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há 52 minutos, Mundo disse:

A Madame Lucerne (Tempo de Amar, para quem não viu) como Ministra da Cultura :rofl: O Brasil tornou-se realmente num verdadeiro bordel

Não é ministra, é secretária. E a Regina Duarte é uma das maiores atrizes do Brasil e uma das mais reconhecidas lá fora. Bagagem certamente deve ter alguma.

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agora mesmo, AGUI disse:

Não é ministra, é secretária. E a Regina Duarte é uma das maiores atrizes do Brasil e uma das mais reconhecidas lá fora. Bagagem certamente deve ter alguma.

Não digo o contrário, ela é um ícone das artes. Foi só uma brincadeira com a personagem dela em Tempo de Amar!

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  • 2 semanas depois...
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Assembleia do Livre retira confiança a Joacine Katar Moreira. Mais de 80% dos membros votaram na retirada de confiança

O desfecho era "inevitável" e a nova Assembleia do partido ratificou a decisão tomada a 16 de janeiro. Joacine Katar Moreira perde a confiança política do Livre e pode passar a deputada não inscrita.

Joacine Katar Moreira deverá agora continuar na Assembleia da República até ao final da legislatura, em 2023, passando à condição de deputada não inscrita, mas para isso terá que ser Joacine Katar Moreira a pedir ao presidente da Assembleia da República para passar a essa condição.

Caso passe à condição de não-inscrita, Joacine perderá o direito a questionar António Costa nos debates quinzenais e perde também uma das declarações políticas, passando a ter apenas duas.

No que diz respeito à capacidade de agendamento que Katar Moreira tem atualmente — pode fixar a ordem do dia numa reunião plenária por sessão legislativa —, Joacine perderá também este direito bem como o agendamento potestativo de um ponto da ordem do dia, sobre uma iniciativa legislativa ou debate político.

 

Se nem o próprio partido a suporta, imaginem como estará a imagem dela junto do público geral :haha:

Terrível deputada e péssima auto-denominada "representante das mulheres negras" de Portugal.

A Ministra da Justiça, essa sim, é um óptimo exemplo de uma mulher negra em Portugal, trabalhou duro e integrou-se na sociedade e colheu os fruto do seu trabalho. Além disso, afirmou que nunca sofreu de qualquer racismo nas décadas de trabalho na área da Justiça e nunca houve qualquer impedimento para chegar a cargos de topo nesta área por ser mulher ou por ser negra.  Simplesmente provou as suas capacidades e foi recompensada.

Já a Joacine prefere fazer-se de vítima e usar o alegado "racismo" em Portugal para tentar dividir as pessoas e propagar uma narrativa de "eles contra nós".   Revelou também que o que ela realmente defende é imigração desregrada, nacionalidade portuguesa automática para qualquer pessoa que nasça em Portugal (inclusivé filhos de turistas ou de imigrantes ilegais), direito de voto para todos os residentes em Portugal que não sejam cidadãos. Isto são políticas que claramente são defendidas para tentar mudar a população de Portugal à força toda -- só que os portugueses não caiem nessa, então a única narrativa que resta é o desespero de tentar pintá-los a todos como 'racistas', insultar a nossa história, etc. 

Keep trying, Joacine!  Esbraceja, grita, gagueja... Tens mais 3 anos, agora como 'deputada independente'  :sarcastic: 

 

Editado por Cable Guy
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há 30 minutos, joanna disse:

é preciso ser se muito burro/tapado/inocente para se dizer que não há racismo cá.

Uma coisa é dizer que não há racismo!!

O caso do André Ventura é claramente racismo e tem de ser criticado.

Mas a Joacine aproveita-se disso para criticar todos os que discordam dela!

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há 2 horas, Cable Guy disse:

Se nem o próprio partido a suporta, imaginem como estará a imagem dela junto do público geral :haha:

Terrível deputada e péssima auto-denominada "representante das mulheres negras" de Portugal.

