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há 7 minutos, canal5 disse:

Tens aqui um exemplo fixe de alguém que não faz parte de nenhuma sub-cultura e levou devido ao seu nervosismo quando essa provavelmente foi a sua primeira entrevista na vida. Antes que me chamem obcecado por isto já ter sido há 3 anos, apenas tive de ouvir pois o envolvido disse que esteve à beirinha de uma depressão depois de um ED:
https://www.youtube.com/watch?v=obXePFnU5QA

Vou-me ficar por aqui, o @JDaman disse tudo. Claro que eu não acho que a JM não é uma (fraquíssima) humorista, continuo à espera de vê-la a fazer outra coisa a solo como a responsável pelo pior trabalho do Herman na sua vida: o Nelo e Idália na RTP1.

Lembro-me bem desse episódio. :mosking:

Mas qual é o teu ponto mesmo, para além de não apreciares a "sátira" enquanto forma de expressão artística? (Achas que deveria ser proibida? Achas que a JM deveria ser condenada? Ou simplesmente acha-la pouco talentosa?) Como não li as páginas anteriores, não percebi a tua resposta.

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há 1 hora, Huggaboo disse:

Lembro-me bem desse episódio. :mosking:

Mas qual é o teu ponto mesmo, para além de não apreciares a "sátira" enquanto forma de expressão artística? (Achas que deveria ser proibida? Achas que a JM deveria ser condenada? Ou simplesmente acha-la pouco talentosa?) Como não li as páginas anteriores, não percebi a tua resposta.

Sou apreciador de sátira, agora comparar esta forma que considero preguiçosa de fazer humor a um programa de sketches que é o formato mais díficil que pode existir com  o trabalhão que dá o processo de criação de personagens - ainda para mais o que está a fazer o Ruído quando o último programa deste género que teve sucesso já foi na década passada - é como da água para o vinho. 

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há 20 minutos, canal5 disse:

Sou apreciador de sátira, agora comparar esta forma que considero preguiçosa de fazer humor a um programa de sketches que é o formato mais díficil que pode existir com  o trabalhão que dá o processo de criação de personagens - ainda para mais o que está a fazer o Ruído quando o último programa deste género que teve sucesso já foi na década passada - é como da água para o vinho. 

Mas se não gostas do ED, ou se o achas preguiçoso, é uma questão tua. Por que raio é que estamos (estou) aqui a discutir uma questão tua?

  • Gosto 3
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há 2 minutos, Huggaboo disse:

Mas se não gostas do ED, ou se o achas preguiçoso, é uma questão tua. Por que raio é que estamos (estou) aqui a discutir uma questão tua?

Tens de te perguntar a ti mesmo, só respondi à tua questão. Desde que não faças comentários como nos vídeos do ED tolerados pela RR, uma rádio que depois vem com o moralismo de passar o Terço à noite, tudo bem.

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há 4 minutos, canal5 disse:

Tens de te perguntar a ti mesmo, só respondi à tua questão. Desde que não faças comentários como nos vídeos do ED tolerados pela RR, uma rádio que depois vem com o moralismo de passar o Terço à noite, tudo bem.

Amigo, tu é que respondeste ao meu comentário. E justamente por não ter percebido a resposta é que inquiri sobre o teu ponto de vista.

Achei que ias condenar o humor satírico, ou defender a condenação da Joana, ou qualquer outra posição de fundo/substanciada que justificasse teres ido buscar um episódio com anos para ilustrar um "lesado" que ficou "à beirinha da depressão" (lol para este diagnóstico).

Se é apenas o facto de achares o ED um exercício radiofónico preguiçoso, esse, na verdade, é um problema teu (que eu acho que não acrescenta grande coisa à discussão - a mim, pelo menos, interessa-me zero).

Postado (editado)
há 6 minutos, Huggaboo disse:

Amigo, tu é que respondeste ao meu comentário. E justamente por não ter percebido a resposta é que inquiri sobre o teu ponto de vista.

Achei que ias condenar o humor satírico, ou defender a condenação da Joana, ou qualquer outra posição de fundo/substanciada que justificasse teres ido buscar um episódio com anos para ilustrar um "lesado" que ficou "à beirinha da depressão" (lol para este diagnóstico).

Se é apenas o facto de achares o ED um exercício radiofónico preguiçoso, esse, na verdade, é um problema teu (que eu acho que não acrescenta grande coisa à discussão - a mim, pelo menos, interessa-me zero).

