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Disney Play é a estratégia para “combater” a Netflix
A Disney revelou o nome do seu serviço de streaming e os primeiros conteúdos para a estreia em 2019.

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Chama-se Disney Play e tem grandes argumentos para fazer frente ao colosso do streaming Netflix quando arrancar oficialmente no próximo ano. O serviço da Disney será uma das prioridades da gigante de entretenimento para o próximo ano, segundo declarações do seu CEO, Bob Iger, ao Variety.

Tudo indica que o modelo de negócio seja semelhante ao seu rival, com ofertas de conteúdos do seu catálogo através do pagamento de uma assinatura mensal. O sucesso da Netflix levou mesmo a Disney e a Comcast a disputarem a compra da 21st Century Fox, que acabaria por ir parar à “casa” do Mickey, devolvendo à Marvel um conjunto de licenças de super-heróis importantes como X-Men, Deadpool e Fantastic Four.

O sistema da Netflix é considerado a maior mudança económica na indústria do entretenimento em décadas, incentivando a “fome” da Disney por uma fatia desse mercado. Para começar, a Disney deixará de licenciar os seus conteúdos à Netflix, reservando-os para a sua plataforma de streaming. Atualmente, a Disney encaixa cerca de 300 milhões anuais pelos filmes recentes da Marvel e Star Wars, tais como Capitão América: Guerra Civil e Rogue One listados na Netflix. Ainda assim, séries da Marvel como Luke Cage, Dare Devil e Iron Fist continuarão na Netflix, visto serem originais do serviço, apenas foram adquiridas licenças das respetivas personagens.

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A Disney já revelou alguns trunfos para o seu serviço Play. Captain Marvel, um dos próximos filmes do Universo Cinematográfico Marvel a estrear em 2019, será o primeiro grande blockbuster da plataforma digital, assim como o novo Star Wars. E para os mais jovens, Toy Story 4, Frozen 2, Dumbo, Aladino e o Rei Leão são mais que incentivos para cativar assinantes. Se não chegar, a Disney pode sempre abrir o cofre das suas produções realizadas ao longo das décadas, sejam filmes de animação ou longas-metragens em live action. Além disso, estão na calha remakes de A Dama e o Vagabundo e A Espada Era a Lei, assim como a produção de Timmy Failure e The Paper Magician.

A promessa de uma série de televisão baseada no universo Star Wars é um assunto com muito anos, ainda com George Lucas à frente da licença, mas parece que finalmente vai avançar. A Disney quer investir 100 milhões para avançar com uma temporada de 10 episódios. À frente do projeto estará Jon Favreau, o realizador de Homem de Ferro.

Fonte:https://tek.sapo.pt/noticias/negocios/artigos/disney-play-e-a-estrategia-para-combater-a-netflix

Novo serviço de streaming da Amazon vai ser gratuito
A plataforma vai ser monetizada através da exibição de anúncios, mas só estará disponível na Fire TV

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A Amazon está a preparar uma nova plataforma de streaming que funcionará de forma gratuita. A monetização, neste caso, será feita com base na exibição de anúncios.

De acordo com o The Information, esta plataforma, que terá o nome de Free Dive, será disponibilizada através do Fire TV. O portal revela ainda que a mesma está a ser desenvolvida pela IMDB, que é uma subsidiária da gigante tecnológica norte-americana.

Uma vez que será gratuita, a plataforma terá apenas disponíveis programas e séries com alguns anos de idade. A empresa encontra-se agora em negociações com vários estúdios para começar a compor o catálogo de títulos.

Os primeiros rumores que apontavam para o desenvolvimento de uma plataforma semelhante surgiram em 2017, com a Amazon a negar qualquer investimento nessa área. Na altura, a empresa de Jeff Bezos comentou que "não existiam planos para a criação de uma versão gratuita, baseada em anúncios, do Prime Video". Com base nos detalhes publicados pelo The Information, esta não será uma versão gratuita do Prime Video, mas sim um serviço distinto que permitirá à marca competir com ofertas semelhantes da Roku e da Vudu, ao mesmo tempo que cria novos espaços publicitários que podem gerar um encaixe financeiro significativo para a empresa.

