ATVTQsV Postado 30 de março Postado 30 de março há 3 minutos, miguelalex23 disse: O novo rodapé, também com uma das pontas arredondadas. Assim com as cores da RTP 1 parece a MEO 5 1 Citar
User3468 Postado 30 de março Postado 30 de março há 10 minutos, miguelalex23 disse: O novo rodapé, também com uma das pontas arredondadas. Espero que seja igual para todos os canais. Caso contrário, não faz sentido usar a cor da RTP na RTP1 e usar, por exemplo, a cor da RTP2 no canal. Citar
Unrav Postado 30 de março Postado 30 de março Logos horríveis, restante grafismo entre o bom e o aceitável. O rebrand teria ficado mais barato se não tivessem tocado nos logos. Paga, povo. 4 Citar
User3468 Postado 30 de março Postado 30 de março Não sei se viram o separador de entrada da emissão da RTP Notícias na RTP Açores. Está na linha de design dos separadores de produção da RTP. Algo simples e bonito. Citar
Post Popular paups Postado 30 de março Post Popular Postado 30 de março há 11 horas, paups disse: uma conta nova a gozar com a RTP por não ter dado save Para a posterioridade: 24 Citar
User3468 Postado 30 de março Postado 30 de março (editado) A RTP+ passou para RTP Solidária. RTP Solidária que fica com a cor da antiga RTP Internacional. No A Nossa Tarde, confirmaram que o novo design demorou ano e meio a ficar concluído. E, através destas imagens, volta a ficar reforçado que os logotipos estavam finalizado desde janeiro do ano passado. Declarações sobre a inclusão da marca RTP nas rádios: Spoiler Confrontada com a contestação, Marina Ramos recusa o rótulo da uniformização. “A uniformidade tem um lado que é o de tornar tudo igual. Nós não estamos a tornar tudo igual. Nós estamos a dar mais força à marca principal do serviço público que é a RTP, Rádio e Televisão de Portugal”, explica, preferindo falar em dar coerência entre as “variadíssimas” marcas. Dá o exemplo do online da RTP que trabalha com notícias de rádio, da televisão e da redação online. “A Antena 1 desapareceu? Não desapareceu. A Antena 1 é uma marca fortíssima. Sobretudo é uma rádio de palavra, uma rádio onde a principal missão 1 é mesmo informar. A Antena 1 não perde nem perde identidade, nem perde importância”, argumenta ainda. Pelo contrário, a responsável assegura que a rádio sai a ganhar ao “estar debaixo da marca de serviço público que é a mais forte e que nos abarca a todos”. “Somos todos RTP. Os da rádio, os da televisão, os do digital e as áreas corporativas e de suporte… Somos todos RTP.Dar maior importância à RTP não só não menoriza todas as outras marcas que vêm a seguir, como lhes dá força”, defende. “Não estamos a tirar autonomia a ninguém. Estamos a dar força a cada marca da RTP”, considera. Sobre a controversa Casa das Notícias, sublinha que “nesse grande investimento de construção, a ideia é que a rádio, a televisão e o digital trabalhem fisicamente mais perto. E que falem mais, que os diferentes meios do serviço público falem mais uns com os outros”. No entanto, assegura que “não há nenhum projeto de fusão. Não deixam de haver jornalistas de televisão e jornalistas de rádio”. “O projeto da Casa das Notícias pretende que, do ponto de vista da produção de notícias para o consumidor, sejamos mais fortes e mais eficientes. Mas isso não tira nenhum grau de autonomia nem à rádio, nem ao digital e nem à televisão“, concretiza. “Acredito e até compreendo que este duplo projeto em curso da Casa das Notícias e da arquitetura de marca, que por desconhecimento, apesar de muita explicação que tem sido dada, que ainda cause alguma desconfiança nalgumas mentes. Não há razão para isso”, argumenta. Carlos Coelho sobre o rebranding concretiza que “é normal surgirem movimentos contestatários