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Lu Bloqueada até 03.08

Por Amor [Globo Portugal]

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On 13/10/2019 at 18:48, Luíza Albuquerque disse:

Semana incrível. Está tudo a explodir em todos os núcleos.

A luta da Branca e da Isabel. Sabem lutar melhor que muitas barraqueiras kkkkk

Eu vou uma semana atrasado!

Eu adoro cada vez mais esta novela... Nunca pensei!!! A luta da Branca com a Isabel e toda a discussão/chantagem foi épica!!! ?

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A versão internacional nesta fase devia ser editada para ficar um bocadinho mais agilizada. Está a enrolar muito a revelação da gravidez da Laura.

Mas adorei o confronto com a Helena. A gravidez da Laura em Por Amor é um "golpe do baú" muito doloroso.

Edited by Luíza Albuquerque

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há 23 minutos, Luíza Albuquerque disse:

Por Amor - Um Monólogo da Luizinha

Avançaram um episódio entre ontem e hoje. Provavelmente devido à qualidade da imagem na fita, que andava pior nos últimos episódios.

A Globo devia lançar urgentemente uma versão remasterizada da internacional. Já que virou moda remasterizar filmes e séries antigos.

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On 12/11/2019 at 23:08, ATVTQsV disse:

A Globo devia lançar urgentemente uma versão remasterizada da internacional. Já que virou moda remasterizar filmes e séries antigos.

Não pode ter sido pela qualidade da fita, porque no site da Globo está disponível o episódio que saltaram.

Só se for um problema da fita que é internacionalizada.

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há 9 horas, Luíza Albuquerque disse:

E assim acabou o novelao.

 @mod @Moderadores podem arquivar pf

Acham que não arquivam os tópicos deste subfórum, mas por acaso podiam arquivar ou então juntar ao tópico da novela no arquivo da Globo Brasil.

Também podem atualizar a informação no tópico da Globo Portugal. Já várias novelas que estão lá terminaram. :) 

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Terminei. Que capítulo de tirar o fôlego. Esgotou todas as emoções. Estou a sentir um vazio tão grande, queria continuar a assistir ao desenrolar dos percursos destas personagens que me dominaram como mais nenhumas. Queria ver o Atílio e a Helena a darem tréguas definitivas em Veneza. A Eduarda a voltar a sentir-se mãe por inteiro. O Orestes a vencer o seu vício e a ser um orgulho para a sua mulher e filha (o anjo da sua vida). Apesar de todo o ódio que senti pela Branca ao longo da exibição, deu pena a sua cena final. A solidão trouxe-lhe a humildade. Foi um castigo maior do que qualquer pena de prisão. A Laura, mais uma vez, mostrou a sua irreverência, mostrou que está presente mesmo longe. E esteja ela onde estiver, garante o seu maior mote: o amor pelo Marcelo e pelos filhos (este o mar não tinha forças para afogar).

Por amor, a Helena deu o que de mais precioso alguém tem, de modo a dar a felicidade à filha, mesmo que, para isso, tivesse de anular a sua. Um ato tão generoso e que consegue ser tão egoísta. Uma ação criminosa e que é tão heróica. Que personagem estranha, por ser tão única. Uma protagonista, repleta de educação, valores, amor. E, sendo a "mocinha" da trama, foi construída com traços de psicopatia, traços estes ativados pelo amor, pelo medo de alguém que ama se magoar. Uma pessoa que não tem limites para proteger, que bate e manipula por amor. Helena é tão carismática, tão adorável. Uma das personagens com mais camadas que a teledramaturgia recebeu e uma das mais contraditórias. E a sua filha, Eduarda, não fica atrás (e que enorme atriz a Gabriela Duarte). Começou imatura e caprichosa e, numa evolução tão bem delineada e suave (como nunca vi tão bem feita na teledramaturgia), tornou-se uma mulher que dominou a trama e que, em grande parte das vezes, tornou-se a verdadeira protagonista. Criticada injustamente (e que pouco interesse teria se a Eduarda seguisse uma linha reta, que começasse e terminasse no mesmo ponto psicológico), é uma das maiores personagens da novela, uma das minhas preferidas.

O Atílio tem dos diálogos mais fascinantes da teledramaturgia. Enunciava frases certas no momento certo, num texto deslumbrante e extremamente rico. Talvez das personagens mais sedutoras das novelas. Assim como a Helena e a Eduarda, imprevisível, surpreendia com as suas reações. Por vezes por serem tão amorosas (como quando descobre que o Leonardo é seu filho) e outras por irem ao íntimo da ira. E Por Amor, uma novela que retrata o dia a dia, desde o momento de pequeno almoço até às insónias de madrugada, demonstra que o quotidiano é extremamente surpreendente - e isso é que tem de mais maravilhoso. 

