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Postado (editado)
há 1 hora, Harry Cameron disse:

Alemanha legaliza casamento gay

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/30-06-2017/alemanha-legaliza-casamento-gay

Para o pessoal que percebe mais de politica, como @Maya @srcbica e @Ruben Fonseca acham que isto vai ter algum efeito nas próximas eleições (como a Alternativa para a Alemanha sair beneficiada por exemplo)?

O @Ruben Fonseca aqui há dias escreveu que os resultados das últimas regionais (já não sei que regiões foram) e que as sondagens anteviam que ainda não será desta que a AfD entrará no Bundestag (é assim que se escreve, não é Ruben? :P ). Ora, não me parece que isso do casamento gay venha a influenciar os resultados das legislativas pelas seguintes razões:

1. Admira-me a legalização ser feita só agora. Os alemães sempre me pareceram um povo muito aberto no que toca a sexualidade, porque, para teres uma noção, pelos anos 70 (quanto muito 80, mas acho que foi pelos 70) já mostravam nus artísticos nos finais de tarde na televisão. Eu até me lembro de, num episódio do "Conta-me Como Foi", o rapaz mais velho da família principal falar todo excitadito com os colegas de faculdade sobre as gajas alemãs, que não tinham problemas nenhuns em perder a virgindade mais cedo do que as moças portuguesas. Também me lembro de um documentário que deu na RTP2 já há uns bons anos sobre Berlim (possivelmente, por ocasião do aniversário da queda do muro) e aquilo mostrou uma cidade muito cosmopolita, evoluída e aberta. Mas, claro, Berlim é uma coisa; o campo é outra e sobre isso não posso opinar.

2. Estes partidos de extrema-direita só andaram a subir nas intenções de voto por causa dos refugiados e do medo da vinda deles aumentar os atentados terroristas. Isto para escrever que quem está lá dentro até pode apresentar um nível de conservadorismo doentio, mas quem está cá fora (o eleitor) mudou o seu sentido de voto devido a uma questão, de certo modo, externa. As questões internas influenciam muito pouco, para não escrever nada, as cruzes que estes partidos recebem no boletim de voto. Acho que posso dar como exemplo o PNR, que foi o único partido (que eu me lembre, até posso estar errado) a mostrar-se contra o acordo ortográfico, mas, que eu saiba, não angariou votos por causa disso. Que eu saiba, o aumento de votos (ainda que irrisório em termos percentuais) que o PNR teve foi, novamente, por terem no seu discurso "votem em nós antes que aconteça algum atentado"; "nós somos os únicos que vos podemos proteger da corja dos refugiados" etc, etc.

3. Angela Merkel, ao que consta, votou contra. Tanto pode ser a sua opinião, como pode ter sido um voto estratégico. Porque coloco esta hipótese? Se a lei foi aprovada, teve de ser com votos da CDU para atingir a maioria. A Merkel pode perfeitamente ter combinado nos bastidores para que houvesse elementos suficientes do seu partido para a lei passar, mas outros, incluindo ela, que dá a cara pelo partido, votariam contra já a pensar numa possível subida da AfD por conta disto.

4. Trump existe.

Editado por srcbica
  • Gosto 3
Postado
há 11 horas, Harry Cameron disse:

Alemanha legaliza casamento gay

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/30-06-2017/alemanha-legaliza-casamento-gay

 

Para o pessoal que percebe mais de politica, como @Maya @srcbica e @Ruben Fonseca acham que isto vai ter algum efeito nas próximas eleições (como a Alternativa para a Alemanha sair beneficiada por exemplo)?

 

 

A minha reação é "só agora"?! Os alemães andam muito atrasados :haha:

  • Gosto 1
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há 12 horas, srcbica disse:

O @Ruben Fonseca aqui há dias escreveu que os resultados das últimas regionais (já não sei que regiões foram) e que as sondagens anteviam que ainda não será desta que a AfD entrará no Bundestag (é assim que se escreve, não é Ruben? :P ). Ora, não me parece que isso do casamento gay venha a influenciar os resultados das legislativas pelas seguintes razões:

1. Admira-me a legalização ser feita só agora. Os alemães sempre me pareceram um povo muito aberto no que toca a sexualidade, porque, para teres uma noção, pelos anos 70 (quanto muito 80, mas acho que foi pelos 70) já mostravam nus artísticos nos finais de tarde na televisão. Eu até me lembro de, num episódio do "Conta-me Como Foi", o rapaz mais velho da família principal falar todo excitadito com os colegas de faculdade sobre as gajas alemãs, que não tinham problemas nenhuns em perder a virgindade mais cedo do que as moças portuguesas. Também me lembro de um documentário que deu na RTP2 já há uns bons anos sobre Berlim (possivelmente, por ocasião do aniversário da queda do muro) e aquilo mostrou uma cidade muito cosmopolita, evoluída e aberta. Mas, claro, Berlim é uma coisa; o campo é outra e sobre isso não posso opinar.

