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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Postado (editado)

Mesmo com ameaça da ERC, dona da TVI aprova nova administração, agora presidida por Mário Ferreira

Por “unanimidade”, todos os acionistas presentes na assembleia-geral da Media Capital deram luz verde à nova administração e aos novos estatutos. ERC tinha avisado que podia não reconhecer decisões tomadas. 

 

Com a deliberação desta terça-feira, Mário Ferreira, o representante do maior acionista da Media Capital (embora, com a posição de 30% do capital, a Pluris Investiments se assuma como minoritária), foi eleito presidente de um conselho de administração com nove membros. Como vogal, também surge a sua mulher Paula Dias Ferreira, que é também vice-presidente da Pluris.

O cargo de vice-presidente da administração da empresa que, além da TVI, é detentora das rádios Comercial e M80 e da produtora Plural, cabe ao empresário de Leiria Paulo Gaspar, que, através da empresa familiar Triun, é dono de 23% do seu capital. Paulo Gaspar é administrador do Grupo Lusiaves, presidida pelo seu pai, Avelino Gaspar, que também é proposto para vogal da Media Capital.

Da administração fazem parte ainda João Serrenho, o presidente das tintas CIN (dona de 11,2% do capital da Media Capital), e Rui Armindo Freitas, neste caso, da sociedade que junta vários empresários do norte do país, a Zenithodissey (10%). Miguel Araújo, há anos ligado ao grupo Sonae, também surge como um dos vogais do órgão de cúpula da Media Capital, onde consta ainda Cristina Ferreira, a apresentadora de televisão que é diretora de ficção e entretenimento da TVI (que, quando saiu da SIC, da Impresa, a dona do Expresso, já tinha prometida a passagem a administradora). A sociedade que tem com o seu pai, a DoCasal Investimentos, é proprietária de 2,5% da Media Capital.

O novo responsável executivo da Media Capital, um homem há muito ligado ao grupo, Luís Cunha Velho, também está no grupo de nove administradores. É ele que assume as rédeas da gestão diária da companhia, acima do diretor-geral Nuno Santos, depois da saída de Manuel Alves Monteiro.

https://expresso.pt/economia/2020-11-24-Mesmo-com-ameaca-da-ERC-dona-da-TVI-aprova-nova-administracao-presidida-por-Mario-Ferreira

Editado por Mar-Vell
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há 1 hora, Figo disse:

Ignoraram a ERC?

A ERC devia preocupar-se com outras coisas e deixar a nova administração da Média Capital trabalhar.

Parece que andam atrás das queixinhas mal intencionadas da Impresa e da Cofina, uns não conseguiram comprar porque desistiram e não querem pender o "brinquedo" a Media Capital, parecem aquelas crianças que fazem birra por uma coisa de nada.

Deixem a  nova administração tomar as rédeas da empresa.

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há 1 hora, Mar-Vell disse:

Mesmo com ameaça da ERC, dona da TVI aprova nova administração, agora presidida por Mário Ferreira

Por “unanimidade”, todos os acionistas presentes na assembleia-geral da Media Capital deram luz verde à nova administração e aos novos estatutos. ERC tinha avisado que podia não reconhecer decisões tomadas. 

 

Com a deliberação desta terça-feira, Mário Ferreira, o representante do maior acionista da Media Capital (embora, com a posição de 30% do capital, a Pluris Investiments se assuma como minoritária), foi eleito presidente de um conselho de administração com nove membros. Como vogal, também surge a sua mulher Paula Dias Ferreira, que é também vice-presidente da Pluris.

O cargo de vice-presidente da administração da empresa que, além da TVI, é detentora das rádios Comercial e M80 e da produtora Plural, cabe ao empresário de Leiria Paulo Gaspar, que, através da empresa familiar Triun, é dono de 23% do seu capital. Paulo Gaspar é administrador do Grupo Lusiaves, presidida pelo seu pai, Avelino Gaspar, que também é proposto para vogal da Media Capital.

Da administração fazem parte ainda João Serrenho, o presidente das tintas CIN (dona de 11,2% do capital da Media Capital), e Rui Armindo Freitas, neste caso, da sociedade que junta vários empresários do norte do país, a Zenithodissey (10%). Miguel Araújo, há anos ligado ao grupo Sonae, também surge como um dos vogais do órgão de cúpula da Media Capital, onde consta ainda Cristina Ferreira, a apresentadora de televisão que é diretora de ficção e entretenimento da TVI (que, quando saiu da SIC, da Impresa, a dona do Expresso, já tinha prometida a passagem a administradora). A sociedade que tem com o seu pai, a DoCasal Investimentos, é proprietária de 2,5% da Media Capital.

O novo responsável executivo da Media Capital, um homem há muito ligado ao grupo, Luís Cunha Velho, também está no grupo de nove administradores. É ele que assume as rédeas da gestão diária da companhia, acima do diretor-geral Nuno Santos, depois da saída de Manuel Alves Monteiro.

https://expresso.pt/economia/2020-11-24-Mesmo-com-ameaca-da-ERC-dona-da-TVI-aprova-nova-administracao-presidida-por-Mario-Ferreira

Então era isto que a Cristina se referia hoje como um "marco pessoal e profissional"... 

