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Profissionais SIC


Ruben

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há 52 minutos, suus disse:

Claramente existiu alguma quezília que nós não sabemos entre aqueles dois.

 

O que existiu foi que o Daniel percebeu que a Cristina queria o lugar dele e depois do Balsemão. Facto. Ela própria disse há dias que é muito mais interessante ter poder sobre uma grelha inteira do que um único programa. 

Sendo consultora na SIC ela era ouvida e chamada a reuniões. Tinha poder de influenciar mas não de dar a última palavra. Certamente há registos, atas, assinaturas da presença dela a exercer esse cargo, logo o argumento da justa causa fica ainda mais patético. 

Só de pensar que a SIC chegou ao cúmulo de ter um pivot de um noticiário a exibir uma gravata com a cara da Cristina. :clown:

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Edited by BlueScorpion
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há 8 minutos, Peters92 disse:

Claro que tá defendendo, não tenha problemas em assumir. Seu post atrás foi carregado de emoção, como que isso não é parcial?

Tal como o meu é daqueles que ficaram com odiozinho por ela kkkkkkkk. É tudo fun and games.

E mais que formado em ciência política, você é um baita de um neoliberal, né não? :mosking:

Não sou tão cruel assim para me dizer neoliberal, nem tão lunático o suficiente para ser marxista. Qualquer coisa ali no meio...

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há 1 hora, BlueScorpion disse:

O que existiu foi que o Daniel percebeu que a Cristina queria o lugar dele e depois do Balsemão. Facto. Ela própria disse há dias que é muito mais interessante ter poder sobre uma grelha inteira do que um único programa. 

Sendo consultora na SIC ela era ouvida e chamada a reuniões. Tinha poder de influenciar mas não de dar a última palavra. Certamente há registos, atas, assinaturas da presença dela a exercer esse cargo, logo o argumento da justa causa fica ainda mais patético. 

Só de pensar que a SIC chegou ao cúmulo de ter um pivot de um noticiário a exibir uma gravata com a cara da Cristina. :clown:

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Acho que foi logo aqui que o Daniel lhe cortou as pernas... Tanta coisa que não faz sentido, as pessoas mudam tanto quando o sinal vermelho está ligado!!!

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há 6 horas, Da ni el disse:

Não quero estar aqui a ser o comunista de serviço, mas aplicando isto à vida real, dos nosso empregos medíocres, é uma grande sacanice eu dar a ganhar a uma empresa mais do dobro daquilo que eu recebo.  Lucro significa ganho para além do investimento feito pela empresa. É literalmente legítimo apresentar em tribunal este argumento, porque é verdade. Qualquer um de nós pode perfeitamente rescindir um contrato de trabalho com uma empresa que nos pague um valor e saltar para outra que nos pague mais. É assim que funciona no mundo real, desde que sejam cumpridos os prazos legais, que é 30 dias, julgo eu. Vocês dizem aqui que ela não cumpriu prazos, mas ela saiu em julho e vem entrar na TVI em setembro, não importa o que diga nas redes sociais. Se ela deu a ganhar à SIC 20 milhões em dois anos de contrato, o investimento com foi mais do que ultrapassado em lucro, nisto a Cristina tem razão.

Estou aqui mais a defender o direitos dos trabalhadores do que propriamente a Cristina, porque isto dá que pensar do estado do mundo do trabalho em Portugal. Espero que ela não tenha que pagar um tostão à SIC para servir de exemplo a todos nós para exigirmos salários que merecemos. 

Não é argumento justificativo em tribunal nenhum. Como já disse, tens os clubes de futebol e os responsáveis por marcas designer, como exemplo mais óbvio em como existe um fosso tremendo entre empregado versus lucro empresarial.

Quanto a poderes rescindir contrato e ires para outra empresa, é perfeitamente possível. Desde que cumpras as letras miudinhas e os prazos legais, ou então pagares as indemnizações. A Cristina não cumpriu os 30 dias de pré-aviso, ela foi descoberta pelo Daniel e na segunda feira estava a aparecer na tvi. Só por isto sabemos que vai ter de pagar indemnização, porque é assim que a lei funciona. Fora o resto.

Estás a defender os direitos dos trabalhadores? Mas a Cristina era alguma coitada a ser explorada?  :gathering:

Edited by campo-praia
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há 2 horas, campo-praia disse:

Não é argumento justificativo em tribunal nenhum. Como já disse, tens os clubes de futebol e os responsáveis por marcas designer, como exemplo mais óbvio em como existe um fosso tremendo entre empregado versus lucro empresarial.

