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Felipa Garnel nova diretora de programas. Bruno Santos está out. Felipa Garnel assume Direção de Programas da TVI https://tvi24.iol.pt/sociedade/18-07-2019/felipa-garnel-assume-direcao-de-programas-da-tvi  

Ouro Verde ganhou o Emmy!

Mário Ferreira diz que desistência da Cofina “podia ter tornado a Media Capital insolvente”

A Cofina “continua disponível” para fazer parte de uma solução de viabilidade para a Media Capital, depois de o empresário Mário Ferreira ter dito, na terça-feira, que não há “plano B” para a empresa. Em reação, o maior acionista do grupo acusa a Cofina de deixar a dona da TVI em risco de insolvência após o negócio que falhou no início do ano.

“Sejamos claros: foi a nossa decisão de investir que salvou e deu viabilidade à empresa. Quem torpedeou gravemente a Media Capital foi quem, desistindo do negócio anterior, podia ter tornado a empresa insolvente”, diz ao ECO o empresário, quando questionado porque considera que a Cofina não é plano B para a Media Capital, tendo em conta que a própria dona do Correio da Manhã se mostra disponível para participar numa solução. (Mário Ferreira também é acionista do ECO.)

Esta quarta-feira, no rescaldo da assembleia-geral, fonte oficial da Cofina recordou à Lusa que tem em curso uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre uma posição minoritária da Media Capital e apontou: “A Cofina, enquanto oferente na oferta pública de aquisição em curso, continua disponível para fazer parte de uma solução de viabilidade e crescimento para o grupo Media Capital, no respeito pela lei e pelo Estado de Direito democrático.”

Fonte oficial da Cofina sublinhou ainda que “a fragilidade da situação atual do grupo Media Capital e os fatores que para ela contribuem encontram-se aprofundadamente descritos na decisão da CMVM e na deliberação da ERC, a quem caberá, eventualmente em conjunto com outros reguladores, e com os tribunais, valorar e extrair as devidas consequências das condutas em causa”. No caso da CMVM, está em causa a decisão que considerou existir concertação entre a Pluris de Mário Ferreira e a Prisa.

A resposta de Mário Ferreira não se fez esperar. “Perante a inconsistência e o desfasamento da realidade desse comunicado, posso dizer que somos proativos e abertos com todos os reguladores, respeitando sempre a lei. Ou seja, respeitar a lei quer dizer, também, proteger a liberdade de expressão, o pluralismo e a ética e deontologia do jornalismo, que é, aliás, um dos papéis da ERC. Nunca utilizámos qualquer meio de comunicação social para atacar terceiros neste processo e, muito menos, com ataques à vida pessoal.”

A Cofina tem em curso uma OPA sobre 5,31% da Media Capital, mas que pode ser alargada à totalidade das ações se forem cumpridas certas condições. Na semana passada, a CMVM obrigou Mário Ferreira a apresentar uma OPA sobre os 69,78% da Media Capital que ainda não detém, a um preço que terá de ser pelo menos 2% superior ao que for fixado pelo auditor independente para a OPA da Cofina. A Pluris de Mário Ferreira tem de anunciar a OPA até ao final desta quarta-feira.

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há 19 minutos, Figo disse:

Não sei os números ao certo, mas em novembro a TVI deve ter tido a menor diferença para a SIC para aí desde o inicio de 2019.

É uma pequena vitória para a TVI, até porque foi o primeiro mês sem Quer o Destino, o maior sucesso da TVI este ano.

Arredondado deve dar uma diferença à volta de 1,9% 

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há 30 minutos, Cláudio. disse:

Por acaso acho que novembro foi um mês de viragem para a TVI.

Os 14 dias da Cristina em casa fizeram lhe muito bem, ela voltou com a cabeça no lugar, outras ideias, a falar de forma diferente, a jogar mais acertadamente e com outra garra, pelo que se percebeu pelo livro ela não lidou nada bem com as criticas e insultos à mudança e esteve ali 1 ou 2 meses sem atingir o seu auge habitual

Por outro lado nota-se perfeitamente uma reaproximação do público tanto a ela enquanto apresentadora, como a todo o canal por conseguinte, a verdade são os resultados do Em Familia, do DdC que assumiu a liderança já nas tardes também, da entrevista no Jd8 e por ai... depois o facto de se terem apresentado propostas, novidades e novos rostos também criou um hype interessante tanto no canal, como nos profissionais e no público ao contrário de uma SIC que mantem para já tudo em segredo. Acho que o grande trunfo deste mês foi apresentar "O Futuro" em HN, foi talvez o momento de viragem para o canal

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há 8 minutos, Maciel disse:

Também acho que o Setembro da Cristina foi em Novembro.
Se fizer as coisas bem feitas pode bem colocar a TVI na liderança já no próximo ano... Depende do que é que a SIC está a preparar. 