Fonte:https://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigos/novo-servico-de-streaming-da-amazon-vai-ser-gratuito

Nova plataforma da Disney será mais barata que a Netflix
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O novo serviço streaming da Disney, ainda sem nome mas com lançamento marcado para o final de 2019, será o novo concorrente de plataformas como a Netflix, numa mistura entre conteúdos antigos, mais recentes e outros exclusivos.

De acordo como uma reportagem da Variety publicada esta semana, que refere a Disney mas que é essencialmente sobre a mudança dos hábitos de consumo dos apreciadores de séries e filme, a gigante americana está a fazer deste serviço a sua maior prioridade para o próximo ano. A outra garantia: será mais barato que a Netflix.

Anunciada há mais de um ano, o CEO da Disney Bob Iger já em novembro do ano passado tinha confirmado a diferença de preço da plataforma em comparação com a gigante que tem “The Crown” e “Stranger Things” no seu catálogo:

Posso dizer que o plano do lado da Disney é colocar o preço substancialmente abaixo do da Netflix. Isto reflete em parte o facto de que haverá significativamente um menor volume [de conteúdos disponíveis]. Terá muita qualidade por causa das marcas e franchises que lá estarão. Mas simplesmente será lançada com menos volume, e o preço refletirá isso.

Nova oferta
A oferta da Disney será menor, no entanto poderás contar com grandes quantidades de filmes antigos e produções novas do estúdio, bem como séries exclusivas de Star Wars e Marvel. Quanto a produções mais recentes como Os Últimos Jedi ou Vingadores: A Guerra Infinita, não esperes vê-los tão cedo neste serviço. Em 2016 começou um acordo entre Disney e Netflix, e só quando a parceria expirar é que esses filmes poderão finalmente aparecer no catálogo desta nova plataforma.

Com a possibilidade da aquisição da 21st Century Fox por parte da empresa liderada por Bob Iger vir a ser aprovada, grande parte das produções desse estúdio poderá também vir a figurar no serviço streaming da Disney, consoante os acordos estabelecidos anteriormente.

Filmes da Pixar também estarão disponíveis, assim como uma nova série Star Wars desenvolvida por Jon Favreau, a nova temporada de Star Wars: The Clone Wars, uma série Marvel ainda sem título, vários remakes feitos exclusivamente para lá estrear, e séries em mundos conhecidos como os de Monstros e Companhia e High School Musical.

Fonte:https://espalhafactos.com/2018/08/31/nova-plataforma-disney-netflix/

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Plataforma de streaming da Disney já tem nome e chega mesmo em 2019

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Esperada desde que em 2017 foi anunciada a retirada dos conteúdos Disney do Netflix, a plataforma de streaming própria da Walt Disney Company foi finalmente confirmada para 2019 e assumirá a designação Disney+. A nova marca do universo Disney foi anunciada pelo próprio CEO da empresa durante a apresentação dos resultados financeiros do último trimestre, estando o lançamento do serviço previsto para o final do próximo ano no mercado norte-americano, seguindo-se mais tarde os restantes mercados.

Recorde-se que, em 2017, a Disney fez saber que iria remover do Netflix todo o seu catálogo de conteúdos a partir precisamente de 2019, tendo o cancelamento do contrato com o serviço de streaming coincidido com o anúncio da Walt Disney Company de que chegou a um acordo para concretizar a aquisição da maioria da BAMTech, empresa responsável pela plataforma de streaming da estação desportiva ESPN. O objectivo era claro: lançar a sua própria plataforma, com os conteúdos produzidos pela várias marcas onde, além da própria Disney, se incluem os catálogos da Pixar, Lucasfilm e Marvel, sendo esta última uma das parcerias mais importantes do Netflix, que tem resultado em produções originais como Daredevil, Punisher, Jessica Jones, Luke Cage ou Iron Fist. No entando, de acordo com a empresa, estes títulos, que resultam de produções próprias do Netflix, iriam permanecer disponíveis na plataforma mesmo após 2019.

