereira e outras histórias não conhecidas”, revelou a mesma fonte à publicação.

 

Pelos vistos a série da Rita foi pedida para as 19h. E existem outras produções em cima da mesa para análise, inclusive os McA X. 

 

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há 7 minutos, Joel92 disse:

E existem outras produções em cima da mesa para análise, inclusive os McA X. 

 

Pois... é muita coisa na mesa, muita coisa na gaveta e a gente deste lado só vê repetições...

Editado por Andreia_S
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há 13 horas, Joel92 disse:

 

Pelos vistos a série da Rita foi pedida para as 19h. E existem outras produções em cima da mesa para análise, inclusive os McA X. 

 

Será que só chega com a entrada da Cofina?

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Cofina compra TVI… e muito mais. O que vem no “pacote”?

A Cofina avançou com a oferta para comprar o grupo Media Capital, mas a operação engloba muito mais do que a TVI. Conheça todas as marcas que vão passar para a dona do Correio da Manhã.

ACofina é oficialmente a terceira empresa a tentar comprar a TVI, depois de duas tentativas falhadas nos últimos anos, primeiro pela antiga Ongoing e, mais recentemente, por parte da Altice Portugal. Mas não é só a estação televisiva de Queluz de Baixo que passa a ter novo dono com esta operação avaliada em 255 milhões de euros e que envolve uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) de cerca de 180 milhões de euros e a dívida da própria Media Capital, de cerca de 75 milhões de euros. Caso a dona do Correio da Manhã consiga a aprovação dos reguladores, ficará também com todos os outros ativos da Media

De longe, a TVI é o ativo mais importante e mais popular do grupo que tem Luís Cabral à cabeça. Mas há outros nomes bem conhecidos dos portugueses. Se a Cofina conseguir comprar a Media Capital aos espanhóis da Prisa, passa a controlar também uma série de rádios, uma produtora audiovisual e as várias plataformas digitais da empresa portuguesa.

A Cofina já fez saber que pretende “manter a linha editorial dos diferentes meios de comunicação social que detém e que passará a deter, bem como todos os profissionais que estejam dispostos a colaborar neste novo projeto”. Mas também “intensificar a criação de conteúdos de perfil exportador, tendo em vista a transposição para a legislação nacional da designada ‘diretiva Netflix’”, referiu a empresa de Paulo Fernandes em comunicado, no dia em que foi feito o anuncio preliminar da OPA.

Abaixo, conheça tudo o que vem no pacote. Incluindo alguns dados financeiros importantes sobre cada um dos negócios, no período de janeiro a junho (primeiro semestre).

1. Televisões

A televisão é o principal negócio do grupo Media Capital, através do qual a empresa explora receitas da publicidade ou da distribuição de canais no cabo, por exemplo. Ao comprar o grupo, a Cofina passará a controlar os canais TVI, TVI24, TVI Internacional, TVI Ficção, TVI África e TVI Reality.

O mais relevante do pacote é o canal generalista TVI, distribuído em sinal aberto em todo o país através da Televisão Digital Terrestre (TDT) e que durante vários anos permaneceu líder de audiências, um estatuto reconquistado este ano pela concorrente SIC, detida pela Impresa. Ainda assim, é o segundo canal mais visto do país, logo, um dos que tem maior influência junto da população portuguesa.

O segundo canal mais relevante da Media Capital é a TVI24, focado na informação e distribuído apenas na televisão por cabo. A par destes, a TVI Internacional tem como alvo a diáspora portuguesa, a TVI Ficção distribui alguns dos conteúdos mais populares produzidos pela Media Capital (já lá vamos), a TVI África é voltada para os países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP) e a TVI Reality exibe os reality shows comprados pelo grupo, entre os quais se destacou, por exemplo, a Casa dos Segredos.

Dados do negócio de televisão:

·        Receitas totais: 70,27 milhões de euros

·        Receitas com publicidade: 47,34 milhões de euros

·        Gastos operacionais: 61,53 milhões de euros

2. Rádios e música

Dizer que a dona do Correio da Manhã vai comprar a dona da TVI até pode parecer redutor, tendo em conta que o negócio também inclui a totalidade do grupo Media Capital Rádios (MCR) e, consecutivamente, estações como a Comercial, M80, Cidade FM, Smooth FM e Vodafone FM.

No que toca à Rádio Comercial, estamos a falar de uma estação generalista no topo das audiências em Portugal, jogando a liderança taco a taco com a concorrente RFM, do grupo Renascença Multimédia. As restantes estações apelam a diferentes nichos: a M80 foca-se sobretudo nos grandes clássicos dos anos 80, a Cidade FM foca-se nos jovens, a Smooth FM é uma estação de música jazz e a Vodafone FM é uma rádio que transmite apenas nos grandes centros urbanos de Lisboa, Porto e Coimbra. E não esquecer, por fim, a editora de música Farol.

Dados do negócio de rádio e música:

·        Receitas totais: 12,1 milhões de euros

·        Receitas com publicidade: 9,93 milhões de euros

·        Gastos operacionais: 6,32 milhões de euros

3. Produção audiovisual

A Plural é outra das joias da coroa da Media Capital, sendo um dos principais players nacionais no setor da produção audiovisual. É da Plural que sai a ficção nacional da TVI, nomeadamente as novelas, e mais recentemente também alguns concursos.

É também o segundo negócio que mais gera receitas no grupo e, na nova era do streaming, poderá mesmo vir a ser a “galinha dos ovos de ouro” da empresa, ambicionando produzir séries para plataformas como a Netflix.

Dados do negócio da produção audiovisual:

·        Receitas: 15,3 milhões de euros

·        Gastos operacionais: 16,6 milhões de euros

4. Marcas digitais

O “pacote” Media Capital inclui ainda uma série de negócios no mundo digital, agregados debaixo da subsidiária Media Capital Digital. São eles o portal IOL, o IOL Negócios, o TVI Player, o Mais Futebol, o Auto Portal, a Selfie e a plataforma de descontos Planeo, além dos sites da TVI e TVI24.

Dados do negócio no digital:

·        Receitas com publicidade: 1,89 milhões de euros

·        Outras receitas: 6,12 milhões de euros

·        Gastos operacionais: 7,3 milhões de euros

FONTE: https://eco.sapo.pt/2019/09/23/cofina-compra-tvi-e-muito-mais-o-que-vem-no-pacote/

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Isto vai originar um grupo de média gigante mesmo... Como nunca pensei vir a ver ver em Portugal. Líderes no papel, no digital, nas rádios, na TV por cabo (CMTV + TVI24 + TVI Ficção + TVI Reality em meses de Reality podem almejar os 10% de Share) e com uma TVI que no rumo certo pode erguer-se. 

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Com isto a Cofina (embora na designação actual) volta às rádios. Nos anos 90 havia uma Correio da Manhã Rádio (CMR) onde trabalhou o Markl. E era longe de ser "melhor, primeiro", pois era uma rádio tipo a RFM e não uma TSF da desgraça.

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Acho que em risco para além da TVI24 só está mesmo neste momento o MaisFutebol porque já existe o Record. De resto numa hipótese mais remota não sei se quererão duas rádios de nicho como a Vodafone e até a Smooth que não deverão dar prejuízo mas não têm praticamente publicidade.

Editado por canal7
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há 9 minutos, Franciscojrb disse:

Acham que deveria vir um BB2020 em setembro ou já em janeiro? Ou antes um Secret Story X? 

A vir um, eu preferia o SS. Percebo que o BB pudesse ter mais impacto por causa da nostalgia e de ser os 20 anos do BB1, mas eu acho o SS um formato superior e mais atrativo.

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