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Comunicação Social em Portugal

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Depende do produto. Uma série ou uma novela dá para ver na internet, mas um talk-show ou um programa de entretenimento não se adequa muito, na minha opinião.

Tens tudo na net. ;)

 

A minha tv neste momento serve para fazer mirror do pc através do chromecast. :haha: :haha: :haha:

Edited by Faded

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Depende do ponto de vista. Nós temos alguns pontos a favor, tal como os intervalos. Desculpem lá mas nunca me vou habituar aos mini-breaks norte-americanos de 5 em 5 minutos. Corta totalmente o ritmo e vê-se os programas de forma totalmente fragmentada. 

 

Depende. Eu prefiro um intervalo curto, porque sei que apanho com poucos anúncios e logo a seguir volto ao programa, ficando agarrado e nem me preocupo em mudar de canal para ver o que está a dar. É bom para mim, para o canal e para os anunciantes. Na minha opinião, mais depressa corta o ritmo a um programa um intervalo de 30 minutos que um de 5. Isto porque ou vou fazer outras coisas e distraiu-me completamente do que se passa na TV ou acaba por desligar a TV e ir fazer outra coisa qualquer com o meu tempo livre ou quando acaba o intervalo e o programa volta já perdi o fio à meada daquilo que estava a ver.

 

Depende do produto. Uma série ou uma novela dá para ver na internet, mas um talk-show ou um programa de entretenimento não se adequa muito, na minha opinião.

 

LOL. Quantas e quantas vezes é que não vi um "Daily Show" ou "Conan" online. E em muitas delas eram episódios sacados e não por stream.

 

Quanto a ver TV online, comecei-me a habituar a esse cenário já em 2009 (e há até quem já o faça há mais de dez anos) e hoje em dia, praticamente já troquei a TV pelo computador e raramente uso a TV do meu quarto ou TV no geral, excepto para jogar Xbox 360 ou ver alguns eventos desportivos. E acredito que haja muitas mais pessoas como eu.

 

Fiquem Bem.

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Depende. Eu prefiro um intervalo curto, porque sei que apanho com poucos anúncios e logo a seguir volto ao programa, ficando agarrado e nem me preocupo em mudar de canal para ver o que está a dar. É bom para mim, para o canal e para os anunciantes. Na minha opinião, mais depressa corta o ritmo a um programa um intervalo de 30 minutos que um de 5. Isto porque ou vou fazer outras coisas e distraiu-me completamente do que se passa na TV ou acaba por desligar a TV e ir fazer outra coisa qualquer com o meu tempo livre ou quando acaba o intervalo e o programa volta já perdi o fio à meada daquilo que estava a ver.

 

 

LOL. Quantas e quantas vezes é que não vi um "Daily Show" ou "Conan" online. E em muitas delas eram episódios sacados e não por stream.

 

Quanto a ver TV online, comecei-me a habituar a esse cenário já em 2009 (e há até quem já o faça há mais de dez anos) e hoje em dia, praticamente já troquei a TV pelo computador e raramente uso a TV do meu quarto ou TV no geral, excepto para jogar Xbox 360 ou ver alguns eventos desportivos. E acredito que haja muitas mais pessoas como eu.

 

Fiquem Bem.

 

Em relação aos intervalos, discordo. Ainda esteve Verão assisti aos Teen Choice Awards online e... adormeci. Era impossível assistir ao programa, porque são intervalos de 5 minutos, mas de 5 em 5 minutos. Irritante!

 

Quanto á segunda parte do teu comentário, tem lá calma. Eu estava a referir-me á minha opinião.E eu não aprecio assistir a programas de grande entretenimento através da internet.

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Como a notícia é relacionada com a TVI coloquei aqui mas gostava que comentassem:

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Os intervalos de 15 minutos até se aceitam num programa de entretenimento ou de um programa para o outro, agora num filme ou numa série já muitas vezes não me lembrei exatamente onde tinha ficado... Acho que o tempo aceitável é mais ou menos 8/10 minutos.
Mas em Portugal o problema maior não são os intervalos, é o que está entre eles!

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A verdade é que a televisão está em decadência, e isso tem que ser travado o quanto antes. É incompreensível que a televisão dos anos 90 tenha sido mais inovadora, variada e divertida que a televisão actual, quando nestes anos todos o avanço tecnológico foi incrível. Como é possível hoje em dia os canais não usufruirem de melhor tecnologia, ainda por cima quando as têm para usar (caso do 16:9 e HD).

Falando da programação, é vergonhoso o que se vê todos os dias. Jornal da manhã - Talk-Show - Telejornal - Novela Repetida - Talk-Show - Novela - Telejornal - Novela - Novela - Novela de 2ª a 6ª e pimba ao fim-de-semana, onde pelo meio lá aparece um programa de entretenimento mais desenvolvido aos domingos à noite.

Sou a favor da existência de novelas, por ser um produto muito nosso, mas é necessário tanta novelada de manhã à noite? Não mesmo! Bastavam 2 novelas em antena, e era o essencial.

Ainda não percebi a insistência nos talk-shows da tarde, quando já se viu que não têm audiência por mais que se esforcem.

