Լυιѕα̃σ Postado 27 de dezembro 2024 Postado 27 de dezembro 2024 agora mesmo, Hugo disse: Os altos sendo o mês de janeiro e os dias 24 e 25 de dezembro Esqueceste o mês de Junho Citar
dav01 Postado 27 de dezembro 2024 Postado 27 de dezembro 2024 há 6 minutos, Luisão disse: Fazendo um balanço de 2024, posso dizer que teve alguns altos e muitos baixos mas conseguiu ser um pouco melhor que o terror de 2023, que só quero esquecer 4ever De positivo, destaco ter conseguido encontrar um trabalho menos stressante, que paga um pouco melhor e que respeita mais os direitos e bem-estar dos trabalhadores. Também consegui visitar 3 cidades europeias all by myself, com algumas aventuras ( ) pelo meio. De negativo, stresses de saúde e familiares que se mantêm do ano anterior e que têm afetado muito a minha alegria A incapacidade de ter casa própria revela-se cada vez mais definitiva, com os anos a passar cada vez mais depressa. Já meio que desisti dessa luta e estou destinado a viver com família para sempre, com todas as consequências que isso traz, sobretudo a nível psicológico As relações pessoais e de amizade não foram famosas este ano, muito por culpa de algum isolamento em que decidi entrar. Espero conseguir melhorar nesse aspeto. A nível televisivo, foi um ano muito triste em que o bem perdeu a sua supremacia por direito para um canal encharcado de programas de barracos, sensacionalistas e de sentenças inventadas Esperemos que o universo se encarregue de corrigir as coisas e que o bem volte a triunfar já em 2025 Espero que melhore, e que o teu amor pela SIC te divirta aqui no aTV, para pelo menos te esqueceres dos problemas da vida “real” por um pouco. Todos temos as nossas coisas. 2 Citar
eduu Postado 28 de dezembro 2024 Postado 28 de dezembro 2024 2024, para mim, começou bem, depois, na segunda quinzena de janeiro, foi ladeira abaixo até chegar ao fundo do túnel no verão. Só comecei a ver um bocado de luz na minha vida quando voltei às aulas em setembro. Por mim fazia a passagem para 2025 já agora, só me quero ver livre de 2024 a todo o custo 3 Citar
Rui Melo Postado 28 de dezembro 2024 Postado 28 de dezembro 2024 2024 é um ano do qual eu vou guardar as piores memórias. Ter me assumido aos meus pais foi muito desgastante, foram meses de uma pressão psicológica horrível, além de eu próprio ter ficado inseguro de mim mesmo, pois isto também me abriu um conflito interno entre religião e identidade sexual. Ainda que não guarde rancor dos meus pais, e me sinta agradecido de os ter ainda, a verdade é que sei que é um problema que se vai manter, mas eu próprio espero conseguir relativizar a coisa em 2025. Apesar disso foi um ano que fiz viagens incríveis, muitas mesmo, nesse aspeto não me posso queixar. Em termos de amigos, fiz imensas coisas com os meus também e isso preencheu me pela positiva. Profissionalmente evolui no meu trabalho e consolidei conhecimentos, mas no fim do ano ja começo a querer procurar outras coisas e fazer outros conhecimentos. Mas nada que não seja normal sentir I guess. 2024 não deixa um bom legado a 2025 no que diz respeito à cena internacional. As guerras não dão sinal de trégua, e temos todos muito medo do que vai acontecer com a Presidência de Trump agora. Vamos torcer para que o pior não aconteça, porque não pode acontecer! Se tivesse de avaliar 2024, seria um 4/10… :/ Na verdade o único ano desta década que considero que foi realmente bom para mim foi 2023. Perfeitinho mesmo! 2020 também foi dos melhores apesar da pandemia. Mas ai o cansaço da pandemia ainda não era tão grande pois estava no início. 2021 e 2024 são de longe os piores na minha opinião 2 Citar
dav01 Postado 28 de dezembro 2024 Postado 28 de dezembro 2024 (editado) É caso para dizer! "Balanço mas não caio", mas acabei o ano a cair e estou a sofrer as consequências. Spoiler O meu ano, pontos chave: - Primeiro emprego (soube o que é pertencer à classe operária e atender ao público) - Erasmus (viagens, viagens... e todo um novo mundo) - Queda (recuperação a acontecer) - Futuro incerto Editado 28 de dezembro 2024 por dav01 1 5 Citar
