SecretNavy Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 Já tinha amado a primeira performance da Bulgária, agora esta ainda me fez gostar mais. E isto sem os grandes planos de câmaras que irão fazer! Já está no meu Top3 e tenho cá para mim que irá ascender ao 1º lugar! Netta se cuide
Ais426 Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 6 hours ago, Vítor Jardim said: Anabela deve ser a porta-voz de Portugal. Espero que não seja Por falar nisso, já se sabe quem vão ser os comentadores da RTP, ou se ainda não se sabe, quando é que vai saber isso? É que não estou a ver algum dos habituais comentadores a ter disponibilidade este ano...
Rdrigx Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 Comentários a cerca dos rehearsals: Spoiler Finlândia - 1 Não esperava menos da rainha finlandesa. Tem um palco incrivelmente bem feito, e a presença em palco é extraordinária. Não é claramente a mesma canção, mas o resto dos fatores puxam a canção totalmente acima. Bulgaria - 2 Não gosto nada do staging disto, por alguma razão. Embora, o meu ranking está feito por médias de vários fatores, e o resto puxa isto totalmente acima. Performance live quase flawless, embora tenha perdido um pouco do impacto das pre parties. Chipre - 3 A rainha do Chipre serviu nos com um literal fuego, e sinceramente, my wig flew off. Mais nada a dizer. Não foi uma decepção em live, felizmente. Bélgica - 4 Mesmo caso da Bulgária, os fatores musicais vêm ao de cima, e a minha opinião pessoal têm bastante impacto. Simplesmente adoro a música Macedónia - 5 Esperava mais? Esperava. Mas mesmo assim, a montanha não pariu um rato, e a performance nem é das piores. Duvido passarem tho. Suiça - 6 Opah, slay. Estava a espera de mais umas pirotecnias no meio, mas a performance em si é um conjunto bastante agradável. Duvido passaram tho República Checa - 7 Overall, tem tudo para correr bem (excluindo a condição do rapaz, ele que melhore). Ele tem uma energia fantástica e o staging está bem pensado. Não está mais alto porque fartei me um pouco da música. Croácia - 8 Uma surpresa agradável. Não desgosto da música, mas precisava de algo para se destacar, e este staging faz exatamente isso. Temos aqui um dark horse. Azerbaijão - 9 Isto passou do meu bottom para um borderline, porque o staging é simplesmente incrível, quando o vi eu fiquei sem palavras. Quem me dera que fosse tudo assim não bom. Grécia - 10 Só está tão baixa porque não entendo o hype a volta disto. Adoro o conteúdo da lyrics (que ela explicou no Genius) sobre a música ser sobre o povo a falar para a Grécia ou algo do género, mas mesmo assim, meh. __________________________ Estónia - 11 Overall, performance mágica. Vejo isto a dar se muito bem na SF e final, só que não gosto da canção, é por isso que está assim tão baixa (literalmente, levou um 10 a quase tudo no meu rating, mas a minha opinião deitou isto abaixo tendo em conta que lhe dei 1, coitada) Irlanda - 12 Música linda. Adoro, mas não vejo isto a dar-se tão bem. O staging em si é bastante bonito. Não me admira se passarem. Lituânia - 13 Performance soberba. Não me admiro se isto passe. Aústria - 14 Não entendi o que o rapaz fez no staging, é só por isso que está tão baixa tbh. Bielorússia - 15 Fartei me dos FOREVAAAA. A performance tem tudo para dar bem, muito dramática e o público vai ingerir isto muito bem, in my opinion. Armenia - 16 Não consigo gostar da música, e aquele prop no palco era o que mesmo? Anyways, moving on Israel - 17 Adoro a canção, mas fiquei decepcionado, e imenso com a performance nos ensaios. O palco em si está escuro, ela sem energia, e não há nada que realce a performance comparado ao resto. Veremos como os outros ensaios correm. Âlbania - 18 Não sei porque isto está tão baixo, tbh. Simplesmente não se destaca muito a meu ver. Gosto da música tho, e vocais amazing. Não me admiro se isto passar. Islândia - 19 O pobre rapaz não pode fazer nada sobre este lugar, a canção é mesmo enfadonha e não há por onde lhe pegar. há 9 minutos, Jet1000 disse: Por falar nisso, já se sabe quem vão ser os comentadores da RTP, ou se ainda não se sabe, quando é que vai saber isso? Vão ser os do ano passado, acho. há 9 minutos, Jet1000 disse: há 6 horas, Vítor Jardim disse: Anabela deve ser a porta-voz de Portugal. Por mim era a Catarina Miranda, que ícone que ela é.
