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João

TDT - Televisão Digital Terrestre

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Se apenas agora querem encontrar os culpados por esta vigarice, tentem desencantar onde anda este choninhas da ANACOM (para não dizer palavrões).
Merecia claramente ser investigado.

Edited by canal5
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há 2 minutos, canal5 disse:

Se apenas agora querem encontrar os culpados por esta vigarice, tentem desencantar onde anda este choninhas da ANACOM, para não dizer pior.
Merecia claramente ser investigado.

Mete-me uns nervos sempre que vejo isso... Que grande trafulha.

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Não sei se este é o lugar ideal para por isto, mas eis uma nota de improviso sobre uma hipotética história alternativa da TDT.

2001: especulava-se o lançamento da TDT em Portugal. O "pacote base" continha os quatro canais terrestres existentes na altura e o "pacote adicional" iria ser um pacote codificado da TV Cabo com canais falados/legendados em português. O plano falhou e a TDT começa as suas emissões experimentais em Junho do mesmo ano. Meses mais tarde iria ser adicionado o então Canal Parlamento.
2002: a RTP decide investir na criação de canais regionais no continente: RTP Minho, RTP Porto, RTP Trás-os-Montes, RTP Beira Litoral, RTP Beira Interior, RTP Lisboa (especulava-se o nome RTP Extremadura mas a RTP não gostou), RTP Alentejo e RTP Algarve. Cada canal tinha pelo menos oito horas de emissão diária. No fim do ano juntou-se a NTV que a RTP tinha acabado de comprar.
2003: a TDT chega à totalidade do território nacional (continente e ilhas). A RTP lança a RTP Interactiva inspirado noutros serviços europeus como a então BBCi.
2004: a RTP Memória chega à TDT e mais canais estão nas cartas.
2005: primeira tentativa (falhada) dos canais privados terem um canal na TDT.
2006: são concedidas as primeiras licenças privadas regionais. Os primeiros foram o Porto Canal (que mais tarde iria passar a ser um canal nacional na TDT e teve de criar um spin-off para o Porto), o Lisboa 24 e o Canal Algarve - bilingue para também servir os telespectadores expatriados que vivem na região.
2007: lançamento da RTP Desporto, da RTP Crianças (a RTP recuperou o antigo nome do que passou a ser o Zig Zag) e da RTP Conhecimento. A RTP África chega também à TDT. No panorama regional são lançados canais privados em Braga e Évora.
2008: a Airplus TV tentou atacar com uma plataforma paga. Não resultou. A TDT faz um "upgrade" e a RTP começa a emitir em HD num canal que emitia filmes, séries e desporto em HD.
2009: a licença do "quinto canal" é atribuída à Telecinco, que arrancou as suas emissões em Fevereiro. Infelizmente o canal não viveu um ano estável e acabou por ser vendido à Mediaset (optou por usar a identidade do Canale 5 para tentar evitar confusão) e começou uma guerra sobre quem iria ter mais lixo: a TVI ou a Telecinco. A RTP 1 e SIC passam a emitir em HD.
2010: o Canal Q das Produções Fictícias e o ETV arrancam.
2011: nova licença atribuída à OSTV, detentora do Canal 180, que optou pela posição 18. A SIC e a TVI decidiram responder com um canal cada na TDT, mas ainda não foi negociado.
2012: apagão analógico. A TVI passa a emitir em HD. Arranque das discussões do governo para criar um canal de "divulgação cultural" na TDT pago pelo Ministério da Cultura, mas tal projecto não avançou. É criado um canal multicultural com emissão em diversas línguas e legendas em português, destinado à emissão de filmes, séries e noticiários internacionais.
2013: lançamento da SIC Notícias na TDT.
2014: a Record tenta obter uma licença para a TDT, mas sem sucesso, já que a lei portuguesa proíbe a emissão de conteúdos pagos por organizações terceiras (sem ser televendas ou call-TV) e também por causa da sua complicada ligação com a IURD. A RTP 2 passa a emitir em HD.
2015: a CM TV ganhou uma licença para a TDT, a TVI 24 seguiu. Apesar da CM TV ter tido a licença primeiro, a TVI 24 ganhou.
2016: em Janeiro, a CM TV, num spot emitido no canal, diz que "a televisão livre chegou à totalidade dos televisores portugueses". A Mediaset opta por sair do negócio televisivo em Portugal e vende a Telecinco à Media Capital.
2017: venda da rede de TDT à RTP e da Media Capital à Altice.