Ruben Postado 28 de dezembro 2024 Postado 28 de dezembro 2024 Lowkey um dos melhores anos que tive recentemente. Estive em 13 países diferentes, visitei dezenas de cidades e tenho já mais viagens planeadas. Deve ter sido o ano em que menos tempo passei em casa. Profissionalmente, estou onde queria estar a esta altura do ano e o meu objetivo principal para este ano ficou logo feito em fevereiro. Depois de 2/3 anos que variavam entre o “nada de especial” e o “péssimo”, ter emigrado foi mesmo a melhor decisão que tomei até agora. 4 2 Citar
Lee Postado 28 de dezembro 2024 Postado 28 de dezembro 2024 há 5 minutos, Ruben disse: Lowkey um dos melhores anos que tive recentemente. Estive em 13 países diferentes, visitei dezenas de cidades e tenho já mais viagens planeadas. Deve ter sido o ano em que menos tempo passei em casa. Profissionalmente, estou onde queria estar a esta altura do ano e o meu objetivo principal para este ano ficou logo feito em fevereiro. Depois de 2/3 anos que variavam entre o “nada de especial” e o “péssimo”, ter emigrado foi mesmo a melhor decisão que tomei até agora. Emigraste para a Alemanha, certo? Conseguiste adaptar-te bem? Citar
Ruben Postado 28 de dezembro 2024 Postado 28 de dezembro 2024 agora mesmo, Lee disse: Emigraste para a Alemanha, certo? Conseguiste adaptar-te bem? Sim, em junho 2023. O objetivo foi mesmo tirar o B2 de alemão, que teria depois implicações no meu trabalho e, felizmente para o meu stress (e carteira), só precisei de o fazer uma vez Há diferenças culturais, há todo um mundo burocrático novo, que em nenhum momento se torna facilitado, e os alemães não são as pessoas mais fáceis para conhecer (principalmente os bávaros daqui), mas as coisas vão melhorando passado uns meses e agora sinto-me basicamente em casa. 3 Citar
Magazine Postado 28 de dezembro 2024 Postado 28 de dezembro 2024 há 30 minutos, dav01 disse: É caso para dizer! "Balanço mas não caio", mas acabei o ano a cair e estou a sofrer as consequências. Spoiler - mostrar conteúdo oculto O meu ano, pontos chave: - Primeiro emprego (soube o que é pertencer à classe operária e atender ao público) - Erasmus (viagens, viagens... e todo um novo mundo) - Queda (recuperação a acontecer) - Futuro incerto Os pontos chaves iguais aos da S¡C há 3 minutos, Ruben disse: Lowkey um dos melhores anos que tive recentemente. Estive em 13 países diferentes, visitei dezenas de cidades e tenho já mais viagens planeadas. Deve ter sido o ano em que menos tempo passei em casa. Profissionalmente, estou onde queria estar a esta altura do ano e o meu objetivo principal para este ano ficou logo feito em fevereiro. Depois de 2/3 anos que variavam entre o “nada de especial” e o “péssimo”, ter emigrado foi mesmo a melhor decisão que tomei até agora. Com que então é mesmo ryca..... Isto explica o estado deste website! OT: Foi um ano muito trabalhoso, com muito stress, mas tudo teve a sua recompensa profissional. Menos o facto da empresa não ter dado bónus de natal nem um mísero cabaz Mico Foi um ano em que cimentei a minha posição e estou confortável. A partir daqui é só subir. Muito menos tempo no aTV, o que é uma maravilha! E comecei recentemente o meu projeto poupança: Magazine Esperança Pra ver se compro a porra do carro em 2025/2026 Infelizmente o mundo lá fora ainda ficou pior. É só tragédias e guerra e trump, e não parece estar a desacelerar. 1 4 Citar
AndreRob Postado 28 de dezembro 2024 Postado 28 de dezembro 2024 Balanço do Ano: balancei mas não caí... é tudo o que importa. Citar
carioquins Postado 29 de dezembro 2024 Postado 29 de dezembro 2024 eu caí mas não balancei, assim poupei logo tempo que não sejamos chamados para a guerra em 2025. beijinhos! Citar
Mr.Sir Postado 30 de dezembro 2024 Postado 30 de dezembro 2024 (editado) Bem o ano 2024 trouxe-me coisas boas e más, foi um 6/10. O que marcou mais foi a morte do meu pai e no qual não estava preparado por ter sido numa questão de meses sem que ninguém pensasse nesse desfecho. A nível profissional voltei a sentir-me a gostar do que faço principalmente no desporto, onde conheci o meu crush e depois de momentos menos bons voltamos a entender como no ínicio estou óptimo com ele e com esperanças de vir acontecer algo Espero que o próximo ano seja ainda melhor, com o inicio de um desafio de me tornar socio-gerente de uma empresa e continuar a trabalhar no desporto e voltar a estudar. Tenho a certeza que irei continuar a crescer como pessoa como fiz neste último ano. Editado 30 de dezembro 2024 por Mr.Sir 3 Citar
