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Pedro M.

Super Nanny [suspenso]

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há 2 minutos, srcbica disse:

E a mãe do segundo programa tinha uma vida miserável. Sei lá quantos takes foram precisos para mostrar que ela é que estava em vias de precisar de um psiquiatra. Mas depois do programa, parece que ela ficou menos sobrecarregada. Toda a gente aqui, que gosta do programa, escreveu trocentas vezes que ele não veio fazer milagres; veio apenas aconselhar. Conselhos não mudam ninguém num ápice. É preciso primeiro que tudo aceitá-los e depois colocá-los em prática. Se os outros que gostavam do programa viam-no pelas birras, eu não sei. Isso é com eles. Eu via o programa pela vertente pedagógica. Quem quiser acreditar, que creia; quem não quiser, não me faz diferença nenhuma.

Dicas que a maioria dos psicólogos criticaram, é preciso referir isso. Os profissionais de saúde mental, criticaram fortemente a padronização dos métodos aplicados pela Nanny, a miúdos com diferentes tipos de problemas psicológicos. 

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há 7 minutos, João F. disse:

Dicas que a maioria dos psicólogos criticaram, é preciso referir isso. Os profissionais de saúde mental, criticaram fortemente a padronização dos métodos aplicados pela Nanny, a miúdos com diferentes tipos de problemas psicológicos. 

Olha, não obstante o que escreveste ser verdade, se funciona ou não, isso apenas cabe aos pais dizerem um tempo depois de terem aplicado as dicas dela. Eu já aprendi que, se um doente fala que dar três cabeçadas numa parede faz com que a sua dor de cabeça se vá embora, o profissional de saúde só tem que respeitar. O doente chega no meu consultório e diz que o medicamento homeopático ou que as pedras da bruxa da esquina o fizeram sentir-se melhor. Vou estar a chatear a pessoa, só porque a medicina ocidental não tem evidência científica disso? Não, porque o que me importa é que a pessoa se sinta bem. Além disso, acima do princípio da beneficiência está o princípio da não-maleficiência. Isto significa que as coisas até podem não correr bem. O importante é que as coisas não corram mal.

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há 6 horas, sylar disse:

Pah, já era esperado, não é novidade para ninguém que o programa iria ter um fim, só faltava saber até quantos episódios conseguiriam aguentar.

Sinceramente o programa é aquele tipo de programa mais de entretenimento familiar, onde o pessoal se senta no sofá à noite com a familia e gosta de se entreter um pouco.

A mim este formato não me disse rigorosamente nada, gostava sim que fosse algo com pessoa mais velho, 17-25 anos (como em Espanha), os miúdos é aquela coisa... já se sabe que passado 1 semana as coisas voltam todos ao mesmo.

A base do programa tambem era sempre a mesma, eu compreendo que seja difícil ter outros comportamentos que não os da Super Nanny, mas acaba por se tornar um pouco repetitivo.

Faz-me lembrar um pouco o Pesadelo na Cozinha na parte em que o programa por vezes acaba por não fazer rigorosamente nada, isto é, um tipo vê um dono porcalhão, uma dona porcalhona, comida estragada, cozinha empestada em %#""#$%, baratas, ratos, ratazanas, etc etc etc, um tipo vê aquilo em casa e pensa o quê? Eu pelo menos penso que nunca na vida entraria naquele restaurante.. porque ao fim de 1/2/3 semanas as coisas voltam ao mesmo estado (e tal aconteceu com a maior parte deles).

Para concluir, a SIC já sabia o que este programa ir gerar, eles não são parvos, eles tentaram jogar isto a favor deles, isto é, programa polémico, todo a gente a envolver-se no programa, top falado em tudo o que é lado, + interesse e + audiências, mas... nunca previram que o programa se tornasse tão tão tão negativo, basicamente virou-se o feitiço contra o feiticeiro.