Quanto a poderes rescindir contrato e ires para outra empresa, é perfeitamente possível. Desde que cumpras as letras miudinhas e os prazos legais, ou então pagares as indemnizações. A Cristina não cumpriu os 30 dias de pré-aviso, ela foi descoberta pelo Daniel e na segunda feira estava a aparecer na tvi. Só por isto sabemos que vai ter de pagar indemnização, porque é assim que a lei funciona. Fora o resto.

Estás a defender os direitos dos trabalhadores? Mas a Cristina era alguma coitada a ser explorada?  :gathering:

Factos

Os contratos no futebol têm regras específicas que são diferentes a lei geral do trabalho... 

Aviso prévio que conta, se o Daniel já sabia ou não não importa. Só servia para efeito contrário, ser despedida por justa causa. 

Especulações sobre perdas de contratos publicitarios, audiência não é possível quantificar, pelas diferentes variáveis que não dependem dos próprios

 

 

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há 22 minutos, Ru22 disse:

Factos

Os contratos no futebol têm regras específicas que são diferentes a lei geral do trabalho... 

Aviso prévio que conta, se o Daniel já sabia ou não não importa. Só servia para efeito contrário, ser despedida por justa causa. 

Especulações sobre perdas de contratos publicitarios, audiência não é possível quantificar, pelas diferentes variáveis que não dependem dos próprios

 

 

Factos?  :gathering:

A única coisa diferente num contrato de futebol que interessa para este caso é o facto de terem cláusulas de rescisão. Que já agora, os jogadores são obrigados a pagar se rasgarem o contrato que têm. Tens o exemplo dos jogadores do sporting que acharam que levar nos cornos servia para rescindir por Justa Causa, mas foi considerado rescisão ilícita. Que se saiba, a Tina não esteve envolvida em nenhuma coisa pior, não tem argumentos.

O aviso prévio só conta a partir da data em que é recebido pela entidade patronal, o que não foi o caso se o Daniel descobriu porque alguém se chibou do que ela andava a fazer. E volto a repetir, apareceu na segunda-feira seguinte na TVI. Não houve período de espera nenhum. Os prazos existem para não prejudicar as empresas e os trabalhadores, conforme a parte contrária a quem rasga o contracto unilateralmente.

É claro que é possível quantificar as perdas publicitárias. Por exemplo os anunciantes que vieram com  a Cristina, comparações dos programas nas manhãs com antes e depois, e etc. O prospecto das obrigações da SIC também vai entrar porque ela é dada como garantia por lá, e sabe-se mais o quê. Eu nem sabia a das obrigações, já mete bancos e empréstimos, é um imbróglio que nem é bonito.

Edited by campo-praia
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há 1 hora, campo-praia disse:

Factos?  :gathering:

A única coisa diferente num contrato de futebol que interessa para este caso é o facto de terem cláusulas de rescisão. Que já agora, os jogadores são obrigados a pagar se rasgarem o contrato que têm. Tens o exemplo dos jogadores do sporting que acharam que levar nos cornos servia para rescindir por Justa Causa, mas foi considerado rescisão ilícita. Que se saiba, a Tina não esteve envolvida em nenhuma coisa pior, não tem argumentos.

O aviso prévio só conta a partir da data em que é recebido pela entidade patronal, o que não foi o caso se o Daniel descobriu porque alguém se chibou do que ela andava a fazer. E volto a repetir, apareceu na segunda-feira seguinte na TVI. Não houve período de espera nenhum. Os prazos existem para não prejudicar as empresas e os trabalhadores, conforme a parte contrária a quem rasga o contracto unilateralmente.

É claro que é possível quantificar as perdas publicitárias. Por exemplo os anunciantes que vieram com  a Cristina, comparações dos programas nas manhãs com antes e depois, e etc. O prospecto das obrigações da SIC também vai entrar porque ela é dada como garantia por lá, e sabe-se mais o quê. Eu nem sabia a das obrigações, já mete bancos e empréstimos, é um imbróglio que nem é bonito.

"Tenham noção"  

"Factos

Os contratos no futebol têm regras específicas que são diferentes a lei geral do trabalho... 

