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miguelalex23

Vidago Palace

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RTP1 prepara série de época sobre os anos 30

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A estação pública vai estrear na segunda metade de 2016 uma série de época, com seis episódios, que vai chamar-se Vidago Palace.

A nova direção de programas e a administração da RTP tinham prometido mudanças para 2016 no que toca à produção de ficção levada a cabo pela televisão pública e os primeiros sinais começam agora a surgir. A RTP encomendou a Henrique Oliveira, autor e realizador de Mulheres de Abril, a trama recentemente nomeada para melhor série europeia de ficção num festival francês, um novo projeto de época, com seis episódios.

"Estou a pré-produzir um novo trabalho. Trata-se de uma minissérie de época com o nome de Vidago Palace. O projeto terá como pano de fundo, Portugal na década de 30. Vai coincidir com os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, quando a guerra civil espanhola tinha eclodido há uma semana. Por isso dá para perceber que é uma época fantástica. Além disso o local é absolutamente magnífico", contou o realizador à nossa publicação.

Ainda sem data definida para estrear, Henrique Oliveira adianta que será apenas no próximo ano que se vai poder acompanhar a história que vai produzir. "Começamos a filmar em abril ou maio de 2016 e penso que a estreia será para a grelha de setembro, outubro desse mesmo ano", revelou.

Quanto ao elenco, Henrique diz que ainda falta muito tempo e não fechou com todos os nomes, no entanto revela, para já, um. " Posso dizer um dos atores, que já é quase como se fosse um ator fetiche, meu amigo e companheiro de sempre, já trabalhou comigo em Major Alvega, por exemplo: António Cordeiro. Vai interpretar um descendente de um judeu e é um papel perfeito para ele".

De recordar que Virgílio Castelo, consultor de ficção da RTP, defende mudanças no modelo de produção de ficção feito pela televisão pública até ao momento. "A nova etapa da RTP no que diz respeito à ficção terá como base as palavras diversificação, alternativa e complementar. Tendo isto em conta vão deixar de haver novelas no prime time, a ficção que se vai passar a fazer será constituída por séries. Haverão várias séries, de vários géneros, com vários elencos, produtoras e autores", contou à nossa publicação no passado mês de julho, acrescentado que "a maior parte das produções só arrancam no próximo ano".

http://noticiastv.pt/atualidade/interior/rtp1_prepara_serie_de_epoca_sobre_os_anos_30_4734832.html

 
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Não vale a pena colocares a data de estreia porque isto é a rtp... não há nada certo. Mete apenas em produção.

Parece-me uma boa ideia mas são poucos episódios... era preciso criar uma linha de ficção histórica. Espero que haja outros projectos.

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Não vale a pena colocares a data de estreia porque isto é a rtp... não há nada certo. Mete apenas em produção.

Parece-me uma boa ideia mas são poucos episódios... era preciso criar uma linha de ficção histórica. Espero que haja outros projectos.

Era para meter "estreia em 2016", mas podia-se pensar que seria já para o início do ano.

É curioso haver coisas planeadas a longo prazo, mas para já ainda nada se sabe sobre o que irá ocupar o lugar de Beirais. Será que ainda vem uma outra série diária antes de uma aposta consistente numa linha de séries semanais?

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Uma gigante ovação à RTP. Infelizmente, nem sempre conseguem grandes elencos, o que é uma pena. 

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Era para meter "estreia em 2016", mas podia-se pensar que seria já para o início do ano.

É curioso haver coisas planeadas a longo prazo, mas para já ainda nada se sabe sobre o que irá ocupar o lugar de Beirais. Será que ainda vem uma outra série diária antes de uma aposta consistente numa linha de séries semanais?

As séries mais fáceis de produzir são as sitcoms e mais baratas por isso não me espantaria se surgir em breve algo nessa linha para o lugar de Beirais... mas espero que não seja no formato diário...

Uma gigante ovação à RTP. Infelizmente, nem sempre conseguem grandes elencos, o que é uma pena. 

Conseguem com algum esforço sendo uma produção mais pequena até conseguem conciliar com alguns actores que estejam numa novela... A dalila carmo fez os filhos do rock ao mesmo tempo que fazia o beijo do escorpião... embora ela não tivessem um papel de grande destaque na série.

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É curioso haver coisas planeadas a longo prazo, mas para já ainda nada se sabe sobre o que irá ocupar o lugar de Beirais. Será que ainda vem uma outra série diária antes de uma aposta consistente numa linha de séries semanais?

A RTP disse que não ia ter mais novelas - ou "séries diárias", como lhes queiramos chamar - mas as séries semanais de qualidade demoram tempo a preparar. É difícil arrancar uma linha de séries semanais antes de setembro de 2016 e até lá a RTP precisa de programas em horário nobre! Talvez se fique pelos concursos ou coisa parecida...

Vejam bem que esta série ainda é do tempo de Hugo Andrade/Alberto da Ponte e é financiada sobretudo pelo ICA...

