zent Postado 30 de julho 2025 Postado 30 de julho 2025 On 7/29/2025 at 12:17 PM, Diogo O. said: O Expresso também vai sobreviver durante mais alguns anos... Parecendo que não, é o mais vendido e é semanal. Por isso, não me espantava. E o Público também... É o segundo mais vendido e com mais 20k que o CM. Sim de facto, segundo a APCT conjugando jornais+assinaturas digitais o Público é o segundo mais vendido no país, e é aliás o líder destacado em assinaturas digitais em Portugal, à frente do Expresso. E merecidamente na minha opinião, melhor oferta digital desde sempre e a cobertura em muitos temas é mais completa, mais objetiva e menos sensacionalista que a maioria dos outros meios. Não me admirava que a certo ponto o Público mudasse para estar apenas online, ou então apenas com uma edição semanal com os temas mais importantes e de leitura mais longa e aprofundada. E vale a pena sublinhar, que apesar do peso mediático do Correio da Manhã e CMTV, no conjunto de impressa+digital vendem cerca de metade do Expresso e Público. O que mostra que quem paga para estar informado, 'vota' em fontes mais credíveis. Era importante que certas direções se lembrassem disso quando decidem ir atrás do estilo CM, porque não vão conseguir vencer o original e arriscam a perder o que os diferencia e valoriza. 8 Citar
D91 Postado 31 de julho 2025 Postado 31 de julho 2025 TiN está com a eletricidade cortada. Caras não foi para as bancas Administração do Tagus Park, em Oeiras, onde a empresa de Luís Delgado está localizada, corta a eletricidade e encerra as instalações esta quinta-feira. Revista Caras não tem continuidade assegurada https://www.meiosepublicidade.pt/2025/07/30/tin-esta-com-a-eletricidade-cortada-caras-nao-foi-para-as-bancas 4 5 Citar
zent Postado 31 de julho 2025 Postado 31 de julho 2025 3 hours ago, D91 said: TiN está com a eletricidade cortada. Caras não foi para as bancas Administração do Tagus Park, em Oeiras, onde a empresa de Luís Delgado está localizada, corta a eletricidade e encerra as instalações esta quinta-feira. Revista Caras não tem continuidade assegurada https://www.meiosepublicidade.pt/2025/07/30/tin-esta-com-a-eletricidade-cortada-caras-nao-foi-para-as-bancas Eu nem sei como é que as revistas ainda têm chegado às bancas. Além dos trabalhadores e outros fornecedores que não tem sido pagos, a gráfica e a empresa distribuidora também devem estar com vários meses em dívida por isso não sei como aceitam continuar quando é cada vez mais certo que ninguém vai ver 1 cêntimo... 2 Citar
Fernando Postado 31 de julho 2025 Postado 31 de julho 2025 On 7/30/2025 at 1:23 PM, zent said: Sim de facto, segundo a APCT conjugando jornais+assinaturas digitais o Público é o segundo mais vendido no país, e é aliás o líder destacado em assinaturas digitais em Portugal, à frente do Expresso. E merecidamente na minha opinião, melhor oferta digital desde sempre e a cobertura em muitos temas é mais completa, mais objetiva e menos sensacionalista que a maioria dos outros meios. O Público também pisca o olho aos alunos do Ensino Superior, com a distribuição, de vez em quando (e bastante limitadas ), das assinaturas gratuitas. Há uma boa estratégia de penetração. 3 Citar
D91 Postado 31 de julho 2025 Postado 31 de julho 2025 Público fecha 2024 com prejuízo de 5,1 milhões. Cristina Soares justifica resultados com a reestruturação Cristina Soares, administradora do Público, justifica o resultado com a reestruturação. "O resultado ajustado teria sido cerca de 33% melhor ao de 2023, sinalizando uma melhoria do desempenho", diz. O jornal Público fechou o último ano com um prejuízo de 5,1 milhões de euros, um agravamento de 655 mil euros em relação a 2023. De acordo com os dados entregues no Portal da Transparência, da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, o capital próprio do título é de 5,3 milhões de euros (mais cerca de 1,5 milhões) e o passivo no balanço de 8,9 milhões (um agravamento de 1,3 milhões de euros). Apesar do resultado líquido, o jornal da Sonae obteve receitas totais de 16,4 milhões de euros, mais cerca de 400 mil euros do que no ano anterior. Mais aqui: https://eco.sapo.pt/2025/07/31/publico-fecha-2024-com-prejuizo-de-51-milhoes-cristina-soares-justifica-resultados-com-a-reestruturacao/ 3 Citar