Edited by ATVTQsV
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há 12 horas, skizzo disse:

o 5º canal foi um verdadeiro fiasco

Na realidade o canal nunca chegou a ir para o ar, foi atirado para fora. Mas aqui o quinto canal acabou por existir porém tinha poucas audiências e o facto de meterem telelixo no canal não salvou.

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há 28 minutos, ATVTQsV disse:

Na realidade o canal nunca chegou a ir para o ar, foi atirado para fora. Mas aqui o quinto canal acabou por existir porém tinha poucas audiências e o facto de meterem telelixo no canal não salvou.

Tou a falar de todo o processo que o envolveu, eu sei que nunca foi ao ar.

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há 1 minuto, skizzo disse:

Tou a falar de todo o processo que o envolveu, eu sei que nunca foi ao ar.

Eu na altura estava com esperanças, tal como tantos outros projectos que nunca iriam arrancar.

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Nunca percebi esse quinto canal não ter feito uma parceria com uma operadora para poder por o canal a transmitir no cabo, se tivesse entrado na TDT certamente que também ia para o cabo era uma questão de tempo...

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Um canal que eu acho que poderia vir para a TDT com a grelha como a tem atualmente é o 24Kitchen.

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O grande problema dos canais virem para a TDT e que tem que pagar um balúrdio a Meo para os la meterem ao contrario do cabo que recebem por isso, os preços deviam baixar drasticamente...

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Pouco provável que tanto a SIC Notícias como a TVI24 entrem na TDT dado que a RTP3 já está lá. O que se falou por altura da introdução da RTP3 e RTP Memória na TDT era um canal infantil e um canal de ficção que iriam a concurso. Pouco provável que isso vá acontecer também, pelo menos para o canal de ficção. Acho que nesta altura é provável lançarem um concurso internacional sem qualquer limitação temática específica e depois escolher os dois projectos atendendo a critérios de sustentabilidade financeira, de programação e às temáticas já cobertas pelos 7 (8 nas ilhas) já presentes na TDT (se já há um de informação, pouco provável que venha outro de informação ou com componente informativa muito forte [cof cof CMTV cof cof], por exemplo).

Quanto aos 17% de utilizadores de TDT, isso são pessoas com utilização exclusiva da plataforma. Há imensos casos de pessoas com TV paga que ainda recorrem à TDT por limitações do serviço de TV paga que têm casa (satélite ou IPTV por ADSL, por exemplo).

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Vídeo de homenagem do Ricardo Loureiro sobre os tempos do velhinho analógico. Inclui o fecho anti-climático de três dos quatro canais e um zapping da oferta actual a acabar.

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Será que o Teletexto da SIC ainda funciona no analógico? :haha: 

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há 15 horas, mavb98 disse:

Será que o Teletexto da SIC ainda funciona no analógico? :haha: 

Não sei. Aliás, dado o seu estado, pode ainda estar.

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Proposta de lei do BE coloca nacionalização da TDT em cima da mesa
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Recuperar para o domínio público a propriedade e gestão da rede da Televisão Digital Terrestre (TDT) é a intenção colocada em cima da mesa pelo Bloco de Esquerda, que apresentou esta terça-feira uma proposta nesse sentido. O projecto de lei entregue pelos bloquistas na Assembleia da República inclui alterações nos artigos 8.º e 12.º da Lei de Bases das Telecomunicações N.º 91/97/ de 1 de Agosto. Heitor de Sousa, deputado do BE, apresentou, em conferência de imprensa, três motivos que justificam a proposta endereçada pelo partido, começando por sublinhar que “a Altice ficou com as infraestruturas da Portugal Telecom privatizada e incumpre as suas obrigações de serviço público”.

Depois, explicou, “porque a gestão da Altice se divide entre o conflito de interesses e a incompetência”. O conflito de interesses, recorda, foi identificado pela Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) “entre a Altice, que detém um produto concorrente à TDT, o Meo” e a “incompetência na gestão da sua rede, nomeadamente a rede de emergência e protecção civil, como se viu com as sucessivas falhas nos incêndios do ano passado”. Por fim, “porque deve ser responsabilidade do Estado garantir propriedade e gestão das redes de emergência e de protecção civil, da rede difusão do sinal do audiovisual TDT e a prestação de um serviço público universal de telecomunicações“, defende o deputado do Bloco de Esquerda.