ZDK Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 Gente, estou muito desligado de tudo... Mas que videoclip básico é o nosso!?
Duarte Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 há 2 horas, Fox Scully disse: Sacha Jean-Baptiste (Australia e Chipre 2018, Bulgária 2017, Lituânia e Chipre 2016, Georgia 2015). Então tá explicado. O Chipre não é de todo dos meus favoritos este ano, mas vai claramente lacrar muito nas votações
Free Live Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 há 1 hora, ZDK disse: Gente, estou muito desligado de tudo... Mas que videoclip básico é o nosso!? Horrível, esqueceram-se de colocar algo no chroma key. Mantenho a minha opinião desde sempre: vai ganhar a Estónia. Não há muito por onde desiludir e se calhar a música acaba por abranger mais faixas etárias do que Israel ou Bulgária. A França, Itália ou Grécia talvez consigam disputar o primeiro lugar também.
tjspy Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 Nós estamos marcados com o #19. Primeiro nas odds, agora no Youtube
Dinis F. Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 Perdoe-me mas, odeio a música da Grécia, é o meu hate deste ano, não percebo o buzz há volta dela, é uma música tão irritante e desinteressante, para além de estar em grego, que é uma língua que não gosto muito.
Jão Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 Terei sido o único a gostar do vídeo de 'O Jardim' precisamente pela sua simplicidade? A música pedia algo leve, algo que fizesse a música dar vida às imagens, e acho que o objectivo foi alcançado.
Colorida Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 Aquelas riscas verticais horrorosas ao fundo do palco não se deviam mexer? Em nenhum vídeo que vi aquilo se movia.
Rdrigx Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 Só acho que se eles levarem isto pra Lisboa, vão ficar até bem posicionados. Que lindo
agui Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 Agora mesmo, iBoy disse: Perdoe-me mas, odeio a música da Grécia, é o meu hate deste ano, não percebo o buzz há volta dela, é uma música tão irritante e desinteressante, para além de estar em grego, que é uma língua que não gosto muito. Isso é que é giro, estar na língua nativa. Por esse pensamento nós nunca deveríamos ter levado uma música em português, que, aliás, para quem não entende, tem uma sonoridade crua e dura. A música grega tem um som tão típico, tão forte. Excelente.
Vítor Jardim Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 há 13 minutos, Colorida disse: Aquelas riscas verticais horrorosas ao fundo do palco não se deviam mexer? Em nenhum vídeo que vi elas aquilo se movia. Pois estou triste por isso também. Parece que só vão se mexer para os nosso interval acts. :/ Também já vi que se movem muito devagar o que não é muito fácil para acompanhar qualquer ritmo. xD
jgsantos Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 há 19 minutos, iBoy disse: Perdoe-me mas, odeio a música da Grécia, é o meu hate deste ano, não percebo o buzz há volta dela, é uma música tão irritante e desinteressante, para além de estar em grego, que é uma língua que não gosto muito. os meus hates são a música israelita e a espanhola, não percebo o facto de serem bem cotadas. Uma é mais do mesmo, outra é muito fireworks
Vítor Jardim Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 há 21 minutos, jgsantos disse: os meus hates são a música israelita e a espanhola, não percebo o facto de serem bem cotadas. Uma é mais do mesmo, outra é muito fireworks Estive a ver vários tops 43 de hoje e a de Israel estava quase sempre em 7º-5º enquanto Portugal em 12º-8º. Acho que vamos ter a galinha a chocar como o gorila do ano passado e o nossO Jardim a crescer.
