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@JoãoCruz @Yggdrasil, aparece isto nas informações de Juro Que no Genius. Não sei se a fonte é confiável ou não. De qualquer forma, caso seja o 1º single do novo álbum, é um começo bastante inferior e menos autêntico do que Malamente.

Citação

“Juro Que” es el primer sencillo oficial de Rosalía para su su próximo álbum de estudio, además de ser el séptimo sencillo lanzado después de EL MAL QUERER, su segundo disco.

En este tema, con toques más apegados a sus raíces flamencas, canta de una relación en la que el novio de la protagonista es llevado preso por un atraco de joyas, y en la que muestra que seguirá esperándole a pesar de sus delitos y el tiempo que transcurra.

 

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há 19 horas, BrokenMirror disse:

Já alguém ouviu Stupid Love, o suposto novo single/Demo da Lady Gaga?

 

há 8 horas, JoãoCruz disse:

Já e mais valia não ter ouvido. Se quisesse radiação, ia para Chernobyl. q

 

há 4 horas, Joel92 disse:

Mais valia ter ficado no demo mesmo

Mort, acham mesmo que é aquilo que vai ser o comeback dela? :haha:

Pelo que sei, ela lança sempre buzz demo-singles na deep web para alguém divulgar por ela sem custos adicionais e ter um feedback dos fãs.

Assim sendo, mesmo que fosse para ser o single, depois das críticas está claro que não vai ser o comeback, não é mesmo? Pelo menos não como foi vazado. :cryhappy:

Postado (editado)
há 6 minutos, tjspy disse:

Mort, acham mesmo que é aquilo que vai ser o comeback dela? :haha:

Pelo que sei, ela lança sempre buzz demo-singles na deep web para alguém divulgar por ela sem custos adicionais e ter um feedback dos fãs.

Assim sendo, mesmo que fosse para ser o single, depois das críticas está claro que não vai ser o comeback, não é mesmo? Pelo menos não como foi vazado. :cryhappy:

Então ela que troque de fãs, porque depois da Marry the Night só fez porcaria.

Editado por Joel92
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há 2 minutos, André disse:

Marry the Night icónica.  
cê tá loca garota? :confuso:

Enganei-me, queria dizer depois de xD

Marry the Night é só das melhores músicas dela. Um ícone

Editado por Joel92
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há 2 minutos, Joel92 disse:

Então ela que troque de fãs, porque desde Marry the Night só fez porcaria.

Tirando o A Star Is Born, que foi efetivamente básico e sem a identidade da Gaga, bem como o Cheek To Cheek porque não tenho como analisar, Joanne e Artpop foram absurdamente hinários. Perfect Illusion foi muito underrated, eu próprio na altura não gostei muito e agora só tenho pena de não ter sabido reconhecer o hino :triste:

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há 3 minutos, tjspy disse:

Tirando o A Star Is Born, que foi efetivamente básico e sem a identidade da Gaga, bem como o Cheek To Cheek porque não tenho como analisar, Joanne e Artpop foram absurdamente hinários. 

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ARTPOP bíblia da música e quem não reconhece a sua qualidade deve enfiar uma vassoura nos ouvidos para ver se os consegue desentupir :cryhappy:

 

Free my mind, ARTPOP

You make my heart stop

 

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há 3 horas, AGUI disse:

@Bloody, recupera o email da gravadora da Lena e diz para trazerem de volta a jovem fofa de sotaque duvidoso de Satellite :cryhappy:

@Ruben Fonseca @Duarte, os semáforos mudaram e o satélite dela certamente ficou perdido no espaço :cryhappy:

 

Eu quando vi o thumbnail deste vídeo não o quis abrir nem que a vaca tossisse. :curtainpeek:

...

Atualização: ainda não o abri. :cryhappy:

Amemos uma artista conceitual, que passou de menina com roupa interior azul, foi levada por um estranho e agora é uma bitch magrela.

Editado por Bloody
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há 46 minutos, tjspy disse:

Tirando o A Star Is Born, que foi efetivamente básico e sem a identidade da Gaga, bem como o Cheek To Cheek porque não tenho como analisar, Joanne e Artpop foram absurdamente hinários. Perfect Illusion foi muito underrated, eu próprio na altura não gostei muito e agora só tenho pena de não ter sabido reconhecer o hino :triste:

Coragem defender Perfect Illusion. Felizmente DIC melhor música da era Joanne

the lyrics tho... so powerful

:triste:

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agora mesmo, Bloody disse:

Eu quando vi o thumbnail deste vídeo não o quis abrir nem que a vaca tossisse. :curtainpeek:

...

Atualização: ainda não o abri. :cryhappy:

Amemos uma artista conceitual, que passou de menina com roupa interior azul, foi levada por um estranho e agora é uma bitch magrela.

eu até achava a música uma das melhorzinhas do Thank You L, mas este vídeo... :cryhappy:

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Em relação à Gaga, o melhor álbum dela (e era) para mim é o Born This Way. O álbum e o seu conceito são extraordinários e uma gratificação total da Gaga pelos seus fãs. O Edge of Glory continua a ser a música que mais gosto dela (a parte do saxofone always get me). A era The Fame é também muito boa, mas sinto que a Gaga ainda estava a compôr-se como artista, e faltava-lhe algumas bases (Just Dance, Poker Face e LoveGame foram muito bons no entanto, quando saíram - um reinventar do pop).

