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TDT - Televisão Digital Terrestre


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há 11 horas, Nogueiraa03 disse:

O concurso para concessão da TDT acontece quanto tempo antes do fim do atual? Eu não me admirava que a MEO renova-se só para manter a concorrência longe. Era de lamentar..

Não sei quando acontecerá, o que faria sentido é que fosse antes para permitir a transição para o novo dono/ concessão da TDT.

Mas neste país não me admira que deixem o processo arrastar.

A Altice ja disse que não quer continuar na TDT e só não venderam as torres dos emissores da TDT porque foram impedidos quando venderam as torres de telecomunicações moveis à OMETEL (agora CELNEX que comprou a OMETEL).

A TDT pelos vistos é para ir morrendo lentamente o que é pena podia e devia ser uma plataforma de transmissão de conteúdos gratuitos de qualidade para quem não pode ou não quer aceder a TV paga.

Infelizmente Portugal é um.dos países com maior taxa de TV paga.

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Esperemos não ter de esperar até 2030 para virem mais canais...

Bem, umas primeiras impressões. Com a crise económica e a aparente falta de interessados no anterior caderno de encargos para os dois canais privados (a ideia de um de desporto e outro de informação, que parecia já ter caído há algum tempo), o Governo parece que vai desistir do concurso para já. Para não perder a face e cumprir a promessa de dois novos canais na TDT, surgem estas duas soluções de recurso. A RTP África é uma solução a custo "zero", e para todos os efeitos é um canal que tamb

Sou contra a presença dos serviços internacionais da RTP na TDT nacional pelo simples motivo de que não servem o público nacional. A RTP Internacional não é feita para quem vive em Portugal, mas sim para a diáspora portuguesa ou falantes de português lá fora. Faz zero sentido estar na TDT e ainda por cima com os custos que isso acarreta. O BE devia parar um bocadinho para pensar antes de enviar este tipo de propostas à pressa.

Em entrevista ao Diário de Notícias, Alexandre Fonseca (CEO da MEO), fala sobre a TDT:

Citação

Vamos à TDT. O vosso contrato de concessão termina em 2023. Há algum desenvolvimento para a RTP África entrar no TDT? E com este ambiente regulatório será mais difícil vocês concorrem à concessão?
A TDT, como é sabido, é um trabalho que Altice tem vindo a fazer de alguns anos a esta parte, indo muito para além daquilo que são as obrigações contratuais. O contrato previa uma cobertura por antena, chamada cobertura terrestre, com as antenas normais, em 85% do território e 15% em cobertura complementar, ou seja, satélite. Hoje estamos a dar 95% do território com antena e 5% em satélite, portanto, estamos muito para além daquilo que são as nossas obrigações. Mas este é um contrato que, do ponto de vista financeiro é muito oneroso para a Altice Portugal. Nós já o dissemos. E, acima de tudo, porque há ano e meio houve um corte unilateral - este é um contrato entre a Altice Portugal e o Estado e um terceiro, a ANACOM, não fazendo parte do contrato, decidiu cortar 15% ao contrato. Unilateralmente. Nunca explicou porquê, nunca disse porquê, disse só porque sim, porque eu quero, com a sua atitude prepotente e disse é assim. E o contrato tornou-se ainda mais gravoso do ponto de vista financeiro para a Altice Portugal. Nós continuamos a cumprir todos os indicadores, escrupulosamente. Todos os indicadores operacionais a que somos obrigados. Agora, de facto, este é um contrato que, para nós, traz-nos problemas do ponto de vista financeiro. Nós voluntariamente, e foi fruto do trabalho na altura da minha equipa de Engenharia, quando eu tinha área tecnológica desta casa, foi aí que nós redefinimos de forma também unilateral em termos de nossa proposta, mas depois sempre com o envolvimento do Governo, redefinimos o ecossistema do TDT. E foi nessa altura que foi possível incluir a RTP Memória e também a RTP3 dentro do panorama, sem onerar o contrato, ou seja, nós com a mesma infraestrutura, com o mesmo espetro, do ponto de vista radioelétrico, conseguimos garantir que colocávamos mais dois canais e ainda espaço para outros dois, ou seja, se quisermos nós alargámos o TDT a mais quatro canais sem qualquer custo para a erário público. É preciso dizer-se isto. Fruto só do trabalho de engenharia de Altice Portugal. Colocámos isto à disposição do Governo. Já lá vão dois anos. Dois desses quatro slots, desses quatro espaços foram ocupados pela RTP 3 e pela RTP Memória e os outros dois têm, desde então, estado disponíveis. E nós estamos ansiosamente à espera de que eles sejam ocupados. Porque é uma das poucas formas que existe de tentar garantir que contrato não é assim tão negativo para Altice Portugal. Aparentemente há planos, há projetos para introduzir esses novos canais, está a ser discutido, não há datas concretas, pelo menos que nós as conheçamos. Nós estamos disponíveis e iremos fazê-lo. Agora sobre a continuidade, é evidente nós estamos a dois anos, dois anos e qualquer coisa do fim deste contrato e, por tudo aquilo que eu acabei de dizer, e também acima de tudo mais uma vez o nosso regulador ter mudado as regras do jogo a meio do jogo, como foi o caso do TDT, nós manifestamos na altura a nossa muito dificuldade, a nossa grande dificuldade em podermos vir a dar continuidade ao projeto do TDT. Portanto, neste momento não vou fechar portas, mas, obviamente, que a tendência que temos hoje quando olhamos para o contrato é de uma muito provável não continuidade do TDT com a Altice Portugal envolvida. Não sei se haverá outro ou não. Às vezes critica-se ah e tal a antiga Portugal Telecom foi quem ganhou o concurso do TDT, por isto e por aquilo. Então a Portugal Telecom foi a única entidade que respondeu. É preciso às vezes as pessoas porem isso em perspetiva. É que mais ninguém respondeu, mais ninguém disse eu vou fazer isso. E, portanto, hoje nós somos a entidade que presta esse serviço, mas olhando para o futuro nós não sabemos, de facto, se faz sentido continuar. Provavelmente não faz sentido continuar no mesmo modelo. Mas também verdade tem que ser dita, o senhor Secretário de Estado da Comunicação Social e do Audiovisual já encetou contactos em que nós também já fomos envolvidos para um estudo sobre aquilo que será o futuro do TDT. Acho muito bem, acho que essa é atitude certa, a esta distância criar esse mecanismo, estudar as soluções alternativas e nós, e certamente os outros operadores também, queremos fazer parte da solução e não parte de um potencial problema. Estamos a discutir ou iremos discutir, quando formos chamados nesse fórum para definir o futuro do TDT.