Cable Guy Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 58 minutes ago, Colorida said: Aquelas riscas verticais horrorosas ao fundo do palco não se deviam mexer? Em nenhum vídeo que vi elas aquilo se movia. Pois. Depois de ter visto videos dos ensaios, posso afirmar o seguinte: Não gosto do palco deste ano. Acho ridículo que Portugal tenha abdicado dos ecrãs gigantes que estiveram presentes nos palcos anteriores, para meter aquelas risquinhas feiosas e básicas. Imaginemos: se o Mans Zelmerlow trouxesse a "Heroes" este ano, como seria? Seria uma performance radicalmente diferente. Acho muito mau. O video hoje é em dia é componente de muitas performances e os artistas têm inclusivé nele uma forma de expressar mais elementos da música em si e enriquecer a performance. Ainda mais embaraçoso é constatar que a Ucrânia, país bem mais pobre que Portugal, teve um palco mais moderno. Quando eu li que este iria ser o ESC com maior contenção de custos, eu pensei: "Ah, mas isso não quer dizer nada. O palco vai estar ao nível dos palcos dos últimos anos, sem dúvida. Simplesmente pouparam mais noutras coisas." - Hmmmm. Nope! O palco não está ao nível dos anteriores dos últimos anos. De todo, na minha opinião. Vi alguns comentários no YouTube aos ensaios a dizer que certos elementos do palco fazem lembrar os anos 90. Eu concordo. Parece um retrocesso, mas nem sequer de uma forma interessante. Acho péssimo que cada performance tenha de levar com aquelas riscas verticais a mudarem de cor. É um enjoo. As performances mais interessantes são aquelas em que as delegações decidiram (e bem) reduzir as luzes da parte de trás do palco e centrar as atenções mais para o centro (Estónia, Bulgária, por exemplo), porque aquelas riscas verticais não trazem nada de jeito a nenhuma performance. É pena. O ESC de Lisboa certamente não vai ser lembrado pela qualidade do seu palco
Vítor Jardim Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 há 16 minutos, Cable Guy disse: Pois. Depois de ter visto videos dos ensaios, posso afirmar o seguinte: Não gosto do palco deste ano. Acho ridículo que Portugal tenha abdicado dos ecrãs gigantes que estiveram presentes nos palcos anteriores, para meter aquelas risquinhas feiosas e básicas. Imaginemos: se o Mans Zelmerlow trouxesse a "Heroes" este ano, como seria? Seria uma performance radicalmente diferente. Acho muito mau. O video hoje é em dia é componente de muitas performances e os artistas têm inclusivé nele uma forma de expressar mais elementos da música em si e enriquecer a performance. Ainda mais embaraçoso é constatar que a Ucrânia, país bem mais pobre que Portugal, teve um palco mais moderno. Quando eu li que este iria ser o ESC com maior contenção de custos, eu pensei: "Ah, mas isso não quer dizer nada. O palco vai estar ao nível dos palcos dos últimos anos, sem dúvida. Simplesmente pouparam mais noutras coisas." - Hmmmm. Nope! O palco não está ao nível dos anteriores dos últimos anos. De todo, na minha opinião. Vi alguns comentários no YouTube aos ensaios a dizer que certos elementos do palco fazem lembrar os anos 90. Eu concordo. Parece um retrocesso, mas nem sequer de uma forma interessante. Acho péssimo que cada performance tenha de levar com aquelas riscas verticais a mudarem de cor. É um enjoo. As performances mais interessantes são aquelas em que as delegações decidiram (e bem) reduzir as luzes da parte de trás do palco e centrar as atenções mais para o centro (Estónia, Bulgária, por exemplo), porque aquelas riscas verticais não trazem nada de jeito a nenhuma performance. É pena. O ESC de Lisboa certamente não vai ser lembrado pela qualidade do seu palco É a tua opinião. Então preferes um palco com fundo liso a aparecer caras gigantes como o ano passado, estou a ver... Só para te relembrar que o Heroes foi ganho num palco em que ele teve de usar uma parede LED. Não teve nada a ver com o fundo do palco da Austria em 2015. E sim acho que o Mans iria ter de usar o mesmo prop neste palco e o efeito seria identico. Eu sugiro-te que dês o benefício da dúvida em relação a este palco até às Semi-Finais. Mesmo assim há muitos melhoramentos neste ano e que até é interessante: as pontes, um corredor circular no meio do público em vez de um pequeno palco, os Arcos com LED's multicores que ajudam e muito na performance da Bulgária, por exemplo. Ainda temos essa estrutura que não gostas mas que marcará pela diferença o palco da eurovisão quando se mexer nos opening acts e dar o efeito 3D Real de ondulação que é possivel ser visto de todos os angulos da arena. Esse tipo de elementos físicos vão tornar o ESC2018 memorável. Quanto ao palco do ano passado, por exemplo, consegues descrever como ele era? Um toldo circular para "dar ideia de profundidade do espaço" como dizia os técnicos se não era apenas uma parede e um chão circular de dava efeitos coloridos e caras. Foi gasto mais dinheiro em paneis LED's do que na própria estrutura do palco só para imaginares. E deu no buraco financeiro que sabemos hoje...