No que diz respeito às alterações propostas pelos bloquistas, no que se refere ao artigo 8º, que estabelece, entre outros elementos na área das comunicações, que sejam garantidas ligações à rede de TDT em termos que garantam uma cobertura integral de acesso em todo o território nacional, o BE propõe que a exploração seja feita “pelo Estado; por pessoa colectiva de direito público” ou “por pessoa colectiva de direito privado, mas de capitais inteiramente públicos e mediante contrato”. Já no caso do artigo 12º, onde se refere que “a rede básica de telecomunicações é composta pelos sistemas fixos de acesso de assinante, pela rede de transmissão e pelos nós de concentração, comutação ou processamento, afectos à prestação das várias componentes do serviço universal de telecomunicações”, indica-se que rede básica “constitui um bem do domínio público, devendo ser afecta, nos termos da lei, a operadores públicos de serviço universal”.

Ao propor a nacionalização da rede da TDT, a proposta do Bloco contempla ainda disposições transitórias no sentido de que a prestação de serviços não seja interrompida, referindo que “até que a transferência da gestão de toda a rede básica de telecomunicações se concretize (…) ficam também garantidos todos os postos de trabalho, assim como a integralidade de todos bens patrimoniais e recursos materiais que asseguram o bom funcionamento da rede”.

Heitor de Sousa endereçou ainda críticas à Altice na sequência do pedido da empresa para uma audiência urgente com Ferro Rodrigues, presidente da Assembleia da República, salientando o “incómodo que este projecto provocou na Altice, que terá pedido uma audiência com carácter de urgência para expor a sua indignação com a proposta do Bloco alegando que não pode valer tudo”. “Sejamos claros: estamos a falar da Altice, que impede o desenvolvimento da TDT porque tem um conflito de interesses identificado pela Anacom, segundo a qual a Altice tem responsabilidade directa nas múltiplas falhas no SIRESP e é também responsável pelo despedimento de milhares de trabalhadores da PT com base num esquema fraudulento de transmissão de estabelecimento, além de também ser candidata à compra da TVI contra o parecer dos reguladores”, apontou o deputado bloquista.
Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/201...a-nacionalizacao-da-rede-da-tdt-cima-da-mesa/

 

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há 3 minutos, TekClub disse:

Proposta de lei do BE coloca nacionalização da TDT em cima da mesa
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Recuperar para o domínio público a propriedade e gestão da rede da Televisão Digital Terrestre (TDT) é a intenção colocada em cima da mesa pelo Bloco de Esquerda, que apresentou esta terça-feira uma proposta nesse sentido. O projecto de lei entregue pelos bloquistas na Assembleia da República inclui alterações nos artigos 8.º e 12.º da Lei de Bases das Telecomunicações N.º 91/97/ de 1 de Agosto. Heitor de Sousa, deputado do BE, apresentou, em conferência de imprensa, três motivos que justificam a proposta endereçada pelo partido, começando por sublinhar que “a Altice ficou com as infraestruturas da Portugal Telecom privatizada e incumpre as suas obrigações de serviço público”.

Depois, explicou, “porque a gestão da Altice se divide entre o conflito de interesses e a incompetência”. O conflito de interesses, recorda, foi identificado pela Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) “entre a Altice, que detém um produto concorrente à TDT, o Meo” e a “incompetência na gestão da sua rede, nomeadamente a rede de emergência e protecção civil, como se viu com as sucessivas falhas nos incêndios do ano passado”. Por fim, “porque deve ser responsabilidade do Estado garantir propriedade e gestão das redes de emergência e de protecção civil, da rede difusão do sinal do audiovisual TDT e a prestação de um serviço público universal de telecomunicações“, defende o deputado do Bloco de Esquerda.

No que diz respeito às alterações propostas pelos bloquistas, no que se refere ao artigo 8º, que estabelece, entre outros elementos na área das comunicações, que sejam garantidas ligações à rede de TDT em termos que garantam uma cobertura integral de acesso em todo o território nacional, o BE propõe que a exploração seja feita “pelo Estado; por pessoa colectiva de direito público” ou “por pessoa colectiva de direito privado, mas de capitais inteiramente públicos e mediante contrato”. Já no caso do artigo 12º, onde se refere que “a rede básica de telecomunicações é composta pelos sistemas fixos de acesso de assinante, pela rede de transmissão e pelos nós de concentração, comutação ou processamento, afectos à prestação das várias componentes do serviço universal de telecomunicações”, indica-se que rede básica “constitui um bem do domínio público, devendo ser afecta, nos termos da lei, a operadores públicos de serviço universal”.