zent Postado 31 de julho 2025 Postado 31 de julho 2025 (editado) Mesmo despejada da redacção, Visão continua nas bancas: “Enquanto não me tirarem a toalha, não a deixo cair” Spoiler O director da Visão promete que a revista continuará a ser publicada e ainda acredita que é possível evitar o fim da publicação A redacção da Visão foi desmontada nesta quinta-feira em silêncio. Às 16h, Rui Tavares Guedes, director da publicação, entregou as chaves do 2.º piso do Edifício Inovação 3.1, no Taguspark, a dois representantes do parque de ciência e tecnologia, após mais de um ano de rendas em atraso. No mesmo dia em que chegou às bancas, a revista ficou sem casa. Ao PÚBLICO, Rui Tavares Guedes garante que a Visão continuará a ser publicada e que a equipa até já está a trabalhar na edição da próxima semana. “Enquanto não me tirarem a toalha, não a deixo cair ao chão”, garantiu o director da publicação, o último a abandonar o edifício. Para trás, ficou uma redacção vazia, mas com os servidores ainda a trabalhar, o que permitirá à revista continuar a ir para as bancas e a facturar as suas vendas e outras receitas. E esse não é um dado menor, ainda que se desconheça por quanto tempo a administração do Taguspark o permitirá. Foi o elemento de esperança que marcou o último dia naquelas instalações e a ressalva feita pelos trabalhadores que por lá passaram, com sacos vazios e semblante carregado. Apesar disso, no ar, pairava uma espécie de suspensão: nem tristeza, nem resignação, mas o peso de quem sabe que o fim é cada vez mais uma hipótese, embora se tenham trocado palavras de incentivo. Uma vez que a notícia do encerramento das instalações não foi uma surpresa, já não eram muitos os objectos que precisavam de ser salvaguardados. Outros, por não haver uma alternativa para a sua relocalização, tiveram mesmo de ficar nas instalações. Foi o que aconteceu com os servidores e com a colecção encadernada da Visão e outros títulos do grupo Trust in News (TiN). Com o passar das horas, das secretárias vazias foram desaparecendo caixotes de papelão, livros e objectos já anacrónicos. Pelo meio, ia-se registando a incerteza, do que vai, do que fica e do futuro. “O que faço com as cassetes?”, ouvia-se a rasgar a sala. Mas só ecoou silêncio. “Isto é uma tristeza”, atirava um jornalista fundador da publicação. “Antes as redacções eram locais de arquivos enormes, sempre cheios. Agora, andamos de morada em morada [esta foi a sétima localização da Visão desde que foi fundada a 25 de Março de 1993], a carregar sacos. E desta vez nem sabemos para onde ir a seguir”, lamentou. No lado comercial, o cenário era semelhante. Com alguns trabalhadores de férias, outros em teletrabalho e outros tantos também em greve por tempo ilimitado, havia instruções dadas à distância: “Posso deitar estes papéis fora?”, perguntava uma das trabalhadoras ao telefone, enquanto manuseava folhas soltas. “Não, não está aqui nada”, respondia momentos depois à colega do outro lado da linha telefónica. O objectivo é continuar, por isso é preciso levar computadores, documentos. E também se carregam até ventoinhas. Quase esquecida, há uma garrafa de espumante, que surpreendia quem ainda tentava manter algum humor, num contraste irónico com o momento carregado. “Ainda está boa”, ouve-se a garantia. Rui Tavares Guedes ia acompanhando todos estes momentos. Ao PÚBLICO, explica que durante todos estes meses a sua maior preocupação foi garantir que a revista não falhava as bancas. “Com as informações que tínhamos, se a Visão não saísse para as bancas era o fim imediato da empresa. E se isso acontecesse também não haveria pagamento de salários”, explica. “O nosso compromisso era fazer a revista até à homologação do plano especial de revitalização (PER). Havendo a homologação do plano, o accionista [Luís Delgado] tinha-se comprometido a 'meter' 1,5 milhões de euros na empresa para a capitalizar e fazer face aos problemas de tesouraria; e os salários ficariam regularizados. Não houve