quando estamos a falar de uma empresa desta dimensão que toma um caminho mais orientado, mais claro“. “Estes projetos, ao contrário do que se pode pensar, são muito aprofundados numa fase inicial para que possamos ir construir este edifício com alicerces muito fortes”, defende. Na auscultação, recebeu opiniões que diziam “não faz sentido as marcas estarem de costas voltadas. Temos tanto talento na RTP no seu todo” e “precisamos de uma marca mãe agregadora e unificadora de todos os canais, antenas e plataformas”. “Este é o cimento do projeto. Este é aquilo que permitiu tomar estas decisões de construir uma estrutura que aposta na marca RTP em todas as suas frentes”, destaca. O responsável rejeita a ideia de perda de identidade das rádios. “Aliás, se assim fosse, então chamaríamos como a BBC, RTP Rádio 1, Rádio 2 ou Rádio 3. Mantivemos RTP Antena 1, RTP Antena 2, RTP Antena 3. Nessa perspetiva, podíamos ter ido mais longe. Ou seja, tínhamos essa segurança conceptual de o fazer e tínhamos modelos de benchmarks europeus dos congéneres que têm seguido praticamente todo esse caminho”, aponta. “O caminho também, do ponto de vista técnico, é fácil de explicar, ou seja, face à complexidade e à multiplicidade de marcas, não é possível gerir tanta diversidade de todos os aspetos, quer da gestão objetiva do mercado, quer depois do ponto de vista interno em termos de meios”, exemplifica. “Não se trata de acharmos a rádio menor em relação à televisão. Se assim fosse, porque não consideramos que seja, então neste casoestamos mesmo a equalizar. Estamos a dizer que é RTP onde for Portugal e onde quer que seja a forma como se está a expressar”, resume. “Ser de qualquer das rádios e pertencer à RTP é uma força, não é uma fraqueza. Agregá-las mais, aproximá-las mais, pô-las ‘debaixo da marca mãe’ do serviço público é dar-lhes força”, sublinha, por sua vez Marina Ramos. “Precisamos da rádio, precisamos da televisão, precisamos destas plataformas digitais numa marca forte que representa Portugal“. “Gostaria que ficasse claro que não foi de ânimo leve que tomámos este tipo de decisões, ou propusemos, no caso da Ivity”, conclui Carlos Coelho. Recorde-se que o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, refutou “totalmente a ideia que possa haver um projeto de fragilização da RTP”, embora tenha recusado comentar o pedido de suspensão do processo por este não depender do Governo. Declarações sobre o trabalho e o investimento feito na nova imagem: Spoiler A renovação da imagem gráfica, cuja mudança foi inaugurada às seis da manhã desta segunda-feira, esteve a cargo da Ivity Brand Corp. Já a produção dos separadores e peças televisivas esteve a cargo da Direção de Imagem e Inovação. Os jingles de rádio também sofreram alterações. O valor do contrato com a IvityBrandCorp é de 70 mil euros (publicado no Portal Base em janeiro), a que se juntam 19 mil euros para a realização da campanha de comunicação da RTP Notícias. Marina Ramos esclarece que o investimento foi diluído ao longo de dois anos e acomodado no orçamento regular do departamento. “Gerimos por prioridades. A RTP não tem mais dinheiro e não descobriu nenhum poço de petróleo”, nota. A responsável faz questão de separar o custo do design do “enorme” investimento em novas câmaras, led walls e estúdios físicos levado a cabo pela Direção de Imagem e Inovação, no âmbito da RTP Notícias. “O investimento estava quase parado há muitos anos. Houve, aqui no ano passado, um esforço de investimento grande para a renovação dos estúdios e isso sim, custa dinheiro”. “Este projeto [de rebranding] é uma brincadeira de crianças ao pé de uma renovação tecnológica de um estúdio”, ilustra. Como prova de que o