Ok, se era uma pergunta retórica devias ter dito. Não adivinho.
Também me interessa zero estar a perder tempo com mais um defensor do ED mas que é cego com todo o contexto tóxico à volta daquilo.

Editado por canal5
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há 1 minuto, canal5 disse:

Ok, se era uma pergunta retórica devias ter dito.
Também me interessa zero estar a falar com mais um defensor do ED mas que é cego com todo o contexto à sua volta.

Oi? Mas que pergunta retórica?!?

E o que é que eu não consigo "ver" e que "está à minha volta"?

(E como é que o intuíste com meia dúzia de frases que escrevi?)

Sinto-me a entrar na Twilight Zone...

Postado (editado)
há 23 minutos, Huggaboo disse:

Oi? Mas que pergunta retórica?!?

E o que é que eu não consigo "ver" e que "está à minha volta"?

(E como é que o intuíste com meia dúzia de frases que escrevi?)

Sinto-me a entrar na Twilight Zone...

Então? Não querias ler as minhas opiniões nas páginas anteriores mas agora vais buscar a minha primeira resposta? Estava a falar da tua pergunta sobre sátira, nada mais.
Para não tornar isto pessoal, que não vai dar a lado nenhum, lê a opinião do @JDaman ou vai aqui, com algumas opiniões fundamentadas:
https://www.mundodaradio.info/forum/index.php?topic=52.5835

Porque sim, quem não gosta do estilo da Joana Marques não é uma cambada de grunhos das caixas de comentários do Facebook ou gente sem fair-play como se anda a querer passar.

Editado por canal5
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há 1 hora, canal5 disse:

Sou apreciador de sátira, agora comparar esta forma que considero preguiçosa de fazer humor a um programa de sketches que é o formato mais díficil que pode existir com  o trabalhão que dá o processo de criação de personagens - ainda para mais o que está a fazer o Ruído quando o último programa deste género que teve sucesso já foi na década passada - é como da água para o vinho. 

Também temos que ver que o ED é uma programa de rádio não se pode comparar com a complexidade humorística da série Ruído do Bruno Nogueira, ele também fazia aquelas lives na pandemia sem graça e toda a gente via, acho que são registos diferentes e são ambos bons programas de humor dentro do seu estilo e adequados ao lugar que são transmitidos.

Editado por Hilarion
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há 16 minutos, canal5 disse:

Então? Não querias ler as minhas opiniões nas páginas anteriores mas agora vais buscar a minha primeira resposta? Estava a falar da tua pergunta sobre sátira, nada mais.
Para não tornar isto pessoal, que não vai dar a lado nenhum, lê a opinião do @JDaman ou vai aqui, com algumas opiniões fundamentadas:
https://www.mundodaradio.info/forum/index.php?topic=52.5835

Porque sim, quem não gosta do estilo da Joana Marques não é uma cambada de grunhos das caixas de comentários do Facebook ou gente sem fair-play como se anda a querer passar.

Epa, não queria, mas vou repetir-me. Interessa-me zero que as pessoas não gostem do ED. E muito menos irei catalogá-los do que quer que seja. Eu gosto e acho que está nos antípodas do exercício "preguiçoso" (como apelidaste).

Para mim, não é essa a discussão.

E caguei para quem vai comentar sobre os episódios. Não me interessam nada, não são esses comentários que estão em tribunal. A minha preocupação pelo possível precedente a levantar-se não é essa. Essa é uma discussão extemporânea.

Acho que é humor satírico e, assim sendo, não merece um processo judicial por danos de sei lá o quê que os Anjos invocam. É absurdo. Para mim a discussão é essa, não há matéria legal a-bso-lu-ta-men-te nenhuma (IMO) para uma condenação.

Mas pronto... Se o ED é bom ou mau humor, se acarreta mais ou menos trabalho que um programa de sketches (que raio de comparação), para mim é uma discussão inútil. Eu gosto. Outros nao. Não quero converter ninguém, e seguramente não me convencerão que a Joana não faz um ótimo trabalho.

Queres um conselho, ouve mais episódios, percebe a lógica que ela imprime ao formato, descobre os momentos de auto-depreciação a que ela às vezes também se entrega, percebe a crítica social (na maioria das vezes on point), percebe o trabalhão que está por detrás daquilo, abstrai-te dos ditos comentários tóxicos que rodeiam a questão e forma uma opinião por ti.