2. Estes partidos de extrema-direita só andaram a subir nas intenções de voto por causa dos refugiados e do medo da vinda deles aumentar os atentados terroristas. Isto para escrever que quem está lá dentro até pode apresentar um nível de conservadorismo doentio, mas quem está cá fora (o eleitor) mudou o seu sentido de voto devido a uma questão, de certo modo, externa. As questões internas influenciam muito pouco, para não escrever nada, as cruzes que estes partidos recebem no boletim de voto. Acho que posso dar como exemplo o PNR, que foi o único partido (que eu me lembre, até posso estar errado) a mostrar-se contra o acordo ortográfico, mas, que eu saiba, não angariou votos por causa disso. Que eu saiba, o aumento de votos (ainda que irrisório em termos percentuais) que o PNR teve foi, novamente, por terem no seu discurso "votem em nós antes que aconteça algum atentado"; "nós somos os únicos que vos podemos proteger da corja dos refugiados" etc, etc.

3. Angela Merkel, ao que consta, votou contra. Tanto pode ser a sua opinião, como pode ter sido um voto estratégico. Porque coloco esta hipótese? Se a lei foi aprovada, teve de ser com votos da CDU para atingir a maioria. A Merkel pode perfeitamente ter combinado nos bastidores para que houvesse elementos suficientes do seu partido para a lei passar, mas outros, incluindo ela, que dá a cara pelo partido, votariam contra já a pensar numa possível subida da AfD por conta disto.

4. Trump existe.

São bons argumentos. Obg.

há 2 horas, Forbidden disse:

A minha reação é "só agora"?! Os alemães andam muito atrasados :haha:

Podes crer. :haha: O mais engraçado é que foi tudo feito tão rápido. Em França o debate levou meses a ser discutido no Parlamento e na Alemanha foi só precisa uma única sessão de 40 minutos. :lol:

Seja como for mostra que hoje em dia a Alemanha já não é o que era. Fico feliz por eles.

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@Harry Cameron A razão pelo qual só agora a Alemanha aprovou o casamento gay e o direito de adotar (não foi só o casamento gay que foi a votos, foram plenos direitos para casais do mesmo sexo, inclusive o de adotar). deve-se unicamente a uma pessoa: Merkel. Ela sempre se mostrou contra o casamento gay e ao longo dos últimos anos usou a sua posição como líder do maior partido da Alemanha (CDU/CSU) para barrar a votação. No entanto, a Alemanha sempre foi, nos últimos anos, um país com uma larga taxa de aceitação no que toca a este assunto. Mais de 80% da população viam com bons olhos o casamento gay na Alemanha nas sondagens mais recentes. Há uns dias atrás ela permitiu que o seu partido votasse de acordo com a consciência de cada um, resultando na maioria clara que finalmente levou à legalização do casamento e do direito à adoção.

Eu acho que isto não vai beneficiar, nem prejudicar ninguém em particular. A própria Merkel, após a votação, disse que continuava a ver o casamento como a união entre o homem e a mulher mas que não gostava de ver esse assunto tornar-se numa guerra cultural no país e que, por isso, toda a gente deve agora respeitar a decisão que foi tomada no Bundestag. É a atitude mais correta que ela podia ter tido em relação a isto, a meu ver. Se ela votasse a favor seria acusada de ser oportunista (até porque ela sempre foi contra o casamento gay) pela oposição, disso tenho praticamente a certeza, e assim, ao votar contra, consegue manter o voto conservador e, ao mesmo tempo, a CDU/CSU continua a ser visto como um partido capaz de juntar todos (até porque várias pessoas do partido votaram a favor), inclusive pessoas com orientações sexuais diferentes.

Por fim, está claro que um dos assuntos principais das próximas eleições serão os problemas com a imigração, a UE, o terrorismo, à volta disso. Com o casamento gay e o direito de adoção finalmente legalizados, é um assunto que fica finalmente concluído e que deixa de ser utilizado como fator para pessoa X ou Y votar noutro partido que não a CDU/CSU. No entanto, não seria um fator decisivo, até porque neste momento a CDU/CSU voltou a ter vantagens que vão dos 11 aos 17% em relação ao SPD nas sondagens, Merkel tem sido vista como a pessoa que ocupou a vaga como líder do mundo livre após a vitória de Trump, entre outros fatores. 

@srcbica A AfD não está em risco de entrar para o Bundestag, têm entre 7-9% das intenções de voto nas últimas sondagens. quando são precisos apenas 5% para se poder entrar. :P Aliás, tanto a AfD como o FDP deverão entrar (ou reentrar, no caso do FDP) no Bundestag em Setembro, para além dos já habituais CDU/CSU, SPD, Die Linke e os Verdes.

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há 2 horas, Ruben Fonseca disse:

@srcbica A AfD não está em risco de entrar para o Bundestag, têm entre 7-9% das intenções de voto nas últimas sondagens. quando são precisos apenas 5% para se poder entrar. :P Aliás, tanto a AfD como o FDP deverão entrar (ou reentrar, no caso do FDP) no Bundestag em Setembro, para além dos já habituais CDU/CSU, SPD, Die Linke e os Verdes.