Com este discurso acabo por perceber que a culpa da TDT ser assim não é da Altice..

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7 hours ago, Nogueiraa03 said:

Em entrevista ao Diário de Notícias, Alexandre Fonseca (CEO da MEO), fala sobre a TDT:

Com este discurso acabo por perceber que a culpa da TDT ser assim não é da Altice..

A história está muito simplificada também...

A história de que não houve outros concorrentes é parcialmente verdade. A vertente paga da TDT teve um outro concorrente, que perdeu. Contudo, a PT pouco depois de ganhar e assim que a empresa concorrente desistiu de contestar o concurso deixou de ter interesse na TDT paga e devolveu a concessão sem que tenha sido implementado o que quer que seja.

No caso da TDT gratuita, houve vários concorrentes que manifestaram interesse mas acabaram por não participar. A empresa que mais se manifestou foi a Sonaecom que acusou o concurso de estar feito à medida da PT e nenhuma outra empresa tinha hipótese de vencer. A própria TVI, com a RETI, era apontada como concorrente e como possível parceira da Airplus TV (empresa concorrente à TDT paga) mas à última hora acabou por vender a rede à PT, por alegadamente ir ficar com uma rede inútil por ser certo que a TDT ia ficar nas mãos da PT.

Quanto ao preço pago, a Altice tem razão no facto de o contrato ter sido alterado a meio. Contudo, a questão surgiu na sequência dos canais generalistas protestarem por estarem a pagar por todo o espectro do MUX, quando não seria suposto. Isto é, o MUX, era suposto ter um maior número de canais, nomeadamente o quinto canal e o canal HD, e cada canal pagaria apenas o espaço necessário para ser emitido e não o espaço total a dividir pelos canais com emissão.

Quanto à cobertura, há várias questões mas focando apenas nos valores mencionados. O contrato estabelece de facto um valor mínimo para a cobertura terrestre mas estabelece um valor total (100%) de cobertura. O facto de a Altice ter uma cobretura terrestre superior aos 85% é positivo, mas também não é por a Altice ser assim tão simpática... Isto porque quando não há cobertura terrestre a Altice é obrigada a providenciar o serviço por satélite e tem comparticipar parte do custo extra do consumidor. Ou seja, ter a maior cobertura terrestre possível é do interesse da Altice por tem menos custos do que fornecendo o mesmo serviço por satélite e a PT/Altice sempre dificultou ao máximo o recurso ao satélite por parte dos consumidores.

