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há 11 horas, carioquins disse:

eu naum lhe bou botar, porque eu naum boto em merda

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Amando a noite de copos em Peniche com a Sandra e Gisela. É para onde eu vou embebedar-me se o Chega tiver 50 deputados no dia 10 de março. 

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há 15 minutos, Patiño disse:

Amando a noite de copos em Peniche com a Sandra e Gisela. É para onde eu vou embebedar-me se o Chega tiver 50 deputados no dia 10 de março. 

GURL SAME :triste_teresa::triste_teresa::triste_teresa:

 

EU vou-me m-word :manas::manas::manas:

Editado por D23
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agora mesmo, D23 disse:

GURL SAME :triste_teresa::triste_teresa::triste_teresa:

 

EU vou-me m-word :manas::manas::manas:

E também vou parar na autoestrada para agredir se alguém no carro disser "O meu pai (militante do Chega) quer dar-te um abraço!" 

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há 7 horas, Patiño disse:

E também vou parar na autoestrada para agredir se alguém no carro disser "O meu pai (militante do Chega) quer dar-te um abraço!" 

Não votas Chega porque "não gostas sexo". :olhos:

Editado por Duarte com D
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On 02/02/2024 at 11:31, D23 disse:

Eu também não acho isso, mas meter o CHEGA no poder seria como voltar aos tempos do Salazar, porque o partido defende muitas coisas que só se passavam no tempo do Salazar. E é preocupante o facto de haver tanto jovem que vai votar pela primeira vez, a pensar votar na extrema-direita. O CHEGA praticamente não fala dos eu programa eleitoral.

Não concordo contigo. Se o Chega chegasse ao poder, não íriamos voltar ao Estado Novo - nem de longe nem de perto; para isso, era preciso que o partido tivesse propostas sólidas, bem definidas, estruturadas. Olho para o Chega e vejo um barco há deriva, que não sabe bem o que defende; um partido populista, cujo objetivo máximo não é conseguir propostas governativas de qualidade, mas conseguir votos a qualquer custo. Do regime de Oliveira Salazar, só têm mesmo o "escudo" conservador. Até o nacionalismo louco em 1933 era mais bem estruturado. O Chega é um vazio completo de ideias, é uma nódoa política. André Ventura é um boçal, longe de ser verdadeiramente carismático. Lidera um partido popular junto dos jovens graças ao tiktok (desculpem-me, mas isto é patético). Se um dia o Chega conseguisse efetivamente formar governo, viveríamos um período de surpreendente anarquia e a corrupção aumentava imenso. Essas são duas certezas que tenho.

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há 13 minutos, Guida disse:

Não concordo contigo. Se o Chega chegasse ao poder, não íriamos voltar ao Estado Novo - nem de longe nem de perto; para isso, era preciso que o partido tivesse propostas sólidas, bem definidas, estruturadas. Olho para o Chega e vejo um barco há deriva, que não sabe bem o que defende; um partido populista, cujo objetivo máximo não é conseguir propostas governativas de qualidade, mas conseguir votos a qualquer custo. Do regime de Oliveira Salazar, só têm mesmo o "escudo" conservador. Até o nacionalismo louco em 1933 era mais bem estruturado. O Chega é um vazio completo de ideias, é uma nódoa política. André Ventura é um boçal, longe de ser verdadeiramente carismático. Lidera um partido popular junto dos jovens graças ao tiktok (desculpem-me, mas isto é patético). Se um dia o Chega conseguisse efetivamente formar governo, viveríamos um período de surpreendente anarquia e a corrupção aumentava imenso. Essas são duas certezas que tenho.

Exatamente. Dificilmente iriamos voltar ao Estado Novo, mas sinceramente não consigo vislumbrar como seria o país com o Chega no poder, não consigo mesmo. Mas acho que algumas leis mais progressistas poderiam ser revogadas como as do aborto e algumas LGBT.

Mas também não pensem que o país iria estar em muito melhores mãos com o BE ou PCP no poder....

Editado por D91
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há 2 horas, Guida disse:

Não concordo contigo. Se o Chega chegasse ao poder, não íriamos voltar ao Estado Novo - nem de longe nem de perto; para isso, era preciso que o partido tivesse propostas sólidas, bem definidas, estruturadas. Olho para o Chega e vejo um barco há deriva, que não sabe bem o que defende; um partido populista, cujo objetivo máximo não é conseguir propostas governativas de qualidade, mas conseguir votos a qualquer custo. Do regime de Oliveira Salazar, só têm mesmo o "escudo" conservador. Até o nacionalismo louco em 1933 era mais bem estruturado. O Chega é um vazio completo de ideias, é uma nódoa política. André Ventura é um boçal, longe de ser verdadeiramente carismático. Lidera um partido popular junto dos jovens graças ao tiktok (desculpem-me, mas isto é patético). Se um dia o Chega conseguisse efetivamente formar governo, viveríamos um período de surpreendente anarquia e a corrupção aumentava imenso. Essas são duas certezas que tenho.