Especulações sobre perdas de contratos publicitarios, audiência não é possível quantificar, pelas diferentes variáveis que não dependem dos próprios" 

 

 

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3 minutes ago, Faded said:

Eu acho que a Cristina se está a cag*ar tanto para a SIC como para a TVi. Ela anda à procura de reconhecimento e mais poder. Até podia ser na CMTV ou no Porto Canal. Não é uma uqestão de canais, mas sim de PODER.

Discordo.  Podemos a achar o que quisermos sobre a Cristina, mas o que é claro é que ela adora fazer TV ! Adora tanto que saiu da TVI porque não lhe davam liberdade suficiente para criar conteudos para TV.   Ela adorou criar o seu programa na SIC, juntamente com a sua equipa, e criou algo nunca antes visto na TV portuguesa - um talkshow com cenário e identidade mais próximos dos talkshows norte-americanos de grande produção.

E mesmo quando ela estava na TVI, foi a pessoa responsável por dinamizar e renovar o formato do "Dança com as Estrelas", inclusivé deu-se ao trabalho de ir a Espanha assistir a como eles produzem o formato lá, para trazer melhores ideias para a versão portuguesa.

Isto não são comportamentos de uma mulher que "apenas quer poder" e "tanto faz que seja na TVI, SIC, CMTV ou Porto Canal".  :no: Obviamente que na CMTV ou Porto Canal ela nunca teria os orçamentos necessários para criar os grandes programas de entretenimento ou de ficção que ela tanto gosta de desenvolver e produzir com sucesso, por isso não são opções para ela. Mesmo que lhe oferecessem 10 milhões por ano para dirigir a CMTV, duvido que ela aceitasse se fosse para manter a programação básica de notíciários sensacionalistas e talkshows lowcost e trabalhar com baixo orçamento de programação.

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há 18 minutos, Faded disse:

Eu acho que a Cristina se está a cag*ar tanto para a SIC como para a TVi. Ela anda à procura de reconhecimento e mais poder. Até podia ser na CMTV ou no Porto Canal. Não é uma uqestão de canais, mas sim de PODER. E vcs que romantizam a ideia de que ela "ama " a TVI, fazem-me rir. :riso:

Eu não acho que ela ama a TVI. É óbvio que ela só voltou à TVI porque lhe deram mais poder do que aquele que ela tinha na SIC.

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Bem que achismo que aqui vai... Eu não vou "achar" muita coisa, apenas dizer que atualmente muitos dos profissionais de televisão são prestadores de serviços e não trabalhadores das empresas pelas quais dão a cara e por isso os pré-avisos, e outros pressupostos que aqui já mencionaram da lei geral de trabalho não se aplicam.

Aliás, muitos dos profissionais têm empresas criadas e são essas empresas que estabelecem a relação contratual com os canais ou produtoras. Isto é, a empresa "Apresentador X" faz um contrato com o "canal Y", em que se compromete a fornecer em exclusividade  os serviços de apresentação nas condições definidas pelo contrato. À semelhança de um contrato que uma empresa faz com outra para obter os mais variados serviços, por exemplo: jurídicos, limpeza, manutenção de infraestruturas, telecomunicações, etc.

Este tipo de relação contratual traz por vezes complicações legais. Por exemplo, já foi reportado que formalmente a Cristina Ferreira não ia ser a Diretora de Programas porque essa pessoa tem que ser funcionária da empresa (provavelmente será o Nuno Santos) e a Cristina não ia ter essa relação contratual com a TVI. Quando o José Alberto de Carvalho deixou de ser diretor de informação também foi referido numa notícia qualquer que o mesmo ia deixar de ser empregado da TVI para passar a ter um contrato de prestação de serviços (só seria funcionário para estar registado formalmente como diretor de informação da empresa).

Algo semelhante em que o formal e o real não batem certo é a direção da revista dela, em que formalmente não pôde ser a diretora da mesma porque não tem (atualmente) carteira de jornalista.

Edited by zent
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há 4 horas, campo-praia disse:

Não é argumento justificativo em tribunal nenhum. Como já disse, tens os clubes de futebol e os responsáveis por marcas designer, como exemplo mais óbvio em como existe um fosso tremendo entre empregado versus lucro empresarial.

Quanto a poderes rescindir contrato e ires para outra empresa, é perfeitamente possível. Desde que cumpras as letras miudinhas e os prazos legais, ou então pagares as indemnizações. A Cristina não cumpriu os 30 dias de pré-aviso, ela foi descoberta pelo Daniel e na segunda feira estava a aparecer na tvi. Só por isto sabemos que vai ter de pagar indemnização, porque é assim que a lei funciona. Fora o resto.

