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há 1 hora, Televisão 10 disse:

Interessante...

 

 

Também achei muito interessante!

Não entendi muito bem essa cena do patronímico. Pelo que pesquisei é um nome derivado da linhagem do pai. Ora, no caso da cultura portuguesa, eu lembrei-me do "z" que existia antigamente que designava que era filho de alguém com esse nome (acho que todos sabem porque D. Afonso I era Henriquez), mas não entendi se é realmente um exemplo desse tal de patronímico.

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agora mesmo, srcbica disse:

Também achei muito interessante!

Não entendi muito bem essa cena do patronímico. Pelo que pesquisei é um nome derivado da linhagem do pai. Ora, no caso da cultura portuguesa, eu lembrei-me do "z" que existia antigamente que designava que era filho de alguém com esse nome (acho que todos sabem porque D. Afonso I era Henriquez), mas não entendi se é realmente um exemplo desse tal de patronímico.

O patronímico acrescenta-se ao apelido e quer dizer "filho(a) de", pelo que percebi.

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agora mesmo, Televisão 10 disse:

O patronímico acrescenta-se ao apelido e quer dizer "filho(a) de", pelo que percebi.

Então, o antigo "z" encaixa-se na regra.:gosto:

Acho incrível os islandeses conseguirem saber a que clã pertencem com um patronímico. Pelo menos, houve um episódio dos Simpsons que deram a entender que os islandeses sabem essas coisas.

 

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  • 3 semanas depois...
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há 39 minutos, srcbica disse:

Alguém me sabe dizer se "colonia" em castelhano tem um significado ligeiramente diferente do português? É que na TVE 24h escreveram "Felipe VI se reúne con la colonia espanola".

No português do Brasil a palavra "colônia" pode ser usado neste sentido de uma comunidade de estrangeiros em outro país.

https://www.gov.br/turismo/pt-br/assuntos/noticias/114-anos-de-japao-no-brasil 
 

On 25/08/2023 at 17:55, srcbica disse:

Como sabemos que a língua proto-indo-europeia realmente existiu? Qual é a evidência?

https://qr.ae/py6BUH

Por que a gramática da língua portuguesa ainda é tão baseada no falar de Portugal, distanciando-se do português brasileiro, apesar de este concentrar a maioria de seus falantes?

https://qr.ae/py6BW2

 

Respondendo à segunda questão: a gramática da língua portuguesa no Brasil é assim por pura preguiça de se mudar. O brasileiro não costuma a seguir a lei ao pé da letra, principalmente se não há fiscalização. Também pesa interesses geopolíticos e diplomáticos. Ou seja, o idioma é o mesmo de jure, mas já é outro de facto. 

  • 4 meses depois...
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On 19/06/2021 at 13:46, Diogo Marreiros disse:

:cryhappy:

Vídeo muito bem feito.

É verdade que há muitos dialetos que as pessoas da alemanha e às vezes até da Áustria não entendem apesar de, teoricamente, ser a mesma língua. Ainda assim as pessoas que vivem na parte da Áustria que ele marcou entendem-nos e vice-versa. 

Há também dialetos que não se entendem totalmente entre si. Por exemplo; eu tenho alguma dificuldade em perceber as pessoas que vêm da parte alemã de Waadt (Vaud). No entanto, percebo perfeitamente as pessoas de Zurique, Chur, Thurgau, Appenzell e todos têm dialetos diferentes. 

Um exemplo para isso é: Em Zurique (como ele disse) dizem Jupe. Nós dizemos Rock. Eles dizem Reservation. Nós dizemos mais Reservierig. 

Outra diferença: no segundo grupo de expressões que ele usou (grüezi, adie,...) é tudo igual na parte alemã tirando o "es bitzeli" que no meu caso até nem muda muito (e bitzli).

O "gsi" é um bom exemplo para algo que os alemães não entenderiam.:haha:

Come, let e go também são diferentes no meu dialeto (St. Gallen).