Na altura, Bob Iger, CEO da empresa, explicava que a Disney pretendia “estabelecer um relacionamento directo entre consumidor e produtor”, o que significa eliminar da equação distribuidores como o Netflix. Um porta-voz do Netflix reagiu nessa altura garantindo que os acordos com a Disney “fora dos EUA permanecerão exactamente como são” e que a decisão “não terá impacto sobre filmes negociados em acordos separados nos mercados internacionais”.

Certo é que a Disney está empenhada em ter também a sua plataforma com conteúdos exclusivos, prometendo originais produzidos especificamente para o Disney+. Durante a mais recente apresentação de resultados, a par do nome da plataforma, Bob Iger adiantou que se encontra já em pré-produção pela Lucasfilm uma série de Star Wars exclusiva para a plataforma que acompanhará a história do rebelde Cassian Andor, que trará de volta ao papel o actor mexicano Diego Luna tal como no filme de 2016 Star Wars: Rogue One. Outro conteúdo exclusivo da plataforma será a primeira série do universo Marvel produzida para o Disney+, que terá como protagonista Loki, irmão de Thor, e contará também com Tom Hiddleston de volta à personagem que encarna quer nos filmes de Thor quer nos da saga Os Vingadores.

Não sendo ainda conhecido o valor da subscrição do serviço, é esperado que a plataforma dê também acesso aos conteúdos dos canais Disney Channel, Disney Junior e Disney XD. Recorde-se que, em Portugal, o Meo disponibiliza em exclusivo o Disney on Demand, um serviço de subscrição mensal que inclui mais de 60 filmes e séries com a chancela Disney, com um custo mensal de 5,50 euros.

Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2018/11/plataforma-streaming-da-disney-ja-nome-chega-mesmo-2019/

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Disney revela estratégia para ingressar no mundo do streaming

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As linhas mestras da Disney para a distribuição ‘on demand’ foram dadas a conhecer e assentam em dois eixos distintos destinados a públicos-alvo diferentes. A força das marcas será dividida entre a futura plataforma digital a lançar dentro de um ano e a norte-americana Hulu, que vai saltar fronteiras e internacionalizar-se. A Netflix conta vir a ter um novo “grande concorrente”

O que era um esquiço, ganha forma e contornos. A partir do esboço já se vislumbra o desenho mais definido. A um ano e pouco, previsivelmente, de começar a mostrar os trunfos na contenda global do streaming, a Disney vai abrindo o jogo sobre a estratégia adotada para entrar com muito do que tem (e tem vindo a comprar) na disputa. Há dois grandes projetos de oferta em desenvolvimento e em paralelo: Disney+ e Hulu.

Na mais recente apresentação de contas, Bob Iger, CEO da Disney, deu por bom e fechado o nome definitivo da futura plataforma de televisão por internet: Disney+ (dir-se-á ‘plus’), inclusive já com logótipo e com um site em que surgem alinhadas algumas das marcas que hão de fazer parte do ‘bouquet’: Pixar, Marvel, Nat Geo e Star Wars. Em paralelo, Iger planeia dar uma nova vida à Hulu, a plataforma de streaming exclusivamente distribuída nos Estados Unidos, em que a Disney passará a deter uma quota de 60% assim que as formalidades da aquisição da Fox estejam concluídas, na próxima primavera. As produções televisivas da Fox Studios estarão disponíveis na Hulu. Iger pretende aliás que a Disney venha a deter 100% do capital social da plataforma, havendo vontade dos outros dois coproprietários venderem as suas quotas. A Comcast possui uma fatia de 30% e a AT&T uma de 10%.