Branca foi outra figura com um texto e tiradas deliciosas. Mas, em grande parte da trama, foi a que mais me provocou ódio. Despejava veneno para atingir os seus alvos. Usou o filho para prejudicar a Helena. E, no final, ficou provado que a falta de amor é que a levava a agir assim. O único filho que a amava de verdade, foi aquele que ela tratou da pior forma, foi aquele que era filho do homem que ela mais amou. Leonardo, tão tímido e tão apaixonante. Por amor fazia tudo por todos, sem receber nada em troca. Foi tão bom acompanhar a sua ascenção. A sua relação de amizade com a irmã, Milena, era também ímpar. Servia para limpar a alma depois de todas as trocidades que a Branca fazia com o pobre coitado. Milena esta que enfrentou a mãe e proporcionou um dos melhores momentos da novela. A sua liberdade fascinava-me. E o par romântico com o Nando roubou a cena (e aí o amor pode acontecer, de novo para você. Palpite). Senti falta de mais cenas dos dois na parte final da novela, de protagonistas passaram a secundários, contudo, parte do porquê da trama ser tão cativante tem a resposta nos dois. De resto, sobre os 3 irmãos, o Marcelo foi aquele que subestimou os outros 2 de todas as formas possíveis. Extremamente machista, foi a personagem que mais odiei. Humilhava a Eduarda, a Helena e a Laura e apenas atendia os seus caprichos (é incomum e interessante uma personagem deste tipo para par romântico da coprotagonista). Soube-se redimir e também eu lhe dei a minha redenção.

O núcleo do Orestes foi um dos que eu mais gostei. Sem ele, a trama não tinha metade do entusiasmo. A humildade do Orestes, o seu carinho para com os outros, e o seu vício, faziam da personagem apaixonante. Os seus momentos com a Sandrinha apaixonavam qualquer um. Aliás, outra das personagens com melhor texto era a Sandrinha, a demonstração de uma personagem criança pode ser mais interessante do que os próprios adultos. Da mesma forma, apesar das discórdias, adorava a Lídia. Tinha um jeito feroz por vezes, mas era por já estar amargurada pela vida. No fundo, era uma boa pessoa e uma grande mãe. Por fim, o Nando, da mesma forma, sempre maravilhoso e acertivo. E engraçado que é o único "pobre" que conheço (como a Branca o chamava) que é piloto de helicópteros (:cryhappy:).

Concluo com o núcleo da Laura. Era muito bom de assistir. A Meg caminhava entre uma nova rica com os seus trejeitos quase cómicos e uma mãe notavelmente dedicada. Tenho carinho por todas as personagens da família Trajano. Adorava a Laura e as suas loucuras. Ah, e não me posso esquecer da Isabel. Apesar de muito aborrecida no início, após se tornar dona de si e ambiciosa, trouxe das melhores cenas da novela.

O Manoel Carlos fascinou-me com o seu universo. A sua maior qualidade, sem dúvida, é a verossimilhança. Por Amor não tem as personagens ou situações mais reais, mas tem uma verossimilhança e credibilidade como mais nenhuma. Ele faz-nos acreditar que tudo é real e possível de acontecer. Ele torna credível uma troca de bebés que, em nenhum momento, parece forçada ou um recurso exacerbadamente folhetinesco. E a emoção em todos os momentos conquistou-me. A fraternidade e amor das personagens. Principalmente as mães. Um amor de mãe que em nenhuma outra novela vi tão bem retratado. Eu sou fascinado pelas figuras maternas.

Sem dúvida que o que mais me cativava na trama eram as reuniões e festas. O veneno despejado, o amor reunido, as discussões e os segredos pútridos revelados. E tomei o Manoel Carlos como o Eça de Queiroz da teledramaturgia. Assim como o Maneca, a verdadeira riqueza do Eça eram as reuniões sociais, que mostravam a cumplicidade/inimizade das personagens e, consequentemente, a sua enorme profundidade psicológica e complexidade de diálogos. 

E hoje deixo aqui registado: Por Amor é uma das novela mais bem construídas (a novela crescia ao longo da sua exibição) e AQUELA com o roteiro mais bem escrito que já existiu. Uma obra prima, como dificilmente mais alguma vez verei. Que saudades que eu terei de cada personagem, de cada momento.

Deixo, então a música que, indubitavelmente, marcou para sempre este magnum opus:

Vá, @Luíza Albuquerque, diz-me o que te vai na alma. 