Existem coisas muito boas para se apostar nos diferentes horários, mas que convém ter cabecinha e criatividade. Hoje querem tudo feito, sem qualquer prespectiva de futuro e de qualidade. As televisões já nem com as audiências (que servem, acima de tudo, para comprovar a adesão das pessoas a um programa) se importam. Programas com audiências de fugir continuam em antena, só porque têm aliado a si 760s e outras tretas...

Que é feito do grande entretenimento em HN? Só aparece ao domingo... Quando não apostam em tretas de programas, de qualidade muito duvidosa.

Música de qualidade, debates interessantes sobre as temáticas do país, programas mais culturais, humor? Não temos nada disso na TV!

Novelas no ar mais de 1 ano? Para quê? Para no fim alterarem a história de tal maneira que se formos comparar nem conseguimos reconhecer a verdadeira temática da novela? Novelas com duração de, no máximo, 7 meses era o ideal, mais que isso é puro abuso!

Hoje ainda existem idosos para papar com isto, mas a televisão que não se cuide que logo vê onde vai parar. Das crianças, poucas vêm as generalistas, dos jovens, nem quase sabem o que se passa na TV, dos adultos, cada vez se interessam menos pela programação da generalista pois começaram a encontrar alternativas no cabo, e os idosos são os únicos que ainda papam, mais por hábito do que propriamente por gosto.

Aliás, ainda não percebi porque é que os canais de TV não fazem estudos de mercado antes de apostarem nos produtos. Gastam milhões de euros, às cegas, sem saberem se realmente as pessoas querem ver aquele produto, e depois queixam-se que o programa tem audiências fracas como se as pessoas tivessem alguma obrigação de papar aquilo, só porque eles tiveram a amabilidade de comprar o formato e de o produzir. Não custa nada questionar as pessoas sobre se tão interessadas em ver determinado formato, em determinado horário, com determinado apresentador, etc. No final de contas, só não o fazem porque dá trabalho e porque não têm qualquer competência! É triste a falta de esforço da nossa TV.

Até o cabo está cada vez pior, com falta de produtos novos...

Nem tudo é mau, porque até acho que temos bons e grandes profissionais na TV, mas na generalidade, está tudo muito à deriva do que deveria ser.

 

A rádio também já teve melhores dias. A Antena 3 ainda se vai safando, mas também já esteve melhor. A generalidade das restantes rádios passam a mesma música 20 vezes por dia, 100 vezes por semana e 1001 vezes por ano! Vão atrás dos hits todos, passando-os até dar vontade de esganar o rádio de tanto repetirem!

 

Dos jornais e revistas não tenho grande opinião, porque confesso que não os leio. Mas também já deu para reparar que estão cada vez mais sensacionalistas...

 

Enfim, a crise não é desculpa. O que eu vejo é que existe uma grande falta de esforço e criatividade. Querem tudo feitinho, às 3 pancadas, e sem qualquer projecção. Bora lá ganhar uns trocos, nem que para isso tenhamos de humilhar a história do nosso canal e o profissionalismo dos nossos profissionais com 6 horas de programa a mendigar por mais 0,60€+IVA no bolso do patrão.

 Concordo com a maior parte do que disseste, no entanto, acho que as novelas repetidas pós- almoço são uma boa ideia, porque garantem audiências e permitem ás pessoas de gerações futuras ver clássicos de outros tempos e, ao mesmo tempo, que o público de outrora reveja a novela.

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As rádios também já estiveram melhores. A única que vou ouvindo é a Nova Era pela dance music actual, ainda assim preferia ouvir uma rádio com os hits do trance (do que apenas house), e essa radio não existe em Portugal nem existiu durante os tempos aureos do genero.

Edited by skizzo
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Concordo com a maior parte do que disseste, no entanto, acho que as novelas repetidas pós- almoço são uma boa ideia, porque garantem audiências e permitem ás pessoas de gerações futuras ver clássicos de outros tempos e, ao mesmo tempo, que o público de outrora reveja a novela.

Já existe a TVI Ficção para esse efeito. A TVI generalista deve ser um canal atual e não com metade da ficção transmitida no canal em reposição.

A TDT já é demasiado limitada em número de canais, quanto mais ainda estarem a transformar um canal lucrativo como se fosse um canal low cost.

E o talk show da tarde é outro... para quê ter algo maçudo cheio de drama com 3h em programação? É despropositado para o canal que é. Com tanto 760 de certeza que não estão pobres para terem que fazer isso.

A verdade é que a televisão está em decadência, e isso tem que ser travado o quanto antes. É incompreensível que a televisão dos anos 90 tenha sido mais inovadora, variada e divertida que a televisão actual, quando nestes anos todos o avanço tecnológico foi incrível. Como é possível hoje em dia os canais não usufruirem de melhor tecnologia, ainda por cima quando as têm para usar (caso do 16:9 e HD).

Falando da programação, é vergonhoso o que se vê todos os dias. Jornal da manhã - Talk-Show - Telejornal - Novela Repetida - Talk-Show - Novela - Telejornal - Novela - Novela - Novela de 2ª a 6ª e pimba ao fim-de-semana, onde pelo meio lá aparece um programa de entretenimento mais desenvolvido aos domingos à noite.

Sou a favor da existência de novelas, por ser um produto muito nosso, mas é necessário tanta novelada de manhã à noite? Não mesmo! Bastavam 2 novelas em antena, e era o essencial.

Ainda não percebi a insistência nos talk-shows da tarde, quando já se viu que não têm audiência por mais que se esforcem.

