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há 41 minutos, Marie Grzechowski disse:

Não é.

LOL sendo ou não sendo é um dos grandes pulmões do planeta Terra. É muito importante para o nosso planeta e principalmente para a América do Sul.

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há 48 minutos, Marie Grzechowski disse:

Não é.

Destruir a Amazónia altera o ciclo de chuva da América do Sul que já tem problemas de água. Mas o Bozo taca o foda-se e tá tudo certo!

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há 21 minutos, Marie Grzechowski disse:

Isto acontece todos os anos, mas só neste é que se lembraram de tanto alarmismo, curioso.

 

giphy.gif

Sendo que este ano houve um aumento da desflorestação e dos incêndios compreende-se este alarme. E é bom que haja este alarme, o mundo está em mudança e é bom que haja consciência.

Editado por EFernando
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14 minutes ago, Marie Grzechowski said:

Isto acontece todos os anos, mas só neste é que se lembraram de tanto alarmismo, curioso.

giphy.gif

Sinceramente, o Brasil não merece os recursos naturais que tem, porque falham e muito na conservação da Amazónia e de outros locais que deveriam ser propriamente protegidos. Demasiada corrupção.

Deveriam seguir o exemplo da Costa Rica, que se tornou num destino de eco-turismo e que tem sabido proteger e conservar muito bem a sua grande selva tropical, que é das mais biodiversas do planeta!

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https://sol.sapo.pt/artigo/668768/a-guerra-dos-wc-inclusivos-nas-escolas

As escolas públicas e privadas vão abrir portas em setembro com novas regras para os alunos transgénero, no que diz respeito, por exemplo, ao tratamento de nome ou na adaptação de casas de banho e balneários para alunos com disforia de género... Em causa está o nome pelo qual os alunos transgéneros querem ser identificados nas salas de aula ou nas pautas das notas, a liberdade de escolha dos alunos para vestirem o uniforme (saia ou calça) com o qual se identificam ou ainda o acesso a casas de banho e balneários neutros, garantindo a “intimidade e singularidade” dos alunos.

 

Isto  agora vai ser uma rebaldaria total. Esta governo não vê que esta medida vai aumentar o bullying nas crianças e jovens. Já vejo os rapazes a espiarem as raparigas no wc e aproveitarem as wcs para fazerem sexo com as namoradas (aconteceu um caso destes quando eu andava no 10ºano). 

Era melhor deixarem as coisas como estão. Ninguém obriga os rapazes que se sentem raparigas a usar os urinóis. Todas as wcs tem sanita.

 

 

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Eu não me considero minimamente conservadora mas acho que esta medida não é muito sensata, pois vai causar mais desconforto do que conforto a todas as partes. A pessoa trans vai continuar a sentir-se mal até ver o seu corpo ajustado ao seu género de qualquer forma (por exemplo, um rapaz que se sente rapariga, se for para o balneário das raparigas vai continuar a ver como o seu corpo é estranho - se calhar até mais do que se estivesse exposto aos corpos masculinos) e as pessoas cis à sua volta também se sentirão mal (não estou a imaginar as raparigas confortáveis a trocar de roupa à frente de alguém que fisicamente ainda é do sexo masculino). Simplesmente, as casas de banho e os balneários são usados de acordo com o sexo da pessoa e não com o género.  Além disto, uma pessoa geralmente só passa lá o tempo necessário para fazer o que tem a fazer e há sempre um nível de privacidade que consegue manter se quiser (eu não me lembro de alguma vez ter usado um balneário e de não me ter tapado com a toalha/alguma peça de roupa de forma a nunca ficar completamente despida à frente de ninguém).

Outra coisa com a qual eu não consigo concordar e que diz no artigo é " Em causa está o nome pelo qual os alunos transgéneros querem ser identificados nas salas de aula ou nas pautas das notas...". Se o nome de uma pessoa é legalmente João, então só lhe posso chamar João.  Não lhe posso chamar outra coisa. Isto faz-me pensar na quantidade de pessoas que há que têm nomes ridículos e que só têm vontade de se esconder cada vez que são chamados em qualquer sítio. No entanto, a não ser que a pessoa mude legalmente de nome, infelizmente eu não lhe posso chamar outro.

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há 3 horas, Jenny disse:

Outra coisa com a qual eu não consigo concordar e que diz no artigo é " Em causa está o nome pelo qual os alunos transgéneros querem ser identificados nas salas de aula ou nas pautas das notas...". Se o nome de uma pessoa é legalmente João, então só lhe posso chamar João.  Não lhe posso chamar outra coisa. Isto faz-me pensar na quantidade de pessoas que há que têm nomes ridículos e que só têm vontade de se esconder cada vez que são chamados em qualquer sítio. No entanto, a não ser que a pessoa mude legalmente de nome, infelizmente eu não lhe posso chamar outro.

porquê? custa alguma coisa? mas tem alguma comparação um nome feio ou ridículo (e mesmo estas se quiserem ser tratadas por outro nome wtv), com um nome que não corresponde ao teu género?
não entendo a sério, uma coisa é a nível legal, aí enquanto não tiverem o nome no cc poderá haver situações em que terão de usar o nome de nascimento, mas tu não podes tratar uma pessoa como quer ser tratada?