A Ministra da Justiça, essa sim, é um óptimo exemplo de uma mulher negra em Portugal, trabalhou duro e integrou-se na sociedade e colheu os fruto do seu trabalho. Além disso, afirmou que nunca sofreu de qualquer racismo nas décadas de trabalho na área da Justiça e nunca houve qualquer impedimento para chegar a cargos de topo nesta área por ser mulher ou por ser negra.  Simplesmente provou as suas capacidades e foi recompensada.

Já a Joacine prefere fazer-se de vítima e usar o alegado "racismo" em Portugal para tentar dividir as pessoas e propagar uma narrativa de "eles contra nós".   Revelou também que o que ela realmente defende é imigração desregrada, nacionalidade portuguesa automática para qualquer pessoa que nasça em Portugal (inclusivé filhos de turistas ou de imigrantes ilegais), direito de voto para todos os residentes em Portugal que não sejam cidadãos. Isto são políticas que claramente são defendidas para tentar mudar a população de Portugal à força toda -- só que os portugueses não caiem nessa, então a única narrativa que resta é o desespero de tentar pintá-los a todos como 'racistas', insultar a nossa história, etc. 

Keep trying, Joacine!  Esbraceja, grita, gagueja... Tens mais 3 anos, agora como 'deputada independente'  :sarcastic: 

 

Olha, a ministra da justiça discorda de ti:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/ministra-da-justica-critica-negacao-de-racismo-em-portugal-465651

https://sicnoticias.pt/pais/2020-01-29-Ministra-da-Justica-condena-discurso-xenofobo-de-Andre-Ventura

Mas, no teu caso eu preocupava-me menos com a Joacine e mais com o Brexit. Tic, tac, falta pouco para as 23h.

Editado por Luíza Albuquerque
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1 hour ago, PT 04 said:

Uma coisa é dizer que não há racismo!!

O caso do André Ventura é claramente racismo e tem de ser criticado.

Mas a Joacine aproveita-se disso para criticar todos os que discordam dela!

Sem dúvida.

Há racismo em todos os países deste planeta, sem excepção. E temos de condená-lo e tentar que seja cada vez menos frequente e aceitável.

Mas Portugal é, em termos gerais, um país tolerante e a maioria das pessoas não são racistas, nem as leis do país promovem qualquer tipo de descriminação.

Como disseste, e muito bem, personagens como a Joacine ou Mamadou Ba, têm exaltação selectiva quando comentam casos de alegado racismo, usando-os para vitimização e divisão da sociedade.

51 minutes ago, Luíza Albuquerque said:

Olha, a ministra da justiça discorda de ti:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/ministra-da-justica-critica-negacao-de-racismo-em-portugal-465651

https://sicnoticias.pt/pais/2020-01-29-Ministra-da-Justica-condena-discurso-xenofobo-de-Andre-Ventura

Mas, no teu caso eu preocupava-me menos com a Joacine e mais com o Brexit. Tic, tac, falta pouco para as 23h.

1) Ela não discordou do que eu escrevi aqui, nada a ver. O que ela diz é que obviamente existe racismo em Portugal e não podemos ignorá-lo. Tal como existe em todos os outros países.  Concordo plenamente com ela. Mas isso não significa que Portugal seja um país racista, cheio de racistas, como apregoa a Joacine. A Ministra da Justiça não disse nada disso.