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há 18 minutos, RenatoSimões disse:

Estão há uns 20 minutos a transmitir a conferência de imprensa do Mário Ferreira na TVI24, para quem se interessar.

Mort neles todos ali juntos :cryhappy: vem Covid-Capital

A Cristina a pisar na Cofina. Socorr

Ela a expôr tudo, mds

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há 6 minutos, Mar-Vell disse:

Mort neles todos ali juntos :cryhappy: vem Covid-Capital

A Cristina a pisar na Cofina. Socorr

Ela a expôr tudo, mds

MDS. Eu por acaso ainda há 10 minutos vi essa notícia, e eu assim, hum, Sábado, isto pertence à Cofina, já vem aí barraca.

E ela a barracar em direto. 

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MÁRIO FERREIRA: "NÃO ACEITAMOS PRESSÕES NEM AMEAÇAS AOS DIREITOS E LIBERDADES"

O empresário foi eleito esta terça-feira presidente do Grupo Media Capital. Mário Ferreira reitera que o grupo "tem uma renovada ambição, com fidelidade aos princípios e valores do pluralismo e da liberdade de imprensa"

Mário Ferreira, que foi eleito esta terça-feira presidente do grupo Media Capital na Assembleia-Geral de acionistas, disse esta terça-feira em conferência de imprensa que a deliberação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) - que diz ter  "fundadas dúvidas sobre a identidade" dos acionistas da dona da TVI - "é muito grave e não pode ficar sem resposta.

Em conferência de imprensa, o empresário explicou o projeto e a forma como pretende reagir aos condicionalismos impostos pela ERC.

Estamos aqui com a transparência de sempre e eleitos por um conjunto de investidores individuais, conhecidos por todos, que criam riqueza no país, com iniciativas, ideias e nada a esconder", sublinha o presidente, adiantando que "tentar inviabilizar os nossos accionistas e os novos Orgãos Sociais de assumirem os seus papéis neste projeto, que viemos salvar, colocaria em causa a existência deste grupo de comunicação com tão forte ligação ao país e que chega diariamente a milhões de portugueses".

Mário Ferreira reiterou que os acionistas do grupo Media Capital confiam na capacidade de recuperação da economia portuguesa e que querem viver numa sociedade em que a liberdade de imprensa e o pluralismo de vozes "permanecem como valores fundamentais do Estado de Direito e da democracia".

Como portugueses, empresários e investidores, não aceitamos nem pressões, nem ameaças aos direitos e liberdades", sustentou Mário Ferreira.

O presidente do grupo Media Capital sublinhou que o papel dos acionistas, reunidos esta terça-feira, é o de "dar a cara por um projeto que aspira colocar na liderança do audiovisual em Portugal uma empresa, uma televisão, um grupo empresarial de propriedades e capitais maioritariamente nacionais". 

Não nos escondemos atrás de ninguém, nem dispomos de jornais especializados em campanhas e ameaças. É inaceitável que haja pressão nos trabalhos da Assembleia-Geral de acionistas", disse Mário Ferreira, refletindo sobre o aviso da Entidade Reguladora da Comunicação Social que sublinhou que não iria reconhecer as deliberações tomadas nesta reunião.

O condicionamento e dualidade de critérios determinados pela deliberação da ERC implica um risco de paralisação da atividade de um dos mais relevantes grupos de comunicação social do país, precisamente o contrário do que esta entidade deveria promover e defender". Acresce, continua Mário Ferreira, que esta deliberação traz grandes prejuízos à empresa, desvaloriza as suas ações e acarreta graves consequências aos seus accionistas, que não deixarão de exigir responsabilidades, aponta Mário Ferreira.

A decisão da Mesa de Assembleia-Geral de acionistas foi clara e peremptória, sublinha o empresário: "Os acionistas apresentaram prova da titularidade das suas ações nos termos das lei aplicável, não subsistindo dúvidas quanto à identidade das entidades titulares de capital apresentado na Assembleia-Geral". 

Aqui estamos, com toda a legitimidade, como novo conselho de administração do grupo Media Capital. Como nos compete, em defesa de milhares postos de trabalho", continua o empresário, referindo que o grupo está obrigado a trabalhar com a ERC, como regulador sectorial. Mas, afirma, "queremos fazê-lo de boa fé, livres de pressões, de decisões esdrúxulas e infundadas, que causam graves prejuízos à empresa e ao pluralismo dos meios de comunicação social".

Assim, Mário Ferreira reitera a intenção de recorrer a todos os meios legais ao seu alcance para fazer valer os seus direitos e exigir as devidas compensações "pelos reais prejuízos já causados ao grupo".

Fomos informados  de que diversos acionistas têm sido alvo de ameaças e prolongadas campanhas difamatórias. Estes vão também usar os devidos sistemas legais em defesa do seu bom nome e dos seus direitos", disse Mário Ferreira.