Amava que a sic pegasse nessa faixa etaria (18-25) e continuasse o programa. Queria ver depois o argumento 

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Em resposta a alguns posts que li por aqui, aqui vai a minha opinão:

O bullying irá sempre existir... deve-se combater, mas irá sempre existir, faz parte da natureza das crianças quererem mostrar-se superiores às outras quando na realidade têm também um certo complexo de inferioridade. Ou seja, eu acho que todos nós somos atingidos de certa forma quando somos crianças, agora e desde sempre. E geralmente é por aqueles que são mais populares, mais fortes fisicamente, etc. (bullies estes, que também num certo momento anterior estiveram sujeitos de alguma forma a bullying). Isso apesar de parecer destrutivo para a vítima, acaba por a fortalecer noutros aspectos (dependendo da forma como cada um sabe dar a volta a este problema, não se pode ficar agarrado ao passado). Depois o que acabas por constatar na maioria das vezes, é que aqueles que de certa forma foram bullies para ti, hoje não são nada, e tu acabas por já ser mais que eles na vida. E a tendência seria exerceres agora o mesmo bullying sobre eles, mas tu és mais inteligente e crescido e percebes que não é necessário, pois as evidências falam por si e o sentimento de culpa pelo que fizeram antes apoderar-se-à deles.

Esta é a minha forma de olhar pro bullying, e o bullying pode acontecer sem aparecer na tv, ou aparecendo na tv, neste formato, ou no Uma Canção Para Ti, Masterchef Junior, The Voice Kids...

O problema da Supernanny não está apenas no bullying, está em violar a lei relativa ao direito à reserva da intimidade da vida privada, por algum motivo as crianças são pixelizadas em notícias em que está posta em causa a sua privacidade, principalmente quando estão a ser expostas situações negativas da sua vida. Quando uma criança é filmada ao lado do Marcelo Rebelo de Sousa numa visita a um infantário, não precisa de ser pixelizada. O mesmo quando está a cantar ou a cozinhar. Já quando é referida num processo de divórcio dos pais, ou como vítima de maus tratos, exposta numa situação de violência, tem que ser protegida.

Já um Big Brother à volta de uma criança, que expõe as suas fragilidades, birras, bater nos pais, é outra coisa. Um Big Brother com adultos já é diferente, todos são maiores e cada um decide por si.

Eu não gosto de programas com crianças em geral, porque os pais estão a potenciar bullying aos filhos. Mas no caso do Supernanny é mais que isso, é uma exposição ilegal dos mesmos pelas audiências, ainda por mais a troco de dinheiro, o que põe em causa a proteção dos menores, quer pelos pais, quer pela SIC, daí fazer sentido tomar medidas no sentido de as proteger através da lei. Se lá fora não o fizeram, fico feliz por estarmos mais avançados em alguma coisa.

 

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A maioria das pessoas não sabe o que é bullying na realidade. Ou pelo menos não o bullying na sua forma mais grave. Na realidade, se calhar até podemos considerar que há vários tipo de bullying, uns mais leves outros mais fortes. Alguns se calhar, por acontecerem uma vez ou outra, nem trazem consequências a quem o sofre. Outros, porque são diários durante um longo período de tempo, marcam a personalidade de quem por eles passa. E acontece, ainda ontem me aconteceu isso, pessoas que sofreram também bullying, mas numa escala muito escassa/inferior, compararem e até desvalorizarem outras situações de bullying mais graves. Cada caso é um caso (detesto frases feitas, mas é verdade). E , pessoalmente, aquele que vivenciei nem era físico, era 95% psicológico (embora também tenha existido físico). Por isso sempre passou ao lado de toda a gente, inclusive família. Como não traz marcas físicas, parte-se do pressuposto que não aconteceu.

Trazendo isto para o programa, acho que sim, é saudável existir esta preocupação com os direitos das crianças e a sua exposição. Acho mesmo. Apenas acho que, agora que deram este passo, há muito caminho a percorrer noutras paragens não tão mediáticas.