agui Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 Podem não gostar do palco, mas é muito mais avançado tecnologicamente. Trouxe alguma diferença, confesso que gostei, as luzes atrás parecem pequenos quadrados e, com as "costelas", dão um ar de fundo do mar, com algas à frente. Não percebo as comparações com os anos 90. É tudo minimalista, joga apenas com cores, aquelas "ricas", com o efeito das luzes, parecem ondas de som. E o palco da Ucrânia é mais moderno em quê? Por ter leds? Vocês já viram o mecanismo e o número de luzes do nosso? As numerosas luzes dão um efeito extraordinário, nesta fase de simplicidade que vivemos, com designs e arte cada vez mais "clean", o uso apenas de iluminação traz isso. Ficarmos no igual não traz reconhecimento nenhum. Além disso, a palco, a nível de estrutura, é muito bem feito, com arcos que dão movimentos, e aquelas pontes que trazem riqueza às atuações. Guardem as opiniões mais definitivas para as semifinais, quando poderão ver tudo com câmeras e planos de qualidade, com tudo definido. Entretanto vejam estes vídeos e reparem na magia das luzes:
Colorida Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 há 10 minutos, Cable Guy disse: Pois. Depois de ter visto videos dos ensaios, posso afirmar o seguinte: Não gosto do palco deste ano. Acho ridículo que Portugal tenha abdicado dos ecrãs gigantes que estiveram presentes nos palcos anteriores, para meter aquelas risquinhas feiosas e básicas. Imaginemos: se o Mans Zelmerlow trouxesse a "Heroes" este ano, como seria? Seria uma performance radicalmente diferente. Acho muito mau. O video hoje é em dia é componente de muitas performances e os artistas têm inclusivé nele uma forma de expressar mais elementos da música em si e enriquecer a performance. Ainda mais embaraçoso é constatar que a Ucrânia, país bem mais pobre que Portugal, teve um palco mais moderno. Quando eu li que este iria ser o ESC com maior contenção de custos, eu pensei: "Ah, mas isso não quer dizer nada. O palco vai estar ao nível dos palcos dos últimos anos, sem dúvida. Simplesmente pouparam mais noutras coisas." - Hmmmm. Nope! O palco não está ao nível dos anteriores dos últimos anos. De todo, na minha opinião. Vi alguns comentários no YouTube aos ensaios a dizer que certos elementos do palco fazem lembrar os anos 90. Eu concordo. Parece um retrocesso, mas nem sequer de uma forma interessante. Acho péssimo que cada performance tenha de levar com aquelas riscas verticais a mudarem de cor. É um enjoo. As performances mais interessantes são aquelas em que as delegações decidiram (e bem) reduzir as luzes da parte de trás do palco e centrar as atenções mais para o centro (Estónia, Bulgária, por exemplo), porque aquelas riscas verticais não trazem nada de jeito a nenhuma performance. É pena. O ESC de Lisboa certamente não vai ser lembrado pela qualidade do seu palco Concordo completamente. Inicialmente até gostei daquela coisa vista de longe em imagens, mas agora ao ver imagens dos ensaios, é pavorosa. De perto não se percebe a forma que aquilo é suposto ter. São simplesmente riscas, distraem e lembram-me atuações do milénio passado. O staging acaba por não ser tão único para cada atuação porque tem aquilo sempre atrás. Não pode ser por dinheiro, porque ecrãs LED seriam de certeza mais baratos do que aquela estrutura construída de raiz e supostamente com uma mecânica para se mexer. Foi uma ideia que tiveram, mas deviam ter descoberto que não resulta tão bem em televisão como tinham imaginado e deviam ter substituído por ecrãs. Fala-se aqui muito da pobreza da Eurovisão em Kiev, mas eu achei o palco deles muito superior e com um aspeto mais caro e moderno. há 7 minutos, AGUI disse: Podem não gostar do palco, mas