Ao propor a nacionalização da rede da TDT, a proposta do Bloco contempla ainda disposições transitórias no sentido de que a prestação de serviços não seja interrompida, referindo que “até que a transferência da gestão de toda a rede básica de telecomunicações se concretize (…) ficam também garantidos todos os postos de trabalho, assim como a integralidade de todos bens patrimoniais e recursos materiais que asseguram o bom funcionamento da rede”.

Heitor de Sousa endereçou ainda críticas à Altice na sequência do pedido da empresa para uma audiência urgente com Ferro Rodrigues, presidente da Assembleia da República, salientando o “incómodo que este projecto provocou na Altice, que terá pedido uma audiência com carácter de urgência para expor a sua indignação com a proposta do Bloco alegando que não pode valer tudo”. “Sejamos claros: estamos a falar da Altice, que impede o desenvolvimento da TDT porque tem um conflito de interesses identificado pela Anacom, segundo a qual a Altice tem responsabilidade directa nas múltiplas falhas no SIRESP e é também responsável pelo despedimento de milhares de trabalhadores da PT com base num esquema fraudulento de transmissão de estabelecimento, além de também ser candidata à compra da TVI contra o parecer dos reguladores”, apontou o deputado bloquista.
Fonte:http://www.meiosepublicidade.pt/201...a-nacionalizacao-da-rede-da-tdt-cima-da-mesa/

 

A Altice sente-se incomodada porque puseram o dedo na ferida. Nem TDT nem Siresp são para estar em mãos de privados.

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Líder da Altice sai em defesa da TDT e lembra que “há espaço para mais dois canais”

Alexandre Fonseca, presidente executivo da Altice Portugal, defendeu que a TDT está a funcionar bem, mas deixou um recado ao Governo: "Há espaço para mais dois canais" naquele serviço gerido pela Meo.

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O presidente executivo da Altice Portugal defendeu que a Meo “tem cumprido inequivocamente” os níveis de serviço no que diz respeito à TDT e recordou que “há espaço para mais dois canais”, lembrando que cabe ao Governo escolher que empresas e em que condições os poderão explorar. Em declarações transmitidas pela RTP3, Alexandre Fonseca, que falava nas galerias do Parlamento, expressou “estranheza” por a Anacom, depois de ter apresentado um estudo a apontar para um “cumprimento de 100%” no serviço em 2017, emitir um comunicado “meses depois” a “dizer que a qualidade não é a expectável”.

Em causa está um estudo do regulador a 17 de janeiro deste ano: além de apontar para alegados conflitos de interesse da Meo, refere que o serviço de Televisão Digital Terrestre (TDT) tem ficado aquém do que eram as expectativas iniciais, como noticiou o ECO na altura. É a Meo, detida pela Altice Portugal, que gere o serviço de TDT no país. No entanto, a empresa veio logo mostrar incompreensão sobre as conclusões desse relatório e escuda-se num outro estudo da Anacom, mas mais antigo. A 9 de janeiro de 2017, a mesma Anacom referia que o sinal da TDT apresentou valores de disponibilidade de serviço próximos dos 100% no ano anterior.

“O serviço de TDT tem cumprido inequivocamente todos os níveis de serviço”, disse Alexandre Fonseca esta terça-feira. O gestor criticou o relatório da Anacom deste ano e chegou a levantar dúvidas sobre esse documento, referindo que o outro estudo do regulador, publicado “meses antes”, baseia-se em “sondas” da Anacom que os operadores “nem sequer sabem onde estão”.

O presidente da dona da Meo lembrou ainda que, não há muito tempo, o serviço de TDT passou a incluir dois novos canais, a RTP3 e a RTP Memória, havendo “espaço para mais dois canais”. Foi um recado ao Governo, que terá de definir que empresas privadas os poderão explorar e em que moldes. Alexandre Fonseca falou aos jornalistas após uma reunião com o vice-presidente da Assembleia da República (AR), Jorge Lacão.