No entanto não deixo de apreciar a Gaga como a grande artista musical que é nas seguintes eras, mesmo que não tenha gostado tanto. Quando percebeu que o Artpop flopou (o que é verdade, não é preciso negar), ela teve a coragem de seguir outros estilos musicais mais arriscados que podiam muito bem pôr a sua carreira num fim. É mesmo aí que a minha admiração por ela fica no seu auge... Numa altura que tudo dava por ela como uma artista morta, ela faz a atuação no SuperBowl que nos deixa todos parvos, e faz ainda o maravilhoso A Star is Born (tanto o filme como o álbum). Calou tudo e todos quando subiu ao palco dos Oscars para receber o de melhor música (e era merecido se recebesse melhor atriz, mas esse ano foi muito competitivo). Felizmente escolhi adorar uma artista que apostou bem sem ser em badalhoquices ou em pops esquecidos. :fancy: 

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há 2 minutos, Bloody disse:

Em relação à Gaga, o melhor álbum dela (e era) para mim é o Born This Way. O álbum e o seu conceito são extraordinários e uma gratificação total da Gaga pelos seus fãs. O Edge of Glory continua a ser a música que mais gosto dela (a parte do saxofone always get me). A era The Fame é também muito boa, mas sinto que a Gaga ainda estava a compôr-se como artista, e faltava-lhe algumas bases (Just Dance, Poker Face e LoveGame foram muito bons no entanto, quando saíram - um reinventar do pop).

No entanto não deixo de apreciar a Gaga como a grande artista musical que é nas seguintes eras, mesmo que não tenha gostado tanto. Quando percebeu que o Artpop flopou (o que é verdade, não é preciso negar), ela teve a coragem de seguir outros estilos musicais mais arriscados que podiam muito bem pôr a sua carreira num fim. É mesmo aí que a minha admiração por ela fica no seu auge... Numa altura que tudo dava por ela como uma artista morta, ela faz a atuação no SuperBowl que nos deixa todos parvos, e faz ainda o maravilhoso A Star is Born (tanto o filme como o álbum). Calou tudo e todos quando subiu ao palco dos Oscars para receber o de melhor música (e era merecido se recebesse melhor atriz, mas esse ano foi muito competitivo). Felizmente escolhi adorar uma artista que apostou bem sem ser em badalhoquices ou em pops esquecidos. :fancy: 

obg pelo testamento, @ Rodolfo 

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há 10 minutos, JoãoCruz disse:

obg pelo testamento, @ Rodolfo 

Mas já não se pode aclamar a Gaga que eu sou logo comparado com essa pessoa?

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E a Gaga nem é a minha artista nº1. Imagina se fosse. :cryhappy:

Editado por Bloody
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há 16 minutos, JoãoCruz disse:

obg pelo testamento, @ Rodolfo 

Mas se esqueceu de juntar, amore. Pronto @Rodolfo

E verdade que Dancin In Circles é das melhores do Joanne, quem concorda respira. Apenas acho que PI não é tão má como pintam, o mundo apenas não estava preparado. :girldance:

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há 2 minutos, tjspy disse:

Mas se esqueceu de juntar, amore. Pronto @Rodolfo

E verdade que Dancin In Circles é das melhores do Joanne, quem concorda respira. Apenas acho que PI não é tão má como pintam, o mundo apenas não estava preparado. :girldance:

Não juntei propositadamente, só queria fazer a piada :cryhappy: quero paz no mundo

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há 13 minutos, CRF disse:

Não ouvi vezes suficientes para ficar na cabeça.

Mas tudo o que ele faz é bom ?

Não é perfeita, mas ouve-se sim. :yes: 

Tenho estado a ouvir (outra vez) o Lighting Matches. Para além da Sober, também amo esta:

:cryhappy:

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há 34 minutos, Bloody disse:

Não é perfeita, mas ouve-se sim. :yes: 

Tenho estado a ouvir (outra vez) o Lighting Matches. Para além da Sober, também amo esta:

:cryhappy:

Esta também é uma das melhores. 

I'll put my tie at your door
If this ship goes down, I'm going down with it
Ship goes down, I'll go down with it
I'm aboard

:music:

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https://www.nytimes.com/2020/01/26/opinion/rosalia-grammys-flamenco.html

Citação
   Opinion
 

Rosalía and the Art of the Remix

The Spanish singer’s music embodies the intersection of art and globalization.

By Jorge Carrión

Mr. Carrión is a writer.

