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Curioso o reclamanço de um certo membro que curiosamente assiste maioritariamente conteúdo brasileiro e às vezes se mete a escrever “português do Brasil” :rolleyes:

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há 12 minutos, Fernandovisão disse:

Mas se a expressão tem origem inglesa, acho que não faz muito sentido. Mas nessa palavra há duas maneiras. Mas há outros casos que não

não é uma expressão, é só uma palavra que tem uma tradução simples em português.

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há 1 minuto, SIM disse:

Acho que a vida é curta demais para nos limitarmos ao português e se no inglês encontramos termos que achamos mais mais adequados, porque não? Vamos começar a dizer "teledisco", "dispositivo de armazenamento externo e removível de dados" ou "diário online", só porque é português?

Estás no teu direito de não usar, claro, mas eu acho que deveríamos. Não o imponho a ninguém, mas gosto mais. Eu, por exemplo, digo, sim, «teledisco» :dontknow: E acho que os termos portugueses, na maioria das vezes, são mais adequados. Eu só não uso «versões portuguesas» quando não existem. Mesmo em casos em que (quase) ninguém usa.  Se existe «uísque», não sinto a menor necessidade de escrever whisky. Quem quiser que o faça, mas não vejo para quê. Não condeno nem louvo. Cada um que faça como quiser, é-me igual. Desde que não me obriguem a escrever newsletter, em vez de «boletim informativo», estamos bem ;) Prefiro dar primazia às palavras portuguesas. Se tu não, tudo bem :) 

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Na sequência da conversa, deixo aqui um cartoon que demonstra bem a hipocrisia de certas pessoas sobre este assunto dos estrangeirismos (atenção não é uma crítica a ninguém do fórum).

Resultado de imagem para estrangeirismos

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há 5 minutos, msm0 disse:

Na sequência da conversa, deixo aqui um cartoon que demonstra bem a hipocrisia de certas pessoas sobre este assunto dos estrangeirismos (atenção não é uma crítica a ninguém do fórum).

Resultado de imagem para estrangeirismos

Ah, sim! Para usarem, que assumam. Mas atenção! Por vezes, escapa-nos que algo é anglicismo. Por exemplo, sabias que «é suposto» é decalque do inglês «it's supposed»? Muita gente não sabe. É que é fácil percebermos que follower é inglês, mas o meu exemplo não é tão óbvio.

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há 9 minutos, BBFF disse:

Ah, sim! Para usarem, que assumam. Mas atenção! Por vezes, escapa-nos que algo é anglicismo. Por exemplo, sabias que «é suposto» é decalque do inglês «it's supposed»? Muita gente não sabe. É que é fácil percebermos que follower é inglês, mas o meu exemplo não é tão óbvio.

Só soube disso quando a minha professora de Inglês me o disse e tal surpreendeu-me.

Quanto à questão da língua. Eu também uso empréstimos, como por exemplo, e-mail, site... No entanto, não deixo de concordar com o @Forbidden quando diz que chega a ser exagerada a utilização de termos em inglês como se isso tornasse determinada palavra com mais prestígio, ou seja, como se dizer influencer fosse mais refinado do que dizer influenciador. A meu ver, devemos tentar usar termos portugueses sempre que possível.

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há 55 minutos, BBFF disse:

Estás no teu direito de não usar, claro, mas eu acho que deveríamos. Não o imponho a ninguém, mas gosto mais. Eu, por exemplo, digo, sim, «teledisco» :dontknow: E acho que os termos portugueses, na maioria das vezes, são mais adequados. Eu só não uso «versões portuguesas» quando não existem. Mesmo em casos em que (quase) ninguém usa.  Se existe «uísque», não sinto a menor necessidade de escrever whisky. Quem quiser que o faça, mas não vejo para quê. Não condeno nem louvo. Cada um que faça como quiser, é-me igual. Desde que não me obriguem a escrever newsletter, em vez de «boletim informativo», estamos bem ;) Prefiro dar primazia às palavras portuguesas. Se tu não, tudo bem :) 

Eu acho que algumas dessas coisas tornam a sociedade demasiado "nacional". Isso nota-se no Brasil e Espanha, tudo é traduzido, torna-se uma sociedade preguiçosa, muito em si mesmo sem conhecer o que está à volta. Adoro o português, mas certos termos estrangeiros tornam especiais o diálogo e renovam a linguagem. Um "démodé" tem algo a mais do que um simples "fora de moda" ou "desatualizado". E até em nomes, nunca gostaria que os ingleses chamassem ao rio Douro algo como "river of gold". A palavra original, muitas das vezes, transmite um significado, ideia e status maior do que uma tradução. Talvez, por isso, não goste nada de adaptação para a língua nativa como, por exemplo, "surfe" ou "sítio".