D91 Postado 31 de dezembro 2024 Postado 31 de dezembro 2024 (editado) Este foi dos anos mais complicados da minha vida por várias razões. Mas o meu pensamento está já em 2025 onde espero concretizar alguns sonhos e objectivos. Editado 31 de dezembro 2024 por D91 2 Citar
ComicSans Postado 31 de dezembro 2024 Postado 31 de dezembro 2024 Em 2024 tive dias muito bons, mas também tive dias muito maus. Fui despedida em Maio e recentemente tive duas situações familiares que me mandaram de volta para a terapia (ver a minha mãe a cair de uma escada, qual Helena da Promessa, não foi pêra doce) Sempre quis trabalhar em agência de comunicação, e agora que aqui estou... Mas realizei o sonho de estar no Muro de Berlim e visitar a cidade Também vi Lana no Primavera, mas estava tão longe que quase nem contou eheh Em 2025 tenho que apostar mais em mim, em todos os sentidos: profissional e pessoal (estou numa relação à distância há 6 anos estoucansadaajudem) e tenho que levar muito a sério um motto que até tenho há algum tempo e partilho com todos aqueles que precisarem: Somos a pessoa mais importante das nossas vidas! E depois deste momento Gustavo Santos, vou-me retirar Happy 2025 foristas!! 5 Citar
Guida Postado 31 de dezembro 2024 Postado 31 de dezembro 2024 Enfim, maltinha... vem aí testamento Chegou ao fim um ano caótico, como nunca tinha vivido. Sim, fui eu que me meti nesta alhada, mas não sabia o que me esperava. Ora, para quem não sabe, sou editor de uma revista (não vou dizer qual é ) há alguns anos. É um trabalho que eu gosto muito, porque adoro jornalismo, mas que é, ao mesmo tempo, extenuante. Mas, até aqui, vai-se aguentando... só que eu também escrevo para o jornal da minha terrinha, que está à beira da falência, porque eu sou boa pessoa (adoro a terrinha e as pessoas da terrinha ). Para ajudar à festa, decidi começar a tirar a carta de condução, porque me fartei de boleias e ubers. Já tentei tirar a carta inúmeras vezes ao longo da vida, mas nunca levei aquilo até ao fim. Sinto-me o Goucha Depois, consegui uma bolsa para tirar um doutoramento. Comecei o doutoramento. E mais! Já disseram que tencionam convidar-me para dar aulas na faculdade depois da defesa da tese. Já para não falar em conferências, reuniões, vida associativa, ginásio, família, amigos... Agora, expliquem-me: ONDE É QUE EU ENCAIXO ISTO TUDO?? Resumindo: este ano, só tive quatro dias de férias em agosto (uma escapadinha...), durmo, no máximo, cinco horas e não tenho fins-de-semana. E não é tudo, não! Tive a infelicidade de me apaixonar por uma miúda fascinante, beeeem mais nova que eu. Ela também se sentia atraída por mim, creio. Isto para qualquer jovem macho da minha idade é como ganhar o Euromilhões. No entanto, eu queria amor e ela queria farra. Como é óbvio, não funcionou. Isto, aliado ao facto de a minha irmã ter parido um matulão de quase quatro quilos (não, não me vou habituar a que alguém me chame "tio" ), fez-me pensar... sempre vivi bem com a minha solteirice, mas agora... a idade passa, os pais envelhecem, a solidão aumenta. E já não me apetece morrer sem deixar descendência. É de loucos, não é? 2024 foi também um ano triste para a família. A minha avó está cada vez mais fraquinha, teve um AVC há pouco tempo e pensei, genuinamente, que tinha chegado a hora. Deus quis que ela ficasse mais um bocadinho e eu não me importo. Assim, pode ficar mais uns tempos viciada n'"A Sentença". Amo aquela mulher com todas as minhas forças! O que é que eu fiz mais este ano? Li alguns livros, vi filmes, algumas séries e programas... embora tenha estado mais ausente do fórum, ainda consegui participar em uma ou outra atividade, o que é sempre bom. Gosto muito de vocês (de alguns... )! Em termos televisivos, parece que as coisas "arrebitaram". Mudanças no daytime, no primetime... eu acredito que as coisas vão mudando, a seu tempo, embora não esteja muito otimista. E agora vou parar de escrever, porque já chega! Desabafei, pronto. Tinha de o fazer em algum lado. Que o próximo ano seja, pelo menos, mais calmo. Bom ano, foristas! 9 3 Citar