Editado por joanna
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há 10 horas, joanna disse:

 

 

porquê? custa alguma coisa? mas tem alguma comparação um nome feio ou ridículo (e mesmo estas se quiserem ser tratadas por outro nome wtv), com um nome que não corresponde ao teu género?
não entendo a sério, uma coisa é a nível legal, aí enquanto não tiverem o nome no cc poderá haver situações em que terão de usar o nome de nascimento, mas tu não podes tratar uma pessoa como quer ser tratada?

A título pessoal posso à vontade (e muito certamente o farei - tal como faço com pessoas que não gostam do nome que têm e me pedem para tratá -las de outra forma, daí me ter lembrado automaticamente desses casos). Mas o que o artigo diz é acerca de mudar o nome nas pautas. Com isso não posso concordar pois quando te inscreves na escola isso é feito com documentos e com o teu nome legal (e depois todo o resto que advém daí como a inscrição em exames nacionais e etc).

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há 1 hora, Jenny disse:

A título pessoal posso à vontade (e muito certamente o farei - tal como faço com pessoas que não gostam do nome que têm e me pedem para tratá -las de outra forma, daí me ter lembrado automaticamente desses casos). Mas o que o artigo diz é acerca de mudar o nome nas pautas. Com isso não posso concordar pois quando te inscreves na escola isso é feito com documentos e com o teu nome legal (e depois todo o resto que advém daí como a inscrição em exames nacionais e etc).

também referiste como são tratados na sala de aula.

mas a lei não concorda contigo, por isso pelos vistos pode ser mesmo assim. por isso são preocupações sem sentido.

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  • 4 semanas depois...
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Então, alguém tem seguido os debates para as legislativas? Que têm achado? Qual a maior surpresa? E a maior desilusão?

Pessoalmente, acho que a minha maior desilusão foi o PAN. O debate com a Assunção Cristas mostrou como o partido está bastante despreparado para tratar de tudo o que não esteja relacionado com o ambiente e a ecologia. É que não sai daquilo! Por vezes, o porta-voz do PAN faz-me lembrar um aluno do 7º ano a fazer uma apresentação de Ciências da Natureza a ler o que está no Powerpoint. Quando a professora faz uma pergunta mais livre, ele volta a recorrer ao Powerpoint para responder! :cryhappy: Isto a juntar a algumas revelações que foram feitas acerca do que é o seu programa fizeram com que o PAN descesse imenso no meu ranking partidário!

Surpresa positiva: o PSD! Nunca esperei que num debate entre o António Costa e o Rui Rio eu fosse acabar por achar que o Rio esteve muitíssimo melhor do que o Costa! Rio esteve muito mais factual e Costa foi muito desonesto do ponto de vista intelectual quando se referiu a alguns aspectos (ex: o Rio diz que saiu mais população do país e o Costa responde com o saldo migratório, o que é uma coisa completamente diferente e não anula de todo aquilo a que Rio se referia)! Acho que o Rui Rio foi a Tamara Todevska dos debates eleitorais! Toda a gente está habituada a ver um PSD que se calhar até pode ter algumas ideias de jeito mas que falha bastante na forma de comunicá-las, mas acho que contra todas as expectativas, Rui Rio conseguiu brilhar no debate!

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@Jenny, a meu ver o André Silva nem precisa estar preparado para outras matérias, porque, vejamos, o que torna o PAN um all-catch party é justamente o facto de ele não tomar posições noutras matérias. A partir do momento em que o dirigente do PAN passar a defender uma matéria que possa colocar o partido mais à esquerda ou à direita, correrá o risco de perder eleitorado. Se não fosse por isso, o MPT ou os Verdes teriam conseguido entrar na AR sem muletas.

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Quando se trata de um partido que poderá definir a maioria da próxima legislatura, é bom que esse partido saiba estar mais preparado a responder a outras perguntas que não aquelas relacionadas com tofu e carne de vaca. Não falo em coligação PS-PAN, mas poderá ser possível um governo PS+PAN, à semelhança da atual maioria de esquerda. E isso é que é o problema, porque se estamos a falar de um partido completamente mal preparado para outras matérias que não aquelas que são a base do partido, então é o mesmo que o PS estar a dar umas migalhas ao PAN para eles ficarem contentes e é quase uma maioria absoluta do PS em que o PS faz o que quer e lhe bem apetece, à semelhança do que acontecia nos anos Sócrates. Não é preciso o PAN se tornar um partido convencional, até porque os Verdes europeus, que em alguns países formaram e formam várias coligações de governo a nível local e até nacional, não largaram a sua agenda principal. É preciso, sim, é que seja um partido que não seja um autêntico descalabro em tudo o que não é matérias que domina e que pensa que basta ter um pensamento de um nicho de pessoas a viver sobretudo no Porto e Lisboa, enquanto ignora outros casos que são o sustento de muitas famílias, sobretudo no interior.