Existem coisas muito boas para se apostar nos diferentes horários, mas que convém ter cabecinha e criatividade. Hoje querem tudo feito, sem qualquer prespectiva de futuro e de qualidade. As televisões já nem com as audiências (que servem, acima de tudo, para comprovar a adesão das pessoas a um programa) se importam. Programas com audiências de fugir continuam em antena, só porque têm aliado a si 760s e outras tretas...

Que é feito do grande entretenimento em HN? Só aparece ao domingo... Quando não apostam em tretas de programas, de qualidade muito duvidosa.

Música de qualidade, debates interessantes sobre as temáticas do país, programas mais culturais, humor? Não temos nada disso na TV!

Novelas no ar mais de 1 ano? Para quê? Para no fim alterarem a história de tal maneira que se formos comparar nem conseguimos reconhecer a verdadeira temática da novela? Novelas com duração de, no máximo, 7 meses era o ideal, mais que isso é puro abuso!

Hoje ainda existem idosos para papar com isto, mas a televisão que não se cuide que logo vê onde vai parar. Das crianças, poucas vêm as generalistas, dos jovens, nem quase sabem o que se passa na TV, dos adultos, cada vez se interessam menos pela programação da generalista pois começaram a encontrar alternativas no cabo, e os idosos são os únicos que ainda papam, mais por hábito do que propriamente por gosto.

Aliás, ainda não percebi porque é que os canais de TV não fazem estudos de mercado antes de apostarem nos produtos. Gastam milhões de euros, às cegas, sem saberem se realmente as pessoas querem ver aquele produto, e depois queixam-se que o programa tem audiências fracas como se as pessoas tivessem alguma obrigação de papar aquilo, só porque eles tiveram a amabilidade de comprar o formato e de o produzir. Não custa nada questionar as pessoas sobre se tão interessadas em ver determinado formato, em determinado horário, com determinado apresentador, etc. No final de contas, só não o fazem porque dá trabalho e porque não têm qualquer competência! É triste a falta de esforço da nossa TV.

Até o cabo está cada vez pior, com falta de produtos novos...

Nem tudo é mau, porque até acho que temos bons e grandes profissionais na TV, mas na generalidade, está tudo muito à deriva do que deveria ser.

A rádio também já teve melhores dias. A Antena 3 ainda se vai safando, mas também já esteve melhor. A generalidade das restantes rádios passam a mesma música 20 vezes por dia, 100 vezes por semana e 1001 vezes por ano! Vão atrás dos hits todos, passando-os até dar vontade de esganar o rádio de tanto repetirem!

Dos jornais e revistas não tenho grande opinião, porque confesso que não os leio. Mas também já deu para reparar que estão cada vez mais sensacionalistas...

Enfim, a crise não é desculpa. O que eu vejo é que existe uma grande falta de esforço e criatividade. Querem tudo feitinho, às 3 pancadas, e sem qualquer projecção. Bora lá ganhar uns trocos, nem que para isso tenhamos de humilhar a história do nosso canal e o profissionalismo dos nossos profissionais com 6 horas de programa a mendigar por mais 0,60€+IVA no bolso do patrão.

Gostei muito da tua analise. Concordo a 200%. :)

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Já existe a TVI Ficção para esse efeito. A TVI generalista deve ser um canal atual e não com metade da ficção transmitida no canal em reposição.

A TDT já é demasiado limitada em número de canais, quanto mais ainda estarem a transformar um canal lucrativo como se fosse um canal low cost.

E o talk show da tarde é outro... para quê ter algo maçudo cheio de drama com 3h em programação? É despropositado para o canal que é. Com tanto 760 de certeza que não estão pobres para terem que fazer isso.

Gostei muito da tua analise. Concordo a 200%. :)

 

Em primeiro lugar, nem todos têm acesso ao TVI Ficção, portanto, acho injusto quereres reduzir o papel de reposição de novelas a esse canal. Já para não falar que não é bem uma estratégia de canais low-cost. A própria Globo repete novelas ( por vezes mais do que uma vez) no Vale a Pena Ver de Novo.

 

Quanto aos talk-show da tarde, o A Tarde É Sua só tem drama, concordo. O mesmo não acontece com o Há Tarde e o Grande Tarde. ;)

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Em primeiro lugar, nem todos têm acesso ao TVI Ficção, portanto, acho injusto quereres reduzir o papel de reposição de novelas a esse canal. Já para não falar que não é bem uma estratégia de canais low-cost. A própria Globo repete novelas ( por vezes mais do que uma vez) no Vale a Pena Ver de Novo.

Quanto aos talk-show da tarde, o A Tarde É Sua só tem drama, concordo. O mesmo não acontece com o Há Tarde e o Grande Tarde. ;)

Em relação à TVI Ficção existe uma excelente solução: Colocar o canal em todos os operadores e quando possível na TDT. Em relação à Globo, não queiras comparar a realidade portuguesa com a brasileira. Á conta dessas comparações é que a TVI ainda tem o canal a emitir em 4:3.

Em relação aos conteúdos do Grande Tarde não me posso pronunciar pois nunca vejo. Em relação ao Há Tarde o programa é sempre descontraído e sem histórias para fazer chorar as pedras da calçada (ou seja, o modelo de talk show que a TVI devia ter).