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Por entre os serviços de streaming ao dispor dos norte-americanos, a Hulu ocupa o terceiro lugar das preferências com cerca de um quarto do número total de subscritores da Netflix (a primeira do top) e mais do que um terço que a Amazon Prime Video, detentora da segunda posição. Nos planos de Iger, antecipa-se igualmente a internacionalização da Hulu, pelo que está bom de ver, portanto, que a Disney pretende entrar na corrida com dois carros. A estratégia de oferta de conteúdos pretendida aposta na complementaridade entre a Disney+, mais ‘amigável’ e orientada à família, e a Hulu, mais focada nos públicos-alvo jovens-adultos e adultos.

Trocado por miúdos, e na sequência do que foi dito por Bob Iger, as produções originais no menu da futura Disney+ emergem a partir de marcas para audiências mais amplas e abrangentes. Da primeira lista de encomendas de títulos fazem parte, por exemplo, uma série ‘spin-off’ do personagem Loki da Marvel, bem como a prequela de Rogue One (“Star Wars”) e uma série ‘live-action’ (figuras de ação), “The Mandalorian”, igualmente a partir do universo da “Guerra das Estrelas”, e ainda o regresso de “High School Musical” e da nova serialização de “Monstros e Companhia” da Pixar. Para o carrinho da Hulu, foram referenciados títulos de outra estirpe e objetivamente dirigidos a outros públicos-alvo como Handmaid’s Tales ou Peaky Blinders.

“DISNEY+ SERÁ UM GRANDE CONCORRENTE”

A Disney+ tem “tanto conteúdo (como) a ‘Guerra das Estrelas’ e a Marvel, que será um grande concorrente. E isso vai levar-nos a fazer o melhor trabalho das nossas vidas”, antecipa Reed Hastings, CEO e cofundador da Netflix, em reação ao anúncio feito por Bob Iger. Assim como assim, Hastings sempre foi dizendo, nestas declarações à BBC, que a Netflix “concorre com a Amazon há mais de dez anos e, portanto, estamos habituados a competição forte e saudável. Isso faz-nos melhores”.

A Netflix tem 137 milhões de subscritores em todo o mundo, tendo conseguido angariar sete milhões no terceiro trimestre deste ano, superando a expectativa fixada nos cinco milhões. A força do fenomenal sucesso da plataforma depende de um investimento igualmente gigante, com uma dívida a longo-prazo na casa dos 7300 milhões de euros. Contrariando as vozes que duvidam da sustentabilidade do negócio, Hastings diz que a Netflix “continua a expandir-se globalmente e estamos a investir em conteúdo antes do retorno. E o que isso faz é atrair novos subscritores e é por isso que no mercado bolsista estamos 1000% acima nos últimos cinco anos, porque o investimento tem sido tão bem-sucedido”.

Fonte:https://expresso.sapo.pt/cultura/2018-11-18-Disney-revela-estrategia-para-ingressar-no-mundo-do-streaming#gs.1FLOpm4

Entretanto a Disney já lançou o site oficial do serviço que por enquanto serve apenas para nos subscrevermos com vista a irmos recebendo novidades:

https://preview.disneyplus.com/pt/

 

Edited by TekClub
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MARVEL E HULU ANUNCIAM ACORDO PARA PRODUÇÃO DE QUATRO SÉRIES, INCLUINDO HOWARD THE DUCK

 

A Marvel TV e a Hulu chegaram a acordo para a produção de quatro séries de animação para adultos.