Então, está em risco, sim, de entrar. Acho que me tens induzido em erro. :P

@Harry Cameron, eu esqueci-me do factor tempo: quando as eleições acontecerem, a malta mais conservadora já terá esquecido isto.

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há 9 minutos, srcbica disse:

Então, está em risco, sim, de entrar. Acho que me tens induzido em erro. :P

@Harry Cameron, eu esqueci-me do factor tempo: quando as eleições acontecerem, a malta mais conservadora já terá esquecido isto.

Não quando, nos últimos dois anos, têm estado sempre acima da fasquia dos 5% em todas as sondagens. :mosking: Se fosse uma sondagem ou outra a dar-lhes essa percentagem de 7-9% e as restantes a darem-lhes 5% ou nem isso, seria obrigado a concordar, mas desde a reunificação alemã apenas por duas vezes os partidos menores (isto é, todos os outros que não a CDU/CSU e o SPD) fizeram mais que 10%: em 1990 e em 2009. Tirando nesses dois anos, todos os outros partidos costumam fazer à volta dessa percentagem. Aliás, com esses 9%, a AfD pode muito bem ser o 3º partido mais votado da Alemanha. :P Portanto, não diria que estão em risco, estão a fazer o que um partido menor na Alemanha faz e têm estado estáveis nas sondagens, apesar de terem caído um pouco em relação aos quase 15% que chegaram a ter no início do ano

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On 6/27/2017 at 22:53, Manuel Silva disse:

Acho que o Trump é melhor pessoa que o Fidel ou o Maduro. Pode não ser um exemplo de pessoa mas pelo menos não manda matar gente como fazem os comunistas. O homem não é hipócrita ao contrário do Fidel que dizem que tem uma fortuna de milhões de euros e dizia ser a favor do povo. Na Venezuela a mulher mais rica por acaso é filha do Hugo Chavez. Essa gentinha comunista adora falar mal do capitalismo mas não abdica dos seus luxos. Em relação ao Trump um dos pontos fortes dele é que até agora tem cumprido as suas promessas eleitorais ao contrário de outros. As pessoas adoram falar mal dele, mas não se pode negar que ele seja um verdadeiro patriota e preocupa-se com o seu povo ao tentar protegê-lo das ameaças externas. Falam mal do muro mas a verdade é que existem muitos países com muros a delimitar as suas fronteiras. A lei que proíbe pessoas de certas nacionalidades de entrar nos EUA é insuficiente (devia abranger mais países) mas é muito melhor que as leis europeias que deixam entrar toda a gente e depois sofrem as consequências. Dizem que o homem é machista mas até agora não ouvi falar de retrocessos nos direitos das mulheres, nem dos direitos dos gays. A democracia continua a funcionar por lá, pode-se falar mal dele e não existem presos políticos. O máximo que pode acontecer a quem fala mal dele é levar com um tweet dele mas é melhor isso do que ser morto ou ir para a prisão. Só é pena ele não poder ser amigo da Rússia porque a comunicação social não deixa e cai-lhe em cima.

O problema desta sociedade é o excesso de politicamente correcto. Se fores contra isso és logo taxado de facista, racista, machista, xenófobo, misógino. Tudo e mais alguma coisa. Em parte podem ter alguma razão mas hoje em dia não podes ser contra algo que eles defendem senão caem-te logo em cima. Parece que temos de ser todos formatados ao pensamento único. E a pouco e pouco vão destruindo a nossa civilização. 

Trump, o homem por detrás de uma lei para cuidados de saúde que pode vir a retirar condições para a obtenção de seguro de saúde para milhões de americanos, é melhor do que um homem cujo o sistema político deu cuidados de saúde gratuitos às pessoas? Há aqui um falha nível moral que eu não estou a conseguir apanhar.

"...preocupa-se com o seu povo ao tentar protegê-lo das ameaças externas." Já de ameaças internas, como tiroteios frequentes, não há problema, porque o lóbi das armas tem dinheiro para fazer. O último grande atentado nos EUA foi em 2013, por parte de pessoas que vinham de um país que nem estava na "Lista Trump". Mas sim, a solução para o terrorismo é não permitir a entrada de pessoas de um conjunto muito selecto de países, nenhum dos quais a família Trump tem negócios.

"Só é pena ele não poder ser amigo da Rússia porque a comunicação social não deixa e cai-lhe em cima." Sim, ser amigo de um regime que persegue a oposição, que mata jornalistas quando estes saem do discurso oficial dos meios estatais e que persegue homossexuais parece-me ser uma ideia excelente. É uma pena caírem em cima do homem por não ser mais amigos do Putin. Nem sei porque é que iriam cair em cima dele.