“Estamos a ir muito mais além”

Além da TDT, a reparação das redes afetadas pelos incêndios e o sistema de comunicações de emergência do Estado (SIRESP) foram temas em cima da mesa. O presidente executivo da Altice Portugal disse que foi ao Parlamento “entregar factos” para, entre outras coisas, “evidenciar que nos últimos anos, na rede SIRESP, os seis indicadores que atestam a qualidade de serviço têm sido inequivocamente cumpridos” pela Meo, que gere essa rede.

 
A rede SIRESP foi criticada após os incêndios deste verão, com várias denúncias deque terão sido registadas falhas que terão dificultado o combate às chamas e o apoio às populações. Morreram mais de uma centena de pessoas nos fogos no ano passado, com as chamas a resultarem também em avultados prejuízos e numa destruição sem precedentes na região. Ora, da parte da Meo, a empresa esteve a trabalhar na reposição das redes.

Contudo, o presidenbte executivo da Altice Portugal garantiu que a companhia tem ido “muito mais além do que seria simplesmente a reposição das redes ardidas”. Lembrando uma promessa de que, até “meados de janeiro”, as redes da Meo teriam de estar totalmente repostas. E garante que cumpriu: “Em meados do mês de janeiro, a rede já estava 100% reposta”, disse.

A empresa está ainda a substituir, em alguns locais, os cabos de cobre ardidos por ligações de fibra ótica, mais rápidas do que a tecnologia usada anteriormente. “Mais de 99% das ligações a clientes finais estão repostas. Sabemos que estamos a falar de zonas com elevada desertificação [e de] um conjunto de casas que, apesar de vários contactos feitos, estão vazias e ninguém está lá [para a reposição das redes]”, assumiu o gestor.

Por fim, o líder da Altice Portugal disse que a Meo fez, por iniciativa própria, algum do trabalho que deveria ter sido a concorrente Nos a fazer, por lhe estar concessionado o serviço universal de rede fixa. “Existe um serviço universal de rede fica que está concessionado a outro operador que esse sim tem a obrigação de fazer essa reposição. Não temos a obrigação, no entanto fizémo-lo. Vamos muito mais além”, disse.

Fonte:https://eco.pt/2018/02/06/lider-da-altice-sai-em-defesa-da-tdt-e-lembra-que-ha-espaco-para-mais-dois-canais/
 

Edited by TekClub
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Altice diz que alargou número de canais da TDT sem cobrar nada

Operadora defendeu-se das críticas e diz que qualquer novo aumento do número de canais passará por uma nova tecnologia.

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A Altice garante que todo o trabalho feito para permitir que o serviço de Televisão Digital Terrestre (TDT) pudesse acomodar mais quatro canais foi feito de forma gratuita pela empresa, mas avisa que se atingiu o limite e que qualquer nova alteração, para que fiquem acessíveis mais canais, obrigará a uma mudança na tecnologia utilizada.

Esta informação consta do documento, a que o Jornal Económico teve acesso, entregue pela operadora de telecomunicações na Assembleia da República, ao vice-presidente Jorge Lacão, em resposta às críticas de que a empresa foi alvo. Na altura em que o entregou – e tal como consta do documento – o presidente executivo da Altice, Alexandre Fonseca, afirmou que a operadora “tem cumprido inequivocamente” e “sempre cumpriu as obrigações que lhe foram determinadas em sede de qualidade deste serviço, nomeadamente as que decorreram do concurso público e as que lhe vieram a ser determinadas posteriormente pela ANACOM e pelo Governo”.

Tratou-se de uma resposta à proposta de projeto de lei do Bloco de Esquerda (BE), para “resgate da rede básica e da prestação do serviço público de telecomunicações, bem como da propriedade e gestão das redes de emergência, proteção civil e de difusão do sinal audiovisual”. Mas também de uma resposta ao regulador, a ANACOM – Autoridade Nacional de Comunicações, que divulgou um relatório em que considera que a TDT em Portugal está aquém das expetativas e que quem a opera não tem qualquer “incentivo para o alargamento da oferta, a introdução de novos canais e serviços ou a valorização da plataforma no seu todo”, até pela existência de um conflito de interesses, porque tem “uma plataforma concorrente”, a rede de cabo Meo. Heitor de Sousa, do BE, diz que este relatório apressou a apresentação da proposta de projeto de lei.

