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agora mesmo, canal5 disse:

Isso já foi tentado em 2013, correu extremamente mal.

Pois o problema é  que a RTP 1 vai atrás  das audiências, não pode , tem de ser o público a vir para a RTP ao ver que esta faz o que o privado não  tem interesse em fazer.

Ou seja a RTP tem de ser persistente manter  1 dia por semana com conteúdos diferentes e diversificaddos independentemente  da audiências. 

Assim quem gosta de documentários  sabe naquele dia por exemplo  Seg o horário nobre  é  destinado aos documentários, quem gosta de música  por exemplo  a sexta-feira   é  dedicada à  música, quem quer cinena ao sabado em horário nobre. 

Basicamente  é  isto mas infelizmente na RTP eles mudam porque tem medo de eventuais  percas de audiências o que na minha  modestia opinião não  devem ter.

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A SIC está a tentar reverter (poucas) tendências isolacionistas.

A TVI está é estagnada e quer ter realities de convivência o ano inteiro, e por conseguinte, todo o ano.

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há 5 horas, ATVTQsV disse:

A SIC está a tentar reverter (poucas) tendências isolacionistas.

A TVI está é estagnada e quer ter realities de convivência o ano inteiro, e por conseguinte, todo o ano.

Sim tens razão  no que dizes mas não é  do interesse do privado dar conteúdos que não  tenham grandes audiências. 

A TVI já  está habituada a esse modelo Reality Shows  todo o ano e telenovelas em horário nobre.

A SIC para além  das telenovelas a aposta vai mais   Talent Shows e outros formatos. 

Isto não  está  errado no privado são  tvs comerciais praticamente tem a mesma programação em horário nobre todos os dias da  semana. 

A RTP por ser pública é  que tem de fazer diferente até  faz nalgumas coisas mas  na minha opinião é insuficiente.

Por isso a ideia de um dia na semana em horário nobre a um determinado tipo de conteúdos, é  nisso que os canais públicos tem de se diferenciar dos privados.

 

Edited by emanuel92
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Eu acho que o futuro da televisão portuguesa vai passar muito pelo entretenimento, informação e as novelas. Acho que os programas da manhã vão continuar a ser aposta mas irão mudar radicalmente, isto de programas para velhinhos, com apresentadores a tentar ser engraçados vai terminar. Vamos ter programas mais como os de Espanha, como eu referi, com entrevistas, investigação, tertúlias, reportagem. 

Gostava que a SIC e a TVI apostassem num concurso durante a tarde às 17h ou 18h, faz falta na grelha das privadas. Mas não aqueles concursos como a TVI fez com o Goucha que são fracos.

Penso que as novelas continuarão a ser aposta, gostava que a SIC ou a TVI tentassem uma novela portuguesa às 19h, acho que podia resultar. Ainda em relação às novelas, penso que deviam ter no máximo 100 episódios ou pouco mais que isso, e dar sempre no mesmo horário e com episódios de produção, mas acho que estou a sonhar muito... porque não vai acontecer, infelizmente...

Programas como o Domingão e outros semelhantes só dão má imagem aos canais, a SIC já devia ter terminado com esse programa. Ainda bem que a RTP1 e a TVI já acabaram com isso. Programas como Funtástico são muito melhores.

Ainda em relação ao entretenimento, penso que os canais deviam arriscar mais, a TVI com realitys o ano inteiro vai esgotar o formato porque não vai resultar para sempre (não sei o que vai na cabeça do Moniz para apostar sempre na mesma coisa). A SIC tentou fazer o mesmo com os dating shows mas o flop da "Minha mão com o teu pai" fê-los recuar. Deviam testar formatos diferentes, regressar o Shark Tank, aquele programa espanhol que eu já sugeri algumas vezes o "Desafio" seria uma excelente aposta. A TVI tem vários realitys que pode testar, mas pelo menos a 1ª Companhia foi uma lufada de ar fresco.

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há 13 minutos, D91 disse:

Eu acho que o futuro da televisão portuguesa vai passar muito pelo entretenimento, informação e as novelas. Acho que os programas da manhã vão continuar a ser aposta mas irão mudar radicalmente, isto de programas para velhinhos, com apresentadores a tentar ser engraçados vai terminar. Vamos ter programas mais como os de Espanha, como eu referi, com entrevistas, investigação, tertúlias, reportagem. 