  • Gosto 4
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Eu já ouvi muitas vezes o ED. Tem graça. Eu já me ri muitas vezes. É uma coisa para não se levar muito a sério. Mas os Anjos ficaram ofendidos por um post dela no instagram e não por um ED. E sim ela devia ter apagado o post, a partir do momento em que os visados ficaram ofendidos. Se tivesse apagado o post o caso não teria tomado estas proporções.

Mas eles não a deviam ter processado, na minha opinião. Mas acho que as pessoas também não estão a ter empatia com os Anjos neste caso...

  • Gosto 1
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há 2 minutos, D91 disse:

Eu já ouvi muitas vezes o ED. Tem graça. Eu já me ri muitas vezes. É uma coisa para não se levar muito a sério. Mas os Anjos ficaram ofendidos por um post dela no instagram e não por um ED. E sim ela devia ter apagado o post, a partir do momento em que os visados ficaram ofendidos. Se tivesse apagado o post o caso não teria tomado estas proporções.

Mas eles não a deviam ter processado, na minha opinião. Mas acho que as pessoas também não estão a ter empatia com os Anjos neste caso...

Tu tens consciência das consequências do que essa realidade acarretaria (sempre que alguém se sentisse ofendido com algo, o autor desse 'algo' deveria removê-lo)? Para começar, era o fim do 'humor', da 'opinião', da 'investigação', etc.

[Contextualização: estamos a falar de um exercício de humor baseado numa prestação pública dos visados, não de discurso de ódio baseado em características pessoais de putativos visados.]

Estes flirts com a distopia matam-me.

(Empatia pelos Anjos, tenho, como tenho por qualquer outra pessoa. Mas está-se já no plano de discussão à luz da Lei, não da empatia. Eles podiam tão bem ter dado a volta à coisa, iam à rádio, cantavam novamente mal e depois bem.. sei lá.. brincavam com ela e com a situação. A Joana já entrou nessas brincadeiras e desconfio que até quereria. E eles ficavam a ganhar. Não há nada mais nobre do que ver alguém a reconhecer as suas falhas e a brincar com elas.)

  • Gosto 6
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há 41 minutos, Huggaboo disse:

Epa, não queria, mas vou repetir-me. Interessa-me zero que as pessoas não gostem do ED. E muito menos irei catalogá-los do que quer que seja. Eu gosto e acho que está nos antípodas do exercício "preguiçoso" (como apelidaste).

Para mim, não é essa a discussão.

E caguei para quem vai comentar sobre os episódios. Não me interessam nada, não são esses comentários que estão em tribunal. A minha preocupação pelo possível precedente a levantar-se não é essa. Essa é uma discussão extemporânea.

Acho que é humor satírico e, assim sendo, não merece um processo judicial por danos de sei lá o quê que os Anjos invocam. É absurdo. Para mim a discussão é essa, não há matéria legal a-bso-lu-ta-men-te nenhuma (IMO) para uma condenação.

Mas pronto... Se o ED é bom ou mau humor, se acarreta mais ou menos trabalho que um programa de sketches (que raio de comparação), para mim é uma discussão inútil. Eu gosto. Outros nao. Não quero converter ninguém, e seguramente não me convencerão que a Joana não faz um ótimo trabalho.

Queres um conselho, ouve mais episódios, percebe a lógica que ela imprime ao formato, descobre os momentos de auto-depreciação a que ela às vezes também se entrega, percebe a crítica social (na maioria das vezes on point), percebe o trabalhão que está por detrás daquilo, abstrai-te dos ditos comentários tóxicos que rodeiam a questão e forma uma opinião por ti.

Quando leres algo meu a dizer que os Anjos vão ganhar o caso avisa-me.
Entretanto, não estou a tentar converter ninguém e ao contrário do que foi dito de ter coisas "entaladas" sobre ela.
Só a dar alguns factos para pensar no contexto de que os Anjos tinham a mínima razão para se sentirem muito prejudicados, e achar que tinham de estar caladinhos e quietinhos a sofrer as consequências e sabendo que queixa contra desconhecidos não ia dar mesmo a lado nenhum (podiam tê-lo feito apenas no DÀS10? Podiam mas não iam ser levados em conta.) Não acredito muito no tão falado efeito Streisand, a interpretação do hino nacional é demasiado marcante para ficar esquecida.

Vejam bem, os Anjos eram muito acarinhados para irmã mais nova da RR, a RFM, porque raio se iam dar ao trabalho disto tudo senão fosse realmente prejudicial? Como partilhei atrás, sugeriram ir à RR falar com a Joana desde que o vídeo fosse apagado (uma coisa que se acontecesse 2 semanas depois aquilo, já ninguém notaria e não viria nenhum drama ao mundo do humor.)
Depois, a questão do acne foi amplamente arrasada mas a notícia no Público confirma que é legítima, um jornal insuspeito. A Filomena Cautela tem toda a razão, mas vejam os comentários de que está a ser alvo.