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há 8 minutos, Hashtag disse:

A maioria das pessoas não sabe o que é bullying na realidade. Ou pelo menos não o bullying na sua forma mais grave. Na realidade, se calhar até podemos considerar que há vários tipo de bullying, uns mais leves outros mais fortes. Alguns se calhar, por acontecerem uma vez ou outra, nem trazem consequências a quem o sofre. Outros, porque são diários durante um longo período de tempo, marcam a personalidade de quem por eles passa. E acontece, ainda ontem me aconteceu isso, pessoas que sofreram também bullying, mas numa escala muito escassa/inferior, compararem e até desvalorizarem outras situações de bullying mais graves. Cada caso é um caso (detesto frases feitas, mas é verdade). E , pessoalmente, aquele que vivenciei nem era físico, era 95% psicológico (embora também tenha existido físico). Por isso sempre passou ao lado de toda a gente, inclusive família. Como não traz marcas físicas, parte-se do pressuposto que não aconteceu.

Trazendo isto para o programa, acho que sim, é saudável existir esta preocupação com os direitos das crianças e a sua exposição. Acho mesmo. Apenas acho que, agora que deram este passo, há muito caminho a percorrer noutras paragens não tão mediáticas.

O pior é quando uma diretora de uma escola diz que insultos não magoam :rolleyes: como a minha da minha escola antiga. Mas pronto, era algo idosa e tinha mentalidade da pedra, em que só bater é que magoa :rolleyes:

Edited by Ivo
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há 16 minutos, Hashtag disse:

A maioria das pessoas não sabe o que é bullying na realidade. Ou pelo menos não o bullying na sua forma mais grave. Na realidade, se calhar até podemos considerar que há vários tipo de bullying, uns mais leves outros mais fortes. Alguns se calhar, por acontecerem uma vez ou outra, nem trazem consequências a quem o sofre. Outros, porque são diários durante um longo período de tempo, marcam a personalidade de quem por eles passa. E acontece, ainda ontem me aconteceu isso, pessoas que sofreram também bullying, mas numa escala muito escassa/inferior, compararem e até desvalorizarem outras situações de bullying mais graves. Cada caso é um caso (detesto frases feitas, mas é verdade). E , pessoalmente, aquele que vivenciei nem era físico, era 95% psicológico (embora também tenha existido físico). Por isso sempre passou ao lado de toda a gente, inclusive família. Como não traz marcas físicas, parte-se do pressuposto que não aconteceu.

Trazendo isto para o programa, acho que sim, é saudável existir esta preocupação com os direitos das crianças e a sua exposição. Acho mesmo. Apenas acho que, agora que deram este passo, há muito caminho a percorrer noutras paragens não tão mediáticas.

O bullying tem que ser continuado, se não não é bullying, basta ver a definição no dicionário:

"Conjunto de maus-tratos, ameaças, coacções ou outros actos de intimidação física ou psicológica exercido de forma continuada sobre uma pessoa considerada fraca ou vulnerável."

https://www.priberam.pt/dlpo/bullying

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há 19 minutos, Forbidden disse:

Eu quando leio que o "bullying fortalece" fico perplexo, pasmo, até revoltado porque é um insulto a quem sofreu. Mas nem quero discutir mais isso. E sim, bullying é uma coisa continuada, não é um insulto esporádico, embora algumas pessoas parece que nem sabem o que bullying é.

Eu em momento algum disse que o bullying fortalece, aliás, começo o texto a referir que o bullying deve ser combatido. O que tentei dizer é que é possível dar a volta por cima, e que um dia tudo se inverte e aquele que te fez mal pode ficar na "merda", e tu caíres na tentação de dizer "bem-feito" e tornares-te bullie dele. Quem vive demasiado agarrado a esse passado é que não consegue sair por cima.