Edited by zent
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@zent Discordo no que dizes sobre a cobertura. O serviço satélite corre sob a plataforma que a Meo usa para o seu serviço satélite, para a Altice é mais barato distribuir os canais TDT no satélite do que no terrestre, pelo simples facto de ser um serviço necessário para os clientes Meo satélite, por outras palavras, é algo que se destina a um serviço e que é aproveitado para outro, os custos são sim do lado dos utilizadores TDT satélite, só uma daquelas boxes custa se não me engano 70€, para a altice é igual.

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44 minutes ago, Tuor said:

@zent Discordo no que dizes sobre a cobertura. O serviço satélite corre sob a plataforma que a Meo usa para o seu serviço satélite, para a Altice é mais barato distribuir os canais TDT no satélite do que no terrestre, pelo simples facto de ser um serviço necessário para os clientes Meo satélite, por outras palavras, é algo que se destina a um serviço e que é aproveitado para outro, os custos são sim do lado dos utilizadores TDT satélite, só uma daquelas boxes custa se não me engano 70€, para a altice é igual.

Tens razão na questão de não ter um custo acrescido com difusão por satélite pelo facto de assentar sobre o serviço MEO satélite que já têm. Contudo, o custo que referes ser dos utilizadores é na verdade da Altice. Segundo o contrato de concessão, o acesso dos utilizadores à TDT por satélite deve ser comparticipado pela Altice devidos aos custos acrescidos face à TDT terrestre.

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  • 2 months later...
há 5 horas, Nogueiraa03 disse:

Supostamente amanhã a emissão do Estudo Em Casa Secundário chega ao fim. Será que substituem com o RTP África?

Não. Amanhã não vai entrar o sinal da RTP África na posição do EEC Secundário, se é o que estás a perguntar.

A RTP África, quando entrar, deve ter uma campanha de lançamento e uma data anunciada. E provavelmente terá uma nova posição criada para ela. O EEC Secundário ou é desligado ou fica com a emissão fechada até Setembro, se regressar.

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Segundo este post do Facebook, hoje esteve disponível, no site da TDT, a informação de que a RTP África ocuparia a posição 9 em Portugal e 10 na Madeira e Açores. Entretanto foi removido...

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20 minutes ago, Nogueiraa03 said:

Segundo este post do Facebook, hoje esteve disponível, no site da TDT, a informação de que a RTP África ocuparia a posição 9 em Portugal e 10 na Madeira e Açores. Entretanto foi removido...

Pesquisando no Google, por enquanto, ainda dá para ver que de facto houve uma referência à RTP África no site.

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On 11/07/2021 at 15:16, Televisão 10 disse:

O canal EEC Secundário ainda tem emissão, uma imagem fixa com o logótipo.

Acabou-se a discoteca, pois não passam músicas. :cryhappy:

Voltou a música. Discoteca de volta. :music: :dj:

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há 34 minutos, Televisão 10 disse:

Voltou a música. Discoteca de volta. :music: :dj:

é real o canal de música da tdt :riso_fatima: mas só passa música ambiente né?

e vai ficar ali sem emissão até setembro?! Nascerá daqui o Canal do Conhecimento?

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há 3 minutos, Nogueiraa03 disse:

é real o canal de música da tdt :riso_fatima: mas só passa música ambiente né?

e vai ficar ali sem emissão até setembro?! Nascerá daqui o Canal do Conhecimento?

Sim, só passa música ambiente. 

Acredito mais que venha a RTP África, do que o inútil Canal do Conhecimento.

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  • 2 weeks later...

Opinião do Ferro Rodrigues...

https://eco.sapo.pt/2021/07/23/ferro-rodrigues-defende-mais-meios-para-a-rtp/

[quote]

Sobre o futuro da TDT, um “instrumento de coesão social”, recordou que foi criado um grupo de trabalho para o efeito. A televisão digital terrestre (TDT), cujo contrato com a Altice termina em dezembro de 2023, tem “um custo significativo para a RTP”, apontou. Se todos os canais da RTP ficarem na plataforma TDT, o custo irá aumentar.

O grupo de trabalho está estudar “possíveis soluções alternativas, ou não, para um contrato que termina em 2023, referiu, salientando que tem que continuar a haver serviço gratuito de televisão.

