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há 5 minutos, Bronkzor disse:

Tanto mofo na nossa televisão. Ao invés de tentarem piscar o olho a novos públicos, la vem mais do mesmo…

Eu adoro este tipo de comentários quando nem se sabe como irá ser o formato do programa... :haha:

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há 2 minutos, Diogo O. disse:

Eu adoro este tipo de comentários quando nem se sabe como irá ser o formato do programa... :haha:

Ele não está errado, claramente o público jovem não vai querer ver 5 horas de Marco Paulo :cryhappy:

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Just now, Hugo said:

Ele não está errado, claramente o público jovem não vai querer ver 5 horas de Marco Paulo :cryhappy:

E mesmo o público do cabo/mais desligado da televisão também não vai aderir a isto :read: É mesmo um programa para competir com as mesmas faixas etárias que a RTP e a TVI, e provavelmente vai levar a melhor.

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há 1 minuto, Bronkzor disse:

Tanto mofo na nossa televisão. Ao invés de tentarem piscar o olho a novos públicos, la vem mais do mesmo…

Percebo-te perfeitamente, enquanto espectador, mas o paradigma mudou e neste momento os novos públicos estão no streaming e no cabo (plataformas onde a SIC já está presente).

As televisões comerciais generalistas têm de ir atrás e programam para o grosso do público que vê a televisão em canal aberto a um sábado à tarde.

Ao sábado à tarde, cada vez mais, ainda por cima com "bom tempo" (é sempre uma incógnita), a generalista está voltada para públicos específicos, o/as "donas de casa" (estratificando na globalidade: maioritariamente feminino, mais de 40 anos, classe baixa e média baixa).

Houve uma tentativa de agarrar parte deste público mais caseiro, piscando o olho a "outro público", com o regresso ao futuro e a escolha de apresentadores "de outros públicos" mas a aposta não se mostrou consistente, também por o programa ser assim híbrido, por querer agradar a públicos muito heterogéneos (o Domingão conseguiu-o melhor).

Veremos o que o programa traz e a resposta do público. A promo está muito bem conseguida, dentro do gênero do programa  que se antevê.

Curioso em saber qual a estrutura do programa, o local, a dinâmica, a postura e desempenho do anfitrião e se será em direto.

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É uma treta terem de apostar num programa "mais do mesmo" mas claramente o público-alvo em causa é o que consome mais televisão a um sábado à tarde. As faixas etárias mais jovens não estão em casa a um sábado à tarde, com o Verão à porta e em pleno desconfinamento, sedentas de contacto social e ar livre.

Acaba por ser uma aposta com todo o sentido.

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há 2 minutos, luisao123 disse:

É uma treta terem de apostar num programa "mais do mesmo" mas claramente o público-alvo em causa é o que consome mais televisão a um sábado à tarde. As faixas etárias mais jovens não estão em casa a um sábado à tarde, com o Verão à porta e em pleno desconfinamento, sedentas de contacto social e ar livre.

Acaba por ser uma aposta com todo o sentido.

Então que programa é que captaria esse público e não seria ''mais do mesmo''?

Postado (editado)
há 28 minutos, PT 04 disse:

Todos dizem isso mas a SIC tem cinema e não funciona. Apostou num talk-show fora do habitual, não funcionou. Querem que eles façam o quê?

É verdade. Eu gostei do "Regresso ao Futuro" mas o público mais rapidamente adere a este programa do Marco Paulo, a um Domingão ou a um Somos Portugal do que a cinema ou ao Regresso ao Futuro. É a realidade.

Editado por D91
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há 10 minutos, scinun disse:

Percebo-te perfeitamente, enquanto espectador, mas o paradigma mudou e neste momento os novos públicos estão no streaming e no cabo (plataformas onde a SIC já está presente).

As televisões comerciais generalistas têm de ir atrás e programam para o grosso do público que vê a televisão em canal aberto a um sábado à tarde.

Ao sábado à tarde, cada vez mais, ainda por cima com "bom tempo" (é sempre uma incógnita), a generalista está voltada para públicos específicos, o/as "donas de casa" (estratificando na globalidade: maioritariamente feminino, mais de 40 anos, classe baixa e média baixa).

Houve uma tentativa de agarrar parte deste público mais caseiro, piscando o olho a "outro público", com o regresso ao futuro e a escolha de apresentadores "de outros públicos" mas a aposta não se mostrou consistente, também por o programa ser assim híbrido, por querer agradar a públicos muito heterogéneos (o Domingão conseguiu-o melhor).

Veremos o que o programa traz e a resposta do público. A promo está muito bem conseguida, dentro do gênero do programa  que se antevê.

Curioso em saber qual a estrutura do programa, o local, a dinâmica, a postura e desempenho do anfitrião e se será em direto.

Ainda sou do tempo em que a SIC trazia uma oferta bem mais rica e diversificada, sem grandes popularices, filmes ao fim-de-semana e programas com alvos bem mais amplos. Hoje é todo o contrário, e quando digo que havia um tempo em que a oferta de conteúdos de um canal era assim e hoje está noutro tipo, digo também que reflecte o estado da sociedade.

E o programa, o que será? Pelo nome deduzo que vai ser feito no estúdio do Alô Portugal.

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agora mesmo, ATVTQsV disse:

E o programa, o que será? Pelo nome deduzo que vai ser feito no estúdio do Alô Portugal.

"Marco Paulo abre as portas da sua casa"

Não me parece que seja em estúdio, mas sim na sua própria casa

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há 8 minutos, PT 04 disse:

Então que programa é que captaria esse público e não seria ''mais do mesmo''?

Essa é a pergunta de 1 milhão de dólares. 

No Verão diria que nenhum programa o conseguiria. Noutras épocas diria que só cinema e séries recentes e minimamente comerciais poderiam captar esse público.  Mas seria um investimento gigantesco, sabendo que estariam a afastar quase inevitavelmente o grosso do público mais velho que já têm fidelizado atualmente naquele período. Acaba por ter riscos consideráveis.:cryhappy:

Postado
há 6 minutos, ATVTQsV disse:

Ainda sou do tempo em que a SIC trazia uma oferta bem mais rica e diversificada, sem grandes popularices, filmes ao fim-de-semana e programas com alvos bem mais amplos. Hoje é todo o contrário, e quando digo que havia um tempo em que a oferta de conteúdos de um canal era assim e hoje está noutro tipo, digo também que reflecte o estado da sociedade.

E o programa, o que será? Pelo nome deduzo que vai ser feito no estúdio do Alô Portugal.

Não diria que é o estado da sociedade, diria antes que é um sinal dos tempos. Quando temos no mercado externo, empresas grandes a fundirem-se e a apostarem no streaming, e outras a anunciarem o fecho de centenas de canais, podemos inferir que a estratégia da SIC passa por tentar captar o público que não vê séries, filmes, etc, pois esse público cada vez mais vai ter tendência para subscrever a plataformas e ver os filmes sem anúncios (quem é que ainda tem paciência para publicidade, juro que não entendo). É uma estratégia a curto prazo, um penso rápido sob uma ferida aberta que se traduz em cord cutting e um afastamento progressivo de um público jovem da TV tradicional. A IMPRESA até está a saber conciliar ambas as coisas, ao apostar na OPTO para um público mais jovem e na SIC generalista para um público mais idoso.

Ao contrário da TVI, que ainda não percebeu que tem de apostar a sério numa plataforma de streaming com conteúdos de arquivo e produções próprias com temas que incentivem e captem a atenção do público mais jovem. 

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