No documento – que Lacão enviou aos grupos parlamentares – a Altice sustenta, em primeiro lugar, que concretizou “uma rede que assegura uma cobertura claramente superior ao estabelecido, uma vez que atualmente mais de 95% da população nacional tem cobertura com TDT terrestre, disponibilizando para as populações não abrangidas uma cobertura TDT complementar com recurso a satélite”. O estabelecido na licença atribuída em 2008 era uma “cobertura de 85% da população nacional com TDT por meios hertzianos, devendo os restantes 15% ser assegurados por meios complementares”.

Ainda dois canais por atribuir

A empresa liderada por Alexandre Fonseca diz que, no ano passado, “realizou um trabalho complexo de reengenharia das condições técnicas da solução e arquitetura da plataforma de TDT, de forma a responder a um desafio identificado pelo Governo português”. Em consequência desse trabalho, “foi possível concretizar a expansão do número de canais disponíveis na emissão na TDT, com a inclusão dos canais RTP3 e RTP Memória, sem qualquer custo adicional, e muito para além do solicitado ou exigido contratualmente”, e também foram criadas “condições para um alargamento adicional do sistema com mais dois canais, embora os mesmos não tenham sido ainda definidos ou atribuídos pela tutela”.

A Altice afirma que isto foi possível pela sua “postura de dar resposta ao interesse público, sem que para tal tenha tido qualquer contrapartida adicional no âmbito do contrato de TDT, tendo os serviços de engenharia da nova solução sido executados de forma pro bono”, pelo aproveitamento da largura de banda guardada para a alta definição e, ainda, pela melhoria das tecnologias de codificação de sinais.

Agora, deixa o aviso que esta melhoria “coloca a rede TDT em Portugal, com base na tecnologia atualmente licenciada (DVB-T) e nas frequências disponibilizadas, com a quantidade possível de canais”. Assim, “o aumento para além do que atualmente é possível, nomeadamente a introdução de mais canais em número significativo ou migração/introdução das emissões em alta definição, apenas será possível pela introdução de tecnologias alternativas que normalmente têm impacto no tipo de recetores utilizados pelos utilizadores, ou pelo aumento do número de frequências disponíveis para utilização pela rede TDT”.

As licenças dos dois canais que podem ainda integrar o serviço de TDT deveriam ter sido atribuídas ainda no ano passado, de acordo com a promessa do ministro da Cultura, que assegurou, em novembro de 2016, que o concurso seria lançado em 2017. Mas não foi. Agora, Luís Filipe Castro Mendes admite que seja feito o concurso em 2018, perfilando-se TVI24 e SIC Notícias com candidatos e, também, a CM TV. Aliás, a estação de televisão do grupo Cofina vê uma eventual candidatura reforçada com as audiências registadas em janeiro, o primeiro mês em que está em todas as plataformas de cabo, tendo batido o seu próprio recorde, com 3% de share médio diário e registando mais audiência que todos os concorrentes de informação do cabo em todos os dias do mês, segundo dados da GFK.

Fonte:http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/altice-diz-que-alargou-numero-de-canais-da-tdt-sem-cobrar-nada-267491

Edited by TekClub
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Parlamento chumba proposta do BE para recuperar domínio público da rede da TDT

O parlamento chumbou hoje o projecto de lei do Bloco de Esquerda (BE) para recuperar para o domínio público a propriedade e gestão da rede de Televisão Digital Terrestre (TDT) e da prestação do serviço universal de telecomunicações.

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O projecto de lei da bancada bloquista foi chumbado com os votos contra do PS, PSD e CDS-PP, a abstenção do PCP e do PEV e os votos favoráveis do BE e o PAN.

O BE considera, na exposição de motivos da proposta de lei, que a Altice, que comprou a PT Portugal em Junho de 2015, falhou no cumprimento das suas obrigações e que, por isso, impõe-se agora que "o Estado resgate a propriedade e a gestão da rede básica de telecomunicações, incluindo a rede de infraestruturas de telecomunicações fixas por cabo (fibra óptica e rede analógica), redes das forças de segurança, redes de emergência e de segurança e protecção civil (SIRESP) e redes de sinal audiovisual (televisão e rádio)".

 No debate de hoje, o deputado bloquista Heitor de Sousa questionou se o parlamento "quer deixar a infraestrutura do SIRESP nas mãos de uma empresa que tem dado provas de sucessiva incompetência" ou, pelo contrário, "resgatar para o Estado essa rede e, com isso, garantir a segurança, emergência e o socorro das populações".