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há 1 hora, AGUI disse:

Terminei. Que capítulo de tirar o fôlego. Esgotou todas as emoções. Estou a sentir um vazio tão grande, queria continuar a assistir ao desenrolar dos percursos destas personagens que me dominaram como mais nenhumas. Queria ver o Atílio e a Helena a darem tréguas definitivas em Veneza. A Eduarda a voltar a sentir-se mãe por inteiro. O Orestes a vencer o seu vício e a ser um orgulho para a sua mulher e filha (o anjo da sua vida). Apesar de todo o ódio que senti pela Branca ao longo da exibição, deu pena a sua cena final. A solidão trouxe-lhe a humildade. Foi um castigo maior do que qualquer pena de prisão. A Laura, mais uma vez, mostrou a sua irreverência, mostrou que está presente mesmo longe. E esteja ela onde estiver, garante o seu maior mote: o amor pelo Marcelo e pelos filhos (este o mar não tinha forças para afogar).

Por amor, a Helena deu o que de mais precioso alguém tem, de modo a dar a felicidade à filha, mesmo que, para isso, tivesse de anular a sua. Um ato tão generoso e que consegue ser tão egoísta. Uma ação criminosa e que é tão heróica. Que personagem estranha, por ser tão única. Uma protagonista, repleta de educação, valores, amor. E, sendo a "mocinha" da trama, foi construída com traços de psicopatia, traços estes ativados pelo amor, pelo medo de alguém que ama se magoar. Uma pessoa que não tem limites para proteger, que bate e manipula por amor. Helena é tão carismática, tão adorável. Uma das personagens com mais camadas que a teledramaturgia recebeu e uma das mais contraditórias. E a sua filha, Eduarda, não fica atrás (e que enorme atriz a Gabriela Duarte). Começou imatura e caprichosa e, numa evolução tão bem delineada e suave (como nunca vi tão bem feita na teledramaturgia), tornou-se uma mulher que dominou a trama e que, em grande parte das vezes, tornou-se a verdadeira protagonista. Criticada injustamente (e que pouco interesse teria se a Eduarda seguisse uma linha reta, que começasse e terminasse no mesmo ponto psicológico), é uma das maiores personagens da novela, uma das minhas preferidas.

O Atílio tem dos diálogos mais fascinantes da teledramaturgia. Enunciava frases certas no momento certo, num texto deslumbrante e extremamente rico. Talvez das personagens mais sedutoras das novelas. Assim como a Helena e a Eduarda, imprevisível, surpreendia com as suas reações. Por vezes por serem tão amorosas (como quando descobre que o Leonardo é seu filho) e outras por irem ao íntimo da ira. E Por Amor, uma novela que retrata o dia a dia, desde o momento de pequeno almoço até às insónias de madrugada, demonstra que o quotidiano é extremamente surpreendente - e isso é que tem de mais maravilhoso. 

Branca foi outra figura com um texto e tiradas deliciosas. Mas, em grande parte da trama, foi a que mais me provocou ódio. Despejava veneno para atingir os seus alvos. Usou o filho para prejudicar a Helena. E, no final, ficou provado que a falta de amor é que a levava a agir assim. O único filho que a amava de verdade, foi aquele que ela tratou da pior forma, foi aquele que era filho do homem que ela mais amou. Leonardo, tão tímido e tão apaixonante. Por amor fazia tudo por todos, sem receber nada em troca. Foi tão bom acompanhar a sua ascenção. A sua relação de amizade com a irmã, Milena, era também ímpar. Servia para limpar a alma depois de todas as trocidades que a Branca fazia com o pobre coitado. Milena esta que enfrentou a mãe e proporcionou um dos melhores momentos da novela. A sua liberdade fascinava-me. E o par romântico com o Nando roubou a cena (e aí o amor pode acontecer, de novo para você. Palpite). Senti falta de mais cenas dos dois na parte final da novela, de protagonistas passaram a secundários, contudo, parte do porquê da trama ser tão cativante tem a resposta nos dois. De resto, sobre os 3 irmãos, o Marcelo foi aquele que subestimou os outros 2 de todas as formas possíveis. Extremamente machista, foi a personagem que mais odiei. Humilhava a Eduarda, a Helena e a Laura e apenas atendia os seus caprichos (é incomum e interessante uma personagem deste tipo para par romântico da coprotagonista). Soube-se redimir e também eu lhe dei a minha redenção.

O núcleo do Orestes foi um dos que eu mais gostei. Sem ele, a trama não tinha metade do entusiasmo. A humildade do Orestes, o seu carinho para com os outros, e o seu vício, faziam da personagem apaixonante. Os seus momentos com a Sandrinha apaixonavam qualquer um. Aliás, outra das personagens com melhor texto era a Sandrinha, a demonstração de uma personagem criança pode ser mais interessante do que os próprios adultos. Da mesma forma, apesar das discórdias, adorava a Lídia. Tinha um jeito feroz por vezes, mas era por já estar amargurada pela vida. No fundo, era uma boa pessoa e uma grande mãe. Por fim, o Nando, da mesma forma, sempre maravilhoso e acertivo. E engraçado que é o único "pobre" que conheço (como a Branca o chamava) que é piloto de helicópteros (:cryhappy:).