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há 34 minutos, Ruben Fonseca disse:

Não quando, nos últimos dois anos, têm estado sempre acima da fasquia dos 5% em todas as sondagens. :mosking: Se fosse uma sondagem ou outra a dar-lhes essa percentagem de 7-9% e as restantes a darem-lhes 5% ou nem isso, seria obrigado a concordar, mas desde a reunificação alemã apenas por duas vezes os partidos menores (isto é, todos os outros que não a CDU/CSU e o SPD) fizeram mais que 10%: em 1990 e em 2009. Tirando nesses dois anos, todos os outros partidos costumam fazer à volta dessa percentagem. Aliás, com esses 9%, a AfD pode muito bem ser o 3º partido mais votado da Alemanha. :P Portanto, não diria que estão em risco, estão a fazer o que um partido menor na Alemanha faz e têm estado estáveis nas sondagens, apesar de terem caído um pouco em relação aos quase 15% que chegaram a ter no início do ano

Acho que não me entendeste, Ruben. Tu escreveste que não está em risco de entrar. Se as sondagens dizem que entra, então o risco existe. Está aqui a haver um problema de português.

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Agora mesmo, srcbica disse:

Acho que não me entendeste, Ruben. Tu escreveste que não está em risco de entrar. Se as sondagens dizem que entra, então o risco existe. Está aqui a haver um problema de português.

Ahh. :haha: Sim, tens toda a razão, não está em risco de não entrar, era o que eu queria dizer. :lol: Problema de português, de facto, desculpa. :mosking: 

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há 4 horas, Ruben Fonseca disse:

@Harry Cameron A razão pelo qual só agora a Alemanha aprovou o casamento gay e o direito de adotar (não foi só o casamento gay que foi a votos, foram plenos direitos para casais do mesmo sexo, inclusive o de adotar). deve-se unicamente a uma pessoa: Merkel. Ela sempre se mostrou contra o casamento gay e ao longo dos últimos anos usou a sua posição como líder do maior partido da Alemanha (CDU/CSU) para barrar a votação. No entanto, a Alemanha sempre foi, nos últimos anos, um país com uma larga taxa de aceitação no que toca a este assunto. Mais de 80% da população viam com bons olhos o casamento gay na Alemanha nas sondagens mais recentes. Há uns dias atrás ela permitiu que o seu partido votasse de acordo com a consciência de cada um, resultando na maioria clara que finalmente levou à legalização do casamento e do direito à adoção.

Eu acho que isto não vai beneficiar, nem prejudicar ninguém em particular. A própria Merkel, após a votação, disse que continuava a ver o casamento como a união entre o homem e a mulher mas que não gostava de ver esse assunto tornar-se numa guerra cultural no país e que, por isso, toda a gente deve agora respeitar a decisão que foi tomada no Bundestag. É a atitude mais correta que ela podia ter tido em relação a isto, a meu ver. Se ela votasse a favor seria acusada de ser oportunista (até porque ela sempre foi contra o casamento gay) pela oposição, disso tenho praticamente a certeza, e assim, ao votar contra, consegue manter o voto conservador e, ao mesmo tempo, a CDU/CSU continua a ser visto como um partido capaz de juntar todos (até porque várias pessoas do partido votaram a favor), inclusive pessoas com orientações sexuais diferentes.

Por fim, está claro que um dos assuntos principais das próximas eleições serão os problemas com a imigração, a UE, o terrorismo, à volta disso. Com o casamento gay e o direito de adoção finalmente legalizados, é um assunto que fica finalmente concluído e que deixa de ser utilizado como fator para pessoa X ou Y votar noutro partido que não a CDU/CSU. No entanto, não seria um fator decisivo, até porque neste momento a CDU/CSU voltou a ter vantagens que vão dos 11 aos 17% em relação ao SPD nas sondagens, Merkel tem sido vista como a pessoa que ocupou a vaga como líder do mundo livre após a vitória de Trump, entre outros fatores. 

@srcbica A AfD não está em risco de entrar para o Bundestag, têm entre 7-9% das intenções de voto nas últimas sondagens. quando são precisos apenas 5% para se poder entrar. :P Aliás, tanto a AfD como o FDP deverão entrar (ou reentrar, no caso do FDP) no Bundestag em Setembro, para além dos já habituais CDU/CSU, SPD, Die Linke e os Verdes.

Muitos acreditam que o voto dela tenha sido uma estratégia politica, mas ya convém não nos esqueçermos que foi ela quem deu liberdade de escolha aos membros do CDU permitiu o voto livre na assembleia.

O que eu acho bizarro no meio disto tudo é que quando isto aconteceu em França, houveram protestos, insultos, debates intermináveis... e.t.c. Até tens a Marine le Pen a dizer que quer revogar o casamento gay no país... a Alemanha e a França realmente estão muito diferentes do que eram há 70 anos atrás. :rolleyes::cool:

Espero que a AfD não consiga uma representatividade muito significativa nsssas tais eleições. :S

 

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há 40 minutos, Harry Cameron disse:

Muitos acreditam que o voto dela tenha sido uma estratégia politica, mas ya convém não nos esqueçermos que foi ela quem deu liberdade de escolha aos membros do CDU permitiu o voto livre na assembleia.