Gostava que a SIC e a TVI apostassem num concurso durante a tarde às 17h ou 18h, faz falta na grelha das privadas. Mas não aqueles concursos como a TVI fez com o Goucha que são fracos.

Penso que as novelas continuarão a ser aposta, gostava que a SIC ou a TVI tentassem uma novela portuguesa às 19h, acho que podia resultar. Ainda em relação às novelas, penso que deviam ter no máximo 100 episódios ou pouco mais que isso, e dar sempre no mesmo horário e com episódios de produção, mas acho que estou a sonhar muito... porque não vai acontecer, infelizmente...

Programas como o Domingão e outros semelhantes só dão má imagem aos canais, a SIC já devia ter terminado com esse programa. Ainda bem que a RTP1 e a TVI já acabaram com isso. Programas como Funtástico são muito melhores.

Ainda em relação ao entretenimento, penso que os canais deviam arriscar mais, a TVI com realitys o ano inteiro vai esgotar o formato porque não vai resultar para sempre (não sei o que vai na cabeça do Moniz para apostar sempre na mesma coisa). A SIC tentou fazer o mesmo com os dating shows mas o flop da "Minha mão com o teu pai" fê-los recuar. Deviam testar formatos diferentes, regressar o Shark Tank, aquele programa espanhol que eu já sugeri algumas vezes o "Desafio" seria uma excelente aposta. A TVI tem vários realitys que pode testar, mas pelo menos a 1ª Companhia foi uma lufada de ar fresco.

Eu não discuto nem tenho que entrar pelas opções editoriais dos canais  privados seja mesmo na questão da sua programação. 

Agora na RTP seja a RTP 1, RTP 2 ou a RTP Memória  aí sim tenho de "discutir" como" pequenino acionista" já  que pago como todos os outros a CAV a RTP tem de se diferenciar do privado no conteudo sim mas também fazer diferente todos os dias , não  pode ser sempre a mesma programação. 

Por isso é que acho que um dia por semana em horário nobre destinado a um determinado tipo de conteúdos já  faz muita diferença  o resto vem com o tempo.

Edited by emanuel92
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On 11/02/2026 at 19:22, emanuel92 disse:

Pois o problema é  que a RTP 1 vai atrás  das audiências, não pode , tem de ser o público a vir para a RTP ao ver que esta faz o que o privado não  tem interesse em fazer.

Ou seja a RTP tem de ser persistente manter  1 dia por semana com conteúdos diferentes e diversificaddos independentemente  da audiências. 

Assim quem gosta de documentários  sabe naquele dia por exemplo  Seg o horário nobre  é  destinado aos documentários, quem gosta de música  por exemplo  a sexta-feira   é  dedicada à  música, quem quer cinena ao sabado em horário nobre. 

Basicamente  é  isto mas infelizmente na RTP eles mudam porque tem medo de eventuais  percas de audiências o que na minha  modestia opinião não  devem ter.

É tudo muito bonito, mas são as audiências que dão publicidade e é a publicidade que dá dinheiro.

A RTP sem dinheiro não consegue fazer nada, o estado não dá mais, por isso são as audiências que em parte tem de ser razoáveis para haver dinheiro para apostar nas coisas 

Acho uma piada esta gente que só fala só fala que muda isto e aquilo, sem dinheiro não há programas 

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há 10 minutos, Pt1111 disse:

É tudo muito bonito, mas são as audiências que dão publicidade e é a publicidade que dá dinheiro.

A RTP sem dinheiro não consegue fazer nada, o estado não dá mais, por isso são as audiências que em parte tem de ser razoáveis para haver dinheiro para apostar nas coisas 

Acho uma piada esta gente que só fala só fala que muda isto e aquilo, sem dinheiro não há programas 

Eu defendo que a RTP1 tem que ter uma grelha minimamente comercial e chamativa. Não podemos querer que a RTP1 caia ainda mais na irrelevância. 

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há 1 minuto, D91 disse:

Eu defendo que a RTP1 tem que ter uma grelha minimamente comercial e chamativa. Não podemos querer que a RTP1 caia ainda mais na irrelevância. 