Concluo com o núcleo da Laura. Era muito bom de assistir. A Meg caminhava entre uma nova rica com os seus trejeitos quase cómicos e uma mãe notavelmente dedicada. Tenho carinho por todas as personagens da família Trajano. Adorava a Laura e as suas loucuras. Ah, e não me posso esquecer da Isabel. Apesar de muito aborrecida no início, após se tornar dona de si e ambiciosa, trouxe das melhores cenas da novela.

O Manoel Carlos fascinou-me com o seu universo. A sua maior qualidade, sem dúvida, é a verossimilhança. Por Amor não tem as personagens ou situações mais reais, mas tem uma verossimilhança e credibilidade como mais nenhuma. Ele faz-nos acreditar que tudo é real e possível de acontecer. Ele torna credível uma troca de bebés que, em nenhum momento, parece forçada ou um recurso exacerbadamente folhetinesco. E a emoção em todos os momentos conquistou-me. A fraternidade e amor das personagens. Principalmente as mães. Um amor de mãe que em nenhuma outra novela vi tão bem retratado. Eu sou fascinado pelas figuras maternas.

Sem dúvida que o que mais me cativava na trama eram as reuniões e festas. O veneno despejado, o amor reunido, as discussões e os segredos pútridos revelados. E tomei o Manoel Carlos como o Eça de Queiroz da teledramaturgia. Assim como o Maneca, a verdadeira riqueza do Eça eram as reuniões sociais, que mostravam a cumplicidade/inimizade das personagens e, consequentemente, a sua enorme profundidade psicológica e complexidade de diálogos. 

E hoje deixo aqui registado: Por Amor é uma das novela mais bem construídas (a novela crescia ao longo da sua exibição) e AQUELA com o roteiro mais bem escrito que já existiu. Uma obra prima, como dificilmente mais alguma vez verei. Que saudades que eu terei de cada personagem, de cada momento.

Deixo, então a música que, indubitavelmente, marcou para sempre este magnum opus:

Vá, @Luíza Albuquerque, diz-me o que te vai na alma. 

Não há nada que eu possa comentar depois de tamanha beleza e justiça escrita à novela. Me rendo como a Helena se rendeu ao Atílio no chão e na porta entreaberta.

Tenho algumas dúvidas, estou à procura de respostas impossíveis que apenas estragariam a beleza da mesma.

A Eduarda e o seu crescimento são a maior prenda que a vida deu à Helena, Por Amor.

 

Edited by Luíza Albuquerque
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On 10/12/2019 at 22:32, AGUI disse:

Terminei. Que capítulo de tirar o fôlego. Esgotou todas as emoções. Estou a sentir um vazio tão grande, queria continuar a assistir ao desenrolar dos percursos destas personagens que me dominaram como mais nenhumas. Queria ver o Atílio e a Helena a darem tréguas definitivas em Veneza. A Eduarda a voltar a sentir-se mãe por inteiro. O Orestes a vencer o seu vício e a ser um orgulho para a sua mulher e filha (o anjo da sua vida). Apesar de todo o ódio que senti pela Branca ao longo da exibição, deu pena a sua cena final. A solidão trouxe-lhe a humildade. Foi um castigo maior do que qualquer pena de prisão. A Laura, mais uma vez, mostrou a sua irreverência, mostrou que está presente mesmo longe. E esteja ela onde estiver, garante o seu maior mote: o amor pelo Marcelo e pelos filhos (este o mar não tinha forças para afogar).

Por amor, a Helena deu o que de mais precioso alguém tem, de modo a dar a felicidade à filha, mesmo que, para isso, tivesse de anular a sua. Um ato tão generoso e que consegue ser tão egoísta. Uma ação criminosa e que é tão heróica. Que personagem estranha, por ser tão única. Uma protagonista, repleta de educação, valores, amor. E, sendo a "mocinha" da trama, foi construída com traços de psicopatia, traços estes ativados pelo amor, pelo medo de alguém que ama se magoar. Uma pessoa que não tem limites para proteger, que bate e manipula por amor. Helena é tão carismática, tão adorável. Uma das personagens com mais camadas que a teledramaturgia recebeu e uma das mais contraditórias. E a sua filha, Eduarda, não fica atrás (e que enorme atriz a Gabriela Duarte). Começou imatura e caprichosa e, numa evolução tão bem delineada e suave (como nunca vi tão bem feita na teledramaturgia), tornou-se uma mulher que dominou a trama e que, em grande parte das vezes, tornou-se a verdadeira protagonista. Criticada injustamente (e que pouco interesse teria se a Eduarda seguisse uma linha reta, que começasse e terminasse no mesmo ponto psicológico), é uma das maiores personagens da novela, uma das minhas preferidas.