investimento tem retorno, a diretora aponta o primeiro canal a adotar a nova imagem. “Nós olhamos seis meses depois e a RTP Notícias tem audiências mais relevantes”, destaca, medindo assim o impacto das mudanças estéticas, de programação e de estúdio iniciadas em outubro. A diretora recorda que a antiga designação “RTP3” não indiciava tratar-se de um canal informativo, tendo sido adotado um “nome de categoria, um nome que fosse óbvio, e que aliás é o que acontece se formos para o mundo, para os canais de notícias. Temos duas ou três alternativas, não temos mais”. Carlos Coelho reforça que a agência praticou preços abaixo do mercado e recusa o rótulo de gasto desnecessário. O último rebranding dos canais da RTP datava de 2016. “A RTP é a única entidade que tem como responsabilidade ouvir o país inteiro. Ouvir as diferenças, estar onde está Portugal. Não é comparável [com uma SIC e TVI]. Investir nesse património, que é um legado de Portugal, é alguma coisa que me dá segurança na empresa. Ficaria mais preocupado se a empresa estivesse parada”, explica. “Nós, cidadãos, devíamos estar preocupados era que uma empresa pública não fizesse o seu trabalho de renovação”, conclui. Editado 30 de março por User3468 11 Citar
miguelalex23 Postado 30 de março Postado 30 de março De uma forma geral, bom trabalho da Direção de Imagem e Inovação da RTP. Sobre os logotipos e as mudanças de nome das rádios, continuo a não gostar. 11 Citar
Unrav Postado 30 de março Postado 30 de março há 47 minutos, User3468 disse: A RTP+ passou para RTP Solidária. RTP Solidária que fica com a cor da antiga RTP Internacional. Amo. Parecem gifs da web 1.0 de 1997 - not Citar
Honeymoon Postado 30 de março Postado 30 de março há 1 hora, User3468 disse: Carlos Coelho reforça que a agência praticou preços abaixo do mercado e recusa o rótulo de gasto desnecessário. O último rebranding dos canais da RTP datava de 2016 Esta frase que insistem em dizer irrita-me. O que era preciso na RTP era um refresh aos grafismos, à identidade visual, não simplesmente mandar uma logomarca distinguível e extremamente reconhecida para o lixo. Era necessário renovar a identidade, não destruir a identidade visual. Ter um símbolo reconhecido por toda a população não é algo nada fácil. Não sou designer, nem de longe nem de perto, mas acho que havia muito por onde pegar sem destruir a identidade da RTP. Dou, no entanto, os meus parabéns à Direção de Imagem e Inovação da RTP, que construíram visuais brilhantes e dinâmicos, isso era o que realmente era necessário para atualizar. Vamos ver quanto tempo vai durar esta nova imagem. 6 Citar
canal5 Postado 30 de março Postado 30 de março há 1 hora, User3468 disse: A RTP+ passou para RTP Solidária. RTP Solidária que fica com a cor da antiga RTP Internacional. No A Nossa Tarde, confirmaram que o novo design demorou ano e meio a ficar concluído. E, através destas imagens, volta a ficar reforçado que os logotipos estavam finalizado desde janeiro do ano passado. Declarações sobre a inclusão da marca RTP nas rádios: Spoiler - mostrar conteúdo oculto Confrontada com a contestação, Marina Ramos recusa o rótulo da uniformização. “A uniformidade tem um lado que é o de tornar tudo igual. Nós não estamos a tornar tudo igual. Nós estamos a dar mais força à marca principal do serviço público que é a RTP, Rádio e Televisão de Portugal”, explica, preferindo falar em dar coerência entre as “variadíssimas” marcas. Dá o exemplo do online da RTP que trabalha com notícias de rádio, da televisão e da redação online. “A Antena 1 desapareceu? Não desapareceu. A Antena 1 é uma marca fortíssima. Sobretudo é uma rádio de palavra, uma rádio onde a principal missão 1 é mesmo informar. A