  • Jan. 26, 2020

Rosalía performing in Madrid in December.Rosalía performing in Madrid in December.Credit...Juanjo Martin/EPA, via Shutterstock

BARCELONA, Spain — When Rosalía, a Spanish singer and songwriter, released her debut album, “Los Ángeles,” in 2017, she was largely unknown outside of Spain. In the years since, she has won two MTV Video Music Awards and five Latin Grammys, garnered nine million Instagram followers and made a cameo in Pedro Almodóvar’s film, “Pain and Glory.” Her 2018 genre-bending sophomore release, “El Mal Querer,” also earned a Grammy nomination for best new artist: The 26-year-old musician from Sant Esteve Sesrovires, a small town north of Barcelona, is the first Spanish-language recording artist to break into the category. (The award ceremony takes place tonight.)

But the album has ignited a heated debate about cultural appropriation.

Rosalía, whose full name is Rosalía Vila Tobella, was 13 when she first became spellbound by the music of Camarón de la Isla — a legendary Spanish Romani flamenco singer. She went on to spend a decade training with the flamenco virtuoso, José Miguel “El Chiqui” Vizcaya, before releasing “Los Ángeles,” which she described as “it’s flamenco and it’s not.” The vocal-driven concept album, which melds traditional styles with modern influences, propelled the genre forward.

While the origins of flamenco are unknown, the style is linked to the Spanish Romani, who have long been marginalized and discriminated against. The Catalan singer, who weaves the Spanish Romani language and Roma imagery together in some of her work, has been accused of profiting from Roma culture. Her Latin Grammy awards for Album of the Year and Best Urban Song, for the single “Con Altura” or “With Style” (an hommage to classic reggaeton), also invited cries of appropriation, given her white European heritage.

The controversies illustrate why it’s problematic to lump all Spanish-speaking musicians together. And while the critical opprobrium directed at Rosalía has been unfair, there’s still a debate worth having.

The Romani elements in the singer’s music are folded into others, such as R&B and hip-hop. Which is acceptable, because humans have long created oeuvres inspired by what has come before them, and the world around them. Works of art, music and poetry form part of a constellation that transcends national borders and are altered with practices and experiences, in what the Spanish writer Agustín Fernández Mallo called a “family of auras”: “When something is transmitted from body to body it changes radically.”

And so it’s fitting that Camarón de la Isla’s music introduced Rosalía to the genre. His 1979 release, “La Leyenda del Tiempo,” fused traditional flamenco with modern sounds such as electric bass guitar and backing drums — scandalizing purists, and thrilling the avant-garde. Similarly, “El Mal Querer,” lauded by critics, is a thoughtfully composed, academic and innovative album that has revolutionized the genre: traditional flamenco is fused with literature, classical music, African and urban rhythms, and pop.

Artistic expression cannot be limited by geopolitical borders nor copyright. Many of today’s artists are aesthetic nomads. Their work embodies, whether intentional or not, the intersection of art and globalization — the remix. No material, rhythm nor narrative can escape the remix because craft and imagination do not belong to one singular community, and nothing that is human is alien. Contemporary musicians are just about always part D.J. — a modern representation of the age-old truth that music is a succession of interpretations and remixes.

Rosalía’s music occupies the same wonderful, iconoclastic laboratory that nourishes maverick Spanish musicians and performers such as El Niño de Elche and Israel Galván. Mr. Elche’s most recent album, “Colombiana,” explores the influence of Latin America on flamenco music. Mr. Galván is a flamenco dancer who draws from unlikely sources including Franz Kafka, conceptual art, bullfighting and Butoh, an avant-garde Japanese dance form.

Cultural crossover is not limited to Spanish artists. In the past century, flamenco also took root in Japan, where performers including Shōji Kojima and Yoko Omori have earned worldwide acclaim. It’s also not limited to flamenco. In 2009, a Japanese couple, Hiroshi Yamao and Kyoko Yamao, won the World Tango Championship in Buenos Aires. This porous, promiscuous phenomena came full circle when in 2011 a Spanish cartoonist, Enrique Fernández, won second place in the Japan International Manga Award competition for his book, “La isla sin sonrisa.”

Last year we witnessed the meteoric rise of Rosalía — a young, curious artist unafraid to take risks and experiment. Singles such as “Con Altura,” and “Aute Cuture,” an intentional misspelling of “haute couture,” make a conceptual leap that conveys a desire for transcendence, and blur the lines between pop culture and high art. In “Yo x Ti, Tu x Mí,” or “Me 4 U, U 4 Me,” the lyrics allude to abbreviations frequently used on Twitter and WhatsApp. An artist’s expression goes beyond the musical and audiovisual, it springs from words and texts. In “A Palé,” a hypnotic fusion of flamenco and hip-hop, Rosalía wears a gold grill and channels Frida Kahlo while she sings about how her own copycats imitate her creations. She too has become subject to appropriation and remixing.

On Thursday, Rosalía released her first single of 2020, “Juro Que,” or “I Swear That.” She appears to have returned to her flamenco roots, at least for now. But she will no doubt continue to refine the art of the remix through the prism of their own unique aesthetic. May many other musicians follow — copying her, imitating her and appropriating her, while blazing their own trail along the way.

 

Editado por AGUI

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