Segundo nos conta o Comicbook, as quatro séries que serão produzidas pelo serviço de streaming e pela divisão TV da Marvel são: Marvel’s M.O.D.O.K., Marvel’s Hit-Monkey, Marvel’s Tigra & Dazzler Show e Marvel’s Howard The Duck.

https://pt.ign.com/tv/72452/news/marvel-e-hulu-anunciam-acordo-para-producao-de-quatro-series?fbclid=IwAR1PWCO-tzCRA3ZqaL2SUDc99Vyueb0u5oHSnNRkMvc7eH2ZtO_drtH2fgQ

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há 2 minutos, Jão disse:

MARVEL E HULU ANUNCIAM ACORDO PARA PRODUÇÃO DE QUATRO SÉRIES, INCLUINDO HOWARD THE DUCK

 

A Marvel TV e a Hulu chegaram a acordo para a produção de quatro séries de animação para adultos.

Segundo nos conta o Comicbook, as quatro séries que serão produzidas pelo serviço de streaming e pela divisão TV da Marvel são: Marvel’s M.O.D.O.K., Marvel’s Hit-Monkey, Marvel’s Tigra & Dazzler Show e Marvel’s Howard The Duck.

https://pt.ign.com/tv/72452/news/marvel-e-hulu-anunciam-acordo-para-producao-de-quatro-series?fbclid=IwAR1PWCO-tzCRA3ZqaL2SUDc99Vyueb0u5oHSnNRkMvc7eH2ZtO_drtH2fgQ

Que susto, estava a ver se a Hulu também vinha para Portugal :cryhappy:

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há 8 minutos, HugoMiguel disse:

Que susto, estava a ver se a Hulu também vinha para Portugal :cryhappy:

A Hulu em principio vai entrar ao mesmo tempo que o Disney + em Portugal ate meti ai uma noticia sobre isso neste tópico...

  • Shock 2

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há 2 minutos, TekClub disse:

A Hulu em principio vai entrar ao mesmo tempo que o Disney + em Portugal ate meti ai uma noticia sobre isso neste tópico...

Não sabia disso :ph34r: Pronto, mais uma oferta. :cryhappy:

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há 45 minutos, Jão disse:

 

 

Also, conteúdo já confirmado para o Disney+ até agora (se alguém estiver interessado).  Updated: 00:55

 

O serviço será lançado no Quarter 1 do ano fiscal de 2020 da Disney (começa em outubro de 2019) na América do Norte. Já para nós, Europa Ocidental, o lançamento está previsto acontecer no máximo até ao segundo quarter desse mesmo ano fiscal (outubro - maio?).

Spoiler
  • Todos os filmes do calendário da Disney de 2019 vão entrar na plataforma.
  • Todos os clássicos Disney vão estar disponíveis day one, juntamente com todos os filmes Pixar já lançado até ao momento. 
  • Foram ainda confirmados títulos filmes Disney como Mary Poppins e Alice In The Wonderland para o primeiro ano do serviço. 

    D36KGzUUEAEXK2C.jpg:large
     
  • Vai ser lançado ainda um documentário behind the scenes sobre Frozen 2.
  • Avengers: End Game vai ser apenas disponibilizado de forma de streaming no Disney+.
  • TODOS os filmes Star Wars irão estar disponíveis no primeiro ano da plataforma. 
  • 250 horas de conteúdo National Geographic day one.
  • Mais de 5mil episódios de séries originais Disney Channel e ainda 100 DCOM. 
  • Clássicos desde The Sound of Music até Malcolm In The Middle. 
  • Conteúdo FOX:

    D36SI4_X4AAqemn.jpg:large
     
  • The Simpsons - disponível day 1.