Formar uma opinião própria? Pensa o que quiseres sobre o que vou dizer mas já tenho uma maneira para o fazer.
Como é quase impossível escapar a reacts ou notícias sobre aquilo, vou diretamente ver o vídeo original, quando é possível, para não ter de aturar frases descontextualizadas e comentários desnecessários.
Foi assim que conheci o maravilhoso Celso Lascasas, a chalupice extrema em que mergulhou o Gustavo Santos, etc... 

Editado por canal5
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Opiniões à parte, é recorrente ver em comentários de pessoas desfavoráveis à postura da Joana Marques que humor bem feito e respeitoso era, por exemplo, o do Herman. Acho curioso. Não sei se é um efeito de má memória ou simplesmente uma grande admiração por ele que suaviza ou apaga do imaginário coletivo os inúmeros casos de humor absolutamente cáustico com figuras que, muitas delas, se sentiram profundamente prejudicadas. Assim de repente lembro-me do primeiro sketch de caricatura da Filipa Vacondeus, no Tal Canal, em que no final o plano passava do Herman caracterizado dela para um objeto com uns chifres. Ela ficou muito mal pela insinuação de ser corna. Mais recentemente, era recorrente nos espetáculos dele representar com as maracas os "seios entumecidos da Ana Malhoa". Ou narrar um exame da próstata ao José Castelo Branco. E dizer que ele tinha uma relação lésbica com a Betty. E que a Betty está morta e ele a embalsamou. Ou que a filha da Luciana Abreu tem nome "carrinha de caixa aberta fabricada na Polónia" (na altura, uma bebé). Ou que uma figura pública (que não me recordo quem seja) se tinha casado com uma mulher que, ao longo do casamento, tinha engordado X quilos, representando portanto uma "mais valia de 200%".

Mais comparável a este caso, também em todos os espetáculos ridicularizava a cantora Tessa, que cantou no ano em que ele participou no Festival da Canção e que ele dizia ser a pior pessoa que ele já viu a cantar em toda a sua vida. Esta também uma ridicularização de uma atuação musical profissional. Neste caso, a cantora deixou a vida pública e não teve direito ao esquecimento, uma vez que a sua atuação (nos anos 80) era ridicularizada pelo Herman por anos e anos e anos, décadas depois.

Tudo isto digo sem qualquer julgamento de valor. Apenas tentando entender o porquê de ser aceitável no caso do Herman ou, então, esta vertente do humor dele não estar presente para grande parte das pessoas. Aliás, hoje a jornalista Sandra Felgueiras comparou a Joana Marques com a guerra do Irão e deixou claro que o Herman José nunca fez humor de "bullying".

Para mim, a Inês Rogeiro, que esteve a comentar o caso com a Suzana Garcia, fez uma reflexão muito bem colocada, precisamente sobre a Suzana e o seu ódio com a Joana e não com o Herman.

 

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E eis que entramos, e bem, nos escanções do humor. E o processo nem é sobre o ED... A análise ao trabalho do Herman está muito bem tirada. Um génio e sempre gozou com tudo e com todos. Até com a Última Ceia vejam lá vocês. E o Marcelo na altura não gostou... 

Só para colocar em perspectiva, o sketch Associação Os Meninos da Parceria no Ruído, usa no início, imagens reais de publicações de mães influencers com os seus filhos. O texto é brilhante, a interpretação da Gabriela é sublime e há como é óbvio um exagero porque é uma caricatura mas a mensagem está lá. A menos que achemos que aquilo é só para rir e que os autores não quiseram atingir ninguém nem fazer uma crítica social. 

As mães que aparecem no início podem sentir-se visadas? Podem pedir um milhão?

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Comparar caricaturas exageradíssimas que são trabalhadas durante muito tempo a ver dezenas e dezenas de intervenções de uma pessoa com descontextualizar frases reais que podem ser ditas por alguém simplesmente a passar por um mau dia ou por muito nervosismo, misturar tudo como uma salada russa e servir em nome de mais uma figura polémica que, por acaso, não é fã da Joana Marques para continuar a passar a ideia que só este tipo de pessoas não gosta do trabalho dela ou não é inteligente o suficiente para entender o seu humor. 