homologação do plano por parte do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste e o accionista foi afastado”, detalha. Com uma certa teimosia, o director da Visão recusa resignar-se à ideia da inevitabilidade do encerramento do grupo. Recorda que além do pedido de recurso do accionista foi também remetido um requerimento ao tribunal a pedir que a cessação de actividade da empresa, decretada a 18 de Julho, seja adiada até 8 de Outubro, data em que termina o pré-aviso do despedimento colectivo. “Aqui na Visão, vamos continuar na luta. No resto da empresa, não sei. Temos recebido um grande apoio dos leitores. Há quem nos sugira que façamos um crowdfunding. Não queremos fechar a porta a soluções”, continua. Para já, o plano é continuar a garantir a publicação da revista, mesmo sem redacção física. “Tem havido uma grande camaradagem. Já temos plano para a próxima edição e para mais duas”, promete Rui Tavares Guedes. “Uma coisa é um accionista comprar a publicação com a Visão a sair todas as semanas, outra é comprar um título que desapareceu. Aí já não é uma revista. É só um título. Há um conceito, uma marca e valores que é preciso proteger. A Visão não é só a Visão. É a Visão Júnior, a Visão História, a Visão Saúde, a Visão Biografia...”, prossegue. “A melhor forma de defender o jornalismo é continuar a fazer jornalismo, enquanto pudermos e enquanto tivermos força e meios para continuar a combater”, afirma o director. “Sempre disse que se a Visão acabar não me convidem para depois almoçar, para jantar ou para confraternizações entre antigos empregados. A Visão não é uma memória. As memórias preservam-se nas bibliotecas. A Visão é para continuar a ser um presente e um futuro", remata. Nas próximas semanas a revista ainda irá para as bancas, o que acontecerá depois disso é uma notícia ainda por dar. https://www.publico.pt/2025/07/31/politica/reportagem/despejada-redaccao-visao-continua-bancas-nao-tirarem-toalha-nao-deixo-cair-2142476 Editado 31 de julho 2025 por zent 3 Citar
emanuel92 Postado 31 de julho 2025 Postado 31 de julho 2025 Boas, Media capital adquire a Newsplex dona do Jornal I e Nascer do Sol pela símbolica quantia de 1€. O grupo assume as dividas à AT e à SS. Mário Ferreira também a se meter no negócio dos jornais . 3 Citar
Amorim Postado 31 de julho 2025 Postado 31 de julho 2025 A imprensa escrita está mesmo a morrer. É melhor só trabalhar para o digital. 1 2 Citar
D91 Postado 31 de julho 2025 Postado 31 de julho 2025 há 59 minutos, emanuel92 disse: Boas, Media capital adquire a Newsplex dona do Jornal I e Nascer do Sol pela símbolica quantia de 1€. O grupo assume as dividas à AT e à SS. Mário Ferreira também a se meter no negócio dos jornais . Querem concorrer nessa área com a Impresa que tem o Expresso. 3 Citar
emanuel92 Postado 1 de agosto 2025 Postado 1 de agosto 2025 há 33 minutos, D91 disse: Querem concorrer nessa área com a Impresa que tem o Expresso. Boas, Sim talvez tenhas razão tendo o jornal Sol e o Jornal I ( que ao que parece virou uma revista semanal) vão tentar mesmo concorrer contra o Expresso do grupo Impresa. Mário Ferreira é esperto compra por um valor simbólico um grupo com dois jornais assume e paga as dívidas ao estado ( AT e SS) para limpar o grupo que tem os jornais e ainda ficará com o pessoal que trabalha na área imprensa escrita papel e digital. Resta saber se os jornais se vão mudar primeiro para Queluz de baixo e depois mais tarde para a nova Media City ou se por enquanto ficam onde estão sediados. 2 Citar
ATVTQsV Postado 1 de agosto 2025 Postado 1 de agosto 2025 há 56 minutos, D91 disse: Querem concorrer nessa área com a Impresa que tem o Expresso. A Media Capital não tinha O Independente? Citar
D91 Postado 1 de agosto 2025 Postado 1 de agosto 2025 há 19 minutos, ATVTQsV disse: A Media Capital não tinha O Independente? Sim O Independente chegou a pertencer à Média Capital. 3 Citar
emanuel92 Postado 1 de agosto 2025 Postado 1 de agosto 2025 (editado) Fiquei a pensar se este tipo de negócios mesmo sendo valores simbólicos , não tem de passar por reguladores como a ERC e a ADC. Editado 1 de agosto 2025 por emanuel92 Citar