 

 

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O Virgílio Castelo disse que queria já algumas séries a estrear no final do ano... que como eu disse poderão ser sitcoms por serem mais fáceis de produzir.

Estes podem ser projectos para setembro de 2016 mas convinha que em janeiro já houvesse novos conteúdos. Até porque o orçamento de 2016 já será inteiramente feito por esta administração por isso já terá em conta novos projectos.

Uma das mini série será o Pátio das Cantigas (a que se juntam os outros dois remakes).

Há ainda os Maias. Mas isto é tudo no campo das mini séries... convém que haja séries de maior duração.

Edited by pickles
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Mas isto é tudo no campo das mini séries... convém que haja séries de maior duração.

Na maior parte dos países, passam dois anos entre a apresentação do projeto de uma série a um canal de televisão e a estreia em televisão. Mesmo seguindo alguns atalhos, demora! :)

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Na maior parte dos países, passam dois anos entre a apresentação do projeto de uma série a um canal de televisão e a estreia em televisão. Mesmo seguindo alguns atalhos, demora! :)

Aqui não... porque as séries são gravadas em poucas semanas. Quanto mais rápido for a produção mais barato fica.

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Aqui não... porque as séries são gravadas em poucas semanas. Quanto mais rápido for a produção mais barato fica.

Estás a pensar em novelas ou em "séries diárias". São gravadas em estúdio e em multi-câmara, o que torna a produção muito mais rápida e barata, mas também de muito menor qualidade. Normalmente, gravam um episódio (ou mais) por dia.

Agora, uma série/minissérie "a sério", como esta Vidago Palace, precisa de pelo menos duas semanas para gravar cada episódio. É assim no mundo inteiro. Repara que esta tem apenas seis episódios, mas as gravações começam em abril e a estreia é só em setembro.

Já agora, eu sei estas coisas, porque trabalho neste tipo de produções :D

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Estás a pensar em novelas ou em "séries diárias". São gravadas em estúdio e em multi-câmara, o que torna a produção muito mais rápida e barata, mas também de muito menor qualidade. Normalmente, gravam um episódio (ou mais) por dia.

Agora, uma série/minissérie "a sério", como esta Vidago Palace, precisa de pelo menos duas semanas para gravar cada episódio. É assim no mundo inteiro. Repara que esta tem apenas seis episódios, mas as gravações começam em abril e a estreia é só em setembro.

Já agora, eu sei estas coisas, porque trabalho neste tipo de produções :D

Duas semanas cada episódio? isso era o sonho dos produtores aqui,  nos eua é que se fazem coisas assim... geralmente tens 3 a 4 dias aqui e vais com sorte embora dependa da quantidade de exteriores necessários pois são estes que geralmente ocupam mais tempo e provocam atrasos.

Aquela série da rtp Cidade Despida lembro-me de a Catarina Furtado ter dito que tiveram de gravar tudo em pouco mais de 4 semanas e eram 13 episódios...

Mas basta ver que o autor disse que iam gravar em Maio para a série estrear em setembro ou outubro, ou seja vão gravar tudo em poucas semanas o que levará depois mais tempo é a pós produção.

Edited by pickles
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Gosto muito da ideia. Agora a RTP1 não pode é falhar na promoção aos produtos, nem no planeamento de horários, dias, etc. É importante criar habituação e fidelização.

Fiquei muito satisfeito com as palavras do Virgílio, mas espero que não sejam mesmo meras palavras.

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Que bom! Uma série sobre os anos 30. Acho fantástica a primeira metade do século XX e é uma pena que não seja devidamente representada nas nossas televisões. A RTP, mais uma vez, dá um passo em frente. Foi uma época agitada a nível político e divertida a nível social (moda, pós-Primeira Grande Guerra, cultura de massas).

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Virgílio Castelo faz parte do elenco, segundo o Zapp.

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Ana Bustorff e Amélia Videira no elenco.

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35 minutos atrás, Ivo disse:

Ana Bustorff e Amélia Videira no elenco.

Bons nomes. se calhar mais nomes de mulheres de Abril estarão nesta trama.

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o que se falou é que só iria ser gravado em maio portanto até lá pouco mais deve surgir a n ser elenco.

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On 09/03/2016 at 14:22, pickles disse:

Ainda não há mais novidades sobre isto?

Saíram hoje novidades sobre isto. A RTP1 deu no "Jornal da Tarde" uma peça sobre isto e mencionou que será uma co-produção com a TV Galicia. :)

Edited by srcbica
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Notícia da Lusa (via Notícias ao Minuto):

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RTP e TV Galiza juntas em ficção que arranca com série romântica

Vidago Palace é a primeira coprodução de ficção entre Rádio e Televisão de Portugal (RTP) e a Corporación Radio e Televisión de Galicia (CRTVG) cujo protocolo foi hoje assinado, no Porto, entre as duas televisões públicas ibéricas.