 Heitor de Sousa interrogou ainda se o parlamento "vai deixar que a Altice, por acção ou por emissão, ponha em causa a necessidade de alargar um serviço público universal de telecomunicações ou vai, pelo contrário, assumir a escolha corajosa de resgatar para o Estado o que deve ser uma verdadeira rede básica da PT".

 "Não faz sentido que se olhe para o país como uma folha em branco em que tudo se pode reescrever", afirmou o deputado do PS Hugo Pires.

 Por sua vez, Hélder Sá, deputado do PSD, criticou a intenção do Bloco, considerando que "para a esquerda o Orçamento do Estado teria sempre dinheiro para tudo", como a recuperação para o domínio público da propriedade e gestão da rede de TDT e da prestação do serviço universal de telecomunicações, só que, no final, "quem paga são os portugueses".

 Já o deputado do CDS Hélder Amaral disse que o Governo é "incapaz de controlar os contratos que assina".

 Hoje, foram ainda debatidos projectos de resolução do PCP e do partido 'Os Verdes' (PEV). Os deputados comunistas recomendam que se trave a liquidação da PT e que se defenda os trabalhadores, enquanto os do PEV pedem a defesa do interesse nacional e o controlo da PT. Também estes foram chumbados com os votos contra do PS, PSD e CDS-PP. BE, PCP, PEV e PAN votaram a favor.

Fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/telecomunicacoes/detalhe/parlamento-chumba-proposta-do-be-para-recuperar-dominio-publico-da-rede-da-tdt?ref=Empresas_Destaque

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há 7 horas, Televisão 10 disse:

Chegou a acontecer uma transmissão experimental do AXN em HD na TDT portuguesa?

 

No inicio o canal HD transmitiu o AXN HD e o SyFy HD...

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há 11 minutos, TekClub disse:

No inicio o canal HD transmitiu o AXN HD e o SyFy HD...

Isto quer dizer que pela TDT portuguesa já passaram onze canais: os sete que conhecemos, a RTP Açores e Madeira nas respectivas regiões autónomas e estes dois, por via da MEO, por uns dias.

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há 38 minutos, ATVTQsV disse:

Isto quer dizer que pela TDT portuguesa já passaram onze canais: os sete que conhecemos, a RTP Açores e Madeira nas respectivas regiões autónomas e estes dois, por via da MEO, por uns dias.

Quem sabe. Talvez estes testes tenham sido feitos apenas no emissor de Monsanto ou de um outro sítio mais povoado. Além disso, na altura com apenas 4 canais (ainda nem sequer a ARTV estava em sinal aberto), o espetro disponível permitia experiências como essa. Creio que um canal HD no Mux A equivale a 3 ou 4 canais SD, em termos de largura de banda.

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"Muito brevemente" será entregue regulamento sobre dois novos canais na TDT
O ministro da Cultura afirmou esta quarta-feira que "muito brevemente" será entregue à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) o regulamento para a atribuição de duas novas licenças para a televisão digital terrestre (TDT).
[IMG]
Luís Filipe Castro Mendes falava na comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, no âmbito de uma audição regimental.

"Muito brevemente estaremos em condições de entregar na ERC o regulamento e o caderno de encargos para a atribuição de duas novas licenças" de TDT destinadas aos operadores privados, disse o governante.

Estas duas novas licenças, afirmou, irão contribuir "decisivamente" para a sustentabilidade dos operadores de televisão, uma vez que o aumento do número de canais em sinal aberto "reduzirá os custos da TDT".

Ou seja, irá diminuir os custos da RTP, SIC e TVI com a televisão digital terrestre.

Em 23 de Junho de 2016, o Conselho de Ministros aprovou o alargamento da oferta da TDT em Portugal, o que previa dois canais da RTP sem publicidade e outros dois reservados para os privados, estes últimos atribuídos mediante concurso.

As emissões da RTP3 e da RTP Memória na TDT arrancaram em 1 de Dezembro de 2016, passando a oferta de televisão em sinal aberto (gratuita) a ser composta pela RTP1, RTP2, SIC, TVI, RTP3, RTP Memória e ainda o canal parlamento (AR TV).

Fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/empr...-dois-novos-canais-na-tdt?ref=Empresas_outros

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