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Se o NEQ concorda a 200% eu concordo a 300% com a análise do JFSousa1995 :)

 

A verdade é que a televisão está em decadência, e isso tem que ser travado o quanto antes. É incompreensível que a televisão dos anos 90 tenha sido mais inovadora, variada e divertida que a televisão actual, quando nestes anos todos o avanço tecnológico foi incrível. Como é possível hoje em dia os canais não usufruirem de melhor tecnologia, ainda por cima quando as têm para usar (caso do 16:9 e HD).

 

Aliás, ainda não percebi porque é que os canais de TV não fazem estudos de mercado antes de apostarem nos produtos. Gastam milhões de euros, às cegas, sem saberem se realmente as pessoas querem ver aquele produto, e depois queixam-se que o programa tem audiências fracas como se as pessoas tivessem alguma obrigação de papar aquilo, só porque eles tiveram a amabilidade de comprar o formato e de o produzir. Não custa nada questionar as pessoas sobre se tão interessadas em ver determinado formato, em determinado horário, com determinado apresentador, etc. No final de contas, só não o fazem porque dá trabalho e porque não têm qualquer competência! É triste a falta de esforço da nossa TV.

 

Nem tudo é mau, porque até acho que temos bons e grandes profissionais na TV, mas na generalidade, está tudo muito à deriva do que deveria ser.

 

A rádio também já teve melhores dias. A Antena 3 ainda se vai safando, mas também já esteve melhor. A generalidade das restantes rádios passam a mesma música 20 vezes por dia, 100 vezes por semana e 1001 vezes por ano! Vão atrás dos hits todos, passando-os até dar vontade de esganar o rádio de tanto repetirem!

Eu acho que depois dos 90 a televisão portuguesa parou e agora está a piorar, quase quase a bater no fundo de um grande poço...

 

Os estudos de mercado eram uma boa ideia principalmente para a RTP, que manda tantos tiros ao lado e não merece as audiências que tem. Mas ficam caros...

Há bons profissionais na TV, eu era pequenino nessa altura mas só de pensar que era a Júlia a apresentar a Noite da Má Lingua... ou o Goucha que é uma pessoa muito inteligente mas que de vez em quando tem que fazer muitas figurinhas tristes para conseguir audiências...



Quanto à rádio (gostava que mais gente falasse dela ;) ), acho que até já foi pior. A ditadura da playlist já anda por aí a muito tempo, e parecer que morre depois dos programas da manhã também, infelizmente...
A Comercial melhorou muito e a RFM, apesar de não a suportar ouvir, teve de se esforçar quando deixou de liderar e por exemplo criou o Rocha no Ar programa de conversa.
A Antena 3 é que já anda a piorar há alguns anos, acho que neste momento a playlist que tem é como se fosse uma RFM da música alternativa... a música é diferente das outras rádios mas é muito repetitiva, principalmente quando é "nova música portuguesa". Assim qualquer rádio farta... Sempre foi das rádios que ouvi mais, mas já não ouço tanto como há uns anos. Precisa de gente nova, há lá gente que está desde que começou, há 20 anos!. E depois houve más decisões como o fim dos "Bons Rapazes", maus horários dos programas ou ir buscar gente à Antena 1 como o locutor do índice A3-30 e do domingo à tarde, que é péssimo... Nos últimos tempos só gosto das Manhãs, principalmente da Outra Coisa e da Linha Avançada e do Toca a Todos, que foi uma grande iniciativa mas que pode ser muito melhor e mais conhecida. Para mim devia mudar de direcção e levar uma grande volta.
Acho uma vergonha que a Mega Hits e a Cidade passem para aí 98% ou 99% de música estrangeira. Muita gente da minha geração ouve e assim não sabe que há muita boa música portuguesa por aí...
A rádio precisa de gente nova, ideias novas e mais conversa, desde que não seja da treta... deixar de ser um mp3 grande parte do tempo e ser mais próxima das pessoas.

Edited by canal5
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Em Portugal, ao contrário de produções internacionais, têm a mania de dar planos fechados, basicamente só se vê as caras das pessoas.

Esta situação acontece principalmente devido às transmissões em 4:3 mas no caso que acabei de ver está em 16:9.

Refiro-me especialmente ao episódio de Beirais que está a dar. Basicamente não consigo ver mais nada para além de quem está a falar nesse momento na maioria das cenas. Para mim, isto é má realização.

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Se o NEQ concorda a 200% eu concordo a 300% com a análise do JFSousa1995 :)

 

Eu acho que depois dos 90 a televisão portuguesa parou e agora está a piorar, quase quase a bater no fundo de um grande poço...

 

Os estudos de mercado eram uma boa ideia principalmente para a RTP, que manda tantos tiros ao lado e não merece as audiências que tem. Mas ficam caros...

Há bons profissionais na TV, eu era pequenino nessa altura mas só de pensar que era a Júlia a apresentar a Noite da Má Lingua... ou o Goucha que é uma pessoa muito inteligente mas que de vez em quando tem que fazer muitas figurinhas tristes para conseguir audiências...

Quanto à rádio (gostava que mais gente falasse dela ;) ), acho que até já foi pior. A ditadura da playlist já anda por aí a muito tempo, e parecer que morre depois dos programas da manhã também, infelizmente...

