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Postado
há 13 horas, RTF disse:

Miguel Sousa Tavares está de regresso.

Expetativa: Regresso da Manuela Moura Guedes ao Jornal Nacional

Realidade: Regresso dos comentários do Miguel Sousa Tavares 

 

1liacr.jpg

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há 1 minuto, Max30 disse:

Expetativa: Regresso da Manuela Moura Guedes ao Jornal Nacional

Realidade: Regresso dos comentários do Miguel Sousa Tavares 

 

1liacr.jpg

Acho que ambas as frases merecem a cara inferior, mas isto sou eu. :surpresa_manuela:

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On 02/09/2023 at 09:09, Filipe disse:

A Andreia Vale regressa à antena da TVI esta segunda-feira, depois de ter sido mãe.

Mais uma FakeNews, amigo :ocupada:

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há 3 horas, Max30 disse:

Expetativa: Regresso da Manuela Moura Guedes ao Jornal Nacional

Realidade: Regresso dos comentários do Miguel Sousa Tavares 

 

1liacr.jpg

oh that's not-

 

amiga, muda a imagem :idiot:

:haha:

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há 8 horas, RodrigoMarquês. disse:

Entre os dois, preferia que nenhum regressasse! 

Não demora muito e ela regressa mais dia menos dia , com um cargo na direção de Informação e jornalista do Jornal Nacional 6ª feira 

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agora mesmo, RodrigoMarquês. disse:

O que eles precisavam era de uma mega figura para ser pivot no Jornal Nacional e trazer audiência... 

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Judite - já deve estar na hora de um novo regresso. 

 

a judite esta muito acabada, esqueçam isso

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há 23 minutos, Afonso2014 disse:

A TVI precisa de um nome forte para a hora de almoço o Bento Rodrigues, e hora do jantar a Clara de Sousa ou José Rodrigues dos Santos.

A saída do Pedro Mourinho foi um erro.

Mais vale investir para comprar a posição 3 nas operadoras de cabo :dog: Vais ver se não iam ver.

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há 20 minutos, Afonso2014 disse:

A TVI precisa de um nome forte para a hora de almoço o Bento Rodrigues, e hora do jantar a Clara de Sousa ou José Rodrigues dos Santos.

A saída do Pedro Mourinho foi um erro.

Dúvido que tragam algum pivô tão cedo, se há coisa que a TVI tem em demasia é, justamente, pessoal para o lugar. 

-

Relativamente ao Miguel Sousa Tavares, sou totalmente a favor do seu regresso. Qualquer coisa que traga o mínimo de credibilidade a "isto" (não consigo usar a palavra "informação") é bem-vinda. 

Podemos não concordar com os seus comentários (apesar de se posicionar politicamente num campo centrista, moderado), mas é imperativo reconhecer a notoriedade do Jornal das 8 das segundas-feiras que, em tempos, foi editado pelo próprio. Se há quem preze pelo bom jornalismo, por um jornalismo credível e útil (quer em termos de seleção de conteúdos quer pela maneira como os aborda), esse alguém é MST. Em termos audiométricos semanais, não, não era o melhor jornal, mas em termos qualitativos, a conversa já é outra. Façam o seguinte exercício: vejam pelo menos um jornal cuja edição ficou a seu cargo e reparem na diferença daquilo que se pratica nos dias de hoje (ou até mesmo dessa altura, mas noutro dia da semana).

Ora, relativamente à antecipação do papel do Miguel naquele que é o atual panorama "informativo" do canal, eu acredito que, por inerência, haverá uma mudança no processo jornalístico, talvez regressando aos tempos da era Anselmo Crespo (pode não ser uma alteração tão vincada assim - a curto prazo, pelo menos). Não o vejo a meter-se numa cagalhada como a que se pratica atualmente... Se bem que, ontem, no Palácio das Estrelas, o Nuno Santos veio, como é habitual nos diretores de informação da TVI, com a tal conversa da "informação próxima dos portugueses" :facepalm:

Enfim, vejamos que papel vai ter o Miguel Sousa Tavares nisto, e que não fique apenas pelo comentário. 

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Esqueçam a Manela. Ela não vem, simplesmente. E além disso não tem o mesmo fulgor de outros tempos. Quando fez A Procuradora na SIC bem se via que já estava bem gasta. 

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há 13 horas, Miguelão disse:

Se bem que, ontem, no Palácio das Estrelas, o Nuno Santos veio, como é habitual nos diretores de informação da TVI, com a tal conversa da "informação próxima dos portugueses"

Mas isso todos dizem, não querendo com isso justificar eufemisticamente o sensacionalismo. O Anselmo disse o mesmo em entrevista ao Público quando assumiu o lugar em 2020 e fez uma informação que era tudo menos sensacionalista.

há 14 horas, RodrigoMarquês. disse:

O que eles precisavam era de uma mega figura para ser pivot no Jornal Nacional e trazer audiência... 