Concluindo, o empresário eleito presidente da Media Capital esta terça-feira diz que o grupo tem, hoje, uma renovada ambição, "com fidelidade aos princípios e valores do pluralismo e da liberdade de imprensa, que estão desde o seu nascimento na base deste projeto. Tudo faremos para reforçar a posição deste grupo no audiovisual, na produção de conteúdos em língua portuguesa e na valorização do talento e profissionalismo de todos aqueles que, diariamente, fazem crescer este projeto. É essa a nossa motivação".

A Pluris, a maior acionista da Media Capital, poderá recorrer aos tribunais caso haja prejuízos decorrentes da deliberação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

A empresa detida por Mário Ferreira pondera mesmo responsabilizar diretamente os membros da ERC por eventuais perdas.

Fonte:TVI24

Editado por dav01
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Mário Ferreira acusa Cofina de"ameaças" e difamação a acionistas da Media Capital

O presidente da Media Capital afirmou hoje que "diversos acionistas" do grupo "têm sido alvo de ameaças" e difamação e acusou a Cofina, que lançou uma OPA sobre a dona da TVI, de estar por trás dos ataques.

"Fomos informados de que diversos acionistas têm sido alvo de ameaças e de campanhas difamatórias", afirmou Mário Ferreira, na primeira conferência de imprensa após ter sido eleito presidente do Conselho de Administração da Media Capital.

Quando questionado sobre o assunto, o gestor afirmou: "A difamação para quem lê comunicação social é relativamente fácil de ver, são alvos escolhidos, quase todos os presentes têm sido alvo de ataques do Correio da Manhã, da Sábado e menos, mas também, do Jornal de Negócios, não falando das revistas de especialidade colorida".

De acordo com Mário Ferreira, essas ameaças e difamação são "sempre originárias do mesmo grupo, sempre com a mesma intenção, sempre com mensagens de ou com tentativa de descredibilizar os acionistas ou os investidores de alguma forma".

E até ironizou com a situação: "Hoje disse à minha mulher, cá está o Correio da Manhã comigo com uma foto de um belo presunto".

Para o presidente da dona da TVI, trata-se de uma "uma tentativa de denegrir a imagem com fotografias não autorizadas, num ambiente familiar que as pessoas que conhecem não se inibem de tirar fotografias de menores e de publicar no Correio da Manhã, é inadmissível".

Sobre as ameaças, Mário Ferreira relatou que pessoas enviadas pelo Correio da Manhã "vão contactando algumas pessoas" a questionar se vão entrar no negócio, avisando que "é melhor não se meterem porque senão vão fazer parte da lista do que vai aparecer" no jornal.

"Temos que conviver com isso. Soube ontem [segunda-feira] de uma reunião de emergência do 'Estado-Maior' da Cofina onde foram dadas ordens específicas" para os títulos da Cofina preparem páginas no Natal "sobre a minha pessoa, o que é de lamentar", referiu Mário Ferreira, que tinha sido desafiado pelo presidente daquele grupo, Paulo Fernandes, a entrar no negócio da compra da Media Capital no ano passado.

"Várias pessoas aqui na mesa [membros do novo Conselho de Administração] têm enviado queixas à ERC [regulador dos media] sobre o que se tem passado, no nosso caso mais de 260 notícias elaboradas pelo grupo Cofina que até hoje, que se saiba, a ERC fez rigorosamente nada", disse, apontando que a intenção é "queimar em lume brando".

"Por acaso não contabilizei, mas ouvido o número das 260 noticias, o meu número deve triplicar em relação a essas notícias. Há certos orgãos que todos os dias têm três ou quatro relacionados com o meu trabalho, sempre de uma forma enviesada", acrescentou a diretora de entretenimento e ficção da TVI, Cristina Ferreira, acionista e desde hoje membro do Conselho de Administração da Media Capital.

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A Cofina está desesperada deixaram cair o negócio da Media Capital com a Prisa e não aceitam que o seu ex parceiro de compra  Mário Ferreira tenha adquirido 30% da empresa e depois alguns meses passados tenha juntamente com a Prisa encontrado  novos investidores para os restantes 64% da Media Capital que eram da Prisa.

Parece que a Cofina é uma criança a fazer a birra de que a Media Capital é sua (mesmo depois de ter desistido da compra) e que não desistirá de fazer de tudo para ter uma empresa que eles queriam seja deles.

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há 2 horas, RodrigoMarquês. disse:

O Pedro Abrunhosa deve ter sofrido essas pressões que o Mário fala, daí que tenha desistido. 

Sem dúvida e parece que a ERC quer fazer um favor à Cofina.

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há 21 minutos, D91 disse:

Cofina disponível para “fazer parte da solução” da dona da TVI

Grupo é oferente na OPA em curso à Media Capital e lembra a necessidade do “respeito” pela Lei e pelo Estado de Direito.

https://www.cmjornal.pt/tv-media/detalhe/cofina-disponivel-para-fazer-parte-da-solucao-da-dona-da-tvi?ref=TvMedia_DestaquesPrincipais

Pois quiseram a Media Capital  depois já não quiseram comprar e agora querem fazer parte da estrutura da Media Capital.

Os reguladores deviam ter vergonha de darem apoio a estes administradores da Cofina.

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