tjspy Postado 3 de janeiro 2025 Postado 3 de janeiro 2025 (editado) O meu ano... Pois, vai ser hoje e aqui que vou tentar despejar uma introspeção do que foi. Não foi a seca de 2021, nem a felicidade de 2022 (Erasmus com amigas + primeiras vezes), nem o abrandamento saudável de 2023. 2024 foi o ano em que saí definitivamente de casa e emigrei, para Madrid, desde 7 de janeiro. Fiz isto tendo uma mãe relativamente dependente de mim e um grupo de amigos que adoro que me vê, ou via, como o seu núcleo que o mantinha unido há anos. De alguma forma, sentia que isto não me prendia, ou se me prendia, era disso mesmo que me queria libertar. Surgiu a oportunidade de trabalho em Madrid no dezembro passado, que resolvi aceitar. Creio ter aceitado - na verdade já nem me recordo completamente do que me levou a fazê-lo - porque queria um melhor salário, queria voltar a sentir um pouco do que senti em Erasmus, queria estar menos longe do meu namorado que mora na Eslovénia, queria ter independência, e ao mesmo tempo estava a 1 hora de avião de Lisboa. Ainda não consigo olhar para esta decisão com o distanciamento necessário para perceber se foi boa ou má. De qualquer forma, era e é algo temporário, fui substituir uma senhora que se esperava que regressasse em maio, neste momento prevê-se que regresse em fevereiro, e esperava-se que eu saísse quando ela voltasse. Neste momento ainda não sei se haverá lugar para mim em fevereiro ou não, e todos os meses no ano foram uma incerteza de se me mantinha ou se regressava a Portugal. De alguma forma, isso não me incomodou, porque não tinha nada a perder em voltar, tirando o potencial desperdiçado de estar sozinho numa cidade. Acho que foi isto que me fez mais infeliz - sentir que tinha todo um mundo novo para descobrir e para aproveitar, e não o consegui fazer, até que fui mesmo perdendo a motivação para o fazer. Tinha vários objetivos como melhorar o meu corpo, dedicar-me a mim mesmo, ler muito, avançar com a tese, entre outras coisas. Não fiz nada disso. No fim das contas, nem sei bem o que fiz. Os primeiros meses passei a saltitar entre Madrid, Ljubljana e Lisboa, portanto ocupei assim alguns fins-de-semana. Os outros ocupei com uma rapariga, à qual não consigo chamar de amiga porque não nos identificamos em nada, que estava na mesma situação que eu. Hoje em dia praticamente não falamos, mas foi importante nos primeiros meses em que me mudei completamente sozinho para a cidade. É complicado começar uma vida completamente sozinho ao ser tímido, ter pouca autoconfiança (que foi caindo ao longo do ano também), mas simultaneamente necessitar muito de interação com outras pessoas. Por inícios de maio, decidi acabar com o meu namorado. Apercebi-me, ainda em 2023, que não estava nem nunca estive apaixonado por ele, e que pode ter sido tudo fruto da novidade para mim e da vontade dele. Apesar de tudo acho que funcionamos bem como namorados, mas faltava o essencial, pelo menos no início e nesta idade, que é a paixão. Eu sentia que tinha muito para descobrir sobre mim ainda, e sobre os outros também, e não o queria fazer com ele. Sinto que o término com ele marca uma mudança de paradigma, e quase parece que outro ano passou entretanto, em que a minha vida muda radicalmente. Entre maio e setembro envolvi-me com 7 homens, entre crushes nunca consomadas de Portugal, gajos que encontrei em corredores de saunas e colegas de casa que surgiram da forma mais engraçada possível, e ainda um de uma app. No meio deste leque, há dois mais relevantes, um homem de 35 anos com filhos na Colômbia que vive em Madrid. Não nos identificávamos em quase nada, mas ali por Junho fizemo-nos uma boa companhia mútua em várias noites solitárias e tínhamos uma química excelente, deu-me dos melhores momentos de sexo que já tive. Por outro lado, e não muito atrás em termos de prazer, também conheci um companheiro de casa sexualmente por Julho (?), com o qual fiquei várias vezes. Era mexicano e fez-me vários pratos e bebidas típicas, tinha 28 anos, e fez um estágio de 1 mês na minha zona, antes de voltar ao México. Com este identificava-me mais e foi talvez o mais importante dessa fase. Pelo caminho fui conhecendo uma ou outra pessoa (amiga) com quem faço algum pequeno plano ocasionalmente, o que me vai ajudando a avançar no tempo, enquanto que no trabalho, felizmente gosto da minha equipa, embora as amizades pouco transcendam para fora do trabalho - exceto com o meu chefe que, felizmente também, me convidou algumas vezes a ir ver basquetebol (ao que uma pessoa se sujeita tho, o que vale é que é grátis ) com ele - e até com as filhas de 3 e 5 anos O lado positivo disto é que fui desenvolvendo o meu espanhol, que