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Judite - já deve estar na hora de um novo regresso. 

 

A Judite já tem a imagem toda queimada. Acho que neste momento a maior parte do país a vê só como uma vedeta, uma diva cujo trabalho já não justifica o estatuto que em tempos teve e que, de certa maneira, ainda "justificava" os seus tiques de vedeta.

Sobre o regresso do Miguel Sousa Tavares, mais uma upopular opinion.

Eu como diretor também não o convidava de novo, porque já se sabe que audiometricamente não vai correr bem. Como espectador, gosto do regresso.

Acho que o MST sofre de uma das maiores pragas do nosso tempo: a avaliação e a apreciação que fazemos do trabalho do outro ser condicionada/enviesada pela concordância ou discordância que temos face às opiniões da outra pessoa. Pode gostar-se ou não do MST e das suas opiniões. Mas isso é o Miguel, o comentador. Coisa diferente é o Miguel, o jornalista. E choca-me ver a desqualificação permanente que fazem dele enquanto jornalista unicamente porque discordam das suas opiniões. Eu também discordo muito dele em muitas ocasiões e concordo noutras. Mas as vezes em que discordo não me impedem de reconhecer o bom jornalista que é.

Muitos de nós ainda andavam de fraldas ou nem sequer projeto de gente era, já o MST era jornalista com nome e provas dadas. Julgar o trabalho de uma pessoa em função da opinião que temos da sua personalidade ou consoante é uma pessoa que tem posições com as quais concordamos ou discordamos é, além de injusto, estúpido.

Prova de que como jornalista fazia um bom trabalho foi o J8 que editava às segundas-feiras, num trabalho editorial quase irrepreensível, e que era, do meu ponto de vista, um dos melhores produtos de informação televisiva do seu tempo. Fugia aos temas da agenda, ia buscar assuntos importantes dos nossos dias e dedicava-lhes tempo. Com o fim do J8 editado por ele, com o Anselmo Crespo, passou a fazer entrevistas às segundas-feiras na TVI24. Não me lembro de haver razões para criticar quer a condução da entrevista quer até a escolha dos convidados em si (que por sinal até era bastante acertada).

Mesmo como comentador, com o qual muitas vezes não concordo, continuo a gostar de o ouvir e faz parte das minhas leituras obrigatórias todas as semanas no Expresso. Mesmo não concordando muitas vezes, há que reconhecer, penso, que sempre nos traz uma forma diferente de olhar para as coisas.

Mas como metade do país o decidiu cancelar só porque gosta de touradas (e não, eu não gosto) e a outra metade não morre de amores por ele por serem funcionários públicos, é uma personalidade hoje altamente impopular (embora as redes não reflitam aquilo que necessariamente é o país).

Repito, não, não vai funcionar. Como espectador, terá a minha assistência garantida.

PS: Como nota lateral, para quem acha que o nome do MST não traz nada (ou os que até acham que prejudica). Ele é há anos um dos grandes nomes de opinião do Expresso, aquele que é só o jornal mais vendido e um dos mais respeitados do país. Se lhes estivesse a fazer mossa, há dois anos tinham tido a oportunidade de o despachar. Não o fizeram. Talvez queira dizer alguma coisa.

Editado por Tomás_RL
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2 hours ago, Tomás_RL said:

Mas as vezes em que discordo não me impedem de reconhecer o bom jornalista que é.

Pergunta honesta e sem segundas intenções: onde é que tu avalias que ele é bom jornalista? É que ele já não faz jornalismo há muitos anos eventualmente antes da TVI/SIC terem nascido. 

Editado por VTL
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2 hours ago, VTL said:

Pergunta honesta e sem segundas intenções: onde é que tu avalias que ele é bom jornalista? É que ele já não faz jornalismo há muitos anos eventualmente antes da TVI/SIC terem nascido. 

Até ter ido para a TVI em 1999 ele fez jornalismo na SIC e do bom, sobretudo na moderação de debates no Terça à Noite que estreou com o início do canal (1992-1995), e depois entrevistas com o 20 Anos, 20 Nomes (por ocasião dos 20 anos do 25 de abril de 1974) e Crossfire (1995-97) com Margarida Marante. Viva a Liberdade penso que foi o último programa dele na SIC em 1997, mais um programa de debate. No geral, tudo bons programas. 

Como comentador discordo de muitas coisas, mas como jornalista MST tinha muitos méritos e esse Jornal das 8 editado por ele tinha coisas interessantes. Acima de tudo era um jornal com identidade própria, idêntico ao Jornal das 9 com o Mário Crespo na SIC Notícias. Bem que podia fazer algo semelhante na CNN.