A Comercial melhorou muito e a RFM, apesar de não a suportar ouvir, teve de se esforçar quando deixou de liderar e por exemplo criou o Rocha no Ar programa de conversa.

A Antena 3 é que já anda a piorar há alguns anos, acho que neste momento a playlist que tem é como se fosse uma RFM da música alternativa... a música é diferente das outras rádios mas é muito repetitiva, principalmente quando é "nova música portuguesa". Assim qualquer rádio farta... Sempre foi das rádios que ouvi mais, mas já não ouço tanto como há uns anos. Precisa de gente nova, há lá gente que está desde que começou, há 20 anos!. E depois houve más decisões como o fim dos "Bons Rapazes", maus horários dos programas ou ir buscar gente à Antena 1 como o locutor do índice A3-30 e do domingo à tarde, que é péssimo... Nos últimos tempos só gosto das Manhãs, principalmente da Outra Coisa e da Linha Avançada e do Toca a Todos, que foi uma grande iniciativa mas que pode ser muito melhor e mais conhecida. Para mim devia mudar de direcção e levar uma grande volta.

Acho uma vergonha que a Mega Hits e a Cidade passem para aí 98% ou 99% de música estrangeira. Muita gente da minha geração ouve e assim não sabe que há muita boa música portuguesa por aí...

A rádio precisa de gente nova, ideias novas e mais conversa, desde que não seja da treta... deixar de ser um mp3 grande parte do tempo e ser mais próxima das pessoas.

 

O target comercial da Cidade prefere música dos EUA (e eu tb), hoje em dia a única rádio que oiço é mesmo a Cidade, não gosto da Comercial nem RFM...Da Comercial, só mesmo o programa da manhã.

 

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A verdade é que a televisão está em decadência, e isso tem que ser travado o quanto antes. É incompreensível que a televisão dos anos 90 tenha sido mais inovadora, variada e divertida que a televisão actual, quando nestes anos todos o avanço tecnológico foi incrível. 

A realidade é que no anos 90 não havia a panóplia de opções quer de canais, quer internet, e o entretenimento das pessoas passava necessariamente pela televisão. 

Ainda no outro dia estava a falar com o meu irmão a propósito do Imagens Reais do Artur Albarran, e perguntávamos, como foi possível aquilo ter sido um grande sucesso? Porque não havia mais nada para além da televisão.

Depois porque o nosso mercado é pequeno, as televisões optam por jogar pelo seguro e apostar naquilo que dá mais rendibilidade, ao menor custo. A consequência é aquilo que se já está a ver, os jovens e até os de meia-idade já quase não vêem tv.

Da minha parte, generalistas só mesmo pelo Telejornal, alguns programas dos informativos e jogos de futebol...

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A realidade é que no anos 90 não havia a panóplia de opções quer de canais, quer internet, e o entretenimento das pessoas passava necessariamente pela televisão. 

Ainda no outro dia estava a falar com o meu irmão a propósito do Imagens Reais do Artur Albarran, e perguntávamos, como foi possível aquilo ter sido um grande sucesso? Porque não havia mais nada para além da televisão.

Depois porque o nosso mercado é pequeno, as televisões optam por jogar pelo seguro e apostar naquilo que dá mais rendibilidade, ao menor custo. A consequência é aquilo que se já está a ver, os jovens e até os de meia-idade já quase não vêem tv.

Da minha parte, generalistas só mesmo pelo Telejornal, alguns programas dos informativos e jogos de futebol...

Tudo bem que nos 90 não havia internet acessível a todos, mas era assim em todo o mundo...

As generalistas ainda são muito reconhecidas e prestigadas no estrangeiro, enquanto que aqui estão na lama. Depois também não houve a vergonha de pseudo-TDT que houve cá, e em que foi muita gente obrigada ir para o cabo... (80% das pessoas o têm!)

Quanto à rentabilidade, eu acho que se podiam fazer programas bons sem serem muito caros, só é preciso imaginação coisa que as televisões não têm...

Edited by canal5

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Tudo bem que nos 90 não havia internet acessível a todos, mas era assim em todo o mundo...

As generalistas ainda são muito reconhecidas e prestigadas no estrangeiro, enquanto que aqui estão na lama. Depois também não houve a vergonha de pseudo-TDT que houve cá, e em que foi muita gente obrigada ir para o cabo... (80% das pessoas o têm!)

Quanto à rentabilidade, eu acho que se podiam fazer programas bons sem serem muito caros, só é preciso imaginação coisa que as televisões não têm...

 

A TDT e mesmo uma vergonha, credo...

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Eu creio que um dos aspetos preponderantes é a internet. Embora neste momento esteja muito vulgarizada, mais de metade da população portuguesa tem acesso com alguma regularidade à internet e não são assim tão poucos aqueles que estão permanentemente ligados com o tablet, o smartphone e o portátil. Isto abre-nos horizontes: mais do que estar fechado em casa com quatro canais generalistas, permite conhecer o que de bom se faz lá por fora.

Por outro lado, há que admitir que quem tem acesso à internet (já não é assim tão notavel,mas continua a ser assim) são pessoas com algumas posses econômicas e/ou com alguns estudos, de maneira que os mais desfavorecidos (seja em dinheiro, estudos, capacidades ou mesmo desfavorecidos em exigência) fiquem limitados aos 4 canais. Ou seja, enquanto que antes tínhamos todo um país a ver televisão e os 4 canais em específico, agora temos uma quantidade absurda de idosos, algumas crianças que ainda não chegaram à internet, alguns pais com saudades dos tempos em que a televisão era de qualidade e a viam regularmente e os que não têm possibilidade de aceder à internet, ir ao cinema, viajar (fazer coisas que não ver TV). Conclusão, um público menor e muito menos exigente.