O Atílio tem dos diálogos mais fascinantes da teledramaturgia. Enunciava frases certas no momento certo, num texto deslumbrante e extremamente rico. Talvez das personagens mais sedutoras das novelas. Assim como a Helena e a Eduarda, imprevisível, surpreendia com as suas reações. Por vezes por serem tão amorosas (como quando descobre que o Leonardo é seu filho) e outras por irem ao íntimo da ira. E Por Amor, uma novela que retrata o dia a dia, desde o momento de pequeno almoço até às insónias de madrugada, demonstra que o quotidiano é extremamente surpreendente - e isso é que tem de mais maravilhoso. 

Branca foi outra figura com um texto e tiradas deliciosas. Mas, em grande parte da trama, foi a que mais me provocou ódio. Despejava veneno para atingir os seus alvos. Usou o filho para prejudicar a Helena. E, no final, ficou provado que a falta de amor é que a levava a agir assim. O único filho que a amava de verdade, foi aquele que ela tratou da pior forma, foi aquele que era filho do homem que ela mais amou. Leonardo, tão tímido e tão apaixonante. Por amor fazia tudo por todos, sem receber nada em troca. Foi tão bom acompanhar a sua ascenção. A sua relação de amizade com a irmã, Milena, era também ímpar. Servia para limpar a alma depois de todas as trocidades que a Branca fazia com o pobre coitado. Milena esta que enfrentou a mãe e proporcionou um dos melhores momentos da novela. A sua liberdade fascinava-me. E o par romântico com o Nando roubou a cena (e aí o amor pode acontecer, de novo para você. Palpite). Senti falta de mais cenas dos dois na parte final da novela, de protagonistas passaram a secundários, contudo, parte do porquê da trama ser tão cativante tem a resposta nos dois. De resto, sobre os 3 irmãos, o Marcelo foi aquele que subestimou os outros 2 de todas as formas possíveis. Extremamente machista, foi a personagem que mais odiei. Humilhava a Eduarda, a Helena e a Laura e apenas atendia os seus caprichos (é incomum e interessante uma personagem deste tipo para par romântico da coprotagonista). Soube-se redimir e também eu lhe dei a minha redenção.

O núcleo do Orestes foi um dos que eu mais gostei. Sem ele, a trama não tinha metade do entusiasmo. A humildade do Orestes, o seu carinho para com os outros, e o seu vício, faziam da personagem apaixonante. Os seus momentos com a Sandrinha apaixonavam qualquer um. Aliás, outra das personagens com melhor texto era a Sandrinha, a demonstração de uma personagem criança pode ser mais interessante do que os próprios adultos. Da mesma forma, apesar das discórdias, adorava a Lídia. Tinha um jeito feroz por vezes, mas era por já estar amargurada pela vida. No fundo, era uma boa pessoa e uma grande mãe. Por fim, o Nando, da mesma forma, sempre maravilhoso e acertivo. E engraçado que é o único "pobre" que conheço (como a Branca o chamava) que é piloto de helicópteros (:cryhappy:).

Concluo com o núcleo da Laura. Era muito bom de assistir. A Meg caminhava entre uma nova rica com os seus trejeitos quase cómicos e uma mãe notavelmente dedicada. Tenho carinho por todas as personagens da família Trajano. Adorava a Laura e as suas loucuras. Ah, e não me posso esquecer da Isabel. Apesar de muito aborrecida no início, após se tornar dona de si e ambiciosa, trouxe das melhores cenas da novela.

O Manoel Carlos fascinou-me com o seu universo. A sua maior qualidade, sem dúvida, é a verossimilhança. Por Amor não tem as personagens ou situações mais reais, mas tem uma verossimilhança e credibilidade como mais nenhuma. Ele faz-nos acreditar que tudo é real e possível de acontecer. Ele torna credível uma troca de bebés que, em nenhum momento, parece forçada ou um recurso exacerbadamente folhetinesco. E a emoção em todos os momentos conquistou-me. A fraternidade e amor das personagens. Principalmente as mães. Um amor de mãe que em nenhuma outra novela vi tão bem retratado. Eu sou fascinado pelas figuras maternas.

Sem dúvida que o que mais me cativava na trama eram as reuniões e festas. O veneno despejado, o amor reunido, as discussões e os segredos pútridos revelados. E tomei o Manoel Carlos como o Eça de Queiroz da teledramaturgia. Assim como o Maneca, a verdadeira riqueza do Eça eram as reuniões sociais, que mostravam a cumplicidade/inimizade das personagens e, consequentemente, a sua enorme profundidade psicológica e complexidade de diálogos. 

E hoje deixo aqui registado: Por Amor é uma das novela mais bem construídas (a novela crescia ao longo da sua exibição) e AQUELA com o roteiro mais bem escrito que já existiu. Uma obra prima, como dificilmente mais alguma vez verei. Que saudades que eu terei de cada personagem, de cada momento.