é muito mais avançado tecnologicamente. Trouxe alguma diferença, confesso que gostei, as luzes atrás parecem pequenos quadrados e, com as "costelas", dão um ar de fundo do mar, com algas à frente. Não percebo as comparações com os anos 90. É tudo minimalista, joga apenas com cores, aquelas "ricas", com o efeito das luzes, parecem ondas de som. E o palco da Ucrânia é mais moderno em quê? Por ter leds? Vocês já viram o mecanismo e o número de luzes do nosso? As numerosas luzes dão um efeito extraordinário, nesta fase de simplicidade que vivemos, com designs e arte cada vez mais "clean", o uso apenas de iluminação traz isso. Ficarmos no igual não traz reconhecimento nenhum. Além disso, a palco, a nível de estrutura, é muito bem feito, com arcos que dão movimentos, e aquelas pontes que trazem riqueza às atuações. Guardem as opiniões mais definitivas para as semifinais, quando poderão ver tudo com câmeras e planos de qualidade, com tudo definido Das luzes eu gosto. O que me perturba a vista é a suposta alga que, de perto, parece as paredes em construção de uma casa americana a meio do Extreme Makeover Home Edition.
fscd Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 Respeito a opinião de todos e ainda bem que as temos, mas de facto a conversar dos LED’s já enjoa um bocadinho. Este é o palco que mais luzes tem, dito pelo Ola Melzig, que se mostra muito otimista com tudo o que este palco tem, neste caso, tecnologia robótica, pela primeira vez, realidade virtual, projetores multifacetados, mecanismos que se movem por si só... etc, etc. Este é dos palcos mais modernos e mais inovadores do ESC. O que me fascina neste palco é cada atuação, tão diferente é tão memorável. Cada um tem o seu momento e há um camadão brutal de jogos de luzes por toda a arena que vão dar um espetáculo brutal mesmo. Em televisão resultam muito melhor! Em relação às ripas, não se esqueçam que vão ser projetadas imagens e jogos de luzes que só vão ser visíveis no ecrã e ao vivo. Esses vídeos dos ensaios não mostram nada, mesmo nada. Por fim, acho mesmo que, desde 2007, este é, para mim, o segundo melhor palco, ficando só atrás do palco de 2014.
Colorida Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 há 10 minutos, Fabien Silvano disse: Respeito a opinião de todos e ainda bem que as temos, mas de facto a conversar dos LED’s já enjoa um bocadinho. Este é o palco que mais luzes tem, dito pelo Ola Melzig, que se mostra muito otimista com tudo o que este palco tem, neste caso, tecnologia robótica, pela primeira vez, realidade virtual, projetores multifacetados, mecanismos que se movem por si só... etc, etc. Este é dos palcos mais modernos e mais inovadores do ESC. O que me fascina neste palco é cada atuação, tão diferente é tão memorável. Cada um tem o seu momento e há um camadão brutal de jogos de luzes por toda a arena que vão dar um espetáculo brutal mesmo. Em televisão resultam muito melhor! Em relação às ripas, não se esqueçam que vão ser projetadas imagens e jogos de luzes que só vão ser visíveis no ecrã e ao vivo. Esses vídeos dos ensaios não mostram nada, mesmo nada. Por fim, acho mesmo que, desde 2007, este é, para mim, o segundo melhor palco, ficando só atrás do palco de 2014. Mas eu ainda não vi as ripas a mexerem-se. É isso que estou a estranhar, já que era a razão para terem escolhido aquilo. Em relação à realidade virtual, ainda não percebi do que é que vocês falam. Realidade virtual seria os espectadores colocarem uns óculos e sentirem-se dentro da arena, olhando em volta e vendo tudo como se lá estivessem. Alguém sabe em que é que essa realidade virtual no ESC vai consistir? Isto é mesmo uma questão de gostos... Eu não gostei nada do de 2014, com paredes a formar um canto.