2) Não tenho preocupação nenhuma com o Brexit, tenho os mesmos direitos como qualquer cidadão britânico e a minha vida continuará a ser a mesma boa vida que tenho aqui, obrigado. E celebro o voto democrático do povo britânico, e espero que seja um sucesso para este país, a longo prazo, de em diante com maior liberdade para criar laços económicos com países de todo o mundo :D

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Amigos, a Joacine foi uma espécie de marioneta politica nas mãos do Livre para apelar a votos de uma esquerda mais ideológica que prefere ver uma deputada negra, mulher e gaga (tudo handicaps) do que propriamente qualificada para ocupar o cargo para o qual foi nomeada. E viu-se que, evidentemente, o Livre é uma anedota  (throwback ao assessor de saias) e as capacidades da Joacine ficaram aquém, resultando na novela que todos sabemos. Agora, não acredito que a senhora seja burra - pelo contrário, ela sabia perfeitamente que estava a ser um instrumento político. Tanto que, assim que começou a correr mal para o lado dela, começou a usar contra o próprio partido os argumentos que, de certa forma, usou para chegar ao seu lugar parlamentar. Mas pronto, mais um dia na pequenez portuguesa. 

Enquanto a esquerda se divide e preocupa com guerrinhas minúsculas, a extrema direita fortalece-se e cresce a olhos vistos. 

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há 1 hora, Duarte disse:

Amigos, a Joacine foi uma espécie de marioneta politica nas mãos do Livre para apelar a votos de uma esquerda mais ideológica que prefere ver uma deputada negra, mulher e gaga (tudo handicaps) do que propriamente qualificada para ocupar o cargo para o qual foi nomeada. E viu-se que, evidentemente, o Livre é uma anedota  (throwback ao assessor de saias) e as capacidades da Joacine ficaram aquém, resultando na novela que todos sabemos. Agora, não acredito que a senhora seja burra - pelo contrário, ela sabia perfeitamente que estava a ser um instrumento político. Tanto que, assim que começou a correr mal para o lado dela, começou a usar contra o próprio partido os argumentos que, de certa forma, usou para chegar ao seu lugar parlamentar. Mas pronto, mais um dia na pequenez portuguesa. 

Enquanto a esquerda se divide e preocupa com guerrinhas minúsculas, a extrema direita fortalece-se e cresce a olhos vistos. 

Não me parece que isso seja assim tão linear.

Mas a novela ainda não terminou, esperemos pelos próximos capítulos.

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há 3 horas, Cable Guy disse:

2) Não tenho preocupação nenhuma com o Brexit, tenho os mesmos direitos como qualquer cidadão britânico e a minha vida continuará a ser a mesma boa vida que tenho aqui, obrigado. E celebro o voto democrático do povo britânico, e espero que seja um sucesso para este país, a longo prazo, de em diante com maior liberdade para criar laços económicos com países de todo o mundo :D

Espero que esteja certo!

Eu ía dizer "VOLTA PARA A TUA TERRA" porque dá sempre jeito ter homens que sabem mexer nos cabos por perto, mas não quero ser mal interpretada!

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há 6 horas, Duarte disse:

Amigos, a Joacine foi uma espécie de marioneta politica nas mãos do Livre para apelar a votos de uma esquerda mais ideológica que prefere ver uma deputada negra, mulher e gaga (tudo handicaps) do que propriamente qualificada para ocupar o cargo para o qual foi nomeada. E viu-se que, evidentemente, o Livre é uma anedota  (throwback ao assessor de saias) e as capacidades da Joacine ficaram aquém, resultando na novela que todos sabemos. Agora, não acredito que a senhora seja burra - pelo contrário, ela sabia perfeitamente que estava a ser um instrumento político. Tanto que, assim que começou a correr mal para o lado dela, começou a usar contra o próprio partido os argumentos que, de certa forma, usou para chegar ao seu lugar parlamentar. Mas pronto, mais um dia na pequenez portuguesa. 

Enquanto a esquerda se divide e preocupa com guerrinhas minúsculas, a extrema direita fortalece-se e cresce a olhos vistos. 

Isto.

Não deixa de ser engraçado que, no meio da novela toda, a Joacine usou grande parte das críticas que deram ao Livre e à campanha que fizeram (e justamente) para depois atacar o partido. O Livre de JKM não é o Livre de Rui Tavares. O Livre de Rui Tavares não é só identity politics para criar polémica. Agora é demasiado tarde para voltar atrás - o Livre perdeu toda a credibilidade que tinha, perdeu a representação parlamentar que tinha e duvido que volte a eleger alguém em futuras eleições legislativas.