neste momento é perfeitamente funcional. Eu cheguei a Madrid a falar inglês... Também nesta fase inicial do ano tive 2 acidentes emocionais. Fiz uma viagem com uma ex-crush (que tinha e tem namorada) e a minha melhor amiga (que era solteira). Ainda que eu o tivesse superado, ele foi alguém muito impactante para mim, pelo que eles se terem comido numa discoteca em que estávamos os 3 me magoou profundamente, ainda que não culpe particularmente nenhum deles, apenas me deixou triste. E na verdade me quebrou de uma vez só muita da "fé" que tinha nos homens. Não sendo suficiente, conheci um rapaz numa sauna com o qual tinha expectativa de desenvolver algo, e por acaso num fim de semana em que recebi uma visita de um amigo, decidimos sair 4 (dois amigos e dois amigos), para ver se desenvolvia algo entre nós. O meu amigo estava ciente disso. Isso não os impediu de se beijarem à minha frente. Foi uma facada final nas minhas inseguranças, pouco tempo depois. Não que nenhum dos dois fosse particularmente relevante, mas é o tipo de situação que te marca muito. Depois de terminado esse período bastante… experimental e conturbado, cheguei à fase em que estou atualmente, quase um terceiro ano dentro do mesmo. Incerto sobre o meu futuro próximo, sem saber o que quero daqui para frente, e o único objetivo que tenho é ficar efetivo neste trabalho porque até gosto e quero ser eu a decidir quando saio e não estar constantemente a saber se fico mais um mês, para ter também mais alguma estabilidade. Contudo, o que marca este período é que conheci um outro rapaz. Este tem 24 (eu tenho 23), é o mais jovem com quem me envolvi até hoje. A sua história (ainda que não baseada exclusivamente em sexo), acho que merece ir sendo contada noutro tópico, mas o ponto é que nos últimos meses tem sido o centro da minha vida. Eu estou apaixonado, creio, ou então é uma necessidade extrema de ter alguém como ele na minha vida a iludir-me (porque ele me abriu portas para uma infinitude de experiências e de pessoas que nunca pensei experienciar), mas creio que não. Contudo, todas as inseguranças que recolhi este ano se estão a espelhar na forma como me sinto em relação a ele, ciumento e obsessivo, diria. Não num nível que ele note, mas é o que sinto por dentro. Pode ser só uma paixão, talvez haja uma linha ténue que separe estas coisas. À parte disto, fui conhecendo novas cidades e países (e continentes!) mas apercebi-me de que afinal não ligo tanto a viajar em si, ligo mais à companhia e ao sair do sítio habitual, mas que me é relativamente indiferente onde vou, desde que esteja com quem goste E por falar nisto, também sinto o peso da distância com os meus amigos da minha terra. É estranho ver as suas vidas a avançar à distância. Sinto que o essencial continua cá, mas não sei, por outro lado há alguns vazios que não sei explicar muito bem, especialmente com os que eram mais próximos. Ou vazios que sempre existiram e só me dei conta agora. Os mesmos vazios em mim que me fui dando conta ao longo deste ano também. Acho que em resumo, 2024 foi um ano que pareceu cheio, mas que na verdade sinto como um pequeno vazio. Sinto que ao finalmente ter deixado de estudar perdi um pouco o rumo, sinto que apesar de ter conhecido várias pessoas, conheci no máximo 1 (há que comprovar ainda) que valeu mesmo a pena e com a qual senti uma conexão real. Não diria que foi um 2024 esclarecedor. Acho que foi mesmo um 2024 destruidor, espero que de tudo o que não estava bem, e que não tenha destruído demais, e que 2025 traga alguma reconstrução. Editado 3 de janeiro 2025 por tjspy 7 Citar
Diogo O. Postado 23 de dezembro 2025 Postado 23 de dezembro 2025 PÉSSIMO. TRÁGICO. TERRÍVEL. O pior ano da minha vida e só não foi pior, porque fui a alguns concertos que me foram mantendo mais ou menos vivo. 2 8 Citar
Լυιѕα̃σ Postado 23 de dezembro 2025 Postado 23 de dezembro 2025 (editado) De positivo em 2025: Ter visitado 5 países, 4 dos quais pela primeira vez. O ter estado estável a nível profissional De negativo: questões de saúde e atritos familiares que continuam a ter impacto e por resolver e a frustração acumulada de continuar sem conseguir viver sozinho e ser financeiramente independente, tendo já uma idade "avançada" para essa realidade No fórum foi um ano negativo para mim. Tive fases que a vida pessoal não me motivou a estar presente como antes e, muitas vezes, o ambiente tóxico criado por outros foristas para comigo também teve o mesmo efeito. Felizmente houve alguns poucos que se preocuparam comigo e fizeram questão de o demonstrar e de me motivar Na TV, o mal voltou a vencer injustamente mas contra um rival morto financeiramente, que ainda assim deu bastante luta durante metade do ano com um orçamento de uma sandes de atum sem ovo Editado 23 de dezembro 2025 por Luisão 6 Citar