D91 Postado 2 de agosto 2025 Postado 2 de agosto 2025 Despedimento coletivo sem efeitos imediatos adia encerramento da TiN para 8 de outubro “Respeitei o pré-aviso a pedido de alguns trabalhadores, da Autoridade Tributária e da Segurança Social, mas começo a arrepender-me de o ter feito”, assume ao M&P André Correia Pais, administrador de insolvência da Trust in News. A opção de avançar para um processo de despedimento coletivo sem efeitos imediatos, ao contrário do que chegou a ser equacionado, arrasta o encerramento da Trust in News (TiN) para 8 de outubro, altura em que termina o prazo de pré-aviso de 75 dias, iniciado a 25 de julho, para os trabalhadores com dez ou mais anos de antiguidade. “Quem quiser continuar a trabalhar, pode fazê-lo, mas não garanti, nem posso garantir, que consiga pagar salários. Não é verdade que tenha pedido aos trabalhadores para continuarem a trabalhar sem receber, ao contrário do que tenho lido. Quem quiser sair no imediato, e há quem o queira, pode prescindir do pré-aviso e sair quando quiser, sem problemas, sem complicações e sem penalizações”, assegura ao M&P André Correia Pais, administrador de insolvência do grupo de media que detém Visão, Caras, Activa, Telenovelas, Jornal de Letras e Exame. https://www.meiosepublicidade.pt/2025/08/01/despedimento-coletivo-sem-efeitos-imediatos-adia-encerramento-da-tin-para-8-de-outubro Citar
ATVTQsV Postado 2 de agosto 2025 Postado 2 de agosto 2025 Estamos em Agosto e no Continente ainda há a Visão Júnior de Maio e a Visão História de Junho. Está-se mesmo a ver o estado degradante da TiN 3 Citar
emanuel92 Postado 2 de agosto 2025 Postado 2 de agosto 2025 há 1 hora, ATVTQsV disse: Estamos em Agosto e no Continente ainda há a Visão Júnior de Maio e a Visão História de Junho. Está-se mesmo a ver o estado degradante da TiN Boas, Curioso que o lider da TIN é do PSD e muito amigo de Pinto Balsemão que lhe vendeu as revistas. No final negociatas que deram cabo de todas estas revistas. 1 Citar
zent Postado 2 de agosto 2025 Postado 2 de agosto 2025 1 hour ago, emanuel92 said: Boas, Curioso que o lider da TIN é do PSD e muito amigo de Pinto Balsemão que lhe vendeu as revistas. No final negociatas que deram cabo de todas estas revistas. E que prejudicou também a Impresa, segundo notícias parte do valor da venda das revistas ainda está em dívida e certamente já não o vão receber. 3 Citar
emanuel92 Postado 3 de agosto 2025 Postado 3 de agosto 2025 Boas Agora que a Media Capital fica com cerca de 98 e tal% da sociedade que tem o jornal o SOL bem podiam comprar o restante e ficar com a totalidade dos 100% acabando com a Newplex sociedade que adquriram os cerca de 98%. Até para uma questão de integridade e ficar tudo no grupo sem acionista minoritário que pouco interesse deve ter e mesmo essa percentagem de 1, e tal por % deve valer pouco. Citar
AndreRob Postado 3 de agosto 2025 Postado 3 de agosto 2025 há 6 minutos, emanuel92 disse: Boas Agora que a Media Capital fica com cerca de 98 e tal% da sociedade que tem o jornal o SOL bem podiam comprar o restante e ficar com a totalidade dos 100% acabando com a Newplex sociedade que adquriram os cerca de 98%. Até para uma questão de integridade e ficar tudo no grupo sem acionista minoritário que pouco interesse deve ter e mesmo essa percentagem de 1, e tal por % deve valer pouco. muito provavelmente nao o fazem porque deve haver questões legais que impedem os 100%, como heranças, accionistas que não querem ceder a sua parte por questoes financeiras, ou mesmo parte dos colaboradores... não é relevante os 2%, alias media capital tem accionistas com capital nessa ordem, mesmo que a empresa fosse vendida eles podem nao querer sair. Como não impede a gestão e as decisões não é importante. 2 Citar
D91 Postado 4 de agosto 2025 Postado 4 de agosto 2025 Volta ao Mundo cresce na circulação e nas assinaturas em papel https://www.jn.pt/volta-ao-mundo/artigo/volta-ao-mundo-cresce-na-circulacao-e-nas-assinaturas-em-papel/17856718 Citar
