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Jão

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  1. Eles devem querer, pelo menos até segunda, focar o máximo possível em Golpe de Sorte. É compreensível neste caso visto que se trata de um produto para um horário bem mais importante e que está na lama. Depois de segunda, acredito que dêem tudo por tudo para Dona do Pedaço. Se tal não acontecer então aí já merecem que lhes caiam em cima.
  2. Achei o primeiro episódio da T6 meio assim-assim mas acredito que melhore com o desenvolvimento, nunca desiludiu. Tenho ainda que destacar negativamente o facto do Clark Gregg continuar mas com outro personagem. Torna-se repetitivo e até um pouco chato (por mais que o Clark seja uma mais valia) porque já fizeram isso no passado de andar a arrastar a presença de atores mas disfarçados de outros personagens. Ás vezes faz bem deixar o passado no passado até para limpar e trazer frescura aos produtos. Mas, tirando isso, acredito que SHIELD continue uma série consistente e boa de se ver como tem sido até aqui.
  3. A verdadeira vingadora não ficou totalmente esquecida no churrasco. Amo.
  4. Jão

    Game of Thrones [HBO]

    Game of Thrones Cerca de seis anos depois, é a hora de despedir-me daquela que pensava que ia ser A série. Tudo começou muito calmamente, mais uma série medieval com toques de fantasia bem ao meu estilo. Chego ao Baelor (T01E09) e sou daqueles que ficou completamente chocado com a morte do Ned Stark. Não era comum, pelo menos entre os produtos de ficção que eu consumia na altura, termos um "protagonista" a morrer logo nos primeiros episódios. Foi um choque e levou muito tempo a ser digerido. Consegui terminar a segunda temporada pouco tempo depois de ela ser exibida na televisão. Um choque igualmente grande foi quando numa inocente visita à Wikipédia ver umas curiosidades, apanhar informações sobre o Casamento Vermelho. Nada muito especifico, apenas que a Catelyn e o Robb morriam num casamento. Aí peguei e comecei a minha aventura pelos livros de George R.R. Martin. Foi uma leitura contra a corrente para terminar pelo menos o terceiro livro (5 e 6 na nossa edição) antes de ver a temporada. Se não me falha a memória acho que ainda estava a ler as últimas páginas do livro quando a temporada começou, mas lá consegui ler o material todo antes de o ver na televisão. Foi também aqui que começou a despertar o dragão dentro de mim em And Now His Watch Is Ended (T03E04). Meses depois termino a Dança dos Dragões e fico atualizado no que aos livros dizia respeito. Foi o meu 'auge' enquanto novo fã desta saga de Gelo e Fogo. Acompanhar depois disso a quarta temporada foi provavelmente das melhores experiências de sempre com a série, porque também cobriu grande parte dos meus acontecimentos favoritos nos livros. Depois veio o anseio por uma das cenas que mais me marcou nos livros: a arena de Daznak. Porém as escolhas narrativas da série não foram as melhores e a cena não teve o impacto que merecia, emocionalmente. Foi uma cena que aplaudi face à versão do livro, mas depois de ver a Shireen morrer a cena final do episódio The Dance of Dragons (T05E09) tudo o que se seguiu não teve do telespectador a emoção que poderia ter. No entanto, aplaudo a cena e as mudanças que a série fez ao livro. A versão apresentada pela série cativou-me mais, tornaram os dragões algo menos violentos e com um certo sentimento e o ataque da harpia na arena foi bem pensado, apesar de todos os 'ses' que podemos tirar dessa cena. Foi também nessa altura que decidi fazer um pouco mais pela saga e série em Portugal porque ela merecia e iniciei um projeto dedicado às Crónicas de Gelo e Fogo e a tudo o que daí deriva. Foi muito tempo investido neste universo, desde analise e debate de teorias, à investigação sobre personagens e acontecimentos da obra, artigos e mais artigos a falar sobre tudo um pouco, cobrir as gravações da série e acompanhar tudo de perto, estar ali lado a lado com a Saída de Emergência e com o SYFY sempre que havia novidades... foi tudo uma jornada incrível. E precisamente por tudo isto, por ter vivido tudo tão de perto e intensamente, é que não me consigo sentir satisfeito com esta temporada final. Não faz jus a tudo aquilo que a série foi para mim. Parte do grosso das pessoas que hoje crítica a série não é por moda, mas sim