E o "Em Família" acho que está a funcionar muito bem para a Cristina enquanto apresentadora e na reaproximação com o público. 

Sem dúvida.

A Cristina no Em Familia, consegue despir o papel de diretora, mulher poderosa e volta a ser apenas a "Cristina do povo".

No Dia de Cristina já não consegue o mesmo.

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há 9 minutos, Tiagotv disse:

Os 14 dias da Cristina em casa fizeram lhe muito bem, ela voltou com a cabeça no lugar, outras ideias, a falar de forma diferente, a jogar mais acertadamente e com outra garra, pelo que se percebeu pelo livro ela não lidou nada bem com as criticas e insultos à mudança e esteve ali 1 ou 2 meses sem atingir o seu auge habitual

Por outro lado nota-se perfeitamente uma reaproximação do público tanto a ela enquanto apresentadora, como a todo o canal por conseguinte, a verdade são os resultados do Em Familia, do DdC que assumiu a liderança já nas tardes também, da entrevista no Jd8 e por ai... depois o facto de se terem apresentado propostas, novidades e novos rostos também criou um hype interessante tanto no canal, como nos profissionais e no público ao contrário de uma SIC que mantem para já tudo em segredo. Acho que o grande trunfo deste mês foi apresentar "O Futuro" em HN, foi talvez o momento de viragem para o canal

Concordo particularmente com esta frase. Critiquei a emissão a meio da semana, mas na verdade teve ótimos resultados a todos os níveis. Desde aí que a imprensa fala da TVI em relação aos conteúdos e à estratégia. Se entre o verão e outubro foi só polémicas, com a imprensa a focar-se na Cristina e na SIC, na Cofina e na Média Capital, desde aí que se fala mais do novo day-time, da estratégia de Mário Ferreira (finalmente um líder para um grupo moribundo há anos). Há hype sem dúvida. Foi um grande mês para a TVI. O Em Família também reaproximou o público, como se viu nas audiências do vntv de ontem. 

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MANUEL SIMÕES DE ALMEIDA ASSUME DIRECÇÃO DE MARKETING DA MEDIA CAPITAL

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Manuel Simões de Almeida, desde Julho de 2019 director de comunicação e marketing da Media Capital Rádios, passou hoje a director de marketing de todo o grupo, função até agora não centralizada.

“No âmbito do processo de transformação em curso na Media Capital e procurando concretizar, nas mais diversas áreas, uma visão integrada da actividade que desenvolve diariamente, entendeu o Grupo designar um novo responsável pelo Marketing. Assim, a partir do dia 10 de dezembro de 2020, Manuel Simões de Almeida assume a coordenação corporativa e transversal da área em todas as Unidades de Negócio, reportando diretamente ao Administrador Delegado da Media Capital”, explica o grupo dono da TVI, da Plural e, entre outras, da Rádio Comercial.

Manuel Simões de Almeida já tinha liderado marketing da Media Capital Rádios (MCR) entre 2010 e 2013, tendo nos três anos seguintes dirigido o marketing da Media Capital Digital e a direcção de marketing da TVII. Foi também director executivo da Media Capital Entertainment. A primeira passagem pelo grupo aconteceu entre 2001 e 2007, tendo assumido diferentes funções no marketing da Media Capital Edições e Media Capital Outdoors. Manuel Simões de Almeida passou ainda pela MOP, entre 2007 e 2009.

O regresso ao grupo, em 2019, deu-se quando João Arbués Moreira, então director de marketing das rádios do grupo, transitou para a direcção de marketing da TVI, função que desempenhou até agora.

https://www.meiosepublicidade.pt/2020/12/manuel-simoes-almeida-passa-director-marketing-da-media-capital/

Edited by dav01
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  • 2 weeks later...

Entrevista a Nuno Santos: “A TVI era uma estação frágil e débil. Hoje, é forte”

Em entrevista à TV 7 Dias, Nuno Santos faz um balanço do ano. Elogia Cristina Ferreira e assume que, há dois anos, a SIC “beneficiou muito da queda” do canal de que é hoje Diretor-Geral.