Editado por AGUI
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há 8 minutos, Televisão 10 disse:

Só soube disso quando a minha professora de Inglês me o disse e tal surpreendeu-me.

Quanto à questão da língua. Eu também uso empréstimos, como por exemplo, e-mail, site... No entanto, não deixo de concordar com o @Forbidden quando diz que chega a ser exagerada a utilização de termos em inglês como se isso tornasse determinada palavra com mais prestígio, ou seja, como se dizer influencer fosse mais refinado do que dizer influenciador. A meu ver, devemos tentar usar termos portugueses sempre que possível.

Concordo absolutamente.

Spoiler

Eu digo «correio eletrónico» e «página/sítio» :P 

 

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Correio eletrónico e página usavam-se imenso nos anos 90, nos princípios da internet. Mas email e site é muito mais prático.

É como ouvir pessoas a chamarem "telefone inteligente" ao smartphone, faz-me bué confusão, tbh.

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há 5 minutos, Mr. Robot disse:

É como ouvir pessoas a chamarem "telefone inteligente" ao smartphone, faz-me bué confusão, tbh.

isso também já é de mais. :haha:

Editado por joanna
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há 8 minutos, Mr. Robot disse:

Correio eletrónico e página usavam-se imenso nos anos 90, nos princípios da internet. Mas email e site é muito mais prático.

É como ouvir pessoas a chamarem "telefone inteligente" ao smartphone, faz-me bué confusão, tbh.

Se te faz confusão, é melhor não dizer... 

há 13 minutos, AGUI disse:

Eu acho que algumas dessas coisas tornam a sociedade demasiado "nacional". Isso nota-se no Brasil e Espanha, tudo é traduzido, torna-se uma sociedade preguiçosa, muito em si mesmo sem conhecer o que está à volta. Adoro o português, mas certos termos estrangeiros tornam especiais o diálogo e renovam a linguagem. Um "démodé" tem algo a mais do que um simples "fora de moda" ou "desatualizado". E até em nomes, nunca gostaria que os ingleses chamassem ao rio Douro algo como "river of gold". A palavra original, muitas das vezes, transmite um significado, ideia e status maior do que uma tradução. Talvez, por isso, não goste nada de adaptação para a língua nativa como, por exemplo, "surfe" ou "sítio".

Seria estranho os ingleses traduzirem Rio Douro para "River of Gold". Douro é o nome. O rio não é de ouro.

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há 10 minutos, Televisão 10 disse:

Seria estranho os ingleses traduzirem Rio Douro para "River of Gold". Douro é o nome. O rio não é de ouro.

Mas provém "d'ouro", pela sua cor. O rio "Thames" em português é chamado de "Tamisa" e o "Tejo" de "Tajo". Também são nomes e são traduzidos.

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não é uma expressão, é só uma palavra que tem uma tradução simples em português.
Exato, estão a misturar termos que não tem sequer tradução pra português (como nomes de marcas ou certos objectos) com termos que são apenas traduções de palavras que já existem na nossa língua. O quê que uma coisa tem a ver com a outra?
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há 10 minutos, Forbidden disse:
há 1 hora, joanna disse:
não é uma expressão, é só uma palavra que tem uma tradução simples em português.

Exato, estão a misturar termos que não tem sequer tradução pra português (como nomes de marcas ou certos objectos) com termos que são apenas traduções de palavras que já existem na nossa língua. O quê que uma coisa tem a ver com a outra?

Ninguém está a dizer o contrário, apenas te mostrarmos que o teu argumento foi falacioso ao dizeres que isto não é EUA. Se fossemos por essa ordem de ideias também não podias fazer certas coisas porque Portugal não é os EUA. 

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há 6 horas, BBFF disse:

@AGUI @Duarte com D que constrangedor!