Editado por AG.
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há 1 hora, VTL disse:

Pergunta honesta e sem segundas intenções: onde é que tu avalias que ele é bom jornalista? É que ele já não faz jornalismo há muitos anos eventualmente antes da TVI/SIC terem nascido. 

O resumo do @AG. já nos dá uma boa ideia do que foi o percurso dele... Acrescentaria o facto de, além da sua passagem pela RTP antes da televisão privada (que já é demasiado longínqua), ter dirigido a revista Grande Reportagem.

Para o avaliar recentemente como jornalista, acho que ver alguns dos jornais que ele editou na TVI entre 2018 e 2020 às segundas-feiras, dá uma boa ideia da sua boa edição.

---------------

Ainda uma nota sobre a sua postura como comentador. Às vezes, as pessoas pintam-no como se ele fosse um radical quando, na verdade, ele até é das pessoas mais moderadas que por aí anda. Simplesmente tem opiniões diferentes da maioria, ou da maioria com voz, em alguns assuntos fraturantes e a partir daí leva com um carimbo. Eu cá prefiro um comentador que verdadeiramente comenta e dá a sua opinião (é para isso que é pago) em vez dos LMM e MRS desta vida que são comentadores que não dão a sua opinião ou dão-na quando só quando sabem que não correm o risco de ser contra corrente. Numa tentativa de tentar agradar a todos, vendo no comentário um meio para atingir outros fins. O MST pratica o comentário como um fim em si mesmo. Gosto disso nele.

há 48 minutos, AG. disse:

idêntico ao Jornal das 9 com o Mário Crespo na SIC Radical

Demasiado radical para o Mário Crespo :riso_fatima: Acho que era na SIC Notícias :D 

Editado por Tomás_RL
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1 hour ago, Tomás_RL said:

O resumo do @AG. já nos dá uma boa ideia do que foi o percurso dele... Acrescentaria o facto de, além da sua passagem pela RTP antes da televisão privada (que já é demasiado longínqua), ter dirigido a revista Grande Reportagem.

Para o avaliar recentemente como jornalista, acho que ver alguns dos jornais que ele editou na TVI entre 2018 e 2020 às segundas-feiras, dá uma boa ideia da sua boa edição.

---------------

Ainda uma nota sobre a sua postura como comentador. Às vezes, as pessoas pintam-no como se ele fosse um radical quando, na verdade, ele até é das pessoas mais moderadas que por aí anda. Simplesmente tem opiniões diferentes da maioria, ou da maioria com voz, em alguns assuntos fraturantes e a partir daí leva com um carimbo. Eu cá prefiro um comentador que verdadeiramente comenta e dá a sua opinião (é para isso que é pago) em vez dos LMM e MRS desta vida que são comentadores que não dão a sua opinião ou dão-na quando só quando sabem que não correm o risco de ser contra corrente. Numa tentativa de tentar agradar a todos, vendo no comentário um meio para atingir outros fins. O MST pratica o comentário como um fim em si mesmo. Gosto disso nele.

Demasiado radical para o Mário Crespo :riso_fatima: Acho que era na SIC Notícias :D 

Não sei como é que fui buscar o Radical...  :D 

Sim, o percurso dele na RTP é semelhante ao que fez depois na SIC (debate e entrevista) mas mais focado na grande reportagem (também nome de programa de que deu origem depois a essa revista que referiste). Só não falei nele porque não o vi, nem era nascido sequer. 

Na TVI é que sempre achei mal aproveitado, aquele espaço de comentário às terças sabia a muito pouco, depois do flop Em Legítima Defesa (com Paula Teixeira da Cruz) que nem me lembro de ver. Deu-me sempre a ideia que não sabiam bem o que fazer com ele.

Aquele regresso à SIC em 2009 deu-me alguma expectativa mas o Sinais de Fogo foi uma desilusão. Depois foi resgatado pelo Júlio Magalhães para a TVI, na mesma altura que o Marcelo Rebelo de Sousa, em meados de 2010.

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Putz, estamos hoje a ver o Jornal Nacional. Já está há uma hora no ar, menos 15 minutos de intervalo, 45 minutos:

  • 40 minutos de sismo (and counting);
  • 5 minutos de campanha ao PSD.

Não admira a Media Capital querer comprar a Cofina, a concorrência direta da informação da TVI é mesmo a CMTV :no:

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Vou fazer de advogado do diabo :D Honestamente, não me choca. Acho que um evento que provoca a morte de mais de duas mil pessoas e com relativa proximidade geográfica justifica a cobertura. O sensacionalismo não se mede só pela ordem do alinhamento ou pela proporção do tempo que se ocupa com cada assunto. Mede-se também pelo conteúdo da cobertura e, do que vi, não vi grande coisa de mal.

5 minutos para campanha do PSD parece-me razovável e proporcional ao que havia de notícia. Acho normal dedicarem 8x mais tempo a um sismo que matou milhares de pessoas...

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