Mas a rtp já a tem, claro que equilibrando com conteudos menos 'populares' como o pos joker... alem da rtp2 que oferece conteudos mais abrangentes (e na rtpplay)... a oferta existe o problema está na dispersão do publico e a capacidade de chegar a eles, hoje tudo é consumido muito rapido que ter programas que obriguem a estar mais atento fica dificil segurar a audiencia.

De forma geral até acho que a rtp1 está bem, precisando de uns ajustes aqui e ali, o maior problema acho que continua a ser a rtp2 que precisa ganhar relevancia e para isso sim precisa ter um tom mais comercial (não tanto como a rtp1) mas com estrutura o que temos é um despejar de conteudos que quase sempre passam despercebidos.

É preciso relançar a rtp2, simplificar a grelha dar-lhe um tom menos elitista mas mantendo a matriz cultural... 

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  • 2 months later...
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Perguntei ao Chat GPT como a televisão tradicional pode sobreviver ao mesmo tempo que o público está disperso pela Internet e streaming:

A televisão tradicional não morreu — mas teve de mudar bastante para continuar relevante num mundo dominado pela internet e pelo streaming. Plataformas como Netflix, YouTube e Amazon Prime Video alteraram completamente a forma como consumimos conteúdo. Ainda assim, a TV continua a sobreviver por alguns motivos importantes:

1. Conteúdo ao vivo ainda é rei
Eventos em direto — como futebol, eleições ou festivais — continuam a atrair grandes audiências. Competições da UEFA Champions League ou finais de reality shows são difíceis de substituir pelo consumo “on demand”.

2. Simplicidade e hábito
Muita gente ainda prefere ligar a TV e ver o que está a dar, sem ter de escolher. Esse comportamento é comum especialmente em gerações mais velhas.

3. Credibilidade e informação
Canais tradicionais ainda são vistos como fontes mais confiáveis para notícias, em comparação com conteúdos dispersos online.

4. Integração com o digital
As próprias emissoras adaptaram-se: hoje têm apps, streaming próprio e presença forte nas redes sociais. Por exemplo, serviços como HBO Max (agora rebranding em alguns mercados) nasceram justamente dessa fusão entre TV e streaming.

5. Produção de conteúdo exclusivo
Grandes canais continuam a investir em séries, novelas e programas que mantêm audiências fiéis — muitas vezes depois distribuídos também online.

6. Publicidade ainda relevante
Apesar do crescimento da publicidade digital, a TV ainda oferece alcance massivo rápido, o que é valioso para marcas.

Conclusão:
A televisão não está a desaparecer — está a transformar-se. Em vez de competir diretamente com a internet, está a misturar-se com ela. O futuro não é “TV vs streaming”, mas sim uma experiência híbrida, onde o conteúdo pode ser visto em qualquer lugar, a qualquer hora.

Como isso está a acontecer em Portugal:

Em Portugal, essa transformação da televisão é bastante visível — e até mais rápida do que muita gente imagina. O modelo tradicional ainda existe, mas está cada vez mais misturado com o digital.

1. Canais tradicionais já viraram “plataformas”
Estações como a RTP, SIC e TVI não dependem só da emissão linear.

A RTP tem o RTP Play

A SIC aposta forte na OPTO SIC

A TVI criou a TVI Player

Ou seja, já funcionam quase como “mini-Netflix portugueses”.

2. Parcerias com operadoras
Empresas como MEO, NOS e Vodafone Portugal oferecem boxes com acesso integrado a canais + apps de streaming. Na prática, a televisão virou um “hub” de conteúdos — não apenas canais.

3. Reality shows e futebol continuam a dominar
Programas como Big Brother (na TVI) ou jogos da Primeira Liga ainda geram audiências enormes em direto. Esse tipo de conteúdo mantém a TV relevante.

4. Streaming cresce — mas não substitui totalmente
Serviços como Netflix e Disney+ são muito populares em Portugal, especialmente entre os mais jovens. Mas muitas casas continuam a ter TV por cabo — não houve uma “substituição total”, mas sim acumulação.

5. Conteúdo local ainda pesa muito
Novelas portuguesas, programas de entretenimento e notícias locais continuam a ser uma grande vantagem da TV tradicional. O streaming internacional ainda não substitui bem esse tipo de conteúdo.