O Chega é apenas um partido de direita populista. Não é de extrema-direita e muito menos é fascista. O Ergue-te sim, pode-se considerar como um verdadeiro partido de extrema-direita, felizmente a sua expressão é residual. 

Esta ideia que se criou na sociedade portuguesa, de que o Chega é a reencarnação do Estado Novo, tem sido na realidade alimentada pela propaganda socialista. Com um único objetivo, enfraquecer a direita moderada, nomeadamente o PSD de modo a eternizar o PS no poder.

E infelizmente tem dado resultado. Basta ver o que aconteceu em 2022, em que bastou o Costa acenar com o bicho papão, para muita gente ir a correr votar no PS. Resultado: maioria absoluta. O PNS está a seguir a mesma estratégia, quase todos os dias fala do Chega, mas quero acreditar que desta vez os portugueses não vão cair na ratoeira.

Contudo, apesar de não considerar o Chega uma ameaça à democracia, é obvio que o André Ventura ao longo destes anos já teve afirmações bastante condenáveis.

Editado por Figo
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há 1 hora, Figo disse:

O Chega é apenas um partido de direita populista. Não é de extrema-direita e muito menos é fascista. O Ergue-te sim, pode-se considerar como um verdadeiro partido de extrema-direita, felizmente a sua expressão é residual. 

Esta ideia que se criou na sociedade portuguesa, de que o Chega é a reencarnação do Estado Novo, tem sido na realidade alimentada pela propaganda socialista. Com um único objetivo, enfraquecer a direita moderada, nomeadamente o PSD de modo a eternizar o PS no poder.

E infelizmente tem dado resultado. Basta ver o que aconteceu em 2022, em que bastou o Costa acenar com o bicho papão, para muita gente ir a correr votar no PS. Resultado: maioria absoluta. O PNS está a seguir a mesma estratégia, quase todos os dias fala do Chega, mas quero acreditar que desta vez os portugueses não vão cair na ratoeira.

Contudo, apesar de não considerar o Chega uma ameaça à democracia, é obvio que o André Ventura ao longo destes anos já teve afirmações bastante condenáveis.

Também não posso concordar com o que escreveste. Então um partido que perfilha ideais racistas, anti-emigração e anti-progresso não é de extrema-direita? Um partido que coloca em causa o documento basilar da nossa democracia, a *Constituição*, não é de extrema-direita? Claro que é. E não sou eu que o digo, nem os comentadores, nem os jornalistas. É a ciência política. Qualquer partido que coloque em causa a nossa democracia liberal, é extremista, sim.

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há 1 hora, Figo disse:

O Chega é apenas um partido de direita populista. Não é de extrema-direita e muito menos é fascista. O Ergue-te sim, pode-se considerar como um verdadeiro partido de extrema-direita, felizmente a sua expressão é residual. 

Esta ideia que se criou na sociedade portuguesa, de que o Chega é a reencarnação do Estado Novo, tem sido na realidade alimentada pela propaganda socialista. Com um único objetivo, enfraquecer a direita moderada, nomeadamente o PSD de modo a eternizar o PS no poder.

E infelizmente tem dado resultado. Basta ver o que aconteceu em 2022, em que bastou o Costa acenar com o bicho papão, para muita gente ir a correr votar no PS. Resultado: maioria absoluta. O PNS está a seguir a mesma estratégia, quase todos os dias fala do Chega, mas quero acreditar que desta vez os portugueses não vão cair na ratoeira.

Contudo, apesar de não considerar o Chega uma ameaça à democracia, é obvio que o André Ventura ao longo destes anos já teve afirmações bastante condenáveis.

Eu já li muita coisa burra na Internet, mas estas do "o Chega não é um partido de extrema-direita" conseguem sempre ser do mais burro que leio.

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há 9 horas, Figo disse:

O Chega é apenas um partido de direita populista. Não é de extrema-direita e muito menos é fascista. O Ergue-te sim, pode-se considerar como um verdadeiro partido de extrema-direita, felizmente a sua expressão é residual. 

Esta ideia que se criou na sociedade portuguesa, de que o Chega é a reencarnação do Estado Novo, tem sido na realidade alimentada pela propaganda socialista. Com um único objetivo, enfraquecer a direita moderada, nomeadamente o PSD de modo a eternizar o PS no poder.