[/quote]

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  • 2 weeks later...
On 20/01/2021 at 21:17, LP 98 disse:

No caso português, tenho entendido que só fornecem uma parabólica no caso do sinal não chegar em condições ao local onde se pretende colocar TDT. Nesse caso, um técnico dirige-se ao dito local para comprovar que o mesmo fica de facto numa zona com sinal muito fraco ou mesmo inexistente (a chamada "zona de penumbra").

 

On 20/01/2021 at 23:13, JDaman disse:

Acho que começaram a abrir excepções nos últimos anos, muito porque certas zonas que não eram sombra eram-no maior parte das vezes, mesmo com verificação técnica. Contudo não é algo plenamente liberalizado, como se vê noutros países. Na Alemanha só precisas de comprar o cartão descodificador se quiseres ver os canais privados em HD. Tudo o resto está em aberto. No Reino Unido tens o Freesat que funciona com qualquer receptor e sem ser necessário cartão descodificador e podes sintonizar quando te der na real gana.

Por cá as generalistas até se podiam juntar para algo do género, mas se já nem as operadoras pagas se entendem para poupar espaço no Hispasat e acabar com canais duplicados, quanto mais termos os canais em aberto a entenderem-se para criar um Freesat português.

Só não entendi esta questão de "TV à cabo gratuito" em prédios europeus. Seria uma espécie de CATV (a mesma antena por servir todo o prédio)?

Enquanto isto, no Brasil, discute-se a TDT 3.0 para 2023! Pergunto se o upgrade da TDT portuguesa não poderia acompanhar algo parecido:

Os testes de laboratório e de campo da TV 3.0 começaram esta semana. É um novo sistema de TV aberta, desenvolvido pelo Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre, o SBTVD, instituição ligada ao governo federal.
A TV 3.0 vai trazer inúmeras melhorias na experiência do telespectador, entre elas: mais qualidade de som e imagem, conteúdo mais segmentado geograficamente e de acordo com o perfil do telespectador, e uma integração ainda mais transparente entre TV aberta e Internet. Para o coordenador do Fórum SBTVD, Luiz Fausto, o novo sistema vai mudar a forma como assistimos TV atualmente.

Uma das tecnologias que vão ser estudadas é a 5G Standalone Broadcast, desenvolvida pela fabricante de equipamentos Qualcomm. O projeto substitui o sistema de broadcast usado atualmente, que transmite o mesmo sinal para múltiplas casas por outro, que envia conteúdos específicos para os usuários.

Além do projeto da Qualcomm, o Brasil recebeu propostas de outras 20 organizações de diferentes países, em resposta a uma chamada internacional publicada em 2020.
Com essas novas tecnologias se espera mais avanços na cobertura da TV Digital no Brasil.

Se os testes forem aprovados, o novo sistema de TV Digital deve começar a funcionar a partir de 2023.

https://olhardigital.com.br/2021/07/08/videos/tv-3-0-saiba-como-vai-ser-a-proxima-fase-da-tv-digital-no-brasil/

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QUALCOMM PROPÕE USO DA 5G PARA TRANSMISSÃO DE TV ABERTA TERRESTRE

Tecnologia pode ser utilizada sobre a infraestrutura atual de radiodifusão, afirma executivo da fabricante de chips

A fabricante de chips Qualcomm tem projeto para fazer da 5G não apenas uma tecnologia celular, mas também um padrão utilizado por emissoras de TV aberta em todo o mundo para transmitir programação. A empresa desenvolveu o que chama de 5G Standalone Broadcast, e cuja padronização está sendo feita pela entidade global 3GPP.

Segundo Francisco Soares, vice-presidente de relações governamentais da Qualcomm para a América Latina, a tecnologia pode ser utilizada tanto por radiodifusores, quanto por operadoras de telefonia móvel, para irradiar sinais de TV.

No caso dos radiodifusores, seria utilizado o espectro que eles já detém, de 600 MHz, e também a infraestrutura de torres. No caso das operadoras, as transmissões se dão no espectro da rede móvel, como 3,5 GHz.

O grande diferencial do sistema proposta reside na capacidade de trocar o “broadcast”, ou seja, transmissão de uma torre para múltiplos lares, pelo modelo “unicast”, de transmissão “um para um”. Ou seja, cada device pode receber um conteúdo específico a partir da mesma frequência. Com isso, exemplificou, fica mais simples restringir a cobertura de uma programação a uma cidade.