Outro aspeto interessante são essas guerrinhas. A eleição da Joacine foi das melhores coisas que podia ter acontecido a André Ventura. Ele precisa que existam identity politics para poder proliferar o seu discurso racista. Esta nova proposta da devolução de artefactos é exatamente isso que ele quer para voltar a catapultar-se para o centro das atenções - porque o Chega não passa disso, um partido que apenas sabe utilizar os mesmos talking points uma e outra vez para propagar a sua mensagem. O triste espetáculo na TVI, há uns dias, é aquilo que faz o Chega.

No entanto, não é um problema só da esquerda. Acho que a direita está muito melhor definida do que estava em 2015, mas cabe também à direita impedir que a drenagem de votos para o Chega. O CDS virou agora para o espaço conservador, o que, muito sinceramente, é o espaço que lhe pertence. A ala liberal do partido saiu profundamente derrotada e vai ter de se conformar com a aproximação ao Chega. Resta saber como resulta. Existe agora a IL, que apesar de ainda não ter brilhado, tem tido subidas graduais e tem agora uma chance de convencer os liberais do CDS a juntarem-se ao partido - veremos como se irá comportar com o novo debate sobre a eutanásia. Há ainda o PSD, que vai permanecer uma versão light do PS.

Outro aspeto que era interessante saber é onde o Chega cresce. Não podemos esquecer que o Chega teve imensos votos em diversas zonas do Alentejo, anterior eleitorado do PCP. Se seguir a mesma tendência da Frente Nacional, por exemplo, onde muitas áreas de esquerda/extrema-esquerda transitaram para a extrema-direita, não deixa de ter implicações interessantes a nível político.

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há 1 minuto, Ruben Fonseca disse:

O CDS virou agora para o espaço conservador, o que, muito sinceramente, é o espaço que lhe pertence.

o abel matos santos era escusado no entanto.

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há 6 minutos, Ruben Fonseca disse:

Não podemos esquecer que o Chega teve imensos votos em diversas zonas do Alentejo, anterior eleitorado do PCP.

Não te esqueças daquele cigano alentejano que votou no Chega para mostrar que não tem medo do André Ventura. :cryhappy:

 

Para saber onde o Chega vai crescer vamos ter de esperar pelas próximas eleições (presidenciais) para perceber isso, uma vez que as sondagens são (quase) sempre nacionais.

E, mesmo assim, a manter-se a fórmula das eleições legistativas até à data, vai ter de subir muito nessas regiões para que se traduza em deputados.

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há 9 minutos, Ruben Fonseca disse:

Isto.

Não deixa de ser engraçado que, no meio da novela toda, a Joacine usou grande parte das críticas que deram ao Livre e à campanha que fizeram (e justamente) para depois atacar o partido. O Livre de JKM não é o Livre de Rui Tavares. O Livre de Rui Tavares não é só identity politics para criar polémica. Agora é demasiado tarde para voltar atrás - o Livre perdeu toda a credibilidade que tinha, perdeu a representação parlamentar que tinha e duvido que volte a eleger alguém em futuras eleições legislativas.

Outro aspeto interessante são essas guerrinhas. A eleição da Joacine foi das melhores coisas que podia ter acontecido a André Ventura. Ele precisa que existam identity politics para poder proliferar o seu discurso racista. Esta nova proposta da devolução de artefactos é exatamente isso que ele quer para voltar a catapultar-se para o centro das atenções - porque o Chega não passa disso, um partido que apenas sabe utilizar os mesmos talking points uma e outra vez para propagar a sua mensagem. O triste espetáculo na TVI, há uns dias, é aquilo que faz o Chega.