O que eu acho bizarro no meio disto tudo é que quando isto aconteceu em França, houveram protestos, insultos, debates intermináveis... e.t.c. Até tens a Marine le Pen a dizer que quer revogar o casamento gay no país... a Alemanha e a França realmente estão muito diferentes do que eram há 70 anos atrás. :rolleyes::cool:

Espero que a AfD não consiga uma representatividade muito significativa nsssas tais eleições. :S

 

A estratégia terá mais a ver com o facto de ser um tópico que junta o SPD, os Verdes e o FDP (que devem reentrar no Bundestag este ano). Uma coligação entre os 3 poderia retirar a Merkel do poder, e assim, ao aprovar o casamento gay e a adoção, é menos um tópico de concórdia entre os 3 por implementar. Assim, a Merkel, se não conseguir uma maioria absoluta, pode muito bem fazer uma coligação com o FDP, que são tradicionalmente mais alinhados com a CDU/CSU, ou até mesmo manter a grande coligação com o SPD.

Isso tem sempre a ver com a taxa de aprovação do casamento gay num país. Penso que na França, quando foi aprovado, apenas uma pequena maioria da população aprovava, na Alemanha é uma maioria quase esmagadora de 80%. Faz uma diferença enorme, portanto é normal que na Alemanha não tenhas protestos em larga escala e debates intermináveis. :mosking: 

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On 29/06/2017 at 17:39, Comentador disse:

A imprensa nunca está satisfeita com nada do Donald Trump. Está sempre contra tudo o que venha da parte dele. Ele pode ter mentido algumas vezes mas a própria imprensa também já o fez noutras vezes. Por isso é que ele fala em "fake news". O ódio que eles tem ao Trump é tão grande que até já insinuaram que a mulher dele teria um caso com o guarda-costas.  Não se deve confiar nele nem na imprensa a 100%. 

On 01/07/2017 at 23:24, Harry Cameron disse:

Tendo em conta a quantidade de turcos e refugiados também podiam aproveitar e legalizar a poligamia. 

há 2 horas, JDaman disse:

1- Trump, o homem por detrás de uma lei para cuidados de saúde que pode vir a retirar condições para a obtenção de seguro de saúde para milhões de americanos, é melhor do que um homem cujo o sistema político deu cuidados de saúde gratuitos às pessoas? Há aqui um falha nível moral que eu não estou a conseguir apanhar.

2- "...preocupa-se com o seu povo ao tentar protegê-lo das ameaças externas." Já de ameaças internas, como tiroteios frequentes, não há problema, porque o lóbi das armas tem dinheiro para fazer. O último grande atentado nos EUA foi em 2013, por parte de pessoas que vinham de um país que nem estava na "Lista Trump". Mas sim, a solução para o terrorismo é não permitir a entrada de pessoas de um conjunto muito selecto de países, nenhum dos quais a família Trump tem negócios.

3- "Só é pena ele não poder ser amigo da Rússia porque a comunicação social não deixa e cai-lhe em cima." Sim, ser amigo de um regime que persegue a oposição, que mata jornalistas quando estes saem do discurso oficial dos meios estatais e que persegue homossexuais parece-me ser uma ideia excelente. É uma pena caírem em cima do homem por não ser mais amigos do Putin. Nem sei porque é que iriam cair em cima dele.

1- Até há bem pouco tempo dentro do partido do Obama haviam muitos democratas que eram contra o Obamacare e agora por causa do Trump são todos a favor disso. Não sei se sabes mas nos Estados Unidos existe o Medicaid que também ajuda os mais pobres.

2- Mais vale prevenir do que remediar. Se deixar entrar toda a gente o terrorismo mais cedo ou mais tarde vai aparecer. Em relação ao porte de arma se nem o "santo" Obama conseguiu mudar as leis não é o Trump que o vai fazer. 

3- É melhor serem inimigos e entrar em guerra? É isso que preferes? 

 

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há 37 minutos, Ruben Fonseca disse:

A estratégia terá mais a ver com o facto de ser um tópico que junta o SPD, os Verdes e o FDP (que devem reentrar no Bundestag este ano). Uma coligação entre os 3 poderia retirar a Merkel do poder, e assim, ao aprovar o casamento gay e a adoção, é menos um tópico de concórdia entre os 3 por implementar. Assim, a Merkel, se não conseguir uma maioria absoluta, pode muito bem fazer uma coligação com o FDP, que são tradicionalmente mais alinhados com a CDU/CSU, ou até mesmo manter a grande coligação com o SPD.

Isso tem sempre a ver com a taxa de aprovação do casamento gay num país. Penso que na França, quando foi aprovado, apenas uma pequena maioria da população aprovava, na Alemanha é uma maioria quase esmagadora de 80%. Faz uma diferença enorme, portanto é normal que na Alemanha não tenhas protestos em larga escala e debates intermináveis. :mosking: 

Quererás dizer "discórdia"?! :lol: Eu não percebo nada de coligações mas fico surpreso de saber que a Merkel está disposta a governar ao lado de movimentos de esquerda. Isso era impensável aqui em Portugal. :rolleyes:

Quando o casamento gay foi legalizado na França mais de 60% da população já apoiava a lei. O problema foi mesmo terem prolongado o debate por tanto tempo, e o facto da direita ter estado tão contra a lei só alimentou ainda mais a homofobia dos manifestantes e os devaneios da extrema direita- :dry:

Os extremistas alemães não têm a mesma força que os extremistas têm em França pois não?!