D91 Postado 4 de agosto 2025 Postado 4 de agosto 2025 (editado) Edifício da Impala, dona da revista Maria, está a ser leiloado online por mais de 9 milhões de euros A sede do grupo Impala, dono das publicações Nova Gente, TV7 Dias e Maria, foi colocada em leilão eletrónico pela massa falida da Impalagest, com o valor base fixado em 9,25 milhões de euros e o mínimo em 7.862.500 euros. A Impala tem vindo a acumular vários Processos Especiais de Revitalização (PER) e de insolvência, bem como dívidas de dezenas milhões de euros a centenas de credores, incluindo ao Estado português, o que levou à colocação do seu icónico edifício em leilão. O leilão decorre até 30 de setembro. Situado em Ranholas (Sintra), o edifício é composto por cave, rés-do-chão e três pisos superiores, totalizando uma área construída de 14.958,00 m², segundo a entidade leiloeira, que aponta que o ativo “inclui ainda uma parcela de terreno, ainda sem intervenção urbanística, com potencial para futuras expansões ou outro aproveitamento estratégico”. A venda inclui o equipamento e mobiliário que está no interior, entre mobiliário de escritório, equipamento informático, eletrodomésticos e ainda “diverso material técnico e administrativo”. Jacques Rodrigues, dono do grupo e que era conhecido como “barão da imprensa cor-de-rosa” chegou a ser detido em março de 2023 pela Polícia Judiciária, que realizou buscas na sede, por suspeita de crimes de corrupção, fraude e insolvência dolosa. Jacques Rodrigues foi libertado quatro dias depois com uma caução de 500 mil euros. No verão do ano passado, a Polícia Judiciária (PJ) realizou novas buscas no grupo Impala, que surgiram da necessidade de documentação adicional, para dar seguimento à investigação. Na génese das buscas encontrava-se uma investigação criminal “cujo objeto visa um plano criminoso traçado para, entre o mais, ocultar a dissipação de património, através da adulteração de elementos contabilísticos de diversas empresas, em claro prejuízo de diversos credores, v.g., os trabalhadores, fornecedores e o Estado, estando reconhecidos créditos num valor total de cerca de 100 milhões de euros“, segundo revelou então a PJ. https://eco.sapo.pt/2025/08/04/edificio-da-impala-dona-da-revista-maria-esta-a-ser-leiloado-online-por-mais-de-9-milhoes-de-euros/ O anúncio da venda da sede com fotos: https://leilosoc.com/pt-PT/lot/34503/156960/ Editado 4 de agosto 2025 por D91 3 Citar
D91 Postado 4 de agosto 2025 Postado 4 de agosto 2025 há 24 minutos, Magazine disse: O mercado está a implodir Verdade. Neste caso, acho que as redacções das revistas já nem são nesse local mas noutro. Mas não sei se o arquivo e essas coisas são nessa sede ou noutro local. Mas os próximos tempos vão ser decisivos para os grupos de media portugueses. Citar
Fernando Postado 4 de agosto 2025 Postado 4 de agosto 2025 1 minute ago, D91 said: Verdade. Neste caso, acho que as redacções das revistas já nem são nesse local mas noutro. Mas não sei se o arquivo e essas coisas são nessa sede ou noutro local. Mas os próximos tempos vão ser decisivos para os grupos de media portugueses. A nível de arquivo não há problema, só se ver em relação aos negativos das fotografias que possa ter (coisa que não sei se guardam), existe uma coisa chamada depósito-legal, em várias bibliotecas públicas, onde têm exemplares (quase todos, pode sempre falhar um ou outro) de revistas e jornais, pelo menos, desde o século XX. Quanto mais recente for, maior é probabilidade de existir. 2 Citar
D91 Postado 4 de agosto 2025 Postado 4 de agosto 2025 (editado) há 38 minutos, Fernando disse: A nível de arquivo não há problema, só se ver em relação aos negativos das fotografias que possa ter (coisa que não sei se guardam), existe uma coisa chamada depósito-legal, em várias bibliotecas públicas, onde têm exemplares (quase todos, pode sempre falhar um ou outro) de revistas e jornais, pelo menos, desde o século XX. Quanto mais recente for, maior é probabilidade de existir. Eu acho que eles ainda devem ter o arquivo pelo menos das revistas TV7 Dias, Maria e Nova Gente, agora em que condições está já é outra conversa. Mas sim também existe essa solução que referes. Editado 4 de agosto 2025 por D91 Citar
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