Antena 1 não perde nem perde identidade, nem perde importância”, argumenta ainda. Pelo contrário, a responsável assegura que a rádio sai a ganhar ao “estar debaixo da marca de serviço público que é a mais forte e que nos abarca a todos”. “Somos todos RTP. Os da rádio, os da televisão, os do digital e as áreas corporativas e de suporte… Somos todos RTP.Dar maior importância à RTP não só não menoriza todas as outras marcas que vêm a seguir, como lhes dá força”, defende. “Não estamos a tirar autonomia a ninguém. Estamos a dar força a cada marca da RTP”, considera. Sobre a controversa Casa das Notícias, sublinha que “nesse grande investimento de construção, a ideia é que a rádio, a televisão e o digital trabalhem fisicamente mais perto. E que falem mais, que os diferentes meios do serviço público falem mais uns com os outros”. No entanto, assegura que “não há nenhum projeto de fusão. Não deixam de haver jornalistas de televisão e jornalistas de rádio”. “O projeto da Casa das Notícias pretende que, do ponto de vista da produção de notícias para o consumidor, sejamos mais fortes e mais eficientes. Mas isso não tira nenhum grau de autonomia nem à rádio, nem ao digital e nem à televisão“, concretiza. “Acredito e até compreendo que este duplo projeto em curso da Casa das Notícias e da arquitetura de marca, que por desconhecimento, apesar de muita explicação que tem sido dada, que ainda cause alguma desconfiança nalgumas mentes. Não há razão para isso”, argumenta. Carlos Coelho sobre o rebranding concretiza que “é normal surgirem movimentos contestatários quando estamos a falar de uma empresa desta dimensão que toma um caminho mais orientado, mais claro“. “Estes projetos, ao contrário do que se pode pensar, são muito aprofundados numa fase inicial para que possamos ir construir este edifício com alicerces muito fortes”, defende. Na auscultação, recebeu opiniões que diziam “não faz sentido as marcas estarem de costas voltadas. Temos tanto talento na RTP no seu todo” e “precisamos de uma marca mãe agregadora e unificadora de todos os canais, antenas e plataformas”. “Este é o cimento do projeto. Este é aquilo que permitiu tomar estas decisões de construir uma estrutura que aposta na marca RTP em todas as suas frentes”, destaca. O responsável rejeita a ideia de perda de identidade das rádios. “Aliás, se assim fosse, então chamaríamos como a BBC, RTP Rádio 1, Rádio 2 ou Rádio 3. Mantivemos RTP Antena 1, RTP Antena 2, RTP Antena 3. Nessa perspetiva, podíamos ter ido mais longe. Ou seja, tínhamos essa segurança conceptual de o fazer e tínhamos modelos de benchmarks europeus dos congéneres que têm seguido praticamente todo esse caminho”, aponta. “O caminho também, do ponto de vista técnico, é fácil de explicar, ou seja, face à complexidade e à multiplicidade de marcas, não é possível gerir tanta diversidade de todos os aspetos, quer da gestão objetiva do mercado, quer depois do ponto de vista interno em termos de meios”, exemplifica. “Não se trata de acharmos a rádio menor em relação à televisão. Se assim fosse, porque não consideramos que seja, então neste casoestamos mesmo a equalizar. Estamos a dizer que é RTP onde for Portugal e onde quer que seja a forma como se está a expressar”, resume. “Ser de qualquer das rádios e pertencer à RTP é uma força, não é uma fraqueza. Agregá-las mais, aproximá-las mais, pô-las ‘debaixo da marca mãe’ do serviço público é dar-lhes força”, sublinha, por sua vez Marina Ramos. “Precisamos da rádio, precisamos da televisão, precisamos destas plataformas digitais numa marca forte que representa Portugal“. “Gostaria que ficasse claro que não foi de ânimo leve que tomámos este tipo de decisões, ou propusemos, no caso da