No entanto, não é um problema só da esquerda. Acho que a direita está muito melhor definida do que estava em 2015, mas cabe também à direita impedir que a drenagem de votos para o Chega. O CDS virou agora para o espaço conservador, o que, muito sinceramente, é o espaço que lhe pertence. A ala liberal do partido saiu profundamente derrotada e vai ter de se conformar com a aproximação ao Chega. Resta saber como resulta. Existe agora a IL, que apesar de ainda não ter brilhado, tem tido subidas graduais e tem agora uma chance de convencer os liberais do CDS a juntarem-se ao partido - veremos como se irá comportar com o novo debate sobre a eutanásia. Há ainda o PSD, que vai permanecer uma versão light do PS.

Outro aspeto que era interessante saber é onde o Chega cresce. Não podemos esquecer que o Chega teve imensos votos em diversas zonas do Alentejo, anterior eleitorado do PCP. Se seguir a mesma tendência da Frente Nacional, por exemplo, onde muitas áreas de esquerda/extrema-esquerda transitaram para a extrema-direita, não deixa de ter implicações interessantes a nível político.

Na minha perspetiva, o Chega vai crescer em eleitorado que se tem afastado da política por descrédito. O Ventura quer posicionar-se como um Messias, um cavalo de tróia dentro do Parlamento que não está lá para interesses pessoais, com amiguinhos envolvidos em escândalos de corrupção. Consequentemente, apela a esse tal eleitorado que não tem votado por acreditar que os partidos (de um BE a um CDS) são todas a mesma corja de corruptos. Pelo caminho vai ainda apanhando homofóbicos, xénofabos e racistas que o são mas não querem assumir (nem para eles mesmos) porque não é politicamente correto e aceite. O Ventura dá-lhes voz. 

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há 1 minuto, Luíza Albuquerque disse:

Não te esqueças daquele cigano alentejano que votou no Chega para mostrar que não tem medo do André Ventura. :cryhappy:

 

Para saber onde o Chega vai crescer vamos ter de esperar pelas próximas eleições (presidenciais) para perceber isso, uma vez que as sondagens são (quase) sempre nacionais.

E, mesmo assim, a manter-se a fórmula das eleições legistativas até à data, vai ter de subir muito nessas regiões para que se traduza em deputados.

Não acho que as presidenciais sejam as mais indicadas para mostrar o crescimento do Chega. Primeiro vai depender muito de quem o Chega apoiar, depois é necessário ter em conta que as presidenciais são muito mais à base do candidato e não do partido ao qual estão normalmente associados. Além de que o Marcelo deve ganhar facilmente com uns 60% ou mais.

É nesse aspeto que estava, sobretudo, a focar. Se essa tendência se mantiver e, de facto, existir uma forte adesão ao Chega no Alentejo, então não os vejo eleger mais que 10 deputados. Referia-me também às implicações que isso traz porque o PCP não parece sair muito afetado nas sondagens, a haver uma subida do Chega no Alentejo, mantendo a mesma percentagem que obteve nas anteriores legislativas. 

Postado

E com o Big Ben virtual em 10 Downing Street, o Brexit é oficializado. Um verdadeiro New Year's Countdown.

800px-Global_European_Union.svg.png

O Wikipédia já foi atualizado. A rapidez. :cryhappy: 

E os ingleses agora celebram à lá avatar do Ruben Fonseca.

0NZ1XAf.thumb.gif.2209f81530ca6089a90cbb

  • Adoro 4
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há 4 minutos, Luíza Albuquerque disse:

Porquê? Os ingleses são uns badalhocos, agora podemos ter festas europeias sem rabos peludos à mostra e cervejas pelo chão!

uma potência europeia decidiu sair da união, criou-se uma nova fronteira na Irlanda, este mundo está perdido

Postado
há 1 minuto, ATVTQsV disse:

uma potência europeia decidiu sair da união, criou-se uma nova fronteira na Irlanda, este mundo está perdido

A União Europeia é o mundo todo? :cryhappy: USA is shaking. :mosking:

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