Deixo, então a música que, indubitavelmente, marcou para sempre este magnum opus:

Vá, @Luíza Albuquerque, diz-me o que te vai na alma. 

Belissima explanação relativa a novela. 

Em 1997, quando comecei a ler pelas revistas da especialidade ( na altura, eram a maneira de se saber o que se passava ou passaria na TV) que Manoel Carlos estava a  escrever uma nova novela, pulei de alegria. Ja percebia minimamente da coisa e ler que seria Regina a Helena de novo, ainda mais água na boca me deu. 

Em 1996 tinha terminado a exibiçao de História de Amor ( na minha opinião, ainda melhor conseguida que Por Amor, mesmo sem um tema central tão forte e polémico como a troca de bébes, mas onde todos os núcleos foram ainda mais interessantes) e esta ja se situava no meu Top 3 de preferencia ( onde se mantem, indo Por Amor parar ao 4º lugar) e ter a oportunidade de ver uma nova novela do Maneco era excelente. Esperei ansiosamente até chegar a hora. Quando a novela foi anunciada para as 19 horas, a deceçao tomou conta de mim. Como é que Emidio Rangel ignorava os numeros impressionantes de HdA ha  pouco mais de um ano e chutava a novela para as 19, dando o HN a ANjo Mau? Para mim acabou por ser indiferente. Iria ver a novela em qq um dos horários - acabei por ver ambas - mas era desprestigiante.

A novela estreou as 19 e explodiu no horario. E eu acompanhei fielmente, capitulo a capitulo. Sempre achei um pouquinho abaixo de HdA, mas rendi me rapidamente. Suzana Vieira rapidamente roubou a cena. Mal comparada, pois estarei a comparar com vilãs de novelas com outros universos, Branca é, de longe, a melhor vilã da história. Há mulheres assim no nosso dia a dia. É real. É verdadeira. Uma vilã complexa, onde a palavra é a arma. O tom é a bala. Tirando o golpe para colocar Nando na prisão, a personagem poucas "vilanias" fez. "Apenas" travava mal os filhos, dizia mal nas costas, era hipocrita, fazia intriga. Era real.  Tirando a cena da troca de bébes e as cenas das revelações da mesma troca a filha e ao marido, todas as outras grandes cenas da novela pertencem a Suzana, que, experientissima e ávida de bons personagens sempre, percebeu imediatamente o personagem que tinha nas mãos e não deixou para mais ninguem. Mais tarde, Marieta Severo teve um "reediçao"  com Alma de Laços de Familia, mas acabou por ficar longe.

Para além de Suzana, também destaco Gabriela Duarte. Já na exibiçao original não entendi o ódio que o público no brasil lhe tinha e hoje em dia continou a achar que o personagem é bastante coerente e nem sequer é um personagem chato. É "suave" e imatura, vai crescendo com as porradas da vida, como qq jovem. Acho que a atriz segurou bem o enorme personagem que tinha ( era uma atriz relativamente inexperiente), com uma grande carga dramatica, que é sempre dificil. O otimo elenco com quem contracenou ajudou.

Destaco, também, Carolina Ferraz. Perfeita. Vinda de HdA onde fez uma antagonista ( e logo de Regina Duarte)mimada, histérica e chata, mas onde a triz esteve excelente, ganhar uma personagem carismática, alegre e cheia de vida sem deixar uma unica vez lembrar a personagem anterior foi obra. E estar a altura de Suzana Vieira em cenas que ficaram para a história não era para qq uma. 

O elenco esteve todo bem, de facto. António Fagundes, Fábio Assunção, Murilo Benicio, Cassia Kiss, Paulo José fazem parte do grupo dos melhores. E Regina. Regina Duarte é uma atriz extraordinária. É incrivel como a expressão facial, a postura corporal, a subtileza conseguiam passar tanta mensagem como o texto brilhante. Regina vinha de personagens muito "espaçosas". Porcina ( Roque Santeiro), Raquel (Vale Tudo), MAria do Carmo ( Rainha Sucata) e Helena (HdA) era personagens muito expressivas. Falavam alto, armavam barracos, eram inconvenientes. Aqui a atriz teve um personagem contido. Onde o olhar, o gesto contavam. E como contavam. 

Vi a novela em 97. Tive muita pena, anos a fio, que todas as novelas fossem repetidas na SIC ( inclusive achei que depois da SIC iniciar uma época de repetiçoes pós -almoço,  com HdA, Por Amor viria na sequencia. Mas não. Veio A Proxima Vitima. E depois não houve continuidade e Por Amor nunca maiss voltou. Só vim a rever toda quando foi exibida no Viva, e acampanhei no youTube. E não defraudou mesmo tendo passado 20 anos. E agora voltei a ver, apesar da versão editada. E vejo de novo se for preciso. :) 

 

Edited by FLP
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@FLP @Luíza Albuquerque @AGUI 

Eu vi agora "Por Amor" pela primeira vez... Aliás ainda não terminei de ver! 