Rui Rio tem estado muito bem, acima das minhas expectativas. O debate com António Costa mostrou bem isso. Não vale a pena dizer que crescemos mais que a média europeia, quando quem está abaixo de nós é a Itália, França, Reino Unido, Alemanha, entre outros. Portugal continua a crescer de forma pífia, constantemente a ser ultrapassado por economias que nem há 20 anos tinham metade do nosso PIB per capita. Pena que o programa do PSD e o próprio Rui Rio tenha imensas tiradas que parecem vindas de um PS light.

Assunção Cristas também não tem estado mal, mas a imagem atual do CDS é terrível. Por outro lado, se Catarina Martins foi uma das surpresas das anteriores legislativas, este ano é das maiores desilusões. Muito wishful-thinking (nada de novo num partido populista como o BE), tiradas completamente parvas como a da evaporação das barragens, entre tantas outras. Mas, lá está, a própria Catarina prefere que Portugal não seja como a Irlanda, um país que reduziu em metade a sua dívida pública e cresce a níveis bastante elevados, quando há quase uma década estava numa situação financeira semelhante à nossa. Não que isso afete muito o BE, vai ser o 3º partido mais votado, mas pode alterar as contas dos deputados do PS. 

A CDU só lá vai mesmo pelo Alentejo e outros redutos. O discurso nunca muda, é ver os votos e os deputados a descer.

Estou bastante curioso para o debate entre pequenos partidos, no entanto. IL, Livre, Aliança, acho que têm os 3 algumas probabilidades de elegerem nem que seja um deputado. E, já agora, a minha crítica vai também para as estações de televisão. 30 minutos de debate. 30 minutos. Os mesmos que passam mais de 30 minutos a falar das festinhas disto e daquilo; os mesmos que passam mais de 30 minutos em fillers que vão de culinária a selfies; os mesmos que passam mais de 30 minutos com dois idiotas de clubes grandes a falar como se tivessem na tasca. Depois a abstenção isto e abstenção aquilo. Se os jornais só servem para entertainment popularuxo e do qual 90% é lixo, então não são informativos de jeito - o que também não é novidade.

Isso e jornalistas que, ora interrompem um a toda a hora, ora deixam o outro falar sobre coisas que não têm nada a ver com a pergunta inicial. Um pouco mais de preparação, de fact-checking e de imparcialidade também é necessário.

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há 1 hora, srcbica disse:

@Jenny, a meu ver o André Silva nem precisa estar preparado para outras matérias, porque, vejamos, o que torna o PAN um all-catch party é justamente o facto de ele não tomar posições noutras matérias. A partir do momento em que o dirigente do PAN passar a defender uma matéria que possa colocar o partido mais à esquerda ou à direita, correrá o risco de perder eleitorado. Se não fosse por isso, o MPT ou os Verdes teriam conseguido entrar na AR sem muletas.

Por acaso eu penso exactamente o contrário. A partir do momento em que o dirigente do PAN passar a defender outras matérias, o PAN pode deixar de ser visto simplesmente como o partido dos animais e dos vegetarianos e aumentar o seu eleitorado. Há amantes de animais e da natureza à esquerda e à direita. Há vegetarianos à esquerda e à direita. Às tantas ainda conseguiriam conquistar votos de pessoas que actualmente votam nos partidos maiores! E eles podem perfeitamente continuar a assumir-se como algo que não se encaixa no espectro político existente (esquerda vs direita) mas mesmo assim ter alguma ideia do que gostariam de implementar noutros sectores! Um partido com assento parlamentar não pode ignorar a existência de todos os outros sectores relevantes para a sustentabilidade e o desenvolvimento do país. A falta de preparação dele quando as perguntas não são sobre matérias ecológicas dá vergonha alheia.

Tanto o MPT como os Verdes são diferentes do PAN pelo menos em dois aspectos:

- a divulgação (o PAN é muito mais forte nas redes sociais do que os outros dois);

- o PAN abrange um público mais vasto do que o MPT ou os Verdes (o PAN, para além das preocupações ecológicas que os outros dois possam expressar, é mais claro nas suas referências aos animais de estimação e a como os respectivos donos devem poder deduzir as despesas do veterinário no IRS, poder faltar ao trabalho para ir ao veterinário, etc).