Guida Postado 31 de dezembro 2025 Postado 31 de dezembro 2025 E assim acaba mais um ano, do qual não terei saudades, por inúmeras razões. Foi o ano da exaustão mental, do abatimento extremo. Percebi que não há nada de mim para além do trabalho e do estudo. Não somos nada, no fim de contas. Ao longo das últimas décadas, abdiquei de tudo para "viver" e vivi tão pouco que não me lembro de quase nada para além desta vida medíocre. Sinto-me como se estivesse num aquário, preso e abafado. Foi o ano, em suma, da minha entrada oficial na "meia idade". A idade da descrença na nossa juventude eterna. E entrei pela porta grande! Um esgotamento nervoso severo que quase me levou desta para melhor. Simplesmente adormeci enquanto estava a descer as escadas. Fraturei as costelas. Deu para aprender umas coisas enquanto estive internado. A primeira: nunca ponham o trabalho ou os estudos em primeiro lugar, nunca digam "sim" se a única opção viável é dizer "não". Antes de tudo, temos de ser nós enquanto seres humanos e não nós enquanto máquinas produtivas ao serviço do capital. A segunda: escolham bem as pessoas que vos rodeiam; no final de contas, não cabem nos dedos das mãos os abutres. A terceira: vivam a vida ao máximo antes de uma certa idade. Porque percebo que, chegado a esta idade, a vida vive-se, mas já não se vive ao máximo. Cada vez mais somos menos ingénuos. Cada vez menos somos mais curiosos. Foi o ano em que a minha avó nos deixou. O ano em que o meu grande amor nos deixou. Queria que fosse só daqui a dois anos ou cinco ou dez. Ou que este momento não chegasse... mas chegou. Chegou de forma serena, tranquilíssima. Talvez por isso, por ela estar tão em paz, não tenha conseguido derramar sequer uma lágrima. Por outro lado, acho que talvez ainda não tenha percebido a dimensão da partida. É melhor que não perceba. Sinto-a viva. Foi também o ano em que me afastei definitivamente do fórum. Raramente venho cá. A maior parte de vós é incrível: pessoas cultas, verdadeiros amantes desta caixa mágica. Mesmo com esta crise, continuam aqui, continuam apaixonados pela televisão. É louvável! O problema está em mim. Talvez tenha perdido mesmo o amor à televisão. Aliás, nos últimos tempos, nem ligo a televisão. Passo o dia a ler e a comer bolachas de água e sal. Está tudo bem, malta, não se preocupem. Estou bem, em casa, a recuperar. Estão a ver? Tanto trabalho, problemas, relações, zangas... e, se tivermos de parar, paramos, quer queiramos, quer não. Desculpem lá esta lamechice. E desculpem a minha ausência. Talvez comece a vir visitar-vos mais assiduamente. Que Deus encha os vossos corações de alegria e esperança no próximo ano. Sejam felizes e não deixem de acreditar que é bom estarmos vivos! Guida 2 7 1 Citar
rafa. Postado 31 de dezembro 2025 Postado 31 de dezembro 2025 há 10 minutos, Guida disse: E assim acaba mais um ano, do qual não terei saudades, por inúmeras razões. Foi o ano da exaustão mental, do abatimento extremo. Percebi que não há nada de mim para além do trabalho e do estudo. Não somos nada, no fim de contas. Ao longo das últimas décadas, abdiquei de tudo para "viver" e vivi tão pouco que não me lembro de quase nada para além desta vida medíocre. Sinto-me como se estivesse num aquário, preso e abafado. Foi o ano, em suma, da minha entrada oficial na "meia idade". A idade da descrença na nossa juventude eterna. E entrei pela porta grande! Um esgotamento nervoso severo que quase me levou desta para melhor. Simplesmente adormeci enquanto estava a descer as escadas. Fraturei as costelas. Deu para aprender umas coisas enquanto estive internado. A primeira: nunca ponham o trabalho ou os estudos em primeiro lugar, nunca digam "sim" se a única opção viável é dizer "não". Antes de tudo, temos de ser nós enquanto seres humanos e não nós enquanto máquinas produtivas ao serviço do capital. A segunda: escolham bem as pessoas