Como conteúdo original da plataforma temos ainda:

  • Falcão e o Soldado Invernal (Marvel)
  • Loki (Marvel)
  • Forky Asks A Question (spin-off de Toy Story)
  • Lamp Life (spin-off de Toy Story - personagem principal vai ser a Bo Peep)
  • WandaVision (Marvel)
  • The Mandalorian (primeira série live-action de Star Wars)
  • Noelle (filme? - atriz confirmada: Anna Kendrick)
  • Adaptação live action de A Dama e o Vagabundo
  • Filme original de Phineas e Ferb
  • Stargirl (adaptação do livro)
  • Togo (ator confirmado: Willem Dafoe - conta a história da vida real de um homem e a incrível jornada dele o do seu cão de trenó através da tundra do Alasca)
  • Musical do High School Musical

 

Edited by Rdrigx
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O lançamento será apontado para Novembro (espero que seja uma data internacional). No entanto, isto irá por em jogo os canais da Disney, pois o próprio Bob Iger tem uma filosofia de "mudar para o streaming". A Disney fechou a versão australiana do Disney XD e vai deixar de licenciar séries a canais extra-Disney para bem da plataforma deles.

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há 2 minutos, ATVTQsV disse:

O lançamento será apontado para Novembro (espero que seja uma data internacional). No entanto, isto irá por em jogo os canais da Disney, pois o próprio Bob Iger tem uma filosofia de "mudar para o streaming". A Disney fechou a versão australiana do Disney XD e vai deixar de licenciar séries a canais extra-Disney para bem da plataforma deles.

O lançamento não irá ser mundial.

Edited by Cláudio.

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Pois, sei que há países onde o serviço não vai ser lançado, como o Bangladesh.

Pelo que tu dizes, o lançamento provavelmente será faseado, tipo o Pokémon Go.

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há 10 minutos, ATVTQsV disse:

Pois, sei que há países onde o serviço não vai ser lançado, como o Bangladesh.

Pelo que tu dizes, o lançamento provavelmente será faseado, tipo o Pokémon Go.

O lançamento irá decorrer até 2021.

https://www.google.com/amp/s/www.jornadageek.com.br/novidades/disney-servico-de-streaming-sera-lancado-no-brasil-somente-em-2021/amp/

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há 5 minutos, Cláudio. disse:

Nós, europeus, nos consideramos com muita sorte. Vamos ter o serviço para o ano e a América Latina vai ter de esperar mais um.

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@ATVTQsV

Uma notícia de Fevereiro de 2019:

https://whatsondisneyplus.com/international-disney-channels-to-close-to-make-way-for-disney/

According to The Information,  Disney executives have told some TV networks in Europe and pay TV services in Latin America that it plans to end most of its licensing deals for Disney-made TV shows and movies in the next two or three years, according to two people familiar with the matter.

One of the reasons for the change is that with so many of the new shows will be “exclusive” to Disney+ and they won’t have enough content left over to fill their channels like Disney Channel, Disney Junior and Disney XD. So Disney is considering shuttering at least a couple of channels in some countries, one of the people said to The Information.

This is already starting to effect some Disney Channels in some countries, with Disney XD closing down in many countries or being turned into Marvel HQ, due to the amount of Marvel shows available. With an expectation of more Disney Channels to close down, due to poor ratings, though its expected that the main Disney Channel would still survive.

 

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Plataforma OTT da Disney promete 25 séries originais no ano de arranque

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O Disney+, serviço de streaming OTT da Disney, será lançado no mercado norte-americano no próximo mês de Novembro e iniciará a sua expansão para os mercados europeus em 2020. Esperada desde que em 2017 foi anunciada a retirada dos conteúdos Disney do Netflix, que este ano viu também chegar ao fim a parceria para a produção de séries originais da Marvel, a plataforma de streaming própria da Walt Disney Company promete apontar de imediato aos fãs das sagas mais icónicas das suas propriedades intelectuais já que o arranque será feito desde logo com uma série original da Marvel e outra integrada no universo Star Wars. A primeira diz respeito a uma série focada em Loki, protagonizada por Tom Hiddleston, o mesmo actor que dá vida ao vilão no cinema em todos os filmes da saga Vingadores. The Mandalorian será a primeira série dedicada à saga criada nos anos 70 por George Lucas, sendo passada entre os acontecimentos de O Regresso de Jedi e a tomada de poder da Primeira Ordem.