Acho é que tentam virar esta polémica da Supernanny para o bullying, quando não é isso que está em causa mas sim o direito à reserva da intimidade da vida privada.

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Agora mesmo, João disse:

Eu em momento algum disse que o bullying fortalece, aliás, começo o texto a referir que o bullying deve ser combatido. O que tentei dizer é que é possível dar a volta por cima, e que um dia tudo se inverte e aquele que te fez mal pode ficar na "merda", e tu caíres na tentação de dizer "bem-feito" e tornares-te bullie dele. Quem vive demasiado agarrado a esse passado é que não consegue sair por cima.

 

Nem por isso, isso é fantasia... do que sei as pessoas que me fizeram mal estão bem da vida, até melhores do que eu.

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Acho que o programa pode causar eventualmente perturbações e as crianças sofrerem de bullying graças ao trabalho de instituições de apoio às crianças. Se achavam que o programa teria efeitos nefastos não precisavam de dar entrevistas em todo o lado. Estas instituições não percebem que o bullying é potencializado quando todos falam daquela(s)  criança (s). Há um desejo permanente de MOSTRAR que fazem um trabalho bom, talvez para afastarem do olhar dos media casos que não sabem, nem podem solucionar. Acrescento ainda que se um miúdo num programa,  como o MC, cozinhar bastante mal e chorar vão solicitar de imediato que essas crianças apareçam  sob a forma de imagem desfocada??!! É que pode correr o risco de sofrer de bullying 

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há 14 minutos, Ivo disse:

:haha: Estás atrasado, já sabemos isso desde ontem e estivemos e estamos a discutir isso :P

Só partilhei o link para quem não viu :parting:

Flops :parting:

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Mas afinal foi mesmo cancelado ou só suspenso?

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há 6 minutos, John Doe disse:

Mas afinal foi mesmo cancelado ou só suspenso?

A SIC no Jornal da Noite só falou em suspensão.

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há 1 hora, Forbidden disse:

Nem por isso, isso é fantasia... do que sei as pessoas que me fizeram mal estão bem da vida, até melhores do que eu.

offtopic, mas as pessoas às vezes acham que a vida é um filme/série de hollywood. 

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Agora mesmo, joanna disse:

offtopic, mas as pessoas às vezes acham que a vida é um filme/série de hollywood. 

Mesmo, onde os mauzinhos pagam sempre pelo que fazem, era tão bom que fosse assim :mosking:

E quanto a "culpa", muitos nem tem noção do mal que fizeram, vão sentir culpa de quê mesmo?

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há 27 minutos, Pedro M. disse:

A SIC no Jornal da Noite só falou em suspensão.

só foi suspenso, é o que diz o comunicado

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há 12 minutos, Forbidden disse:

Mesmo, onde os mauzinhos pagam sempre pelo que fazem, era tão bom que fosse assim :mosking:

E quanto a "culpa", muitos nem tem noção do mal que fizeram, vão sentir culpa de quê mesmo?

Já para não falar que passado uns anos deixamos de ver os Bullyies, como é que sabemos como é que eles estão?

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Quem de direito acabou com este programa mas não o faz em relação ao Big Brother, Secret Story e porcarias semelhantes. É a tradicional coerência portuguesa.

Em relação ao programa em si é preciso dizer que a principal protagonista do programa não tem jeitinho nenhum para a coisa. Dá ideia que foram buscar uma psicóloga e que ela tenta teatralizar mas não tem jeito para isso. De qualquer das maneiras isto foi muito bom para ela porque ganhou visibilidade. É um daqueles tachos em que pode recolher dividendos no futuro.

Estive a ouvir a Júlia Pinheiro naquele debate e não percebo como a SIC lhe dá um cargo de tanta responsabilidade. Ela é uma apresentadora de televisão, não tem arcaboiço para ser directora. Mas se o Balsemão mete o neto a liderar a Impresa já nada me admira. Nem o facto da SIC estar numa crise tremenda. 

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