Estás a defender os direitos dos trabalhadores? Mas a Cristina era alguma coitada a ser explorada?  :gathering:

O fosso entre salário e lucro é gigante em empresas que não dependem só de uma pessoa. Parece que a SIC depende exclusivamente da Cristina, ao apresentar o argumento de que perdeu mais lucro do que aquele que o grupo Imprensa tem apresentado nos últimos anos. 

Os contratos dos jogadores de futebol têm cláusulas de rescisão. No mundo da televisão ainda não existe isso, quando existir estas situações já são prevenidas. Não havendo, a pessoa pode legitimamente rasgar contrato. Acho interessante tu falares em prazos, neste caso. A Cristina literalmente só começa a trabalhar na TVI no dia 1 de setembro, ela atualmente não tem contrato com nenhuma estação, porque, lá está, está em período de transição. Ela não apareceu na antena na TVI na segunda-feira, como tu estás a querer dizer. Isso não é factual como tu queres dar a entender. O que ela posta nas redes sociais são isso mesmo: postas de pescada, não tem valor nenhum. Tu achas mesmo que a Cristina ia ser ignorante ao ponto de não consultar uma equipa de advogados antes de cair em qualquer esparrela fácil, como esse argumento dos prazos legais? 

Again, estava mais a falar numa perspetiva empresarial do que propriamente da Cristina Ferreira, ela não é nenhuma coitada, mas estava a pegar no caso dela para falar de uma coisa mais geral. 

E já cansei de falar do assunto. Para rematar, só dizer que não tenho pena nenhuma nem da parola milionária CF, nem do milionário elitista Balsemão. É-me literalmente indiferente o que se passa nas vidas deles, nunca vou estar numa situação de privilégio como ambos estão, de maneira que acho ridículo estar a defender uma posição ou outra com tanta paixão. O que eu ontem quis fazer neste tópico foi dar argumentos que vos retirassem um pouco dessa bolha narrativa que leio aqui de que a SIC é a vítima e a Cristina é a vilã. Gostava que vissem que o mundo não é preto e branco e há aqui várias nuances que as vossas paixões não estão a deixar ver. A Cristina não agiu de ânimo leve, sem consultar com a sua equipa jurídica os prós e contras, ela é demasiado calculista para agir de outra forma. Provavelmente é legítimo apresentar justa causa por não ter tido o cargo e o poder que lhe foi prometido e por dar a ganhar muito mais dinheiro do que aquele que lhe davam a ganhar. Obviamente, ela também esteve mal em todo o processo, porque eticamente devemos cumprir todos os contratos que assinamos. No entanto, a SIC vir dizer que perde estes milhões por causa de uma pessoa não deixa de ser ridículo, quando, por exemplo, o cenário do programa continua a ser utilizado, quando o número de telefone do passatempo continua a ser utilizado (eles chegam a dizer que perdem chamadas de valor acrescentado com a saída dela, como se ela tivesse levado o telefone da empresa ou whatever - como é possível provar que as pessoas ligam mais quando é a Cristina a dizer para elas ligarem e não outra pessoa? Esse é um argumento demasiado refutável). Claro que a SIC também tem toda a legitimidade para tentar rever algum dinheiro com este mediatismo todo - e é isso que estão a fazer. 

Pessoalmente, como gosto de pessoas ambiciosas e corajosas, torço para que a Cristina acabe por ganhar neste assunto. Porque, mais uma vez, ela foi desvalorizada. Foi desvalorizada na TVI e agora voltou a ser na SIC - na primeira não lhe davam atenção para controlar um único programa que seja, na segunda literalmente não lhe deram o poder que ela, uma pessoa que literalmente foi responsável pela machadada final da SIC na recuperação da liderança de audiências, achava que merecia. O Daniel Oliveira, que também começou com um programa de sucesso e eventualmente chegou à direção da estação, devia ter tido a humildade para reconhecer o valor que a Cristina Ferreira significa para toda uma empresa e não só para um programa de televisão. Não reconheceu, desvalorizou-a, como a TVI havia feito anteriormente, e perdeu esse ativo. É o  que é! Boa sorte para todos, já gastei muitas forças nessa discussão e não ganho nada para perder mais tempo com isto :lol: só espero que tentem olhar para a imagem geral e não se foquem em ver um dos lados da questão. Chega de viver na bolha da SIC/ TVI/ Cristina. 