6. Mudança geracional clara

Jovens: preferem YouTube, streaming e redes sociais

Adultos: usam uma mistura

Mais velhos: ainda muito fiéis à TV tradicional

Resumo direto:
Em Portugal, a televisão sobrevive porque se adaptou — deixou de ser só “canais” e passou a ser parte de um ecossistema maior. A grande diferença é que agora o espectador é quem manda: vê o que quer, quando quer, seja na TV, no telemóvel ou no computador.

 

Edited by D91
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há 25 minutos, D91 disse:

Perguntei ao Chat GPT como a televisão tradicional pode sobreviver ao mesmo tempo que o público está disperso pela Internet e streaming:

A televisão tradicional não morreu — mas teve de mudar bastante para continuar relevante num mundo dominado pela internet e pelo streaming. Plataformas como Netflix, YouTube e Amazon Prime Video alteraram completamente a forma como consumimos conteúdo. Ainda assim, a TV continua a sobreviver por alguns motivos importantes:

1. Conteúdo ao vivo ainda é rei
Eventos em direto — como futebol, eleições ou festivais — continuam a atrair grandes audiências. Competições da UEFA Champions League ou finais de reality shows são difíceis de substituir pelo consumo “on demand”.

2. Simplicidade e hábito
Muita gente ainda prefere ligar a TV e ver o que está a dar, sem ter de escolher. Esse comportamento é comum especialmente em gerações mais velhas.

3. Credibilidade e informação
Canais tradicionais ainda são vistos como fontes mais confiáveis para notícias, em comparação com conteúdos dispersos online.

4. Integração com o digital
As próprias emissoras adaptaram-se: hoje têm apps, streaming próprio e presença forte nas redes sociais. Por exemplo, serviços como HBO Max (agora rebranding em alguns mercados) nasceram justamente dessa fusão entre TV e streaming.

5. Produção de conteúdo exclusivo
Grandes canais continuam a investir em séries, novelas e programas que mantêm audiências fiéis — muitas vezes depois distribuídos também online.

6. Publicidade ainda relevante
Apesar do crescimento da publicidade digital, a TV ainda oferece alcance massivo rápido, o que é valioso para marcas.

Conclusão:
A televisão não está a desaparecer — está a transformar-se. Em vez de competir diretamente com a internet, está a misturar-se com ela. O futuro não é “TV vs streaming”, mas sim uma experiência híbrida, onde o conteúdo pode ser visto em qualquer lugar, a qualquer hora.

Como isso está a acontecer em Portugal:

Em Portugal, essa transformação da televisão é bastante visível — e até mais rápida do que muita gente imagina. O modelo tradicional ainda existe, mas está cada vez mais misturado com o digital.

1. Canais tradicionais já viraram “plataformas”
Estações como a RTP, SIC e TVI não dependem só da emissão linear.

A RTP tem o RTP Play

A SIC aposta forte na OPTO SIC

A TVI criou a TVI Player

Ou seja, já funcionam quase como “mini-Netflix portugueses”.

2. Parcerias com operadoras
Empresas como MEO, NOS e Vodafone Portugal oferecem boxes com acesso integrado a canais + apps de streaming. Na prática, a televisão virou um “hub” de conteúdos — não apenas canais.

3. Reality shows e futebol continuam a dominar
Programas como Big Brother (na TVI) ou jogos da Primeira Liga ainda geram audiências enormes em direto. Esse tipo de conteúdo mantém a TV relevante.

4. Streaming cresce — mas não substitui totalmente
Serviços como Netflix e Disney+ são muito populares em Portugal, especialmente entre os mais jovens. Mas muitas casas continuam a ter TV por cabo — não houve uma “substituição total”, mas sim acumulação.

5. Conteúdo local ainda pesa muito
Novelas portuguesas, programas de entretenimento e notícias locais continuam a ser uma grande vantagem da TV tradicional. O streaming internacional ainda não substitui bem esse tipo de conteúdo.

6. Mudança geracional clara

Jovens: preferem YouTube, streaming e redes sociais

Adultos: usam uma mistura

Mais velhos: ainda muito fiéis à TV tradicional

Resumo direto:
Em Portugal, a televisão sobrevive porque se adaptou — deixou de ser só “canais” e passou a ser parte de um ecossistema maior. A grande diferença é que agora o espectador é quem manda: vê o que quer, quando quer, seja na TV, no telemóvel ou no computador.