que vos rodeiam; no final de contas, não cabem nos dedos das mãos os abutres. A terceira: vivam a vida ao máximo antes de uma certa idade. Porque percebo que, chegado a esta idade, a vida vive-se, mas já não se vive ao máximo. Cada vez mais somos menos ingénuos. Cada vez menos somos mais curiosos. Foi o ano em que a minha avó nos deixou. O ano em que o meu grande amor nos deixou. Queria que fosse só daqui a dois anos ou cinco ou dez. Ou que este momento não chegasse... mas chegou. Chegou de forma serena, tranquilíssima. Talvez por isso, por ela estar tão em paz, não tenha conseguido derramar sequer uma lágrima. Por outro lado, acho que talvez ainda não tenha percebido a dimensão da partida. É melhor que não perceba. Sinto-a viva. Foi também o ano em que me afastei definitivamente do fórum. Raramente venho cá. A maior parte de vós é incrível: pessoas cultas, verdadeiros amantes desta caixa mágica. Mesmo com esta crise, continuam aqui, continuam apaixonados pela televisão. É louvável! O problema está em mim. Talvez tenha perdido mesmo o amor à televisão. Aliás, nos últimos tempos, nem ligo a televisão. Passo o dia a ler e a comer bolachas de água e sal. Está tudo bem, malta, não se preocupem. Estou bem, em casa, a recuperar. Estão a ver? Tanto trabalho, problemas, relações, zangas... e, se tivermos de parar, paramos, quer queiramos, quer não. Desculpem lá esta lamechice. E desculpem a minha ausência. Talvez comece a vir visitar-vos mais assiduamente. Que Deus encha os vossos corações de alegria e esperança no próximo ano. Sejam felizes e não deixem de acreditar que é bom estarmos vivos! Guida Sinto muito pelas partidas que ocorreram na tua vida e pelos momentos menos bons de 2025. Que 2016 te traga um ano mais leve, gentil e feliz. Um abraço! 🫶 2 Citar
thass_hot Postado 4 de janeiro Postado 4 de janeiro (editado) Sei que já estamos em 2026 mas acho que não é tarde para fazer um balanço do que foi um dos anos mais difíceis para mim. Como escrevi já no tópico de sexualidade a minha relação com o meu ex acabou ao fim de 12 anos. Não tenho problema em assumir que foi ele quem acabou comigo. Nos primeiros meses estive um pouco em choque e a assimilar a situação, era durante o verão. No entanto mesmo no início do outono vi-o numa discoteca a beijar outro gajo e obviamente isso teve um impacto bastante grande em mim, mas pior que isso foi não me ter felicitado no meu aniversário, isto uma pessoa que disse querer manter a amizade para sempre. De resto foi um ano em que viajei um pouco (menos do que gostaria), saí bastante à noite e canalizei para esse lado muita das minhas energias e tempo livre (não sei se terá sido a melhor escolha...). De resto estive mais conectado com amigos e isso fez-me sentir de alguma maneira "protegido". Outro dos pontos fortes deste ano foi a música que se tornou um refúgio para mim. Ouvi bastante e interessei-me por novos artistas (como fazia na minha adolescência). Aaahh e claro vi a Charli XCX pela primeira vez. Foi um ano em que estive afastado do fórum durante uns bons meses devido a tudo o que andava a acontecer na minha vida e sinceramente também devido a não andar a acompanhar nada de TV. Mas já voltei e sinto-me bastante bem aqui. Sinceramente espero que o que de pior aconteceu no ano passado se transforme em aprendizagem para este ano. Editado 4 de janeiro por thass_hot 4 Citar
Magazine Postado 5 de janeiro Postado 5 de janeiro Estou a fazer o fecho de contas de 2025 (aka comparar o que tenho no excel com o saldo do meu banco) e tá-me a faltar 360,68€ Gente????? arrrr com a discrepância Citar
Magazine Postado 6 de janeiro Postado 6 de janeiro há 1 hora, Magazine disse: Estou a fazer o fecho de contas de 2025 (aka comparar o que tenho no excel com o saldo do meu banco) e tá-me a faltar 360,68€ Gente????? arrrr com a discrepância Estavam a faltar 2 compras Tudo regularizado ao cêntimo. Dá vontade, Grupo Impresa? Sem buraco financeiro aqui 3 Citar