Onde é que isto já vai... Esperava mais de uma advogada que quer tentar seguir os passos da TV como o pai, a ter opiniões assim elaboradas cheias de whataboutism o mais provável é ir também parar a um programa da manhã fazer o mesmo papel da Dra.Suzana e não a um canal de informação como deverá ser o seu objetivo.

Querem um raro meio termo dito publicamente? A Helena Matos da Rádio Observador no Contra-Corrente de sexta: totalmente a favor da JM no caso, mas a chamar o que é feito na maior parte dos dias no ED de uma "snobeira total". Não me parece que seja alguém conhecida pela sua falta de inteligência e empatia... 
 

Postado
há 17 minutos, PaulPeter disse:

As mães que aparecem no início podem sentir-se visadas? Podem pedir um milhão?

Poderiam. Como acho que centenas de visados pelo RAP, Herman, Bruno, etc etc. Acho sinceramente que inúmeras intervenções deles poderiam dar aso a algo do género, simplesmente a Joana teve azar e calhou-lhe a ela. Voltando a não fazer julgamentos de valor, creio que todo o mediatismo deste caso tem a ver com o pedido de um valor astronómico perante uma peça de humor sem nada de notoriamente ofensivo. É um vídeo relativamente banal no panorama português. Se pedissem 50 mil euros, creio que passaria pelos pingos da chuva mediaticamente. Processos deste género não são nenhuma novidade, a quantia é que creio que é. 

há 19 minutos, canal5 disse:

Comparar caricaturas exageradíssimas que são trabalhadas durante muito tempo a ver dezenas e dezenas de intervenções de uma pessoa com descontextualizar frases reais que podem ser ditas por alguém simplesmente a passar por um mau dia ou por muito nervosismo, misturar tudo como uma salada russa e servir em nome de mais uma figura polémica que, por acaso, não é fã da Joana Marques para continuar a passar a ideia que só este tipo de pessoas não gosta do trabalho dela ou não é inteligente o suficiente para entender o seu humor. 

Onde é que isto já vai... Esperava mais de uma advogada que quer tentar seguir os passos da TV como o pai, a ter opiniões assim elaboradas cheias de whataboutism o mais provável é ir também parar a um programa da manhã fazer o mesmo papel da Dra.Suzana e não a um canal de informação como deverá ser o seu objetivo.

Estou sinceramente a tentar entender o teu ponto de vista. Mas é que acho todos os argumentos muito relativos. Por exemplo, o Marco Paulo não gostava da caricatura que o Herman fazia dele, porque a achava imprecisa, não condizente com a verdade. E afinal o que é mais legítimo: caricaturar alguém (exagerando trejeitos, repetindo momentos menos bons do visado) ou pegar e reproduzir fielmente gravações reais da pessoa em questão, mesmo que com cortes? Eu acho sinceramente que não há resposta certa. A Cátia Palhinha foi caricaturada à exaustão como a pessoa mais burra do mundo, por um punhado de momentos em que poderia estar nervosa ou num mau dia. É melhor a caricatura ou a reprodução das cenas reais em modo soundbyte?

Atenção, eu não me acho dono da razão relativamente a este assunto. Acho é que ninguém o é. Este é um tema que precisa de muito debate e não se vai encerrar em si mesmo. Eu consigo entender o porquê de achares algumas coisas que achas. No entanto, sinto que há subtilezas que fazem falta ao debate.

Quanto à Inês Rogeiro querer tentar seguir os passos do pai na tv, é também  whataboutism.

  • Obrigado 1
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Já agora esqueci-me de um detalhe. Como reagiram as visadas, se assim podemos chamar, no sketch do Ruído? Grande parte brincou com a situação e seguiram. Como diz o Tio Gel a melhor maneira de reagir a uma piada é caga e segue. 

A arma da descontextualização tem as costas largas. Dá para tudo e um par de botas. A Cristina não disse que a outra pôs-se a jeito. Foi contexto. Vai-se a ver as declarações e afinal disse. A Rita Pereira não passou uma entrevista inteira a falar de viajar na Emirates. Pois não. Mas falou ou não falou? Falou. Qual foi o contexto? Falar em viajar na Emirates. Se tem piada gozar com isso, pode ter ou não dependendo do gosto de cada um. Se ela tem o direito de não gostar? Todo o direito. E a vida segue.

  • Gosto 2
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há 36 minutos, PaulPeter disse:

Já agora esqueci-me de um detalhe. Como reagiram as visadas, se assim podemos chamar, no sketch do Ruído? Grande parte brincou com a situação e seguiram. Como diz o Tio Gel a melhor maneira de reagir a uma piada é caga e segue. 