Todo este paradigma (imensa gente a ver menos TV ou a deixar de ver; públicos diferentes; maior concorrência com o cabo e internet) devia fazer com que as TVs abrissem a pestana e concorressem entre si. Mas isto não sucede: o público que vê tv (a maioria, grosso modo) gosta de conteúdos sem conteúdo, programas sem nível, cultura, interesse...; qualquer produto de qualidade é REJEITADO (ver programação da Rtp2 e alguma da RTP1); e o principal de tudo: nenhum canal fechou ou está em dificuldades por ver o oublico fugir e por piorar continuamente a programação.

Depois há outros fatores "acessórios". Isto é uma pescada de rabo na boca:

Os jovens, principalmente os jovens e a maioria da população até à meia idade, passa mais tempo na internet do que na TV. Mas passar tempo no pc a ver os mails é diferente de passá-lo a ver séries, programas gravados, on demand, etc. Todos os estudos apontam que os jovens passam muito tempo a fazê-lo, mas se o fazem é porque podem. Séries de TV que dão na TV acabam por ser vistas no pc porque é mais fácil, pode-se ver quando quisermos, os episódios saem mais depressa no pc, etc etc etc. Mas (há sempre um mas) porque? Porque podem! Se o Governo de Portugal perseguisse fortemente a pirataria (como, aliás, devia fazê-lo, embora seja a tal história do faz o que eu digo, não o que eu faço) e os jovens simplesmente não pudessem ver esses conteúdos (refiro-me principalmente às séries e filmes), eles não perderiam o interesse por vê-los, o que acabaria por levar essas pessoas (muitos de nós incluidos, estou certo) a procurá-los na TV. Um aumento da população mais jovem e com mais estudos nas TVs acabaria por aumentar os padrões de qualidade das televisões.

E pronto considerem isto um pequeno desabafo e bom 2015!

Edited by tiagoduartenl

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Eu creio que um dos aspetos preponderantes é a internet. Embora neste momento esteja muito vulgarizada, mais de metade da população portuguesa tem acesso com alguma regularidade à internet e não são assim tão poucos aqueles que estão permanentemente ligados com o tablet, o smartphone e o portátil. Isto abre-nos horizontes: mais do que estar fechado em casa com quatro canais generalistas, permite conhecer o que de bom se faz lá por fora.

Por outro lado, há que admitir que quem tem acesso à internet (já não é assim tão notavel,mas continua a ser assim) são pessoas com algumas posses econômicas e/ou com alguns estudos, de maneira que os mais desfavorecidos (seja em dinheiro, estudos, capacidades ou mesmo desfavorecidos em exigência) fiquem limitados aos 4 canais. Ou seja, enquanto que antes tínhamos todo um país a ver televisão e os 4 canais em específico, agora temos uma quantidade absurda de idosos, algumas crianças que ainda não chegaram à internet, alguns pais com saudades dos tempos em que a televisão era de qualidade e a viam regularmente e os que não têm possibilidade de aceder à internet, ir ao cinema, viajar (fazer coisas que não ver TV). Conclusão, um público menor e muito menos exigente.

Todo este paradigma (imensa gente a ver menos TV ou a deixar de ver; públicos diferentes; maior concorrência com o cabo e internet) devia fazer com que as TVs abrissem a pestana e concorressem entre si. Mas isto não sucede: o público que vê tv (a maioria, grosso modo) gosta de conteúdos sem conteúdo, programas sem nível, cultura, interesse...; qualquer produto de qualidade é REJEITADO (ver programação da Rtp2 e alguma da RTP1); e o principal de tudo: nenhum canal fechou ou está em dificuldades por ver o oublico fugir e por piorar continuamente a programação.

Depois há outros fatores "acessórios". Isto é uma pescada de rabo na boca:

Os jovens, principalmente os jovens e a maioria da população até à meia idade, passa mais tempo na internet do que na TV. Mas passar tempo no pc a ver os mails é diferente de passá-lo a ver séries, programas gravados, on demand, etc. Todos os estudos apontam que os jovens passam muito tempo a fazê-lo, mas se o fazem é porque podem. Séries de TV que dão na TV acabam por ser vistas no pc porque é mais fácil, pode-se ver quando quisermos, os episódios saem mais depressa no pc, etc etc etc. Mas (há sempre um mas) porque? Porque podem! Se o Governo de Portugal perseguisse fortemente a pirataria (como, aliás, devia fazê-lo, embora seja a tal história do faz o que eu digo, não o que eu faço) e os jovens simplesmente não pudessem ver esses conteúdos (refiro-me principalmente às séries e filmes), eles não perderiam o interesse por vê-los, o que acabaria por levar essas pessoas (muitos de nós incluidos, estou certo) a procurá-los na TV. Um aumento da população mais jovem e com mais estudos nas TVs acabaria por aumentar os padrões de qualidade das televisões.

E pronto considerem isto um pequeno desabafo e bom 2015!