 

parei de ler em "Perguntei ao Chat GPT" :acabou:

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não sou preconceituoso, já tenho aprendido qualquer coisinha com a versão gratuita do ChatGPT e até do DeepSeek 

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há 16 horas, Unrav disse:

não sou preconceituoso, já tenho aprendido qualquer coisinha com a versão gratuita do ChatGPT e até do DeepSeek 

Tem toda a razão! De facto, a mensagem à qual respondeu pode dar a ideia de um preconceito em relação à inteligência artificial. Afinal, todos sabemos que a Generative AI é capaz de produzir interpretações com base em toda a informação a que tem acesso, que é bem maior do que a da maioria das pessoas. Como tal, é natural que esteja mais capacitada do que, por exemplo, um professor para nos ensinar daqui em diante.

Ademais, a AI poupa tempo de pesquisa e recursos humanos.

Lembre-se disso quando estiver desempregado, sem capacidade de estudar questões a fundo e a ter de pagar imposto milionário sobre a água potável 😊😄💦🇵🇹🤪🚴💡🕯️

Edited by carioquins
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há 1 hora, carioquins disse:

Tem toda a razão! De facto, a mensagem à qual respondeu pode dar a ideia de um preconceito em relação à inteligência artificial. Afinal, todos sabemos que a Generative AI é capaz de produzir interpretações com base em toda a informação a que tem acesso, que é bem maior do que a da maioria das pessoas. Como tal, é natural que esteja mais capacitada do que, por exemplo, um professor para nos ensinar daqui em diante.

Ademais, a AI poupa tempo de pesquisa e recursos humanos.

Lembre-se disso quando estiver desempregado, sem capacidade de estudar questões a fundo e a ter de pagar imposto milionário sobre a água potável 😊😄💦🇵🇹🤪🚴💡🕯️

Eu disse qualquer coisinha, não é preciso dar um salto tão grande. 

Da mesma maneira que a TV não matou a rádio e a Internet não matou a TV, a IA não matará os professores, relax. 

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há 2 horas, Unrav disse:

Eu disse qualquer coisinha, não é preciso dar um salto tão grande. 

Da mesma maneira que a TV não matou a rádio e a Internet não matou a TV, a IA não matará os professores, relax. 

Sim.

E achas que o streaming vai matar os canais de TV?

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há 1 hora, D91 disse:

Sim.

E achas que o streaming vai matar os canais de TV?

Eu acho que nos proximos 10 anos deve ficar como esta. Uma mistura

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Isto vai ficar uma mistura, sendo que os canais vão apostar muito mais no streaming próprio e em produções próprias para ele, como séries, filmes e até porque não concursos, etc, sendo que tudo isso também irá passar no canal de TV. Além de começarem a apostar mais em coisas mais locais e deixarem de transmitir no canal de TV, um pouco como acontece  por cá, coisas vindas do estrangeiro, a não ser em canais muito específicos, a excepção será o desporto e algum outro evento em directo. O Futuro da TV linear também irá ser muito a transmissão de eventos em directo, sejam eles desportivos, concertos, eventos políticos, etc.

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o futuro da tv é temático... já não é linear... ja temos a tvi reality e a sic novelas (as versões em sinal aberto) ... é o fim da tv generalista.

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Bom, de facto já estamos a caminhar para uma maior fusão entre a TV e o streaming, tendes como exemplo as novelas na Amazon Prime e no Disney +. Acho que o próximo passo deverá ser os RS no streaming. No Brasil, por exemplo, a Record está a transmitir um reality show em parceria com a Disney+, as câmaras em direto estão no Disney+ e está a ser um sucesso na plataforma, não tarda nada e a TVI lembra-se de fazer algo parecido com o SS ou BB. 

É o caminho para o futuro, já ninguém tem a necessidade de esperar até ás 21h45 para ver um episódio novo. A malta quer ver quando, onde e como quiser. Por este motivo é que considero o estudo das audiências datado e pouco representativo. 