Ivity”, conclui Carlos Coelho. Recorde-se que o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, refutou “totalmente a ideia que possa haver um projeto de fragilização da RTP”, embora tenha recusado comentar o pedido de suspensão do processo por este não depender do Governo. Declarações sobre o trabalho e o investimento feito na nova imagem: Spoiler - mostrar conteúdo oculto A renovação da imagem gráfica, cuja mudança foi inaugurada às seis da manhã desta segunda-feira, esteve a cargo da Ivity Brand Corp. Já a produção dos separadores e peças televisivas esteve a cargo da Direção de Imagem e Inovação. Os jingles de rádio também sofreram alterações. O valor do contrato com a IvityBrandCorp é de 70 mil euros (publicado no Portal Base em janeiro), a que se juntam 19 mil euros para a realização da campanha de comunicação da RTP Notícias. Marina Ramos esclarece que o investimento foi diluído ao longo de dois anos e acomodado no orçamento regular do departamento. “Gerimos por prioridades. A RTP não tem mais dinheiro e não descobriu nenhum poço de petróleo”, nota. A responsável faz questão de separar o custo do design do “enorme” investimento em novas câmaras, led walls e estúdios físicos levado a cabo pela Direção de Imagem e Inovação, no âmbito da RTP Notícias. “O investimento estava quase parado há muitos anos. Houve, aqui no ano passado, um esforço de investimento grande para a renovação dos estúdios e isso sim, custa dinheiro”. “Este projeto [de rebranding] é uma brincadeira de crianças ao pé de uma renovação tecnológica de um estúdio”, ilustra. Como prova de que o investimento tem retorno, a diretora aponta o primeiro canal a adotar a nova imagem. “Nós olhamos seis meses depois e a RTP Notícias tem audiências mais relevantes”, destaca, medindo assim o impacto das mudanças estéticas, de programação e de estúdio iniciadas em outubro. A diretora recorda que a antiga designação “RTP3” não indiciava tratar-se de um canal informativo, tendo sido adotado um “nome de categoria, um nome que fosse óbvio, e que aliás é o que acontece se formos para o mundo, para os canais de notícias. Temos duas ou três alternativas, não temos mais”. Carlos Coelho reforça que a agência praticou preços abaixo do mercado e recusa o rótulo de gasto desnecessário. O último rebranding dos canais da RTP datava de 2016. “A RTP é a única entidade que tem como responsabilidade ouvir o país inteiro. Ouvir as diferenças, estar onde está Portugal. Não é comparável [com uma SIC e TVI]. Investir nesse património, que é um legado de Portugal, é alguma coisa que me dá segurança na empresa. Ficaria mais preocupado se a empresa estivesse parada”, explica. “Nós, cidadãos, devíamos estar preocupados era que uma empresa pública não fizesse o seu trabalho de renovação”, conclui. Mais uma para o barulho: as obras nos estúdios das rádios (com os nomes antigos, portanto agora lá vão ter de levar outra remodelação) ficaram prontos há menos desse ano e meio Citar
ATVTQsV Postado 30 de março Postado 30 de março Acho que sou dos poucos que gosta da ideia de retirarem por completo o símbolo Citar
Miguel Lopes Postado 30 de março Postado 30 de março 11 minutes ago, canal5 said: Mais uma para o barulho: as obras nos estúdios das rádios (com os nomes antigos, portanto agora lá vão ter de levar outra remodelação) ficaram prontos há menos desse ano e meio As cores são as mesmas... Diria que é só uma questão de colar o logo por cima. No da Antena 1 é só colar um na parede vermelha. No da 3 é que é mais trabalhoso, porque para além dos logos à volta das janelas, há um grande atrás do segundo apresentador, e como agora este logo não tem elemento gráfico, não sei que poderão por aí. Provavelmente vai continuar assim. 1 Citar