Citação

TV 7 Dias – Em janeiro, a TVI estava a 6,5 pontos percentuais de share da SIC. Em dezembro, está a aproximadamente 1,5 pontos percentuais. Que comentário faz a este ano a nível de audiências?

Nuno Santos – Acho que 2020 foi um ano muito positivo para a TVI. Foi um ano de recuperação, foi um ano de aproximação aos públicos, foi o ano em que invertemos, de facto, uma tendência muito negativa que trazíamos de 2019. O ano de 2019, que às vezes já me parece muito distante, foi o ano em que a TVI perdeu, num primeiro momento, a liderança do dia e, depois, a liderança do prime time [horário nobre]. E, portanto, [a TVI] estava muito frágil.

Em 2020, fizemos isto em dois andamentos. Num primeiro momento, estancámos essa perda e começámos a subir progressivamente. Foi o que aconteceu, diria, até meio do ano. Depois, aproximámo-nos e ficámos muito próximos da SIC, que foi o que aconteceu, sobretudo, nos últimos quatro meses. Temos vindo a ficar progressivamente mais próximos da SIC.

Do nosso ponto de vista, isso significa uma aproximação aos públicos e significa a recuperação de uma certa matriz da TVI, que tem que ver com uma programação mais portuguesa, que tem que ver com o contacto direto nos nossos programas de day time, que tem que ver com a nossa ficção… E com uma disponibilidade das pessoas para a TVI e para a nossa oferta.

Quais foram os principais fatores para esta recuperação da matriz da TVI de que fala?

Isso passa muito pela força dos nossos comunicadores. Há um elemento muito importante e que agitou muito o mercado, que tem que ver com o regresso da Cristina [Ferreira à TVI]. Acho que isso introduziu uma dinâmica nos últimos quatro meses, que acelerou este processo, como é evidente.

E, depois, a nossa ficção também cresceu sempre ao longo do ano, a partir do momento do lançamento de “Quer o Destino”. É bom pensar que nós, há um ano, por esta altura, tínhamos uma grande diferença no horário nobre para a nossa concorrência. Hoje, não temos. Estamos muito próximos. E, nesse tabuleiro, joga-se uma boa parte do jogo.

Portanto, esta aproximação tem sido progressiva. Se fizermos aqui um paralelo – e sem retirar mérito à SIC naquilo que sucedeu em 2018 e 2019 -, a SIC fez um belíssimo trabalho nessa altura mas beneficiou muito da queda da TVI. Acho que, agora, a nossa recuperação tem acontecido sem demérito do nosso adversário, porque ele tem feito o trabalho que tem de fazer. Isto é, tem-se mantido firme, tem tido boas propostas, tem tido um investimento significativo, tem mantido rostos fortes na antena, tem diversificado a oferta. Portanto, nós temos feito isto lutando contra um adversário que é consistente.

Fazendo também uma analogia ao que aconteceu há dois anos, Cristina Ferreira estreou-se na SIC em janeiro de 2019 e, nesse mês, a SIC passou a ser líder de audiências. A TVI esperava isso, em setembro, com o regresso de Cristina Ferreira à antena?

Acho que não se pode estabelecer um paralelo entre as duas situações. Quando a Cristina entrou no ar na SIC, a SIC tinha uma consistência que ela ajudou a cimentar. Quando a Cristina regressou, agora, à TVI, nós estávamos a dar um passo a que ela ajudou e está a ajudar bastante. Mas não estávamos na mesma fase. Não há comparação entre o momento em que a SIC estava nessa altura e em que a TVI estava nesta altura. Nós temos feito isto por etapas. Por isso é que a etapa que estamos preparados para lançar agora, no arranque de janeiro, é mais uma fase deste processo. E o que vamos fazer, depois, a meio de fevereiro é outra fase. E o que vamos fazer ainda mais à frente, durante o primeiro trimestre, é outra fase. Porque um edifício é construído em camadas.

Com tantas apostas de que está a falar para o primeiro trimestre, há a meta de, nesse momento, haver uma inversão e a TVI voltar à liderança das audiências?