Cable Guy Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 30 minutes ago, AGUI said: Podem não gostar do palco, mas é muito mais avançado tecnologicamente. Trouxe alguma diferença, confesso que gostei, as luzes atrás parecem pequenos quadrados e, com as "costelas", dão um ar de fundo do mar, com algas à frente. Não percebo as comparações com os anos 90. É tudo minimalista, joga apenas com cores, aquelas "ricas", com o efeito das luzes, parecem ondas de som. E o palco da Ucrânia é mais moderno em quê? Por ter leds? Se vocês agora chamam LEDs a ecrãs gigantes onde é possível projectar video, então sim, o palco da Ucrânia era mais moderno por ter essa opção. Quer admitam ou não, isso é o standard de qualquer grande concerto nos dias de hoje. Faço-te a pergunta que fiz acima: se o Mans da Suécia trouxesse a "Heroes" para este palco de Lisboa, como faria para replicar a performance? Teria de ser a delegação sueca a pagar extra pela "parede LED" ? Porque o nosso palco não oferece essa opção. E, sim, acho que nos dias que correm isso é insatisfatório. É uma componente visual presente em qualquer concerto ou festival de música que se preze. Até em sets de grandes DJs. Se eu fosse um artista que tivesse envisionado uma performance no ESC com auxílio de projecções de vídeo e depois me visse limitado pela estrutura que este palco de Lisboa oferece, eu não acharia grande piada. 22 minutes ago, Fabien Silvano said: Este é o palco que mais luzes tem, dito pelo Ola Melzig, que se mostra muito otimista com tudo o que este palco tem, neste caso, tecnologia robótica, pela primeira vez, realidade virtual, projetores multifacetados, mecanismos que se movem por si só... etc, etc. Este é dos palcos mais modernos e mais inovadores do ESC. O que me fascina neste palco é cada atuação, tão diferente é tão memorável. Eu acho óptimo as inovações nas luzes, robótica, etc. Ainda bem. Mas as projecções de video são um standard de palco na época em que vivemos. Acho mal não haver essa opção disponível. E as actuações dos anos anteriores também foram todas diferentes e memoráveis. Não estou a ver em que é que o nosso palco, especificamente, torna as actuações mais diferentes umas das outras.