User3468 Postado 30 de março Postado 30 de março (editado) Tendo visto a nova imagem, deixo aqui a minha opinião. A mesma será dividida em três blocos: o grafismo em si, as marcas da rádio e as barras e o logo. Ponto 1: Spoiler Relativamente ao grafismo, a RTP está de parabéns! Simples, mas moderno e dinâmico. Melhoria substancial em relação ao grafismo de 2016. Gostei também da sonoridade, apesar de não considerar das melhores, comparando com as identidades anteriores. Ainda assim, há coisas a melhorar: nos separadores, acho que as animações estão ligeiramente aceleradas. Seria bom se eles diminuíssem ligeiramente a velocidade. Relativamente ao DOG, eles têm de tirar os contornos. Fico surpreendido com o facto do sistema que a RTP usa aplicar isso na emissão, mesmo sabendo agora que no resultado final o mesmo não tem contornos. Para além disso, não consigo compreender a escolha das localizações do teletexto, do direto, das estreias/último episódio/repetições… O Direto está debaixo do logo, o 887 está ao lado do logo e a Estreia/Último/Repetição está do outro lado da imagem. Eu compreendo que eles queiram evitar o cenário de ter as barras indicativas coladas uma ao lado da outra. Mas deveriam ter tido maior cuidado nisso. Ponto 2: Spoiler Quanto às rádios, não ouvi hoje pelo que não vou tecer comentários sobre a identidade sonora. Sobre as novas marcas, honestamente acho que muita gente está a fazer uma verdadeira tempestade num copo de água. Seria muito mais gravoso se tivessem alterado, por exemplo, para RTP Rádio 1. Não acho que acrescentar RTP desvalorize a marca Antena. Acho que até reforça o facto de ser a submarca dedicada à plataforma áudio. Mais facilmente critico o design do logo e do microfone do que isso. Por falar em microfone, não acho que o posicionamento da marca e submarca estejam mal. Não sou é fã da divisão de cores, especialmente no cenário em que usam duas tonalidades da mesma cor não tendo uma submarca incluída. Para além disso, aproveitando o design dos canais TV, poderiam ter colocado um fundo preenchido com as barras do canal. Ponto 3: Spoiler Por falar em barras, falemos daquele que é, claramente, o ponto de maior polémica. No meu caso, gostei da forma como eles quiseram mostrar que a RTP não é só a empresa das barras, que não fica presa a algo, mas ao mesmo tempo homenageia os elementos que marcaram a empresa. Dito disto, considero que a mudança foi de tal forma súbita que as pessoas, que estão tão acostumadas a este símbolo, acham estranho a RTP ser identificada apenas por letras. Eu acho que uma das barras do logo poderia ter ficado no design em vez de simplesmente aplicar o design das barras na fonte de letra, marcando o início da transição. De resto, até gosto do novo logo. Mas não nego alguma tristeza pela falta de personalização do mesmo, tal como fizeram, por exemplo, com o símbolo da RTP2 em 2007 (até pensava que eles iriam fazer isso quando o logo da RTP Notícias foi anunciado). Editado 30 de março por User3468 11 Citar
Rmeteora Postado 30 de março Postado 30 de março Elementos muito interessantes, obrigado @User3468 É criticada a opção do nome RTP3 na altura, e com alguma razão. O erro foi não ter passado também a RTP Memória como RTP4, ou mudavam as duas ou nenhumas. Quanto à atual nomenclatura, sofre um pouco do mesmo problema, mas desta vez na distinção TV e Rádio. Tudo bem que coloquem tudo com a marca "RTP", só que ao quererem simplificar há marcas que perdem legibilidade. "RTP Vida", "RTP Mundo", televisão ou rádio? Se tivesse ido ao cabo da ideia mais uma vez com "RTP Rádio 1", por acaso teria sido mais simples: "RTP Rádio Vida", "RTP Rádio Mundo". E era fácil de justificar a mudança, tanto para TV como para Rádio, passámos do consumo por antenas (as barras) ao consumo por cabos (o "_"). Só que como ficaram a meio do conceito, não agrada nem a gregos nem a troianos. Se havia um aspecto que adorava na anterior linha gráfica, era a introdução dum logótipo diferente com as barras para a rádio. Uniforme, mas diferente. Foi pena termos perdido esse aspecto para um "RTP" que é TV e Rádio... mas não ao mesmo tempo. 10 Citar