O catálogo da Disney será um dos principais trunfos da plataforma, em rota directa de concorrência com outros serviços OTT também já disponíveis no mercado português como o Netflix, Amazon Prime Video ou HBO. O Disney+ disponibilizará desde o primeiro momento todas as 30 temporadas de Os Simpsons, além de mais de meio milhar de filmes de animação do portfólio Disney e Pixar, a par de todos os filmes produzidos até agora sob a chancela da Marvel e a saga completa de Star Wars.

Um catálogo que será reforçado ao nível do cinema com “blockbusters de 2019 em diante” e com a promessa de lançamento de mais de 25 séries originais e 10 filmes, documentários e especiais produzidos em exclusivo para a plataforma durante o primeiro ano. Ainda sem datas mas já anunciadas estão, além das já referidas séries originas da Marvel e Star Wars para o arranque, séries de acção real da Marvel protagonizadas pelos mesmos actores que os fãs se habituaram a ver na pele dos heróis no cinema. É o caso de The Falcon and The Winter Soldier, com Sebastian Stan e Anthony Mackie, ou WandaVision, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany. Na calha estão também um documentário sobre a produção de Frozen 2, um dos blockbusters que chegará aos cinemas em 2019, bem como novas séries da Pixar, caso de uma produzida com base no universo de Toy Story. Da saga Star Wars está também prevista uma série sobre Cassian Andor, baseada na era de Rogue One e protagonizada por Diego Luna, actor que integrou o elenco de Star Wars: Rogue One nas salas de cinema vestindo a pele do mesmo personagem, além de uma nova temporada exclusiva da série de animação Star Wars: The Clone Wars (actualmente exibida pelo Disney Channel).

A concorrência será feita também ao nível dos preços já que o Disney+ chegará ao mercado com um custo de subscrição inferior ao do Netflix. A subscrição do Disney+ custará 6,99 dólares por mês ou 70 dólares por ano nos EUA, valor que corresponde a cerca de 6,20 euros e 62 euros, respectivamente, sendo que o serviço estará disponível directamente quer através do site e aplicação mobile quer nas Smart TV e consolas (para já a Disney ainda só estabeleceu acordo oficialmente com a PS4). A expansão do serviço para a Europa Ocidental está prevista para o início do próximo ano. O objectivo está traçado: alcançar entre 60 e 90 milhões de assinantes até 2024. Em Portugal, apesar de já ter sido colocado no ar um site de apresentação do Disney+, ainda não é conhecida a data de lançamento da plataforma.

Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/2019/04/plataforma-ott-da-disney-promete-25-series-originais-no-ano-arranque/

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Para não falar da base de conteúdos da 21st Century Fox, que de certeza vai estar na plataforma. Eu acho que o Disney+ vem mesmo para abalar o mercado todo. Disney é Disney.

Edited by Rafael A.
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há 4 minutos, Rafael A. disse:

Para não falar da base de conteúdos da 21st Century Fox, que de certeza vai estar na plataforma. Eu acho que o Disney+ vem mesmo para acabar o mercado todo. Disney é Disney.

Espera até chegar o serviço de streaming da Warner :smoke:

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há 2 minutos, HugoMiguel disse:

Espera até chegar o serviço de streaming da Warner :smoke:

Mas já existe. É a HBO. HBO Now/HBO Portugal/etc.

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há 3 minutos, Rafael A. disse:

Mas já existe. É a HBO. HBO Now/HBO Portugal/etc.

kkk, quando vier o real serviço de streaming que deve sair este ano ou no próximo. Vai agregar tudo da Warner e quem vai perder mais com isso vai ser a Netflix que se vai ver sem séries para transmitir, adeus Friends :bye: Mas o @Gabriel pode esclarecer melhor o pisão da Warner na Disney, ele está mais por dentro deste assunto.