 

Concordo com quase tudo o que disseste menos com o que coloquei a negrito. As pessoas não têm que ver apenas programas que tenham cultura. Se o programa entreter o espetador, mesmo que não aborde cultura, não deixa de ser um bom programa de entretenimento.

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Concordo com quase tudo o que disseste menos com o que coloquei a negrito. As pessoas não têm que ver apenas programas que tenham cultura. Se o programa entreter o espetador, mesmo que não aborde cultura, não deixa de ser um bom programa de entretenimento.

Tens razão. O problema é quando as pessoas vêem que um programa é melhorzito, rejeitam-no, ignoram-no... E a nossa televisão não pode ser só entretenimento e o entretenimento não tem que ser sempre vazio e desprovido de conteúdo. E o conteúdo não tem que ser cultura. Por exemplo, o Dr. Oz, um sucesso na América, é algo muito próximo de um talk show, é quase entretenimento puro, mas tem conteúdo. Não é cultura literalmente, mas está-se a entreter as pessoas informado-as e educando-as.

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Tens razão. O problema é quando as pessoas vêem que um programa é melhorzito, rejeitam-no, ignoram-no... E a nossa televisão não pode ser só entretenimento e o entretenimento não tem que ser sempre vazio e desprovido de conteúdo. E o conteúdo não tem que ser cultura. Por exemplo, o Dr. Oz, um sucesso na América, é algo muito próximo de um talk show, é quase entretenimento puro, mas tem conteúdo. Não é cultura literalmente, mas está-se a entreter as pessoas informado-as e educando-as.

 

A que programas te referes quando dizes que as pessoas os ignoram e rejeitam?

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Eu creio que um dos aspetos preponderantes é a internet. Embora neste momento esteja muito vulgarizada, mais de metade da população portuguesa tem acesso com alguma regularidade à internet e não são assim tão poucos aqueles que estão permanentemente ligados com o tablet, o smartphone e o portátil. Isto abre-nos horizontes: mais do que estar fechado em casa com quatro canais generalistas, permite conhecer o que de bom se faz lá por fora.

Por outro lado, há que admitir que quem tem acesso à internet (já não é assim tão notavel,mas continua a ser assim) são pessoas com algumas posses econômicas e/ou com alguns estudos, de maneira que os mais desfavorecidos (seja em dinheiro, estudos, capacidades ou mesmo desfavorecidos em exigência) fiquem limitados aos 4 canais. Ou seja, enquanto que antes tínhamos todo um país a ver televisão e os 4 canais em específico, agora temos uma quantidade absurda de idosos, algumas crianças que ainda não chegaram à internet, alguns pais com saudades dos tempos em que a televisão era de qualidade e a viam regularmente e os que não têm possibilidade de aceder à internet, ir ao cinema, viajar (fazer coisas que não ver TV). Conclusão, um público menor e muito menos exigente.

Todo este paradigma (imensa gente a ver menos TV ou a deixar de ver; públicos diferentes; maior concorrência com o cabo e internet) devia fazer com que as TVs abrissem a pestana e concorressem entre si. Mas isto não sucede: o público que vê tv (a maioria, grosso modo) gosta de conteúdos sem conteúdo, programas sem nível, cultura, interesse...; qualquer produto de qualidade é REJEITADO (ver programação da Rtp2 e alguma da RTP1); e o principal de tudo: nenhum canal fechou ou está em dificuldades por ver o oublico fugir e por piorar continuamente a programação.

Depois há outros fatores "acessórios". Isto é uma pescada de rabo na boca:

Os jovens, principalmente os jovens e a maioria da população até à meia idade, passa mais tempo na internet do que na TV. Mas passar tempo no pc a ver os mails é diferente de passá-lo a ver séries, programas gravados, on demand, etc. Todos os estudos apontam que os jovens passam muito tempo a fazê-lo, mas se o fazem é porque podem. Séries de TV que dão na TV acabam por ser vistas no pc porque é mais fácil, pode-se ver quando quisermos, os episódios saem mais depressa no pc, etc etc etc. Mas (há sempre um mas) porque? Porque podem! Se o Governo de Portugal perseguisse fortemente a pirataria (como, aliás, devia fazê-lo, embora seja a tal história do faz o que eu digo, não o que eu faço) e os jovens simplesmente não pudessem ver esses conteúdos (refiro-me principalmente às séries e filmes), eles não perderiam o interesse por vê-los, o que acabaria por levar essas pessoas (muitos de nós incluidos, estou certo) a procurá-los na TV. Um aumento da população mais jovem e com mais estudos nas TVs acabaria por aumentar os padrões de qualidade das televisões.

E pronto considerem isto um pequeno desabafo e bom 2015!

Não concordo com a parte onde disseste que a maioria do público só vê produtos sem interesse, ou qualidade.

Se te referes às novelas, há imensas, seja na RTP, SIC ou TVI que têm qualidade. Se te referes aos realities, é uma questão de gosto e também de saber/conhecer as barbaridades que os concorrentes dizem. O nosso povo é muito cusco. A mim também me entristece ver as audiências do programa. No entanto, também fico numa posição antagónica: Espanta-me o programa perder para novelas, sendo a nossa população especialmente interessada na vida alheia, o que demonstra a fragilidade do programa à quinta edição. Se nas primeiras, alternava entre as posições 1 e 2, agora está sistematicamente na 2°.