User3468 Postado 30 de março Postado 30 de março (editado) há 14 minutos, Rmeteora disse: Elementos muito interessantes, obrigado @User3468 É criticada a opção do nome RTP3 na altura, e com alguma razão. O erro foi não ter passado também a RTP Memória como RTP4, ou mudavam as duas ou nenhumas. Quanto à atual nomenclatura, sofre um pouco do mesmo problema, mas desta vez na distinção TV e Rádio. Tudo bem que coloquem tudo com a marca "RTP", só que ao quererem simplificar há marcas que perdem legibilidade. "RTP Vida", "RTP Mundo", televisão ou rádio? Se tivesse ido ao cabo da ideia mais uma vez com "RTP Rádio 1", por acaso teria sido mais simples: "RTP Rádio Vida", "RTP Rádio Mundo". E era fácil de justificar a mudança, tanto para TV como para Rádio, passámos do consumo por antenas (as barras) ao consumo por cabos (o "_"). Só que como ficaram a meio do conceito, não agrada nem a gregos nem a troianos. Se havia um aspecto que adorava na anterior linha gráfica, era a introdução dum logótipo diferente com as barras para a rádio. Uniforme, mas diferente. Foi pena termos perdido esse aspecto para um "RTP" que é TV e Rádio... mas não ao mesmo tempo. Concordo que as web-rádios deveriam ter a marca Antena incluída. Aí houve claramente uma falha por parte deles. Já quanto à substituição da marca Antena por Rádio isso seria um erro gigantesco. Ainda mais polémico que a inclusão da marca RTP nas rádios. Acho que estes novos nomes (RTP Antena 1…) são bons. No caso das antenas internacionais, já defendo o fim da marca RDP, mesmo que traga a mesma marca para TV e Rádio, principalmente na nova RTP Mundo. Se há serviços que facilmente poderão cair são os de rádio do Mundo e África, mais especificamente a primeira. Nesse sentido, parece-me que estão a preparar terreno para o fim dessas transmissões. Ao mesmo tempo, concordo que deveriam ter criado versões dos logos que identificassem o aspeto TV e o aspeto Rádio (assim como personificar as marcas da RTP nas várias áreas, como fizeram, por exemplo, com o logo da RTP2 em 2007 ou na Antena 1/2/3 em 2016). De resto não nos podemos esquecer de algo: o logo da RTP é apenas o texto RTP com um desenho próprio. Aquele underscore é meio que um elemento gráfico que faz ponte com o design do grafismo multiplataformas da empresa. Editado 30 de março por User3468 5 Citar
D007 Postado 30 de março Postado 30 de março Vá lá que atualizaram o "separador" do apoio à produção na ficha técnica d'O Preço Certo. Citar
Rmeteora Postado 30 de março Postado 30 de março há 17 minutos, User3468 disse: Concordo que as web-rádios deveriam ter a marca Antena incluída. Aí houve claramente uma falha por parte deles. Já quanto à substituição da marca Antena por Rádio isso seria um erro gigantesco. Ainda mais polémico que a inclusão da marca RTP nas rádios. Acho que estes novos nomes (RTP Antena 1…) são bons. No caso das antenas internacionais, já defendo o fim da marca RDP, mesmo que traga a mesma marca para TV e Rádio, principalmente na nova RTP Mundo. Se há serviços que facilmente poderão cair são os de rádio do Mundo e África, mais especificamente a primeira. Nesse sentido, parece-me que estão a preparar terreno para o fim dessas transmissões. Ao mesmo tempo, concordo