Edited by HugoMiguel
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há 4 minutos, HugoMiguel disse:

kkk, quando vier o real serviço de streaming que deve sair este ano ou no próximo. Vai agregar tudo da Warner e quem vai perder mais com isso vai ser a Netflix que se vai ver sem séries para transmitir, adeus Friends :bye: Mas o @Gabriel pode esclarecer melhor o pisão da Warner na Disney, ele está mais por dentro deste assunto.

Vocês vivem numa realidade alternativa. Só pode. :cryhappy:

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agora mesmo, Rafael A. disse:

Vocês vivem numa realidade alternativa. Só pode. :cryhappy:

Amore, Warner dona das maiores e melhores séries, como se alguém fosse querer assinar pela Disney para ver umas merditas que lá vão metendo, só quem não tiver mais nada que fazer ao dinheiro mesmo. Beijoca.

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A Disney+ vai só agregar os maiores estúdios de cinema do mundo, FOX-DISNEY-PIXAR-MARVELSTUDIOS-LUCASFILMS, aos conteúdos de TV da própria Disney, da ABC, National Geographic, entre outros. A Warner tem a HBO que é a melhor produtora de ficção televisiva do mundo, ok, tem as séries de pitalhada da CW, os filmes da própria Warner e pouco mais. 

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há 1 minuto, Rafael A. disse:

A Disney+ vai só agregar os maiores estúdios de cinema do mundo, FOX-DISNEY-PIXAR-MARVELSTUDIOS-LUCASFILMS, aos conteúdos de TV da própria Disney, da ABC, National Geographic, entre outros. A Warner tem a HBO que é a melhor produtora de ficção televisiva do mundo, ok, tem as séries de pitalhada da CW, os filmes da própria Warner e pouco mais. 

Num futuro próximo devemos ficar com 3 serviços de streaming disponíveis: Netflix, Disney e Warner. Quero acreditar que fiquem por aí e os outros mais pequenos acabem por desaparecer, porque ou eles englobam os serviços mais pequenos nas grandes empresas ou estes serviços vão acabar por se "matar" uns aos outros, ninguém vai querer ter que aderir e 101 serviços.

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há 1 minuto, Rafael A. disse:

A Disney+ vai só agregar os maiores estúdios de cinema do mundo, FOX-DISNEY-PIXAR-MARVELSTUDIOS-LUCASFILMS, aos conteúdos de TV da própria Disney, da ABC, National Geographic, entre outros. A Warner tem a HBO que é a melhor produtora de ficção televisiva do mundo, ok, tem as séries de pitalhada da CW, os filmes da própria Warner e pouco mais. 

Em cinema óbvio que ganha, tem uma abertura muito maior, mas em conteúdo televisivo nem tem como defender, a Warner tem muitas outras séries, tem Friends, tem Big Bang Theory, How I Met Your Mother (isto falando apenas em comédias). E amore, ABC nem canal é, única coisa que tem relevância é Anatomia de Grey e até essa já viu melhores dias.

agora mesmo, Cláudio. disse:

Num futuro próximo devemos ficar com 3 serviços de streaming disponíveis: Netflix, Disney e Warner. Quero acreditar que fiquem por aí e os outros mais pequenos acabem por desaparecer, porque ou eles englobam os serviços mais pequenos nas grandes empresas ou estes serviços vão acabar por se "matar" uns aos outros, ninguém vai querer ter que aderir e 101 serviços.

Eu aderi ao Amazon Prime Video durante um mês e aquilo é muito fraquinho, não há razão para a existência. Tem meia dúzia de bons filmes como a trilogia do Godfather, tem umas boas séries originais e mais uma meia dúzia de boas séries como Parks and Recreation e The Office, mas eu não vou estar a pagar para ver aquilo, o catálogo é super pequeno. A verdade é que com Netflix, Disney e Warner ninguém precisa de TVCabo, mas foi como o @Rafael A. disse ainda ontem (acho), em Portugal compensa zero, ter apenas internet.

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