agui Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 Agora mesmo, Cable Guy disse: Se vocês agora chamam LEDs a ecrãs gigantes onde é possível projectar video, então sim, o palco da Ucrânia era mais moderno por ter essa opção. Quer admitam ou não, isso é o standard de qualquer grande concerto nos dias de hoje. Faço-te a pergunta que fiz acima: se o Mans da Suécia trouxesse a "Heroes" para este palco de Lisboa, como faria para replicar a performance? Teria de ser a delegação sueca a pagar extra pela "parede LED" ? Porque o nosso palco não oferece essa opção. E, sim, acho que nos dias que correm isso é insatisfatório. É uma componente visual presente em qualquer concerto ou festival de música que se preze. Até em sets de grandes DJs. Mas a parede led que o Mans usou era um adereço
Vítor Jardim Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 há 2 minutos, Colorida disse: Mas eu ainda não vi as ripas a mexerem-se. É isso que estou a estranhar, já que era a razão para terem escolhido aquilo. Em relação à realidade virtual, ainda não percebi do que é que vocês falam. Realidade virtual seria os espectadores colocarem uns óculos e sentirem-se dentro da arena, olhando em volta e vendo tudo como se lá estivessem. Alguém sabe em que é que essa realidade virtual no ESC vai consistir? Pelo que sei é isso mesmo, eles vão destribuir uns óculos à entrada a arena para o público que gosta de paineis LED's para então não andarem a choramingar pelos cantos. xD Tou a gozar é claro. Ainda não sei se vão usar isso mas ouvi falar em hologramas mas seria uma ou duas delegações. Olha, pensa assim, se houvesse paineis LED como o ano passado, não teríamos tantos props em palco e tudo iria parecer muito monótomo como o ano passado. Eu sinceramente estou surpreendido pela positiva porque pensava quer as "ripas" seriam simples e sem cor apenas com os reflexos dos focos de luz. E depois esquecemos que nestes vídeos vemos apenas angulos aproximados sem mostrar a estrutura no todos. Ao vivo e na TV vão haver planos gerais do palco onde dá para perceber que nao são meras "ripas". Ponto 1: Se vês atuações com elas iluminadas é porque as delegações assim o quiseram. Ponto 2: Há performances que não usaram essas "ripas" e apenas o fundo de quadrados de luz. Com elas apagadas, desaparecem do cenario. O melhor vídeo que mostra a potencia de versatilidade delas é este, na minha opinião:
fscd Postado 30 de abril 2018 Postado 30 de abril 2018 há 2 minutos, Cable Guy disse: Se vocês agora chamam LEDs a ecrãs gigantes onde é possível projectar video, então sim, o palco da Ucrânia era mais moderno por ter essa opção. Quer admitam ou não, isso é o standard de qualquer grande concerto nos dias de hoje. Faço-te a pergunta que fiz acima: se o Mans da Suécia trouxesse a "Heroes" para este palco de Lisboa, como faria para replicar a performance? Teria de ser a delegação sueca a pagar extra pela "parede LED" ? Porque o nosso palco não oferece essa opção. E, sim, acho que nos dias que correm isso é insatisfatório. É uma componente visual presente em qualquer concerto ou festival de música que se preze. Até em sets de grandes DJs. Se eu fosse um artista que tivesse envisionado uma performance no ESC com auxílio de projecções de vídeo e depois me visse limitado pela estrutura que este palco de Lisboa oferece, eu não acharia grande piada. Eu acho óptimo as inovações nas luzes, robótica, etc. Ainda bem. Mas as projecções de video são um standard de palco na época em que vivemos. Acho mal não haver essa opção disponível. E as actuações dos anos anteriores também foram todas diferentes e memoráveis. Não estou a ver em que é que o nosso palco, especificamente, torna as actuações mais diferentes umas das outras. Todas elas têm um lado artístico muito característico, vão sair dali grandes grandes interpretações, e até agora já temos grandes arranjos de palco (Chipre, Bulgária, Áustria, Lituânia, Suíça, Estónia). Eu não sou contra LED’s, mas posso dizer-te que já vi concertos atuais sem LED’s e foram coisas fora do normal. Eu acho que se os jogos de luzes forem bem feitos são de uma dimensão fantástica. E este palco no Altice Arena parece ter jogos de luzes muito bons mesmo é muito elogiados por toda a equipa técnica. há 12 minutos, Colorida disse: Mas eu ainda não vi as ripas a mexerem-se. É isso que estou a estranhar, já que era a razão para terem escolhido aquilo. Em relação à realidade virtual, ainda não percebi do que é que vocês falam. Realidade virtual seria os espectadores colocarem uns óculos e sentirem-se dentro da arena, olhando em volta e vendo tudo como se lá estivessem. Alguém sabe em que é que essa realidade virtual no ESC vai consistir? Isto é mesmo uma questão de gostos... Eu não gostei nada do de 2014, com paredes a formar um canto. A realidade virtual são projeções que mostram a realidade sem ela de facto lá estar. A meu ver, será só visível em televisão.
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