A arma da descontextualização tem as costas largas. Dá para tudo e um par de botas. A Cristina não disse que a outra pôs-se a jeito. Foi contexto. Vai-se a ver as declarações e afinal disse. A Rita Pereira não passou uma entrevista inteira a falar de viajar na Emirates. Pois não. Mas falou ou não falou? Falou. Qual foi o contexto? Falar em viajar na Emirates. Se tem piada gozar com isso, pode ter ou não dependendo do gosto de cada um. Se ela tem o direito de não gostar? Todo o direito. E a vida segue.

A Cristina já tinha sido muitas vezes visada antes de dizer essa atrocidade, isto vendo apenas pelos vídeos recomendados do YouTube (ainda sigo o canal da RR para ver outros conteúdos longe do EM). 

É muito mais fácil ter alvos na TVI do que a SIC pois como se sabe têm uma parceria de anos e anos com o grupo Renascença.

há 8 horas, agui disse:

Poderiam. Como acho que centenas de visados pelo RAP, Herman, Bruno, etc etc. Acho sinceramente que inúmeras intervenções deles poderiam dar aso a algo do género, simplesmente a Joana teve azar e calhou-lhe a ela. Voltando a não fazer julgamentos de valor, creio que todo o mediatismo deste caso tem a ver com o pedido de um valor astronómico perante uma peça de humor sem nada de notoriamente ofensivo. É um vídeo relativamente banal no panorama português. Se pedissem 50 mil euros, creio que passaria pelos pingos da chuva mediaticamente. Processos deste género não são nenhuma novidade, a quantia é que creio que é. 

Estou sinceramente a tentar entender o teu ponto de vista. Mas é que acho todos os argumentos muito relativos. Por exemplo, o Marco Paulo não gostava da caricatura que o Herman fazia dele, porque a achava imprecisa, não condizente com a verdade. E afinal o que é mais legítimo: caricaturar alguém (exagerando trejeitos, repetindo momentos menos bons do visado) ou pegar e reproduzir fielmente gravações reais da pessoa em questão, mesmo que com cortes? Eu acho sinceramente que não há resposta certa. A Cátia Palhinha foi caricaturada à exaustão como a pessoa mais burra do mundo, por um punhado de momentos em que poderia estar nervosa ou num mau dia. É melhor a caricatura ou a reprodução das cenas reais em modo soundbyte?

Atenção, eu não me acho dono da razão relativamente a este assunto. Acho é que ninguém o é. Este é um tema que precisa de muito debate e não se vai encerrar em si mesmo. Eu consigo entender o porquê de achares algumas coisas que achas. No entanto, sinto que há subtilezas que fazem falta ao debate.

Quanto à Inês Rogeiro querer tentar seguir os passos do pai na tv, é também  whataboutism.

A Cátia Palhinha começou a ser alvo de caricatura no Estado de Graça passado umas semanas do início da Casa dos Segredos e só algum tempo depois pelo Herman, lembro-me bem.

No ED dizes a maior borrada do mundo mas nem tens tempo para te retratares, que uma semana depois podes estar lá.

Sobre a Inês Rogeiro, acho que não é whataboutism quando já anda a rondar pelo Irritações e agora na CNN.

Editado por canal5
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há 22 minutos, D91 disse:

Herman José sofre acidente aparatoso e sobe ao palco numa cadeira de rodas e de braço ao peito

O humorista levou à letra a frase "show must go on" e subiu ao palco com ombro deslocado e tendão de aquiles desfeito.

https://www.cmjornal.pt/vidas/ultimas/detalhe/herman-jose-sofre-acidente-aparatoso-e-sobe-ao-palco-numa-cadeira-de-rodas-e-de-braco-ao-peito

Que profissionalão! :adoro:

Sofreu uma queda e estava mal, mas sabia que as pessoas tinham pagado bilhete e abdicado de uns minutos das suas vidas para verem o seu espetáculo. Uma chapada de luva branca a certas vedetas que não respeitam o público! 

Espero que ele fique bem. É de salientar, porém, que, nos últimos tempos, tem dado grandes "malhos". Devia ter mais cuidado.

  • Gosto 6
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Os Anjos fizeram macumba contra o pessoal ligado à comédia :confusa_julia:

 

Se assim foi também eles serão atingidos, segundo o Jornal da Noite de ontem eles também são "humoristas":olhos:

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