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há 3 minutos, Harry Cameron disse:

Quererás dizer "discórdia"?! :lol: Eu não percebo nada de coligações mas fico surpreso de saber que a Merkel está disposta a governar ao lado de movimentos de esquerda. Isso era impensável aqui em Portugal. :rolleyes:

Quando o casamento gay foi legalizado na França mais de 60% da população já apoiava a lei. O problema foi mesmo terem prolongado o debate por tanto tempo, e o facto da direita ter estado tão contra a lei só alimentou ainda mais a homofobia dos manifestantes e os devaneios da extrema direita- :dry:

Os extremistas alemães não têm a mesma força que os extremistas têm em França pois não?!

Não, é mesmo concórdia. O FDP é de centro/centro-direita e apoia o casamento gay, tal como os Verdes (que, ao contrário de em Portugal, não são o apêndice de partidos comunistas) e o SPD. Caso o SPD fizesse concessões, esse poderia ser um tema que levasse o FDP a escolher uma coligação de centro-esquerda em detrimento de uma com a Merkel (de centro-direita). A Merkel, a aliar-se, será com o FDP e/ou com o FDP. Os restantes já é bem menos provável, a Merkel também não governa ao lado de movimentos à esquerda do SPD. :haha: 

Não, por todas as razões históricas óbvias. Aliás, a Alemanha pós-WW2 não é um país de extremos, são muito dados ao status quo polticamente falando. Seria preciso um fenómeno igual àquele que levou Hitler a consolidar o seu poder para que os alemães escolhesse em massa partidos com ideias extremistas, seja à esquerda, como à direita.

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há 1 hora, Harry Cameron disse:

Quererás dizer "discórdia"?! :lol: Eu não percebo nada de coligações mas fico surpreso de saber que a Merkel está disposta a governar ao lado de movimentos de esquerda. Isso era impensável aqui em Portugal. :rolleyes:

Quando o casamento gay foi legalizado na França mais de 60% da população já apoiava a lei. O problema foi mesmo terem prolongado o debate por tanto tempo, e o facto da direita ter estado tão contra a lei só alimentou ainda mais a homofobia dos manifestantes e os devaneios da extrema direita- :dry:

Os extremistas alemães não têm a mesma força que os extremistas têm em França pois não?!

Impensável, não era. É difícil, mas não é impensável. Tal como o Ruben escreveu, a CDU pode coligar-se com o FDP (oh @Ruben Fonseca, este partido não tem outra sigla?:rolleyes:), por este estar mais próximo da CDU do que o SPD.  Aqui, a razão para não haver governos de coligação PS-PSD, como há por essa Europa fora, prende-se historicamente com a existência do CDS que, sendo centristas, têm de ter uma visão entre o PS e o PSD. Por isso que, ao longo da História, tanto o PSD como o PS, ao terem maiorias relativas, preferiam sempre coligar-se com o CDS. O governo atual é algo inédito que existe devido a diversos factores:

1. PSD-CDS concorreram juntos. Se tivessem concorrido em separado, o PS deveria ter ganho, ainda que por poucos pontos percentuais e, com este cenário, o Jerónimo poderia nunca se ter lembrado em oferecer apoio a António Costa, porque, para os comunistas, "o PS tem políticas de direita" e esperaria um apoio/coligação com o PSD.

2. O apoio de Jerónimo de Sousa foi, sem dúvida, o factor mais importante para que este governo existisse, como já explicado.

3. António Costa queria salvar o PS. Acho que qualquer político com bom sentido de oportunidade faria o mesmo que ele. Com o apoio da esquerda para governar depois da casa arrumada, impedes-se que aconteça ao PS o que tinha acontecido ao PASOK. Franciscos Assises e outros pura e simplesmente acha(va)m que essa salvação estaria numa coligação com o PSD-CDS para, basicamente, mais tarde estar a dizer o que a oposição diz agora: que os resultados bons também se devem a nós, etc e tal.

4.  António Costa queria ser Primeiro-Ministro. Novamente, com um PSD e um CDS a concorrerem juntos e uma presumível vitória do PS, poderíamos mesmo ter uma coligação PS-PSD. Só não teríamos se o António Costa achasse, com a sua razão, de que seria péssimo para a imagem do PS coligar-se com quem o seu eleitorado acha que é o real responsável pela crise no país. E isso leva-me ao ponto seguinte:

5. Passos Coelho não saiu do PSD. Continuando o cenário hipotético acima, com a derrota eleitoral e sem coligação, Passos sairia do PSD. Como, para todos os efeitos, ele ganhou, a sua estadia no PSD, por muito tóxica que possa ser para o partido nas sondagens, também contribui para a permanência do apoio que o governo tem.