"É uma série de ficção passada em [agosto de] 1936 no Vidago Palace. É uma história que tem como pano de fundo os hóspedes do hotel e que vai fazer uma panorâmica do que estava a acontecer naquele mês, porque isto é passado entre dia 01 e 15 de agosto de 1936, e portanto é contemporâneo com os Jogos Olímpicos de Berlim, com a Guerra Civil espanhola e com a inauguração do campo de golfe de Vidago", explicou aos jornalistas Henrique Oliveira, realizador e coprodutor da Vidago Palace.

As filmagens da série vão arrancar em outubro e novembro deste ano e as previsões é que a rodagem termine em janeiro ou fevereiro de 2017, informou Henrique Oliveira, satisfeito por ter sabido hoje que a produtora galega Portocabo já conseguiu vender a série de seis episódios (cada episódio tem 52 minutos) a um canal italiano (RAI) e a uma televisão polaca, o que "prova que já tem uma apetência internacional".

Vidago Palace é também uma história de amor impossível entre Carlota e Pedro, a filha dos condes de Vimieiro e um rececionista daquele hotel, que estão dispostos a todo o tipo de obstáculos para concretizar o seu amor, designadamente "aos desejos e interesses das suas famílias, às conveniências sociais, à cruel polícia da fronteira e até mesmo, uma guerra".

O idioma da série tem como base o português, mas também vai haver muito galego, até porque uma parte da história passa-se na Guerra Civil de Espanha e, por isso, vai haver atores galegos a falarem galego, adiantou o realizador, referindo que o elenco já está praticamente definido e que vai "ter novos talentos".

O administrador da RTP para a área dos conteúdos, Nuno Artur Silva, disse, por seu turno, que hoje em dia a "linguagem mais contemporânea" ou a "língua mais popular de todas" é a língua que vem através do audiovisual e, como tal, para a RTP a ficção é "o género nobre".

A "RTP tem uma aposta muito grande na ficção (...) para além das telenovelas e o caminho a fazer, devido ao problema de escala que somos um país pequeno, é certamente o caminho das coproduções", assumiu Nuno Artur Silva, referindo que a Vidago Palace é um "primeiro passo concreto" para o "aprofundamento das relações de coproduções na área do audiovisual" e para manter uma "velha amizade" que vem de "há muitos, muitos anos", recordou.

O diretor-geral da televisão galega (TVG), Alfonso Sánchez Izquierdo, assumiu que a míni série Vidago era projeto "economicamente muito importante" para trabalhar num terreno ainda por explorar que é o da coprodução ficcional.

A responsável pelos conteúdos da TVG, Montse Besada, considerou ainda que a série Vidago era uma oportunidade para unir as duas televisões ibéricas.

A reportagem da RTP: http://www.rtp.pt/noticias/cultura/rtp-e-tv-galiza-formalizam-protocolo-para-ficcao_v924191

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Estou curioso :)

"devido ao problema de escala que somos um país pequeno, é certamente o caminho das coproduções",

Mas isto não é um argumento válido, visto que a própria TVG faz séries mesmo galegas. O problema não é a escala nem o tamanho do país, é mais a falta de dinheiro e criatividade!

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há 4 horas, Ambrósio disse:

Estou curioso :)

"devido ao problema de escala que somos um país pequeno, é certamente o caminho das coproduções",

Mas isto não é um argumento válido, visto que a própria TVG faz séries mesmo galegas. O problema não é a escala nem o tamanho do país, é mais a falta de dinheiro e criatividade!

Troca a criatividade por vontade dos canais em exibir o que fuja ao tradicional que o publico gosta e que sabem que da audiencias. Apesar da falta de dinheiro, criatividade e vontade nã faltam aos produtores independentes e esses infelizmente tem normalmente as portas fechadas nas estações. E já agora faço votos, para que este acordo seja um caminho para vermos series como, Matalobos, Serramoura, Libro de Familia, Pazo de Familia,, Urxencia Cero, Casa Manola ou Padre Casares, entre outras, todas de muito boa qualidade que não desvirtuariam nem na 1 nem na 2.

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Conforme foi noticiado anteriormente pelo site A Televisão, a Rádio e Televisão de Portugal [RTP] e a Corporacion Rádio e Televisión de Galicia [CRTVG] vão produzir, em conjunto, uma nova série história. As gravações de Vidalgo Palace arrancam em outubro deste ano e prolongar-se-ão até ao primeiro trimestre de 2017.

Embora numa fase de pré-produção, a produtora galega Portocabo já fez saber que a série de seis episódios será, no próximo ano, exibida no mercado italiano e polaco. «É a prova que Vidalgo Palace tem uma apetência internacional», afirma o realizador Henrique Oliveira.

 

Com esta parceria, Vidalgo Palace vai contar com um elenco de atores portugueses e galegs, até porque parte da história centra-se na Guerra Civil de Espanha.

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