E fiquei rendido tanto à história como aos personagens e aos atores!!!

Eu já tinha ouvido falar muito de "Por Amor" mas não sabia nada da história! Apenas que era uma grande novela e que tinha sido um sucesso!!

Eu sou um amante do estilo e das novelas do Manoel Carlos... Quando lia que vinha uma novela do Maneco eu vibrava de expectativa!

A primeira que vi dele foi "Laços de Família" e adorei. A que menos gostei foi a última "Em Família".

Para mim, as que mais gostei de ver e que me emocionaram mais foram, por esta ordem... "Páginas da Vida", "Mulheres Apaixonadas", "Laços de Família", "Por Amor", "Viver a Vida", "Em Família".

Fiquei muito curioso e com vontade para ver "História de Amor"... Se voltar a passar!

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Eu comecei esta semana a ver esta novela e que delicia, meu Deus, quase nada acontece, mas prende ao ecrã por prender. :wub:

 

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agora mesmo, Duarte com D disse:

Eu comecei esta semana a ver esta novela e que delicia, meu Deus, quase nada acontece, mas prende ao ecrã por prender. :wub:

 

Por acaso, eu acho a novela tão ágil. Não tem aqueles acontecimentos superficiais, como raptos, mortes e outros que tais. São acontecimentos humanos: conflitos de egos, ideias, paixões,... E a novela só melhora ao longo do tempo com a evolução psicológica das personagens. 

Estás a ver pela versão do Vale a Pena Ver de Novo.

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há 12 horas, AGUI disse:

Por acaso, eu acho a novela tão ágil. Não tem aqueles acontecimentos superficiais, como raptos, mortes e outros que tais. São acontecimentos humanos: conflitos de egos, ideias, paixões,... E a novela só melhora ao longo do tempo com a evolução psicológica das personagens. 

Estás a ver pela versão do Vale a Pena Ver de Novo.

Do Viva, pois não tem cortes.

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há 3 minutos, Duarte com D disse:

Do Viva, pois não tem cortes.

Mas aconselho-te a ver a do VPVDN. Os cortes são muito poucos e subtis e apenas em cenas pouco importantes. A duração dos episódios é que é maior. Tirando a reta final, foi uma edição magistralmente bem feita, além de ter uma qualidade de imagem superior.

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Eu estou encantado com esta novela encantado.

O texto do Manoel Carlos é tão sublime, delicado tão bem escrito e sai tão bem da boca dos personagens. :wub:

É impressionante como personagens sem história, como a Lidia por exemplo, eu consigo gostar, noutra novela eu detestaria o personagem, mas  agrada-me e sinto cada palavra e queixa desta mulher, Até o Orestes a passear a filha eu gosto de ver, não acontece nada mas é tão ternurento a relação destes dois.  :giveheart:

A Maria Eduardo & o Marcelo que nojo de personagens, que nojo só se estraga uma casa, insonsos, mimados e que horror.

Branca e Milena eu vivo para ver estas duas brigarem, é cada alfinetada "Fica andando de Angra para Rio, como uma inútil Milena",

                                                                                             -"Para mim inutilidade é andar com um Dry Martini na mão o dia todo para cima e para baixo remoendo num amor impossível";

                                                                                            -"Mãe é tudo na vida da gente, e nos momentos de sufoco em quem mais nós precisamos ao nosso lado, claro está que isso depende da mãe que temos, não concorda Branca?"

                                                                                            -"Que feio ficar ouvindo as conversas do outros, sabe que se você cometesse um crime era logo apanhada? Sabe como pelo cheiro desse seu prefume Branca" "Não pois seu cometesse um crime Milena, usaria o seu prefume minha filha, para você se ferrar no meu lugar"

 

E o jeito que ela trata o Leonardo? "Ai Maria Eduarda esse meu neto é a coisa mais bonita desse mundo, também com dois pais tão bonitos, se bem que muitas vezes isso não quer dizer nada. Olhem meu filho Leonardo, o Marcelo e a Milena são ambos muito bonitos, já o Leonardo é muito feio, o patinho feio da nossa família como eu costumo dizer ahahah"

 

Em suma encantado com esta novelae os dialogos de Manoel Carlos.

 

 

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há 18 minutos, Duarte com D disse:

Eu estou encantado com esta novela encantado.