 

Morto que gostei :lol: Os "atores" não valem nada, mas o plot até se come, à ausência de melhor em Portugal. E o texto está realista. Eu achei.

há 5 horas, Forbidden disse:

"Influencers" :lol:  Que pirosice alguém que avise esta gente que estamos em Portugal e não nos EUA, além do mais misturar palavras inglesas com portuguesas fica tão mal...

Essa web-série é um reflexo da realidade, que funciona exatamente assim. Não culpes a série :mosking: 

Quanto ao tema que se tem vindo a discutir... Nada melhor que cada um usar o que quiser. Eu confesso que, apesar de também reconhecer alguns exageros, dou por mim a ser quase o Ricardo dessa série. :ph34r: Acho importante preservar as palavras portuguesas, mas acima de tudo é importante valorizar a liberdade de expressão, cada pessoa deve falar como quiser (consoante o ambiente em que esteja inserido, claro, estou a falar num ambiente informal). Embora seja importante o nacional, não digo o contrário, pelo menos ao nível formal, acho que a liberdade de expressão se sobrepõe a isto no nível informal.

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há 1 minuto, Tiago João disse:

Quanto ao tema que se tem vindo a discutir... Nada melhor que cada um usar o que quiser. Eu confesso que, apesar de também reconhecer alguns exageros, dou por mim a ser quase o Ricardo dessa série. :ph34r: Acho importante preservar as palavras portuguesas, mas acima de tudo é importante valorizar a liberdade de expressão, cada pessoa deve falar como quiser (consoante o ambiente em que esteja inserido, claro, estou a falar num ambiente informal). Embora seja importante o nacional, não digo o contrário, pelo menos ao nível formal, acho que a liberdade de expressão se sobrepõe a isto no nível informal.

«É viskoso e erudito. Que combinação!» :lol: 

--------------------

Eu só vi um pouco. O vilão é forçadíssimo, gente! Mas até gostei do tema instrumental que puseram, quando ele vê a namorada a conversar com o outro.

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há 2 minutos, BBFF disse:

«É viskoso e erudito. Que combinação!» :lol: 

--------------------

Eu só vi um pouco. O vilão é forçadíssimo, gente! Mas até gostei do tema instrumental que puseram, quando ele vê a namorada a conversar com o outro.

Sim, o acting ( :angel: ) é horrível. Mas a produção em si não é má e a história parece-me decente. 

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há 2 minutos, Tiago João disse:

Sim, o acting ( :angel: ) é horrível. Mas a produção em si não é má e a história parece-me decente. 

Pois, é o que toda a gente comenta no YouTube - que o único problema são os atores :lol: 

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Agora mesmo, Tiago João disse:

Morto que gostei :lol: Os "atores" não valem nada, mas o plot até se come, à ausência de melhor em Portugal. E o texto está realista. Eu achei.

Os guionistas em Portugal estão uma miséria. Que texto terrível.

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Agora mesmo, AGUI disse:

Os guionistas em Portugal estão uma miséria. Que texto terrível.

Não achei mau. Achei mediano e identifiquei-me, acho que a minha geração não anda longe daquilo (mas mais natural, né). Não é nada de mais, claro que não. Mas o elogio ao texto também tem a ver com a história, é realista e parece-me bem desenvolvido tendo em conta a mensagem que quer passar. :P 

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Que florzinhas de estufa. :P Lá por as pessoas agora começarem a usar mais palavras estrangeiras, não significa que a língua portuguesa esteja a morrer, que é o que acho que alguns pensam nos posts que li. Para mim, muito basicamente, as pessoas dizem o que mais ouvem, e a geração mais nova atual só se interessa por Youtube e coisas da Internet. É normal que passam a dizer coisas em inglês, que secalhar uma pessoa da terceira idade nem sequer sonha do que se trata (pois provavelmente, mesmo dizendo a palavra portuguesa, ficaria na mesma). Ninguém morre por se usar "e-mail" ou "website" ou "influencer", ou morreu alguém até o dia de hoje? :rolleyes: 

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há 1 minuto, Bloody disse:

Ninguém morre por se usar "e-mail" ou "website" ou "influencer", ou morreu alguém até o dia de hoje? :rolleyes: 

Nem ninguém nasce.

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há 2 minutos, BBFF disse:

Nem ninguém nasce.

Nem ninguém nasce se utilizarmos "página de internet", "correio eletrónico" ou "telemóvel inteligente". Portanto usar estrangeirismos ou palavras portuguesas vai dar ao mesmo.

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