que deveriam ter criado versões dos logos que identificassem o aspeto TV e o aspeto Rádio (assim como personificar as marcas da RTP nas várias áreas, como fizeram, por exemplo, com o logo da RTP2 em 2007 ou na Antena 1/2/3 em 2016). De resto não nos podemos esquecer de algo: o logo da RTP é apenas o texto RTP com um desenho próprio. Aquele underscore é meio que um elemento gráfico que faz ponte com o design do grafismo multiplataformas da empresa. Se voltassem a aplicar o nome "Antena" a todas as rádios resolveria também a situação sim. Afinal de contas continuam de certa forma ligadas a uma das 2 "Antenas" pelas cores dos logótipos. Sobre as antenas internacionais, nada impediria também uma "RTP Antena África" ou "RTP Antena Mundo". Pesado, mas menos pior do que uma designação igual TV/Rádio quando os conteúdos são completamente diferentes. há 15 minutos, D007 disse: Vá lá que atualizaram o "separador" do apoio à produção na ficha técnica d'O Preço Certo. Logo no primeiro dia. Mas o genérico do Telejornal continua desatualizado. Começa a ser intencional, não? 1 5 Citar
Magazine Postado 30 de março Postado 30 de março Separadores lindíssimos Vomitei quando vi o separador de copyright antigo, mas já vi que entretanto atualizaram kk 11 Citar
ruio1999 Postado 30 de março Postado 30 de março (editado) há 6 horas, Unrav disse: Logos horríveis, restante grafismo entre o bom e o aceitável. O rebrand teria ficado mais barato se não tivessem tocado nos logos. Paga, povo. Descobrirmos a conta do Miguel Relvas. Editado 30 de março por ruio1999 10 Citar
Guida Postado 30 de março Postado 30 de março Acho que ainda não fiz uma análise séria daquilo que se está a passar na RTP. Os grafismos são bons, sem dúvida. São muito "clean", bonitos e, apesar de ser discutível, modernos. O que não é nada moderno são os logótipos. Mandar o símbolo da RTP - a antena de cinco riscas, que se tornou icónica - para a reforma foi um erro gravíssimo. Sempre que um designer opta por estéticas minimalistas, morre uma fada. Ainda para mais quando essa estética minimalista está, paulatinamente, a perder espaço no mundo do design. O logótipo da RTP1, em particular, é repugnante. Uma aberração visual que me dá, até, uma certa ansiedade. Os restantes logótipos são igualmente tenebrosos: este travessão_ é surreal_ de mau_ Finalmente, uma nota de pesar por terem mudado a voz-off da RTP2. Já nada será o mesmo depois desta perda Também mudaram as dos restantes canais? 2 2 Citar
ruio1999 Postado 30 de março Postado 30 de março https://media.rtp.pt/empresa/wp-content/uploads/sites/31/2015/07/RTP-BRAND.pdf 7 3 Citar
paups Postado 30 de março Postado 30 de março Relativamente aos slogans qual é critério de pontuação? A RTP Notícias é "Todos. Pela verdade dos factos" sem ponto no final. A RTP é "Uma. Por todos." com ponto no final. 1 Citar
Televisão 10 Postado 30 de março Postado 30 de março Contava que este novo grafismo fosse uniformizar as chamadas publimoscas, já que cada uma tem um feitio e, aliás, ainda estão a usar o tipo de letra Roboto nas mesmas. Nos canais sem publicidade no relógio, o mesmo ser somente os números ao centro sem qualquer fundo é uma grande falha. Espero que seja algo provisório. 7 Citar
ruio1999 Postado 30 de março Postado 30 de março há 6 minutos, paups disse: Relativamente aos slogans qual é critério de pontuação? A RTP Notícias é "Todos. Pela verdade dos factos" sem ponto no final. A RTP é "Uma. Por todos." com ponto no final. Diria que é porque a noticia nunca tem fim, logo um ponto final não faria sentido. Claro que numa visão de continuidade e coerência visual, o ponto final faria sentido. 4 Citar
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