O texto do Manoel Carlos é tão sublime, delicado tão bem escrito e sai tão bem da boca dos personagens. :wub:

É impressionante como personagens sem história, como a Lidia por exemplo, eu consigo gostar, noutra novela eu detestaria o personagem, mas  agrada-me e sinto cada palavra e queixa desta mulher, Até o Orestes a passear a filha eu gosto de ver, não acontece nada mas é tão ternurento a relação destes dois.  :giveheart:

A Maria Eduardo & o Marcelo que nojo de personagens, que nojo só se estraga uma casa, insonsos, mimados e que horror.

Branca e Milena eu vivo para ver estas duas brigarem, é cada alfinetada "Fica andando de Angra para Rio, como uma inútil Milena",

                                                                                             -"Para mim inutilidade é andar com um Dry Martini na mão o dia todo para cima e para baixo remoendo num amor impossível";

                                                                                            -"Mãe é tudo na vida da gente, e nos momentos de sufoco em quem mais nós precisamos ao nosso lado, claro está que isso depende da mãe que temos, não concorda Branca?"

                                                                                            -"Que feio ficar ouvindo as conversas do outros, sabe que se você cometesse um crime era logo apanhada? Sabe como pelo cheiro desse seu prefume Branca" "Não pois seu cometesse um crime Milena, usaria o seu prefume minha filha, para você se ferrar no meu lugar"

 

E o jeito que ela trata o Leonardo? "Ai Maria Eduarda esse meu neto é a coisa mais bonita desse mundo, também com dois pais tão bonitos, se bem que muitas vezes isso não quer dizer nada. Olhem meu filho Leonardo, o Marcelo e a Milena são ambos muito bonitos, já o Leonardo é muito feio, o patinho feio da nossa família como eu costumo dizer ahahah"

 

Em suma encantado com esta novelae os dialogos de Manoel Carlos.

 

 

A novela é maravilhosa.

"O Atílio, ele não ama você." maior barraco de todo o sempre.

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há 22 minutos, Luíza Albuquerque disse:

A novela é maravilhosa.

"O Atílio, ele não ama você." maior barraco de todo o sempre.

 

:wub:

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há 7 minutos, Duarte com D disse:

 

:wub:

O mais poético desse barraco é que cada "Ele não ama você" é 1000 vezes mais doloroso que cada estalo da Branca.

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há 8 minutos, Luíza Albuquerque disse:

O mais poético desse barraco é que cada "Ele não ama você" é 1000 vezes mais doloroso que cada estalo da Branca.

Esta novela é cheia de excelentes intrepretações, e o texto ajudou muito, e personagens bem encarnadas, a Suzana Vieira até hoje ainda não conseguiu largar o registo da branca.

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agora mesmo, Duarte com D disse:

Eu estou encantado com esta novela encantado.

O texto do Manoel Carlos é tão sublime, delicado tão bem escrito e sai tão bem da boca dos personagens. :wub:

É impressionante como personagens sem história, como a Lidia por exemplo, eu consigo gostar, noutra novela eu detestaria o personagem, mas  agrada-me e sinto cada palavra e queixa desta mulher, Até o Orestes a passear a filha eu gosto de ver, não acontece nada mas é tão ternurento a relação destes dois.  :giveheart:

A Maria Eduardo & o Marcelo que nojo de personagens, que nojo só se estraga uma casa, insonsos, mimados e que horror.

Branca e Milena eu vivo para ver estas duas brigarem, é cada alfinetada "Fica andando de Angra para Rio, como uma inútil Milena",

                                                                                             -"Para mim inutilidade é andar com um Dry Martini na mão o dia todo para cima e para baixo remoendo num amor impossível";

                                                                                            -"Mãe é tudo na vida da gente, e nos momentos de sufoco em quem mais nós precisamos ao nosso lado, claro está que isso depende da mãe que temos, não concorda Branca?"

                                                                                            -"Que feio ficar ouvindo as conversas do outros, sabe que se você cometesse um crime era logo apanhada? Sabe como pelo cheiro desse seu prefume Branca" "Não pois seu cometesse um crime Milena, usaria o seu prefume minha filha, para você se ferrar no meu lugar"

 

E o jeito que ela trata o Leonardo? "Ai Maria Eduarda esse meu neto é a coisa mais bonita desse mundo, também com dois pais tão bonitos, se bem que muitas vezes isso não quer dizer nada. Olhem meu filho Leonardo, o Marcelo e a Milena são ambos muito bonitos, já o Leonardo é muito feio, o patinho feio da nossa família como eu costumo dizer ahahah"

 

Em suma encantado com esta novelae os dialogos de Manoel Carlos.

 

 

Suponho que estejas no início. A Eduarda vai tornar-se a verdadeira protagonista da novela e a mais sensata e adorável da trama. A melhor evolução psicológica de uma personagem que eu já vi em novelas, extremamente contemporânea. 

Quanto ao núcleo da Lídia, também dos melhores da novela e vai ter bastante história.

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