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há 6 horas, thass_hot disse:

Eu tenho de confessar que gostava do 24H. Obviamente não comprava para me informar de assuntos sérios, mas era um "guilty pleasure". E tinham capas tão boas. Nunca me esqueço quando foi aquela história do Vale e Azevedo que foi libertado e uns minutos depois detido outra vez fizeram um título "É tão bom, não foi?".

Era o nosso "The Sun"

Tenho que admitir aqui que comprei o 24Horas que fez capa com aquela palestra promocional do Magalhães em que os professores cantaram a "Vida de Marinheiro" enquanto faziam de conta de remavam com um Magalhães nas pernas. :clown:

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há 3 horas, D91 disse:

Nos últimos anos de existência do jornal tinham duas revistas que saíam ao fim de semana. Uma no sábado e outra ao domingo. Acho que a Luísa Jeremias era a diretora.

AVvXsEgoquZ9NholaK73i5k26z1bHqlzQiKxVBR6

Tens a certeza disso? Porque ela foi para a TV Guia em 2008 e antes disso era directora da Tv 7 Dias. Não sei até que ponto seria possível acumular a direcção de duas publicações de grupos diferentes.

Postado (editado)
há 5 minutos, thass_hot disse:

Tens a certeza disso? Porque ela foi para a TV Guia em 2008 e antes disso era directora da Tv 7 Dias. Não sei até que ponto seria possível acumular a direcção de duas publicações de grupos diferentes.

Acho que ela saiu da TV 7 Dias em 2007. Depois foi para o 24 Horas. E em 2008 saiu do 24 Horas para ir para TV Guia.

Se consultares o linkedin da Luísa Jeremias estão lá as datas:

https://www.linkedin.com/in/luisa-jeremias-a1688b109/

Editado por D91
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há 1 minuto, D91 disse:

Acho que ela saiu da TV 7 Dias em 2007. Depois foi para o 24 Horas. E em 2008 saiu do 24 Horas para ir para TV Guia.

Tens razão. Fui pesquisar e é verdade. Ela começou na Tv Guia no início de 2008 que foi quando a revista mudou de grafismo e aumentou ligeiramente o formato.

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há 5 horas, thass_hot disse:

Então não me lembro disso? Houve buscas à redação do jornal e no dia a seguir fizeram capa com uma foto de toda a redacção de mãos no ar a dizer qualquer coisa como "não temos nada a esconder senhor procurador" 

Nunca é demais lembrar. Como tudo começou:

spacer.png

Nos dias seguintes:

spacer.png

A cereja no topo do bolo:

spacer.png

:rofl:

 

Fonte:https://portadaloja.blogspot.com/2021/01/outra-vez-o-estuporado-segredo-de.html

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há 3 horas, ATVTQsV disse:

E porque é que aquilo fechou em 2010 sem substituto para os que saíram? O Sol veio com a queda do Independente

Porque o Correio da Manhã durante a década de 2000 já se tinha tabloidizado mais.

O CM desde a sua existência sempre foi um jornal popular, popularucho se quiseres chamar. Com a chegada do 24H o CM tabloidizou-se, ou seja foi quando começou a ter na capa frequentemente (quase diariamente). 

O CM ao estar mais estabelecido e por ser ainda assim um jornal mais abrangente (o 24H era demasiado tabloide) resistiu mais. Pensa que também em 2010 foi quando começou a crise e no primeiro que as pessoas cortam é em jornais/revistas.

------------------

O Sol apareceu com o fim do Independente mas uma coisa não tem a ver com a outra, foi apenas coincidência de datas. O Independente desde o fim da década de 90 não tinha influência a bem dizer nenhuma. Vendia pouco e então nos últimos anos aquilo não tinha nada a ver com o que era antes.

O Sol apareceu porque o Saraiva não foi reconduzido como director do Expresso ao fim de 23 anos e então aziado quis fundar um jornal para competir com o Expresso. Por falar em Sol nem sei como aquilo se mantém há tantos anos: tiragem reduzidíssima e pouca ou quase nenhuma presença no digital.

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há 49 minutos, thass_hot disse:

Porque o Correio da Manhã durante a década de 2000 já se tinha tabloidizado mais.

O CM desde a sua existência sempre foi um jornal popular, popularucho se quiseres chamar. Com a chegada do 24H o CM tabloidizou-se, ou seja foi quando começou a ter na capa frequentemente (quase diariamente). 

O CM ao estar mais estabelecido e por ser ainda assim um jornal mais abrangente (o 24H era demasiado tabloide) resistiu mais. Pensa que também em 2010 foi quando começou a crise e no primeiro que as pessoas cortam é em jornais/revistas.

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O Sol apareceu com o fim do Independente mas uma coisa não tem a ver com a outra, foi apenas coincidência de datas. O Independente desde o fim da década de 90 não tinha influência a bem dizer nenhuma. Vendia pouco e então nos últimos anos aquilo não tinha nada a ver com o que era antes.

O Sol apareceu porque o Saraiva não foi reconduzido como director do Expresso ao fim de 23 anos e então aziado quis fundar um jornal para competir com o Expresso. Por falar em Sol nem sei como aquilo se mantém há tantos anos: tiragem reduzidíssima e pouca ou quase nenhuma presença no digital.

Eu também acho estranho como o Sol ainda não apostou como deve de ser no digital. Tem que entrar dinheiro por fora para sustentar este jornal. 

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34 minutes ago, D91 said:

Eu também acho estranho como o Sol ainda não apostou como deve de ser no digital. Tem que entrar dinheiro por fora para sustentar este jornal. 