porque são exigentes com um produto que sempre primou pela qualidade, não só estética mas sobretudo narrativa. Um público que vem também da obra original de Martin e a frustração para com a série desse mesmo público não vem de agora, simplesmente esta T8 foi a gota final. Eram precisos caminhos construtivos e não apenas delinear metas. De um momento para o outro tornou-se justificável pelo politicamente correcto mudanças no carácter das personagens baseados em 1 ou 2 acontecimentos do passado esquecendo todos os outros 6 ou 7 que essa mesma personagem fez. Desfaz-se o carácter e insulta-se a inteligência de uns em prol do que querem para outros. Ainda pior que a falta de desenvolvimento são os erros que a série comete contra si própria, as contradições. Não vou analisar a temporada aqui, mas ver os Selvagens a ir para Norte da Muralha quando toda a vida invadiam às terras nortenhas para roubar mantimentos para si, tendo em conta as faltas de condições Além da Muralha, foi a coisa mais parva que vi neste final. Os sete episódios a menos no final fizeram falta para o desenvolvimento das personagens e para a coerência temporal tendo em conta o caminho que a série pretendia. Para um futuro mais longínquo fico a desejar um remake, ou melhor, uma nova adaptação de todas as Crónicas de Gelo e Fogo. Algo mais fiel, mais pormenorizado e bem melhor aproveitado dando vida a imensas personagens fodas que a HBO deixou de fora aqui e que ao mesmo tempo desenvolva melhor todas as outras. Não sei se alguma outra série no futuro irá mexer mais comigo tal como Game of Thrones, apesar de tudo. Não sei até que ponto com o tempo vou mudar a minha perspectiva atual da série devido a esta recta final. Esta vigia termina aqui, mas outras continuam nas obras de Martin e nas possíveis séries que a HBO pode trazer no futuro. Valar Morghulis
  5. His Dark Materials | HBO “His Dark Materials” baseia-se na trilogia de Philip Pullman, Mundos Paralelos. Os Reinos do Norte, A Torre dos Anjos e O Telescópio de Âmbar são os nomes, em português, dos três volumes. A série segue a história de Lydia Belacqua, protagonizada por Dafne Keen, uma criança que viaja para o Ártico para encontrar um amigo e acaba envolvida num grande mistério relacionado com crianças desaparecidas. A viagem de Lydia culmina com uma guerra entre mundos pelo poder mítico. Com Dafne Keen no papel principal, a série traz de volta alguns atores de “A Guerra dos Tronos”: Ian Gelder, que interpretou Kevan Lannister, e Lucian Msamati, que fez de Salladhor Saan. O elenco conta ainda com Ruth Wilson, da série “The Affair”, Anne-Marie Duff, conhecida por interpretar Fiona Gallagher em “Shameless”, Clarke Peters, Ariyon Bakare, Will Keen, Georgina Campbell, Lewin Lloyd, James Cosmo, Daniel Frogson, Tyler Howitt e Ruta Gedmintas. Os dois primeiros episódios da série terão sido realizados por Tom Hooper, de “O Discurso do Rei“. A primeira temporada terá oito episódios. A nova série da HBO foi realizada em co-produção com a BBC One. A trilogia já teve uma adaptação no cinema, a “A Bússola Dourada”. Os livros foram traduzidos para mais de 40 línguas e já venderam mais de 18 milhões de exemplares em todo o mundo. É, por isso, a grande aposta da HBO, depois do sucesso de “Guerra dos Tronos”.
  6. Jão

    Game of Thrones [HBO]

    A questão da rivalidade Sansa e Daenerys eu também concordo que foi muito bem trabalhada no primeiro episódio. Mas acho que depois de tudo pelo que passaram 'lado a lado' na batalha esperava-se uma relacao no mínimo cordial entre elas e a série continuou com as intrigas. Relativamente à Brienne eu concordo com a crítica deles. Ela sempre teve uma representação de quebrar preconceitos. Contudo também tem direito a uma normalidade na vida pessoal dela. O problema, a meu ver, é que abordam isso para logo de seguida ir pela intriga de ela ser deixada para que o Jaime vá salvar a Cersei. Parece que foram abordar a questão do amor e do sexo para logo de seguida explodir com tudo ao fazer o Jaime ir embora.
  7. Jão

    Game of Thrones [HBO]

    Acho que a série sempre se propôs a ser mais para além disso. A mensagem que defendo passaria por aí, no final ver que afinal isso não era tão importante quando há um enorme inimigo que vem para acabar com o mundo como o conhecemos.
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