6. A Catarina quer fazer do BE um possível parceiro de coligação do PS.

7. Acho que posso ir buscar as Primárias, pois eu acho que o Seguro teria aceite uma coligação PSD-CDS-PS, porque ele falou, na altura em que houve o aumento do salário mínimo para 500 euros, que o desemprego podia subir, que não era a melhor altura... Enfim, aquele discurso mais típico da direita conservadora no que toca a aumentos salariais. Ele já tinha poucas hipóteses nas Primárias, então quando falou isto, assinou o atestado de óbito político.

Bom, concluindo, em Portugal existe o CDS; na Alemanha, nem sempre existe o FDP.

Editado por srcbica
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há 4 horas, Manuel Silva disse:

A imprensa nunca está satisfeita com nada do Donald Trump. Está sempre contra tudo o que venha da parte dele. Ele pode ter mentido algumas vezes mas a própria imprensa também já o fez noutras vezes. Por isso é que ele fala em "fake news". O ódio que eles tem ao Trump é tão grande que até já insinuaram que a mulher dele teria um caso com o guarda-costas.  Não se deve confiar nele nem na imprensa a 100%. 

Tendo em conta a quantidade de turcos e refugiados também podiam aproveitar e legalizar a poligamia. 

1- Até há bem pouco tempo dentro do partido do Obama haviam muitos democratas que eram contra o Obamacare e agora por causa do Trump são todos a favor disso. Não sei se sabes mas nos Estados Unidos existe o Medicaid que também ajuda os mais pobres.

2- Mais vale prevenir do que remediar. Se deixar entrar toda a gente o terrorismo mais cedo ou mais tarde vai aparecer. Em relação ao porte de arma se nem o "santo" Obama conseguiu mudar as leis não é o Trump que o vai fazer. 

3- É melhor serem inimigos e entrar em guerra? É isso que preferes? 

 

Arranja mais desculpas.

Postado
há 10 horas, Ruben Fonseca disse:

Não, é mesmo concórdia. O FDP é de centro/centro-direita e apoia o casamento gay, tal como os Verdes (que, ao contrário de em Portugal, não são o apêndice de partidos comunistas) e o SPD. Caso o SPD fizesse concessões, esse poderia ser um tema que levasse o FDP a escolher uma coligação de centro-esquerda em detrimento de uma com a Merkel (de centro-direita). A Merkel, a aliar-se, será com o FDP e/ou com o FDP. Os restantes já é bem menos provável, a Merkel também não governa ao lado de movimentos à esquerda do SPD. :haha: 

Não, por todas as razões históricas óbvias. Aliás, a Alemanha pós-WW2 não é um país de extremos, são muito dados ao status quo polticamente falando. Seria preciso um fenómeno igual àquele que levou Hitler a consolidar o seu poder para que os alemães escolhesse em massa partidos com ideias extremistas, seja à esquerda, como à direita.

Podes então explicar-me o porquê da extrema direita ter conseguido bons resultados, ao ponto de ameaçar a Merkel, nas eleições do ano passado? :S

Fixe. :D O que achas que vai acontecer ao partido da Le Pen nos próximos tempos? Tenho um amigo analista que acha que a "popularidade" destes movimentos de extrema direita e extrema esquerda é temporária e não vai demorar muito para começarem todos a cair um por um.

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@srcbica A sigla é mesmo FDP, mas podes-lhe só chamar de FD (o nome deles é Freie Demokraten Partei, se ocultares o Partei normalmente sabe-se a quem se refere). :haha: 

há 2 horas, Harry Cameron disse:

Podes então explicar-me o porquê da extrema direita ter conseguido bons resultados, ao ponto de ameaçar a Merkel, nas eleições do ano passado? :S

Fixe. :D O que achas que vai acontecer ao partido da Le Pen nos próximos tempos? Tenho um amigo analista que acha que a "popularidade" destes movimentos de extrema direita e extrema esquerda é temporária e não vai demorar muito para começarem todos a cair um por um.

Isso foram em eleições regionais, não em eleições federais como as que vão acontecer este ano. Nas eleições regionais, a AfD teve resultados excelentes nalguns deles (Saxónia e Mecklemburgo, por exemplo, em que foram o 2º partido mais votado), mas nunca acabaram numa situação de governar o estado, até porque depois são feitas coligações entre o SPD e a CDU, que podem juntar ainda mais que esses dois partidos, nesses estados. No entanto, é de esperar que essa tendência continue, até porque, mesmo após uma guerra interna pela liderança do partido que, de certa forma, os prejudicou um pouco, continua a haver uma boa porção da população que abandonou o SPD e a CDU (isto é, os dois grandes partidos tradicionais) para votar na AfD, tal como acontece em países como a França.

Eu acho que não é tão temporário assim. Se, para já, podemos respirar um pouco de alívio porque, depois de um Brexit e de um Trump, as pessoas não parecem estar muito viradas para o discurso da extrema-direita, não é menos verdade que, se a presidência de Macron não resultar, ou se a União Europeia não der sinais de que as coisas têm que mudar, a Le Pen pode muito bem estar no Eliseu daqui a 5 anos.