O atual (Nascer do) Sol e o i(nevitável) são propriedade do mesmo grupo português que comprou a Euronews.

  • Obrigado 1
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há 1 minuto, zent disse:

O atual (Nascer do) Sol e o i(nevitável) são propriedade do mesmo grupo português que comprou a Euronews.

E mudaram os títulos dos jornais porquê?

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6 minutes ago, D91 said:

E mudaram os títulos dos jornais porquê?

Se não estou em erro, antes da compra pela Alpac Capital, houve uma confusão em quem tinha o quê. De um lado estavam uns que tinham comprado as marcas e do outro lado quem tinha a empresa que publicava os jornais. A solução para a perda dos nomes foi essa, mudar para algo muito parecido.

https://www.meiosepublicidade.pt/2020/12/23/sol-i-dao-lugar-nascer-do-sol-inevitavel

  • Obrigado 1
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há 1 hora, D91 disse:

Eu também acho estranho como o Sol ainda não apostou como deve de ser no digital. Tem que entrar dinheiro por fora para sustentar este jornal. 

Esta gente está muito bem financiada pela extrema-direita. Aliás gostava de saber como é que jornais sem qualquer presença no digital e com tiragens miseráveis conseguem continuar a publicar-se. Falo do (nascer do) Sol, i, Diabo, entre outros...

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há 2 minutos, thass_hot disse:

Esta gente está muito bem financiada pela extrema-direita. Aliás gostava de saber como é que jornais sem qualquer presença no digital e com tiragens miseráveis conseguem continuar a publicar-se. Falo do (nascer do) Sol, i, Diabo, entre outros...

O Sol e o i podem ser jornais de direita, mas não são de extremos.

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agora mesmo, D91 disse:

O Sol e o i podem ser jornais de direita, mas não são de extremos.

São do grupo que comprou a euronews muito amado pelo Viktor Orban. Se ele não é de extrema direita...

Postado
há 7 horas, thass_hot disse:

Porque o Correio da Manhã durante a década de 2000 já se tinha tabloidizado mais.

O CM desde a sua existência sempre foi um jornal popular, popularucho se quiseres chamar. Com a chegada do 24H o CM tabloidizou-se, ou seja foi quando começou a ter na capa frequentemente (quase diariamente). 

O CM ao estar mais estabelecido e por ser ainda assim um jornal mais abrangente (o 24H era demasiado tabloide) resistiu mais. Pensa que também em 2010 foi quando começou a crise e no primeiro que as pessoas cortam é em jornais/revistas.

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O Sol apareceu com o fim do Independente mas uma coisa não tem a ver com a outra, foi apenas coincidência de datas. O Independente desde o fim da década de 90 não tinha influência a bem dizer nenhuma. Vendia pouco e então nos últimos anos aquilo não tinha nada a ver com o que era antes.

O Sol apareceu porque o Saraiva não foi reconduzido como director do Expresso ao fim de 23 anos e então aziado quis fundar um jornal para competir com o Expresso. Por falar em Sol nem sei como aquilo se mantém há tantos anos: tiragem reduzidíssima e pouca ou quase nenhuma presença no digital.

Tudo certo.

Importa só dizer que no caso do 24 Horas, teve uma queda fulgurante em cinco/seis anos: de 60.000 jornais vendidos por dia em 2004, caiu para 33.000 em 2009 e depois para 16.000 em 2010. Óbvio que com um desempenho assim só podia levar ao fecho do jornal.

Quanto ao "Indy", no início da década de 2000 já estava condenado com a Média Capital a "livrar-se" do jornal - que até foi o que originou o grupo anos antes. A dada altura O Independente foi vendido por 1 euro à Inês Serra Lopes, que foi quem fechou o jornal em 2006. 

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há 6 horas, thass_hot disse:

Esta gente está muito bem financiada pela extrema-direita. Aliás gostava de saber como é que jornais sem qualquer presença no digital e com tiragens miseráveis conseguem continuar a publicar-se. Falo do (nascer do) Sol, i, Diabo, entre outros...

O i sempre foi bastante de direita, mas nos primeiros anos, mesmo com o viés mais que óbvio, ainda era um jornal bem decente. Era um "Público" com viés de direita. Foi também um dos primeiros jornais a fazer excelente uso das redes sociais. Desde há uns valentes anos que aquilo é intragável.

Em jeito de curiosidade, não fosse o 24Horas, e teria sido o primeiro jornal com as páginas agrafadas (consta que a gráfica chibou-se e o 24Horas passou a oferecer páginas agrafadas).

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há 4 horas, JDaman disse:

O i sempre foi bastante de direita, mas nos primeiros anos, mesmo com o viés mais que óbvio, ainda era um jornal bem decente. Era um "Público" com viés de direita. Foi também um dos primeiros jornais a fazer excelente uso das redes sociais. Desde há uns valentes anos que aquilo é intragável.

Em jeito de curiosidade, não fosse o 24Horas, e teria sido o primeiro jornal com as páginas agrafadas (consta que a gráfica chibou-se e o 24Horas passou a oferecer páginas agrafadas).

Tenho ideia de que o Público tem páginas agrafadas desde antes de 2009. Ou estou errado?

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há 6 horas, thass_hot disse:

Tenho ideia de que o Público tem páginas agrafadas desde antes de 2009. Ou estou errado?

Tenho ideia do 24Horas ter sido o primeiro, mas posso estar errado.

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há 13 minutos, D91 disse:

Desconhecia a existência desta revista. Não sei quanto tempo esteve nas bancas.

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Versão "paraguaiana" da revista Manchete dos Bloch, da Manchete só tinha o nome

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  • 2 semanas depois...
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