Edited by Afonso
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há 15 minutos, Afonso disse:

Bom, de facto já estamos a caminhar para uma maior fusão entre a TV e o streaming, tendes como exemplo as novelas na Amazon Prime e no Disney +. Acho que o próximo passo deverá ser os RS no streaming. No Brasil, por exemplo, a Record está a transmitir um reality show em parceria com a Disney+, as câmaras em direto estão no Disney+ e está a ser um sucesso na plataforma, não tarda nada e a TVI lembra-se de fazer algo parecido com o SS ou BB. 

É o caminho para o futuro, já ninguém tem a necessidade de esperar até ás 21h45 para ver um episódio novo. A malta quer ver quando, onde e como quiser. Por este motivo é que considero o estudo das audiências datado e pouco representativo. 

Sim as audiencias como são feitas hoje em dia já não são nada representativas, é preciso procurar uma nova forma de analisar audiencias e sobretudo focar programas para targets especificos esta coisa de andarem a degladiar-se pelo share diário é uma patranha que só mesmo aqui é que deve acontecer... quando os ratings dos programas sofrem erosão de ano para ano e não os vejo preocupados com isso, interessa é ganhar o mes pelas migalhas de um share completamente adulterado.

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há 50 minutos, Afonso disse:

Bom, de facto já estamos a caminhar para uma maior fusão entre a TV e o streaming, tendes como exemplo as novelas na Amazon Prime e no Disney +. Acho que o próximo passo deverá ser os RS no streaming. No Brasil, por exemplo, a Record está a transmitir um reality show em parceria com a Disney+, as câmaras em direto estão no Disney+ e está a ser um sucesso na plataforma, não tarda nada e a TVI lembra-se de fazer algo parecido com o SS ou BB. 

É o caminho para o futuro, já ninguém tem a necessidade de esperar até ás 21h45 para ver um episódio novo. A malta quer ver quando, onde e como quiser. Por este motivo é que considero o estudo das audiências datado e pouco representativo. 

Não vejo necessidade de fazerem realitys em parceira com o streaming. 

Mas eventos e programas em direto e com horários fixos vai sempre acontecer. Não vejo o streaming a fazer isso.

Canais de notícias também vão sempre existir, eu acho. O streaming não dá notícias.

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há 19 minutos, D91 disse:

Não vejo necessidade de fazerem realitys em parceira com o streaming. 

 

Mas isso muito possivelmente irá acontecer, aliás até pergunto-me como o BB ou SS que é tão apelativo junto dos mais jovens ainda não ter integrado algum serviço de streaming, porque a forma de ver o canal direto ainda é muito datado... é preciso teres o canal ou subscrever o tvi player e mesmo assim, só te dão uma câmara que é a câmara principal, não há a possibilidade de escolher as outras.

Se tivesse nos streamings, o impacto seria obviamente outro, ou então se a TVI aprimorasse o TVI Player, mas isso já nem conto. 

Posted
há 3 minutos, Afonso disse:

Mas isso muito possivelmente irá acontecer, aliás até pergunto-me como o BB ou SS que é tão apelativo junto dos mais jovens ainda não ter integrado algum serviço de streaming, porque a forma de ver o canal direto ainda é muito datado... é preciso teres o canal ou subscrever o tvi player e mesmo assim, só te dão uma câmara que é a câmara principal, não há a possibilidade de escolher as outras.

Se tivesse nos streamings, o impacto seria obviamente outro, ou então se a TVI aprimorasse o TVI Player, mas isso já nem conto. 

Porque a TVI quer que vejam os seus programas nos seus canais e plataformas e não num streaming qualquer. Claro que devia dar para ver no TVI Player com mais câmaras disponíveis. 

Não acho que ver num canal direto seja datado. Até porque ver nos canais vai sempre acontecer.

Posted
agora mesmo, D91 disse:

Porque a TVI quer que vejam os seus programas nos seus canais e plataformas e não num streaming qualquer. Claro que devia dar para ver no TVI Player com mais câmaras disponíveis. 

 

Mas uma coisa não impede a outra, isto é mesma coisa do que as novelas... então para isso não teriam Terra Forte no Amazon Prime. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. É uma questão de chegar às grandes massas, a um nicho que claramente só consome isso por streaming, ou achas mesmo que os putos de 16,17, 18 anos vão abrir a TV para ver o BB em direto. Nunca na vida. 

Não sei, acho que é algo a considerar no futuro... vejo isto a acontecer. 

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