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há 4 minutos, Jenny disse:

Por acaso eu penso exactamente o contrário. A partir do momento em que o dirigente do PAN passar a defender outras matérias, o PAN pode deixar de ser visto simplesmente como o partido dos animais e dos vegetarianos e aumentar o seu eleitorado. Há amantes de animais e da natureza à esquerda e à direita. Há vegetarianos à esquerda e à direita. Às tantas ainda conseguiriam conquistar votos de pessoas que actualmente votam nos partidos maiores! E eles podem perfeitamente continuar a assumir-se como algo que não se encaixa no espectro político existente (esquerda vs direita) mas mesmo assim ter alguma ideia do que gostariam de implementar noutros sectores! Um partido com assento parlamentar não pode ignorar a existência de todos os outros sectores relevantes para a sustentabilidade e o desenvolvimento do país. A falta de preparação dele quando as perguntas não são sobre matérias ecológicas dá vergonha alheia.

Tanto o MPT como os Verdes são diferentes do PAN pelo menos em dois aspectos:

- a divulgação (o PAN é muito mais forte nas redes sociais do que os outros dois);

- o PAN abrange um público mais vasto do que o MPT ou os Verdes (o PAN, para além das preocupações ecológicas que os outros dois possam expressar, é mais claro nas suas referências aos animais de estimação e a como os respectivos donos devem poder deduzir as despesas do veterinário no IRS, poder faltar ao trabalho para ir ao veterinário, etc).

Se o André Silva conseguir transformar o PAN num Movimento 5 Estrelas ecologista, reconhecer-lhe-ei o mérito, mas, pronto, não o desmereço se não o fizer.

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há 55 minutos, Faded disse:

Para o PSD ainda é opção sexual. 

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Eu acho que há um certo exagero no teu texto (penso que foste tu que escreveste o post do Facebook). Eles podem, na mesma, querer a sociedade inclusiva - o que aconteceu foi que não explicitaram da melhor forma. Porque opção religiosa e política existe, infelizmente quiseram foi incluir lá a sexual. Agora considerar isto como discurso de ódio, acho demais, não achando nada que isto seja uma "indireta" para todos os adjetivos que disseste contra a comunidade. 

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há 1 hora, Bloody disse:

Eu acho que há um certo exagero no teu texto (penso que foste tu que escreveste o post do Facebook). Eles podem, na mesma, querer a sociedade inclusiva - o que aconteceu foi que não explicitaram da melhor forma. Porque opção religiosa e política existe, infelizmente quiseram foi incluir lá a sexual. Agora considerar isto como discurso de ódio, acho demais, não achando nada que isto seja uma "indireta" para todos os adjetivos que disseste contra a comunidade. 

A palavra opção sexual aparece 2 vezes no programa deles. Claramente que para eles é uma opção.  E isso é simplesmente ridículo.  

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Não-polémicas :girlsigh:

É uma opção sexual querer, de forma completamente voluntária, fazer uma cirurgia de reatribuição sexual, por exemplo. Mas claro, vamos partir imediatamente para as orientações sexuais, fazer um drama e ainda achar que é discurso de ódio.

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há 29 minutos, Ruben Fonseca disse:

Não-polémicas :girlsigh:

É uma opção sexual querer, de forma completamente voluntária, fazer uma cirurgia de reatribuição sexual, por exemplo. Mas claro, vamos partir imediatamente para as orientações sexuais, fazer um drama e ainda achar que é discurso de ódio.

É uma opção um homem sentir-se uma mulher ou vice-versa? É óbvio aquilo que o PSD quer. Se não tivessem qualquer problema, não tinham desembarcado à última da hora, a presença confirmada no debate sobre o estado da comunidade LGBTQIA+ na sociedade portuguesa, promovido pela ILGA.

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agora mesmo, Faded disse:

É uma opção um homem sentir-se uma mulher ou vice-versa? É óbvio aquilo que o PSD quer. Se não tivessem qualquer problema, não tinham desembarcado à última da hora, a presença confirmada no debate sobre o estado da comunidade LGBTQIA+ na sociedade portuguesa, promovido pela ILGA.

Mas está lá explícito que eles consideram uma opção um homem sentir-se uma mulher ou vice-versa? Há várias opções de cariz sexual para lá da orientação sexual, que tu não as vejas já não é um problema do PSD. Estar ainda a comparar isso a presenças em debates, e fazer disso argumento para aquilo que o PSD acha ou deixa de achar, é um absurdo.

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há 2 horas, Ruben Fonseca disse:

Mas está lá explícito que eles consideram uma opção um homem sentir-se uma mulher ou vice-versa? Há várias opções de cariz sexual para lá da orientação sexual, que tu não as vejas já não é um problema do PSD. Estar ainda a comparar isso a presenças em debates, e fazer disso argumento para aquilo que o PSD acha ou deixa de achar, é um absurdo.

Quais são as opções?

 

Editado por Faded

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