Mas, para já, o que vai acontecer à FN é uma reflexão daquilo que não resultou. Algumas cabeças irão rolar depois do resultado pouco convincente nas presidenciais e, até a um certo ponto, nas legislativas. A própria Le Pen disse que, se for necessário, poderá até mesmo mudar o nome do partido como parte de uma mudança profunda (que vai afetar muitas das políticas do partido, inclusive para com a UE) para que ela e quem apoie o partido se torne mais capaz de vencer eleições no futuro.

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Boatos dizem que Stephen Colbert poderá concorrer à Presidência dos EUA em 2020. Tipo, o ator Justin Bartha foi ao programa dele e a primeira coisa que fez foi felicitá-lo pela sua possível candidatura, ao que o apresentador respondeu que terá de ainda de falar com a mulher... Eu não entendi se foi tudo na brincadeira ou se ele está mesmo a pensar nisso. Se alguém quiser ver, na minha box o episódio está identificado como "T2 Ep. 173".

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Agora mesmo, srcbica disse:

Boatos dizem que Stephen Colbert poderá concorrer à Presidência dos EUA em 2020. Tipo, o ator Justin Bartha foi ao programa dele e a primeira coisa que fez foi felicitá-lo pela sua possível candidatura, ao que o apresentador respondeu que terá de ainda de falar com a mulher... Eu não entendi se foi tudo na brincadeira ou se ele está mesmo a pensar nisso. Se alguém quiser ver, na minha box o episódio está identificado como "T2 Ep. 173".

Deu na Radical esse episódio?
Eu acho ele um excelente comunicador, alguém que percebe imenso de política e uma alternativa saudável aos candidatos do sistema mas isso só me faz lembrar aquele filme em que o Robbie Williams é apresentador de talk-show e torna-se presidente da América!:lol:

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há 1 minuto, André Sousa disse:

Deu na Radical esse episódio?
Eu acho ele um excelente comunicador, alguém que percebe imenso de política e uma alternativa saudável aos candidatos do sistema mas isso só me faz lembrar aquele filme em que o Robbie Williams é apresentador de talk-show e torna-se presidente da América!:lol:

Sim, deu. Eu estava a ver quando isso aconteceu. Bem, o Reagan foi ator (mas na Política começou como Democrata:ph34r:). Ainda pensei que o Schwarzenegger quisesse um dia concorrer à Presidência, mas ele não parece ter essa ambição.

Eu não vejo com frequência o programa dele, portanto por alternativa ao sistema, queres dizer que achas que ele se candidataria como independente? Ou candidatar-se-ia primeiro nas Primárias dos Democratas?

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há 42 minutos, srcbica disse:

Sim, deu. Eu estava a ver quando isso aconteceu. Bem, o Reagan foi ator (mas na Política começou como Democrata:ph34r:). Ainda pensei que o Schwarzenegger quisesse um dia concorrer à Presidência, mas ele não parece ter essa ambição.

Eu não vejo com frequência o programa dele, portanto por alternativa ao sistema, queres dizer que achas que ele se candidataria como independente? Ou candidatar-se-ia primeiro nas Primárias dos Democratas?

Dizem que o Arnold foi um péssimo governador, portanto como presidente seria pior. O Reagan até foi estável, segundo me dizem, mas o meu pai fala de qualquer coisa sobre uma espécie de "guerra das estrelas", nunca entendi bem o que ele falava. 
E com alternativa ao sistema, digo que ter uma cara fora do círculo político e com boas ideias e conhecimentos pode ser uma mais valia. Eu diria que ele a candidatar-se seria como democrata, porque ele sabe, melhor que ninguém, que só terá hipóteses dessa maneira. 

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há 3 minutos, André Sousa disse:

Dizem que o Arnold foi um péssimo governador, portanto como presidente seria pior. O Reagan até foi estável, segundo me dizem, mas o meu pai fala de qualquer coisa sobre uma espécie de "guerra das estrelas", nunca entendi bem o que ele falava. 
E com alternativa ao sistema, digo que ter uma cara fora do círculo político e com boas ideias e conhecimentos pode ser uma mais valia. Eu diria que ele a candidatar-se seria como democrata, porque ele sabe, melhor que ninguém, que só terá hipóteses dessa maneira. 

Acho que vi uma menção a isso na série "Os Anos 80" que está a passar na RTP2, mas posso estar a fazer confusão.

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há 3 horas, srcbica disse:

Sim, deu. Eu estava a ver quando isso aconteceu. Bem, o Reagan foi ator (mas na Política começou como Democrata:ph34r:). Ainda pensei que o Schwarzenegger quisesse um dia concorrer à Presidência, mas ele não parece ter essa ambição.

O Schwarzenegger não pode concorrer porque é austríaco. Mas é pena, tem óptimas ideias acerca do ambiente (oposto do Trump).

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Agora mesmo, Ambrósio disse:

O Schwarzenegger não pode concorrer porque é austríaco. Mas é pena, tem óptimas ideias acerca do ambiente (oposto do Trump).

Ele não tem nacionalidade americana?:ohmy:

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