Em Zurique:

  • Choo
  • Laa
  • Aafaa

St. Gallen:

  • Cho
  • Loh
  • Ahfange

Depois também há palvras como "schauen" (alemão da Alemanha) que não se dizem aqui. Diz-se (no meu caso) "luege". Também há luaga e lugga e todas estas palvras querem dizer o mesmo. (Olhar)

Na frase que ele usou "Der Freund, mit dem ich immer saufen gehe." também não é igual na minha parte e neste caso até a gramática muda. No meu caso seria: "De Fründ, mit dem i immer go suufe goh.". Uma frase com "wo" aqui seria por exemplo: De Fründ, wo i gester gseh ha" (Der Freund, den ich gestern gesehen habe)

(já agora diz-se mais Kolleg que Fründ porque cá Kolleg é mais amigo e Fründ quer dizer namorado) 

E respondendo à pergunta do dia:

Dentro da Suíça é muito fácil com algumas exceções e fora da Suíça temos quase sempre de falar o alemão da alemanha para eles nos entenderem.

Sim, é verdade. Fora da escola/do trabalho fala-se alemão da Suíça. Dentro da escola aprendemos e falamos o alemão da Alemanha.

Voltando a pegar neste assunto, tenho visto a série Davos 1917 e a mesma tem alguns diálogos em alemão suíço. Dá para perceber as diferenças, mesmo para quem não saiba falar alemão.

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Disse "bom dia" em francês e holandês e devia tê-lo dito só na segunda língua. Conheça a polémica ferroviária do momento na Bélgica

Um maquinista belga enfrenta uma queixa por cumprimentar passageiros em francês e holandês enquanto passava pela cidade flamenga de Vilvoorde, onde apenas são permitidos anúncios em holandês. O caso reacendeu o debate sobre as rigorosas regras linguísticas da Bélgica.

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/disse-bom-dia-em-frances-e-holandes-e-devia-te-lo-dito-so-na-segunda-lingua-conheca-a-polemica-ferroviaria-do-momento-na-belgica?utm_source=facebook_sapo&utm_medium=social&utm_campaign=social_sapo&fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTEAAR3Ez7HmD7zr1Av0zfK-YNBzdGZ_SeuiCmipBPuWYDz6dpTGdQSI9ZsP8Dc_aem_rr1ps9MFl4TheT1laT3NvA

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há 15 horas, PierreDumont disse:

Você conhece algum vídeo do portunhol que existe entre portugueses e espanhois?

Atualmente, desde que houve a transição do sinal analógico para digital, a raia apanha bem os sinais da televisão espanhola (há muitos lugares que só têm a televisão portuguesa graças a um serviço de tv a cabo, inclusive) então as pessoas passaram a ficar mais fluentes em castelhano. No entanto, não são os portugueses que vivem na raia ou próximos dela quem fala mais o portunhol. Justamente por viverem tão próximos, os espanhóis estão igualmente habituados com o português e entendem-no, então aquilo que normalmente acontece é cada qual falar na sua língua.

Na raia nortenha, o caso é diferente, visto que o português e o galego derivam do galaio-português. Julgo que até ao séc. XIX, início do XX não havia praticamente nenhuma diferença nos falares dos dois lados da fronteira. Ainda hoje, uma coisa é ouvir o galego da nova geração, educada, que vive na cidade. Está completamente castelhanizado. E outra coisa é ouvir o galego dos velhos da aldeia. Quem ouve esse galego entende por que razão existem unionistas da língua, pessoas que consideram o galego e o português a mesma língua. Com o advento da rádio e mais tarde da televisão, os falares foram se tornando cada vez mais padronizados. Sobrevive à padronização o sotaque.

Há no entanto variantes que evoluíram tempo suficiente para serem consideradas uma língua à parte, como o mirandês, que nem sequer deriva do galaio-português, mas antes do asturo-leonês, ou o riodonoris e o barranquenho, que estão praticamente extintos.

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