E infelizmente tem dado resultado. Basta ver o que aconteceu em 2022, em que bastou o Costa acenar com o bicho papão, para muita gente ir a correr votar no PS. Resultado: maioria absoluta. O PNS está a seguir a mesma estratégia, quase todos os dias fala do Chega, mas quero acreditar que desta vez os portugueses não vão cair na ratoeira.

Contudo, apesar de não considerar o Chega uma ameaça à democracia, é obvio que o André Ventura ao longo destes anos já teve afirmações bastante condenáveis.

Figo, afirmar que o Chega não é de extrema-direita, quando há um Ergue-te é a mesma coisa que afirmar que o PCP não é extrema esquerda, quando há um MRPP.

A estratégia do PS não deixa de ser, então, válida. É a mesma estratégia que mantém o Macron na presidência francesa. Perante um Les Repúblicains que não consegue voltar a ser relevante, Marine com a sua Front National tornou-se a principal opositora e com isso a garantia de vitória de Macron. O PS, fazendo do Ventura seu principal opositor, e vice-versa, torna-o a imagem sacralizada de que eles são a salvação da democracia e o centro de agregação de votos para a extrema-direita não chegar ao poder. A estratégia do PS pode sair-lhe cara apenas e somente se a direita em conjunto ganhar as eleições, porque aí o PS passa a ter poder de decisão entre permitir a existência de uma geringonça de direita, com toda a consequência do povo finalmente ver que o Estado Novo não volta, da mesma maneira que o povo viu que não nos tornámos um país soviético-like com a geringonça de esquerda, e permitir um bloco central, podendo continuar com o discurso de que teve de ser assim para o Chega não ter poder.

Editado por srcbica
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Entre a possibilidade de mudança e a certeza da continuação da mediocridade a afundar o país, eu sei claramente qual prefiro.

Meus amigos, são + de 20 anos disto.

Só não vê quem é cego e quem se recusa a ver.

Se o PS ganhar as eleições daqui a poucos anos este país vai estar minado de estrangeiros sem qualquer tipo de controle (já está) e os portugueses, jovens, vão todos dar de frosques daqui pra fora (que também já está a acontecer).

Infelizmente ainda há muita gente que não tem noção do estado em que este país se encontra.

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há 1 hora, D91 disse:

Pronto, satisfeito? Agora não volte a dizer que se vai suicidar ou emigrar se o PS vencer, senão chamo o Hernani! 

Triste não existir esquerda à esquerda do PS nos Açores. 

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Por este andar e tendo em conta que o partido mais votado dificilmente elege nos circulo de compensação... o PSD vai ficar na mão do Chega.... que provavelmente vai eleger 2 ou 3 deputados.

dito isto... vai ficar tudo na mesma mas desta vez com o psd a ganhar... mas sem maioria e dependente agora praticamente só so chega... :x

Editado por AndreRob
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É mesmo o tempo da direita, Bloco perdeu 1 deputado nos Açores e CDU não elegeu por 84 votos.

Não sei o que vai acontecer dia 10 de Março, mas o que vejo é mesmo uma viragem à direita em Portugal como já não se via desde 2011, o que não me surpreende face ao PS ter feito asneira, especialmente de 2019 para cá, e a esquerda nunca mais ter recuperado alguma base eleitoral e uma identidade concreta desde que assinou os acordos em 2015. O Paulo Raimundo é uma "nulidade" enquanto líder, e a Mariana Mortágua embora seja boa deputada, não é uma pessoa empática nem afectuosa, e é um bocado sofrível quando finge ser...

Continuo a achar que o Chega só vai parar de crescer quando for poder, e aí as pessoas verão a incapacidade técnica e política dos quadros do partido no poder, e como muitas das propostas políticas dificilmente serão cumpríveis, vai ser uma bandalheira total. 

Por enquanto, vi que hoje começam os debates na televisão.

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há 27 minutos, Patiño disse:

O Paulo Raimundo é uma "nulidade" enquanto líder

Acho que a escolha dele para secretário-geral não foi a mais feliz. De um Jerónimo de Sousa, líder carísmático, para alguém que grande parte das pessoa fora do partido não conhecem. João Ferreira era a escolha óbvia que não se concretizou.

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há 12 minutos, ComicSansOnSteroids disse:

Acho que a escolha dele para secretário-geral não foi a mais feliz. De um Jerónimo de Sousa, líder carísmático, para alguém que grande parte das pessoa fora do partido não conhecem. João Ferreira era a escolha óbvia que não se concretizou.

Ainda bem que escolheram o Paulo Raimundo para ver se o PCP deixa de ter representação parlamentar :apaga:

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