Para o executivo, a tecnologia também encerra de vez as disputas pelo uso dos whitespaces, as frequências livres de radiodifusão em diferentes áreas do país, por trazer eficiência à alocação do espectro disponível. Ele participou de painel do evento online Streaming Brasil, realizado pelo site Teletime, nesta terça-feira, 27.

TECNOLOGIA SOB ANÁLISE DO FÓRUM SBTVD

A proposta da Qualcomm concorre com outras soluções que visam aperfeiçoar a TV aberta no Brasil. O Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre selecionou o padrão da empresa para realização de pilotos do que batizou de TV 3.0 ao longo de 2021.

Mas há outras tecnologias na disputa da terceira geração de TV aberta. O SBTVD também analisa as tecnologias Advanced ISDB-T, padrão japonês próximo ao atual padrão brasileiro, o ATSC 3.0, modelo norte-americano, e o DTMB-A, chinês. Todos estes também integram os pilotos do Fórum para tecnologias de transmissão, previstos para terminarem na segunda metade do ano.

https://www.telesintese.com.br/qualcomm-propoe-uso-da-5g-para-transmissao-de-tv-aberta-terrestre/

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há 12 minutos, PierreDumont disse:

 

Só não entendi esta questão de "TV à cabo gratuito" em prédios europeus. Seria uma espécie de CATV (a mesma antena por servir todo o prédio)?
 

Exacto. Uma operadora assina um acordo com a gestora do condomínio do prédio e a operadora fornece o sinal do pacote básico em todo o prédio. É uma forma que algumas construtoras arranjaram para acabar com as antenas nos prédios, por "questões estéticas".

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há 2 minutos, JDaman disse:

Exacto. Uma operadora assina um acordo com a gestora do condomínio do prédio e a operadora fornece o sinal do pacote básico em todo o prédio. É uma forma que algumas construtoras arranjaram para acabar com as antenas nos prédios, por "questões estéticas".

Sim, pelo menos no Grande Porto é muito comum.

Edited by canal5
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há 24 minutos, Nogueiraa03 disse:

@PierreDumontestá um bocado confuso o que querem eles fazer. Como é que os conteúdos chegavam à casa do utilizador? Box com cartão 5G?

Isto ainda não ficou claro para mim. Mas, pelo que puder ler em sítios especializados, a ideia seria a seguinte: ceder a Banda UHF (470-700 MHz) para o 5G e o futuro 6G e, em troca disto, os canais de Televisão passariam a emitir através dentro do sinal 5G. 

Funcionaria assim: o emissor usaria um transmissor da rede telemóvel e emitiria o sinal como se fosse uma emissão IPTV de mão única em uma via segregada da rede de dados (como os serviços móveis da Polícia, por exemplo). O receptor apanharia o sinal, mais robusto e versátil, e o telespectador poderia interagir com a plataforma. O "zapping" seria feito através de aplicativos. Ao ver isto, lembro-me dos serviços interativos da DirecTV e da Sky há vinte anos. O problema seria o canal de retorno (do espectador à estação). Na DirecTV e Sky era feito por linha telefônica convencional. Creio que, neste caso, seria por conexão de Internet. 

No vídeo abaixo temos o antigo mosaico da Sky Brasil em dezembro de 1997. Percebam o ícone amarelo acima do logotipo da SporTV, ele se movia e se você apertasse a bolinha amarela do comando em cima do logotipo do canal, o descodificador já te levava ao canal. Pelo que entendi, seria assim que o zapping seria feito. Mais tarde (2001), adicionariam outras possibilidades como jogos eletrônicos e videotexto digital para a Globo News

Abaixo temos um comercial da DirecTV e seus múltiplos serviços interativos (correio eletrônico, banco 24hs, previsão do tempo, etc). 

Serviço interativo da operadora canadiana Videoway em 1994:
 

 

Edited by PierreDumont
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há 7 horas, canal5 disse:

Sim, pelo menos no Grande Porto é muito comum.

Há também alguns prédios "mais recentes" na minha zona onde fizeram isso. Até era suposto o apartamento onde a minha irmã esteve na altura dos estudos ter uma solução do género, mas não foi para a frente.

Contudo, é preciso dizer que isto não substitui a obrigatoriedade dos condomínios cederem o sinal terrestre a quem vive no prédio se for pedido, mas como há o rebuçado de uns quantos canais sem se pagar nada disso, ninguém tende a reclamar.

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