Rui Melo Postado 10 de janeiro Postado 10 de janeiro Ainda nao tinha vindo aqui, mas aqui vai o meu balanço de 2025. Sem duvida muito melhor que 2024, mas ainda assim um ano mau. A situação com os meus pais melhorou, mas a nao aceitação persiste. Simplesmente nao falamos do assunto, e isso mantem uma estabilidade. Mas infelizmente nao consegui sair da casa deles, embora tenha tentado o ano inteiro. Viajar com o meu namorado tornou se um desafio, pois os meus pais querem sempre fotos das pessoas com quem estou, e nao me largam nem por nada. É sufocante, ainda que os ame, isto gera magoa e desgaste emocional profundo. Sinto que estou a perder a minha essência A minha ultima avo partiu, e mexeu comigo, sobretudo porque era uma pessoa mais ativa e cheia de vida. Mas viveu uma vida completa e partiu em paz. Da minha parte senti uma benção por a ter acompanhado nos ultimos dias da sua vida. Isso também me fez ficar, o meu pai precisava de mim. Profissionalmente fiz uma grande cagada, que foi dizer aos meus superiores que estava a planear sair do pais, e depois passaram se varios meses e nada aconteceu, ficando ali meio a margem. Por favor, nunca digam num emprego que vao sair sem efetivamente o fazerem. Serviu me de lição. No ramo das amizades, foi um ano de poucos momentos felizes. Os meus amigos estao cada um na sua vida e combinar coisas tornou se cada vez mais difícil. Ainda assim, instalei o Timeleft e fiz um grupo de amigos muito fixe, que ate agora parece estar a resultar. Diria que foi um 4/10 2026 e para ser um ano de mudança e estou mais motivado para o conseguir realizar. Mas sair do pais é difícil e acarreta uma carga emocional forte sobre o que fica para tras. On 31/12/2025 at 21:46, Guida disse: E assim acaba mais um ano, do qual não terei saudades, por inúmeras razões. Foi o ano da exaustão mental, do abatimento extremo. Percebi que não há nada de mim para além do trabalho e do estudo. Não somos nada, no fim de contas. Ao longo das últimas décadas, abdiquei de tudo para "viver" e vivi tão pouco que não me lembro de quase nada para além desta vida medíocre. Sinto-me como se estivesse num aquário, preso e abafado. Foi o ano, em suma, da minha entrada oficial na "meia idade". A idade da descrença na nossa juventude eterna. E entrei pela porta grande! Um esgotamento nervoso severo que quase me levou desta para melhor. Simplesmente adormeci enquanto estava a descer as escadas. Fraturei as costelas. Deu para aprender umas coisas enquanto estive internado. A primeira: nunca ponham o trabalho ou os estudos em primeiro lugar, nunca digam "sim" se a única opção viável é dizer "não". Antes de tudo, temos de ser nós enquanto seres humanos e não nós enquanto máquinas produtivas ao serviço do capital. A segunda: escolham bem as pessoas que vos rodeiam; no final de contas, não cabem nos dedos das mãos os abutres. A terceira: vivam a vida ao máximo antes de uma certa idade. Porque percebo que, chegado a esta idade, a vida vive-se, mas já não se vive ao máximo. Cada vez mais somos menos ingénuos. Cada vez menos somos mais curiosos. Foi o ano em que a minha avó nos deixou. O ano em que o meu grande amor nos deixou. Queria que fosse só daqui a dois anos ou cinco ou dez. Ou que este momento não chegasse... mas chegou. Chegou de forma serena, tranquilíssima. Talvez por isso, por ela estar tão em paz, não tenha conseguido derramar sequer uma lágrima. Por outro lado, acho que talvez ainda não tenha percebido a dimensão da partida. É melhor que não perceba. Sinto-a viva. Foi também o ano em que me afastei definitivamente do fórum. Raramente venho cá. A maior parte de vós é incrível: pessoas cultas, verdadeiros amantes desta caixa mágica. Mesmo com esta crise, continuam aqui, continuam apaixonados pela televisão. É louvável! O problema está em mim. Talvez tenha perdido mesmo o amor à televisão. Aliás, nos últimos tempos, nem ligo a televisão. Passo o dia a ler e a comer bolachas de água e sal. Está tudo bem, malta, não se preocupem. Estou bem, em casa, a recuperar. Estão a ver? Tanto trabalho, problemas, relações, zangas... e, se tivermos de parar, paramos, quer queiramos, quer não. Desculpem lá esta lamechice. E desculpem a minha ausência. Talvez comece a vir visitar-vos mais assiduamente. Que Deus encha os vossos corações de alegria e esperança no próximo ano. Sejam felizes e não deixem de acreditar que é bom estarmos vivos! Guida Estou contigo querido. A vida parece ficar mais difícil a cada ano que passa, e nos somos ainda mais prejudicados com tudo o que se anda a passar no mundo e a IA a acelerar a niveis perigosos. Mas vamos ficar bem. So temos de encontrar as ferramentas para o conseguir. 3 Citar
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