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há 2 horas, Ru22 disse:

"Tenham noção"  

"Factos

Os contratos no futebol têm regras específicas que são diferentes a lei geral do trabalho... 

Especulações sobre perdas de contratos publicitarios, audiência não é possível quantificar, pelas diferentes variáveis que não dependem dos próprios" 

 

 

 

Desculpa lá, mas as tuas observações não têm fundamento, por mais voltas ao português que dês.

O argumento original era sobre o empregado ganhar muito menos do que dava a ganhar ao empregador, então podia rasgar contratos por Justa Causa. Ninguém pode fazer uma coisa dessas em lado nenhum, e dei o exemplo de jogadores de futebol e designers de alta-costura por serem exemplos tão óbvios de como tal não é possível.

Quanto aos contratos publicitários, se foram feitos para "O Programa da Cristina", como é que não depende dela? LOL.

há 1 hora, zent disse:

Bem que achismo que aqui vai... Eu não vou "achar" muita coisa, apenas dizer que atualmente muitos dos profissionais de televisão são prestadores de serviços e não trabalhadores das empresas pelas quais dão a cara e por isso os pré-avisos, e outros pressupostos que aqui já mencionaram da lei geral de trabalho não se aplicam.

Toda a gente tem de apresentar pré-aviso de rescisão de contrato, excepto em período experimental e trabalhadores independentes (ou recibos verdes).

 

há 58 minutos, Da ni el disse:

 Tu achas mesmo que a Cristina ia ser ignorante ao ponto de não consultar uma equipa de advogados antes de cair em qualquer esparrela fácil, como esse argumento dos prazos legais?

TLDR. Estou fartinha de levar com postas de pescada sobre questões legais de malta que nem o IRS deve fazer sozinha. Nem nunca disse que a indemnização pedida seria apenas os prazos. alguns de vocês é que encarrilharam aí e não largam o osso.

Mas respondo apenas a esta parte, porque é dos argumentos mais... enfim.  Acho. Acho que a Cristina seja completamente ignorante sobre questões legais, ou pelo menos mais ignorante que os advogados do departamento jurídico da SIC (ou que raio eles contrataram para o efeito). Não acho nada esquisito achar que profissionais do sector saibam mais que ela sobre esse mesmo sector.

 

Edited by campo-praia
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15 minutes ago, campo-praia said:

Desculpa lá, mas as tuas observações não têm fundamento, por mais voltas ao português que dês.

O argumento original era sobre o empregado ganhar muito menos do que dava a ganhar ao empregador, então podia rasgar contratos por Justa Causa. Ninguém pode fazer uma coisa dessas em lado nenhum, e dei o exemplo de jogadores de futebol e designers de alta-costura por serem exemplos tão óbvios de como tal não é possível.

Quanto aos contratos publicitários, se foram feitos para "O Programa da Cristina", como é que não depende dela? LOL.

Toda a gente tem de apresentar pré-aviso de rescisão de contrato, excepto em período experimental e trabalhadores independentes (ou recibos verdes).

 

A questão é que muitos deles não trabalham para o canal/produtora, seja como funcionário ou trabalhador independente. Trabalham sim para a sua empresa pessoal que foi criada e essa empresa é que providencia o serviço, é uma espécie de outsourcing, e portanto o problema contratual é entre empresas e não entre empresa e trabalhador.

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há 9 minutos, zent disse:

A questão é que muitos deles não trabalham para o canal/produtora, seja como funcionário ou trabalhador independente. Trabalham sim para a sua empresa pessoal que foi criada e essa empresa é que providencia o serviço, é uma espécie de outsourcing, e portanto o problema contratual é entre empresas e não entre empresa e trabalhador.

O sumo da questão não tem diferenças.

 

Edited by campo-praia
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Just now, campo-praia said:

O sumo da questão não tem diferenças.

 

A diferença essencial, e assumindo que este é modelo usado pela Cristina e SIC,  a trabalhadora Cristina Ferreira não rompeu o contrato de trabalho com a empresa CF , ela continuará a ser trabalhadora da mesma. A empresa CF é que terá deixado de fornecer o serviço contratado à SIC SA, e portanto não se aplica o código do trabalho, nem os artigos inscritos nele como por exemplo o "Artigo 400.º - Denúncia com aviso prévio".

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