A TVI, pela sua matriz, tem como missão liderar o mercado. Agora: a TVI está num mercado onde estão outros players. Nós controlamos aquilo que vamos fazer, mas não controlamos aquilo que os outros vão fazer. E cada um procura fazer o melhor e ir ao encontro das pessoas em cada momento. Quer dizer, é preciso pensar também no ano de 2020. Falo de nós todos, não é uma questão que seja exclusiva de um canal, embora tivesse atingido mais a TVI, porque temos muitos programas em direto. Posso lembrar por exemplo, que não tivemos durante largos meses programas como o “Somos Portugal”. Nós vimo-nos forçados a atrasar a estreia, em mais de um mês, do “Big Brother [2020]”, que era o nosso programa-âncora. Agora: o que digo é que nós, em 2021, acreditamos que temos uma situação mais estrutural da empresa e da nossa oferta de conteúdos, bastante mais consistente e melhor.

Necessária para chegar à liderança?

Capaz de chegar a esse patamar.

A curto prazo?

Não me vou comprometer. Não vou responder a essa pergunta. A TVI entra em 2021 incomparavelmente mais forte, mais consistente e com melhor oferta do que se tivéssemos a ter esta conversa em dezembro de 2019. Em dezembro de 2019, a TVI era uma estação frágil e débil. Em dezembro de 2020, a TVI é uma estação forte e preparada para ser a mais vista pelos portugueses. Há toda uma diferença entre uma situação e outra.

Em jeito de balanço, o que destaca como o melhor e o pior para a TVI neste ano?

O pior foi o facto de termos sido confrontados e de termos lidado com a situação da pandemia, porque isso implicou que tivéssemos de reorganizar equipas e métodos de trabalho, que tivéssemos de parar produções… Enfim, foi muito complexo. O melhor… Diria que o espírito de equipa que, neste contexto tão difícil, veio ao de cima e revelou a fibra das pessoas e a capacidade que elas têm de quererem uma empresa melhor e mais forte.

A TVI voltou a ser uma família? Esta é uma palavra muito associada à estação nos últimos tempos.

Sente-se esse espírito de família. É indiscutível. E acho que o regresso da Cristina ajudou muito em relação a isso, porque ela faz parte da matriz da TVI. Ela esteve aqui muitos anos. E esteve fora pouco tempo. Tem essa capacidade agregadora e isso é muito importante.

Na próxima segunda-feira, há uma revolução no day time: Maria Botelho Moniz e Cláudio Ramos de manhã e Manuel Luís Goucha à tarde. Em que é que estes programas se vão diferenciar daquilo que a concorrência oferece?

Bom, começo pelas manhãs. “Dois às 10” traz todas as componentes que um programa da manhã habituou os espectadores, no sentido de ser um programa de companhia, de proximidade, de histórias com as quais as pessoas se identificam. Ao mesmo tempo, vai ser muito surpreendente no tom, na ligação com as pessoas, na dupla de apresentadores e até em alguns temas que vai apresentar. Não vou dizer mais do que isso, porque isso seria abrir o segredo e não quero abri-lo.

E em relação a “Goucha”?

Em relação às tardes, diria: quando hoje pensamos e olhamos para o panorama televisivo nos grandes comunicadores que existem na televisão e naqueles que têm capacidade de conversas, de interagir com os protagonistas, sejam eles pessoas muito conhecidas ou conhecidas circunstancialmente por algum tema ou por alguma coisa que fizeram, acho que há muito poucas pessoas – diria até que não há nenhuma – com a capacidade e até autoridade de fazer as perguntas do Goucha.

Acho que esse espaço, também com um conjunto de abordagens que vão ser surpreendentes – o programa tem dentro [dele] uma série de espaços que o vão baralhar, que o vão desconstruir e que vai ser surpreendente para o espectador – para termos um formato que é também um formato de companhia e um formato de proximidade. Um formato muito emocional, obviamente, como é próprio deste registo de programas, mas que vão tornar a nossa programação de dia mais forte.

No caso de “Goucha”, não se trata de um mero programa de conversas, como oferece a concorrência no mesmo horário?

Não vou falar dos programas dos nossos concorrentes. Conheço-os bem, conheço as pessoas que os fazem, que os produzem e que os pensam…

Estou a perguntar se o programa “Goucha” não é um mero programa de conversas.

Queremos que ele seja mais do que isso. E ele vai ser mais do que isso.

Há aqui dois cenários distintos. De manhã, a TVI é líder e pretende, por isso, manter essa liderança. À tarde, a TVI não é líder. Há a pressão para que a liderança chegue à TVI também nesse horário?

A pressão é a pressão que colocamos sobre nós próprios. Essa é a única pressão que temos.

Fonte: TV7Dias

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