Adiante, nos programas de entretenimento do dia-a-dia, diga-se talk-shows, eles são algo monótonos com conteúdos pouco refrescantes. Têm uma duração exagerada, com muitas palhaçadas à mistura. Ora se cada um dura 3 horas, e os temas não duram tanto, tem de se encher os programas com 760 e momentos enche-chouriços... Mas quando querem, ambos os generalistas trazem para estes formatos temáticas úteis, de interesse comum entre os cidadãos, às vezes polémicos e controversos...

Programas como Somos Pimba são totalmente desnecessários e péssimos. Só servem para enriquecer as estações e dar trabalho a cantores que literalmente não cantam e ainda reclamam, por vezes. É o cúmulo.

Os talent show também duram tempo demais e incluem momentos totalmente dispensáveis, mas pronto sendo em direto, ainda se desculpa.

Mas deixa-me dizer que a RTP está bem pior que as privadas, salvo no Há Tarde, Quem Quer Ser Milionário e cinema ao domingo, porque de resto, não faz um esforço para ter uma programação diferente e ainda nos apresenta O Preço Certo, que é um concurso que se mantém no ar há demasiado tempo e não inova. Mas dentro da qualidade apresentada pela SIC e da TVI, está muito bem.

Edited by Hugo3

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Não concordo com a parte onde disseste que a maioria do público só vê produtos sem interesse, ou qualidade.

Se te referes às novelas, há imensas, seja na RTP, SIC ou TVI que têm qualidade. Se te referes aos realities, é uma questão de gosto e também de saber/conhecer as barbaridades que os concorrentes dizem. O nosso povo é muito cusco. A mim também me entristece ver as audiências do programa. No entanto, também fico numa posição antagónica: Espanta-me o programa perder para novelas, sendo a nossa população especialmente interessada na vida alheia, o que demonstra a fragilidade do programa à quinta edição. Se nas primeiras, alternava entre as posições 1 e 2, agora está sistematicamente na 2°.

Adiante, nos programas de entretenimento do dia-a-dia, diga-se talk-shows, eles são algo monótonos com conteúdos pouco refrescantes. Têm uma duração exagerada, com muitas palhaçadas à mistura. Ora se cada um dura 3 horas, e os temas não duram tanto, tem de se encher os programas com 760 e momentos enche-chouriços... Mas quando querem, ambos os generalistas trazem para estes formatos temáticas úteis, de interesse comum entre os cidadãos, às vezes polémicos e controversos...

Programas como Somos Pimba são totalmente desnecessários e péssimos. Só servem para enriquecer as estações e dar trabalho a cantores que literalmente não cantam e ainda reclamam, por vezes. É o cúmulo.

Os talent show também duram tempo demais e incluem momentos totalmente dispensáveis, mas pronto sendo em direto, ainda se desculpa.

Mas deixa-me dizer que a RTP está bem pior que as privadas, salvo no Há Tarde, Quem Quer Ser Milionário e cinema ao domingo, porque de resto, não faz um esforço para ter uma programação diferente e ainda nos apresenta O Preço Certo, que é um concurso que se mantém no ar há demasiado tempo e não inova. Mas dentro da qualidade apresentada pela SIC e da TVI, está muito bem.

 

Quanto ao Secret Story, sabes muito bem a causa das suas audiências. Em primeiro lugar, é uma quinta edição, o que por si só nos mostra um programa mais forte do que o esperado. Para juntar á festa, tens o Diário da Tarde muito próximo do da noite, tens o Canal 24 horas onde podes ver tudo o que acontece durante o dia em direto (e sem manipulação de imagens  :cool: ) e, por último, tens a nova aplicação que tem notícias ao minuto.

Relativamente á parte do teu comentário em que dizes que o nosso povo é muito cusco, tenho a dizer-te que os reality show existem por todo o mundo em centenas de países, vistos por milhões de pessoas. ;)

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Quanto ao Secret Story, sabes muito bem a causa das suas audiências. Em primeiro lugar, é uma quinta edição, o que por si só nos mostra um programa mais forte do que o esperado. Para juntar á festa, tens o Diário da Tarde muito próximo do da noite, tens o Canal 24 horas onde podes ver tudo o que acontece durante o dia em direto (e sem manipulação de imagens :cool: ) e, por último, tens a nova aplicação que tem notícias ao minuto.

Relativamente á parte do teu comentário em que dizes que o nosso povo é muito cusco, tenho a dizer-te que os reality show existem por todo o mundo em centenas de países, vistos por milhões de pessoas. ;)

O nosso povo é muito cusco sim, o que não invalida que os outros não o sejam. Mas o sucesso obtido por realities no nosso país é muito superior ao dos outros países, não tenhas dúvidas.

Por exemplo em França, o Vale Tudo (Vendredi, Tout est Permis) "ganha" sobre o Secret Story muitas vezes.

Edited by Hugo3

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O nosso povo é muito cusco sim, o que não invalida que os outros não o sejam. Mas o sucesso obtido por realities no nosso país é muito superior ao dos outros países, não tenhas dúvidas.

Por exemplo em França, o Vale Tudo (Vendredi, Tout est Permis) "ganha" sobre o Secret Story muitas vezes.

 

Depende, vais aos EUA e tens la IMENSOS realitys com sucesso, nomeadamente os das Kardashians.

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